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  • fornecimento de energia eltrica tenso de Subtransmisso 88/138 kVSubgrupo a2

    v

  • orientaeS geraiS Para fornecimento de energia

    eltrica SUBgrUPo a2Diretoria de Planejamento e Engenharia

    Gerncia de Engenharia de Subtransmisso

    edio 2011

  • ndice

    a emPreSa ..................................................................................................................................................................................7

    introdUo ............................................................................................................................................................................7

    normaS, eSPecificaeS e legiSlaeS .......................................................................................................................7

    1. conSUlta Para fornecimento de energia eltrica ......................................................................................... 8

    2. caracterSticaS e condieS geraiS de fornecimento ................................................................................ 8

    2.1. contrato de fornecimento de energia eltrica ................................................................................................... 8

    2.2. limite de demanda ................................................................................................................................................. 8

    2.3. condio de fornecimento.................................................................................................................................... 8

    2.4. Ponto de entrega .................................................................................................................................................... 8

    2.5. tenso nominal de fornecimento ........................................................................................................................ 9

    2.6. compartilhamento de estao ............................................................................................................................ 9

    2.7. custo para o fornecimento .................................................................................................................................... 9

    3. eStrUtUra tarifria ....................................................................................................................................................... 9

    3.1. fator de potncia .................................................................................................................................................... 9

    4. QUalidade da tenSo ...................................................................................................................................................10

    4.1. limites globais .......................................................................................................................................................10

    4.1.1. limites globais de distores harmnicas ...................................................................................................10

    4.1.2. limites globais de flutuao de tenso (flicker) ........................................................................................ 11

    4.1.3. limites globais de desequilbrio de tenso ................................................................................................. 11

    5. caPacitoreS de Potncia ............................................................................................................................................ 11

    6. conVerSo de tenSo de 88 kV Para 138 kV ........................................................................................................12

    7. aceSSo S inStalaeS ..................................................................................................................................................12

  • 8. alterao naS inStalaeS da eStao tranSformadora de cliente .................................................12

    9. aPreSentao do ProJeto da eStao .................................................................................................................12

    10. aPreSentao do ProJeto de amPliao oU SUBStitUio de eQUiPamentoS da eStao .........14

    11. eXignciaS BSicaS Para a inStalao da eStao .......................................................................................14

    11.1. estrutura ................................................................................................................................................................15

    11.2. Barramento ..........................................................................................................................................................15

    11.3. Proteo de entrada ............................................................................................................................................15

    11.4. recomendao sobre proteo .........................................................................................................................15

    11.5. intertravamento ..................................................................................................................................................15

    11.6. transferncia de alimentao ............................................................................................................................15

    11.6.1. transferncia de alimentao com paralelismo momentneo

    (sem interrupo no fornecimento de energia eltrica).........................................................................15

    11.6.2. transferncia automtica de alimentao por falta de tenso ............................................................16

    11.7. diversas .................................................................................................................................................................16

    11.8. geradores prprios em paralelo com o sistema da aeS eletropaulo ...........................................................17

    11.9. malha-terra ..........................................................................................................................................................18

    11.10. medio para faturamento ...............................................................................................................................19

    11.10.1. transformadores de potencial e de corrente ..........................................................................................19

    11.10.2. caixas de passagem para os cabos de controle da medio ............................................................... 20

    11.10.3. canaletas ou dutos para instalao dos cabos de controle da medio ........................................... 20

    11.10.4. cubculo de medio ................................................................................................................................ 20

    11.11. Proteo dos cabos subterrneos ................................................................................................................... 20

    11.12. acesso e circulao de veculos para manuteno ....................................................................................... 20

    12. eXignciaS BSicaS QUanto aoS eQUiPamentoS da eStao tranSformadora de cliente .......21

    12.1. Para-raios ..............................................................................................................................................................21

    12.2. Secionadores de entrada ....................................................................................................................................21

    12.3. transformadores de corrente da proteo de entrada. ................................................................................ 22

  • TIPO

    S D

    E FO

    RNEC

    IMEN

    TO

    12.4. rels da proteo de entrada ........................................................................................................................... 22

    12.5. disjuntores .......................................................................................................................................................... 22

    12.6. transformadores de medio para faturamento ........................................................................................... 23

    12.7. transformadores de potncia ........................................................................................................................... 23

    12.8. equipamentos para operaes especficas ..................................................................................................... 24

    12.8.1. transformadores de potencial para a transferncia automtica e/ou com paralelismo

    momentneo e geradores prprios em paralelo com o sistema da aeS eletropaulo. ................................ 24

    13. eXecUo da inStalao ......................................................................................................................................... 24

    14. Pr-inSPeo e inSPeo final .............................................................................................................................. 24

    14.1. estao convencional ......................................................................................................................................... 24

    14.2. estao blindada (tipo Sf6 ) .............................................................................................................................. 26

    15. relatrio de teSteS ..................................................................................................................................................... 27

    16. energiZao .................................................................................................................................................................. 27

    17. identificao na entrada da eStao .............................................................................................................. 27

    17.1. nmero do secionador de entrada .................................................................................................................... 27

    17.2. faseamento/numerao do circuito ................................................................................................................ 27

    18. normaS geraiS de oPerao .................................................................................................................................. 28

    19. manUteno Peridica daS inStalaeS ........................................................................................................ 29

    20. eXignciaS BSicaS Para a inStalao do ramal areo de conSUmidor ......................................... 29

    20.1. ramal areo de cliente 88 kV ........................................................................................................................ 29

    20.2. ramal areo de cliente 138 kV...................................................................................................................... 30

    21. aPreSentao do ProJeto da linHa de tranSmiSSo ................................................................................. 30

  • 22. eXignciaS BSicaS Para a inStalao do ramal SUBterrneo de conSUmidor ...........................31

    23. aPreSentao do ProJeto da linHa de tranSmiSSo SUBterrnea ..................................................... 32

    24. SegUrana e medicina do traBalHo .................................................................................................................. 32

    24.1. condies gerais ................................................................................................................................................. 32

    24.2. acesso .................................................................................................................................................................. 33

    24.3. circulao ........................................................................................................................................................... 33

    24.4. distncia de segurana ..................................................................................................................................... 33

    24.5. Sinalizao .......................................................................................................................................................... 35

    24.6. manobras de equipamentos ............................................................................................................................. 35

    24.7. Procedimentos de segurana para manuteno de equipamentos desenergizados ................................ 36

    24.8. acidente por choque eltrico ........................................................................................................................... 36

    24.9. Parada respiratria ............................................................................................................................................ 36

    24.10. Parada cardaca ................................................................................................................................................. 36

    24.11. Principais passos na sequncia do suporte bsico de vida .......................................................................... 37

    25. aneXoS ............................................................................................................................................................................. 38

    25.1. cidades da rea de concesso da aeS eletropaulo ........................................................................................ 38

    25.2. mapa da rea de concesso da aeS eletropaulo ............................................................................................ 38

    25.3. Plantas/diagramas eltricos ............................................................................................................................ 39

  • 7a emPreSa

    Maior distribuidora de energia da Amrica Latina, a AES Eletropaulo atende 6,1 milhes de clientes na regio metropolitana de So Paulo, incluindo a Capital.

    So 4.526 km de rea de concesso, com aproximadamente 16,5 milhes de pessoas.

    A empresa distribui energia eltrica para clientes residenciais, industriais, comerciais e poder pblico.

    introdUo

    As orientaes que voc est vendo aqui substituem o livro de ttulo Fornecimento de Energia Eltrica Tenso de Subtransmisso 88/138 kV edio 2005, bem como atualiza as informaes referentes legislao vigente, padres e normas da AES Eletropaulo.

    O objetivo deste documento fornecer subsdios tcnicos bsicos aos clientes atendi-dos em alta tenso, quando das solicitaes de novas ligaes, ampliao de suas es-taes particulares ou outras, lembrando que so considerados somente os pontos que envolvam interesses comuns entre clientes, projetistas, fabricantes e a AES Eletropaulo.

    Estas orientaes esto sujeitas a revises, motivadas pela evoluo do sistema eltri-co, pela introduo de novas tcnicas ou alteraes na legislao.

    normaS, eSPecificaeS e legiSlaeS

    Os equipamentos e instalaes das subestaes do subgrupo A2, na AES Eletropau-lo, denominados Estao Transformadora de Cliente (ETC), devem seguir os requisitos exigidos pela Associao Brasileira de Normas Tcnicas (ABNT) e Instituto Nacional de Metrologia, Normalizao e Qualidade Industrial (INMETRO). Na ausncia de nor-mas especficas dessas entidades, devem ser obedecidas as ltimas edies das nor-mas americanas American National Standard Institute (ANSI), National Electrical Code (NEC), National Electrical Machine Association (NEMA) e, a critrio da AES Eletropaulo, as normas da International Electro-technical Commission (IEC), ou suas prprias.

    A prestao de servio no setor de energia eltrica regulamentada principalmente pelo Decreto n 41.019 de 26/02/57 e Lei n 10.438 de 26/04/2002 com alteraes introduzidas pela Lei n 10.762 de 11/11/2003 e regulamentaes da Agncia Nacional de Energia Eltrica (ANEEL).

    As condies gerais de fornecimento de energia eltrica so estabelecidas e consolidadas pela Resoluo Normativa n 414, de 09/09/2010 da ANEEL e legislao superveniente.

    Devem ser observados, ainda, os Procedimentos de Distribuio de Energia Eltrica no Sistema Eltrico Nacional (Prodist), da ANEEL e, no que for aplicvel, os Procedimentos de Rede do Operador Nacional do Sistema Eltrico (ONS).

