Agregados no Ceara Fortaleza

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<ul><li><p>1 </p></li><li><p>2 </p><p>A INDSTRIA DE AGREGADOS </p><p>PARA </p><p>CONSTRUO CIVIL </p><p>NA </p><p>REGIO METROPOLITANA </p><p>DE </p><p>FORTALEZA </p></li><li><p>3 </p><p> PRESIDNCIA DA REPBLICA FEDERATIVA DO BRASIL </p><p>Presidente DILMA VANA ROUSSEFF </p><p>MINISTRIO DE MINAS E ENERGIA Ministro de Estado </p><p>EDISON LOBO </p><p>SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAO E TRANSFORMAO MINERAL Secretrio </p><p>CLAUDIO SCLIAR </p><p>DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUO MINERAL Diretor-Geral </p><p>SRGIO AUGUSTO DMASO DE SOUZA </p><p>DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DA MINERAO Diretor </p><p>PAULO GUILHERME TANUS GALVO </p><p> COORDENAO DE SUSTENTABILIDADE DA MINERAO </p><p>Coordenador KIOMAR OGUINO </p><p>DIVISO DE GEOLOGIA E DISTRITOS MINEIROS Chefe </p><p>DAVID SIQUEIRA FONSECA </p><p>SUPERINTENDNCIA DO CEAR Superintendente </p><p>FERNANDO ANTONIO DA COSTA ROBERTO </p></li><li><p>4 </p><p>MINISTRIO DE MINAS E ENERGIA DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUO MINERAL </p><p>DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DA MINERAO SUPERINTENDNCIA DO CEAR </p><p>PROGRAMA AVALIAO DE DISTRITOS MINEIROS </p><p>A INDSTRIA DE AGREGADOS </p><p>PARA </p><p>CONSTRUO CIVIL </p><p>NA </p><p>REGIO METROPOLITANA DE FORTALEZA </p><p>Vanessa Maria Mamede Cavalcanti Ricardo Eudes Ribeiro Parahyba </p><p>2012 </p></li><li><p>5 </p><p>ENDEREO: Departamento Nacional de Produo Mineral DNPM SAN Quadra 01 Bloco B - 70041-903 - Braslia - DF www.dnpm.gov.br Superintendncia do Cear Rua Dr. Jos Loureno, 905 Meireles - 60.115-280 - Fortaleza - CE Tiragem: 600 exemplares </p><p> Dados internacionais de Catalogao na Publicao (CIP) </p><p>C387i Cavalcanti, Vanessa Maria Mamede. A indstria de agregados para construo civil na Regio Metropolitana de </p><p>Fortaleza / Vanessa Maria Mamede Cavalcanti, Ricardo Eudes Ribeiro Parahyba. --Fortaleza: DNPM, 2011. </p><p> 110p.:il. </p><p>Inclui bibliografia. ISBN </p><p> 1. Indstria de Agregados Fortaleza (CE) 2. Areia e Brita 3. Recursos </p><p>Minerais Fortaleza (CE). 4. Indstria Mineral 5. Construo Civil Fortaleza (CE) I. Parahyba, Ricardo Eudes Ribeiro II. Ttulo </p><p> CDD 622.18098131 </p></li><li><p>6 </p><p> APRESENTAO </p><p>Em 1998 o DNPM lanou, em continuidade ao estudo de regies metropolitanas do Brasil, o Plano Diretor de Minerao para a Regio Metropolitana de Fortaleza PDM/RMF, trabalho que trouxe, de imediato, uma srie de contribuies ao setor pblico e ao setor produtivo da minerao e, ainda, importantes proposies para o desenvolvimento ordenado da atividade na regio. </p><p>Ao reler o texto do PDM/RMF, fica claro que ao longo dos ltimos anos a unidade do DNPM no Cear, hoje Superintendncia, perseguiu com obstinao aquelas proposies e, certo que, ntida a diferena no comportamento da minerao na regio, que se apresenta num patamar bastante mais favorvel do que ento. </p><p> Naturalmente que ainda permaneceram pontos a se resolver e essa a grande importncia do estudo A Indstria de Agregados para a Construo Civil na Regio Metropolitana de Fortaleza. O trabalho, que lana mo de todo o conhecimento adquirido anteriormente, traz uma srie de novas informaes sobre a produo de agregados, fornecendo ao gestor pblico o balizamento ideal para a tomada de decises consistentes. </p><p>SRGIO AUGUSTO DMASO DE SOUZA Diretor-Geral do DNPM </p></li><li><p>7 </p><p>SUMRIO </p><p>1 INTRODUO .......................................................................................................................... 1 </p><p>2 BRITA ....................................................................................................................................... 4 </p><p>2.1 LOCALIZAO E DISTRIBUIO DAS REAS DE EXTRAO .............................................. 4 </p><p>2.2 RECURSOS E RESERVAS .................................................................................................... 6 </p><p>2.3 UTILIZAO ...................................................................................................................... 6 </p><p>2.3.1 Uso em concreto ....................................................................................................... 8 </p><p>2.3.2 Pavimentos de estradas ............................................................................................ 8 </p><p>2.3.3 Lastro de ferrovias ..................................................................................................... 8 </p><p>2.3.4 Enrocamento ............................................................................................................. 8 </p><p>2.3.5 Uso em filtros ............................................................................................................ 9 </p><p>2.3.6 Pedra de cantaria ...................................................................................................... 9 </p><p>2.4 - CARACTERIZAO DO PRODUTO ...................................................................................... 9 </p><p>2.4.1 Produtos e coprodutos .............................................................................................. 9 </p><p>2.4.2 Especificaes e normatizao ................................................................................ 