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- 1 - ASSOCIAO DOS MUNICIPIOS DA MICRO REGIO DO PLANALTO DE ARAX

Praa Antnio Alves da Costa, 300 Bairro So Pedro Telefax (34) 3662-3637 - CEP 38183058 Arax - MG

AMPLA

PROTOCOLO DE INTENES

CONSRCIO INTERMUNICIPAL MULTIFINALITRIO DO PLANALTO DE ARAX CIMPLA

PROTOCOLO DE INTENES

Os Municpios que compem a Associao dos Municpios da Microrregio do Planalto de Arax AMPLA, atravs de seus Prefeitos Municipais, reunidos em Assembleia Geral, resolvem formalizar o presente Protocolo de Intenes visando constituir consrcio pblico, com personalidade de direito pblico, sob a forma de associao pblica, para a consecuo dos objetivos delineados neste instrumento, com observncia da Lei 11.107/2005 e legislao pertinente.

TTULO I

DAS DISPOSIES INICIAIS

CAPTULO- I

DO CONSORCIAMENTO

CLUSULA PRIMEIRA Consideram-se subscritores deste Protocolo de Intenes e podero integrar o Consrcio Intermunicipal Multifinalitrio do Planalto de Arax CIMPLA como consorciados os seguintes Municpios:

1. - MUNICPIO DE ARAX, pessoa jurdica de direito pblico, CNPJ n 18.140.756/0001-00, com sede Rua Presidente Olegrio Maciel, 284 Centro, na cidade de Arax, representado por seu Prefeito Municipal, JEOVA MOREIRA DA COSTA, portador do CPF n160.203.166-53;

2. - MUNICPIO DE CAMPOS ALTOS, pessoa jurdica de direito pblico, CNPJ n 18.298.190/0001-30, com sede na Rua Cornelia Alves Bicalho, 401 Centro,, na cidade de Campos Altos, representado por seu Prefeito Municipal, CLAUDIO DONIZETE FREIRE, CPF n 501.169.596-49;

3. - MUNICPIO DE IBIA, pessoa jurdica de direito pblico, CNPJ n 18.584.961/0001-56, com sede na Av. Tancredo Neves, 633 Centro na cidade de Ibia, representado por seu Prefeito Municipal, HELIO PAIVA DA SILVEIRA, portador do CPF n 042.626.036-87;

4. - MUNICPIO DE MEDEIROS, pessoa jurdica de direito pblico, CNPJ n 20.920.617/0001-32, com sede Av. Clodoveu Leite de Faria, 400, na cidade de Medeiros, representado por seu Prefeito Municipal, MANUEL MOURAO BAHIA, portador do CPF n 521.583.736-87;

5. - MUNICPIO DE PEDRINOPOLIS, pessoa jurdica de direito pblico, CNPJ n 18.140.335/0001-70, com sede na Praa So Sebastio, 112 Centro, na cidade de Pedrinopolis, representado por seu Prefeito Municipal, LYNDON JOHNSON CAMPOS, portador do CPF n 518.753306-15;

- 2 - ASSOCIAO DOS MUNICIPIOS DA MICRO REGIO DO PLANALTO DE ARAX

Praa Antnio Alves da Costa, 300 Bairro So Pedro Telefax (34) 3662-3637 - CEP 38183058 Arax - MG

AMPLA6. - MUNICPIO DE PERDIZES, pessoa jurdica de direito pblico, CNPJ n

18.140.772/0001-94, com sede na Av. Gercino Coutinho, 30, na cidade de Perdizes, representado por seu Prefeito Municipal, FERNANDO MARANGONI, portador do CPF n 688.322.146-87;

7. - MUNICPIO DE PRATINHA, pessoa jurdica de direito pblico, CNPJ n 18.585.570/0001-56, com sede na PRAA do Rosrio, 365 na cidade de Pratinha, representado por seu Prefeito Municipal JOSE JOAQUIM PEREIRA, portador do CPF n 481.372.196-68;

8. - MUNICPIO DE TAPIRA, pessoa jurdica de direito pblico, CNPJ n 18.140.806/0001-40, com sede na Cristino Ribeiro de Rezende, 32 na cidade de Tapira, representado por seu Prefeito Municipal, LAVATER PONTES JUNIOR, portador do CPF n 489.096.296-49.

CAPTULO II

DA RATIFICAO

CLUSULA SEGUNDA - Este Protocolo de Intenes converter-se- em Contrato de Consrcio Pblico, ato constitutivo do CIMPLA, mediante a entrada em vigor de leis ratificadoras de no mnimo 3 (trs) dos Municpios que o subscrevem. 1 Somente ser considerado consorciado o Municpio subscritor do Protocolo de Intenes que o ratificar por meio de lei. 2 O Municpio que integrar o CIMPLA providenciar a incluso de dotao oramentria para destinao de recursos financeiros e a celebrao do Contrato de Rateio e Contrato de Programa, conforme for o caso. 3 Ser automaticamente admitido no CIMPLA o Municpio que efetuar a ratificao em at 2 (dois) anos contados a partir da subscrio do presente Protocolo de Intenes. 4 A ratificao realizada aps 2 (dois) anos depender de homologao da Assembleia Geral. 5 Na hiptese da lei de ratificao prever reservas para afastar ou condicionar a vigncia de clusulas, pargrafos, incisos ou alneas do presente Protocolo de Intenes, o consorciamento do Municpio depender de que as reservas sejam aceitas pela Assembleia Geral. 6 O ente da Federao no designado na Clusula Primeira deste Protocolo de Intenes somente poder integrar o CIMPLA mediante alterao do Contrato de Consrcio Pblico, aprovada pela Assembleia Geral do Consrcio e ratificada, mediante lei, pelo ente ingressante e por todos os Municpios j consorciados.

TTULO II

DA CONSTITUIO DO CONSRCIO PBLICO

CAPTULO I

DA DENOMINAO, CONSTITUIO E NATUREZA JURDICA

CLUSULA TERCEIRA - O consrcio pblico denominar-se- CONSRCIO INTERMUNICIPAL MULTIFINALITRIO DO PLANALTO DE ARAX CIMPLA, constitudo sob a forma de associao pblica, com personalidade jurdica de direito pblico e natureza autrquica interfederativa. Pargrafo nico. Aprovadas e em vigncia as leis ratificadoras reportadas pela Clusula Segunda, o Consrcio adquire personalidade jurdica conforme previso deste Protocolo de Intenes convertido em Contrato de Consrcio Pblico, Lei Federal n 11.107, de 06 de abril de 2005 e seu Decreto 6.017, de 17 de janeiro de 2007.

- 3 - ASSOCIAO DOS MUNICIPIOS DA MICRO REGIO DO PLANALTO DE ARAX

Praa Antnio Alves da Costa, 300 Bairro So Pedro Telefax (34) 3662-3637 - CEP 38183058 Arax - MG

AMPLACAPTULO II

DA SEDE, DURAO E REA DE ATUAO

CLUSULA QUARTA - O CIMPLA ter sede na Praa Antonio Alves da Costa, 300, Bairro Vila So Pedro, no edifcio sede da Associao dos Municpios da Microrregio do Planalto de Arax - AMPLA, na cidade de Arax, Estado de Minas Gerais, que poder ser alterada por deciso devidamente fundamentada da Assembleia Geral. 1 O CIMPLA vigorar por prazo indeterminado. 2 A rea de atuao do CIMPLA ser formada pelo territrio dos municpios consorciados, constituindo-se numa unidade territorial sem limites intermunicipais para as finalidades a que se prope.

CAPTULO III

DOS OBJETIVOS

CLUSULA QUINTA So objetivos do CIMPLA: I - proporcionar assessoramento na elaborao e execuo de planos, programas e projetos relacionados com os setores administrativos, sociais, institucionais e de infraestrutura, notadamente: seleo e gesto de pessoal, educao, esportes, cultura, sade, trabalho e ao social, habitao, saneamento bsico, agricultura, meio ambiente, indstria, comrcio, turismo, abastecimento, transporte, comunicao e segurana; II - realizar licitao compartilhada cujo edital preveja contratos a serem celebrados pela administrao direta ou indireta dos Municpios consorciados; III - realizar aes compartilhadas ou cooperadas de defesa civil seja de capacitao de tcnicos, elaborao de planos de ao de preveno e ou de resposta a desastres; IV - realizar aes compartilhadas de explorao de minerais para fins de execuo e recuperao de obras e servios pblicos; V - elaborao de projeto, implantao, expanso, operao e manuteno das instalaes de iluminao pblica; VI - execuo de aes de assistncia social e de segurana alimentar e nutricional, atendidos os princpios, diretrizes e normas que regulam o Sistema nico de Assistncia Social SUAS e a Poltica Nacional de Segurana Alimentar e Nutricional; VII - proporcionar infraestrutura e desenvolvimento da regio, buscando a realizao de servios regionalizados nas mais diversas reas de atuao; VIII - auxiliar e orientar na formao de cursos e treinamentos aos servidores municipais; IX - realizar aes compartilhadas que visem garantir assistncia sade dos servidores pblicos dos entes consorciados; X - integrao em nveis executivos das diversas aes relacionadas com o meio ambiente e desenvolvimento de aes conjuntas de vigilncia sanitria, epidemiolgica e infraestrutura; XI - promoo de estudos, projetos e servios tcnicos de engenharia, arquitetura, topografia e correlatos; XII - o planejamento, a fiscalizao e, nos termos de contrato de programa, a prestao de servios de saneamento bsico; XIII - promover e executar aes e desenvolver mecanismos de coleta, transporte, gesto, tratamento, reciclagem, compostagem, seleo e disposio final de resduos slidos; XIV - promoo de estudos e servios de assessoria administrativa, jurdica e contbil; XV - aquisio e administrao de bens e servios para compartilhamento;