  • 81. conSUlta Para fornecimento de energia eltrica

    A AES Eletropaulo, em seus canais de relacionamento, coloca disposio de sua empresa uma equipe altamente especializada para tornar mais produtivo o gerenciamento das atividades relacionadas ao fornecimento de energia eltrica em tenso de 88/138 kV.

    Para quaisquer informaes sobre o fornecimento, entre em contato com a Central de Atendimento Corporativo:

    www.aeseletropaulo.com.br

    E-mail clientes privados: clientes.corporativos@aes.com

    E-mail clientes pblicos: poderpublico@aes.com

    2. caracterSticaS e condieS geraiS de fornecimento

    2.1. contrato de fornecimento de energia eltrica

    Para o fornecimento de energia eltrica ou alteraes das condies contratadas, o cliente deve formalizar o contrato de fornecimento com a AES Eletropaulo, de acordo com as Condies Gerais de Fornecimento de Energia Eltrica e demais legislaes vigentes e supervenientes.

    2.2. limite de demanda

    A tenso de fornecimento do subgrupo A2 poder ser solicitada quando a demanda a ser contratada for superior a 2.500 kW, ressalvadas as condies previstas na legislao vigente.

    2.3. condio de fornecimento

    A ETC ser conectada ao sistema de subtransmisso da AES Eletropaulo (88/138 kV), atravs de dois circuitos, denominados Ramal Areo de Cliente (RAC) ou Ramal Subter-rneo de Cliente (RSC).

    Para efeito de controle de indicadores de continuidade do fornecimento de energia, a AES Eletropaulo considera o cliente atendido quando houver tenso em um dos circuitos.

    2.4. Ponto de entrega

    Ponto de conexo da AES Eletropaulo com a ETC, caracterizando-se como o limite de responsabilidade do fornecimento.

  • 9Nos casos em que o ponto de entrega situa-se dentro da propriedade do cliente, afastado do limite da via pblica, deve ser reservada servido de passagem mediante a assinatura de Instituio de Servido de Passagem de Linha de Transmisso.

    2.5. tenso nominal de fornecimento

    A tenso nominal de fornecimento do sistema eltrico de 88/138 kV alternada trifsica 60 Hz.

    No ponto de entrega a tenso de fornecimento ser contratada com a AES Eletropaulo e poder ser modificada mediante comunicao prvia desta.

    2.6. compartilhamento de estao

    A cada cliente corresponder uma ou mais unidades consumidoras, no mesmo local ou em locais diversos.

    O atendimento a mais de uma unidade consumidora, de um mesmo cliente, no mesmo local, condicionar-se- observncia de requisitos tcnicos e de segurana previstos nas normas, re-solues ANEEL e/ou padres da AES Eletropaulo.

    Poder ser efetuado fornecimento a mais de uma unidade consumidora do Grupo A por meio de estao transformadora compartilhada, desde que pactuados e atendidos os requisitos tcnicos da AES Eletropaulo e dos clientes, e observadas as seguintes condies:

    a. Somente poder compartilhar estao transformadora, nos termos acima citados, uma unidade consumidora do Grupo A localizada em mesma propriedade e/ou cujas propriedades sejam contguas, sendo vedada a utilizao de propriedade de terceiros, no envolvidos no referido compartilhamento, para ligao de unidade consumidora que participe do mesmo.

    b. No ser permitida a adeso de outras unidades consumidoras, alm daquelas inicialmente pactuadas, salvo mediante acordo entre os clientes participantes do compartilhamento e a AES Eletropaulo.

    O compartilhamento, a que se referem os itens acima, poder ser realizado entre a AES Eletropaulo e o cliente mediante acordo entre as partes.

    2.7. custo para o fornecimento

    A participao financeira da AES Eletropaulo e do cliente sobre o custo total das obras no siste-ma eltrico necessria para o atendimento da solicitao ser tratada em conformidade com as condies gerais do fornecimento de energia eltrica.

    3. eStrUtUra tarifria

    As unidades consumidoras atendidas dentro do subgrupo A2 sero enquadradas compulsoria-mente na estrutura tarifria horo-sazonal azul, subgrupo tarifrio A2, constituda por tarifas diferenciadas para utilizao de energia eltrica em horrio de ponta e fora de ponta, e perodos do ano seco e mido.

    3.1. fator de potncia

    O fator de potncia de referncia, indutivo ou capacitivo da unidade consumidora, deve ser mantido dentro do limite mnimo permitido pela legislao vigente.

  • Tabela 1: Limites globais de tenses harmnicas em porcentagem da tenso fundamental

    10

    4. QUalidade da tenSo

    O controle da qualidade da tenso distribuda pela AES Eletropaulo quanto distoro, flutuao, desequilbrio e demais fenmenos ser realizado conforme o estabelecido no Mdulo 8 Qualidade da Energia Eltrica , dos Procedimentos de Distribuio (Prodist) e na legislao vigente.

    4.1. limites globais

    Os limites globais constituem os valores mximos de distoro, flutuao e desequilbrio de tenso que podero ocorrer em qualquer barra do sistema eltrico, causados pela operao conjunta de todos os clientes e equipamentos da prpria AES Eletropaulo.

    O cliente conectado ao sistema eltrico que vier a causar a violao desses limites globais deve tomar aes corretivas no sentido de garantir o atendimento desses limites.

    4.1.1. limites globais de distores harmnicas

    A Tabela 1 a seguir apresenta os valores de referncia para as distores harmnicas individuais e total, estabelecidas no Mdulo 8 dos Procedimentos de Distribuio.

  • Tabela 2: Limites globais de severidade de Flicker

    11

    4.1.2. limites globais de flutuao de tenso (flicker)

    Os nveis de severidade de cintilao, associados flutuao de tenso, so quantificados pelos indicadores Pst e Plt, conforme descrio e recomendao da Comisso Internacional de Eletrotcnica na Publicao IEC 61000-4-15 Flickermeter Functional and Design Specifications.

    As flutuaes de tenso provocadas pela operao das cargas no lineares instaladas na Unidade Consumidora podem provocar uma srie de distrbios ao se propagarem atravs da rede.

    Entretanto, sem prejuzo de futuras consideraes dos demais efeitos associados a estas flutuaes, a tabela abaixo estabelece os valores de referncia relacionados cintilao luminosa (Flicker) definidos no Mdulo 8 dos Procedimentos de Distribuio.

    O Fator de Transfrencia (FT) deve ser determinado conforme critrios estabelecidos no Prodist.

    4.1.3. limites globais de desequilbrio de tenso

    O desequilbrio de tenso existente em qualquer barra do sistema no poder resultar em nveis de fator de desequilbrio (FD) superior a 2%.

    O fator de desequilbrio (FD) definido pela relao entre componentes de sequncia negativa (V-) e positiva (V+) da tenso, expressa em porcentagem de componente de sequncia positiva, conforme a seguinte expresso:

    5. caPacitoreS de Potncia

    Sob o aspecto de utilizao, instalao, operao e manuteno de capacitores de potncia, devem ser atendidas as exigncias estabelecidas pela ABNT nas normas:

    NBR 5282 de JUN/98 Capacitores de potncia em derivao para sistema de tenso nominal acima de 1.000 V Especificao.

    NBR 10671 de MAI/89 Guia para instalao, operao e manuteno de capacitores de potncia em derivao.

    NBR 12479 de ABR/92 Capacitores de potncia em derivao para sistema de tenso nominal acima de 1.000 V Caractersticas eltricas e construtivas.

    FD% = ( V- / V+ ) x 100

  • 12

    6. conVerSo de tenSo de 88 kV Para 138 kV

    Em conformidade com a padronizao de tenso estabelecida pelo Poder Concedente, atravs dos Decretos Federais nos 73.080 de 05/11/73 e 97.280 de 16/12/88, a AES Eletropaulo prev operar as linhas de subtransmisso em 138 kV, quando as condies tcnicas assim permitirem, em funo das ampliaes do seu sistema.

    Portanto, nos casos em que a tenso nominal de fornecimento for inicialmente 88 kV, a ETC deve estar preparada para operar sob a tenso futura de 138 kV e todas as despesas com substituies dos aparelhos e instalaes a serem feitas para se adequarem nova tenso prevista sero cobradas conforme determina a legislao vigente. O cliente ser informado sobre a poca dessa modificao com antecedncia mnima de 2 (dois) anos.

    7. aceSSo S inStalaeS

    Fica assegurado a AES Eletropaulo, a qualquer tempo, o acesso s instalaes eltricas de propriedade do cliente, atravs de seus representantes credenciados, para proceder inspees nos equipamentos de sua propriedade, coleta de dados e/ou informaes sobre os assuntos pertinentes ao funcionamento e/ou das instalaes diretamente ligadas ao sistema da AES Eletropaulo.

    8. alterao naS inStalaeS da eStao tranSformadora de cliente

    A AES Eletropaulo deve ser informada, com antecedncia mnima de 03 (trs) meses, de toda e qualquer alterao ou ampliao na ETC.

    9. aPreSentao do ProJeto da eStao

    Sendo definidas as condies de fornecimento e formalizado o contrato de fornecimento em tenso do subgrupo A2, o cliente, ou o seu representante legal, deve encaminhar o projeto da ETC para a aprovao, com os seguintes elementos:

    9.1. em 2 (duas) vias:

    a. Planta e cortes transversais e longitudinais (escala 1:50 ou 1:100) das estruturas, edifcios e equipamentos com a indicao das dimenses, distncias e faseamento nas cores azul, branca e vermelha.

    b. Diagramas eltricos unifilares e trifilares, indicando os equipamentos e circuitos de controle, proteo e medio.

    c. Memorial descritivo das instalaes da ETC, contendo inclusive o esquema de operao.d. Programa de manuteno preventiva, a periodicidade e os ensaios a serem efetuados por

    equipamentos da ETC.

    e. Cronograma de obras da ETC.f. Diagrama funcional dos disjuntores de entrada, incluindo a transferncia automtica e/ou

    com paralelismo momentneo.

