ANÁLISE DOS ESTUDOS PARA DETERMINAÇÃO DA (IN) SEGURANÇA ... ?· de saúde e o hábito alimentar…

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  • 1

    SERVIO PBLICO FEDERAL

    MINISTRIO DA EDUCAO

    UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

    CAMPUS UNIVERSITRIO PROF. ANTNIO GARCIA FILHO

    DEPARTAMENTO DE NUTRIO

    ISAURA VIGINIA REIS MENEZES VALENA

    ANLISE DOS ESTUDOS PARA DETERMINAO

    DA (IN) SEGURANA ALIMENTAR NO BRASIL:

    REVISO BIBLIOGRFICA

    ANALYSIS OF STUDIES FOR THE

    DETERMINATION OF (IN) FOOD SAFETY IN

    BRAZIL: BIBLIOGRAPHICAL REVIEW

    LAGARTO-SE

    2017

  • 2

    ISAURA VIGINIA REIS MENEZES VALENA

    ANLISE DOS ESTUDOS PARA DETERMINAO DA (IN)

    SEGURANA ALIMENTAR NO BRASIL: REVISO

    BIBLIOGRFICA

    Trabalho de Concluso de Curso apresentado junto banca examinadora como pr-

    requisito para obteno do grau de Bacharel em Nutrio pela Universidade Federal de

    Sergipe.

    BANCA EXAMINADORA

    _____________________________________

    Prof. Msc. Silvana Castro de Brito Sottero

    (Orientadora)

    _____________________________________

    (1 Membro)

    _____________________________________

    (2 Membro)

    LAGARTO-SE

    2017

  • 3

    AGRADECIMENTOS

    Ao Senhor Deus, que sempre me sustentou com sua Mo poderosa e mesmo quando achei

    que no fosse capaz me mostrou que, mesmo pequena e frgil, os sonhos Dele se

    cumpririam em minha vida, tudo que tenho, tudo que sou e tudo que vier a ser e a ter vem

    de ti meu Senhor! Ao meu pai, Ubaldo, que sonhou antes mesmo de mim com essa

    graduao e que nunca mediu esforos para que este sonho se concretizasse, a minha me,

    Edileide, que por vezes me mostrou que para realizao de um sonho, querer sempre o

    primeiro passo, mas lutar o que torna ele inesquecvel quando realizado. Ao meu esposo,

    Helder, que me apoiou desde o incio e sempre compreendeu a ausncia mesmo estando

    comigo todos os dias, com um amor imenso me acompanhou e vibrou comigo em cada

    conquista, te amo amor. Aos meus sogros, Florisvaldo e Valdinei e aos cunhados, Dayse,

    Daiane, Esdras, Eudes e seus cnjuges, por serem uma famlia que sempre me acolheu

    com amor e tambm me proporcionou chegar at aqui. A minha av, Ivone, que sempre

    me cobriu com suas oraes e com muito amor. Aos meus familiares que de perto ou

    longe sempre se preocuparam e me ajudaram com todo carinho e apoio. Aos amigos que

    sempre torceram e acompanharam mesmo que distante essa conquista, Junior, Daiane e

    Daniel, guardo vocs em meu corao com todo amor. Aos amigos que conquistei durante

    as mudanas que a graduao me proporcionou, Valdo, Joice e Duda, vocs so especiais

    demais para mim. Aos amigos que a UFS me deu e sei que levarei para vida pois o que

    verdadeiro permanece para sempre, Ronaide, Jssika Larense, Flvia Taize, Milena, Luci,

    Liliane, Layanne e Justiny, que Deus retribua cada uma de maneira maravilhosa por terem

    sido beno na minha vida durante esses anos. A minha orientadora e amiga, Silvana, por

    ter dividido comigo seus conhecimentos, por ter me ajudado a amadurecer neste trabalho

    e por tudo que vivemos e rimos durante esses anos, obrigada por tudo. Enfim, a todos que

    direta ou indiretamente estiveram me apoiando e me incentivando, que entenderam a

    minha ausncia e que no me esqueceram, que Deus abenoe cada um de vocs.

  • 4

    SUMRIO

    FOLHA DE ROSTO......................................................................................................5

    RESUMO........................................................................................................................6

    ABSTRACT....................................................................................................................6

    INTRODUO..............................................................................................................8

    MATERIAL E MTODOS...........................................................................................10

    RESULTADOS E DISCUSSO...................................................................................11

    CONCLUSO................................................................................................................22

    REFERNCIAS.............................................................................................................23

    ANEXOS.........................................................................................................................29

  • 5

    ANLISE DOS ESTUDOS PARA DETERMINAO

    DA (IN) SEGURANA ALIMENTAR NO BRASIL:

    REVISO BIBLIOGRFICA

    ANALYSIS OF STUDIES FOR THE

    DETERMINATION OF (IN) FOOD SAFETY IN

    BRAZIL: BIBLIOGRAPHICAL REVIEW

    ISAURA VIGINIA REIS MENEZES VALENA 1

    ARTIGO SUBMETIDO REVISTA NUTRIO E VIGILNCIA EM SADE

    (NUTRIVISA) 2

    1 Graduanda em Nutrio pela Universidade Federal de Sergipe, Campus Universitrio

    Antnio Garcia Filho, Av. Marcelo Dda, 13, centro, Lagarto-SE.Endereo domiciliar:

    Rua Jonaldo Bonfim, 259- Bairro Santos Dumont, Aracaju-SE. E-mail:

    isaura_nutri@outlook.com. Telefone: (79) 9 9637-7033. Currculo lattes:

    http://lattes.cnpq.br/8503340105613988.

    2 As normas da Revista Nutrio e Vigilncia em Sade esto em anexo.

  • 6

    ANLISE DOS ESTUDOS PARA DETERMINAO

    DA (IN) SEGURANA ALIMENTAR NO BRASIL:

    REVISO BIBLIOGRFICA

    ANALYSIS OF STUDIES FOR THE

    DETERMINATION OF (IN) FOOD SAFETY IN

    BRAZIL: BIBLIOGRAPHICAL REVIEW

    Resumo

    Introduo: A Insegurana Alimentar (IA) determinanda por diversos fatores que no

    nvel domiciliar geralmente se associam e ocasionam desde a preocupao e/ou incerteza

    quanto o acesso ao alimento at a fome, desta forma, analisar os determinantes que

    contribuem para diagnstico da IA pode ser til no enfrentamento deste problema,

    visando polticas pblicas eficientes com vista a garantir o Direito Humano a Alimentao

    Adequada e a Segurana Alimentar e Nutricional (SAN). Objetivo: Analisar os estudos

    para determinao da IA no Brasil. Metodologia: Atravs de reviso bibliogrfica em

    bases de dados nacionais (Bireme, Lilacs e ScieLO) analisou-se quais os determinantes

    esto sendo avaliados nas pesquisas sobre IA a nvel domiciliar/individual no Brasil entre

    os anos de 2004 a 2015. Resultados: Analisou-se 29 estudos, os determinantes

    socioeconmicos e demogrficos foram os mais avaliados (96,5% / 82,7%), as condis

    de sade e o hbito alimentar foram avaliados em 20,6% dos estudos e nenhum estudo

    (0,0%) avaliou a educao alimentar e nutricional e a rede social como determinantes da

    IA. Concluso: Os estudos no abrangem todos os determinantes em suas pesquisas, o

    que pode no revelar a real situao da populao brasileira considerando o significado

    amplo e abrangente da SAN.