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Praa Antnio Alves da Costa, 300 Bairro So Pedro Telefax (34) 3662-3637 - CEP 38183058 Arax - MG

AMPLAXVI - criar mecanismos de controle, acompanhamento e avaliao de servios prestados pelos entes consorciados ou pelo Consrcio populao; XVII - desenvolver aes e servios de sade, obedecidos os princpios, diretrizes e normas que regulam o Sistema nico de Sade SUS; XVIII - proporcionar definio de polticas regionalizadas de incentivos fiscais; XIX - gesto associada de servios pblicos; XX - prestao de servios pblicos em regime de gesto associada; XXI - gerenciar, planejar, regular, fiscalizar e executar servios de transporte escolar e coletivo, de construo, conservao e manuteno de vias pblicas municipais e de obras pblicas; XXII - a prestao de servios, inclusive de assistncia tcnica, execuo de obras, realizao de concurso pblico, e o fornecimento de bens administrao direta ou indireta dos entes consorciados; XXIII - o compartilhamento ou o uso em comum de instrumentos e equipamentos, inclusive de gesto, de manuteno, de informtica, de pessoal tcnico e de procedimentos de licitao e de admisso de pessoal; XXIV - a produo de informaes ou de estudos tcnicos; XXV - a instituio e o funcionamento de escolas de governo ou de estabelecimentos congneres; XXVI - a promoo do uso racional dos recursos naturais e a proteo do meio-ambiente; XXVII - o exerccio de funes no sistema de gerenciamento de recursos hdricos que lhe tenham sido delegadas ou autorizadas; XXVIII - o apoio e o fomento do intercmbio de experincias e de informaes entre os entes consorciados; XXIX - a gesto e a proteo de patrimnio urbanstico, paisagstico ou turstico comum; XXX - o fornecimento de assistncia tcnica, extenso, treinamento, pesquisa e desenvolvimento urbano, rural e agrrio; XXXI - as aes e polticas de desenvolvimento urbano, socioeconmico local e regional; e XXXII - o exerccio de competncias pertencentes aos Municpios consorciados, nos termos de autorizao ou delegao.

Pargrafo nico. Os Municpios podero se consorciar em relao a todas as finalidades objeto da instituio do Consrcio ou apenas em relao parcela destas.

CAPTULO IV

DOS INSTRUMENTOS DE GESTO

CLUSULA SEXTA - Para o desenvolvimento de seus objetivos, o CIMPLA poder valer-se dos seguintes instrumentos:

I - firmar convnios, contratos, acordos de qualquer natureza, receber auxlios, contribuies e subvenes sociais ou econmicas de outras entidades e rgos de governo, inclusive com municpios que no tenham sido subscritores do presente Protocolo de Intenes;

II - promover desapropriaes e instituir servides nos termos de declarao de utilidade ou necessidade pblica, ou interesse social, realizada pelo Poder Pblico;

III - ser contratado pela administrao direta ou indireta dos entes da Federao consorciados, dispensada a licitao nos casos em que a legislao permitir e respeitando este protocolo;

IV - estabelecer contrato de programa, termos de parceria e contratos de gesto para a prestao dos servios pblicos fixados neste protocolo;

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AMPLAV - contratar operao de crdito observados os limites e condies estabelecidas na

legislao pertinente. 1 O CIMPLA poder emitir documentos de cobrana e exercer atividades de arrecadao de tarifas e outros preos pblicos pela prestao de servios ou pelo uso ou outorga de uso de bens pblicos por ele administrado ou, mediante autorizao especfica, pelo ente consorciado. 2 O CIMPLA poder outorgar concesso, permisso ou autorizao de obras ou servios pblicos mediante autorizao prevista nos termos deste Protocolo de Intenes, observada a legislao de normas gerais em vigor.

CAPTULO V

DOS DIREITOS DOS ENTES CONSORCIADOS

CLUSULA STIMA - Constituem direitos dos consorciados: I - participar ativamente das sesses da Assembleia Geral e discutir os assuntos submetidos apreciao dos consorciados, atravs de proposies, debates e deliberaes atravs do voto, desde que adimplente com suas obrigaes operacionais e financeiras; II - exigir dos demais consorciados e do prprio CIMPLA o pleno cumprimento das regras estipuladas no Contrato de Consrcio, no seu Estatuto, Contratos de Programa e Contratos de Rateio, desde que adimplente com suas obrigaes operacionais e financeiras; III - operar compensao de pagamentos de vencimentos a servidor cedido ao CIMPLA, quando for o caso, com as obrigaes previstas no Contrato de Rateio; IV - votar e ser votado para os cargos da Presidncia, do Conselho de Administrao e do Conselho Fiscal; V - propor medidas que visem atender aos objetivos e interesses dos Municpios e ao aprimoramento do CIMPLA

CLUSULA OITAVA - Constituem deveres dos entes consorciados: I - cumprir e fazer cumprir o Contrato de Consrcio, em especial, quanto ao pagamento das contribuies previstas no Contrato de Rateio; II - acatar as determinaes da Assembleia Geral, cumprindo com as deliberaes e obrigaes para com o CIMPLA, em especial ao que determina o Contrato de Programa e o Contrato de Rateio; III - cooperar para o desenvolvimento das atividades do CIMPLA, bem como contribuir com a ordem e a harmonia entre os consorciados e colaboradores; IV - participar ativamente das reunies e Assembleias Gerais do CIMPLA, atravs de proposies, debates e deliberaes atravs do voto, sempre que convocados; V - cumprir com suas obrigaes operacionais e financeiras assumidas com o CIMPLA, sob pena de suspenso e posterior excluso na forma do Contrato de Consrcio; VI - ceder, se necessrio, servidores para o CIMPLA na forma do Contrato de Consrcio; VII - incluir, em sua lei oramentria ou em crditos adicionais, dotaes suficientes para suportar as despesas que, nos termos do oramento do CIMPLA, devam ser assumidas por meio de Contrato de Rateio e Contrato de Programa, conforme for o caso; VIII - compartilhar recursos e pessoal para a execuo de servios, programas, projetos, atividades e aes no mbito do CIMPLA, nos termos de Contrato de Programa.

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AMPLATTULO III

DA ORGANIZAO ADMINISTRATIVA

CAPTULO I

DAS DISPOSIES GERAIS

CLUSULA NONA - Para o cumprimento de seus objetivos, o CIMPLA contar com a seguinte estrutura organizacional: I - Nvel de Direo Superior: a)- Assembleia Geral; b) -Presidncia; c) -Conselho de Administrao; d) -Conselho Fiscal. II - Nvel de Gerncia e Assessoramento: a)- Diretoria Executiva; b)- Cmaras Temticas; III - Nvel de Execuo Programtica: a)-Departamentos Setoriais

Pargrafo nico. O Consrcio ser organizado por Estatuto cujas disposies, sob pena de nulidade, devero atender a todas as clusulas deste Protocolo de Intenes.

CAPTULO II

DA ASSEMBLEIA GERAL

CLUSULA DCIMA - A Assembleia Geral a instncia deliberativa mxima do CIMPLA, sendo constituda, exclusivamente, pelos Chefes dos Poderes Executivos dos entes consorciados, sendo que os respectivos suplentes sero, obrigatoriamente, seus substitutos legais, nos termos das respectivas Leis Orgnicas. 1 Os vice-prefeitos podero participar de todas as reunies da Assembleia Geral como ouvintes. 2 Ningum poder representar dois entes consorciados na mesma Assembleia Geral. 3 Cada ente consorciado possuir direito a um voto nas deliberaes da Assembleia Geral, votando os suplentes apenas na ausncia ou impedimento do respectivo titular:

a) - o voto ser pblico e nominal, admitindo-se o voto secreto nos casos de julgamento em que se suscite a aplicao de penalidades a ente consorciado e na aprovao de moo de censura; b) - o Presidente do Consrcio, salvo nas eleies, destituies e nas decises que exijam quorum qualificado, votar apenas para desempatar, no tendo direito a voto nas deliberaes referentes prestao de contas e outros atos de sua responsabilidade.

4 A Assembleia Geral reunir-se-, ordinariamente, trs vezes por ano, cujas datas podero ser definidas no Estatuto do Consrcio, para examinar e deliberar sobre matrias de sua competncia e, extraordinariamente, quando convocada, sempre que possvel coincidindo com as Assembleias da Associao dos Municpios da Microrregio do Planalto de Arax - AMPLA, na forma deste instrumento e do Estatuto. 5 - A forma de convocao das Assembleias Gerais Ordinrias e Extraordinrias ser definida no Estatuto. 6 - Compete Assembleia Geral:

I - eleger e destituir o Presidente, o Vice-Presidente, os membros do Conselho de Administrao e do Conselho Fiscal;

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AMPLAII - aprovar o Estatuto do Consrcio e suas alteraes; III - deliberar sobre a suspenso e excluso de ente consorciado; IV - deliberar sobre o ingresso no Consrcio de ente federativo que no tenha sido

subscritor inicial do Protocolo de Intenes; V homologar o ingresso no Consrcio de ente federativo que tenha ratificado o Protocolo

de Intenes aps 2 (dois) anos de sua subscrio; VI - aprovar:

a) -Plano Plurianual de Investimentos, at o final da segunda quinzena de julho do exerccio em que se iniciar o mandato dos representantes legais dos entes consorciados;

b) -Diretrizes Oramentrias do exerccio seguinte, at o final da segunda quinzena de setembro do exerccio em curso;

c) -Oramento Anual do exerccio seguinte, at o final da segunda quinzena de outubro do exerccio em curso, bem como respectivos crditos adicionais, inclusive previso de aportes a serem cobertos por recursos advindos de Contrato de Rateio;

d) -a fixao do valor e a forma de rateio entre os entes das despesas para o exerccio seguinte, tomando por base a referida pea oramentria, bem como a reviso e o reajuste de valores devidos ao Consrcio pelos consorciados;

e) -a realizao de operaes de crdito, de conformidade com os limites e condies prprios estabelecidos pelo Senado Federal;

f) -a fixao, a reviso e o reajuste de tarifas e outros preos pblicos; g) -a aquisio, exceto de material de expediente, alienao e onerao de bens do

Consrcio ou daqueles que, nos termos de Contrato de Programa, tenham-lhe sido outorgados os direitos de explorao;

h) -as contas referentes ao exerccio anterior at a segunda quinzena de maro do exerccio subsequente.