  • 13

    9.2. em 1 (uma) via em meio fsico ou digital:

    a. Catlogos contendo as caractersticas dos seguintes equipamentos: Para-raios.

    Secionadores.

    Disjuntores de entrada.

    Rels da proteo de entrada (sobrecorrente, subtenso e sobretenso) com indicao de tipo e faixa de ajuste.

    Transformadores de corrente e potencial da proteo de entrada.

    b. Desenho da placa do(s) transformador(es) de potncia, constando sua(s) respectiva(s) impedncia(s).

    c. Planta da malha-terra e o seu memorial de clculo.d. Para a estao tipo compacta (blindada SF6 ), o relatrio contendo os seguintes ensaios:

    Dos TC da proteo de entrada e da medio de faturamento:

    Isolao.

    Polaridade.

    Resistncia eltrica dos enrolamentos.

    Excitao.

    Relao de transformao.

    Exatido.

    Dos TP da medio de faturamento:

    Isolao.

    Relao de transformao.

    Exatido.

    9.3. as caractersticas tcnicas, o valor da resistncia hmica dos condutores e a distncia entre os tP e os tc em relao aos rels da proteo de entrada.

    9.4. licenciamento ambiental

    Apresentar licenas e autorizaes pertinentes (licena prvia, licena de instalao, licena de operao, autorizao para supresso de vegetao, termos de compensao e recuperao ambiental, termos de cumprimento de compensao, outorgas, etc.) emitidas por rgo pblico responsvel pela preservao do meio ambiente.

    Apresentar os relatrios de cumprimento das condicionantes das licenas. Esses documentos sero avaliados pela rea de Meio Ambiente da AES Eletropaulo.

    9.5. da firma ou do profissional responsvel pelo projeto e obras da etc, apresentar uma cpia da:

    Carteira ou registro do CREA Anotao de Responsabilidade Tcnica (ART) relativa ao endereo objeto do projeto e/

    ou certificado de ligao Certificado de registro da firma com o CREA (no caso de firmas instaladoras)

  • 14

    Notas:a. Para a elaborao do projeto, observar a numerao e o faseamento da entrada da linha de

    transmisso definidos pela AES Eletropaulo.

    b. Os projetos executados no exterior devem ser fornecidos no original e traduzidos.c. A aprovao do projeto das instalaes do cliente pela AES Eletropaulo no isenta a projetista

    da responsabilidade pela execuo do projeto e pelo bom desempenho da operao.

    10. aPreSentao do ProJeto de amPliao oU SUBStitUio de eQUiPamentoS da eStao

    Para ampliar ou modificar as instalaes da ETC, o cliente ou o seu representante legal deve fornecer o projeto com as modificaes a serem efetuadas, contendo os equipamentos que sero substitudos no lado de 88/138 kV.

    Os dados a serem fornecidos devem atender s solicitaes constantes no item 9.

    Nesse projeto de ampliao, devem ser indicadas as modificaes a serem efetuadas, atendendo como segue:

    a. A tinta vermelha, as partes a construir e/ou equipamentos a instalar.b. A tinta amarela, as partes a demolir e/ou equipamentos a remover.c. A tinta verde, os equipamentos a remanejar.

    11. eXignciaS BSicaS Para a inStalao da eStao

    11.1. estrutura

    Devem atender s seguintes caractersticas:

    a. Ser construda de material incombustvel (ao, concreto, etc.).b. Ter as vigas de amarrao dos cabos condutores dos circuitos e dos cabos para-raios

    calculadas para resistir trao mnima de 500 kgf por ponto de amarrao.

    c. A altura das vigas de amarrao da linha de transmisso acima do solo estudada para cada caso pela AES Eletropaulo.

    d. O campo de proteo proporcionado por haste e/ou cabos para-raios, contra descargas atmosfricas, deve ser apresentado em projeto especfico, baseado em normas e recomendaes tcnicas, cuja aprovao ser submetida AES Eletropaulo.

    Nas vigas de amarrao da linha de transmisso devem ser instaladas, pelo cliente, as ferragens para o engate dos cabos condutores e para-raios.

    Para facilitar o acesso dos eletricistas de manuteno com segurana ao prtico da ETC, devem ser instaladas escadas e plataformas, conforme ilustrao constante no des. n 11, cujo projeto, lista de materiais e quantitativos devem ser apresentados para aprovao, juntamente com os desenhos do projeto da ETC.

    No caso de existir prticos de concreto, a descida dos cabos de aterramento das ferragens das cadeias de isoladores, cabos para-raios, etc., deve ser feita externamente aos prticos e, at a altura de 1,0 (um) metro do solo. A interligao com a malha-terra ser feita atravs de conectores, para permitir o desligamento por ocasio das medies da malha.

  • 15

    11.2. Barramento

    Deve ter o nvel de isolamento correspondente a valor eficaz de tenso suportvel nominal a frequncia industrial de 275 kV e valor de crista de tenso suportvel nominal de impulso atmosfrico de 650 kV.

    a. Afastamentos mnimos entre fases no barramento: Para barras rgidas: 2,40 m.

    Para barras flexveis: 3,00 m.

    b. Afastamentos mnimos entre fase e terra no barramento: Para barras rgidas: 1,50 m.

    Para barras flexveis: 2,20 m.

    c. A altura mnima em relao ao solo das partes em tenso no isoladas e desprotegidas deve ser de 4,50 m.

    d. A altura mnima em relao ao solo das partes em tenso reduzidas a zero, porcelanas, isoladores, etc., deve ser de 2,50 m.

    e. Os secionadores no barramento so considerados como barras flexveis.

    As distncias mnimas exigidas so exemplificadas nos desenhos nos 4 e 5.

    11.3. Proteo de entrada

    A cada disjuntor de entrada deve corresponder um rel de proteo.

    A operao de qualquer rel de proteo deve atuar um rel funo 86 para cada disjuntor, que quando atuado deve desligar e bloquear o ligar do disjuntor de entrada.

    Demais informaes relativas a rels da proteo de entrada encontram-se no item 12.4.

    11.4. recomendao sobre proteo

    Recomenda-se a instalao de proteo diferencial para todos os transformadores de potncia. Caso no seja prevista a referida instalao, a AES Eletropaulo deve ser consultada a respeito.

    11.5. intertravamento

    Deve existir intertravamento eltrico e/ou mecnico entre o secionador de entrada e o respectivo disjuntor, de modo que ele no possa ser manobrado com o citado disjuntor ligado.

    Deve existir tambm intertravamento eltrico e/ou mecnico entre os dois secionadores de entrada ou entre os dois disjuntores de entrada, de modo que os circuitos alimentadores no possam ser colocados em paralelo, exceto no caso previsto no item 11.6.1.

    11.6. transferncia de alimentao

    A ETC deve possuir esquema de transferncia de alimentao para permitir manobras operativas e de manuteno sem interrupo de fornecimento.

    11.6.1. transferncia de alimentao com paralelismo momentneo (sem interrupo no fornecimento de energia eltrica)

    Essa transferncia, de um ramal para outro, realizada sem interrupo para os servios programados nos ramais alimentadores da ETC ou para isolar o ramal interno para a manuteno dos equipamentos.

  • 16

    Esse sistema deve ser avaliado e aprovado pela AES Eletropaulo e necessita atender s seguintes condies:

    a. Alimentadores com paralelismo momentneo devem ser alimentados por transformadores de potencial (TP), instalados numa das fases de cada circuito de alimentao, entre os para-raios e os secionadores de entrada.

    b. Deve haver uma chave de controle para o bloqueio manual desse esquema de transferncia.c. O paralelismo momentneo s poder ocorrer quando houver tenso nos dois ramais de

    alimentao.

    d. Logo aps o ligar do segundo disjuntor, instantaneamente, o primeiro disjuntor deve desligar-se automaticamente.

    e. O paralelismo momentneo no deve se processar, caso tenha ocorrido a operao da proteo de entrada da ETC.

    11.6.2. transferncia automtica de alimentao por falta de tenso

    Essa transferncia permitir, por ocasio da interrupo do fornecimento de energia eltrica pelo ramal principal, a transferncia automtica para o ramal reserva, quando este estiver em tenso.

    Esse sistema deve ser avaliado e aprovado pela AES Eletropaulo e necessita atender s seguintes condies:

    a. Os rels de tenso utilizados para o esquema da transferncia automtica devem ser alimentados por transformadores de potencial (TP), instalados em uma das fases de cada circuito de alimentao, localizados entre os para-raios e os secionadores de entrada, e nos secundrios dos transformadores de potncia.

    b. Deve ser previsto um dispositivo com uma temporizao varivel, que comanda o incio da transferncia automtica.

    c. Deve haver uma chave de controle para o bloqueio manual do esquema de transferncia. d. O incio da transferncia s se processar quando a falta de tenso for superior a 0,5 (meio)

    segundo no circuito alimentador, desde que tenha tenso no outro circuito reserva, e haja confirmao de falta de tenso nos secundrios dos transformadores de potncia.

    e. A operao de ligar o disjuntor s poder ser iniciada aps a concluso total da operao de desligar do outro disjuntor.

    f. Essa transferncia no deve se processar caso tenha ocorrido a operao da proteo de entrada da ETC.

    Nos desenhos nos 6 e 7, em anexo, so apresentadas sugestes para a instalao desse tipo de transferncia.