    Palavras-chave: Segurana alimentar e nutricional. (In) Segurana alimentar e

    nutricional. Fatores determinantes da insegurana alimentar e nutricional.

    Abstract

    Introduction: Food insecurity (AI) is determined by several factors that are associated at

    household level and from the concern and / or uncertainty about access to food to hunger,

    in order to analyze the determinants that contribute to the diagnosis of AI Can be useful

    in tackling the problem, aiming at efficient public policies aimed at guaranteeing the

    Human Right to Adequate Food and Food and Nutrition Security (SAN). Objective: To

  • 7

    analyze the studies for the determination of AI in Brazil. Methodology: A review of

    national databases (Bireme, Lilacs and ScieLO) analyzed the determinants that are being

    evaluated in household / individual IA surveys in Brazil between the years 2004 and 2015.

    Results: (96.5% / 82.7%), health conditions and eating habits were evaluated in 20.6% of

    the studies and no study (0.0% ) Evaluated food and nutritional education and the social

    network as determinants of AI. Conclusion: The studies do not cover all the determinants

    of their research, which may not reveal the real situation of the Brazilian population

    considering the broad and comprehensive meaning of the SAN.

    Keywords: Food and nutrition security. (In) Food and nutritional security. Determinants

    of food and nutritional insecurity.

  • 8

    INTRODUO

    O Direito Humano Alimentao Adequada (DHAA) direito fundamental

    inserido no quadro dos direitos econmicos, sociais e culturais, que, juntamente, com os

    direitos civis e polticos, conformam o quadro dos direitos humanos (MALUF; REIS,

    2013) sendo estes, universais, indivisveis, interdependentes e inter-relacionados (LEO;

    RECINE, 2011).

    O DHAA alcanado quando todos os homens, mulheres e crianas, sozinhos,

    ou em comunidade com outros, tm acesso fsico e econmico, em todos os momentos,

    alimentao adequada, ou meios para sua obteno (COMIT DOS DIREITOS

    ECONMICOS E SOCIAIS- ONU, 1999).

    Uma das formas de garantir o DHAA atravs da Segurana Alimentar e

    Nutricional (SAN) que definida de acordo com o documento aprovado na II Conferncia

    Nacional de Segurana Alimentar e Nutricional, e incorporado na Lei Orgnica de

    Segurana Alimentar e Nutricional (LOSAN) (BRASIL,2006), como a realizao do

    direito de todos ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade

    suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, tendo como base

    prticas alimentares promotoras de sade, que respeitem a diversidade cultural e que

    sejam social, econmica e ambientalmente sustentveis.

    A violao desse direito e consequentemente da SAN gera a Insegurana

    Alimentar e Nutricional (IA) que ocorre quando o alimento no est disponvel, ou

    quando a capacidade para meios de produo, acesso fsico e financeiro e consumo aos

    alimentos incerta ou limitada, causando problemas fsicos, emocionais e nutricionais

    principalmente quando observa-se que o medo e a falta de comida vai desde a

    manifestao da privao alimentar at a fome (KEPPLE, SEGALL-CORRA, 2011).

    Embora o Brasil seja um dos maiores produtores de alimentos do mundo, grande

    parte da populao no tem acesso aos alimentos bsicos necessrios para a vida

    cotidiana, gerando assim, situaes de IA que podem ser detectadas a partir de diferentes

    tipos de problemas, como fome, obesidade, doenas associadas m alimentao,

    consumo de alimentos de qualidade duvidosa ou prejudicial sade, estrutura de

    produo de alimentos predatria em relao ao ambiente natural ou s relaes

    econmicas e sociais; alimentos e/ou bens que so essenciais com preos elevados alm

    da imposio de padres alimentares que no respeitem a diversidade das culturas

  • 9

    (CONSEA, 2004). Alm disso, importante salientar que na presena de IA existem

    tambm componentes psicolgicos importantes, como a preocupao e a incerteza da

    famlia quanto a ter ou no alimento em um futuro prximo (CORRA, 2007).

    A IA relaciona-se, normalmente, com a vulnerabilidade social, sendo resultado de

    uma combinao de situaes que degradam a qualidade de vida, como o desemprego e

    renda familiar insuficiente, produo e distribuio dos alimentos de forma irregular e

    no realizao dos direitos sociais que devem ser assegurados s famlias (KEPPLE,

    GUBERT, SEGALL-CORRA, 2011). Essa vulnerabilidade que as famlias apresentam

    baseada principalmente nos determinantes da IA no nvel domiciliar, sendo observada,

    principalmente, nos domiclios de baixa renda, que tm pouca disponibilidade ou pouco

    acesso aos alimentos, condio de utilizao biolgica inadequada ocasionada por

    problemas de sade, alm da utilizao de forma desigual entre os membros da famlia,

    que em casos de IA, prioriza ofertar alimentos as crianas (ANSCHAU, et al., 2012).

    Os principais determinantes da SAN no nvel domiciliar e/ou individual so: nvel

    de escolaridade; perfil demogrfico dos moradores; etnia; pessoa de referncia da famlia;

    condies de sade dos moradores; educao alimentar e nutricional (EAN);

    comportamentos e hbitos alimentares; renda/estabilidade financeira; emprego e tempo

    disponvel da me; participao em programas assistenciais e rede social (KEPPLE;

    SEGALL-CORRA, 2011).

    Para anlise direta da SAN, o Brasil utiliza a Escala Brasileira de Medida

    Domiciliar da Insegurana Alimentar (EBIA), proposta e validada para o pas por Segall-

    Corra, et al. (2007), tendo sido reconhecida como indicador sensvel para detectar

    famlias em IA. Este instrumento de avaliao no nvel domiciliar adequado para definir

    diagnstico da condio de SAN e indicar populaes sob maior risco de insegurana,

    servindo, tambm, para observar o impacto de polticas pblicas sobre a condio de

    acesso da populao alimentao adequada (PNAD, 2004).

    Desta forma, este trabalho teve o objetivo analisar quais determinantes da SAN

    nos domiclios do Brasil esto sendo avaliados pelos pesquisadores em seus estudos.

  • 10

    MATERIAL E MTODOS

    Este trabalho consiste em uma reviso bibliogrfica, realizada entre os meses de

    julho e outubro do ano de 2016, cuja estratgia de busca incluiu consulta sobre o tema em

    bases de dados eletrnicas nacionais (Bireme, Lilacs e ScieLO) nos anos de 2004-2015,

    visando encontrar quais determinantes da IA esto sendo avaliados pelos pesquisadores

    da rea no Brasil. Sendo assim, os estudos deveriam apresentar em seus instrumentos de

    pesquisa a varivel dependente SAN atravs da anlise direta com EBIA, e pelo menos

    trs variveis dependentes caracterizadas como determinantes da IA no nvel domiciliar

    j citados na literatura (nvel de escolaridade; perfil demogrfico dos moradores; etnia;

    pessoa de referncia da famlia; condies de sade dos moradores; educao alimentar

    e nutricional; comportamento e hbito alimentar; renda/estabilidade financeira; emprego

    e tempo disponvel da me; participao em programas assistenciais e rede social). Os

    descritores em portugus utilizados foram: Segurana alimentar e nutricional; (In)

    Segurana alimentar e nutricional e fatores determinantes da insegurana alimentar e

    nutricional. Incluiu-se nesta reviso os textos cientficos e artigos originais realizados no

    Brasil. No foram includos artigos de reviso, dissertaes e teses, tampouco os dados

    nacionais da Pesquisa Nacional de Amostra por domiclio (PNAD) e/ou Pesquisa

    Nacional de Desenvolvimento e Sade (PNDS), alm de estudos realizados em outros

    pases, j que se utilizou a EBIA como detector de IA e esta adaptada e validada para o

    Brasil.

