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  • Ajustar a lombada

  • MOTOR ELTRICOGUIA BSICO

    2009

  • M919

    Motor eltrico: guia bsico / Eletrobrs [et al.]. Braslia : IEL/NC, 2009.

    190 p. : il.

    ISBN 978-85-87257-30-7

    1. Motor eltrico 2. Energia 3. Eficincia energtica. I. Eletrobrs II. CNI Confederao Nacional da Indstria

    III. IEL Ncleo Central IV. Ttulo.

    CDU: 621.313.13

    2008. CNI Confederao Nacional da IndstriaIEL Ncleo CentralELETROBRS Centrais Eltricas Brasileiras S.A.Qualquer parte desta obra poder ser reproduzida, desde que citada a fonte.

    INSTITUTO EUVALDO LODI IEL/Ncleo CentralSetor Bancrio Norte, Quadra 1, Bloco BEdifcio CNC70041-902 Braslia DFTel 61 3317-9080Fax 61 3317-9360www.iel.org.br

    CNIConfederao Nacional da Indstria Setor Bancrio Norte, Quadra 1, Bloco C Edifcio Roberto Simonsen 70040-903 Braslia DF Tel 61 3317- 9001 Fax 61 3317- 9994 www.cni.org.brServio de Atendimento ao Cliente SACTels 61 3317-9989 / 61 3317-9992sac@cni.org.br

    ELETROBRS Centrais Eltricas Brasileiras S.A.Av. Presidente Vargas, 409, 13 andar, Centro 20071-003 Rio de Janeiro RJ Caixa Postal 1639Tel 21 25145151www.eletrobras.comeletrobr@eletrobras.com

    PROCEL Programa Nacional de Conservao de Energia EltricaAv. Rio Branco, 53, 14 , 15, 19 e 20 andaresCentro, 20090-004 Rio de Janeiro RJ www.eletrobras.com/procelprocel@eletrobras.comLigao Gratuita 0800 560 506

    PROCEL INDSTRIA Eficincia Energtica IndustrialAv. Rio Branco, 53, 15 andar, Centro20090-004 Rio de Janeiro RJFax 21 2514-5767 www.eletrobras.com/procelprocel@eletrobras.comLigao Gratuita 0800 560 506

  • Equipe Tcnica

    ELETROBRS / PROCEL

    Equipe PROCEL INDSTRIAAlvaro Braga Alves PintoBrulio Romano MottaCarlos Aparecido FerreiraCarlos Henrique MoyaHumberto Luiz de OliveiraLucas Vivaqua DiasMarlia Ribeiro SperaRoberto PifferRoberto Ricardo de Araujo Goes

    ColaboradoresGeorge Alves SoaresVanda Alves dos Santos

    CONFEDERAO NACIONAL DA INDUSTRIA CNIDIRETORIA EXECUTIVA DIREX

    DiretorJos Augusto Coelho Fernandes

    Diretor de OperaesRafael Esmeraldo Lucchessi Ramacciotti

    Diretor de Relaes InstitucionaisMarco Antonio Reis Guarita

    Unidade de Competitividade Industrial COMPI

    Gerente-ExecutivoMaurcio Otvio Mendona Jorge

    Gerente de Infra-EstruturaWagner Ferreira Cardoso

    Coordenao TcnicaRodrigo Sarmento Garcia

    SUPERINTENDNCIA DE SERVIOS COMPARTILHADOS SSCrea Compartilhada de Informao e Documentao ACIND

    NormalizaoGabriela Leito

    INSTITUTO EUVALDO LODI IEL / NCLEO CENTRAL

    Gerente-Executivo de OperaesJlio Cezar de Andrade Miranda

    Gerente de Desenvolvimento Empresarial GDEDiana de Mello Jungmann

    Coordenao TcnicaPatrcia Barreto Jacobs

    Gerente de Relaes com o Mercado GRMOto Morato lvares

    Responsvel TcnicoAna Amlia Ribeiro Barbosa

    SENAI / DN

    Gerente-Executivo da Unidade de Educao Profissional UNIEPAlberto Borges de Arajo

    Apoio TcnicoDiana Freitas Silva Nri

    Gerente-Executiva da Unidade de Relaes com o Mercado UNIREMMnica Crtes de Domnico

    SENAI / SP

    Centro de Treinamento SENAI Comendador Santoro Mirrone Indaiatuba

    ConteudistaAlberto Washington Diniz

    Estruturao do ContedoRegina Clia Roland Novaes

    Coordenao do Projeto pelo SENAI / SPJos Luiz Chagas Quirino

    Superviso PedaggicaRegina Averbug

    Editorao EletrnicaLink Design

    Reviso GramaticalMarluce Moreira Salgado

    CONFEDERAO NACIONAL DA INDSTRIA CNI

    PresidenteArmando de Queiroz Monteiro Neto

    INSTITUTO EUVALDO LODI IEL / NCLEO CENTRAL

    Presidente do Conselho SuperiorArmando de Queiroz Monteiro Neto

    Diretor-GeralPaulo Afonso Ferreira

    SuperintendenteCarlos Roberto Rocha Cavalcante

    ELETROBRS / PROCEL

    Presidncia Jos Antnio Muniz Lopes

    Diretoria de TecnologiaUbirajara Rocha Meira

    Departamento de Projetos de Eficincia EnergticaFernando Pinto Dias Perrone

    Diviso de Eficincia Energtica na Indstria e ComrcioMarco Aurlio Ribeiro Gonalves Moreira