    11.7. diversas

    a. As barras de alta tenso devem ser ligadas aos circuitos alimentadores por dois disjuntores, devendo corresponder a cada um desses equipamentos de controle e proteo independentes.

    b. Todas as partes condutoras da instalao, no destinadas a conduzir corrente, devem ser solidamente aterradas.

  • 17

    11.8. geradores prprios em paralelo com o sistema da aeS eletropaulo

    Para operar nessa condio o cliente deve consultar previamente a AES Eletropaulo, e aps o seu posicionamento, o interessado deve fornecer o projeto para a aprovao, devendo atender no mnimo as seguintes protees:

    a. Sobretenso de sequncia zero instantnea (funo 59N) Essa proteo deve isolar os geradores, quando houver defeito envolvendo a terra, nos

    circuitos alimentadores da ETC. O rel a ser utilizado deve ser de sobretenso de sequncia zero (59N), com atuao

    temporizada, alimentado pelos sinais provenientes dos 03 (trs) TP instalados no barramento de alta tenso da ETC.

    A temporizao a ser ajustada dever ser objeto de consulta a esta distribuidora. A utilizao dessa proteo deve-se ao fato de o primrio dos transformadores de potncia no possuir neutro aterrado, que provocar o aparecimento de uma tenso de sequncia zero no secundrio dos TPs, quando os geradores alimentarem o curto-circuito aps o desligamento do circuito alimentador na estao da transmissora.

    Nessa situao, as fases no defeituosas estaro sujeitas a sobretenses.

    O ajuste do rel deve ter um valor que impea a sua operao para defeitos que ocorram em outras linhas ligadas na estao que alimentam o cliente.

    b. Sobrecorrente direcional (funo 67) Essa proteo deve isolar os geradores, quando ocorrer defeito entre fases, nos circuitos

    alimentadores da ETC. Os rels a serem utilizados devem ser de sobrecorrente direcionais, com atuao instantnea,

    alimentados pelos 03 (trs) TC instalados no lado da baixa tenso dos transformadores de potncia.

    c. Direcional de potncia (funo 32) Essa proteo deve isolar os geradores, evitando fornecer fluxo de potncia ao sistema

    quando ocorrer a desenergizao dos circuitos supridos pela AES Eletropaulo. O rel a ser utilizado deve ser temporizado, alimentado pelos 03 (trs) TC e 03 (trs) TP

    instalados no lado da baixa tenso dos transformadores de potncia. A temporizao a ser ajustada dever ser objeto de consulta a esta distribuidora.

    d. Salto de vetor (funo 78) Essa proteo isola os geradores quando houver a perda de uma ou mais fases do circuito

    alimentador da ETC.

    Deve ser observado que caso ocorra a queima do fusvel de um transformador de potencial de proteo, as funes de proteo polarizadas por tenso (32, 59N, 67 e 78) perdero suas caractersticas funcionais.

    Para proteger o gerador com as perdas dessas funes polarizadas por tenso, a proteo do gerador deve estar preparada para assumir a superviso de sobrecorrente e desligar a conexo em paralelo com o alimentador da AES Eletropaulo na eventualidade de uma ocorrncia de falta no sistema.

  • 18

    Essa desconexo do gerador do sistema necessria para que o religamento da linha de transmisso ou distribuio no seja efetuado sem sincronismo sobre o gerador em regime de trabalho. Essa condio dever permanecer enquanto durar a condio de perda de potencial.

    A graduao desses rels ser de responsabilidade do cliente com o prvio conhecimento da AES Eletropaulo. Para a operao desses geradores, a AES Eletropaulo deve ser notificada para a inspeo da referida instalao.

    O desenho n 8 mostra o esquema padro do gerador em paralelo com o sistema da AES Eletropaulo.

    11.9. malha-terra

    Para o dimensionamento da malha-terra devem ser observados os seguintes elementos:a. A corrente de curto-circuito fase-terra no barramento de entrada da ETC deve ser de 21

    (vinte e um) kA, tanto na tenso de 88 kV como de 138 kV.

    b. A resistncia total da malha-terra no deve ultrapassar a 02 (dois) ohms, medidos sem qualquer conexo com os cabos para-raios e com o sistema de distribuio desligado.

    c. Para a determinao dos potencias de toque e passo, deve ser utilizada a corrente de malha conforme norma ABNT NBR 15751.

    d. O projeto da malha-terra deve atender s especificaes da norma IEEE-80, da ltima reviso, do Institute of Electrical and Electronic Engineers, que so as seguintes:

    d.1. Valor mnimo do coeficiente de irregularidade (Ki) igual a 02 (dois).

    d.2. Tempo mnimo de eliminao de falta de 0,5 (meio) segundo.

    d.3. Tempo mnimo para o dimensionamento dos cabos da malha-terra de 1,0 (um) segundo. d.4. Para o clculo dos potenciais, utilizar o valor da resistividade da primeira camada (p1).

    d.5. Para o clculo da resistncia de aterramento, utilizar o valor da resistividade (pa).

    d.6. No memorial de clculo devem-se constar os seguintes dados:

    I. Valores medidos e a estratificao da resistividade do solo. II. Um estudo sobre os potenciais de toque e de passo, em pontos internos e externos malha. III. Medio da resistividade, indicando o nmero de pontos e o mtodo utilizado. IV. Clculo da resistividade aparente baseado nos itens anteriores. V. Clculo dos espaamentos, comprimento mnimo dos condutores e resistncias de aterramento da malha. VI. Clculo da resistncia das hastes, considerando a mtua resistncia entre as mesmas. VII. Clculo da resistncia total entre cabos e hastes, considerando as mtuas resistncias entre esses sistemas de aterramento. VIII. Relatrio de medies efetuadas no campo, para a determinao do coeficiente (KJ) de reduo de aterramento. IX. Detalhamento de como foi executado o tratamento qumico do solo da malha-terra (se existir). X. Detalhamento de como foi executado o tratamento qumico para hastes (se existir).

  • 19

    11.10. medio para faturamento

    A medio deve ser feita no lado de 88/138 kV, empregando 01 (um) ou 02 (dois) conjuntos de 03 (trs) transformadores de potencial e 02 (dois) de corrente, instalados na posio indicada nos desenhos no 01 a 06 e 08.

    O sistema de medio para faturamento, composto de transformadores de potencial (TP), transformadores de corrente (TC), medidores e acessrios, ser dimensionado e fornecido pela AES Eletropaulo.

    Os cabos de controle para os circuitos secundrios de potencial e de corrente devem ser fornecidos pelo cliente e ter as seguintes caractersticas:

    Tenso de isolamento: 1 kV;

    A seo nominal dos condutores ser dimensionada pela AES Eletropaulo, com base nas informaes apresentadas pelo cliente, no projeto;

    Flexibilidade mnima correspondente classe de encordoamento 5;

    Isolao constituda por composto extrudado base de polietileno termoplstico (PE) ou cloreto de polivinila (PVC);

    Identificao dos condutores: veias numeradas ou coloridas;

    Norma: NBR 7289.

    Quando a ETC for compartilhada por duas ou mais unidades consumidoras, essa condio deve ser comunicada AES Eletropaulo, que fornecer orientaes especficas sobre o sistema de medio.

    11.10.1. transformadores de potencial e de corrente

    Os transformadores de potencial e de corrente sero fornecidos pela AES Eletropaulo, atendendo s caractersticas descritas no item 12.6.

    Cabe ao cliente, a responsabilidade pela instalao dos equipamentos em questo, devendo para tanto, prever em suas instalaes, bases padronizadas, com capacidade para suportar 02 (duas) toneladas, de acordo com as exigncias mencionadas no desenho n 12.

    O cliente deve solicitar a esta Concessionria, o envio dos referidos transformadores com 180 (cento e oitenta) dias de antecedncia da energizao da ETC, cabendo ao mesmo instal-los, deixando, porm, as ligaes secundrias, para serem efetuadas por ocasio da instalao do painel de medio pela AES Eletropaulo.

    os transformadores de potencial e de corrente destinados medio so de uso exclusivo desta concessionria.

    Entretanto, para fins de superviso e controle de carga, podero ser fornecidos, pelo medidor, pulsos de potncia e de sincronismo de tempo. em nenhuma hiptese esta concessionria poder ser responsabilizada por eventual anomalia temporria no citado fornecimento de pulsos, para justificar possveis ultrapassagens dos valores contratados pelo cliente.

    A AES Eletropaulo no v restries quanto medio prpria. No entanto, no podero ser utilizados os TP e os TC de medio da AES Eletropaulo para essa finalidade.

    Deve ser prevista, prxima aos TP e TC, uma fonte de alimentao em corrente alternada, 127/220 V.

  • 20

    A instalao e a retirada dos TP e TC das respectivas bases so de responsabilidade do cliente. Se necessrio, o cliente deve providenciar as adaptaes dos condutores primrios ou da base dos TP e TC, inclusive em futuras substituies.

    11.10.2. caixas de passagem para os cabos de controle da medio

    Para cada conjunto de TP ou TC, deve ser adquirida e instalada pelo cliente, uma caixa de passagem.

    Devem ser prprias para instalao ao tempo e dispor de ponto para colocao de selo de lacrao.

    11.10.3. canaletas ou dutos para instalao dos cabos de controle da medio

    As canaletas podero conter cabos para outras finalidades, desde que sejam construdas com bandejas para uso exclusivo dos cabos de medio.

    Se forem de uso exclusivo da medio, as canaletas devem ser de concreto ou alvenaria e ter dimenses mnimas de 15 cm x 15 cm, coberta com lajotas de concreto ou material equivalente de fcil remoo, e os caminhamentos devem atender ao desenho n 12.

    Alternativamente, podero ser construdas linhas de dutos, uma para cada circuito de potencial ou de corrente, interligando as caixas de passagem ao cubculo de medio. Os eletrodutos devero ter seo nominal mnima de 50 mm e, se forem metlicos, devem ser aterrados.

