ANÁLISE GEOAMBIENTAL DA SUB-BACIA HIDROGRÁFICA DO ?· ANÁLISE GEOAMBIENTAL DA SUB-BACIA HIDROGRÁFICA…

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<p> A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSES DA ANLISE E DA AO </p> <p>DE 9 A 12 DE OUTUBRO </p> <p>11261 </p> <p>ANLISE GEOAMBIENTAL DA SUB-BACIA HIDROGRFICA DO RIO </p> <p>CONTENDAS MASSAP-CE </p> <p>CLECIANE RODRIGUES MARTINS1 </p> <p>ERNANE CORTEZ LIMA2 </p> <p>Resumo: A presente pesquisa consiste em uma anlise geoambiental da sub bacia hidrogrfica </p> <p>do rio Contendas no municpio de Massap, localizada na regio noroeste do estado do Cear, </p> <p>ocupando uma rea de 111 km. A sub-bacia em estudo est inserida em dois domnios: dos escudos </p> <p>e macios antigos representados por duas unidades geomorfolgicas: a depresso sertaneja, o </p> <p>macio residual da Meruoca, e o domnio dos depsitos sedimentares Cenozicos, representados </p> <p>pela plancie fluvial do rio Contendas. Faz-se necessrio a aplicao das categorias inferiores de </p> <p>Bertrand (1969) como: geossistema, geofacies e getopo complementando com a dinmica de Tricart </p> <p>(1977) em ambientes estveis, instveis ou integrados. Alm de um levantamento das condies </p> <p>econmicas e sociais. Para delimitao cartogrfica da sub bacia foi propcio uma representao </p> <p>em uma escala de 1:70.000 (Carta Sobral Folha S.A.24-X-D-IV Escala: 1:100.000. Fonte DSG </p> <p>1984). </p> <p>Palavras-chave: Sub-Bacia; rio Contendas; Geossistema. </p> <p>Abstract: This research consists of a geoenvironmental analysis of the sub - basin of the river in </p> <p>the town of Contention Massap, located in the northwestern region of the state of Ceara, occupying </p> <p>1 - Acadmico do Programa de Ps-Graduao em Geografia da Universidade Estadual Vale do Acara. E-mail </p> <p>de contato: cleycianerodrigues@hotmail.com 2 - </p> <p>Docente do programa de ps-graduao da Universidade Estadual Vale do Acara. E-mail de contato: ernanecortez@hotmail.com </p> <p> A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSES DA ANLISE E DA AO </p> <p>DE 9 A 12 DE OUTUBRO </p> <p>11262 </p> <p>an area of 111 km. The sub-basin under study is inserted in two areas: the old massive shields and </p> <p>represented by two geomorphological units: the backwoods depression, residual mass of Meruoca, </p> <p>and the field of Cenozoic sedimentary deposits, represented by fluvial plain of the river Contendas. It </p> <p>is necessary the application of the lower categories of Bertrand (1969) as: geosystem, geofacies and </p> <p>getopo complementing the dynamics of Tricart (1977) on stable, unstable or integrated </p> <p>environments. In addition to a survey of economic and social conditions. For cartographic delineation </p> <p>of the sub - basin was conducive representation on a scale of 1: 70,000 (Letter Sobral - SA24-XD-IV </p> <p>Sheet Scale: 1: 100,000 Source DSG - 1984.). </p> <p>Key-words: Sub-Basin; Rio Contendas; Geosystem. </p> <p>1 Introduo </p> <p>Esta pesquisa visa um estudo geoambiental da sub- bacia hidrogrfica do rio </p> <p>Contendas enfocando o estado de conservao em que se encontra, assim como as </p> <p>nascentes e reservatrios indicando formas inadequadas de uso e ocupao ao </p> <p>longo do rio. </p> <p>Atualmente o rio Contendas alvo de condies sanitrias e ambientais </p> <p>precrias, processos erosivos, devastao da mata ciliar, poluio e outros. Muitos </p> <p>desses impactos se justificam devido o rio ter passagem no permetro urbano da </p> <p>cidade de Massap. Nesse contexto um estudo que leve em conta todos os </p> <p>impactos listados acima com enfoque cultural da rea, a fim de propor medidas </p> <p>mitigadoras para beneficiar rea de estudo bastante significativo. </p> <p> Os impactos decorrentes da urbanizao devem ser ressaltados visto que a </p> <p>impermeabilizao do solo em reas urbanas resulta no mau dimensionamento e </p> <p>entupimento das galerias que resultam em alagamentos e eroso das margens dos </p> <p>rios. </p> <p> A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSES DA ANLISE E DA AO </p> <p>DE 9 A 12 DE OUTUBRO </p> <p>11263 </p> <p>O entendimento das drenagens dos rios permite uma viso hipottica da rea </p> <p>em pocas de seca ou chuvas, melhor utilizao dessas bacias para fins de </p> <p>barragem e audes que contribuam para populao. Feito uma anlise cartogrfica </p> <p>da cidade de Massap e seus componentes ambientais nas cartas do RADAM </p> <p>BRASIL (1981) Constata se: (VER QUADRO 01) </p> <p>Quadro 1: Caracterizao geoambiental da rea de estudo </p> <p>Componentes ambientais Caractersticas </p> <p>Geolgico </p> <p>Pertencente ao grupo jaibaras e </p> <p>formao aprazvel constitudo de </p> <p>conglomerados e brechas, que varia de </p> <p>local para local ora seixos, calhaus e </p> <p>mataes vulcnicas, granitos, arenitos e </p> <p>calcrios. </p> <p>Geomorfologia </p> <p>No planalto residual da Serra da </p> <p>Meruoca reas com formas aguadas em </p> <p>diferentes ordens de grandeza e de </p> <p>aprofundamento da drenagem, </p> <p>separados por vales em V, na </p> <p>depresso diferentes nveis altimtricos </p> <p>de superfcie pedimentadas, decorrentes </p> <p>do processo de pediplanao. </p> <p>Solos </p> <p>Presena de planossolo soldico com </p> <p>solos litlicos eutrficos e solos Bruno </p> <p>no clcico. </p> <p> A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSES DA ANLISE E DA AO </p> <p>DE 9 A 12 DE OUTUBRO </p> <p>11264 </p> <p>Fitogeogrfico </p> <p>Cobertura vegetal antrpica, regio de </p> <p>floresta ambrfila aberta (agricultura), </p> <p>regio de estepe, arbrea aberta com </p> <p>palmeira. </p> <p>Hidrografia </p> <p>Pertencente bacia do Acara. </p> <p> Fonte: RADAM-BRASIL,1981 </p> <p> As bacias hidrogrficas so unidades naturais onde os componentes da </p> <p>natureza esto em inteira interao como: Relevo, solos, subsolo, flora e fauna, bem </p> <p>como a ao antrpica e suas formas de estruturao do espao e anseios. A bacia </p> <p>hidrogrfica seria a compreenso dos processos ecolgicos e as influncias </p> <p>exercidas pelas atividades socioeconmicas cujo elemento de integrao de ambos </p> <p>os fatores a gua. </p> <p> Para o estudo da sub - bacia hidrogrfica do Rio Contendas utilizou se </p> <p>Bertrand (2002) foi um dos primeiros gegrafos a indicar a integrao dos </p> <p>componentes ambientas na dcada de 60, atravs do sistema GTP </p> <p>(Geossistema/Territrio/Paisagem). Para ele o geossistema possui valor ecolgico </p> <p>estvel que resulta de fatores geomorfolgicos, hidrolgicos e explorao biolgica. </p> <p>Ele considera o estudo paisagstico fundamental na discusso geogrfica, o </p> <p>geossistema visto como fonte natural que permite a compreenso e funcionamento </p> <p>biofsico de um espao geogrfico. </p> <p>Para um estudo setorizado necessrio um conjunto de ideias para melhor </p> <p>compreenso e nessa viso que surge a teoria geral dos sistemas em 1930 por </p> <p>Von Bertalanffy. Para ele o modelo sistmico busca compreender o conjunto de </p> <p> A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSES DA ANLISE E DA AO </p> <p>DE 9 A 12 DE OUTUBRO </p> <p>11265 </p> <p>elementos mais do que suas partes, que o todo maior que a somatria das </p> <p>propriedades e relaes de suas partes. </p> <p>Como pressupe Christofoletti: </p> <p>O sistema um conjunto estruturado de objetos e/ou atributos, esses objetos e atributos, consistem de componentes variveis (isto , fenmenos que so passveis de assumir magnitudes variveis) que existem relaes discernveis um com os outros e operam conjuntamente como um todo complexo, de acordo com um determinado padro. (CHORLEY e KENNEDY. 1971 apud CHRISTOFOETTI. 