VII- deliberar sobre mudana de sede; VIII- deliberar sobre a extino do CIMPLA; IX- deliberar sobre as decises do Conselho Fiscal; X- deliberar sobre a necessidade de contratao e ampliao do quadro de pessoal, e preenchimento das vagas existentes; XI- nomear e exonerar os membros da Diretoria Executiva; XII- aprovar o Plano de Carreira dos funcionrios do Consrcio; XIII - aprovar planos e regulamentos dos servios pblicos; XIV - apreciar e sugerir medidas sobre:

a) a melhoria dos servios prestados pelo Consrcio; b) o aperfeioamento das relaes do Consrcio com rgos pblicos, entidades e

empresas privadas; XV- deliberar, em carter excepcional, sobre as matrias relevantes ou urgentes que lhe sejam declinadas pelo Conselho de Administrao; XVI- aprovar cesso de servidores e empregados pblicos por ente federativo consorciado ou conveniado ao Consrcio; XVII - deliberar e dispor em ltima instncia sobre os casos omissos tidos por relevantes.

7 As competncias arroladas nesta clusula no prejudicam outras reconhecidas pelo Estatuto do Consrcio. 8 A Assembleia Geral extraordinria ser presidida e convocada pelo Presidente do CIMPLA ou seu substituto legal, atravs de comunicao inequvoca que garanta a cincia de todos os seus membros quanto ao dia, hora, local e pauta do dia, respeitado o prazo mnimo de 04 (quatro) dias teis entre a convocao e a data da reunio. 9 A Assembleia Geral extraordinria tambm poder ser convocada por um quinto de seus membros, quando o Presidente do CIMPLA ou seu substituto legal no atender no prazo de 10 (dez) dias a pedido fundamentado de ente consorciado para convocao extraordinria.

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AMPLA 10. A Assembleia Geral instalar-se- em primeira convocao com a presena de 2/3 (dois teros) dos membros do CIMPLA em dia com suas obrigaes operacionais e financeiras e em segunda e ltima convocao, 30 (trinta) minutos aps a primeira convocao, com a presena de qualquer nmero de consorciados adimplentes, deliberando por maioria simples de votos, ressalvadas as matrias que exigirem maioria qualificada ou absoluta nos termos deste instrumento e de disposies do Estatuto do Consrcio. 11. O Presidente e o Vice-Presidente sero eleitos na ltima Assembleia ordinria do ano em curso, podendo ser apresentadas candidaturas nos primeiros trinta minutos. Somente ser aceita a candidatura de Chefe de Poder Executivo de ente consorciado adimplente com suas obrigaes operacionais e financeiras:

a) - o Presidente e o Vice-Presidente sero eleitos mediante voto pblico e nominal ou por aclamao, para mandato de um ano, com incio no primeiro dia til do exerccio financeiro subsequente, podendo ser prorrogado por igual perodo, uma nica vez, mediante reeleio; b) - ser considerado eleito o candidato que obtiver ao menos 2/3 (dois teros) dos votos, no podendo ocorrer eleio sem a presena de pelo menos 2/3 (dois teros) dos consorciados; c) - caso nenhum dos candidatos tenha alcanado 2/3 (dois teros) dos votos, realizar-se-, aps quinze minutos de intervalo, segundo turno de eleio, sendo considerado eleito o candidato que obtiver metade mais um dos votos, excetuados os votos brancos; d) - no obtido o nmero de votos mnimo mesmo em segundo turno, ser convocada nova Assembleia Geral, a se realizar em at 30 (trinta) dias, caso necessrio prorrogando-se pro tempore o mandato do Presidente e do Vice-Presidente em exerccio.

12. O mandato do Presidente e/ou do Vice-Presidente cessar automaticamente no caso de o eleito no mais ocupar a Chefia do Poder Executivo do ente consorciado que representa na Assembleia Geral. 13. Em Assembleia Geral especificamente convocada, poder ser destitudo o Presidente do Consrcio, bastando ser apresentada moo de censura com apoio de pelo menos 2/3 (dois teros) dos Consorciados:

a) - apresentada moo de censura, as discusses sero interrompidas e ser ela imediatamente apreciada, sobrestando-se os demais itens da pauta;

b) - a votao da moo de censura ser efetuada aps facultada a palavra, por quinze minutos, ao seu primeiro subscritor e, caso presente, ao Presidente que se pretenda destituir. Admitir-se- o voto secreto somente se a Assembleia Geral, por maioria simples dos votos, presente a maioria absoluta, assim decidir, caso contrrio a votao ser pblica e nominal.

c) - ser considerada aprovada a moo de censura se obter voto favorvel de 2/3 (dois teros) dos membros em Assembleia

d) Geral, em dia com suas obrigaes operacionais e financeiras, presente a maioria absoluta dos entes consorciados;

e) - caso aprovada a moo de censura em desfavor do Presidente do Consrcio, ele estar automaticamente destitudo, procedendo-se, na mesma Assembleia, eleio do Presidente para completar o perodo remanescente de mandato;

f) - na hiptese de no se viabilizar a eleio de novo Presidente, o Vice- Presidente assumir esta funo at a prxima Assembleia Geral, a se realizar em at 30 (trinta) dias;

g) - rejeitada moo de censura, nenhuma outra poder ser apreciada na mesma Assembleia e nos 60 (sessenta) dias seguintes, em relao ao mesmo fato.

14. Os membros do Conselho de Administrao e do Conselho Fiscal sero escolhidos dentre os Chefes dos Poderes Executivos dos entes consorciados.

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AMPLA 15. Na ltima Assembleia Geral ordinria do ano em curso, reunir-se-o os entes consorciados para eleio dos Conselhos de Administrao e Fiscal, no podendo ocorrer eleio sem a presena de pelo menos 2/3 (dois teros) dos consorciados:

a) - nos primeiros trinta minutos de reunio sero apresentadas as indicaes dos trs membros que integraro os respectivos Conselhos;

b) - a eleio realizar-se- mediante voto pblico e nominal ou por aclamao, sendo que cada ente consorciado somente poder votar em um candidato;

c) - consideram-se eleitos para cada Conselho os trs candidatos com maior nmero de votos. Em caso de empate, ser considerado eleito o candidato de maior idade;

16. Os membros dos Conselhos de Administrao e Fiscal sero eleitos para mandato de um ano, com incio no primeiro dia til do exerccio financeiro subsequente, podendo ser prorrogado por igual perodo, uma nica vez, mediante reeleio. 17. Os membros dos Conselhos de Administrao e Fiscal somente podero ser afastados de seus cargos mediante moo de censura apresentada com apoio de pelo menos 2/3 (dois teros) dos Consorciados, aprovada por 2/3 (dois teros) de votos da Assembleia Geral, exigida a presena de 3/5 de entes consorciados, observado, no que couber, o disposto neste instrumento quanto moo de censura em face do Presidente. 18. A perda do mandato eletivo causa de extino automtica da condio de membro da Assembleia Geral, quando haver substituio automtica por quem lhe suceder no mandato do ente consorciado. 19. Para as deliberaes constantes dos incisos III, IV, VI, VII, VIII, XI do 6 desta Clusula, necessrio o voto da maioria de 2/3 (dois teros) dos membros do CIMPLA, em dia com suas obrigaes operacionais e financeiras, em Assembleia Geral extraordinria convocada especificamente para tais fins. 20. O Estatuto prever as formalidades para a alterao de seus dispositivos, cuja aprovao dar-se- por maioria absoluta dos membros consorciados e entrar em vigor aps publicao na imprensa oficial, na forma legal. 21. A Assembleia Geral ordinria quadrimestral ser presidida e convocada pelo Presidente do CIMPLA ou seu substituto legal atravs de comunicao que garanta a cincia de todos os seus membros quanto ao dia, hora, local e pauta do dia, respeitado o prazo mnimo de 07 (sete) dias entre a convocao e a data da reunio. 22. O ente consorciado que no estiver em dia com suas obrigaes operacionais e financeiras no poder votar e nem ser votado. 23. Nas atas da Assembleia Geral sero registradas:

a) - por meio de lista de presena, todos os entes federativos representados na Assembleia Geral;

b) - de forma resumida, quando possvel, todas as intervenes orais e, como anexo, todos os documentos que tenham sido entregues ou apresentados na reunio da Assembleia Geral;

c) - a ntegra de cada uma das propostas votadas na Assembleia Geral e a indicao expressa e nominal de como cada representante nela votou, bem como a proclamao de resultados.

d) - no caso de votao secreta, a expressa motivao do segredo e o resultado final da votao.

