Anais 2010 Final

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Anais encontro matemtica

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<ul><li><p>2010 </p><p>GPEMEC </p><p>UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE </p><p>01/05/2010 </p><p>Anais I Jornada de Debates sobre Ensino de Cincias e Educao Matemtica </p><p>Grupo de Pesquisa Educao Matemtica e Ensino de Cincias </p><p>(GPEMEC) </p><p>UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE - UFS </p><p> ISSN 2177-5958</p></li><li><p>I JORNADA DE DEBATES SOBRE ENSINO DE CINCIAS E EDUCAO MATEMTICA </p><p>UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE - UFS </p><p>Campus Prof. Alberto Carvalho </p><p>Itabaiana SE </p><p>ANAIS </p><p>Organizao </p><p>Grupo de Pesquisa Educao Matemtica e Ensino de Cincias (GPEMEC) </p><p>Grupo de Pesquisa Educao Matemtica e Ensino de Cincias </p><p>(GPEMEC) </p><p>UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE - UFS </p></li><li><p>I JORNADA DE DEBATES SOBRE ENSINO DE CINCIAS E EDUCAO MATEMTICA </p><p>UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE - UFS </p><p>Campus Prof. Alberto Carvalho </p><p>Itabaiana (SE), 06 e 07 de maio de 2010 </p><p>ANAIS </p><p>Organizao </p><p>Grupo de Pesquisa Educao Matemtica e Ensino de Cincias (GPEMEC) </p></li><li><p>I JORNADA DE DEBATES SOBRE ENSINO DE CINCIAS E EDUCAO MATEMTICA </p><p>ANAIS </p><p>ORGANIZAO </p><p>COORDENAO GERAL </p><p>Msc. Edson Jos Wartha NQCI/UFS </p><p>COMISSO CIENTFICA </p><p>Dr. Accio Alexandre Pagan - DBC/UFS Dra. Karly Barbosa Alvarenga - DMAI/UFS </p><p>Dra. Marcia Regina Antunes Maciel (FUNAI) Dra. Maria Emlia Caixeta de Castro Lima - UFMG </p><p>Dra.Tnia Maria Lima Beraldo UFMT Dr. Luiz Caldeira Brant de Tolentino Neto - (UFSM) </p><p>Dr. Fernando Antnio Frieiro-Costa (UNILAVRAS-MG) Dr. Celso Jose Viana Barbosa NFCI/UFS </p><p>Dra. Maria Batista Lima - DED/UFS Dra. Adjane da Costa Tourinho CODAP/UFS </p><p>Dra. Jesuna Lopes de Almeida Pacca - USP Dra. Luciana Passos S - UESC </p><p>Dra. Rita de Cssia Pistia Mariani DMA-UFS Dra. Andrea Horta Machado UFMG </p><p>Dr. Nlio M. V. Bizzo FE-USP Dr. Charbel Nio El-Hani UFBA </p><p>Dr. Gerson de Souza Mol - UnB Msc. Mrcio Andrei Guimares - DBC/UFS Msc. Edinia Tavares Lopes NQCI/UFS </p><p>Msc. Edson Jos Wartha NQCI/UFS Msc. Rafael Neves Almeida DMAI/UFS </p><p>Msc. Graciela da Silva Oliveira DBC/UFS Msc. Samuel da Cruz Canevari - DMAI/UFS </p><p>Msc. Cludia Seplveda UEFS-UFBA </p></li><li><p>APOIO FINANCEIRO </p><p>Banco do Brasil </p><p>Banco do Nordeste </p><p>Azalia </p><p>Index Informtica </p><p>Departamento de Biocincias (DBC) - UFS - Campus Itabaiana </p><p>Ncleo de Qumica - UFS - Campus Itabaiana </p><p>PIBID Matemtica, Fsica e Qumica </p><p>FAPITEC/SE - Fundao de Apoio Pesquisa e Inovao Tecnolgica de Sergipe </p><p> Nota: O contedo desta obra de responsabilidade de seus autores. </p><p>ISSN 2177-5958</p></li><li><p>ANAIS 6</p><p>ISSN 2177-5958</p></li><li><p> Grupo de Pesquisa em Educao Matemtica e Ensino de Cincias - GPEMEC Universidade Federal de Sergipe UFS Campus Professor Alberto Carvalho. </p><p> I JORNADA DE DEBATES SOBRE EDUCAO MATEMTICA E ENSINO DE CINCIAS </p><p>Relato de experincia: Modelagem matemtica interpretando