    Para elaborao desta reviso primeiramente realizou-se a pesquisa com os

    descritores nas bases de dados, sendo encontrados 215 estudos publicados no perodo de

    interesse, a etapa seguinte foi de reviso e seleo dos estudos, avaliando inicialmente os

    ttulos, onde se excluiu 145 documentos, sendo que destes 45 foram excludos por serem

    repetidos. Do total de 70, 41 foram artigos excludos, 29 por no apresentarem a

    quantidade suficiente de determinantes em sua anlise, e 12 por no terem sido realizados

    no Brasil. Assim, 29 artigos contemplaram os critrios de incluso e foram utilizados

    nesta pesquisa como demonstra a Figura 1, sendo que um desses artigos apresentou

    adaptao na EBIA visando melhor aplicao da mesma em relao a populao em que

    foi submetida (FVARO et al, 2007). Desta forma, sero apresentados os resultados da

    pesquisa bibliogrfica e os aspectos convergentes e divergentes dos autores selecionados

    neste trabalho, relacionados aos principais determinantes da IA na populao brasileira.

  • 11

    _____________________________________________________________________________

    _____________________________________________________________________________ Figura 1: Etapas da elaborao da reviso bibliogrfica

    RESULTADOS E DISCUSSO

    Os resultados desta reviso (Quadro 1) revelaram que dentre os vinte e nove

    estudos analisados, 100% avaliaram os determinantes socioeconmicos (n=29), 96,5%

    dos estudos (n=28) analisaram os determinantes demogrficos e 82,7% (n=24) avaliaram

    o nvel de escolaridade dos moradores dos domiclios. Quanto a avaliao sobre

    participao em programas assistenciais, 79,3% dos estudos (n=23) analisaram tal

    determinante. Enquanto 58,6% dos estudos (n= 17) analisaram as caractersticas do

    domiclio relacionadas ao saneamento bsico (servio de gua, coleta de lixo, servio de

    esgoto sanitrio). Quanto a anlise da pessoa de referncia do domiclio (mulher/homem)

    apenas 41,3% dos estudos (n=12) analisaram este determinante. A anlise da etnia

    (cor/raa) dos indivduos foi encontrada em 34,4% (n=10) dos trabalhos avaliados. A

    Estudos encontrados (n=215)

    Busca em bases

    eletrnicas

    Estudos selecionados para

    leitura de resumos (n=70)

    Estudos lidos/analisados na

    ntegra (n=29)

    Estudos includos na reviso

    (n=29)

    Estudos excludos com

    base na leitura dos ttulos

    e em estudos repetidos

    (n=145)

    Critrios de Incluso

    Estudos nacionais; Estudos

    realizados a partir de 2004 at

    2015; Presena da associao

    ou no associao entre

    insegurana alimentar detectada

    pela EBIA, e; pelo menos trs

    variveis dependentes

    caracterizadas como

    determinantes da IA no nvel

    domiciliar.

    Estudos excludos aps

    anlise da metodologia

    (n=29) e por no serem

    originais do Brasil (n=12)

  • 12

    condio de sade foi verificada em 20,6% dos estudos (n=6), da mesma forma, em

    relao ao comportamento e hbito alimentar, apenas 20,6% dos estudos (n=6) analisaram

    este componente aliado a outros determinantes em suas pesquisas. No foi observado em

    nenhum estudo (n=0) a anlise da participao da famlia/indivduos em aes de

    educao alimentar e nutricional, e insero em rede social como determinantes da IA.

    No mbito da SAN, devido seu carter multidimensional, intersetorial e

    transversal, diversos determinantes da realidade social devem ser abordados e analisados

    de forma conjunta, visando estabeler correlaes, considerando que o indivduo e/ou

    famlia so cercados de fatores que interferem na sua qualidade de vida, sade e nutrio.

    Essa anlise permite que, ao avaliar tais questes, obtenham-se diagnsticos precisos

    sobre a realidade das famlias brasileiras, tratando de forma aliada as diversas reas

    sociais como sade e nutrio, educao, habitao, saneamento bsico, acesso gua,

    agricultura e abastecimento, acessibilidade s polticas pblicas, trabalho e renda, hbitos

    de consumo alimentar, de sustentabilidade alimentar entre outras (GALESSI,

    QUESADA, OLIVEIRA, 2009 apud BRAGA, 2008). No entanto, reconhecido que

    abordar a SAN em sua essncia no algo fcil, devido aos diversos eixos de que se trata,

    alm dos custos e do tempo que demanda a realizao de tais pesquisas. Mas, ao deparar-

    se com um indivduo ou uma famlia em situao de IA no h como analisar de forma

    dissociada os determinantes desta situao. Sabe-se que a renda apontada como o maior

    preditor de IA (NOBRE et al, 2009; DIAS et al, 2012; BEZERRA; FIGUEREOA

    PEDRAZA, 2015), no entanto, os outros determinantes no devem ser desconsiderados,

    visto que o conceito de SAN complexo e abrangente. Desta forma, os pesquisadores da

    rea devem em seus instrumentos de pesquisa avaliar tambm de forma abrangente o que

    determina a situao de IA visando relatar de forma adequada como a IA atinge os

    indivduos e os domiclios brasileiros.

    A EBIA, utilizada pelos pesquisadores para detectar a SAN, tem como uma de

    suas vantagens medir o fenmeno da IA atravs da vivncia e percepo dos indivduos

    afetados, alm disso, capaz de captar no somente a dificuldade de acesso aos alimentos,

    mas tambm a dimenso psicossocial da IA (PREZ-ESCAMILLA; SEGALL-

    CORRA, 2008). No entanto, a EBIA no contempla os fatores determinantes da SAN e

    como estes atingem os domiclios, deixando assim os indivduos em situao de IA. Este

    instrumento apenas analisa se as famlias apresentam IA e em qual grau esto inseridas,

    atravs da verificao da presena de preocupao e/ou incerteza dos indivduos quanto

  • 13

    a restrio quantitativa e qualitativa da alimentao. Os pesquisadores, alm da EBIA,

    utilizam normalmente outros instrumentos que analisam diferentes variveis de acordo

    com o objetivo da pesquisa, e desta forma podem no observar e reconhecer os

    determinantes da IA em sua totalidade.

    A realizao de estudos que avaliem os fatores determinantes da IA atravs de

    instrumentos completos e possveis de aplicao podem permitir o combate tal situao

    atravs de polticas sociais que visem sanar a violao do DHAA , assim como, garantir

    a SAN para as famlias brasileiras.

    Neste sentido, Burlandy (2007) destacou que o conceito ampliado de SAN articula

    a dimenso alimentar, que consiste na produo, comercializao e consumo de

    alimentos, e a dimenso nutricional, referente utilizao do alimento pelo organismo e

    sua relao com a sade.