24. Somente se reconhecer sigilo de documentos e declaraes efetuadas na Assembleia Geral mediante deciso na qual se indiquem expressamente os motivos do sigilo, cuja deciso ser tomada por 2/3 (dois teros) dos votos dos presentes. 25. A ata ser rubricada em todas as suas folhas, inclusive de anexos, por aquele que a lavrou e por quem presidiu o trmino dos trabalhos da Assembleia Geral. 26. Sob pena de ineficcia das decises nela tomadas, a ntegra da ata da Assembleia Geral ser, em at 10 (dez) dias aps a aprovao, publicada no stio que o Consrcio manter na rede mundial de computadores internet. 27. Mediante o pagamento das despesas de reproduo, cpia autenticada da ata e demais documentos, salvo os considerados de carter sigiloso, sero fornecidos para qualquer do povo.

- 10 - ASSOCIAO DOS MUNICIPIOS DA MICRO REGIO DO PLANALTO DE ARAX

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AMPLA

CAPTULO III

DO PRESIDENTE E DO VICE-PRESIDENTE

CLUSULA DCIMA PRIMEIRA A Presidncia do CIMPLA composta pelos cargos de Presidente e Vice-Presidente eleitos dentre os Chefes do Poder Executivo pela Assembleia Geral. 1 Compete ao Presidente do CIMPLA, sem prejuzo do que prever o Estatuto do Consrcio:

I - promover todos os atos administrativos e operacionais necessrios para o desenvolvimento das atividades do Consrcio; II - autorizar o Consrcio a ingressar em juzo;

III - convocar e presidir as reunies da Assembleia Geral e do Conselho de Administrao; IV - representar judicial e extrajudicialmente o CIMPLA, cabendo ao Vice-Presidente,

substitu-lo em seus impedimentos; V - movimentar em conjunto com o Diretor Executivo as contas bancrias e recursos do

CIMPLA; VI - dar posse aos membros do Conselho de Administrao, do Conselho Fiscal e da

Diretoria Executiva; VII - ordenar as despesas do Consrcio e responsabilizar-se pela sua prestao de contas; VIII - convocar reunies com a Diretoria Executiva; IX - homologar e adjudicar as licitaes realizadas pelo Consrcio; X - expedir resolues da Assembleia Geral e do Conselho de Administrao para dar fora

normativa s decises estabelecidas nesses colegiados; XI - expedir portarias para dar fora normativa s decises monocrticas de competncia do

Presidente do CIMPLA; XII - delegar atribuies e designar tarefas para os rgos de gerncia e de execuo; XIII - julgar, em primeira instncia, recursos relativos :

a) homologao de inscrio e de resultados de concursos pblicos; b) impugnao de edital de licitao, bem como os relativos inabilitao, desclassificao e

homologao e adjudicao de seu objeto; c) aplicao de penalidades a funcionrios do Consrcio.

XIV - zelar pelos interesses do Consrcio, exercendo todas as competncias que no tenham sido outorgadas por este Protocolo de Intenes ou pelo Estatuto a outro rgo do Consrcio.

2 Em assuntos de interesse comum ou de maior repercusso para as atividades do Consrcio Pblico, o Estatuto poder autorizar o Presidente a representar os entes da Federao consorciados perante outras esferas de governo, inclusive com o objetivo de celebrar convnios com entidades governamentais ou privadas, nacionais ou estrangeiras, defender as causas municipalistas e/ou regionais, dentre outros assuntos. 3 Com exceo da competncia prevista nos incisos II, III, IV, V, IX, X, XI, XIII, alneas a e b, todas as demais podero ser delegadas ao Diretor Executivo. 4 Por razes de urgncia ou para permitir a celeridade na conduo administrativa do Consrcio, o Diretor Executivo poder praticar atos ad referendum do Presidente. 5 Compete ao Vice-Presidente do CIMPLA:

a) - substituir e representar o Presidente em todas suas ausncias e impedimentos; b) - assessorar o Presidente e exercer as funes que lhe forem delegadas; c)- assumir interinamente a Presidncia do CIMPLA, no caso de vacncia, quando esta

ocorrer na segunda metade do mandato, exercendo-a at seu trmino; d) - convocar Assembleia Extraordinria em 15 (quinze) dias para eleio de novo

Presidente do CIMPLA, no caso da vacncia ocorrer na primeira metade do mandato, quando o eleito presidir o Consrcio at fim do mandato original, podendo, se reeleito, ser conduzido ao mandato seguinte.

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AMPLA 6 Por ocasio do perodo eleitoral, havendo necessidade de afastamento, licena ou renncia do Presidente e no sendo possvel sua substituio pelo Vice-Presidente, a Assembleia Geral poder autorizar qualquer membro do Conselho de Administrao para que assuma interinamente a Presidncia do CIMPLA, at que o retorno ao cargo de Presidente pelo Chefe do Poder Executivo, se este for possvel, no represente mais violao a lei eleitoral.

CAPTULO IV

DO CONSELHO DE ADMINISTRAO

CLUSULA DCIMA SEGUNDA - O Conselho de Administrao o rgo de administrao do Consrcio, constitudo pelo Presidente e Vice-Presidente do CIMPLA, e por outros trs Conselheiros eleitos pela Assembleia Geral e suas deliberaes sero executadas pela Presidncia e pela Diretoria Executiva. 1 Os membros do Conselho de Administrao sero eleitos dentre os Chefes dos Poderes Executivos. 2 A perda do mandato eletivo causa de extino automtica do mandato de membro do Conselho de Administrao, hiptese em que assumir a funo aquele que assumir a Chefia do Poder Executivo, exceto o Presidente. 3 Compete ao Conselho de Administrao:

I. aprovar para posterior deliberao da Assembleia Geral: a) Plano Plurianual de Investimentos, at o final da segunda quinzena de junho do exerccio em que se iniciar o mandato dos representantes legais dos entes consorciados; b) Diretrizes Oramentrias do exerccio seguinte, at o final da segunda quinzena de agosto do exerccio em curso; c) Oramento Anual do exerccio seguinte, at o final da segunda quinzena de setembro do exerccio em curso, bem como respectivos crditos adicionais, inclusive previso de aportes a serem cobertos por recursos advindos de Contrato de Rateio;

II. - planejar todas as aes de natureza administrativa do CIMPLA, fiscalizando a Diretoria Executiva na sua execuo;

III. - contratar servios de auditoria interna e externa; IV. - elaborar e propor a Assembleia Geral alteraes no quadro de pessoal do CIMPLA; V. - aprovar o reajuste de vencimento dos funcionrios;

VI. - propor o Plano de Carreira dos funcionrios do Consrcio; VII. - aprovar previamente a contratao de pessoal por tempo determinado para atender

necessidade temporria de excepcional interesse pblico nos termos previsto neste instrumento e no Estatuto;

VIII. - elaborar o Estatuto do CIMPLA, com auxlio da Diretoria Executiva, submetendo tal proposio aprovao da Assembleia Geral;

IX. - requisitar a cedncia de servidores dos entes consorciados; X. - propor Assembleia Geral a alterao deste instrumento e do Estatuto do Consrcio;

XI. - prestar contas ao rgo concessor dos auxlios e subvenes que o CIMPLA venha a receber;

XII. - definir e acompanhar a execuo da poltica patrimonial e financeira e os programas de investimento do CIMPLA;

XIII. - propor a nomeao e a exonerao dos membros da Diretoria Executiva; XIV. - autorizar o Diretor Executivo a contratar estagirios; XV. - aprovar a celebrao dos instrumentos de gesto previstos na Clusula Stima deste

instrumento; XVI. - deliberar sobre outras matrias de natureza administrativa do CIMPLA no atribudas

competncia da Assembleia Geral e no elencadas neste artigo;

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AMPLACAPTULO V

DO CONSELHO FISCAL

CLUSULA DCIMA TERCEIRA - O Conselho Fiscal o rgo fiscalizatrio do Consrcio, responsvel por exercer, alm do disposto no Estatuto, o controle da legalidade, legitimidade e economicidade da atividade patrimonial e financeira do CIMPLA, manifestando-se na forma de parecer, com o auxlio, no que couber do Tribunal de Contas. 1 O Conselho Fiscal composto por trs membros, escolhidos pela Assembleia Geral dentre os Chefes dos Poderes Executivos. 2 o previsto nesta clusula no prejudica o controle externo a cargo do Poder Legislativo de cada ente consorciado, no que se refere aos recursos que cada um deles efetivamente entregou ou compromissou ao Consrcio. 3 A perda do mandato eletivo causa de extino automtica do mandato de membro do Conselho Fiscal, hiptese em que assumir a funo aquele que assumir a Chefia do Poder Executivo. 4 O Estatuto deliberar sobre o funcionamento do Conselho Fiscal. 5 Sem prejuzo do previsto no Estatuto do Consrcio, incumbe ao Conselho Fiscal:

I. - fiscalizar trimestralmente a contabilidade do CIMPLA; II. - acompanhar e fiscalizar, sempre que considerar oportuno e conveniente, as

operaes econmicas ou financeiras da entidade e propor ao Conselho de Administrao a contratao de auditorias ou, na omisso deste, diretamente Assembleia Geral;

III. - emitir parecer, sempre que requisitado, sobre contratos, convnios, credenciamentos, proposta oramentria, balanos e relatrios de contas em geral a serem submetidos Assembleia Geral pelo Conselho de Administrao ou pelo Diretor Executivo;

IV. - eleger entre seus pares o Presidente do Conselho Fiscal; V. - julgar, em segunda instncia, recursos relativos :

a) homologao de inscrio e de resultados de concursos pblicos; b) impugnao de edital de licitao, bem como os relativos inabilitao, desclassificao e homologao e adjudicao de seu objeto;

VI. aplicao de penalidades a funcionrios do Consrcio. 6 O Conselho Fiscal por seu Presidente e por deciso da maioria de seus membros, poder convocar o Conselho de Administrao e o Diretor Executivo para prestar informaes e tomar as devidas providncias quando forem verificadas irregularidades na escriturao contbil, nos atos de gesto financeira ou ainda inobservncia de normas legais, estatutrias ou regimentais. 7 As decises do Conselho Fiscal sero submetidas homologao da Assembleia Geral.