    Na apresentao do projeto, o cliente deve informar o comprimento dos cabos de controle da medio.

    11.10.4. cubculo de medio

    A aquisio e instalao do cubculo de medio sero de responsabilidade do cliente, devendo suas caractersticas estar enquadradas s exigncias mencionadas no desenho n 13.

    deve ser instalado em recinto fechado, de maneira que os cabos de controle dos secundrios dos tP e tc tenham no mximo 60 (sessenta) metros. As canaletas ou os dutos devero terminar logo abaixo do cubculo.

    Se o cubculo for instalado na casa de comando da ETC, deve haver acesso de no mnimo 01 (um) metro, tanto na parte da frente como na de trs. A casa de comando, quando estiver abrigando o referido cubculo, no poder ser do tipo blindada.

    No caso do cubculo vir a ser instalado fora da casa de comando, deve ser construda uma edificao apropriada, conforme as caractersticas mencionadas no desenho n 14.

    o cubculo de medio deve ser empregado para abrigar exclusivamente, equipamentos desta concessionria.

    Deve ser prevista uma fonte de alimentao 127/220 Vca, e uma alimentao 125 Vcc ou 127 Vca ininterrupta no interior do cubculo.

    11.11. Proteo dos cabos subterrneos

    Caso a ETC seja suprida atravs de ramal subterrneo, a filosofia de proteo dos cabos deve ser definida em conjunto com a Concessionria.

    11.12. acesso e circulao de veculos para manuteno

    O projeto da ETC deve prever o acesso e circulao de veculos pesados, com dimenses mnimas de 2,20 m x 6,00 m, para as necessrias manutenes nos equipamentos da AES Eletropaulo.

  • 21

    12. eXignciaS BSicaS QUanto aoS eQUiPamentoS da eStao tranSformadora de cliente12.1. Para-raios

    Os para-raios devem ser de resistor no linear em xido de zinco (ZnO), tipo estao, servio pesado, classe 2, para uso externo, tenso nominal eficaz de 84 kV e 120 kV, respectivamente, para as instalaes operando em 88 kV e 138 kV, 60 Hz.

    Caractersticas bsicas recomendadas so:

    Devem ser realizados estudos de coordenao de isolamento para verificar os nveis de proteo necessrios e definio das caractersticas tcnicas dos para-raios.

    Devem ser previstos para funcionamento contnuo em sistema com tenses nominais de 88 ou 138 kV. Para isso, devem possuir um dispositivo externo de curto-circuitagem de um nmero necessrio de elementos para operar em 88kV.

    Instalao

    Deve ser empregado um conjunto de 03 (trs) para-raios por circuito de alimentao, localizados antes dos secionadores de entrada e ligados diretamente aos condutores de entrada.

    Os terminais terra dos para-raios devem ser ligados entre si malha-terra da ETC.

    Quando o suprimento do cliente for feito por cabos subterrneos, a AES Eletropaulo deve ser consultada a respeito da necessidade da instalao de para-raios na ETC.

    12.2. Secionadores de entrada

    Devem ser de operao simultnea, manual e/ou eltrica, para as 03 (trs) fases e dotadas com dispositivo mecnico que permita o travamento com cadeado na posio aberta.

    Devem possuir nvel de isolamento para 275 kV de tenso suportvel nominal frequncia industrial e 650 kV de tenso suportvel nominal de impulso atmosfrico.

  • 22

    A corrente suportvel nominal de curta durao deve ser de 40 kA.

    No devem ter dispositivos para ligar o circuito malha terra.

    Deve ser empregado, no mnimo, um jogo por circuito de alimentao antes do disjuntor de entrada.

    12.3. transformadores de corrente da proteo de entrada

    Devem ser utilizados exclusivamente para a alimentao dos rels de proteo de entrada. Para qualquer outra finalidade, depender da aprovao prvia da AES Eletropaulo.

    Caractersticas bsicas

    Devem atender Norma ABNT NBR 6856 Transformador de Corrente quanto exatido para servio de proteo, de acordo com os valores de curto-circuito no ponto de conexo ao sistema da AES Eletropaulo.

    Devem possuir nvel de isolamento para 275 kV de tenso suportvel nominal frequncia industrial e 650 kV de tenso suportvel nominal de impulso atmosfrico.

    A corrente suportvel nominal de curta durao deve ser de 40 kA.

    A classe de exatido deve ser igual ou superior ABNT 10B200 para qualquer relao existente.

    os transformadores de corrente, embora adquiridos e escolhidos pelo cliente, devem ser aprovados pela aeS eletropaulo, reservando-a o direito de escolher a relao em que os mesmos devem ficar ligados e de alter-la, para ajustar s condies do sistema eltrico.

    Instalao

    Imediatamente antes dos disjuntores de entrada correspondentes.

    No caso da ETC ser alimentada por cabos subterrneos, devem ser observadas as orientaes apontadas no item 11.11.

    12.4. rels da proteo de entrada

    a. Tipos de rels Os rels devem possuir as funes de proteo de sobrecorrente temporizada e instantnea

    (ANSI 50/51), com curvas caractersticas ajustveis.

    b. Faixas de ajustes e graduaes: Os rels devem possuir faixas de ajuste que atendam s necessidades de graduao

    definidas pela AES Eletropaulo.

    Essas informaes devem ser fornecidas em fase de projeto para aprovao.

    12.5. disjuntores

    a. TipoTripolar, tenso nominal de 145 kV, capacidade de interrupo nominal trifsica, simtrica de 40 kA, com tempo mximo de interrupo de 03 (trs) ciclos.

    Devem possuir nvel de isolamento para 275 kV de tenso suportvel nominal frequncia industrial e 650 kV de tenso suportvel nominal de impulso atmosfrico.

  • 23

    O disjuntor deve ser provido de dispositivos eltricos para fechamento e abertura tripolar, possuir desligamento livre eltrico e ser equipado com dispositivo antipumping.

    b. InstalaoEntre o grupo de medio e os TC da proteo de entrada de linha.

    12.6. transformadores de medio para faturamento

    Os transformadores de potencial e de corrente devem atender ao Regulamento Tcnico Metrolgico do Inmetro, aplicvel em cada caso ou, na falta deste, s Normas ABNT aplicveis.

    a. Transformador de potencial, conforme Norma ABNT NBR 6855 Carga nominal P200VA

    Exatido 0,3 P 12,5 / 25 / 50 / 100 /200

    b. Transformador de corrente, conforme Norma ABNT NBR 6856 Carga nominal C50VA

    Exatido 0,3 C 2,5 / 5 /12,5 /25 /50

    c. InstalaoEsses transformadores sero fornecidos pela AES Eletropaulo, devendo ser instalados logo aps o disjuntor de entrada, sendo primeiro os TP seguidos dos TC, conforme mencionado no item 11.10.

    12.7. transformadores de potncia

    Os transformadores para estao com tenso nominal de fornecimento em 88 kV devem ser projetados com enrolamento de alta tenso para operar na tenso de 138 kV (religvel) para atender ao disposto no item 6.

    Para atender s possveis variaes de tenso da linha de transmisso, as faixas de tenso dos enrolamentos de alta tenso devem ser:

    a. De 76 kV a 92 kV operando em 88 kV.b. De 119 kV a 144 kV operando em 138 kV.

    A definio quanto quantidade de derivaes dentro dessa faixa deve ser avaliada e definida pelo cliente considerando o nvel de exigncia da variao de tenso na sua carga e a regulao proporcionados pelo transformador. De acordo com essa exigncia, pode ser necessrio que o transformador seja equipado com comutador de derivao sob carga ou regulador de tenso externo para permitir a regulao de forma automtica.

    Os transformadores devem ter o lado de alta tenso com o neutro isolado da terra, qualquer que seja o seu diagrama de ligao.

    A tenso suportvel nominal de impulso atmosfrico dos enrolamentos de alta tenso deve ser de 650 kV para ligao em 138 kV.

  • 24

    12.8. equipamentos para operaes especficas

    12.8.1. Transformadores de potencial para a transferncia automtica e/ou com paralelismo momentneo e geradores prprios em paralelo com o sistema da AES Eletropaulo.

    Caractersticas bsicas

    Relao de transformao 138/3 / 92/3 - 115 V

    Exatido mnima 1,2P75

    Tenso suportvel nominal frequncia industrial de 275 kV e tenso suportvel nominal de impulso atmosfrico de 650 kV.

    Instalao

    Para o esquema de transferncia automtica ser necessrio 01 (um) TP por circuito de entrada, instalado entre os para-raios e os secionadores de entrada, e para a gerao em paralelo com a AES Eletropaulo, 03 (trs) TPs instalados no barramento de 88/138 kV.

    13. eXecUo da inStalao

    A execuo das instalaes da ETC deve atender s instrues apresentadas e ao projeto previamente aprovado pela AES Eletropaulo, alm das condicionantes das licenas ambientais.

    A citada execuo deve ser de responsabilidade de uma firma ou profissional, atendendo ssolicitaes mencionadas no item 9.5.

    14. Pr-inSPeo e inSPeo final

    Para a realizao da pr-inspeo na ETC, a AES Eletropaulo deve ser comunicada com 10 (dez) dias de antecedncia da data da concluso das obras e ser fornecida 01 (uma) via do relatrio de testes de campo dos equipamentos e da malha-terra contendo, no mnimo, os seguintes ensaios:

    14.1. estao convencional

    a. Para-raios Resistncia de isolamento.

    b. Disjuntor Resistncia eltrica de contato.

    Resistncia de isolamento.

    b.1. Disjuntor a leo

    Ensaio no leo isolante.