gastos na conta de energia. </p><p>*Adson N. Gis1 (IC), Juliana Menezes de Oliveira2 (IC), Rafael Nesse Almeida3 (TC) 1 aedson_mat_ufs@hotmail.com* 2 juliana_100menezes@hotmail.com 3 rna.mat@gmail.com Palavras-Chave: metodologia de ensino, modelagem matemtica, funo. </p><p>Introduo No ano de 2009 tivemos a oportunidade, </p><p>durante a disciplina Metodologias para o Ensino de </p><p>Matemtica, de aprendermos algumas formas de </p><p>incutir em nossos futuros alunos os conceitos </p><p>matemticos. Em uma atividade especfica, foi-nos </p><p>proposto que realizssemos uma oficina sobre uma </p><p>das metodologias estudadas modelagem </p><p>matemtica, a saber. </p><p>Essa metodologia de ensino caracteriza-se </p><p>pela tentativa de construo de um modelo </p><p>matemtico tomando inicialmente a investigao e a </p><p>observao da realidade a fim de solucionarmos um </p><p>problema. </p><p>Nesta atividade, o problema abordado foi: </p><p>como podemos saber como so efetuados os </p><p>clculos do valor que pagamos em nossas contas </p><p>de energia? </p><p>Resultados e Discusso O uso da modelagem criou um ambiente </p><p>oportuno para os alunos desvendarem, por meio </p><p>da matemtica, como realizado o clculo do valor </p><p>da conta de energia eltrica. </p><p>Num primeiro momento, eles perceberam </p><p>que, a conta de energia ia se moldando de acordo </p><p>com o consumo de energia e que, existiam fatores </p><p>(impostos e/ou encargos) que contribuam para o </p><p>valor da mesma que, independente do consumo, </p><p>era o mesmo para todos. </p><p>Depois de analisarmos as contas, pedimos </p><p>para que os mesmos expusessem turma o </p><p>resultado que haviam chegado. Eles alcanaram </p><p>valores aproximados por desconsiderarem algumas </p><p>variveis como a no fragmentao da taxa de </p><p>acordo com o grau de consumo, </p><p>Feito isso, agradecemos pelos comentrios </p><p>e expusemos como era, de fato, efetuado o clculo. </p><p>Este consiste numa funo definida por f(x) = c1.i1 + </p><p>c2.i2 + c3.i3 + a, onde x = c1 + c2 + c3 , 0 c1 30, 0 </p><p>c2 50, 0 c3 ; x representava o consumo, ii a taxa </p><p>paga relativa a cada intervalo de consumo e a </p><p>representa os impostos e encargos cobrados que </p><p>independem do consumo mensal. </p><p>Para finalizar, simulamos o consumo de </p><p>energia eltrica de alguns dos eletrodomsticos </p><p>mais comuns em uma casa e utilizamos nosso </p><p>modelo para estimar o gasto mensal. </p><p>Concluses Ter a possibilidade de desenvolver uma </p><p>atividade de modelagem matemtica foi de grande </p><p>importncia para mossa formao, pois, </p><p>importante ter uma prvia da nossa futura profisso </p><p>e ter a oportunidade de sentirmos as sensaes </p><p>inerentes atividade docente. </p><p>Agradecimentos Agradecemos Prof. Dr. Karly Alvarenga </p><p>que me orientou nessa oficina e que nos instruiu a usar no somente essa metodologia como tambm as demais quando eu for lecionar. ____________________ ALMEIDA, R. N. Modelagem matemtica nas atividades de estgio: saberes revelados por futuros professores. 2009. 