CAPTULO VI -

DA DIRETORIA EXECUTIVA

CLUSULA DCIMA QUARTA - A Diretoria Executiva o rgo executivo do CIMPLA. 1 A Diretoria Executiva composta por Diretor Executivo e Assessoria Jurdica. 2 Alm do previsto no Estatuto do Consrcio, compete ao Diretor Executivo:

I - receber e expedir documentos e correspondncias do Consrcio, mantendo em ordem toda a documentao administrativa e financeira do CIMPLA, bem assim zelando e responsabilizando-se pelo seu controle, organizao e arquivo; II - realizar programao dos compromissos financeiros a pagar e a receber do CIMPLA; III - executar a gesto administrativa e financeira do CIMPLA dentro dos limites do oramento aprovado pela Assembleia Geral, observada a legislao em vigor, em especial as normas da administrao pblica;

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AMPLAIV - elaborar Plano Plurianual de Investimentos, Diretrizes Oramentrias e Oramento Anual; V - elaborar a Prestao de Contas mensal, o Relatrio de Atividades e os Balanos Anuais a serem submetidos ao Conselho Fiscal e Assembleia Geral do CIMPLA; VI - elaborar a prestao de contas de projetos, convnios, contratos e congneres dos auxlios e subvenes concedidos e/ou recebidos pelo Consrcio; VII - controlar o fluxo de caixa; VIII - elaborar e analisar projetos sob a tica da viabilidade econmica, financeira e dos impactos, a fim de subsidiar processo decisrio; IX - acompanhar e avaliar projetos; X - avaliar a execuo e os resultados alcanados pelos programas e aes implementados; XI - elaborar relatrios de acompanhamento dos projetos/convnios para os rgos superiores; XII - movimentar em conjunto com o Presidente do CIMPLA ou com quem este delegar as contas bancrias e os recursos financeiros do Consrcio; XIII - providenciar e solucionar todas as diligncias solicitadas pelos rgos colegiados do Consrcio, Presidncia e Tribunal de Contas do Estado; XIV - realizar as atividades de relaes pblicas do CIMPLA, constituindo o elo de ligao do Consrcio com a sociedade civil e os meios de comunicao, segundo diretrizes e superviso do Presidente; XV - contratar, punir, dispensar ou exonerar empregados, bem como praticar todos os atos relativos a gesto dos recursos humanos, aps autorizao do Conselho de Administrao; XVI - contratar, aps prvia aprovao do Conselho de Administrao, pessoal por tempo determinado para atender necessidade temporria de excepcional interesse pblico nos termos previsto neste instrumento e no Estatuto; XVII - apresentar os assuntos relacionados Estrutura Administrativa e Recursos Humanos a serem submetidos aprovao do Conselho de Administrao; XVIII - promover todos os atos administrativos e operacionais necessrios para o desenvolvimento das atividades do Consrcio; XIX - instaurar sindicncias e processos disciplinares nos termos do Estatuto; XX - constituir comisso de licitaes do Consrcio nos termos do Estatuto; XXI - providenciar as convocaes, agendas e locais para as reunies da Assembleia Geral, Conselho de Administrao e Conselho Fiscal; XXII - participar, sem direito a voto, das reunies da Assembleia Geral e do Conselho de Administrao, e coordenar a lavratura das atas em livros prprios, os quais devero conter o registro cronolgico de todas as reunies realizadas, com indicao da data, local e hora, pauta, nome e cargo dos presentes, e todas as deliberaes adotadas em cada reunio; XXIII - elaborar os processos de licitao para contratao de bens, materiais ou prestadores de servios e a celebrao de convnios de credenciamento com entidades; XXIV - propor melhorias nas rotinas administrativas do Consrcio ao Conselho de Administrao, visando contnua reduo de custos, aumento da eficcia das aes consorciais no atingimento de suas metas e objetivos e ao emprego racional dos recursos disponveis; XXV - requisitar Presidncia seu substituto em caso de impedimento ou ausncia para responder pelo expediente e pelas atividades do CIMPLA; XXVI - propor ao Conselho de Administrao a requisio de servidores pblicos para servir ao CIMPLA. XXVII - expedir certides, declaraes, passar recibos, receber citaes e intimaes, bem como dar adequado tratamento a todos os demais documentos a serem expedidos ou recebidos relativos a matrias administrativas do CIMPLA;

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AMPLAXXVIII - responder pela execuo das compras e de fornecimentos, dentro dos limites do oramento aprovado pela Assembleia Geral. XXIX - autenticar o livro de atas das reunies da Assembleia Geral e do Conselho de Administrao;

3 Para exerccio da funo de Diretor Executivo ser exigida formao profissional de nvel superior em Administrao, Economia, Direito ou Cincias Contbeis, com experincia na rea de Administrao Pblica de cinco anos no mnimo e/ou especializao na rea. 4 Alm do previsto no Estatuto do Consrcio, compete Assessoria Jurdica:

I - exercer toda a atividade jurdica de assessoria e consultoria e o contencioso do Consrcio, inclusive representando-o judicial e extrajudicialmente em todas as causas movidas contra a instituio ou pela prpria, e inclusive perante Tribunal de Contas; II - elaborar parecer jurdico em geral; III - aprovar edital de licitao.

5 Assessoria Jurdica, relativamente s obrigaes e direitos de seus membros, aplicam-se as disposies da Lei Federal 8.906, de 04 de julho de 1994. 6 Para cumprimento das atribuies de Assessor Jurdico ser exigida formao profissional de nvel superior com regular inscrio no rgo competente, experincia na rea da Administrao Pblica de cinco anos no mnimo e/ou especializao na mesma. 7 Para o desempenho das atribuies da Diretoria Executiva fica a Assembleia Geral autorizada a prover os cargos do Diretor Executivo e de Assessor Jurdico, com remunerao estabelecida no Estatuto do CIMPLA; 8 Outras atribuies, direitos, e deveres da Diretoria Executiva podero ser definidos no Estatuto do Consorcio.

CAPTULO VII

DAS CMARAS TEMTICAS

CLUSULA DCIMA QUINTA - Podero ser institudas Cmaras Temticas para viabilizar a execuo dos objetivos do CIMPLA, cujas composies, competncias e funcionamento sero definidas no Estatuto do Consrcio.

CAPTULO VIII

DOS DEPARTAMENTOS SETORIAIS

CLUSULA DCIMA SEXTA - Os departamentos setoriais exercem as funes de execuo e apoio administrativo aos demais rgos que compem a estrutura organizacional do CIMPLA e consistem em:

I - Departamento de Contabilidade; II - Departamento de Compras e Licitaes; III - Departamento de Almoxarifado e Patrimnio; IV - Departamento de Informtica; V - Departamento de Recursos Humanos; VI - Departamento de Engenharia;

1 Para o desempenho das atribuies dos Departamentos Setoriais fica a Assembleia Geral autorizada a determinar o provimento de 1 (um) emprego pblico para cada departamento, exigida formao de nvel tcnico compatvel com a funo, exceto para os departamentos de contabilidade e engenharia, para os quais ser exigido nvel superior com regular inscrio no rgo competente, todos com vencimento que no exceda o fixado para o nvel inicial de carreira em cargo equivalente estabelecido pelo municpio sede do CIMPLA. 2 A descrio das atribuies dos Departamentos dever constar do Estatuto do Consrcio.

