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  • jun.2018 http://museu-angra.azores.gov.ptagendaPRMIOS APOM: MELHOR RESERVA VISITVEL 2016 E MELHOR STIO DA INTERNET 2015

    MENES HONROSAS: COMUNICAO ONLINE 2017, TRABALHO JORNALSTICO/MEDIA 2014 E MELHOR SERVIO EDUCATIVO 2013

    EXPOSIES TEMPORRIAS

    Sala Dacosta, 9 de junho a 23 de setembroA exposio Mrito e Distino | Ordens Honorficas Portu-guesas apresenta alguns exemplos de condecoraes que integram a coleo do MAH, a par de insgnias pertencentes a colecionadores particulares e a familiares de agraciados, associando-as as personalidades que receberam as referidas distines, tais como Vitorino Nemsio, Francisco de Lacerda

    CRAFT&ARTAuditrio do Edifcio de So Francisco, 14 de junho a 1 de julhoNesta mostra promovida pela GRATER, em colaborao com o MAH, apresen-tam-se peas artesanais que tm vindo a ser desenvolvidas nas diversas forma-es ministradas no mbito doprojeto Craft&Art, aprovado pelo INTERREG MAC 2014-2020, onde se tm aprendido novas tcnicas e desenvolvido novas abordagens ao artesanato que tem por base novas inspiraes e novos concei-tos de trabalho.

    Organizao:

    Machado, Tenente Coronel Jos Agostinho, Adalberto Martins, entre outras. Este tipo de condecorao radica numa tradio secular que remonta Idade Mdia e destina-se a galardoar ou a distinguir, em vida ou a ttulo pstumo, os cidados nacionais que se notabilizem por mritos pessoais, por feitos militares ou cvicos, por atos excecionais ou por servios relevantes presta-dos ao Pas.

    MRITO E DISTINO | ORDENS HONORFICAS PORTUGUESAS

  • jun.2018agenda http://museu-angra.azores.gov.pt

    PINTURA E GRAVURA DE WALL PERN | UMA COLEO HOLANDESA DE GUSTAAF VAN MANEN NOS AORESSala Dacosta, at 3 de junhoColigindo um conjunto de paisagens, naturezas-mortas e alguns interiores de igreja, esta exposio mostra a obra de Jo-seph van der Wall Pern (1877/1948) que pretende reproduzir a realidade, na linha tradicional da pintura de paisagem praticada por flamengos, holandeses e alemes, nos sculos XVI e XVII, apesar de exibir j alguns traos que mais tarde daro forma e contedo ao que se chamou impressionismo e expressionismo.

    MAR NOSSO | MOSTRA DE CERMICA DE ADOLFO MENDONAReserva de Transportes de Trao Animal dos Sculos XVIII e XIX, at 10 de junhoMostra de peas do ceramista terceirense Adolfo Mendona, cuja obra se inspira na vida marinha aoriana, tendo como especial referncia os cetceos.

    Colaborao:

    TUDO NO MUNDO EXISTE PARA ACABAR EM LIVRO | INSTALAO DE ARTE CONTEMPORNEA DE DIONSIO SOUTO ABREU Sala do Captulo, at 14 de outubroInstalao composta por um conjunto de caixas onde esto depositados livros pintados cujas folhas constituem obras de arte nicas, que podem ser observadas por leitores, a partir de genuflexrios, de forma a referenciar o respeito devido ao livro, enquanto objeto de imaginrio e de cultura.

  • RESERVA VISITVEL DE TRANSPORTES DE TRAO ANIMAL DOS SCULOS XVIII E XIXNo espao do antigo refeitrio conven-tual decorado com painis de azulejos datados do sculo XVII, o visitante encontra uma coleo de transportes de trao animal dos sculos XVIII e XIX. Planeie um passeio demorado para melhor conhecer toda a diversidade apresentada.

    E O AO MUDOU O MUNDO... UMA BATERIA DE ARTILHARIA SCHNEIDER-CANET NOS AORESProduto da tecnologia do ao, o canho 75 francs, da fbrica Schneider Frres & Cie., foi decisivo na vitria republicana de 5 de outubro de 1910 e no desenrolar da Grande Guerra, equipando parte das foras aliadas e o Corpo Expedicionrio Portugus que se deslocou a Frana para participar no conflito. Foi nesta altura que algumas peas deste modelo foram aquarteladas no Castelo de So Joo Baptista, sob a designao de Bateria de Artilharia de Guarnio n. 3, a permanecendo at aos anos quarenta, integrando a defesa da ilha Terceira. O conjunto existente no Museu de Angra do Herosmo o nico completo em instituies museolgicas.

    SALA FREDERICO VASCONCELOSA Sala Frederico Vasconcelos homena-geia a Famlia Vasconcelos, que, desde o ltimo quartel do sculo XVIII at aos nossos dias, criou e desenvolveu neg-cios em variadssimas reas do comrcio e da indstria com relevncia no tecido econmico local e regional, alguns dos quais ainda subsistem. Paralelamente, assume-se como um apontamento da histria da Revoluo Industrial possvel nos Aores, vista atravs dos modos de ser e estar de uma famlia, do seu sen-tido de oportunidade e das mudanas de percurso dos seus investimentos que refletem os fluxos e refluxos do pulsar ilhu.

    Fotos: Paulo Lobo

    DO MAR E DA TERRA UMA HISTRIA NO ATLNTICOEsta a principal narrativa expositiva do Museu de Angra do Herosmo. Desenvolvendo-se ao longo de quatro momentos, que vo da descoberta e povoamento das ilhas at contempo- raneidade da Regio, pretende aprofun-dar a cultura e histria da Terceira e dos Aores, atravs das peas mais signifi-cativas e de maior valor da instituio. O projeto expositivo parte do papel geoestratgico do arquiplago e articu-la-se com os planos suprarregionais do pas e do Mundo, de forma a abranger outras dimenses tidas como fundamen-tais para a compreenso da histria e cultura desta ilha.