1999. </p> <p>A abordagem sistmica tem sua incluso na cincia geogrfica na dcada de </p> <p>1950 com o surgimento da nova geografia, onde surgem idias voltadas para </p> <p>mtodos quantitativos que buscam a explicao dos fenmenos. Introduzido </p> <p>primeiramente na Geomorfologia por Chorley (1962), e considerados por </p> <p>Christofoletti (1979), Strahler (1980), Hugget (1985) e Scheidegger (1991). </p> <p>Atualmente vem sendo utilizado por pesquisadores de estudos geogrficos na rea </p> <p>ambiental. </p> <p>Ao estudar a paisagem levando em conta seu lado ecolgico, deve-se ter em </p> <p>mente a finalidade do estudo, pois segundo Bertrand (1968, p. 144) </p> <p>A delimitao no deve nunca ser considerada como um fim em si, mas somente como um meio de aproximao em relao com a realidade geogrfica. Em lugar de impor categorias pr-estabelecidas, trata-se de pesquisar as descontinuidades objetivas da paisagem. por meio das delimitaes das paisagens que poderemos analisar a realidade ambiental e ecolgica da rea em questo. </p> <p>1.1 Caracterizao da rea de estudo </p> <p>Apresenta uma rea geogrfica de 111Km. Parte da sub bacia hidrogrfica </p> <p>do rio contendas encontra se na serra da Meruoca correspondendo ao alto curso </p> <p> A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSES DA ANLISE E DA AO </p> <p>DE 9 A 12 DE OUTUBRO </p> <p>11266 </p> <p>e mdio e baixo curso situam se na depresso sertaneja. Apresenta uma altitude </p> <p>que varia de 200 1000m onde as maiores altitudes corresponde ao macio residual </p> <p>da Serra da Meruoca e as menores reas de depresso. A populao do municpio </p> <p>de massap de 35.191 habitantes em 2010 (IBGE, 2010). (VER FIGURA 01) </p> <p>Figura 01 Mapa de localizao da rea de estudo </p> <p>Fonte: Soares, 2015 </p> <p>2 Materiais e mtodos </p> <p>Foi realizado um levantamento em mapas dos componentes ambientais </p> <p>como: Geologia, geomorfologia, solos, vegetao e hidrografia entre outros para </p> <p>identificar os aspectos fsicos da sub bacia do rio contendas. Aps todos os dados </p> <p> A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSES DA ANLISE E DA AO </p> <p>DE 9 A 12 DE OUTUBRO </p> <p>11267 </p> <p>obtidos fez se necessrio uma pesquisa conceitual de todos os dados obtidos para </p> <p>melhor compreenso dos resultados. </p> <p>O mtodo utilizado o geossistema formulado com a finalidade de aplicar a </p> <p>Teoria Geral de Sistemas ao estudo das paisagens naturais, modificadas ou no </p> <p>pela ao humana, essa teoria foi elaborada por Viktor Borisovich Sochava, segundo </p> <p>ele um geossistema uma dimenso do espao terrestre onde os mais diversos </p> <p>componentes naturais encontram-se em conexes sistmicas uns com os outros. </p> <p>A abordagem geossistmica nada mais que entendimento das variaes </p> <p>paisagsticas como produto histrico dos fluxos de matria e energia, incluindo a </p> <p>antrpica, mesmo sendo um fenmeno natural, todos os fatores econmicos e </p> <p>socias influenciam na sua estrutura. </p> <p>O geossistema de Bertrand subdividido em unidades de paisagem, </p> <p>conforme a escala espaciotemporal, de Cailleux e Tricart, da seguinte forma: zona, </p> <p>domnio, regio natural, geossistema, geofcies e getopo, sendo as trs unidades </p> <p>iniciais chamadas de superiores e as trs restantes denominadas de inferiores </p> <p>(BERTRAND, 1972). </p> <p> A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSES DA ANLISE E DA AO </p> <p>DE 9 A 12 DE OUTUBRO </p> <p>11268 </p> <p>Fluxograma 1: Geossistemas de Bertrand (1972) </p> <p> Para delimitao cartogrfica da sub bacia foi propcio uma representao </p> <p>em uma escala de 1:70.000, para um estudo detalhado das nascentes e hierarquia </p> <p>dos canais. (VER FIGURA 02) </p> <p> A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSES DA ANLISE E DA AO </p> <p>DE 9 A 12 DE OUTUBRO </p> <p>11269 </p> <p>Figura 02 Mapa de drenagem da rea de estudo </p> <p>Fonte: Soares, 2015 </p> <p>3- Resultados e discusses </p> <p>Como a pesquisa est em fase inicial o diagnstico d-se de forma preliminar. </p> <p>Percebe-se que so necessrias medidas mitigadoras para sub bacia, </p> <p>principalmente referente ao recorte do rio no permetro urbano da cidade de </p> <p>Massap. A sub- bacia faz parte da bacia hidrogrfica