    Ademais, importante considerar que no Brasil o quadro epidemiolgico e

    nutricional retrata a IA como resultado de uma alimentao inadequada e no saudvel,

    resultante da falta de acesso fsico e/ou financeiro aos alimentos, ou mesmo da falta de

    informaes sobre o que uma alimentao adequada e saudvel, considerando que a

    aquisio de gneros saudveis varia no s de acordo com a renda, mas tambm com o

    nvel de escolaridade e entendimento da populao (KEPPLE, GUBERT, CORRA,

    2011; BRASIL, 2010). E esse o perfil alimentar e nutricional que vem afetando a

    populao brasileira, na qual se encontra a prevalncia da obesidade, ao lado da

    desnutrio e das deficincias de micronutrientes, ocasionando as formas mais graves de

    manifestao da IA (BRASIL, 2010; LANG, ALMEIDA, TADDEI, 2011; MALUF,

    REIS, 2013).

    Estudos revelam que as famlias brasileiras que residem no ambiente rural so

    mais propensas a IA, provavelmente porque possuem condio socioeconmica reduzida

    que influencia diretamente na compra de alimentos saudveis e adequados para o

    consumo, gerando a aquisio de alimentos de menores custos financeiros, porm, de

    baixa qualidade nutricional e alto valor calrico, o que pode causar, dessa forma, outra

    expresso da IA que a obesidade (NOBRE et al., 2009; VIANNA, SEGALL-CORRA,

    2008). Conjuntamente, a escassez de informaes sobre alimentao saudvel para as

    famlias, a falta de educao alimentar e nutricional (EAN) efetiva que as oriente, o acesso

    insuficiente as terras, a equipamentos e meios para uma produo agrcola adequada e

    permanente, originam o quadro de IA (LANG, ALMEIDA, TADDEI, 2011; NOBRE et

    al.,2009; ROSA et al., 2011). Sendo assim, torna-se fundamental avaliar no somente as

  • 14

    condies socioeconmicas das famlias brasileiras rurais ou urbanas, mas, avaliar

    conjuntamente o comportamento e hbito alimentar e a presena de aes de educao

    alimentar e nutricional.

    Galesi, Quesada e Oliveira (2009) relataram sobre os mtodos para anlise da

    SAN que:

    Existem diversos mtodos que podem ser utilizados, sendo que cada um capta

    o fenmemo segundo uma escala e uma tica prpria, o que, por princpio, os

    torna complementares. Assim, enquanto uns avaliam o fenmeno no nvel

    nacional, outros se aproximam e o tocam no nvel domiciliar ou mesmo

    individual. Alguns mtodos abordam a disponibilidade de alimentos, ao passo

    que outros se acercam do problema pela via do acesso ou da estabilidade das

    famlias no acesso aos alimentos. Teoricamente, quanto maior o nmero de

    mtodos utilizados na avaliao, maior o nmero de aspectos analisados e,

    portanto, mais completa e abrangente tender a ser a viso obtida da situao.

    sabido que, no Brasil e em outros pases, estimativas da situao de IA so

    realizadas a partir da definio de linha de pobreza ou indigncia, considerando que

    possivelmente, o grau de carncia alimentar est diretamente associado ao nvel de

    rendimentos do domiclio e faz sentido intuir que famlias pobres vivam em condio de

    IA. Contudo, no deve-se ignorar a possibilidade de encontrar famlias com rendimentos

    situados abaixo da linha de pobreza que vivem em segurana alimentar, ou que existem

    famlias com rendimentos acima da linha da pobreza que passam por restrio alimentar

    seja quantitativa ou qualitativamente (FRITZ, WAQUIL, MATTOS, 2012 apud HALL,

    2004; PNAD, 2004).

    As caractersticas socioeconmicas e demogrficas das famlias brasileiras

    indicam a relao entre as condies de acesso a bens e a servios bsicos de uma

    residncia com a sade da famlia, e esses determinantes tm sido descritos como fatores

    que podem causar IA e por consequncia causam impacto negativo na qualidade de vida

    e no bem-estar dos indivduos (MALUF, REIS, 2013; VIANNA, SEGALL-CORRA,

    2008; PANIGASSI, 2008; SALLES-COSTA, 2008; ROSA et al.,2011).

    A Pesquisa Nacional de Amostra por Domiclio (PNAD) j realizada no Brasil

    desde 1967, em 2004 passou a incluir a EBIA na pesquisa nacional para identificao da

    SAN. Em 2004 e 2009 a PNAD utilizou alm da EBIA a anlise de outras variveis que

    determinam a IA em seu instrumento, essas variveis foram: situao do domiclio

    (localizao urbana ou rural), composio da unidade familiar (presena de menores de

    18 anos no domiclio), sexo e cor ou raa da pessoa de referncia, composio e nmero

    de moradores no domiclio, cor ou raa dos moradores, rendimento domiciliar per capita

  • 15

    e presena de transferncia de tenda de programas sociais do governo. A PNAD de 2013

    avaliou, alm das variveis citadas acima, as caractersticas do domiclio quanto a posse

    de bens e as caractersticas de trabalho da pessoa de referncia no domiclio, nessa

    varivel tambm foi importante avaliar onde esses domiclios estavam situados,

    considerando que na rea rural a ocupao era predominantemente agrcola.

    Lang, Almeida e Taddei (2011) tambm contriburam com a ideia da no

    dissociao das variveis ao concluir em seu estudo que o conceito de SAN vai alm da

    discusso da qualidade e quantidade de alimentos consumidos, mas inclui tambm o

    direito de acesso aos recursos e meios para produzir estes alimentos, visando o consumo

    e gerao de renda, fortalecendo a perspectiva que quando as famlias possuem educao

    alimentar e nutricional e um ambiente em seus domiclios para plantar mesmo que seja

    uma pequena horta, estas famlias tero menos chances de estar em IA.

    J em relao a rede social Bezerra e Figueroa Pedraza (2015) salientaram que a

    rede social na qual as famlias esto inseridas pode de fato influenciar no mecanismo de

    adaptao das famlias quanto a situao de IA uma vez que ela serve como recurso

    essencial para fortalecer os mecanismos de adaptao e possibilitar melhores condies

    para obteno de alimentos. A rede social vinculada SAN uma estratgia para

    diagnosticar, avaliar e intervir nos territrios de forma a garantir o DHAA e a SAN, esta

    rede pode ser formada pelo poder pblico (prefeito, vereadores), sociedade civil (donas

    de casa, estudantes, produtores rurais) e profissionais (nutricionistas, assistentes sociais,

    engenheiros agrnomos, biolgos, psiclogos, enfermeiros, entre outros) que juntos tem

    a misso de:

    Articular e envolver pessoas e instituies de diferentes contextos numa ao

    integrada de defesa e promoo da alimentao adequada, saudvel e

    solidria (MISSO DA REDESANS, 2011).

    A Redesans, aps diagnstico do estado sobre SAN no municpio e/ou territrio,

    deve definir aes e como e por quem estas sero realizadas, visando a garantia da SAN

    populao atravs de aes governamentais. Desta forma considera-se que a falta dessa

    rede social, devidamente organizada e efetiva pode determinar em grande magnitude a

    IA. Observou-se neste estudo que h uma lacuna quanto a rede social como determinante

    da SAN, pois os estudos alm de no avaliarem, nem ao menos retratam com preciso

    como esta rede infuencia a SAN para as famlias e indivduos brasileiros.

    Quadro 1- Estudos analisados

  • 16

    Referncia

    Metodologia

    Consideraes

    Tipos de

    estudo

    Unidade de

    estudo

    Determinantes

    avaliados

    PEIXOTO,

    Maria do

    Rosrio Godim

    et al., 2014.

    Transversal Famlias

    usurias do

    NASF em

    Itumbiara- GO

    -Perfil socioeconmico

    e demogrfico;

    -Etnia;

    -Participao em

    programas assistenciais.