11 </p><p>2.4.2.1 Apreciao petrogrfica dos agregados ............................................................... 12 </p><p>2.4.2.2 - Granulometria ....................................................................................................... 14 </p><p>2.4.2.3 - Massa especfica real e aparente .......................................................................... 18 </p><p>2.4.2.4 Qualidade da brita usada como agregado grado ............................................... 19 </p><p>2.4.2.4.1 Resistncia aos esforos mecnicos .................................................................. 19 </p><p>2.4.2.4.2 Substncias nocivas ........................................................................................... 19 </p><p>2.4.2.4.3 Forma dos gros ................................................................................................ 20 </p><p>2.5 PROCESSOS PRODUTIVOS .............................................................................................. 20 </p><p>2.5.1 Lavra ........................................................................................................................ 21 </p><p>2.5.1.1 Caracterizao da Lavra ........................................................................................ 21 </p><p>2.5.1.2 Desmonte Primrio .............................................................................................. 30 </p><p>2.5.1.3 Desmonte Secundrio .......................................................................................... 33 </p><p>2.5.1.4 Carregamento e transporte .................................................................................. 34 </p><p>2.5.2 - Beneficiamento ........................................................................................................ 36 </p><p>2.5.3 Estocagem e embarque ........................................................................................... 40 </p><p>2.5.4 Controle ambiental .................................................................................................. 41 </p><p>3 AREIA ..................................................................................................................................... 45 </p></li><li><p>8 </p><p>3.1 GENERALIDADES ............................................................................................................. 45 </p><p>3.2 LOCALIZAO E DISTRIBUIO DAS REAS DE EXTRAO ............................................ 45 </p><p>3.2.1 Areia Grossa ............................................................................................................ 45 </p><p>3.2.2 Areia Fina ................................................................................................................. 47 </p><p>3.3 - RECURSOS E RESERVAS ................................................................................................... 49 </p><p>3.4 UTILIZAO .................................................................................................................... 49 </p><p>3.5 - CARACTERIZAO DO PRODUTO .................................................................................... 50 </p><p>3.5.1 Areia Grossa ............................................................................................................ 51 </p><p>3.5.1.1 Granulometria ...................................................................................................... 51 </p><p>3.5.1.2 - Massa especfica real e aparente .......................................................................... 53 </p><p>3.5.1.3 Substncias nocivas .............................................................................................. 54 </p><p>3.5.1.4 Durabilidade ......................................................................................................... 55 </p><p>3.5.2 Areia Fina ................................................................................................................. 56 </p><p>3.5.2.1 Granulometria ...................................................................................................... 56 </p><p>3.5.2.2 Substncias nocivas .............................................................................................. 58 </p><p>3.6 PROCESSOS PRODUTIVOS .............................................................................................. 60 </p><p>3.6.1 Lavra ........................................................................................................................ 61 </p><p>3.6.1.1 Dragagem ............................................................................................................. 61 </p><p>3.6.1.2 Desmonte mecnico ............................................................................................. 63 </p><p>3.6.2 Beneficiamento ....................................................................................................... 66 </p><p>3.6.3 - Controle ambiental .................................................................................................. 67 </p><p>3.6.3.1 Extrao em leitos ativos ...................................................................................... 67 </p><p>3.6.3.2 Extrao em plancies de inundao ..................................................................... 