acadÉmico 182

Download ACADÉMICO 182

Post on 22-Mar-2016

219 views

Category:

Documents

3 download

Embed Size (px)

DESCRIPTION

ACADEMICO182

TRANSCRIPT

  • Eleies para o Conselho Geral j mexem na UMinho

    campus

    Pgina 05

    Fim de semana marcado por drbis no Minho

    Vamos abrir uma sala de estudo 24h por dia na biblioteca

    durante estesemestre

    Carlos Videira em entrevista

    desporto

    Sp. Braga/AAUM sobe ao 5 lugar

    Pgina 18

    AAUM baixa preos das refeies e transportes

    Pgina 04

    Como vs o silenciamento imposto RUM?

    inqurito

    Pgina 08

    Quiseram calar a universitria!

    Pgina 03

    Reitor e presidente da AAUM preocupados com o futuro dos estudantes

    39 aniversrio da UMinho

    Pgina 07

  • 26.FEV.13 // AC

    AD

    MIC

    OFIC

    HA

    TCN

    ICA

    BA

    R

    METR

    OSEG

    UN

    DA

    P

    GIN

    A

    NO PONTOEM ALTA EM BAIXO

    FICHA TCNICA // Jornal Oficial da Associao Acadmica da Universidade do Minho. // Quinta-feira, 26 Fevereiro 2013 / N182 / Ano 9 / Srie 4 // DIRECO: Vasco Leo // EDIO: Daniel Vieira da Silva // Chefes de redaco: Cludia fernandes e Rita Magalhes // REDACO: Adriana Couto, Alexandre Rocha, Ana filipa Gaspar, ana Pinheiro, Brbara martins, Bruna Ribeiro, Bruno Fernandes, Carla Serra, Catarina Moura, Catarina silva, Ctia Alves, Ctia Silva, Cludia Fernandes, Daniel mota, Dinis Gomes, Diogo Lemos, Filipa Barros, Filipa Sousa Santos, Isabel Ramos, Joana Martins, Joana Valinhas, Joana Videira, Joo Pereira, Judite Rodrigues, Marta Soares, Raquel Miranda, Rita Magalhes e Vnia Barros // COLABORADORES: Elsa Moura e Jos Reis // GRAFISMO: gen // PAGINAO: Daniel Vieira da Silva // MORADA: Rua Francisco Machado Owen, 4710 Braga // E-MAIL: jornalacademico@rum.pt //TIRAGEM: 2000 exemplares // IMPRESSO: GrficaAmares // Depsito legal n 341802/12

    Cidade Europeia do DesportoA CED est a e promete agitar o ano na cidade de Guimares. Desenganem-se, para j, aqueles que a queiram comparar Cul-tura em 2012, mas este evento pode, e deve, reter em si alguns dos momentos que marcam a temporada desportiva no nosso pas. Saber abrir-se ao desporto, nas suas mais variadas verten-tes, deve ser uma virtude de uma equipa que tem como misso manter a cidade com intensidade, alegria e entusiasmo.

    O silncioTo estranho todo o silncio de algumas das figuras da cidade de Braga e Guimares sobre o caso que envolve a RUM e uma outra rdio da cidade. Ainda que de um lado j se sabia com o que contar, do outro veio... Mais do mesmo.Quando algum pensava que em Braga se pensava para l dos esquemas partidrios, eis que os telhados de vidro dos partidos mostraram-se permeveis ao mais pequeno calhau.

    Rdio Universitria do MinhoUma mostra da fora e importn-cia na cidade. As milhares de pes-soas que se solidarizaram com a RUM nas redes sociais deram alento estao para enfrentar, ainda com mais vivacidade, os prximos tempos e as prximas lutas nos tribunais.As pessoas consideram a RUM importante, olham para a rdio com especial carinho e demons-tram o quo especial se torna este rgo. Uma prova da fora da estao!

    O senhor Ao Social

    O ACADMICO retoma esta semana a sua edio fsica, acompanhando o incio do segundo semestre letivo na Universidade do Minho. Pese embora a atividade da Academia tenha sido devidamente tratada na edio online do jornal, importa nesta edio destacar dois grandes momentos da vida acadmica: a tomada de posse dos rgos Sociais da Associao Acadmica, que aconteceu no passado dia 11 de Janeiro, e o XXXIX Aniversrio da Universidade do Minho, que este ano preencheu uma semana e teve o seu ponto alto na sesso solene do dia 20 de Fevereiro. Em ambas as ocasies tivemos oportunidade de ouvir intervenes assertivas do novo Presidente da direo da AAUM, Carlos Videira, que afirma a ao social como tema central do seu mandato e, espera-se, a recoloque como prioridade na Academia. Dando o exemplo, decidiu a AAUM que a partir do passado dia 18 de Fevereiro o servio de transportes entre os campi, que est sob sua gesto, desceria o seu preo em 30 cntimos por viagem, se comprado em pack de 5 unidades. Garantiu tambm que o valor de refeio nas cantinas da Universidade desceria o seu valor em 10 cntimos, o que faz com que os estudantes possam poupar um euro em cada pack de 10 senhas de alimentao. No fossem inesperadas questes de ordem operacional por parte dos Servios de Ao Social e a medida entraria em vigor tambm no mesmo dia, como esteve previsto. Mas at para esta questo a AAUM arranjou soluo, garantindo que qualquer aluno que comprasse o pack de senhas entre os dias 18 e 25 de Fevereiro, seria reembolsado no valor diferencial.Tambm o Reitor da UM aproveitou as sesses solenes para responder aos tempos difceis por que passam os estudantes e anunciou uma medida que pode, e muito, amenizar dificuldades atravs da criao de um Fundo Social de Emergncia, que pretende ser um instrumento de auxlio excecional que se assuma como soluo para situaes complexas e inadiveis a que o sistema em vigor no capaz de dar resposta. No dia da UM, a Academia ficou a saber que a sua entrada em vigor est para breve, no primeiro dia de Maro.Assim se d resposta aos problemas dos estudantes. Assim se faz Ao Social na Universidade do Minho!