    -Ausncia da avaliao

    sobre aes de EAN,

    comportamento/hbito

    alimentar e insero em

    rede social.

    VIANNA,

    Rodrigo

    Pinheiro de

    Toledo;

    SEGALL-

    CORRA,

    Ana Maria,

    2008.

    Seccional de

    base

    Populacional

    Domiclios da

    rea urbana e

    rural de 14

    municpios do

    interior da

    Paraba.

    -Perfil socioeconmico,

    demogrfico e de

    saneamento;

    -Pessoa de referncia;

    -Nvel de escolaridade;

    -Participao em

    programa assistencial.

    - Ausncia da anlise sobre

    o acesso a alimentos assim

    como produo,

    comportamento e hbito

    alimentar das famlias.

    BEZERRA,

    Thase Alves;

    FIGUEIROA

    PEDRAZA,

    Dixis, 2015.

    Transversal

    Famlias com

    crianas

    menores de 5

    anos e com

    membro ex -

    catador de

    materiais

    reciclveis do

    lixo desativado

    de Campina

    Grande, PB.

    -Perfil socioeconmico,

    demogrfico e de

    saneamento;

    -Escolaridade materna;

    -Participao em

    programa assistencial;

    -Condies de sade das

    crianas.

    -Ausncia de avaliao

    sobre insero das crianas

    em creches/escolas

    atendidas pelo Programa

    Nacional de Alimentao

    Escolar (PNAE),

    comportamento e hbito

    alimentar familiar,

    participao em aes de

    EAN e insero em rede

    social.

    MARTINS

    SOBRINHO et

    al., 2014.

    Transversal

    Usurios de

    Restaurantes

    Populares (RP)

    e refeitrios de

    BH.

    -Perfil socioeconmico

    e demogrfico;

    -Nvel de escolaridade;

    -Participao em

    programa assistencial.

    -Ausncia da anlise do

    hbito alimentar,

    participao em aes de

    EAN no RP e

    disponibilidade ou

    dificuldade de acesso aos

    servios de sade,

    saneamento bsico, gua

    potvel e outros, que

    influenciam diretamente

    no consumo e utilizao de

    alimentos e nutrientes.

    SABIA,

    Rocilda Cleide

    Bonfim de;

    SANTOS,

    Marize Melo

    dos, 2015.

    Transversal Famlias

    assistidas pela

    ESF em dois

    bairros de

    Terezina-PI

    -Perfil socioeconmico,

    demogrfico e de

    saneamento;

    -Participao em

    programa assistencial.

    -Ausncia da anlise sobre

    aes de EAN, hbito

    alimentar familiar,

    escolaridade dos

    indivduos, presena de

    emprego, tempo disponvel

    da me, sexo do chefe da

  • 17

    famlia e insero em rede

    social.

    PANIGASSI,

    Gisele, et al.,

    2008.

    Transversal Famlias

    residentes na

    zona urbana de

    Campinas-SP,

    com presena de

    morador menor

    de 18 anos

    -Perfil socioeconmico,

    demogrfico e de

    saneamento;

    -Nvel de escolaridade;

    -Etnia;

    -Pessoa de referncia;

    -Condies de sade das

    crianas.

    -Ausncia de anlise sobre

    participao em aes de

    EAN, utilizao das

    crianas nas escolas pelo

    PNAE, presena e tipo de

    trabalho dos indivduos,

    tempo disponvel da me,

    hbito alimentar familiar e

    insero em rede social de

    promoo a SAN.

    SPERANDIO,

    Naiara;

    PRIORE,

    Silvia Eloza,

    2015.

    Transversal Famlias

    beneficirias do

    PBF no

    permetro

    urbano de

    Viosa-MG

    -Perfil socioeconmico

    e demogrfico;

    -Escolaridade materna e

    paterna;

    -Etnia.

    -Ausncia da anlise sobre

    participao em outro

    programa assistencial,

    participao em aes de

    EAN, condies de sade,

    comportamento e hbito

    alimentar, insero em

    rede social, presena de

    emprego e tempo

    disponvel da me e pessoa

    de referncia no domiclio.

    MONTEIRO,

    Flvia et al.,

    2014.

    Transversal

    descritivo de

    base

    populacional

    Famlias

    beneficirias do

    PBF em

    Colombo-PR

    -Perfil socioeconmico,

    demogrfico e de

    saneamento;

    -Escolaridade materna.

    -Avaliao antropomtrica

    de crianas menores de 5

    anos.

    -Ausncia da anlise do

    comportamento e hbito

    alimentar familiar e

    infantil, etnia dos

    indivduos, condies de

    sade, participao em

    aes de EAN, emprego e

    tempo disponvel da me,

    participao em outros

    programas assistenciais e

    insero em rede social.

    FVARO,

    Thatiana et al.,

    2007

    Transversal

    descritivo

    Famlias com

    presena de

    crianas

    menores de 5

    anos da rea

    indgena Buriti-

    MT

    -Perfil socioeconmico

    e demogrfico;

    -Etnia;

    -Escolaridade materna;

    -Consumo alimentar das

    crianas - Recordatrio

    (REC) 24 hrs;

    -Insero em Programas

    Assistenciais.

    -A adaptao da EBIA no

    trouxe prejuzo a anlise da

    SAN no domicilio.

    -Anlise sobre acesso

    familiar a alimentos.

    -Ausncia de anlise da

    condio de sade dos

    indivduos e insero em

    rede social de promoo a

    SAN.

  • 18

    AIRES,

    Julliana dos

    Santos et al.,

    2012.

    Descritivo

    com

    abordagem

    quantitativa

    Famlias com

    crianas pr-

    escolares

    atendidas no

    Centro de Sade

    da Famlia na

    zona rural de

    Maranguape-CE

    -Perfil socioeconmico

    e demogrfico;

    -Nvel de escolaridade

    do responsvel;

    -Emprego e tempo

    disponvel da me;

    -Ausncia de anlise sobre

    comportamento e hbito

    alimentar, insero das

    famlias em programa

    assistencial, rede social e

    em aes de EAN, pessoa

    de referncia da famlia e

    condies de sade da

    famlia e das crianas.

    DIAS,

    Mrcia

    Mendes et al.,

    2012.

    Transversal

    de base

    populacional

    Famlias

    beneficiadas

    pelo PBF na

    comunidade So

    Joo Batista-

    Petrpolis-RJ

    -Perfil socioeconmico,

    demogrfico e de

    saneamento;

    -Nvel de escolaridade;

    -Participao em

    programa assistencial.

    -Avaliao do peso,

    comprimento/estatura.

    -Ausncia de anlise do

    comportamento/hbito

    alimentar, participao em

    aes de EAN, etnia dos

    indivduos, pessoa de

    referncia da famlia,

    condies de sade,

    emprego e tempo

    disponvel da me e

    insero em rede social.

    SODR,

    Luis Eduardo

    de Andrade et

    al., 2014.

    Transversal Responsveis

    por crianas

    beneficirias do

    Programa de

    Assistncia s

    Crianas com

    Alergia e/ou

    Intolerncia

    Alimentar do

    Estado do

    Maranho.

    -Perfil socioeconmico,

    demogrfico e de

    saneamento;

    -Pessoa de referncia;

    -Nvel de escolaridade

    do chefe da famlia;

    -Insero em programa

    assistencial.