CAPTULO IX-

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AMPLADO REGIME JURDICO FUNCIONAL

CLUSULA DCIMA STIMA - O CIMPLA ter como regime jurdico funcional o celetista, regido pela Consolidao das Leis do Trabalho - CLT e submeter-se- ao Regime Geral de Previdncia Social. 1 Os empregos pblicos do CIMPLA sero providos mediante contratao celebrada aps concurso pblico de provas ou de provas e ttulos, e os cargos de confiana mediante livre nomeao e exonerao. 2 O Estatuto dispor sobre os procedimentos relacionados ao concurso pblico. 3 Para o exerccio das funes de competncia da Diretoria Executiva sero providos cargos de confiana, e para o desempenho das funes das Cmaras Temticas e dos Departamentos Setoriais empregos pblicos. 4 Aos empregados pblicos e aos ocupantes de cargos de confiana aplicam-se as vedaes e excees previstas na Constituio Federal relativas ao acmulo de empregos e cargos pblicos; 5 Os empregados pblicos no podem ser cedidos, inclusive para consorciados; 6 A dispensa de empregados pblicos depender de motivao prvia e dar-se- nos termos do Estatuto do Consrcio; 7 O Estatuto poder dispor sobre o exerccio do poder disciplinar e regulamentar, as atribuies administrativas, hierarquia, avaliao de eficincia, lotao, jornada de trabalho e denominao dos cargos; 8 A participao no Conselho de Administrao, Conselho Fiscal, bem como a participao dos representantes dos entes consorciados na Assembleia Geral no ser remunerada, vedado o recebimento de qualquer espcie remuneratria ou mesmo de indenizao, sendo considerado trabalho pblico relevante, inclusive na funo de Presidente do Consrcio. 9 Os empregados incumbidos da gesto do Consrcio no respondem pessoalmente pelas obrigaes contradas pelo Consrcio, salvo pelos atos cometidos em desacordo com a lei, disposies do seu Estatuto e deste Protocolo de Intenes. 10. A execuo das funes de competncia dos Departamentos Setoriais institudos neste instrumento poder ocorrer por meio de cesso de servidores ou empregados pblicos pelos Municpios consorciados ou os com ele conveniados. 11. O Estatuto prever as formas de concesso de vantagens a ser concedidas aos empregados pblicos, sejam indenizaes ou auxlios pecunirios. 12. O Conselho de Administrao poder autorizar o pagamento de gratificao de funo aos empregados pblicos, conforme previso no Estatuto. 13. Para os servidores ou empregados pblicos cedidos ao Consrcio pelos Municpios consorciados, ou os com eles conveniados, na forma e condies da legislao de cada um, bem como da Lei Federal n 11.107, de 06 de abril de 2005 e seu Decreto n 6.017, de 17 de janeiro de 2007 e deste instrumento, ser observado:

I- os servidores ou empregados pblicos recebidos em cesso mantero a percepo de remunerao do ente cedente, permanecendo no seu regime jurdico e previdencirio originrio; II - o Conselho de Administrao, levando em conta o valor da remunerao recebida no municpio de origem, poder autorizar para fins de adequao ao vencimento do emprego a ser ocupado no Consrcio, o pagamento de gratificao aos servidores cedidos pelos entes da Federao que o compem; e gratificao para ressarcimento de despesas, limitada a mdia mensal de gastos com alimentao e estadia ou deslocamento, devidamente comprovadas atravs de documento idneo; III- o pagamento de adicionais ou gratificaes, no configura vnculo novo do servidor ou empregado pblico cedido, inclusive para a apurao de responsabilidade trabalhista ou previdenciria; IV - o ente da Federao consorciado que assumiu o nus da cesso do servidor poder contabilizar os pagamentos de remunerao como crditos hbeis para operar compensao com obrigaes previstas no Contrato de Rateio.

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AMPLA 14. Observado o oramento anual do Consrcio, os vencimentos previstos para o quadro de pessoal sero revistos anualmente, sempre no ms de fevereiro, nos termos da variao do ndice Nacional de Preos ao Consumidor INPC, apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica IBGE, ou na sua ausncia, pela variao do ndice Geral de Preos de Mercado IGPM, apurado pela Fundao Getlio Vargas FGV. 15. Somente podero ocorrer contrataes por tempo determinado para atender necessidade temporria de excepcional interesse pblico nas seguintes hipteses:

a) preenchimento de emprego pblico vago, at o seu provimento por meio de concurso pblico;

b) assistncia a situaes de calamidade pblica ou de debelao de situao declaradas emergenciais;

c) combate a surtos endmicos; d) substituio de pessoal por vacncia nos casos de falecimento, aposentadoria,

exonerao e demisso, ou nos casos de licena e/ou afastamento do exerccio do cargo;

e) para atender demandas de programas e convnios; f) realizao de levantamentos cadastrais e socioeconmicos, declarados urgentes e

inadiveis; 16. As contrataes temporrias tero prazo de at um ano, podendo ser prorrogadas at atingir o prazo mximo total de dois anos. 17. O recrutamento do pessoal a ser contratado nas hipteses previstas acima, com exceo das alneas b e c, dar-se- mediante processo seletivo pblico simplificado, cujos critrios de seleo e requisitos da funo sero estabelecidos em Edital. 18. Na contratao por tempo determinado a remunerao corresponder a vencimento que no exceda o fixado para o nvel inicial de carreira em cargo equivalente estabelecido pelo municpio sede do CIMPLA. 19. O Diretor Executivo, aps autorizao do Conselho de Administrao, poder efetuar a contratao de estagirios nos termos da lei. 20. Os casos omissos sero decididos pelo Conselho de Administrao.

TTULO IV

DA GESTO ECONMICA E FINANCEIRA

CAPTULO I

DA EXECUO DAS RECEITAS E DAS DESPESAS

CLUSULA DCIMA OITAVA - A execuo das receitas e das despesas do Consrcio obedecer s normas de direito financeiro aplicveis s entidades pblicas. 1 Constituem recursos financeiros do Consrcio:

I - as contribuies mensais dos municpios consorciados aprovadas pela Assembleia Geral, expressas em Contrato de Rateio, de acordo com a Lei Federal n 11.107, de 06 de abril de 2005;

II - as tarifas provenientes dos servios prestados e os preos pblicos decorrentes do uso de bens do Consrcio;

III - os valores decorrentes da emisso de documentos de cobrana e exerccio de arrecadao de tarifas e outros preos pblicos pela prestao de servios ou pelo uso ou outorga de uso de bens pblicos por ele administrados ou, mediante autorizao especfica, pelo ente consorciado;

IV - os valores destinados a custear as despesas de administrao e planejamento; V - a remunerao de outros servios prestados pelo Consrcio aos consorciados; VI - a remunerao advinda de contratos firmados e outros instrumentos congneres;

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AMPLAVII - os auxlios, contribuies e subvenes concedidas por entidades pblicas ou privadas; VIII - os saldos do exerccio; IX - as doaes e legados; X - o produto de alienao de seus bens livres; XI - o produto de operaes de crdito; XII - as rendas eventuais, inclusive as resultantes de depsito e de aplicao financeira; XIII - os crditos e aes;

XIV - o produto da arrecadao do imposto de renda, incidente na fonte, sobre rendimentos pagos, a qualquer ttulo;

XV - os recursos voluntrios recebidos em razo de convnios, contrato de repasse, ajustes, termos de cooperao ou outros instrumentos congneres;

XVI outros rendimentos que lhe caibam por disposio legal ou contratual ou por deciso judicial.

2 Os entes consorciados somente entregaro recursos ao Consrcio: I - para o cumprimento dos objetivos estabelecidos neste Protocolo de Intenes, devidamente especificados; II - quando tenham contratado o Consrcio para a prestao de servios na forma deste; III - na forma do respectivo Contrato de Rateio.

3 vedada a aplicao de recursos entregues por meio de Contrato de Rateio, inclusive oriundos de transferncias, operao de crdito e outras operaes, para o atendimento de despesas classificadas como genricas:

a) entende-se por despesa genrica aquela em que a execuo oramentria se faz com modalidade de aplicao indefinida; b) no se considera como genrica as despesas de administrao e planejamento, desde que previamente classificadas por meio de aplicao das normas de contabilidade pblica.

4 Os contratos de rateio podero incluir dotaes que extrapolem o respectivo exerccio financeiro, desde que tenham por objeto projetos integrantes de plano plurianual. 5 Os entes consorciados respondem subsidiariamente pelas obrigaes do Consrcio. 6 O Consrcio estar sujeito fiscalizao contbil, operacional e patrimonial pelo Tribunal de Contas competente para apreciar as contas do Chefe do Poder Executivo representante legal do Consrcio, inclusive quanto legalidade, legitimidade e economicidade das despesas, atos, contratos e renncia de receitas, sem prejuzo do controle externo a ser exercido em razo de cada um dos contratos que os entes consorciados vierem a celebrar com o Consrcio. 7 As contrataes de bens, obras e servios realizados pelo Consrcio observaro as normas de licitaes pblicas, contratos pblicos e demais leis que tratam da matria. 8 No que se refere gesto associada, a contabilidade do Consrcio dever permitir que se reconhea a gesto econmica e financeira de cada servio em relao a cada um de seus titulares:

I - anualmente dever ser apresentado demonstrativo que indique: a) o investido e arrecadado em cada servio, inclusive os valores de eventuais subsdios

cruzados; b) a situao patrimonial, especialmente quais bens que cada Municpio adquiriu

isoladamente ou em condomnio para a prestao dos servios de sua titularidade e a parcela de valor destes bens que foi amortizada pelas receitas emergentes da prestao de servios.

9 Com o objetivo de permitir o atendimento dos dispositivos da Lei Complementar 101/2000 o Consrcio fornecer as informaes financeiras necessrias para que sejam consolidadas nas contas dos entes consorciados, todas as receitas e despesas realizadas, de forma a que possam ser contabilizadas nas contas de cada ente consorciado na conformidade dos elementos econmicos e das atividades ou projetos atendidos. 10. Todas as demonstraes financeiras sero publicadas no stio que o Consrcio mantiver na rede mundial de computadores internet.

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AMPLA 11. Com o objetivo de receber transferncia de recursos ou realizar atividades e servios de interesse publico, o Consrcio fica autorizado a celebrar convnios com entidades governamentais ou privadas, nacionais ou estrangeiras. 12. A contabilidade do Consrcio ser realizada, sobretudo, de acordo com as normas de contabilidade pblica, em especial a Lei Federal n 4.320/64 e Lei Complementar Federal n 101/2000.

