ACESSO EDUCAÇÃO PRÉ-VESTIBULAR AULAS 09 E 10 BRASIL

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<ul><li> Slide 1 </li> <li> ACESSO EDUCAO PR-VESTIBULAR AULAS 09 E 10 BRASIL </li> <li> Slide 2 </li> <li> PLEBISCITO DA DIVISO DO ESTADO DO PAR Eleies: consulta popular para eleger os representantes do executivo e legislativo (federal, estadual e municipal). Plebiscito: consulta popular ocorre antes de sancionada no pelo Poder legislativo ou executivo. (Plebiscito da diviso do Par). Referendo: consulta popular ocorre depois de sancionada no pelo Poder legislativo ou executivo. (Referendo das armas). </li> <li> Slide 3 </li> <li> Slide 4 </li> <li> Slide 5 </li> <li> Slide 6 </li> <li> Slide 7 </li> <li> Slide 8 </li> <li> Slide 9 </li> <li> Slide 10 </li> <li> Slide 11 </li> <li> Slide 12 </li> <li> Slide 13 </li> <li> IRREGULARIDADES APONTADAS PELO MPF SOBRE A CONSTRUO DA USINA DE BELO MONTE: Falta de regulamentao na utilizao de recursos hdricos em reas indgenas; No foi realizada anlise das contribuies das audincias pblicas; No h clareza dos impactos ambientais; Incertezas na qualidade da gua; No houve apresentao de propostas de minimizao dos impactos ambientais; No h conciliao entre aspectos econmico-energticos e ambientais; Houve leilo antes da licena de instalao. </li> <li> Slide 14 </li> <li> Slide 15 </li> <li> Slide 16 </li> <li> IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS: Parte da barragem estar sujeita a condies extremas enquanto a outra; Interrupo do transporte fluvial; Alterao dos meios biticos afetando meio ambiente e populao. SOLUES: Padro internacional de desperdcio de energia 6%; Modernizao dos equipamentos aumentando a vida til das hidreltricas; Instalao de Pequenas Centrais Hidreltricas (PCH); Energia elica (143 mil MW); Cogerao a partir do bagao de cana e celulose. </li> <li> Slide 17 </li> <li> NOVO CDIGO AMBIENTAL </li> <li> Slide 18 </li> <li> Slide 19 </li> <li> Slide 20 </li> <li> Slide 21 </li> <li> Slide 22 </li> <li> RESERVA LEGAL </li> <li> Slide 23 </li> <li> Slide 24 </li> <li> Cdigo Ambiental em Santa Catarina: Santa Catarina possui reas de preservao acima da mdia prevista pelo cdigo ambiental; PPP (Amavi e prefeituras) auxiliam na demarcao das RL`s. Objetivos: No diminuir rea plantada; Formao de reas de mata nativa; Iseno do produtor rural; Evitar outra tragdia identica a de 2008; Garantir gua de qualidade mantendo as matas ciliares reduzindo os custos do tratamento. </li> <li> Slide 25 </li> <li> Slide 26 </li> <li> PRIMEIRA MULHER PRESIDENTE DO BRASIL </li> <li> Slide 27 </li> <li> Carlota Pereira de Queiroz 1932 Primeira deputada federal Maria Lenk 1932 Primeira brasileira a participar de olimpadas </li> <li> Slide 28 </li> <li> Slide 29 </li> <li> Slide 30 </li> <li> Termo alterado: Ptrio poder para poder familiar </li> <li> Slide 31 </li> <li> 07 de junho de 2011 Antonio Palocci Ministro da casa civil Gleise Hoffmann TROCA DE MINISTROS NO GOVERNO DILMA ROUSSEFF </li> <li> Slide 32 </li> <li> 06 julho de 2011 Alfredo Nascimento Ministro dos Transportes Paulo Sergio Passos </li> <li> Slide 33 </li> <li> 04 de agosto de 2011 Nelson Jobim Ministro da Defesa Celso Amorim </li> <li> Slide 34 </li> <li> 17 de agosto de 2011 Wagner Rossi Ministro da Agricultura Mendes Ribeiro </li> <li> Slide 35 </li> <li> 14 de setembro de 2011 Pedro Novaes Ministro do Turismo Gasto Vieira </li> <li> Slide 36 </li> <li> 26 de outubro de 2011 Orlando Silva Ministro dos Esportes Aldo Rebelo </li> <li> Slide 37 </li> <li> 04 de dezembro de 2011 Carlos Lupi Ministro do Trabalho Brizola Neto </li> <li> Slide 38 </li> <li> 28 de fevereiro 2012 Mrio Negromonte Ministro das Cidades Aguinaldo Ribeiro </li> <li> Slide 39 </li> <li> INCNDIO NA ESTAO COMANDANTE FERRAZ 25 DE