    -Ausncia de anlise sobre

    condies de sade,

    comportamento/hbito

    alimentar, participao em

    aes de EAN, emprego e

    tempo disponvel da me,

    etnia e insero em rede

    social.

    FIQUEROA

    PEDRAZA,

    Dixis;

    QUEIROS,

    Daiane de;

    MENEZES,

    Tarciana

    Nobre de,

    2013.

    Transversal Crianas

    matriculadas em

    creches em

    Campina

    Grande-PB.

    -Perfil socioeconmico;

    -Condies de sade das

    crianas e mes

    (caractersticas

    biolgicas, avaliao do

    estado nutricional);

    -Participao em

    programa assistencial;

    -Anlise de morbidades e

    presena de aleitamento

    materno, condies de

    sade materna na gestao.

    -Ausncia de anlise do

    hbito alimentar infantil,

    presena do PNAE e aes

    de EAN nas creches, etnia

    e insero em rede social.

  • 19

    GUERRA,

    Lcia Dias da

    Silva et al.,

    2013.

    Transversal

    de base

    populacional

    Domiclios

    com presena de

    adolescentes na

    Amaznia Legal

    Brasileira.

    -Perfil socioeconmico,

    demogrfico e de

    saneamento;

    -Etnia;

    -Escolaridade dos

    indivduos;

    -Pessoa de referncia;

    -Participao em

    programas assistenciais;

    -Realizada avaliao sobre

    produo de alimento no

    domicilio para consumo e

    avaliao antropomtrica

    dos adolescentes.

    -Ausncia da anlise de

    participao dos

    adolescentes em aes de

    EAN, insero em escolas

    com presena do PNAE e

    rede social de promoo a

    SAN.

    FACCHINI,

    Luis Augusto

    et al., 2014.

    Transversal

    de base

    populacional

    Domiclios da

    rea de

    abrangncia de

    Unidades

    Bsicas de

    Sade na regio

    Nordeste e Sul

    do Brasil

    -Perfil socioeconmico

    e demogrfico;

    -Pessoa de referncia;

    -Etnia;

    -Escolaridade materna;

    -Participao em

    programa assistencial.

    -Ausncia de anlise da

    condio de sade dos

    indivduos, hbito e

    comportamento alimentar,

    participao em aes de

    EAN e insero em rede

    social de promoo a SAN.

    FERREIRA,

    Haroldo da

    Silva et al.,

    2010.

    Transversal Famlias

    representativas

    das famlias

    residentes em 12

    municpios

    integrantes do

    CONORTE.

    -Perfil socioeconmico,

    demogrfico e de

    saneamento;

    -Pessoa de referncia;

    -Escolaridade materna e

    do chefe da famlia;

    -Etnia;

    -Participao em

    programa assistencial;

    -Condies de sade

    materna e do chefe da

    famlia (ndice de Massa

    Corporal e Hipertenso

    Arterial Sistmica).

    -Realizada avaliao

    antropomtrica do chefe da

    famlia.

    -Ausncia de anlise sobre

    comportamento/hbito

    alimentar, participao em

    aes de EAN e anlise das

    aes do CONORTE nas

    comunidades.

    FIQUEROA

    PEDRAZA,

    Dixis; GAMA,

    Jaqueline

    Santos da

    Fonseca

    Almeida,

    2015.

    Transversal Famlias

    assistidas em

    creches pblicas

    municipais de

    Campina

    Grande-PB

    -Perfil socioeconmico,

    demogrfico e de

    saneamento;

    -Participao em

    programa assistencial;

    -Ausncia de anlise do

    comportamento/hbito

    alimentar das famlias,

    presena e atuao do

    PNAE nas creches,

    participao das famlias

    em aes de EAN e

    insero em rede social.

    CABRAL,

    Marcela

    Jardim et

    al.,2013.

    Transversal Famlias

    beneficirias do

    PBF residentes

    em favelas de

    Macei (AL)

    -Perfil socioeconmico

    e demogrfico;

    -Nvel de escolaridade;

    -Participao em

    programa assistencial;

    -Realizao de avaliao

    antropomtrica dos

    indivduos (peso, estatura,

    circunferncia da cintura).

  • 20

    -Hbito/consumo

    alimentar (REC 24 hrs).

    -Ausncia de anlise sobre

    participao da famlia em

    aes de EAN, pessoa de

    referncia e insero em

    rede social.

    ANSCHAU,

    Francielli

    Richetti;

    MATSUO,

    Tiemi;

    SEGALL-

    CORRA,

    Ana Maria,

    2012.

    Transversal Famlias

    beneficirias de

    PTR residentes

    no municpio de

    Toledo, Paran.

    -Perfil socioeconmico

    e demogrfico;

    -Pessoa de referncia;

    -Nvel de escolaridade

    dos moradores;

    -Participao em

    programa assistencial e

    valor recebido.

    -Ausncia de anlise da

    etnia, participao em

    aes de EAN, hbito e

    comportamento alimentar,

    emprego e tempo

    disponvel da me e

    insero em rede social.

    SALLES-

    COSTA,

    Rosana et al.,

    2008.

    Transversal

    de base

    populacional

    Domiclios do

    Distrito de

    Campos Elsios,

    municpio de

    Duque de

    Caxias, RJ.

    -Perfil socioeconmico,

    demogrfico e de

    saneamento;

    -Pessoa de referncia;

    -Escolaridade do chefe

    da famlia.

    -Ausncia de anlise da

    participao em aes de

    EAN, emprego e tempo

    disponvel da me, hbito

    alimentar e insero em

    rede social.

    GODOY,

    Ktia Cruz et

    al., 2014.

    Descritivo

    transversal

    Usurios do

    Programa de

    Restaurantes

    Populares nas

    diversas regies

    do Brasil.

    -Perfil socioeconmico

    e demogrfico;

    -Nvel de escolaridade;

    -Participao em

    programa assistencial;

    -Estado de sade e

    nutricional.

    -Ausncia da anlise do

    comportamento/hbito

    alimentar dos usurios dos

    RP, participao em aes

    de EAN desenvolvidas

    pelos RP, etnia e insero

    em rede social.

    NOBRE,

    Luciana Neri

    et al., 2009.

    Transversal

    descritivo

    Famlias

    residentes em

    Galheiros,

    comunidade

    rural do

    municpio

    Diamantina,

    cidade

    localizada no

    alto do Vale do

    Jequitinhonha-

    MG.

    -Perfil socioeconmico

    demogrfico e de

    saneamento;

    -Pessoa de referncia;

    -Nvel de escolaridade

    dos indivduos;

    -Participao em

    programa assistencial;

    -Consumo alimentar -

    Questionrio de

    frequncia alimentar

    semanal (QFA) do

    Sistema de Vigilncia

    Alimentar e Nutricional

    (SISVAN).

    -Ausncia de anlise sobre

    participao em aes de

    EAN e insero em rede

    social.

  • 21

    NUNES,

    Thalita Santos;

    CRUZ, Jussara

    Milany

    Gonalves;

    PINHO,

    Lucinia De,

    2014.

    Transversal Famlias

    beneficirias do

    PBF residentes

    em um

    municpio do

    norte de MG.

    -Perfil socioeconmico

    e demogrfico;

    -Nvel de escolaridade;

    -Participao em

    programa assistencial.

    -Ausncia de anlise da

    etnia dos indivduos,

    pessoa de referncia da

    famlia, hbito/

    comportamento alimentar,

    participao em aes de

    EAN, condio de sade

    dos moradores e insero

    em rede social.