CAPTULO II

DAS LICITAES E CONTRATOS

CLUSULA DCIMA NONA - Sob pena de nulidade do contrato e responsabilidade de quem lhe deu causa, todas as contrataes diretas fundamentadas no disposto nos incisos I e II do art. 24 da Lei n. 8.666, de 21 de junho de 1993, observaro o disposto na legislao federal respectiva e sero instauradas por deciso do Diretor Executivo e/ou do Presidente. 1 Todas as licitaes tero publicidade nos casos e formas previstos na legislao federal de regncia. 2 Sob pena de nulidade do contrato e de responsabilidade de quem deu causa contratao, as licitaes observaro estritamente os procedimentos estabelecidos na legislao de normas gerais em vigor, sendo instauradas pelo Diretor Executivo e/ou pelo Presidente, podendo haver delegao, ainda, ao Presidente da Comisso de Licitao, sendo que o Conselho Fiscal poder, em qualquer fase do procedimento, solicitar esclarecimentos e, por maioria de dois teros de seus membros, poder determinar que o procedimento licitatrio tenha o seu trmite suspenso, at que os esclarecimentos sejam considerados satisfatrios. 3 Todos os contratos sero publicados conforme dispuser a legislao federal respectiva. 4 Qualquer cidado, independentemente de demonstrao de interesse, tem o direito de ter acesso aos documentos sobre a execuo e pagamento de contratos celebrados pelo Consrcio. 5 O Conselho Fiscal poder, em qualquer fase do procedimento, solicitar esclarecimentos e, por maioria de dois teros de seus membros, poder determinar que a execuo do contrato seja suspensa, at que os esclarecimentos sejam considerados satisfatrios.

CAPTULO III

DO PATRIMNIO

CLUSULA VIGSIMA Constituem patrimnio do CIMPLA: I - os bens e direitos que vier a adquirir a qualquer ttulo; II - os bens e direitos que lhe forem doados por entidades publicas, privadas e por

particulares. 1 A Alienao, aquisio e onerao dos bens que integram o patrimnio do Consrcio ser submetida apreciao da Assembleia Geral, que a aprovar pelo voto de 2/3 (dois teros) dos prefeitos dos municpios consorciados, presente a maioria absoluta, na Assembleia Geral convocada especialmente para este fim; 2 A alienao de bens mveis inservveis depender apenas de aprovao do Conselho de Administrao.

TTULO V

DA AUTORIZAO PARA GESTO ASSOCIADA DE SERVIOS PBLICOS

CLUSULA VIGSIMA PRIMEIRA Fica autorizada a gesto associada por meio do CIMPLA dos servios pblicos que constituem os objetivos previstos na Clusula Quinta deste ajuste.

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AMPLA 1 A gesto associada autorizada nesta clusula refere-se ao planejamento, regulao e fiscalizao e, nos termos de contrato de programa, prestao dos servios, e se dar de acordo com as diretrizes bsicas estabelecidas em deciso da Assembleia Geral. 2 A gesto associada abranger somente os servios prestados nos territrios dos entes que efetivamente se consorciarem, excluindo-se o territrio do municpio a que a lei de ratificao tenha aposto reserva para o excluir da gesto associada de servios pblicos. 3 Fica o Consrcio autorizado a licitar e contratar concesso, permisso ou autorizar a prestao dos servios pblicos objeto de gesto associada, cujos critrios tcnicos de clculo do valor das tarifas e de outros preos pblicos, bem como os critrios gerais a serem observados em seu reajuste ou reviso sero aprovados pela Assembleia Geral. 4 Autoriza-se ainda a transferncia ao Consrcio do exerccio de outras competncias referentes ao planejamento, execuo, regulao e fiscalizao de servios pblicos objeto de gesto associada.

TTULO VI -

DO CONTRATO DE PROGRAMA

CLUSULA VIGSIMA SEGUNDA - Ao Consrcio permitido celebrar Contrato de Programa para prestar servios pblicos por meios prprios ou por meio de terceiros, sob sua gesto administrativa ou contratual:

I. - o disposto nesta clusula permite que, nos contratos de programa celebrados pelo Consrcio, se estabelea a transferncia total ou parcial de encargos, servios, pessoal ou de bens necessrios continuidade dos servios transferidos.

II. - o Consrcio tambm poder celebrar Contrato de Programa com Autarquias, Fundaes e demais rgos da administrao direta ou indireta dos entes consorciados.

1 So clusulas necessrias do Contrato de Programa celebrado pelo Consrcio Pblico, observando-se necessariamente a legislao correspondente, as que estabeleam:

I. - o objeto, a rea e o prazo da gesto associada de servios pblicos, inclusive a operada com transferncia total ou parcial de encargos, servios, pessoal e bens essenciais continuidade dos servios;

II. - o modo, forma e condies de prestao dos servios; III. - os critrios, indicadores, frmulas e parmetros definidores da qualidade dos

servios; IV. - o clculo de tarifas, taxas e de outros preos pblicos na conformidade da regulao

dos servios a serem prestados; V. - procedimentos que garantam transparncia da gesto econmica e financeira de

cada servio em relao a cada um de seus titulares; VI. possibilidade de emisso de documento de cobrana e de exerccio da atividade de

arrecadao de tarifas e preos pblicos; VII. - os direitos, garantias e obrigaes do titular e do Consrcio, inclusive os

relacionados s previsveis necessidades de futura alterao e expanso dos servios e consequente modernizao, aperfeioamento e ampliao dos equipamentos e instalaes;

VIII. - os direitos e deveres dos usurios para obteno e utilizao dos servios; IX. - a forma de fiscalizao das instalaes, dos equipamentos, dos mtodos e das

prticas de execuo dos servios, bem como a indicao dos rgos competentes para exerc-las;

X. - as penalidades e sua forma de aplicao; XI. - os casos de extino;

XII. - os bens reversveis;

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AMPLAXIII. - os critrios para o clculo e a forma de pagamento das indenizaes devidas ao

Consrcio relativas aos investimentos que no foram amortizados por receitas emergentes da prestao dos servios;

XIV. - a obrigatoriedade, forma e periodicidade da prestao de contas do Consrcio ao titular dos servios;

XV. - a periodicidade em que o Consrcio dever publicar demonstraes financeiras sobre a execuo do contrato;

XVI. - o foro e o modo amigvel de soluo das controvrsias contratuais. 2 No caso de a prestao de servios ser operada por transferncia total ou parcial de encargos, servios, pessoal e bens essenciais continuidade dos servios transferidos, tambm so necessrias as clusulas que estabeleam:

I - os encargos transferidos e a responsabilidade subsidiria da entidade que os transferiu; II - as penalidades no caso de inadimplncia em relao aos encargos transferidos; III - o momento de transferncia dos servios e os deveres relativos sua continuidade; IV - a indicao de quem arcar com o nus e os passivos do pessoal transferido; V - a identificao dos bens que tero apenas a sua gesto e administrao transferidas e o preo dos que sejam efetivamente alienados ao contratado; VI - o procedimento para o levantamento, cadastro e avaliao dos bens reversveis que vierem a ser amortizados mediante receitas de tarifas ou outras emergentes da prestao dos servios.

3 Os bens vinculados aos servios pblicos sero de propriedade do Municpio contratante, sendo onerados por direitos de explorao que sero exercidos pelo Consrcio pelo perodo em que vigorar o Contrato de Programa. 4 Nas operaes de crdito contratadas pelo Consrcio para investimentos nos servios pblicos dever se indicar o quanto corresponde aos servios de cada titular, para fins de contabilizao e controle. 5 Receitas futuras da prestao de servios podero ser entregues como pagamento ou como garantia de operao de crdito ou financeiras para a execuo dos investimentos previstos no contrato. 6 A extino do Contrato de Programa depender do prvio pagamento das indenizaes eventualmente devidas, especialmente das referentes economicidade e viabilidade da prestao dos servios pelo Consrcio, por razes de economia de escala ou de escopo. 7 O Contrato de Programa continuar vigente nos casos de:

I - o titular se retirar do Consrcio ou da gesto associada; II - extino do Consrcio.

8 Os contratos de programa sero celebrados mediante dispensa de licitao, incumbindo ao Municpio contratante obedecer fielmente s condies e procedimento previstos na legislao de regncia. 9 No caso de desempenho de servios pblicos pelo Consrcio, o planejamento, a regulao e fiscalizao no poder ser exercida por ele mesmo.