FEVEREIRO DE 2012 </li> <li> Slide 40 </li> <li> Militares mortos pertencentes ao grupo de base: Suboficial (Carlos Alberto Vieira Figueredo) e primeiro-sargento (Roberto Lopes dos Santos`); 70% da base destruda; Quase totalidade das pesquisas perdidas; 28 anos da fundao da base Comandante Ferraz e 30 anos do Programa Antrtida (PROANTAR). </li> <li> Slide 41 </li> <li> COMISSO DA VERDADE Apurar crimes cometidos; Dever do Estado para com os familiares dos mortos e desaparecidos durante os anos de 1945 at 1988; Trabalhar junto com a Comisso da Anistia e com a Comisso dos Mortos e Desaparecidos. </li> <li> Slide 42 </li> <li> LEI DA FICHA LIMPA </li> <li> Slide 43 </li> <li> 2010: Feriu a lei eleitoral; 2012: valido para o pleito de prefeito e vereador e as outras eleies futuras; Constitucionalidade: Art. 14 da Constituio Federal e por princpio da moralidade; Inconstitucionalidade: presuno de inocncia; Supremo Tribunal Federal: 7 votos a favor e 4 contra. </li> <li> Slide 44 </li> <li> RIO + 20 A ECONOMIA VERDE NO CONTEXTO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTVEL E DA ERRADICAO DA POBREZA; ESTRUTURA INSTITUCIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTVEL; VERIFICAR OS AVANOS OBTIDOS PELOS PASES NOS LTIMOS 10 ANOS SOBRE SUSTENTABILIDADE. </li> <li> Slide 45 </li> <li> Slide 46 </li> <li> Agenda 21: Desenvolvimento e sustentabilidade; Mudana de produtividade dos pases desenvolvidos; Manter metas de crescimento com produo sustentvel; Naes desenvolvidas devem apoiar o desenvolvimento de pases pobres auxiliando na erradicao da pobreza </li> <li> Slide 47 </li> <li> Slide 48 </li> <li> Slide 49 </li> <li> SEGURANA PBLICA </li> <li> Slide 50 </li> <li> Slide 51 </li> <li> Slide 52 </li> <li> Slide 53 </li> <li> Slide 54 </li> <li> Slide 55 </li> <li> PACIFICAO DE FAVELAS DO RIO DE JANEIRO </li> <li> Slide 56 </li> <li> Slide 57 </li> <li> MASSACRE DE REALENGO </li> <li> Slide 58 </li> <li> 1. H cerca de um ano, a Sria ocupa quase que diariamente as notcias internacionais. Desde maro de 2011, a populao Sria sai s ruas em protestos a favor da democracia no pas, que h mais de quatro dcadas vive em uma ditadura militar. O levante popular, que exige a sada do ditador Bashar al-Assad do poder, comeou no sul do pas, mas logo alcanou todo o territrio. Em junho, mais de 100 mil pessoas manifestavam em cerca de 150 cidades e vilarejos, sempre s sextas-feiras, aps as oraes. O movimento avanou apesar das respostas, sempre violentas, do ditador. Sobre as atuais transformaes ocorridas na Sria, assinale a alternativa incorreta: a) A crise na Sria comeou a se encaminhar para um confronto militar, com a criao do Exrcito Livre da Sria (ELS), uma organizao rebelde que ganhou adeso de muitos soldados desertores e da adeso voluntria de manifestantes. b) Os confrontos entre os opositores do governo e os militares se intensificou. Segundo a Organizao das Naes Unidas (ONU), pelo menos 7,5 mil pessoas morreram neste um ano de conflito. c) A represso do regime de al-Assad levou ao isolamento da Sria, que hoje vive sanes econmicas dos Estados Unidos e da Unio Europeia o pas vende a maior parte do seu petrleo aos europeus. d) A Sria mais uma vez ficou em evidncia, por conta da visita, em janeiro, do ex-secretrio- geral das Naes Unidas Kofi Annan, enviado especial da ONU e da Liga rabe. e) A proposta de Annan foi aceita pelos opositores de al-Assad, que alegaram que o dilogo possvel, uma vez que as tropas do governo continuam massacrando a populao. </li> <li> Slide 59 </li> <li> 2 - O aniversrio de 30 anos da Guerra das Malvinas reacendeu a memria de um conflito que divide at hoje argentinos e britnicos. Em fevereiro, o governo argentino pediu a reabertura de negociaes sobre a soberania das ilhas e acusou