    BASTOS,

    Carla Madeira

    Marquito;

    PINHEIRO,

    Anelize

    Rizzolo de

    Oliveira;

    GUBERT,

    Muriel

    Bauerman,

    2014.

    Transversal Famlias do

    Ncleo Rural

    Agrcola do

    Lamaro-DF

    -Perfil socioeconmico,

    demogrfico e de

    saneamento;

    -Pessoa de referncia e

    sua escolaridade;

    -Participao em

    programa assistencial;

    -Condies de sade;

    -Hbito alimentar

    (QFA- SISVAN).

    -Realizao de

    antropometria do adulto

    informante (peso, estatura,

    IMC).

    -Ausncia de anlise sobre

    participao das famlias

    em aes de EAN, etnia,

    condies de sade dos

    indivduos e insero em

    rede social.

    SOUZA,

    Natlia Nunes

    et al., 2012.

    Transversal Famlias com

    crianas de 2 a 6

    anos de idade

    beneficirias do

    PBF em Viosa-

    MG

    -Perfil socioeconmico,

    demogrfico e de

    saneamento;

    -Escolaridade materna e

    paterna;

    -Etnia;

    -Participao em

    programa assistencial.

    -Ausncia de anlise sobre

    insero das crianas em

    creches/escolas pblicas

    com atuao do PNAE,

    comportamento/hbito

    alimentar, participao em

    aes de EAN e insero

    em rede social.

    ROCHA,

    lida Mara

    Braga; LIMA,

    Roberto

    Teixeira;

    ALMEIDA,

    Paulo Csar

    de, 2014.

    Transversal Famlias com

    crianas

    menores de 5

    anos de idade

    residentes na

    rea rural e

    urbana de Crato-

    CE

    -Perfil socioeconmico

    e demogrfico;

    -Participao em

    programa assistencial.

    -Ausncia de anlise do

    comportamento/hbito

    alimentar, participao em

    aes de EAN, insero

    das crianas em

    creches/escolas com

    atuao do PNAE e

    insero em rede social.

    RUSCHEL;

    Letcia Fialho

    et al., 2016.

    Transversal Famlias com

    presena de

    crianas em fase

    escolar em

    escolas

    municipais de

    So Leopoldo-

    PR

    -Perfil socioeconmico

    e demogrfico;

    -Etnia;

    -Escolaridade da me;

    -Consumo alimentar

    (QFA - SISVAN).

    -Realizada antropometria

    nas crianas.

    -Ausncia de avaliao

    sobre condies de sade

    das crianas, presena e

    atuao do PNAE nas

    escolas, participao das

    crianas e famlias em

    aes de EAN,

    participao em programa

    assistencial e insero em

    rede social.

  • 22

    CONCLUSO

    Atravs desta reviso, sobre anlise dos determinantes utilizados para verificao

    da situao de IA nos domiclios do Brasil, concluiu-se que os autores no abordam

    atravs de seus instrumentos de pesquisa todos os determinantes que podem relatar com

    maior preciso a situao de IA e como esta atinge os domiclios brasileiros, onde os

    determinantes socioeconmicos e demogrficos so os mais analisados nas pesquisas, ao

    contrrio da anlise das condies de sade, comportamento/hbito alimentar, educao

    alimentar e nutricional e rede social, que se mostraram pouco avaliados, sendo que a rede

    social um determinante pouco relatado at mesmo na literatura, existindo uma lacuna

    que impede o entendimento sobre a importncia da anlise deste determinante, desta

    forma, salienta-se, a importncia da anlise conjunta dos determinantes da IA de forma a

    relatar a situao da populao brasileira em relao a SAN e quais fatores devem ser

    observados pelo governo durante o planejamento e formulao de polticas pblicas

    eficazes e direcionadas para a garantir o DHAA e a SAN para a populao brasileira.

    SILVA,

    Cleyton Czar

    Souto et al.,

    2012.

    Transversal,

    exploratrio,

    descritivo e

    com

    abordagem

    quantitativa

    Famlias

    residentes em

    So Jos do

    Ramos -PB

    -Perfil socioeconmico,

    demogrfico e de

    saneamento;

    -Pessoa de referncia;

    -Consumo alimentar;

    -Participao em

    programas assistenciais

    -Nvel de escolaridade

    dos moradores.

    -Realizao de avaliao

    de problemas de sade

    relacionados a IA (HAS e

    Diabetes);

    -Ausncia de anlise etnia

    dos indivduos,

    participao em aes de

    EAN e insero em rede

    social de promoo a SAN.

    SILVA,

    Aline Gaudard

    e; CURIONI,

    Cntia Chaves,

    2013.

    Seccional Famlias

    beneficirias de

    Programas

    Sociais de

    Combate

    Fome em

    Petrpolis-RJ

    -Perfil socioeconmico,

    demogrfico e de

    saneamento;

    -Etnia;

    -Pessoa de referncia;

    -Participao em

    programas assistenciais;

    -Nvel de escolaridade.

    -Realizao de anlise

    sobre acesso a alimentos

    (uso de supermercado ou

    outros recursos).

    -Ausncia de anlise sobre

    participao em aes de

    EAN, hbito e

    comportamento alimentar

    e insero em rede social.

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    ROSA, Tereza Etsuko da Costa et al. Segurana alimentar em domiclios chefiados por

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    SABIA, Rocilda Cleide Bonfin de; SANTOS, Marize Melo dos. Prevalncia de

    insegurana alimentar e fatores associados em domiclios cobertos pela Estratgia Sade

    da Famlia em Teresina, Piau, 2012-2013. Epidemiologia e Servios de Sade, [s.l.],

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    associados em beneficirios de programas sociais de combate fome no municpio de

    Petrpolis-RJ, Brasil. Demetra, Rio de Janeiro, v. 8, n. 3, p.439-452, 2013. Disponvel

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    SODR, Lus Eduardo de Andrade et al. Insegurana alimentar de beneficirios do

    Programa de Assistncia as Crianas Carentes com Alergia e Intolerncia Alimentar no

    http://www.scielo.br/pdf/cadsc/v22n2/1414-462X-cadsc-22-02-00205.pdfhttp://dx.doi.org/10.1590/s180998232012000100008http://dx.doi.org/10.1590/1413-81232015217.00742015http://www.scielo.br/pdf/ress/v24n4/2237-9622-ress-24-04-00749.pdfhttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-52732008000700009http://www.epublicacoes.uerj.br/index.php/demetra/article/view/6654#.WIt2F_krLDchttp://www.scielo.br/pdf/bjft/v15nspe/aop_15e0105.pdf

  • 28

    Maranho. Revista Brasileira de Pesquisa em Sade, Vitria, v. 4, n. 16, p.80-86,

    2014. Bimestral. Disponvel em:

    http://periodicos.ufes.br/RBPS/article/view/11185/7785.Acesso em: 27 ago. 2016.

    SOUZA, Natlia Nunes de et al. Perfil socioeconmico e insegurana alimentar e

    nutricional de famlias beneficirias do Programa Bolsa Famlia no municpio de

    Viosa, Estado de Minas Gerais, Brasil, em 2011: um estudo epidemiolgico

    transversal. Epidemiologia e Servios de Sade, [s.l.], v. 21, n. 4, p.655-662, dez.