TTULO VII

DA ALTERAO, RETIRADA, EXCLUSO E EXTINO

CLUSULA VIGSIMA TERCEIRA - A alterao do presente Protocolo de Intenes depender de instrumento aprovado pela Assembleia Geral, ratificado mediante lei por todos os entes consorciados. CLUSULA VIGSIMA QUARTA - A retirada do ente consorciado do CIMPLA depender de ato formal de seu representante na Assembleia Geral, nos termos do presente Protocolo de Intenes e na forma previamente disciplinada por lei especfica pelo ente retirante:

I - a retirada no prejudicar as obrigaes j constitudas entre o consorciado que se retira e o Consrcio e/ou os demais consorciados;

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AMPLAII - os bens destinados ao Consrcio pelo consorciado que se retira no sero revertidos ou retrocedidos, excetuadas as hipteses de:

a) deciso de 2/3 (dois teros) dos entes federativos consorciados do Consrcio, manifestada em Assembleia Geral;

b) expressa previso no instrumento de transferncia ou de alienao; c) reserva da lei de ratificao que tenha sido regularmente aprovada pelos demais

subscritores do Protocolo de Intenes ou pela Assembleia Geral do Consrcio. CLUSULA VIGSIMA QUINTA - A excluso de ente consorciado s admissvel havendo justa causa. 1 So hipteses de excluso de ente consorciado, observada, necessariamente, a legislao respectiva:

I - a no incluso, pelo ente consorciado, em sua lei oramentria ou em crditos adicionais, de dotaes suficientes para suportar as despesas que, nos termos do oramento do Consrcio pblico, prev-se devam ser assumidas por meio de Contrato de Rateio; II - a falta de repasse parcial ou total, por prazo superior a 90 (noventa) dias, dos valores referentes ao Contrato de Rateio; III - a subscrio de Protocolo de Intenes para constituio de outro Consrcio com finalidades iguais ou, a juzo da maioria da Assembleia Geral, assemelhadas ou incompatveis; IV - a existncia de motivos graves, reconhecidos, em deliberao fundamentada, pela maioria absoluta dos presentes Assembleia Geral especialmente convocada para esse fim;

V - a excluso somente ocorrer aps prvia suspenso por 60 (sessenta) dias, perodo em que o ente consorciado poder se reabilitar;

2 O Estatuto poder prever outras hipteses de excluso. 3 O Estatuto estabelecer o procedimento administrativo para a aplicao da pena de excluso, respeitado o direito ampla defesa e ao contraditrio:

I - a aplicao da pena de excluso dar-se- por meio de deciso da Assembleia Geral; II - nos casos omissos, e subsidiariamente, ser aplicado o procedimento previsto na legislao prpria; III - da deciso que decretar a excluso caber recurso de reconsiderao dirigido Assembleia Geral, o qual no ter efeito suspensivo, e ser interposto no prazo de 10 (dez) dias contados da cincia da deciso.

4 Eventuais dbitos pendentes de ente consorciado excludo e no pagos no prazo de 30 (trinta) dias a contar da data de excluso sero objeto de ao de execuo que ter por ttulo extrajudicial o Contrato de Rateio ou outro que houver sido descumprido. 5 A excluso no prejudicar as obrigaes j constitudas entre o consorciado excludo e o Consrcio e/ou os demais consorciados. 6 Os bens destinados ao Consrcio pelo consorciado excludo no sero revertidos ou retrocedidos, excetuadas as hipteses de:

I - deciso de 2/3 (dois teros) dos entes federativos consorciados do Consrcio, manifestada em Assembleia Geral; II - expressa previso no instrumento de transferncia ou de alienao; III - reserva da lei de ratificao que tenha sido regularmente aprovada pelos demais subscritores do Protocolo de Intenes ou pela Assembleia Geral do Consrcio.

CLUSULA VIGSIMA SEXTA - A extino do Contrato de Consrcio Pblico depender de instrumento aprovado pela Assembleia Geral, ratificado mediante lei por todos os entes consorciados. 1 Em caso de extino:

I - os bens, direitos, encargos e obrigaes decorrentes da gesto associada de servios pblicos custeados por tarifas ou outra espcie de preo pblico sero atribudos aos titulares dos respectivos servios;

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AMPLAII sendo que os demais bens e direitos mediante deliberao da Assembleia Geral sero alienados, se possvel, e seus produtos rateados em cota-partes iguais aos consorciados; III - at que haja deciso que indique os responsveis para cada obrigao, os entes consorciados respondero solidariamente pelas obrigaes remanescentes, garantido o direito de regresso em face dos entes beneficiados ou dos que deram causa obrigao.

2 Com a extino, o pessoal cedido ao Consrcio pblico retornar aos seus rgos de origem. 3 O CIMPLA ser extinto por deciso da Assembleia Geral, em reunio extraordinria especialmente convocada para esse fim e pelo voto de no mnimo 2/3 (dois teros) dos membros consorciados. 4 No caso de extino do Consrcio, os bens prprios e recursos do CIMPLA revertero ao patrimnio dos consorciados proporcionalmente aos investimentos feitos na entidade, apurados conforme Contrato de Rateio.

TTULO VIII

DAS DISPOSIES GERAIS E TRANSITRIAS

CAPTULO I

DAS DISPOSIES GERAIS

CLUSULA VIGSIMA STIMA - Nas hipteses de criao, fuso, incorporao ou desmembramento que atinjam entes consorciados ou subscritores do Protocolo de Intenes, do Contrato de Consrcio Pblico e alteraes, os novos entes da Federao sero automaticamente tidos como consorciados ou subscritores. CLUSULA VIGSIMA OITAVA - Alm do Consrcio, qualquer ente consorciado, quando adimplente com suas obrigaes, parte legtima para exigir o pleno cumprimento das clusulas previstas no presente Protocolo de Intenes. CLUSULA VIGSIMA NONA - O CIMPLA obedecendo ao princpio da publicidade, publicar na imprensa oficial ou jornal de circulao regional as decises que digam respeito a terceiros e as de natureza oramentria, financeira ou contratual, inclusive as que digam respeito admisso de pessoal, bem como permitir que qualquer do povo tenha acesso a suas reunies e aos documentos que produzir, salvo, nos termos da lei, os considerados sigilosos por prvia e motivada deciso. 1 O Protocolo de Intenes e suas alteraes devero ser publicados na imprensa oficial:

I - a publicao do Protocolo de Intenes poder dar-se de forma resumida, desde que a publicao indique o local e o stio da rede mundial de computadores Internet - em que se poder obter seu texto integral.

2 O CIMPLA possuir stio na rede mundial de computadores Internet onde passar a dar publicidade a todos os atos mencionados nos pargrafos anteriores. CLUSULA TRIGSIMA - O Consrcio ser regido pelas normas de Direito Pblico, sobretudo de ndole constitucional, pelo disposto na Lei n 11.107, de 6 de abril de 2005, e seu regulamento, pelas disposies do seu Estatuto e do presente Protocolo de Intenes, bem como pelas leis ratificadoras, as quais se aplicam somente aos entes federativos que as emanaram. 1 A interpretao do disposto neste Protocolo de Intenes dever ser compatvel com o exposto na lei de regncia e com os seguintes princpios:

I - respeito autonomia dos Entes federativos consorciados, pelo que o ingresso ou retirada do Consrcio depende apenas da vontade de cada ente federativo, sendo vedado que se lhe oferea incentivos para o ingresso; II - solidariedade, em razo da qual os entes consorciados se comprometem a no praticar qualquer ato, comissivo ou omissivo, que venha a prejudicar a boa implementao de qualquer dos objetivos do Consrcio;

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AMPLAIII - eletividade de todos os rgos dirigentes do Consrcio; IV - transparncia, pelo que no se poder negar que o Poder Executivo ou Legislativo de ente federativo consorciado tenha o acesso a qualquer reunio ou documento do Consrcio; V - eficincia, o que exigir que todas as decises do Consrcio tenham explcita e prvia fundamentao tcnica que demonstrem sua viabilidade e economicidade. VI - respeito aos demais princpios da administrao pblica, de modo que todos os atos executados pelo CIMPLA sejam coerentes principalmente com os princpios da legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade.

2 O exerccio fiscal coincidir com o ano civil para efeitos de atendimento s normas de contabilizao do Consrcio. 3 Os casos omissos sero resolvidos pela Assembleia Geral, observando-se os princpios da legislao aplicvel aos Consrcios pblicos e Administrao Pblica em geral.

CAPTULO II

DAS DISPOSIES TRANSITRIAS

CLUSULA TRIGSIMA PRIMEIRA - O CIMPLA utilizar, em regime de cooperao, mediante convnio sem nus para o Consrcio, a estrutura administrativa da Associao dos Municpios da Microrregio do Planalto de Arax AMPLA e respectivo corpo tcnico, enquanto no dispuser das condies financeira, operacional e estrutural mnima para efetivao de seu funcionamento como forma de garantir a execuo de seus objetivos. CLUSULA TRIGSIMA SEGUNDA - A Assembleia Geral de instalao do Consrcio ser convocada pelo Presidente da AMPLA, por designao ad hoc dos entes subscritores, no prazo de at 30 (trinta) dias, a partir de sua constituio, na forma definida no presente instrumento. 1 A Assembleia Geral de Instalao ser presidida pelo Prefeito Municipal mais idoso a ela presente, e, caso decline, pelo aprovado por aclamao. 2 Instalada a Assembleia, proceder-se- eleio do Presidente e Vice-Presidente e dos membros dos Conselhos de Administrao e Fiscal, observadas as disposies do presente Protocolo de Intenes. 3 O mandato dos eleitos na Assembleia de instalao vigorar at o dia 31 de dezembro do exerccio em curso e para o binio 2014 e 2015.. CLUSULA TRIGSIMA TERCEIRA Para dirimir eventuais controvrsias deste Protocolo de Intenes, fica eleito o foro da Comarca de Arax-MG, com renncia de qualquer outro por mais privilegiado que seja. CLUSULA TRIGSIMA QUARTA Este Protocolo de Intenes ser subscrito em uma nica via pelos Prefeitos Municipais abaixo assinados, ficando aos cuidados da AMPLA at a constituio do Consrcio. Pargrafo nico. Para fins de ratificao do presente pelas Cmaras Municipais, este ser reproduzido por meio de cpia eletrnica a servir de anexo aos respectivos Projetos de Leis.

Arax , 19 de dezembro de 2013

Dr. Jeov Moreira da Costa Prefeito de Arax

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AMPLAClaudio Donizete Freire Prefeito de Campos Altos Helio Paiva da Silveira Prefeito de Ibi Manuel Mouro Bahia Prefeito de Medeiros Lyndon Johnson Campos Prefeito de Pedrinopolis Eng. Fernando Marangoni Prefeito de Perdizes Jos Joaquim Pereira Prefeito de Pratinha Lavater Pontes Junior Prefeito de Tapira