aescon desonera§£o da folha junho2013

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Desoneração

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  • 1. Junho de 2013

2. FOLHA DE PAGAMENTO: EMPREGADOS DESCONTAM DE 8% A 11% CONFORME A TABELA PREVIDENCIRIA(RESPEITANDO-SE O TETO PREVIDENCIRIO) PARTE DA EMPRESA = 20% SEM TETO SCIOS DESCONTAM 11% AT O TETO PREVIDENCIRIO (4.159,00)- PARTE DA EMPRESA = 20% SEM TETO AUTNOMOS - DESCONTAM 11% AT O TETO PREVIDENCIRIO (4.159,00) - PARTE DA EMPRESA = 20% SEM TETO 3. FOLHA DE PAGAMENTO: RAT AJUSTADO = % SOBRE A FOLHA DE PAGAMENTO DESTINADO A CUSTEAR OS EVENTUAIS ACIDENTES DO TRABALHO -1% A 3%, PODENDO VARIAR DE 0,5% A 3% CONFORME O FAP NMERO DE ACIDENTES SOFRIDOS NOS DOIS ANOS ANTERIORES AO ANO EM CURSO DIMINUINDO AT 0,5% OU AUMENTANDO EM AT 6% O CUSTO TOTAL DA EMPRESA SOBRE A FOLHA COOPERATIVAS = 15% SOBRE O VALOR DA NOTA EMITIDA 4. FOLHA DE PAGAMENTO: TERCEIROS: % CALCULADO SOBRE A FOLHA DE PAGAMENTO E DESTINADO AO CUSTEIO DE ENTIDADES A PARTE DA PREVIDNCIA EXEMPLO: SESI, SENAI, INCRA, SALRIO EDUCAO... 5. H FORMAS DE RECOLHIMENTO, PARA CUSTEIO DO SISTEMA PREVIDENCIRIO, QUE NO APENAS A FOLHA DE PAGAMENTO. HOJE PELA DESONERAO, CALCULADO NO PELA FOLHA, MAS SIM PELO FATURAMENTO EFETIVO DA EMPRESA. 6. QUE SIGNIFICA DESOBRIGAR, ALIVIAR, HAVER UMA DIMINUIO NOS ENCARGOS DA EMPRESA SOBRE A FOLHA DE PAGAMENTO SUBSTITUINDO-SE ESSA PARCELA RETIRADA (QUE NO CASO SO OS 20%) POR UM RECOLHIMENTO CALCULADO SOBRE O FATURAMENTO DA EMPRESA. 7. A EMPRESA CONTINUAR OBRIGADA AO RECOLHIMENTO SOBRE A FOLHA DE PAGAMENTO, SOBRE AS PARCELAS QUE PERMANECERAM INALTERADAS: PARTE DOS EMPREGADOS / RAT / COOPERATIVAS / TERCEIROS. O RECOLHIMENTO DO VALOR CALCULADO SOBRE O FATURAMENTO SER RECOLHIDO A PARTE ATRAVS DO DARF. 8. REMUNERAO DOS EMPREGADOS = 20% SEM TETO PARTE EMPRESA(I) Artigo 22, da Lei 8212/91 SCIOS = 20% SEM TETO (III) incisos I e III = 20% da folha AUTNOMOS = 20% SEM TETO (III) e 20% do contrib.individual RAT = % SOBRE A FOLHA COOPERATIVAS = 15% DA NOTA COOPERATIVA TERCEIROS = DE 4,5% A 5,8% SOBRE A FOLHA DE PAGAMENTO 9. SERIA: TIRAR O RECOLHIMENTO QUE A EMPRESA FAZ, COMO ENCARGO DELA, SOBRE A FOLHA DE PAGAMENTO E SOBRE A REMUNERAO PAGA AOS AUTNOMOS E SCIOS: 20% DA FOLHA DE PAGAMENTO 20% DA CONTRAPRESTAAO PAGA AOS CONTRIBUINTES INDIVIDUAIS( AUTNOMOS E EMPRESRIOS) E ...... 10. SUBSTITUIR A CONTRIBUIO PREVIDENCIRIA PATRONAL DE 20% INCIDENTE SOBRE A FOLHA DE PAGAMENTO DOS SEGURADOS EMPREGADOS E CONTRIBUINTES INDIVIDUAIS POR UM PERCENTUAL CALCULADO SOBRE A RECEITA BRUTA DA EMPRESA. 11. QUANTO MAIOR A FOLHA, MAIOR SER O ENCARGO DA EMPRESA, POIS OS 20% CALCULADO SOBRE O VALOR QUE A EMPRSA PAGA AOS EMPREGADOS. 12. NO IMPORTA A QUANTIDADE DE EMPREGADOS, POIS O ENCARGO DA EMPRESA CALCULADO SOBRE O FATURAMENTO EFETIVO E NO SOBRE O NMERO DE EMPREGADOS = ABRE AS PORTAS PARA MAIS CONTRATAES. 