ABNT NBR 8160 - Instalações prediais de esgoto sanitário PROJETO E EXECUÇÃO - n0gnv5axbtgorc3d1vikaxam10

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NBR 8160SET 1999Sistemas prediais de esgoto sanitrio -Projeto e execuoPalavras-chave: Esgoto sanitrio. Instalao 74 pginasOrigem: Projeto NBR 8160:1997CB-02 - Comit Brasileiro de Construo CivilCE-02:146.01 - Comisso de Estudo de Instalaes Prediais de Esgoto SanitrioNBR 8160 - Sewage buildings systems - Design and installationDescriptors: Sewage. InstallationEsta Norma substitui a NBR 8160:1983Vlida a partir de 01.11.1999SumrioPrefcio1 Objetivo2 Referncias normativas3 Definies4 Requisitos gerais5Dimensionamento6 Execuo7 Manuteno8QualidadeANEXOSASimbologiaB Dimensionamento das tubulaes do subsistema decoletae transporte deesgotosanitrio -Mtodo hi-drulicoC Modelo para verificao da suficincia de ventilaoprimria em sistemas prediais de esgoto sanitrioD Dimensionamentodosubsistemadeventilaose-cundriaE Procedimentos e cuidadosaseremtomadosna exe-cuo dos sistemas prediais de esgoto sanitrioF Procedimentos e cuidados a serem tomados na manu-teno dos sistemas prediais de esgoto sanitrioG Procedimentosdeensaios de recebimento dos siste-mas de esgoto sanitrioHRefernciasbibliogrficasndicealfabticoPrefcioA ABNT - Associao Brasileira de Normas Tcnicas - oFrumNacionaldeNormalizao.AsNormasBrasi-leiras, cujo contedo de responsabilidade dos ComitsBrasileiros (CB) e dos Organismos de Normalizao Se-torial(ONS),soelaboradasporComissesdeEstudo(CE),formadasporrepresentantesdossetoresenvol-vidos,delasfazendoparte:produtores,consumidoreseneutros (universidades, laboratrios e outros).OsProjetosdeNormaBrasileira,elaboradosnombitodos CB e ONS, circulam para Consulta Pblica entre osassociados da ABNT e demais interessados.As modificaes tcnicas de maior significado, com res-peitonormaanterior,estorelacionadastantocon-cepo quanto ao dimensionamento, bem como quanto possibilidade da verificao da necessidade ou no deventilao secundria, e adoo para o dimensionamentodeummtodohidrulicoalternativoaomtodotradi-cionalmenteutilizado.Esta Norma incorpora alguns quesitos bsicos referentesqualidadedoprojeto,execuo,usoemanutenodas instalaes prediais de esgoto sanitrio.EstaNormacontmosanexosB,C,DeG,decarternormativo, e os anexos A, E, F e H, de carter informativo.1 ObjetivoEsta Norma estabelece as exigncias e recomendaesrelativas ao projeto, execuo, ensaio e manuteno dossistemasprediaisdeesgotosanitrio,paraatenderemsexignciasmnimasquantohigiene,seguranaeconforto dos usurios, tendo em vista a qualidade destessistemas.ABNTAv. Treze de Maio, 13 - 28 andar20031-901 - Rio de Janeiro - RJTel.: + 55 21 3974-2300Fax: + 55 21 3974-2346abnt@abnt.org.brwww.abnt.org.brABNT1999TodososdireitosreservadosExemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS2NBR 8160:1999Esta Norma no se aplica aos sistemas de esgoto indus-trialouassemelhado,anoserparaestabelecerasprecauesquedevemserobservadasquando,nestetipodeconstruo,estiveremassociadasgeraodeesgoto sanitrio.2 Referncias normativasAsnormasrelacionadasaseguircontmdisposiesque, ao serem citadas neste texto, constituem prescriespara esta Norma. As edies indicadas estavam em vigornomomentodestapublicao.Comotodanormaestsujeitaareviso,recomenda-sequelesquerealizamacordos com base nesta que verifiquem a conveninciadeseusaremasediesmaisrecentesdasnormascitadas a seguir. A ABNT possui a informao das normasem vigor em um dado momento.NBR 5626:1998 - Instalao predial de gua friaNBR6493:1994-Empregodecoresparaidentifi-cao de tubulaes - ProcedimentoNOTA - As normas no referenciadas no texto, mas pertinentesao tema em questo, encontram-se relacionadas no anexo H.3 DefiniesParaosefeitosdestaNorma,aplicam-seasseguintesdefinies:3.1 altura do fecho hdrico: Profundidadedacamadalquida, medida entre o nvel de sada e o ponto mais bai-xo da parede ou colo inferior do desconector, que separaoscompartimentosouramosdeentradaesadadessedispositivo.3.2 aparelho sanitrio: Aparelho ligado instalao pre-dial e destinado ao uso de gua para fins higinicos ou areceber dejetos ou guas servidas.3.3 bacia sanitria: Aparelhosanitriodestinadoare-ceber exclusivamente dejetos humanos.3.4 barrilete de ventilao: Tubulaohorizontalcomsada para a atmosfera em um ponto, destinada a receberdois ou mais tubos ventiladores.3.5 caixa coletora:Caixa onde se renem os efluenteslquidos, cuja disposio exija elevao mecnica.3.6 caixa de gordura:Caixadestinadaareter,nasuapartesuperior,asgorduras,graxaseleoscontidosnoesgoto,formandocamadasquedevemserremovidasperiodicamente,evitandoqueestescomponentesescoem livremente pela rede, obstruindo a mesma.3.7 caixa de