138f. Dissertao (Mestrado em Educao) - Universidade Federal de So Carlos. So Carlos. BASSANEZI, R. C. Ensino-aprendizagem com modelagem matemtica. So Paulo: Contexto, 2002. BIEMBENGUT, M. S. Modelagem matemtica &amp; implicaes no ensino e aprendizagem de matemtica. Blumenau: Furb, 1999. </p><p>GT1 </p><p>ANAIS 7</p><p>ISSN 2177-5958</p></li><li><p> Grupo de Pesquisa em Educao Matemtica e Ensino de Cincias - GPEMEC Universidade Federal de Sergipe UFS Campus Professor Alberto Carvalho. </p><p> I JORNADA DE DEBATES SOBRE EDUCAO MATEMTICA E ENSINO DE CINCIAS </p><p> ATIVIDADES LDICAS X APRENDIZAGEM MATEMTICA Dariela Santos Passos (PG)* darielapassos@yahoo.com.br </p><p>Palavras-Chave: Prticas diferenciadas, tendncias metodolgicas, ensino-aprendizagem. </p><p>Introduo O presente artigo fruto do Projeto </p><p>intitulado A Magia da Matemtica que foi desenvolvido no Colgio Municipal Leniza Menezes de Jesus, situado na cidade de Ribeirpolis/SE, perante uma turma do 6 ano do Ensino Fundamental, do turno matutino, formada por 28 alunos, em 2009. </p><p>Tendo como objetivo principal utilizar as tecnologias da informao e da comunicao propiciando a pesquisa sobre A Histria da Matemtica para apresent-la atravs de Atividades Ldicas, Elaborao do Blog e Divulgao do Material Organizado. </p><p>No intuito de promover uma aprendizagem significativa o professor busca utilizar-se de variadas tcnicas e metodologias. Diante desta necessidade, procuramos realizar este projeto visando estabelecer uma relao entre a Histria da Matemtica, o uso das tecnologias da informao e da comunicao e atividades ldicas desenvolvidas no ensino de Matemtica. </p><p>De acordo com a definio de Lytle e Cochran-Smith (1999 apud FIORENTINI e LORENZATO, 2006, p. 74) este trabalho caracteriza-se como os ensaios dos professores por organizar trabalhos reflexivos a partir das experincias e prticas desenvolvidas em sala de aula. </p><p>Resultados e Discusso Fazendo uso da Histria da Matemtica, </p><p>trabalhamos vrias atividades com a utilizao do ldico com o objetivo de fixar o contedo, ao mesmo tempo em que se trabalhava a cooperao entre os alunos, num ambiente de descontrao com aulas prticas e prazerosas. </p><p>Com o uso de atividades ldicas, trabalhamos O Tangram, O Origami, A Origem da Raiz Quadrada e do Nmero Zero, O Crivo de Eratstenes e Os Critrios de Divisibilidade. A realizao dessas atividades facilitou a aprendizagem dos conhecimentos matemticos, porque proporcionou a interao entre os alunos, tornando as aulas atraentes e a aprendizagem mais significativa; dessa forma foi possvel perceber a importncia do rigor matemtico na aprendizagem de novos conceitos e a maneira como esses conhecimentos podem atrair e despertar a curiosidade e a aprendizagem dos discentes quando transmitidos de maneira prtica e significativa. </p><p>Como forma de divulgao deste trabalho os alunos produziram um blog permitindo a todos que demonstram interesse pelo assunto o acesso </p><p>ao contedo pesquisado. O endereo : http://a-magia-da-matematica.blogspot.com. </p><p>Concluses O presente artigo fruto de prticas </p><p>diferenciadas do ensino de Matemtica desenvolvidas em sala de aula, com o objetivo de estabelecer relaes entre a pesquisa, atividades estimuladoras e o uso das tecnologias da informao e da comunicao. O interesse em pesquisar metodologias de ensino da Matemtica vem aumentando no