    Ensaio com analisador de percurso.

    Fator de potncia.

    b.2. Disjuntor SF6 Simultaneidade de fechamento e abertura dos contatos (com oscilgrafo)

    Dew point do SF6

  • 25

    c. Secionador Resistncia eltrica de contato.

    d. Transformador de potencial Relao de transformao. Fator de potncia. Resistncia de isolamento. Resistncia eltrica dos enrolamentos.

    e. Transformador de corrente Relao de transformao. Fator de potncia. Resistncia de isolamento. Polaridade. Resistncia eltrica dos enrolamentos. Excitao.

    f. Transformador de potncia Relao de transformao. Fator de potncia. Resistncia de isolamento. Resistncia eltrica dos enrolamentos. Anlise fsico-qumica do leo isolante. Anlise cromatogrfica dos gases dissolvidos no leo isolante.

    g. Bateria e retificador Tenso e densidade por elemento. Tenso de flutuao e alarmes do retificador.

    h. Malha-terra h.1. Resistncia de aterramento

    Mtodo da queda de potencial conforme Norma ABNT NBR 15749 Medio de Resistncia de Aterramento e de Potenciais na Superfcie do Solo em Sistemas de Aterramento.

    h.2. Potencial de Toque Na cerca, nas quinas e ao longo, em pelo menos um ponto de cada lado. Nos portes metlicos, nas situaes aberto e fechado, dentro e fora da ETC. Na estrutura do(s) transformador(es) de potncia, disjuntor(es) e dispositivos de

    comando/acionamento [mnimo de 02 (dois) toques]. No vrtice da malha em pontos diametralmente opostos. Perpendicular externo malha-terra no mnimo em 04 (quatro) direes diferentes

    com variaes de metro a metro [mnimo de 06 (seis)]. h.3. Potencial de passo

    Em pelo menos 02 (duas) quadrculas (potencial de malha).

    Em 04 (quatro) pontos distintos internamente malha.

    Junto ao(s) transformador(es) de potncia, disjuntor(es) e dispositivos de comando acionamento [mnimo de 02 (dois) passos].

    Para as medies na malha-terra, deve ser injetada corrente senoidal fornecida por um gerador independente, com todo o sistema eltrico desligado.

  • 26

    14.2. estao blindada (tipo Sf6 )

    a. Operacionais (nos equipamentos de manobras e seus mecanismos de operao) Operao manual e mecnica.

    Registro de tempo e velocidade de operao.

    Verificaes da simultaneidade da operao entre os polos.

    Verificao dos deslocamentos, curso e penetrao de contatos mveis.

    Verificao da sequncia de operao e todo o sistema de intertravamento.

    b. Deteco de vazamento de gs; aplicar mtodos recomendados pelo fabricante. c. Dispositivos auxiliares

    Verificao completa da fiao.

    Verificao da atuao dos pressostatos e termostatos.

    Verificao do funcionamento de alarmes, sinalizadores, instrumentos, resistores de aquecimento, etc.

    Ensaios de outros dispositivos ou equipamentos auxiliares.

    d. Medio da resistncia dos circuitos principais. A escolha do circuito de medio dos valores de tenso e corrente e dos instrumentos

    deve ser criteriosa para minimizar a introduo de erros e permitir, ao mesmo tempo, a comparao com os valores obtidos nos ensaios de rotina na fbrica.

    e. Ensaio do dieltrico (estao totalmente montada e cheia de gs densidade nominal) Tenso suportvel frequncia industrial.

    Tenso para o ensaio de campo deve ser 80 % do valor especificado para o ensaio de rotina, utilizado pelo fabricante.

    Os equipamentos ou parte da ETC que tenham caractersticas nominais diferentes devem ser desligados do circuito principal e ligados terra, (Exs.: TP, TC, PR, TR, etc.) durante o ensaio.

    f. Para os demais ensaios nos equipamentos, devem ser atendidas s solicitaes constantes no Item 14.1.

    Executada a pr-inspeo, no prazo de 10 (dez) dias teis, ser realizada a inspeo final pelos representantes da AES Eletropaulo.

  • 27

    15. relatrio de teSteS

    O relatrio de testes mencionado deve ser aprovado e assinado pelo responsvel tcnico do cliente, constando o nmero do registro do CREA, acompanhado de um parecer conclusivo sobre os resultados dos ensaios eltricos realizados, comparando-se com os valores admitidos pelo fabricante dos equipamentos.

    No caso de modificao da ETC em que envolva ampliao ou substituio de equipamentos, deve tambm ser fornecido AES Eletropaulo o relatrio de testes dos novos equipamentos, conforme orientao do item 14.

    16. energiZao

    Concluda a inspeo final das instalaes da ETC, no prazo mximo de 15 (quinze) dias, ser programada a energizao, cuja data depender dos ajustes com as diversas reas relacionadas, inclusive com outros clientes ligados na mesma linha de alimentao.

    No caso geral de ampliao, concluda a inspeo final, as novas instalaes estaro liberadas para a energizao.

    17. identificao na entrada da eStao

    17.1. nmero do secionador de entrada

    Por ocasio da energizao da ETC, a AES Eletropaulo fornecer as placas com a numerao de cada secionador de entrada, que devem ser instaladas no varo vertical do secionador. Esse nmero ser a referncia da entrada do circuito alimentador, sendo que o nmero par corresponder ao nmero da linha par e o nmero mpar, ao nmero da linha mpar.

    17.2. faseamento/numerao do circuito

    Deve ser instalada no prtico de entrada da ETC para cada fase do circuito alimentador uma placa para a identificao do faseamento e do circuito, que ser feita pela cor e letra, conforme apresentao abaixo:

  • 28

    18. normaS geraiS de oPerao

    Visando orientar o cliente atendido em tenso de 88/138 kV, na escolha do esquema que melhor atenda s suas necessidades, so apresentadas a seguir as Normas Gerais de Operao, que devem ser rigorosamente obedecidas pelos operadores das estaes dos clientes.

    A AES Eletropaulo mantm em funcionamento, durante as 24 (vinte e quatro) horas do dia, a sala de controle do Centro de Operao do Sistema (COS), com a qual o pessoal autorizado das estaes dos clientes atendidos em 88/138 kV deve comunicar-se para todo e qualquer entendimento relativo ao fornecimento de energia eltrica.

    Os clientes devem manter em suas estaes, nas 24 (vinte e quatro) horas do dia, pessoal habilitado para efetuar quaisquer manobras que a AES Eletropaulo possa vir solicitar.

    A alimentao da ETC ser feita pelo ramal principal definido pela AES Eletropaulo. Em caso de necessidade operativa, ser efetuada eventualmente pelo ramal reserva.

    A transferncia de alimentao nas estaes, de um ramal para outro, ser feita nos seguintes casos:

    a. Por determinao do Centro de Operao do Sistema (COS).b. Por necessidade do cliente, com autorizao da sala de controle do Centro de

    Operao do Sistema (COS).

    c. No caso de falta de tenso no ramal que estava alimentando a ETC e ocorrendo a falha do dispositivo de transferncia automtica por falta de tenso, as manobras para transferncia de ramal (SEM PARALELISMO) somente devem ser iniciadas aps um minuto da ocorrncia do desligamento.

    As manobras de transferncia de alimentao pelo esquema de transferncia com paralelismo momentneo, na situaes a e b, podero ser executadas sem interrupo.

    em hiptese alguma ser permitida a transferncia manual sem interrupo, ou seja, com paralelismo dos ramais.

    Todos os servios de manuteno, programados pelo cliente, que necessitem de desligamento de um dos ramais ou de ambos que alimentam a ETC, devem ser solicitados ao Setor de Programao da Operao com antecedncia mnima de 15 (quinze) dias e confirmados por carta, e-mail ou fax ao rgo supracitado, com at 10 (dez) dias de antecedncia do incio dos servios.

    Os servios nos secionadores de entrada ou nos demais equipamentos, no lado dos ramais, somente podero ser executados aps o aterramento do ramal correspondente. O aterramento ser executado pela AES Eletropaulo na data programada, obedecendo rotina acima mencionada.

    Deve ser comunicada, imediatamente, sala de controle do Centro de Operao do Sistema (COS):a. Qualquer anormalidade que provoque o desligamento do disjuntor de entrada nessa

    ETC.

    b. Qualquer manobra, inclusive as programadas, no(s) disjuntor(es) ou nos secionadores de entrada.

    c. Qualquer anomalia no fornecimento de energia eltrica por parte da AES Eletropaulo.essas normas gerais de operao e a definio dos ramais de operao da etc (Principal/reserva) sero fornecidas aos clientes sob forma de acordo operativo, adaptadas s condies de cada estao, quando da programao de energizao, as quais devem ser rigorosamente obedecidas.

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    19. manUteno Peridica daS inStalaeS

    A continuidade no fornecimento de energia eltrica tambm dependente das boas condies de funcionamento dos equipamentos das estaes dos clientes, podendo interferir nas demais estaes supridas pelo mesmo ramal alimentador.