68 </p><p>3.6.3.3 Extrao de sedimentos tercirios associados aos tabuleiros pr-litorneos ...... 69 </p><p>4 - ALTERNATIVAS TECNOLGICAS ............................................................................................. 73 </p><p>4.1 ARGILAS EXPANDIDAS .................................................................................................... 73 </p><p>4.2 ESCRIAS SIDERRGICAS ............................................................................................... 73 </p><p>4.3 RESDUOS DE CONSTRUO E DEMOLIO .................................................................. 74 </p><p>4.4 AREIA DE BRITAGEM ...................................................................................................... 75 </p><p>4.5 AGREGADO MARINHO.................................................................................................... 77 </p><p>5 CARACTERIZAO DO SETOR PRODUTOR ............................................................................. 80 </p><p>5.1 - AREIA ............................................................................................................................... 81 </p><p>5.2 - BRITA ............................................................................................................................... 84 </p><p>5.2.1 Estrutura Empresarial .............................................................................................. 84 </p></li><li><p>9 </p><p>5.2.2 Recursos Humanos .................................................................................................. 85 </p><p>5.2.3 Evoluo da Produo/Consumo ............................................................................ 85 </p><p>5.2.4 As Unidades de Produo de Brita .......................................................................... 86 </p><p>5.2.4.1 Distribuio espacial das Unidades de Produo ................................................. 86 </p><p>6 ASPECTOS INSTITUCIONAIS ................................................................................................... 91 </p><p>6.1 - NORMATIZAO ............................................................................................................. 91 </p><p>6.1.1 A extrao mineral no autorizada ......................................................................... 93 </p><p>6.1.2 - reas abrangidas pelos empreendimentos ............................................................. 93 </p><p>6.1.3 Prazos dos empreendimentos ................................................................................. 93 </p><p>6.1.4 - Emolumentos, taxas e multas .................................................................................. 94 </p><p>6.1.5 Compensao Financeira pela Explorao de Recursos Minerais - CFEM .............. 94 </p><p>6.1.6 Participao do proprietrio do solo ....................................................................... 94 </p><p>6.2 MEIO AMBIENTE ............................................................................................................. 95 </p><p>6.2.1 Licenciamento Ambiental ........................................................................................ 95 </p><p>6.2.2.- Regime de Autorizao e Concesso ....................................................................... 95 </p><p>6.2.3.- Regime de Licenciamento e Registro de Extrao ................................................... 96 </p><p>6.2.4 reas de Preservao Permanente - APP ................................................................ 96 </p><p>6.2.6. Resoluo CONAMA N 428/2010 ........................................................................... 100 </p><p>6.3 TERRAS INDGENAS ...................................................................................................... 101 </p><p>7 CONCLUSES E RECOMENDAES ..................................................................................... 104 </p><p>7.1 - CONCLUSES ................................................................................................................. 104 </p><p>7.2 RECOMENDAES ........................................................................................................ 104 </p><p>8. REFERNCIAS ......................................................................................................................... 106 </p><p>8.1 - BIBLIOGRFICAS ............................................................................................................ 106 </p><p>8.2 TEXTOS LEGAIS ............................................................................................................. 107 </p></li><li><p>1 </p><p>1 INTRODUO </p><p>Os agregados so materiais granulados, sem forma e volume definidos, de dimenses e propriedades adequadas para uso em obras de engenharia civil (Paraguassu, 1996). So classificados quanto sua origem, dimenso dos gros e massa especfica. </p><p>Em relao origem, podem ser classificados como naturais e artificiais. Os naturais ocorrem na natureza, praticamente prontos para utilizao, necessitando, no mximo, de um rpido processamento de lavagem e classificao, como as areias, grnulos e cascalhos provenientes de depsitos sedimentares. Os artificiais so os que necessitam de beneficiamento, ou seja, brita, areia artificial, etc. O term...</p></li></ul>