transcorrer dos ltimos anos, seja na tentativa de amenizar os problemas nos cursos de formao de professores, na abordagem dada pelos livros didticos ou ainda na investigao de tendncias metodolgicas na Educao Matemtica. Esse aumento de interesse perceptvel pela quantidade de publicaes dedicadas a este assunto. Neste sentido, podemos destacar, no Brasil, vrios estudos na linha da Educao Matemtica, tais como: ALVES (2001), DAMBRSIO (2005) e LORENZATO (2006). Logo, importante enfatizar o uso de metodologias diversificadas que possibilitem melhores rendimentos no sistema educacional, pois os discentes apresentam dificuldades no desempenho desta disciplina. </p><p>Agradecimentos Agradeo aos alunos participantes na efetivao deste projeto pelo empenho, interesse e participao em todas as etapas. ___________________ ALVES, Eva Maria Siqueira. A ludicidade e o ensino de matemtica: Uma prtica possvel (Coleo Papirus Educao). Campinas, SP: Papirus, 2001. BERTAGLIA, Sara Barbosa. O smbolo , que indica raiz quadrada, sempre foi assim? Quem o criou?. REVISTA NOVA ESCOLA, Ano XXIV, n 227, Novembro de 2009, p. 28. So Paulo-SP; BRASIL, Secretaria de Educao Fundamental. Parmetros curriculares nacionais: Matemtica / Secretaria de Educao Fundamental. - Braslia: MEC / SEF, 1998; DAMBRSIO, Ubiratan. Etnomatemtica Elo entre as tradies e a modernidade (Coleo tendncias em Educao Matemtica,1). 2. ed. 1 reimp. Belo Horizonte: Autntica, 2005; DANTE, Luiz Roberto. O Crivo de Eratstenes, In: Tudo Matemtica. So Paulo. tica, 2005, p. 105-106; FIORENTINI, Drio e LORENZATO, Sergio. Investigao em educao matemtica: percursos tericos e metodolgicos (Coleo formao de professores). Campinas, SP: Autores Associados, 2006; LORENZATO, Sergio (Org.). O laboratrio de ensino de Matemtica na formao de professores. (Coleo Formao de Professores) Campinas, SP: Autores Associados, 2006; REVISTA LIO DE CASA Pesquisa escolar rpida e fcil. E o nmero divisvel por... Gold Editora Ltda. Ed. 62770, p. 26-27. Barueri-SP; RIBEIRO, Darcy. O zero, Noes de Coisas, So Paulo, FTD, 1995;Sites de pesquisa: http://www.iej.uem.br/hist_origami.htm http://pt.wikipedia.org/wiki/Tangram </p><p>GT1 </p><p>ANAIS 8</p><p>ISSN 2177-5958</p></li><li><p> Grupo de Pesquisa em Educao Matemtica e Ensino de Cincias - GPEMEC Universidade Federal de Sergipe UFS Campus Professor Alberto Carvalho. </p><p> I JORNADA DE DEBATES SOBRE EDUCAO MATEMTICA E ENSINO DE CINCIAS </p><p>GT1 Educao Matemtica: Relatos de experincia Reflexes sobre a matemtica na formao dos primeiros professores: relatos de experincia. Dbora Guimares Cruz Santos Ps-graduando (PG) - deboradgcs@bol.com.br Palavras-chave: Formao inicial, matemtica, pedagogia, curso normal. </p><p>Introduo Quando se discute a formao inicial dos professores de matemtica, esta discusso costuma se referir aos professores formados nos cursos de licenciatura em matemtica, reportando-se ao professores que se habilitam para lecionar esta disciplina do 6 ano do ensino fundamental at o ensino mdio (educao bsica), ignorando-se por vezes o fato de que os primeiros professores de matemtica, em geral, so formados nos cursos licenciatura em pedagogia (nvel superior) e no curso normal (nvel mdio antigo pedaggico) e que alguns nascem