  • SUMRIO

    Apresentao

    Captulo 1 Motores eltricos acionados por corrente contnua 15Motor eltrico 16

    Motores acionados por corrente contnua 18Funcionamento do motor de corrente contnua 20 Tipos de motores de corrente contnua 22 Motor de m permanente 23 Motor de campo srie 24 Motor de campo paralelo (shunt) 24 Motor de excitao independente 25 Motor composto (compound) 26

    Captulo 2 Motores para aplicaes especiais 31Motor universal 32 Caractersticas de funcionamento do motor universal 35 Funcionamento do motor universal 36

    Motor de passo (step motor) 37 Aplicaes dos motores de passo 39

    Captulo 3 Motores acionados por corrente alternada 43Motores de corrente alternada (CA) 44

    Motor ou gerador sncrono 46Componentes 47Princpio de funcionamento 47 Caracterstica de operao dos motores sncronos 48 Motores monofsicos sncronos 49

    Motores assncronos 49

    Motores monofsicos assncronos 49 Componentes do motor monofsico assncrono 49 Princpio de funcionamento do motor monofsico assncrono 50 Motor de campo distorcido ou plos fendidos (shaded pole) 51

  • Motores monofsicos de fase auxiliar 54 Motor de fase dividida (split-phase) 54 Motor com capacitor de partida (capacitor-start) 56 Motor de capacitor permanente (permanent-split) 57 Motor com dois capacitores (two-value capacitor) 58

    Motor linear 59

    Motor de induo trifsico de rotor bobinado 60 Componentes 61 Caractersticas do motor trifsico de rotor bobinado 62

    Motor de induo trifsico de rotor gaiola de esquilo 64Componentes 65 Princpio de funcionamento 67

    Captulo 4 Motor de induo trifsico de rotor gaiola de esquilo 75Motor de induo 77 Caractersticas bsicas do motor de induo 78 Tipos de ligaes 80Funcionamento 81Caractersticas do motor trifsico de induo rotor gaiola de esquilo 81Potncia nominal 82 Fator de servio 84 Tenso nominal 85 Corrente nominal 86 Freqncia nominal 87 Escorregamento 87 Torque (ou conjugado) nominal 87 Conjugado de partida 88 Caractersticas de partida 88 Velocidade nominal 90 Rendimento 90 Perdas 91

  • Motor de alto rendimento 92Reduo das perdas 92 Perdas nos ncleos 93 Perdas mecnicas 94 Perdas por efeito Joule no estator 94 Perdas por efeito Joule no rotor 95 Perdas suplementares 96 O motor de alto rendimento segundo a NBR 7094 97 Linha padro 98 Linha de alto rendimento 99

    Captulo 5 Normas e ensaios de motores eltricos de induo 105

    Normalizao 107Normas tcnicas brasileiras 108 Normas para eletricidade e eletrnica 109

    Normas ABNT para os motores trifsicos de induo de rotor gaiola de esquilo 111

    Ensaios em motores trifsicos de induo de rotor gaiola de esquilo 113Ensaios de rotina 114 Ensaios de tipo 114 Ensaios especiais 115 Ensaios de laboratrio 115 Ensaios de determinao do rendimento 115 Ensaios de campo 116

    Captulo 6 Placa de identificao do motor 121

    Dados da placa para motores trifsicos de induo de rotor gaiola de esquilo 122

  • Motor sem identificao 136

    Condies ambientais 137 Condies ambientais especiais 139

    reas classificadas 140Critrios de classificao das reas classificadas 140 Condies de temperatura 141 Temperatura ambiente 141 Temperatura mxima de superfcie 142 Tipos de motores para utilizao em reas classificadas 142

    Captulo 7 Uso eficiente do motor eltrico na indstria 147

    Consumo de energia eltrica no Brasil 148

    Causas do desperdcio de energia no uso de motores eltricos 151Perdas internas 151 Distribuio das perdas 154 Rendimento 154 Superdimensionamento dos motores 155 Fator de potncia 156 Rede de alimentao 158 Nvel da tenso de alimentao 158 Desequilbrio de tenses de fase 159 Variao da freqncia de alimentao 160 Presena de harmnicos 161

    Proteo 163 Proteo contra curto-circuito 163 Proteo contra excesso de temperatura 163

    Manuteno e perdas mecnicas 165Cuidados com a limpeza 165 Cuidados com os rolamentos ou mancais 166 Inspeo das conexes eltricas 167Cargas axiais e radiais em sistemas de transmisso mecnica 168 Reparo e recondicionamento 169

  • Referncias 173

    Anexo 177 Decreto n 4.508, de 11 de dezembro de 2002 177Portaria Interministerial MME/MCT/MDIC n 553 187

  • Obter a eficincia energtica significa utilizar processos e equipamen-tos que sejam mais eficientes, reduzindo o desperdcio no consumo de energia eltrica, tanto na produo de bens como na prestao de ser-vios, sem que isso prejudique a sua qualidade.

    necessrio conservar e estimular o uso eficiente da energia eltrica em todos os setores socioeconmicos do Brasil, sendo de grande importncia para o pas a adoo efetiva de medidas de economia de energia e o conseqente impacto destas aes. Neste cenrio destaca-se a indstria, no s pelo elevado potencial de conservao de energia do seu parque como tambm pela sua capacidade produtiva como fornecedora de produtos e servios para o setor eltrico.

    No mbito das aes que visam criar programas de capacitao voltados para a obteno de eficincia energtica no setor industrial, inclui-se o Curso de Forma-o de Agentes Industriais de Nvel Mdio em Otimizao de Sistemas Motrizes. Este curso tem como objetivo capacitar agentes industriais, tornan

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