    2012. Instituto Evandro Chagas. http://dx.doi.org/10.5123/s1679-49742012000400015.

    SPERANDIO, Naiara; PRIORE, Silvia Eloiza. Prevalncia de insegurana alimentar

    domiciliar e fatores associados em famlias com pr-escolares, beneficirias do

    Programa Bolsa Famlia em Viosa, Minas Gerais, Brasil. Epidemiologia e Servios de

    Sade, [s.l.], v. 24, n. 4, p.739-748, out. 2015. Instituto Evandro Chagas.

    http://dx.doi.org/10.5123/s1679-49742015000400016.

    TADDEI, Jos Augusto et al. Nutrio em Sade Pblica. Rio de Janeiro: Rubio,

    2011. 664 p.

    VIANNA, Rodrigo Pinheiro de Toledo; SEGALL-CORRA, Ana Maria. Insegurana

    alimentar das famlias residentes em municpios do interior do estado da Paraba,

    Brasil. Revista de Nutrio de Campinas, Campinas, v. 21, p.111-122, 2008.

    Bimestral. Disponvel em: http://www.scielo.br/pdf/rn/v21s0/10.pdf. Acesso em: 17 fev.

    2016.

    http://periodicos.ufes.br/RBPS/article/view/11185/7785http://dx.doi.org/10.5123/s1679-49742012000400015http://dx.doi.org/10.5123/s1679-49742015000400016http://www.scielo.br/pdf/rn/v21s0/10.pdf

  • 29

    ANEXO

    Normas da Revista Nutrivisa- Revista de Nutrio e Vigilncia em Sade

    Escopo e Poltica da Revista: A Nutrivisa Revista de Nutrio e Vigilncia em Sade (Journal of Nutrition and Health Surveillance) um peridico acadmico-cientfico editado pelo Grupo de Pesquisa em Alimentos e Nutrio: Cincia, Biotecnologia e Vigilncia em Sade da Universidade Estadual do Cear (UECE), vinculado ao CNPq. Seu objetivo publicar artigos acadmicos e cientficos originais na rea de Alimentos, Nutrio e Vigilncia em Sade.A Nutrivisa apresenta-se em formato eletrnico, de livre acesso, com periodicidade quadrimestral (maro/junho, julho/outubro e novembro/fevereiro).

    Seleo de Material:

    Todo trabalho enviado Revista deve ser em portugus, ingls ou espanhol, no podendo ter sido publicado integralmente ou submetido concomitantemente a avaliao de outros peridicos.Avalia-se a originalidade e a relevncia do tema, a qualidade da metodologia utilizada, a clareza do texto, a atualidade da pesquisa, e a adequao s normas de editorao desta Revista.Toda submisso segue para arbitragem por at trs pareceristas qualificados na rea em questo, que decidem pela publicao, reviso ou no-publicao do material.Caso o manuscrito esteja disponvel em vrias lnguas e seja de interesse do autor, o artigo poder ser disponibilizado nas referidas lnguas (portugus/ingls/espanhol).

    Categorias das submisses:

    A Revista avalia os seguintes materiais para publicao:

    Artigo original: textos analticos resultantes de pesquisas sobre temas relacionados temtica alimentos, nutrio e vigilncia em sade.

    Artigo de reviso: textos analticos resultantes de revises da literatura cientfica sobre assuntos relacionados aos temas alimentos, nutrio e vigilncia em sade. O artigo de reviso deve ser claro, com objetivos cientficos de interesse, argumentao lgica, crtica terica-metodolgica dos trabalhos consultados e sntese conclusiva. Artigo especial: artigos a convite sobre temas em evidncia. Observao: trabalhos resultantes de pesquisas s sero aceitos caso a pesquisa em questo tenha sido realizada nos trs anos anteriores data de submisso do manuscrito.

    Documentos para submisso dos trabalhos: Todos os artigos devem ser submetidos atravs do Formulrio para Envio de Trabalhos, juntamente com a Carta para Submisso de Trabalhos devidamente preenchida, assinada pelos autores e digitalizada (escaneada). Resultados de pesquisas com seres humanos ou animais devem ser acompanhados do nmero do Certificado de Apresentao para Apreciao tica (CAAE) da Plataforma Brasil, ou ento do parecer do Comit de tica em Pesquisa de sua instituio.

    http://www.revistanutrivisa.com.br/enviar-artigo/http://www.revistanutrivisa.com.br/enviar-artigo/http://www.revistanutrivisa.com.br/wp-content/uploads/2014/02/carta-para-submissao-de-trabalhos-nutrivisa.docx

  • 30

    Patrocnios, subsdios, apoios e possveis conflitos de interesses devem ser enunciados na primeira pgina do artigo, junto identificao dos autores. Se esses elementos no forem mencionados, ser entendido que no existiram.

    Normas tcnicas para submisso de artigos: Os trabalhos devem ser apresentados em formato eletrnico, em arquivo .DOC ou.DOCX.

    O artigo deve ter no mximo 25 pginas e seguir esta formatao:

    Tamanho de pgina: A4 Fonte: Times New Roman Tamanho dos ttulos: 18 negrito Tamanho dos subttulos: 14 negrito Tamanho do corpo do texto: 12 normal Espaamento entre linhas: 1,5 Pginas numeradas. Itlico para palavras estrangeiras, palavras em destaque, e ttulos de livros

    mencionados no corpo do artigo. Citaes com mais de 3 linhas: tamanho 10 com recuo de 4cm da margem esquerda. Notas de rodap devero vir numeradas e includas no final do trabalho. Tabelas e figuras: limitadas a 5, devem vir no corpo do artigo, mas tambm podero

    ser solicitadas em arquivos separados, caso a editoria julgue necessrio.

    A primeira pgina do trabalho deve conter somente: Ttulo do trabalho em portugus e ingls. Nome completo dos autores. E-mail, telefone e endereo domiciliar dos autores. Afiliao dos autores (instituio e departamento, cidade, estado, pas). Referncia curricular resumida (mximo de 2 linhas por autor). Endereo (URL) do Currculo Lattes dos autores. Notificao de patrocnios, subsdios, apoios ou conflitos de interesse, caso

    necessrio.

    A segunda pgina deve conter somente: Ttulo do trabalho em portugus e ingls; Resumo em portugus com at 200 palavras; Resumo em ingls (abstract) com at 200 palavras; Palavras-chave (de trs a seis), de preferncia contempladas pelo DeCS (Descritores

    em Cincias da Sade); Palavras-chave em ingls (keywords); Observao: Artigos com erros de traduo no abstract sero devolvidos ao autor at

    a correo dos mesmos. A terceira pgina em diante deve conter o artigo propriamente dito. Sua estrutura deve apresentar:

    Introduo (incluindo objetivos e justificativa) Metodologia Resultados e Discusso Concluso Notas de final de texto Referncias Apndices e anexos (se houver)

    Normas para citaes e referncias:

    http://decs.bvs.br/http://decs.bvs.br/

  • 31

    As citaes e referncias devem seguir a ABNT Associao Brasileira de Normas Tcnicas, especificamente a NBR 10520 (para apresentao de citaes) e a NBR 6023 (para elaborao de referncias). As citaes devem ser indicadas no texto pelo sistema AUTOR-DATA de chamada. Trabalhos submetidos fora dessas normas, ou que no contenham todas as devidas referncias, sero devolvidos ao autor.

    http://www.revistanutrivisa.com.br/wp-content/uploads/2014/02/nbr-10520-de-2002.pdfhttp://www.revistanutrivisa.com.br/wp-content/uploads/2014/02/nbr-6023-de-2002.pdfhttp://www.revistanutrivisa.com.br/wp-content/uploads/2014/02/nbr-6023-de-2002.pdf

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