o Reino Unido de militarizar a rea aps o envio de um navio britnico. </li> <li> Slide 60 </li> <li> Assinale a alternativa incorreta que corresponda sobre este embate poltico. a) A guerra comeou em 2 de abril de 1982 aps a Argentina invadir o arquiplago que considera sua extenso territorial histrica. O pas entende que, ao se tornar independente em 1822, passou tambm a controlar as ilhas, que pertenciam aos espanhis. J os britnicos afirmam que dominam a regio desde 1833, quando ocuparam e colonizaram o arquiplago. b) A campanha pela retomada das negociaes ganhou o apoio do argentino Adolfo Prez Esquivel, que lidera um documento assinado por um grupo de seis prmios Nobel da Paz. J o Reino Unido, onde o arquiplago conhecido como Falklands, prepara uma comemorao discreta para lembrar as trs dcadas em que venceu o conflito. c) Para os historiadores, o incio da guerra foi a arma do ditador argentino, general Leopoldo Galtiere, para dar flego ao governo militar, j agonizante no pas. A ento primeira-ministra britnica Margareth Thatcher, que enfrentava uma crise de popularidade, reagiu com fora. d) A guerra, que durou 75 dias, s acabou em 14 de junho, com a rendio dos argentinos. Ao todo, 258 britnicos e 649 argentinos morreram no conflito. e) A atual presidente da Argentina, Cristina Kirschner, pretende reaver as negociaes com o governo ingls que j acenou positivamente num acordo mtuo de compartilhamento das ilhas. </li> <li> Slide 61 </li> <li> 3 - A indisciplina fiscal e o descontrole das contas pblicas em pases da zona do euro, em particular na Grcia, arrastaram o bloco para uma crise financeira sem precedentes. Aps a revelao de que os gregos maquiavam seu nvel de endividamento, ttulos soberanos de diversos pases da zona do euro foram rebaixados pelas agncias de risco, e a moeda comum caiu ao nvel mais baixo em quatro anos. Para tirar a Grcia do buraco, Unio Europeia e FMI impe um duro e impopular plano de austeridade. Sobre os planos de austeridade apresentados pelos governos podemos destacar: 01) Consolidao fiscal - O pacote pretende cortar as despesas do estado em cerca de 14,3 bilhes de euros e arrecadar outros 14,1 bilhes at 2015. A inteno deixar as finanas do pas mais saudveis, reduzindo o dficit para um valor abaixo dos 3% do PIB. 02) Impostos - O estado fixaria um "imposto solidrio" s pessoas que tm rendas mais altas, que iria variar entre 1% e 4% de seus salrios. Para ministros, parlamentares e outros funcionrios pblicos - tambm com rendas mais elevadas - a taxao seria de 5%. 04) Gastos pblicos - O estado pretende extinguir 150.000 empregos pblicos (25% do total). Para isso, no renovaria contratos temporrios e s substituiria um em cada dez funcionrios que se aposentassem. Os salrios, que foram reduzidos cerca de 12% no ano passado, voltariam a sofrer redues, cujo valor ainda no foi determinado. 08) Privatizaes - Em 2011, o governo pretende arrecadar cerca de 5 bilhes de euros com a venda da OPAP (um monoplio de apostas e loterias), o Postbank, a empresa de gesto de guas da cidade de Salnica e as empresas de gesto porturia de El Pireo e Salnica. </li> <li> Slide 62 </li> <li> 16) Bancos privados ou instituies multilaterais, como o Fundo Monetrio Internacional (FMI), normalmente exigem a adoo de uma poltica econmica "austera", por parte dos pases que pretendam refinanciar suas dvidas. Em geral, o governo do pas deve comprometer-se a reduzir a despesa pblica atravs da extino (ou drstica reduo) de subsdios e diminuio das despesas de custeio da administrao, entre outras formas. Os compromissos assumidos devem ser explicitados em uma carta de intenes. 