    Assim, para permitir maior confiabilidade no fornecimento, solicitamos aos senhores clientes que cumpram com o programa preventivo apresentado a AES Eletropaulo, atendendo ao item 9.1.d. Cabe ainda acrescentar alguns pontos importantes:

    a. O sistema eltrico responsvel pelo fornecimento de corrente contnua (bateria, carregador, etc.), vital para comandos e protees das instalaes, deve ser submetido rigorosa inspeo dentro da periodicidade requerida.

    b. Uma das principais causas de interrupo da linha de transmisso provocada pelos para-raios de entrada da ETC.

    c. Anualmente so realizadas as manutenes nos rels da sua ETC, inclusive os da proteo de entrada, com os testes de operao dos sistemas de comando e proteo da mesma.

    d. A manuteno dos rels da proteo de entrada deve ser realizada com prvio conhecimento da AES Eletropaulo. Aps a concluso dos servios, os rels devem ser lacrados e o cliente nos comunicar oficialmente.

    e. As manutenes dos TP e TC de medio para fins de faturamento sero de responsabilidade da AES Eletropaulo. O aterramento dos circuitos e a desconexo dos condutores primrios sero de responsabilidade do cliente. Havendo necessidade de substituio, caber ao cliente providenciar a remoo das respectivas bases e a embalagem dos TP e TC, bem como a montagem das novas peas.

    f. Periodicamente deve ser providenciada a remoo de vegetao e de focos de animais peonhentos, de modo a garantir a segurana das pessoas que desenvolvem suas atividades na instalao.

    g. Periodicamente deve ser reposta a brita, atendendo s condies estabelecidas no projeto.A fim de facilitar o acesso para execuo de servios, devem ser instaladas escadas e plataformas nos prticos da ETC, conforme exposto no item 11.1. O cliente responsvel por manter essas estruturas em bom estado de conservao.

    20. eXignciaS BSicaS Para a inStalao do ramal areo de conSUmidor

    O projeto dos ramais areos de consumidor deve atender Norma ABNT NBR 5422 Projeto de Linhas Areas de Transmisso de Energia Eltrica e a Lei Federal no 11.934/2009, que dispe sobre limites exposio humana a campos eltricos, magnticos e eletromagnticos. Tambm deve ser obedecida a Portaria 80/2005 SVMA nas instalaes localizadas no municpio de So Paulo.

    20.1. ramal areo de cliente 88 kV

    Circuito duplo composto de cabos condutores CAA 336,4 MCM LINNET, sustentado por torres autoportantes em trelia metlica de ao galvanizado a quente, ou concreto, dispostas verticalmente, e cada circuito possuindo um cabo para-raios de proteo contra descargas atmosfricas diretas, com resistncia de p de torre mxima de 10 .

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    No caso especfico da tenso de 88 kV, em decorrncia de determinao do Poder Concedente, a AES Eletropaulo prev operar suas linhas na tenso nominal de 138 kV, quando as condies tcnicas assim o permitirem. Portanto, nos casos em que a tenso nominal de fornecimento for inicialmente 88 kV, a linha de transmisso bem como a subestao de propriedade do cliente devero estar preparadas para operar sob a tenso futura de 138 kV, pois todos os custos decorrentes da converso sero de responsabilidade do cliente, que ser informado sobre a poca dessa modificao com antecedncia mnima de 2 anos.

    20.2. ramal areo de cliente 138 kV

    Circuito duplo composto de cabos condutores CAA 336,4 MCM LINNET, sustentado por torres autoportantes em trelia metlica de ao galvanizado a quente, ou concreto, dispostas verticalmente, cada circuito possuindo um cabo para-raios de proteo contra descargas atmosfricas diretas, com resistncia de p de torre mxima de 10 .

    Os ramais areos de clientes que derivam de outros ramais devem contemplar obrigatoriamente estrutura com chaves secionadoras imediatamente aps a torre de derivao, para qualquer tenso de operao.

    Ramais areos de clientes com extenso acima de 500 metros tambm devem contemplar obrigatoriamente estrutura com chaves secionadoras imediatamente aps a torre de derivao.

    Caso a AES Eletropaulo no disponibilize a documentao de projeto da linha de subtransmisso do ponto de derivao, o projetista responsvel pela elaborao dos clculos de trao dos cabos condutores e cabos para-raios dos vos envolvidos.

    21. aPreSentao do ProJeto da linHa de tranSmiSSo

    Sendo definidas as condies de fornecimento e formalizado o contrato de fornecimento em tenso de subtransmisso, o cliente ou o seu representante legal deve encaminhar o projeto da linha de transmisso para a aprovao.

    Preliminarmente deve ser apresentado estudo de viabilidade tcnica de implantao do ramal areo, contemplando pelo menos dois traados, atendendo a legislao vigente de acessibilidade. No caso de utilizao de ruas e avenidas, considerar preferencialmente a utilizao do canteiro central das mesmas, evitando-se o uso de caladas.

    21.1. em 2 (duas) vias:

    a. Projeto executivo eletromecnico com planta e perfil do ramal areo nas escalas horizontal 1:1.000 e vertical 1:200, contemplando:

    Tracionamento dos cabos entre os vos a 20o C, sem vento.

    Tipo das torres, suas caractersticas, incluindo altura til no perfil.

    Tipo de cadeia.

    Distncia progressiva.

    b. Planta da faixa de passagem ou servido, com documentao comprovando a autorizao de passagem.

    c. Projeto das fundaes, com memorial de clculo, sondagens, estruturas, indicando a metodologia aplicada, correlaes e demais dados necessrios a fim de justificar o resultado obtido.

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    d. Levantamento topogrfico ao longo da faixa de segurana.e. Projeto de aterramento das torres e memorial de clculo, incluindo valor de resistncia de

    p de torre.

    f. Cronograma de obras da linha.g. Estudo da exposio do pblico geral ao campo eltrico e magntico.

    21.2. caractersticas tcnicas

    21.3. documentos do projeto

    21.4. licenciamento ambiental

    Apresentar licenas e autorizaes pertinentes (licena prvia, licena de instalao, licena de operao, autorizao para supresso de vegetao, termos de compensao e recuperao ambiental, termos de cumprimento de compensao, outorgas, etc.) emitidas por rgo pblico responsvel pela preservao do meio ambiente.

    Apresentar os relatrios de cumprimento das condicionantes das licenas. Esses documentos sero avaliados pela rea de Meio Ambiente da AES Eletropaulo.

    21.5. da firma ou do profissional responsvel pelo projeto e obras da linha, apresentar uma cpia da:

    Carteira ou registro no CREA.

    Anotao de Responsabilidade Tcnica (ART) relativa ao endereo, objeto do projeto e/ou certificado de ligao.

    Certificado de registro da firma no CREA (no caso de firmas instaladoras).

    22. eXignciaS BSicaS Para a inStalao do ramal SUBterrneo de conSUmidor

    O projeto dos ramais subterrneos de clientes deve atender s seguintes normas: IEC 60287 Electric cables calculation of the current rating.

    IEC 60853 Calculation of the cyclic and emergency current rating of cables.

    IEC 60840 Power cables with extruded insulation and their accessories for rated voltages above 30 kV (Um = 36 kV) up to 150 kV (Um = 170 kV) Test methods and requirements.

    Alm dessas, o projeto deve obedecer s seguintes caractersticas e configuraes para tenso de 138 kV:

    Circuito duplo composto de cabos condutores XLPE 300 mm Alumnio, disposto de forma plana, vertical ou trefoil.

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    23. aPreSentao do ProJeto da linHa de tranSmiSSo SUBterrnea

    Sendo definidas as condies de fornecimento e formalizado o contrato de fornecimento em tenso de subtransmisso, o cliente ou o seu representante legal deve encaminhar o projeto da linha de transmisso para a aprovao com os seguintes elementos:

    23.1. em 2 (duas) vias:

    a. Planta do itinerrio.b. Locao dos terminais.c. Projeto eletromecnico, detalhando cada caixa de emenda.d. Caixas de aterramento.e. Projeto civil.f. Estudo da exposio do pblico geral ao campo eltrico e magntico.g. Memria de clculo de capacidade de corrente da instalao projetada.

    23.2. documentos do projeto

    23.3. licenciamento ambiental

    Apresentar licenas e autorizaes pertinentes (licena prvia, licena de instalao, licena de operao, autorizao para supresso de vegetao, termos de compensao e recuperao ambiental, termos de cumprimento de compensao, outorgas, etc.) emitidas por rgo pblico responsvel pela preservao do meio ambiente.

    Apresentar os relatrios de cumprimento das condicionantes das licenas. Esses documentos sero avaliados pela rea de Meio Ambiente da AES Eletropaulo.

    23.4. da firma ou do profissional responsvel pelo projeto e obras da linha, apresentar uma cpia da:

    Carteira ou registro no CREA.

    Anotao de Responsabilidade Tcnica (ART) relativa ao endereo, objeto do projeto e/ou certificado de ligao.

    Certificado de registro da firma no CREA (no caso de firmas instaladoras).

    24. SegUrana e medicina do traBalHo

    24.1. condies gerais

    A operao e manuteno dos equipamentos eltricos que constituem uma estao devem obedecer a regras e normas bem rgidas e serem executadas por pessoas AUTORIZADAS.

    Deve entender-se por pessoa AUTORIZADA aquela que, reconhecida pela Empresa como possuidora de conhecimentos tcnicos inerentes a estaes, possa ser responsvel pela operao e/ou manuteno de equipamentos instalados no seu interior.

    Os colaboradores das empresas que interagem com o Sistema Eltrico de Potncia (SEP) devem apresentar documentao de comprovao da capacitao mnima de acordo com o documento Comprovao de capacitao profissional em processo de integrao de terceiros.

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    24.2. acesso

    Toda estao deve ser cercada por meios fsicos com altura mnima de 3,00 (trs) metros e com porto de entrada permanentemente fechado, sendo que a chave somente poder estar acessvel s pessoas AUTORIZADAS.

    S permitida a entrada de pessoas AUTORIZADAS e, ainda assim, estas devem fazer uso dos equipamentos de proteo individual de uso obrigatrio para o local (capacete isolante de segurana, botinas de segurana tipo C4 eletricista , culos de segurana e uniforme com caractersticas tcnicas para o risco, quando interagirem com o SEP).