    EDITO

    RIA

    LVA

    SCO

    LEO

    // vasco.leao@rum

    .pt

  • PGINA 03 // 26.FEV.13// ACADMICO

    LOCALquiseram calar a universitria!DANIEL VIEIRA DA SILVA

    daniel.silva@rum.pt

    joS REIS

    jose.reis@rum.pt

    Pouco faltava para o meio dia. Na redao, os jorna-listas preparavam-se para mais um noticirio. At por-que nada fazia antever que a Rdio Universitria do Mi-nho (RUM) fosse calada poucos minutos depois. 11h58: Nos estdios, os ani-madores ficaram baralha-dos quando o habitual Som Nascente foi substitudo por um constragedor siln-cio. Um problema tcnico, um problema eltrico ou algo mais grave? Alguns funcionrios da rdio trou-xeram esta ltima opo como resposta depois de uma visita ao emissor da RUM, situado em Santa Marta das Cortias. L, al-gum retirou a energia ao emissor da rdio. Desligou--o. Tentou-se arranjar uma soluo, mas sobretudo saber o que se estava a pas-sar. Foram rapidamente identificados aqueles que cortaram a energia RUM (responsveis da Antena Minho). Em causa estava uma alega-da divida da RUM outra estao da cidade de Braga Antena Minho. A RUM

    explica que o diferendo en-tre as duas estaes sobre a propriedade do emissor de Santa Marta das Cortias, utilizado por ambas desde a dcada de 1990, decorre desde 2008 e que ainda no foi alvo de deciso definitiva por parte das autoridades ju-diciais, logo, qualquer ao que acontecesse entretanto iria sobrepor-se a uma de-ciso judicial. Ainda assim, contactado, na altura, pela Agncia Lusa, o administra-dor da Antena Minho, Ar-mindo Veloso, afirmou que uma coisa a propriedade do emissor, outra a conta da energia. Esse respons-vel acusa a RUM de falta de pagamento. Certo que a RUM ficou sem emisso, por duas ve-zes no prprio dia. Desde ento, passou-se um fim de semana em que a RUM foi para o ar normal-mente, at que no dia 7 de janeiro, novamente por in-termdio dos mesmos pro-tagonistas, a RUM voltou a ser silenciada. Uma situa-o que se arrastou durante alguns dias. As negociaes foram interrompidas pela universitria at que a lega-lidade fosse reposta. Ainda no foi. Entretanto a emis-sora dos estudantes conse-guiu uma soluo de recur-so que limita o seu raio de alcance. Para j, o possvel.

    PUB.

    A RUM j se prontificou, tambm, a liquidar o valor da energia consumida (cl-culo s possvel depois da Antena Minha entregar na RUM as faturas referentes aos anos em causa) mas a rdio do grupo Arcada Nova apenas aceitava essa quantia caso fossem retiradas todas as queixas que a universit-ria iria interpor. Algo que a RUM se negou a fazer. O processo em tribunal prossegue e o coletivo de juzes ainda no se pronun-ciou, definitivamente, sobre a propriedade do terreno.O que certo que o mes-mo est, neste momento, apenas acessvel a quem detm as chaves das ferra-mentas de segurana. Os responsveis da Antena Minho que recusam algu-ma ao da RUM dentro da propriedade. Proibiram at a instalao de uma forma alternativa de energia que os universitrios l queriam colocar. As reaes e comunicados por parte destes agentes da Antena Minho resumiu-se a duas ou trs intervenes junto dos media que reve-lam uma posio intoleran-te no caso. At aqui, os movimentos populares foram-se organi-zando no apoio.

    Situao merece preocupa-

    nhece ser algo que o deixa triste porque diz que o valor da pluralidade da in-formao e do bom relacio-namento entre os diferen-tes rgos de comunicao social tem que ser salva-guardado e Braga s tem a ganhar em existir uma diversidade na cobertura noticiosa. Hugo Pires, vere-ador da Juventude na Cma-ra Municipal, considera que quem perde com esta situ-ao so os cidados. Fao votos de que este diferendo se resolva rapidamente e que estes dois rgos de co-municao se entendam. J Carlos Almeida, deputado municipal do PCP conside-ra que a actual situao no saudvel e que a mesma prejudicial para a democra-cia. J Antnio Dures, um dos nomes ligados ao teatro e rdio, diz que esta uma realidade que priva os ou-vintes da actualidade cul-tural de uma cidade, mas espera que se resolva rapi-damente.

    o dos agentes de decisoO silenciamento da rdio merece repdio por parte de algumas foras vivas da cidade e de entidades com responsabilidade polticia e social. O reitor da Univer-sidade do Minho, Antnio Cunha, diz que esta uma situao que continua a me-recer muita preocupao. A RUM uma entidade muito querida para a universidade e importante para a comu-nidade acadmica, diz o rei-tor, salientando que [a r-dio] um agente cultural da cidade. J Carlos Videira, o presidente da Associao Acadmica da Universidade do Minho, diz ser inaceit-vel que esta aco continue sem ser resolvida graas prepotncia de algum que se achou no direito de se substituir justia e aos tri-bunais e decidiu fazer justi-a pelas prp