32) O uso da "austeridade" hoje em dia podemos usar o exemplo da Grcia, que est usando tais medidas para equilibrar seu dficit econmico. Ainda, poderia comear a ser pensado o caso estaduniense na atualidade, cujo sistema de sade pblico, que mal nasceu, j est sofrendo com as medidas de austeridade. As constantes elevaes do teto da dvida norte- americana, da forma como foram tomadas (ou seja, sem a elevao da arrecadao de impostos via imposto de renda entenda-se aqui como maior tributao para os ricos) necessariamente devero ser seguidas por medidas de aperto dos gastos pblicos. </li> <li> Slide 63 </li> <li> 4 - O acidente nuclear de Fukushima I diz respeito a uma srie de falhas em andamento de equipamentos e lanamentos de materiais radioativos na Central Nuclear de Fukushima I, no Japo, em consequncia dos danos causados pelo sismo e tsunami de Thoku. A central nuclear composta por seis reatores de gua fervente em separado mantidos pela Tokyo Electric Power Company (TEPCO). Os reatores 4, 5 e 6 haviam sido fechados para manuteno antes do terremoto. Sobre os eventos relativos aos fatos ocorridos no dia 11 de maro de 2011 assinale a incorreta: a) Evidncias apontaram uma fuso parcial do ncleo nos reatores 1, 2 e 3; exploses destruram o revestimento superior de hidrognio dos edifcios de alojamento dos reatores 1, 3 e 4; uma exploso danificou o confinamento dentro do reator 2; e mltiplos incndios eclodiram no reator 4. b) Em 11 de abril, as autoridades japonesas designaram a magnitude do perigo em reatores 1, 2 e 3 no nvel 7 da Escala Internacional de Acidentes Nucleares (INES). A energia foi restaurada para partes da central nuclear em 20 de maro, mas mquinas danificadas por inundaes, incndios e exploses permaneceram inoperantes. c) Medies realizadas pelo Ministrio da Cincia e Educao da China nas reas do norte do China entre 30 e 50 km da rea apresentaram nveis altos de csio radioativo, suficientes para causar preocupao. Alimentos produzidos na rea foram proibidos de serem vendidos. d) O primeiro-ministro japons, Naoto Kan, falou ao pas aps o sismo, lamentando o sucedido e oferecendo as suas condolncias s famlias das vtimas. Indicou igualmente que j estaria em marcha a construo de um quartel-general para as operaes de emergncia e assegurou que no foi detectada nenhuma fuga radioactiva nas centrais nucleares do pas. e) A Tokyo Electric Power Company (Tepco), operadora da usina de Fukushima Daiichi, epicentro da crise nuclear no Japo, confirmou o vazamento ao mar de aproximadamente doze toneladas de gua contaminada com estrncio radioativo. </li> <li> Slide 64 </li> <li> 5 Sobre o plebiscito realizado no estado do Par no final do ano passado, verifique as proposies a seguir e d o valor total: 01 - A apurao foi concluda por volta de 1h20 desta segunda (horrio de Braslia). Com 100% das urnas apuradas, o resultado indicou que 66,59% escolheram "no" para a criao do estado de Carajs e 66,08% rejeitaram a criao do estado de Tapajs. 02 - Os eleitores responderam a duas perguntas "Voc a favor da diviso do estado do Par para a criao do estado de Carajs?" e "Voc a favor da diviso do estado do Par para a criao do estado do Tapajs?". 04 - Quando foi aprovado o plebiscito, surgiu a dvida se seria realizado somente nas regies de Carajs e Tapajs ou em todo o Par, isso teria surgido devido ao questionamento sobre a constitucionalidade da Lei 9.709 de 1998. A lei prev a participao de toda a populao estadual nos plebiscitos realizados para decidir desmembramentos de territrios para formao de outros estados. 08 - Pelo projeto de criao dos novos estados, Tapajs ocuparia 58% do atual territrio do Par e teria 27 municpios. Carajs teria 25% do territrio com 39 cidades. O Par remanescente ficaria com 17% do territrio. 16 - Na capital do estado, Belm, o no criao do estado de Tapajs chegou a 93,88% dos votos e o no criao do estado de Carajs foi de 94,87%. J...</li></ul>