13. A INTENO DO GOVERNO FAZER COM QUE O ENCARGO DA EMPRESA SEJA CALCULADO: SOBRE O EFETIVO FATURAMENTO DELA E NO SOBRE O NMERO DE EMPREGADOS QUE ELA TENHA 14. O PLANO BRASIL MAIOR NO AFETAR, COMO VIMOS NO EXEMPLO, AS CONTRIBUIES DEVIDAS AO RAT, BEM COMO AOS 15% INCIDENTE SOBRE OS SERVIOS PRESTADOS POR COOPERATIVAS DE TRABALHO(SE HOUVER NA EMPRESA), ASSIM COMO A CONTRIBUIO DEVIDA A TERCEIROS(SALRIO EDUCAO, INCRA, SEBRAE, SESI, SESC ETC...) 15. Com a crise de 2008/2009, as empresas que prestam servios na rea de tecnologia da informao (TI) e tecnologia da informao e comunicao (TIC), bem como as indstrias moveleiras, de confeces, artefatos de couro, tm enfrentado maiores dificuldades em retomar seu nvel de atividade. Dessa forma, em agosto de 2011, o governo lanou a Medida Provisria 540 que visou favorecer a recuperao do setor, bem como incentivar a implantao e modernizao das empresas com reduo dos custos de produo. 16. Em dezembro de 2011, a Medida Provisria 540, de agosto de 2011, foi convertida na Lei 12546/11 que trata da desonerao em seus artigos 7, 8 e 9. Assim, a Lei 12.546 de 2011 versa sobre a mudana da cobrana de uma parte das contribuies previdencirias , que passam a ser cobradas sobre o faturamento, a chamada Desonerao da Folha. Tais mudanas fazem parte do projeto do governo intitulado: PLANO BRASIL MAIOR. 17. MP 540, de 02.08.2011 DOU 03.08.2011 convertida em lei Lei 12.546, de 14.12.2011 DOU 15.12.2011 MP 563, de 03.04.2012 DOU 04.04.2012 convertida em lei Lei 12.715, de 17.09.2012 DOU 18.09.2012 MP 582, de 20.09.2012 DOU 21.09.2012 - convertida em lei Lei 12.794, de 02.04.2013 DOU 03.04.2013 Decreto 7.828, de 16.10.2012 DOU 17.10.2012 regulamenta a lei 12.546/2011 Decreto 7.877, de 27.12.2012 altera o Decreto 7.828 MP 601, de 28.12.2012 - DOU 28.12.2012 insere mais produtos e altera a Lei 12.546/2011 EXPIRADO O PRAZO EM 03.06.2013 MP 612, de 02.04.2013 DOU 04.04.2013 acresce mais servios e produtos, retira alguns e modifica o critrio de enquadramento no CNAE e , principalmente, na construo civil. 18. OS ARTIGOS 7. E 8. DA LEI 12.546 TRAZEM A IMPOSIO DO RECOLHIMENTO QUANDO COLOCAM O VERBO NA FORMA IMPERATIVA: CONTRIBUIRO...... INCIDIR........ 19. ART. 7 = SE REFERE A PARTE DE SERVIOS ART. 8 = SE REFERE A PARTE DE INDSTRIA VAMOS VERIFICAR TAMBM PELA LEITURA QUE VAMOS FAZER QUE ESSA LEI DA DESONERAO TEM UM TEMPO DETERMINADO DE VIGNCIA: AT 31 DE DEZEMBRO DE 2014 20. Art. 7o At 31 de dezembro de 2014, a contribuio devida pelas empresas que prestam exclusivamente os servios de Tecnologia da Informao (TI) e de Tecnologia da Informao e Comunicao (TIC), referidos no 4o do art. 14 da Lei no 11.774, de 17 de setembro de 2008, incidir sobre o valor da receita bruta, excludas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos, em substituio s contribuies previstas nos incisos I e III do art. 22 da Lei no 8.212, de 24 de julho de 1991, alquota de 2,5% (dois inteiros e cinco dcimos por cento). REDAO ORIGINAL 21. Art. 7o At 31 de dezembro de 2014, contribuiro sobre o valor da receita bruta, excludas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos, em substituio s contribuies previstas nos incisos I e III do art. 22 da Lei n 8.212, de 24 de julho de 1991, alquota de 2% (dois por cento): (Redao dada pela Lei n 12.715) REDAO ORIGINAL ALTERADA PELA LEI 12.715/2012 22. Art. 8o At 31 de dezembro de 2014, contribuiro sobre o valor da receita bruta, excludas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos, alquota de 1,5% (um inteiro e cinco dcimos por cento), em substituio s contribuies previstas nos incisos I e III do art. 22 da Lei no 8.212, de 1991, as empresas que fabriquem os produtos classificados na Tipi, aprovada pelo Decreto no 6.006, de 2006: REDAO ORIGINAL 23. Art. 8o At 31 de dezembro de 