águas residuais

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<ul><li> 1. </li></ul> <p> 2. </p> <ul><li>ETARs so estaes que tratam as guas residuais de origem domstica e/ou industrial, comummente chamadas de esgotos sanitrios ou despejos industriais , para depois serem escoadas para o os oceanos ou rios com um nvel de poluio aceitvel, atravs de um emissrio, conforme a legislao vigente para o meio ambiente receptor. </li></ul> <ul><li>Numa ETAR as guas residuais passam por vrios processos de tratamento com o objectivo de separar ou diminuir a quantidade da matria poluente da gua .</li></ul> <p> 3. </p> <ul><li>So provenientes de zonas residenciais, zonas de servio e outras instalaes comerciais, ou seja so todas as guas que ns rejeitamos como resultado da sua utilizao para diversos fins. </li></ul> <ul><li>Sendo compostas por uma quantidade aprecivel de matrias poluentes. </li></ul> <ul><li>Decreto-Lei n. 207/94 de 8 de Agostosistemas de distribuio pblica e predial de gua e de drenagem pblica e predial de guas residuais, adiante designados sistemas, de forma que seja assegurado o seu bom funcionamento global, preservando-se a segurana, a sade pblica e o conforto dos utentes. </li></ul> <p> 4. </p> <ul><li>As guas residuais so tratadas em locais prprios, nas Estaes de Tratamento de guas Residuais (ETAR).</li></ul> <ul><li>Para isso necessrio recolher todas as guas residuais produzidas nas habitaes e transport-las at ETAR.</li></ul> <p> 5. </p> <ul><li>guas Residuais Domsticas as guas residuais de servios e instalaes residenciais e essencialmente provenientes do metabolismo humano e de actividades domsticas;</li></ul> <ul><li>Artigo 5 - Legislao aplicvel </li></ul> <ul><li>Em tudo o que este Regulamento for omisso aplicvel a demais legislao em vigor, designadamente o Decreto-Lei n 207/94 de 6 de Agosto e o Decreto Regulamentar n 23/95 de 23 de Agosto. </li></ul> <p> 6. </p> <ul><li>guas Residuais Industriaisas guas residuais provenientes de qualquer tipo de actividade que no possam ser classificadas como guas residuais domsticas nem sejam guas pluviais; ou seja so as provenientes dos processos de fabrico. </li></ul> <ul><li>Decreto-Lei n 207/94 de 6 de Agosto e o Decreto Regulamentar n 23/95 de 23 de Agostoque respeita a lei de bases do ambiente no seu Capitulo I artigo 5 pontos 1 e 2. </li></ul> <p> 7. </p> <ul><li>guas Residuais de Infiltraoresultam da infiltrao nos colectores de gua existentes nos terrenos; </li></ul> <ul><li>guas pluviaisresultam das chuvas, lavagens de pavimentos, rega, etc. </li></ul> <ul><li>Portaria n. 895/94 de 3 de Outubro </li></ul> <ul><li>As caractersticas de toxicidade de determinadas substncias, a que se alia, muitas vezes, elevado potencial de persistncia e bioacumulao, tornam necessrio um controlo estrito das emisses para o ambiente, em particular para o meio aqutico. </li></ul> <ul><li>Numa perspectiva de proteco dos recursos hdricos, que, sendo um componente fundamental do ambiente biofsico, so indispensveis ao desenvolvimento da sociedade humana, fundamental actuar preventivamente sobre as principais fontes de poluio e exercer uma vigilncia activa dos meios receptores, de forma que no acarrete aumento de poluio por essas substncias noutros meios, designadamente no solo e no ar. </li></ul> <p> 8. Ser que qualquer tipo de guas residuais podem ser lanadas nos esgotos? </p> <ul><li>Nem todas as guas residuais podem ser lanadas nos esgotos, como acontece em certas Industrias qumicas, refinarias, fabricas de gs de cidade, fabricas de galvanizao e decapagem de metal e oficinas de pintura em que os efluentes contm matrias potencialmente txicos se descarregados para o meio hdrico ou colector. </li></ul> <p> 9. () </p> <ul><li>Os resduos e efluentes devem ser recolhidos, armazenados, transportados, eliminados ou reutilizados de tal forma que no constituam perigo imediato ou potencial para a sade humananem causem prejuzo para o ambiente deste modo a descarga de resduos e efluentes s pode ser efectuada em locais determinados para o efeito pelas entidades competentes e nas condies previstas na autorizao concedida. </li></ul> <ul><li>DecretoLei n11/87 de 7 de Abril, que respeita a lei de bases do ambiente no seu Capitulo III artigo 24. pontos 4 e 5 </li></ul> <p> 10. </p> <ul><li> totalmente interdito enviar para as redes de drenagem de guas residuais, seja qual for o sistema, directamente ou por meio de canalizao domiciliaria de:</li></ul> <ul><li>matrias inflamveis ou explosivos; </li></ul> <ul><li>As matrias radioactivas cuja concentrao as entidades competentes considerem inaceitveis; </li></ul> <ul><li>Efluentes de instalao hospitalares ou laboratoriais que, pela sua composio qumica ou natureza microbiolgica, sejam perigosos para a sade publica e afectem a conservao das tubagens e acessrios. </li></ul> <p> 11. </p> <ul><li>Portaria n. 624/90, de 4 de Agosto </li></ul> <ul><li>(Aprova as normas de descarga de guas residuais provenientes de habitaes </li></ul> <ul><li>isoladas, de aglomerados urbanos e de todos os sectores de actividade humana) </li></ul> <ul><li>Rectificao publicada no Suplemento ao DR. de 29 de Setembro de 1990; </li></ul> <ul><li>Portaria n. 810/90, de 10 de Setembro </li></ul> <ul><li>(Aprova as normas de descarga de guas residuais provenientes de todas as exploraes de suinicultura); </li></ul> <p> 12. </p> <ul><li>Portaria n. 505/92, de 19 de Junho </li></ul> <ul><li>(Estabelece as normas de descarga de guas residuais do sector da pasta de celulose se destine posteriormente ao fabrico de papel ou ao mercado, e tambm a todos os estabelecimentos industriaisde metal, oficinas de pintura) etc; </li></ul> <ul><li>Portaria n. 512/92, de 22 de Junho(Estabelece as normas de descarga de guas residuais do sector dos curtumes) </li></ul> <ul><li>Portaria n. 1030/93, de 14 de Outubro(Estabelece as normas de descarga de guas residuais do sector dos tratamentos de superfcie) </li></ul> <p> 13. </p> <ul><li>Trabalho realizado por: </li></ul> <ul><li>Brigite Gomes N6 12M </li></ul> <ul><li>Sara Cunha N16 12M </li></ul> <ul><li>Disciplina de :OETAR </li></ul> <ul><li>Professora:Ana Cabral </li></ul> <ul><li>2008/2009 </li></ul>

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