da fase de formao das crianas onde eles atuam. Este relato visa discutir a problemtica da necessidade de ampliao do ensino de metodologias da matemtica adequadas aos primeiros professores de matemtica com formao inicial no curso normal. Para a elaborao de tais reflexes foram utilizadas como base uma anlise documental das grades curriculares do curso normal na Escola Estadual Francisco Figueiredo em Aquidab (que utiliza a grade referencial das escolas da rede estadual de ensino de Sergipe) e depoimentos dos alunos cerca do que assimilaram nas disciplinas existentes que serviria como base para o desenvolvimento do seu trabalho nos estgios de concluso de curso voltado para contedos especficos de matemtica. </p><p>Resultados e Discusso O ofcio que o professor desenvolve exige dele competncias e habilidades especficas . No caso de matemtica as competncias do professor esto ainda mais intimamente ligadas quelas que tero que ser desenvolvidas pelo aluno. As aquisies feitas pelo professor devem ser iniciadas nos cursos de formao inicial (j citados) e estender-se nas formaes continuadas (que pressupe, em geral, uma certa base anterior de conhecimentos mnimos da rea). Segundo Perrenoud (2000), so exigidos do professor 10 competncias mnimas para ensinar, em sua discusso ele se prope a no esgotar toda a discusso a respeito das competncias, mas garantir um mnimo necessrio ao exerccio do professor. Dentre essas competncias esto: Organizar e dirigir situaes de aprendizagem, administrar a progresso das aprendizagens e envolver os alunos em suas aprendizagens e em seu trabalho, que so as que destacarei como mais relevantes para esta </p><p>discusso. Mas como desenvolver tais habilidades para o ensino de matemtica sem uma formao consistente e especfica voltada para o que se deve ensinar na educao infantil e nas sries iniciais do ensino fundamental? </p><p>Concluses Temos visto constantemente se falar que os alunos chegam ao 6 ano do Ensino Fundamental sem as condies mnimas necessrias para dar continuidade aos seus estudos. Segundo Edgar Morin(2000) um dos sete saberes necessrios educao do futuro que se ensine conhecimentos pertinentes e que no ocorra a fragmentao do saber. Longe de procurar culpados, apontamos que Isto tambm deve ocorrer na formao do professor dentro das disciplinas gerais de sua formao, no havendo restries ao ensino de conceitos e metodologias aplicadas matemtica. </p><p>Agradecimentos Agradeo aos meus alunos do curso normal do Colgio Estadual Francisco Figueiredo que durante 9 anos me possibilitaram visualizar estas lacunas nas aulas de Docncia I e II. ____________________ 1. PERRENOUD, Philippe. Dez Novas Competncias para Ensinar. Porto Alegre: Artes Mdicas Sul, 2000. 2. MORIN, Edgar. Os Sete Saberes Necessrios Educao do Futuro. So Paulo: Cortez, 2000. </p><p>GT1 </p><p>ANAIS 9</p><p>ISSN 2177-5958</p></li><li><p> Grupo de Pesquisa em Educao Matemtica e Ensino de Cincias - GPEMEC Universidade Federal de Sergipe UFS Campus Professor Alberto Carvalho. </p><p> I JORNADA DE DEBATES SOBRE EDUCAO MATEMTICA E ENSINO DE CINCIAS </p><p>GT1 </p><p>OLHARES SOBRE O ENSINO DA MATEMTICA: PARTINDO DO CONCRETO </p><p>Jos Robson Silva Santana1 (PG)*,Arlindo Batista de Santana...</p></li></ul>