    A necessidade da entrada de outras pessoas para a realizao de trabalhos de qualquer natureza no eltrica deve ficar condicionada superviso e responsabilidade de uma pessoa AUTORIZADA, designada para esse efeito.

    24.3. circulao

    O deslocamento de pessoas e veculos no interior da ETC jamais deve comprometer as distncias de segurana especificadas para os diversos nveis de tenso.

    obrigatrio o uso dos EPIs e proibido o uso de adornos e guarda-chuva no ambiente.

    24.4. distncia de segurana

    Entende-se por distncia de segurana a mnima necessria para que o indivduo possa se movimentar, inclusive manipulando equipamentos ou ferramentas, de modo a no ocorrer risco de abertura de arco eltrico em relao ao seu corpo.

    A NR-10 (Segurana em Instalaes e Servios em Eletricidade) introduziu conceitos envolvendo zonas de trabalho em instalaes eltricas, a saber:

    Zona de risco entorno de parte condutora energizada, no segregada, acessvel inclusive acidentalmente, de dimenses estabelecidas de acordo com o nvel de tenso, cuja aproximao s permitida a profissionais autorizados e com a adoo de tcnicas e instrumentos apropriados de trabalho.

    Zona controlada entorno de parte condutora energizada, no segregada, acessvel, de dimenses estabelecidas de acordo com o nvel de tenso, cuja aproximao s permitida a profissionais autorizados.

    Trabalho em proximidade trabalho durante o qual o trabalhador pode entrar na zona controlada, ainda que seja com uma parte do seu corpo ou com extenses condutoras, representadas por materiais, ferramentas ou equipamentos que manipule.

    A tabela a seguir apresenta as distncias a serem consideradas nas instalaes segundo a Norma Regulamentadora NR-10.

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    Figura 1 Distncias no ar que delimitam radialmente as zonas de risco, controlada e livre.

    ZONA DE RISCO E ZONA CONTROLADATabela de raios de delimitao de zonas de risco, controlada e livre.

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    zcP

    Zr

    Pe

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    rr

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    Si

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    Zr

    Pe

    24.5. Sinalizao

    A sinalizao de segurana destinada advertncia e identificao de situaes de riscos nos ambientes da subestao, aps o planejamento criterioso das manobras e servios a executar, devendo delimitar-se rea de trabalho e/ou a diferenciar os equipamentos energizados dos desenergizados e/ou canteiros de obras.

    Devem ser utilizados recursos que possuam a funo de restringir o acesso, sinalizar e orientar, tais como:

    Fitas plsticas refletivas. Bandeiras plsticas refletivas, bandeiras imantadas. Cones de sinalizao. Grades. Placas informativas e outros.

    24.6. manobras de equipamentos

    Devem estar sempre acessveis ao operador da subestao os diagramas eltricos da instalao para facilitar o planejamento e ao nas manobras a realizar.

    Com base nas manobras programadas, o operador deve:

    Planejar e seguir uma sequncia segura de operao, preenchendo o check-list de segurana. Bloquear mecnica e eletricamente os comandos das instalaes e equipamentos

    impedidos.

    Sinalizar os painis de manobra e equipamentos impedidos.Deve ser bem visvel a isolao dos equipamentos ou instalaes, impedidas por meios eltricos ou fsicos (secionadores, chaves, facas, extrao de fusveis e disjuntores dos cubculos), atendendo ao captulo 5 da NR-10.O operador, em conjunto com o responsvel e sua equipe, deve conferir as manobras efetuadas e as medidas de segurana adotadas aps a entrega dos equipamentos.

    Figura 2 Distncias no ar que delimitam radialmente as zonas de risco, controlada e livre, com interposio de superfcie de separao fsica adequada.

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    24.7. Procedimentos de segurana para manuteno de equipamentos desenergizados

    O responsvel pelo servio dever conferir as manobras na presena de todos os componentes da turma.

    Devem ser testados os equipamentos supostamente desenergizados pelo detector de tenso, fazendo uso de luvas isolantes de borracha, de acordo com a classe de tenso que estar exposto, luva de cobertura, capacete isolante de segurana, culos de segurana, botina de segurana tipo C4 (eletricista), uniforme conforme requisitos da NR-10 e demais equipamentos de acordo com o risco.

    Devem ser aterrados todos os condutores ou equipamentos onde se vai trabalhar, fazendo uso do conjunto de aterramento apropriado.S aps essas providncias tomadas que deve ser assinado, pelo responsvel pelo servio, o carto de segurana.

    Deve existir um carto de segurana, tambm conhecido por carto de entrega ou Ordem de Impedimento de Equipamento (OIE), para cada equipamento entregue.

    A rea de trabalho deve ser totalmente delimitada por fitas, bandeiras alaranjadas e refletivas, deixando apenas uma entrada de servio.

    Sinalizar no solo e/ou nas estruturas os equipamentos que, nas proximidades do local de realizao dos trabalhos, representem risco para os trabalhadores envolvidos na tarefa.

    24.8. acidente por choque eltrico

    O acidente eltrico ocorre quando uma pessoa torna-se parte de um circuito eltrico energizado e a corrente eltrica flui atravs do seu corpo.

    A eletricidade produz um espectro amplo de leses, desde queimadura causada por transformao de energia eltrica em calor at a morte sbita.

    A parada cardiorrespiratria a leso mais comum nos pacientes que sofrem acidente por choque eltrico.

    No caso de acidente por choque eltrico, antes de tocar o corpo da vtima, procure livr-la da corrente eltrica com a mxima rapidez. Nunca use as mos ou qualquer objeto metlico ou molhado para interromper um circuito ou afastar o fio.

    24.9. Parada respiratria

    a supresso sbita dos movimentos respiratrios, podendo ser acompanhada, ou no, de parada cardaca.

    24.10. Parada cardaca

    a condio na qual o corao para de bater. O msculo cardaco no recebe o sangue e, consequentemente, o oxignio e os nutrientes de que necessita. O fluxo sanguneo ao crebro e ao corpo interrompido. O corao no pode bombear sangue ao crebro e a pessoa perde a conscincia. Quando a parada cardaca acompanhada por parada respiratria estabelecida a parada cardiorrespiratria, devendo imediatamente ser instituda a ressuscitao cardiopulmonar (RCP).

    O principal objetivo da RCP realizar a compresso torcica at que uma equipe de emergncia treinada possa oferecer suporte cardaco avanado. Quanto menor o tempo entre a parada cardaca e o incio da RCP, maiores sero as chances de sobrevivncia da vtima.

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    24.11. Principais passos na sequncia do suporte bsico de vida

    a. Determinar segurana da cena. Se a cena no estiver segura, no entre. Se voc for habilitado para isso, torne a cena segura ou espere a chegada de resgate ou bombeiros.

    b. Se perceber que um acidente com gravidade, chame ou pea para algum chamar ajuda imediatamente.

    c. Procure resposta consciente da vtima tocando-a nos ombros e chamando-a.d. Se a vtima no responder, pea imediatamente ajuda (se j no o fez) acionando voc

    mesmo ou pedindo para algum acionar o servio de emergncia (Resgate ou Brigada, dependendo de onde voc estiver).

    e. Abra as vias areas da vtima e cheque se est respirando. Manter a vtima deitada em decbito dorsal; tracionar o queixo para cima e para trs e remover obstculos das vias areas.

    f. Se no estiver respirando, inicie as compresses torcicas imediatamente. Coloque suas mos sobrepostas no tero inferior do esterno e faa a compresso sobre ele de encontro com a coluna. No pare mais at a vtima se mexer ou chegar ajuda especializada ou com mais recurso (Desfibrilador Externo Automtico DEA).

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    25.2. mapa da rea de concesso da aeS eletropaulo

    25. anexos

    25.1.cidades da rea de concesso da aeS eletropaulo

    1. Barueri2. Cajamar3. Carapicuba4. Cotia5. Diadema6. Embu das Artes7. Embu-Guau8. Itapecerica da Serra

    9. Itapevi10. Jandira11. Juquitiba12. Mau13. Osasco14. Pirapora do Bom Jesus15. Ribeiro Pires16. Rio Grande da Serra

    17. Santana de Parnaba18. Santo Andr19. So Bernardo do Campo20. So Caetano do Sul21. So Loureno da Serra22. So Paulo23. Taboo da Serra24. Vargem Grande Paulista

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    25.3. Plantas/diagramas eltricos

    Desenho n 1 Sugesto para instalao da estao para 2 circuitos areos

    Desenho n 2 Sugesto para instalao da estao para 2 circuitos areos

    Desenho n 3 Sugesto para instalao da estao para 2 circuitos subterrneos

    Desenho n 4 Sugesto para instalao da estao para 2 circuitos areos

    Desenho n 4A Sugesto para instalao da estao para 2 circuitos areos corte A-A

    Desenho n 5 Sugesto para instalao da estao para 2 circuitos areos

    Desenho n 5A Sugesto para instalao da estao corte A-A

    Desenho n 6 Esquema para a transferncia automtica e programada com paralelismo momentneo das linhas

    Desenho n 7 Sugesto para o esquema para a transferncia automtica e programada com paralelismo momentneo das linhas

    Desenho n 8 Esquema da instalao do gerador particular em paralelo com o sistema da AES Eletropaulo

    Desenho n. 9 Condies para proteo contra descargas atmosfricas

    Desenho n 10 Faseamento padro AES Eletropaulo

    Desenho n 11 Ilustrao de escadas e plataformas para prticos de ETCs

    Desenho n 12 Bases para instalao dos transformadores de medio da AES Eletropaulo

    Desenho n 13 Cubculo e painel de medio Classe 138 kV

    Desenho n 14 Sugesto para modelo da casa de medio, quando o cubculo no estiver na sala de comando

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