2014, contribuiro sobre o valor da receita bruta, excludas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos, alquota de 1% (um por cento), em substituio s contribuies previstas nos incisos I e III do art. 22 da Lei no 8.212, de 24 de julho de 1991, as empresas que fabricam os produtos classificados na Tipi, aprovada pelo Decreto no 7.660, de 23 de dezembro de 2011, nos cdigos referidos no Anexo desta Lei. (Redao dada pela Lei n 12.715) REDAO ORIGINAL ALTERADA PELA LEI 12.715/2012 24. EMENTA: Contribuio Previdenciria sobre a Receita Bruta (CPRB). O regime da chamada Contribuio Previdenciria Patronal substitutiva da folha de pagamento, institudo, na espcie, pelo art. 8 da Lei n 12.546, de 2011, alterado pela Medida Provisria n 563, de 2012, obrigatrio para as empresas abrangidas por essas disposies legais, e os recolhimentos dos valores referentes CPRB devem ser efetuados de forma centralizada pelo estabelecimento matriz, nos mesmos moldes das demais contribuies sociais incidentes sobre a receita bruta, de modo que a respectiva base de clculo alcana, inclusive, portanto, a receita bruta auferida por filiais, ainda que, na hiptese, estas ltimas exeram, exclusivamente, atividade comercial. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n 12.546, de 2011, arts, 7 a 10, com redao da Medida Provisria n 563, de 2012; Instruo Normativa RFB n 1.110, de 2010, art. 6, inciso XII, 11, alterada pela Instruo Normativa RFB n 1.258, de 2012; Ato Declaratrio Executivo Codac n 93, de 2011, art. 5, pargrafo nico. ISABEL CRISTINA DE OLIVEIRA 25. EMENTA: CONTRIBUIO SUBSTITUTIVA. EMPRESAS QUE EXERCEM OUTRAS ATIVIDADES ALM DAQUELAS SUBMETIDAS AO REGIME SUBSTITUTIVO. BASE DE CLCULO. REGIME DE COMPETNCIA. 1. O regime substitutivo previsto no art. 8 da Lei n 12.546, de 2011, de carter obrigatrio s empresas ali descritas e aos produtos relacionados no Anexo da referida Lei. 26. EMPRESAS NO SIMPLES ENTRAM NA DESONERAO? NO COMEO MUITOS ENTENDIAM QUE COMO ELAS NO ESTO ISENTAS TAXATIVAMENTE, ENTRARIAM NA OBRIGATORIEDADE GLOBAL. OUTROS ENTENDIAM QUE APENAS AS TRIBUTADAS NO ANEXO IV QUE ENTRARIAM E AS DEMAIS ESTARIAM ISENTAS. E AINDA TINHAM AQUELAS PESSOAS QUE ENTENDIAM QUE TODAS AS EMPRESAS DO SIMPLES(DE TODOS OS ANEXOS), ESTARIAM FORA DE DESONERAO. 27. A RECEITA FEDERAL , BASEANDO-SE NA SOLUO DE CONSULTA 70, ESPOSAVA A IDIA DE QUE TODAS AS EMPRESAS ENQUADRADAS NO SIMPLES, INDEPENDENTEMENTE DO ANEXO, ESTARIAM FORA DA DESONERAO. 28. EMENTA: CONTRIBUIO SUBSTITUTIVA. EMPRESAS OPTANTES PELO SIMPLES NACIONAL. NO APLICAO. 1. s empresas optantes pelo Simples Nacional, cujos segmentos tenham sido contemplados pelo art. 7 da Medida Provisria n 540, de 2011, e pelo art. 7 da Lei n 12.546, de 2011, no se aplica o regime substitutivo de desonerao da folha de salrios. 2. Havendo interesse da pessoa jurdica de recolher as contribuies na forma do regime substitutivo, ela dever solicitar sua excluso do Simples Nacional, considerando que no possvel a utilizao de regime misto, com incidncia, concomitante, da Lei Complementar n 123, de 2006, e das normas que regulam o regime substitutivo de desonerao da folha de pagamento. 29. Uma reforma da Soluo de Consulta nmero 70, trouxe uma revoluo na interpretao para as empresas tributadas pelo Simples Nacional

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