    EDIFCIO DE S. FRANCISCO | MEMRIASNa sala junto receo deste Museu, por onde o visitante normalmente inicia o percurso de descoberta das exposi-es, apresenta-se a histria deste espao conventual e das instituies que o ocuparam ao longo de dcadas e at sculos, sob o ttulo Edifcio de S. Fran-cisco | Memrias. Esta histria comea com o povoamento e com a instalao junto Ribeira dos Moinhos dos religi o-sos franciscanos em casas doadas por Afonso Gonalves dAntona Baldaia, o Velho de S. Francisco, e chega at hoje com a atividade desenvolvida por este Museu. Trata-se por isso de lembrar a vida daqueles religiosos, que permanece inscrita nas paredes desta construo do sculo XVII, e as memrias do Liceu de Angra que ainda vivem naqueles que o frequentaram.

    PORTUGAL, OS AORES E A GRANDE GUERRA 1914-1918Esta exposio constitui uma bolsa tem tica sobre a participao de Portugal e dos Aores no que na poca se conven-cionou designar pela Grande Guerra. A contextualizao temtica da mesma obtida com a utilizao de elementos cartogrficos e fotogrficos, que per-mitem ao visitante perceber o que era a Europa e o mundo, antes e aps o fim da guerra e o que os jornais locais noticiavam sobre a sua evoluo. Os pases participantes na guerra so identi-ficados atravs dos capacetes e objetos militares como armas, mscaras antigs, lanternas, sistemas de comunicao, imagens e sons que sugerem o ambien-te e o quotidiano da guerra. dado um destaque particular a personalidades como o Tenente-coronel Jos Agostinho e o Tenente Carvalho Arajo.

    jun.2018agenda http://museu-angra.azores.gov.pt

    EDIFCIO DE SO FRANCISCO EXPOSIES DE LONGA DURAO

  • jun.2018agenda http://museu-angra.azores.gov.pt

    O Ncleo de Histria Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, instalado no antigo Hos-pital Militar da Boa Nova, acolhe a notvel Coleo de Militaria do Museu de Angra do Herosmo, sendo o nico museu portugus no integrado no Ministrio da Defesa subordinado a esta temtica, em que esto representados os trs ramos das Foras Armadas nacionais e estrangeiras.Anteriormente repartida por vrios ncleos e reservas, dado a diversidade, volume e quantidade das peas que a constituem, esta coleo trazida ao pblico atravs de trs exposies temticas de longa durao, que, a par de uma explanao da evoluo e funcionalidade das armas e de um convite reflexo sobre as grandes questes ticas, morais e sociais inerentes aos conflitos blicos, documentam a per-sonalidade e vivncias pessoais do patrono e a histria do prprio edifcio. Composto por peas de artilharia ligeira e pesada, armas de fogo, armas brancas, protees metlicas, projteis, equipamento de logstica, arreios, uniformes e conde-coraes, este acervo, na sua maior parte acomodado em reservas concebidas em obedincia tipologia dos diferentes materiais, reflete o interesse pela rea militar e o esprito colecionista do primeiro diretor do Museu de Angra do Herosmo, Manuel Coelho Baptista de Lima, que, durante mais de trs dcadas, garantiu por vrias vias o seu enriquecimento.O antigo Hospital Militar da Boa Nova uma estrutura construda de raiz com esta fi-nalidade, nos incios do sculo XVII, no tempo da Unio Dinstica, situado ilharga da imponente fortaleza filipina, conhecida vulgarmente por Castelo de So Joo Baptista.

    PRERIO Ingresso individual 2.00

    DESCONTOS FIXOS: Crianas at 14 anos: entrada grtis. Visitas de estudo: entrada grtis. Jovens entre os 15 e 25 anos: 1.00 Reformados ou com idade igual ou superior a 65: 1.00 Docentes de qualquer grau de ensino: 1.00 Carto Jovem Municipal: 1.00Grupos de 10 ou mais pessoas: 1.00

    HORRIO Perodo de vero: 1 de abril a 30 de setembroTera-feira a domingo e em dias feriados: 10h00 s 17h00Encerramento s segundas-feiras

    Acompanhamento de grupos escola-res ou outros realizado s quintas- -feiras, das 14h00 s 17h00, me-diante inscrio prvia, atravs do telefone 295 240 800 ou do e-mail museu.angra.agenda@azores.gov.pt.

    CONFERNCIAS NA BOA NOVA: UNIFORMES MILITARES PORTUGUESESNcleo de Histria Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, 20 de junho, 20h00COMUNICAO POR PEDRO SOARES BRANCOOs uniformes militares portugueses constituem um importante smbolo da nossa identidade nacional. Nesta conferncia, ser realizada uma viagem por estes uniformes, desde o sculo XVIII ao sculo XX, com base na apresentao de objetos e imagens originais pertencentes s colees do Museu de Angra do Herosmo e a outras colees pblicas e privadas.

    Reservas de Uniformes, Armas Ligeiras e Armas Pesadas em regime de livre acesso das 20h00 s 23h00.

    NCLEO DE HISTRIA MILITAR MANUEL COELHO BAPTISTA DE LIMA

  • jun.2018agenda http://museu-angra.azores.gov.pt

    OS HOMENS, AS ARMAS E A GUERRA: DA FLECHA AO DRONEEsta exposio de longa durao remete para a evoluo das armas em articulao com a histria da hu