do rio Acara segunda maior </p> <p>do estado, e de grande importncia para regio norte do estado do Cear. </p> <p> A sub-bacia do rio Contendas est inserida em dois domnios dos escudos e </p> <p>macios antigos representados por duas unidades geomorfolgicas: a depresso </p> <p> A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSES DA ANLISE E DA AO </p> <p>DE 9 A 12 DE OUTUBRO </p> <p>11270 </p> <p>sertaneja, o macio residual da Meruoca, e o domnio dos depsitos sedimentares </p> <p>Cenozicos representados pela plancie fluvial do rio Contendas. </p> <p> A depresso sertaneja esta situadas em nveis altimtricos inferiores a 400m, </p> <p>marcadas de topografias planas e levemente onduladas, compem se de </p> <p>superfcie de aplainamento com vales estreitos e vertentes dissecadas. </p> <p> O macio residual da Meruoca: A dissecao configurou formas de topos </p> <p>convexos e aguados. Essa morfologia decorrente da ao dos processos areolares </p> <p>se completa pela presena de vales em V. Pequenos nveis embutidos de plancies </p> <p>alveolares so colmatadas por depsitos aluviais e coluviais. </p> <p> A Plancie fluvial do rio Contendas constitudas por reas amplas resultantes </p> <p>da acumulao fluvial e sujeitas a inundao peridicas, encontra se situadas nas </p> <p>bordas dos rios e com presena de solos aluviais profundos e drenagem deficiente. </p> <p> necessrio compreender as dinmicas naturais e sociais ligadas ao rio </p> <p>Contendas, o mesmo dispe de uma distncia de 35 Km desde sua nascente (Serra </p> <p>da Meruoca) at a sua foz (Aude Acaru Mirim). No permetro urbano na cidade de </p> <p>Massap corta os bairros: Alto da Boa Vista, Baixa Bandeira Branca, Vila So Joo, </p> <p>Cartucha, Marambaia e Nossa Senhora de Ftima. O rio utilizado para diversas </p> <p>atividades: Banho, lavagem de roupas, lanamento de esgotos, pesca, plantaes e </p> <p>extrao de areia e argila. </p> <p>O rio barrado pelo aude Acara Mirim que possui uma capacidade de </p> <p>52,768m de armazenamento, atualmente segundo o DNOCS esta com 28,502m de </p> <p>gua que representa 54% de sua capacidade total. </p> <p>4 Consideraes finais </p> <p>A pesquisa proporcionou a gerao de dados e informaes sobre a rea da </p> <p>sub-bacia hidrogrfica do Rio Contendas. Trata-se de uma rea pouco explorada, </p> <p>suscetvel de estudos ambientais mais setorizados que facilitem na compreenso da </p> <p> A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSES DA ANLISE E DA AO </p> <p>DE 9 A 12 DE OUTUBRO </p> <p>11271 </p> <p>interao entre os componentes geoambientais atravs de anlises e estudos </p> <p>fisigrafos para uma correta utilizao de seus recursos naturais e planejamento </p> <p>ambiental. </p> <p>A aplicao de estudos setoriais e integrados deve ser entendida como um </p> <p>estudo unificado no qual h uma percepo individualizada onde vive o homem. </p> <p>Esse tipo de estudo capaz de confrontar e integrar dados analticos que </p> <p>constituam objetos formais de estudo das diferentes geocincias. </p> <p>Desta forma, desenvolveu-se uma anlise local no mbito da geografia fsica </p> <p>que colabora para o conhecimento da dinmica natural e ambiental na sub-bacia </p> <p>hidrogrfica do Rio Contendas, assim como para os conhecimentos das </p> <p>caractersticas do espao geogrfico do semirido nordestino. </p> <p> Necessita se de um olhar mais aprofundado nos agentes </p> <p>modificadores da paisagem da sub-bacia, uma mudana no que consta a forma de </p> <p>pensar e agir, ou seja, uma conscientizao ambiental. </p> <p>5 - Referncias Bibliogrficas </p> <p>AB`SABER. A.N. Provncias Geolgicas e Domnios Morfoclimticos no Brasil. </p> <p>Inst. Geogr., USP, Geomorfologia, So Paulo 20: 1- 26, 1970. </p> <p>BERTALANFFY, L. Von. Teoria geral dos sistemas. Petrpoles: Vozes, 1973. </p> <p>BERTRAND, Georges. Paysage et Gographie Physique Global. Esquisse </p> <p>Mthodologique. Revue Gographique ds Pyrenes et du Sud Ouest. Toulouse, </p> <p>france. 39(3). 1968. p. 249-272. </p>...