inspeo: Caixa destinada a permitir a ins-peo, limpeza, desobstruo, juno, mudanas de de-clividade e/ou direo das tubulaes.3.8caixa de passagem:Caixadestinadaapermitirajuno de tubulaes do subsistema de esgoto sanitrio.3.9 caixa sifonada:Caixa provida de desconector, des-tinadaareceberefluentesdainstalaosecundriadeesgoto.3.10 coletor predial: Trecho de tubulao compreendidoentrealtimainserodesubcoletor,ramaldeesgotooudedescarga,oucaixadeinspeogeraleocoletorpblico ou sistema particular.3.11 coletor pblico: Tubulao da rede coletora que re-cebecontribuiodeesgotodoscoletoresprediaisemqualquer ponto ao longo do seu comprimento.3.12 coluna de ventilao:Tubo ventilador vertical queseprolongaatravsdeumoumaisandaresecujaex-tremidade superior aberta atmosfera, ou ligada a tuboventilador primrio ou a barrilete de ventilao.3.13 curva de raio longo:Conexo em forma de curvacujoraiomdiodecurvaturamaiorouigualaduasvezes o dimetro interno da pea.3.14 desconector:Dispositivo provido de fecho hdrico,destinadoavedarapassagemdegasesnosentidooposto ao deslocamento do esgoto.3.15 dimetro nominal (DN): Simples nmero que servecomo designao para projeto e para classificar, em di-menses,oselementosdastubulaes,equecorres-ponde,aproximadamente,aodimetrointernodatubu-lao em milmetros.3.16 dispositivo de inspeo:Pea ou recipiente parainspeo, limpeza e desobstruo das tubulaes.3.17 dispositivos de tratamento de esgoto:Unidadesdestinadas a reter corpos slidos e outros poluentes con-tidosnoesgotosanitriocomoencaminhamentodol-quido depurado a um destino final, de modo a no pre-judicar o meio ambiente.3.18 esgoto industrial:Despejolquidoresultantedosprocessosindustriais.3.19 esgoto sanitrio:Despejoprovenientedousodagua para fins higinicos.3.20 facilidade de manuteno:Viabilidadeprticademanuteno do sistema predial.3.21 fator de falha:Probabilidade de que o nmero espe-radodeaparelhossanitrios,emusosimultneo,sejaultrapassado.3.22 fecho hdrico: Camada lquida, de nvel constante,que em um desconector veda a passagem dos gases.3.23 instalao primria de esgoto:Conjunto de tubu-laesedispositivosondetmacessogasespro-venientesdocoletorpblicooudosdispositivosdetra-tamento.3.24 instalao secundria de esgoto:Conjuntodetubulaes e dispositivos onde no tm acesso os gasesprovenientesdocoletorpblicooudosdispositivosdetratamento.3.25 intervenientes: Cadeia de participantes que atuamcomoobjetivodeplanejar,projetar,fabricar,executar,utilizar e manter o empreendimento.3.26 manual de uso, operao e manuteno:Conjuntodedocumentosondeconstaminformaesparaoade-quadousoeoperaodosistemapredial,bemcomoprocedimentos claros para sua manuteno.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199933.27 projeto como construdo : Documento cadastralcompostodoprojetooriginalmodificadoporalteraesefetuadas durante a execuo do sistema predial de es-goto sanitrio.3.28 programa de necessidades: Documento contendoasinformaesbsicassobreasnecessidadesdosusurios finais do empreendimento.3.29 ralo seco: Recipiente sem proteo hdrica, dotadodegrelhanapartesuperior,destinadoareceberguasde lavagem de piso ou de chuveiro.3.30 ralo sifonado:Recipientedotadodedesconector,com grelha na parte superior, destinado a receber guasde lavagem de pisos ou de chuveiro.3.31 ramal de descarga:Tubulao que recebe direta-mente os efluentes de aparelhos sanitrios.3.32 ramal de esgoto:Tubulaoprimriaquerecebeosefluentesdosramaisdedescargadiretamenteouapartir de um desconector.3.33 ramal de ventilao:Tubo ventilador que interligao desconector, ou ramal de descarga, ou ramal de esgotodeumoumaisaparelhossanitriosaumacolunadeventilao ou a um tubo ventilador primrio.3.34 rede pblica de esgoto sanitrio:Conjunto de tu-bulaes pertencentes ao sistema urbano de esgoto sani-trio, diretamente controlado pela autoridade pblica.3.35 requisitos de desempenho: Exigncias qualitativasquanto aocomportamento final esperado para o sistemapredial.3.36 sifo: Desconectordestinadoareceberefluentesdo sistema predial de esgoto sanitrio.3.37 sistema predial de esgoto sanitrio:Conjunto detubulaes e acessrios destinados a coletar e transportaro esgoto sanitrio, garantir o encaminhamento dos gasespara a atmosfera e evitar o encaminhamento dos mesmospara os ambientes sanitrios.3.38 subsistema de coleta e transporte:Conjuntodeaparelhos sanitrios, tubulaes e acessrios destinadosacaptaroesgotosanitrioeconduzi-loaumdestinoadequado.3.39 subsistema de ventilao: Conjunto de tubulaesoudispositivosdestinadosaencaminharosgasesparaa atmosfera e evitar que os mesmos se encaminhem paraos ambientes sanitrios.NOTA - Pode ser dividido em ventilao primria e secundria.3.40 subcoletor: Tubulao que recebe efluentes de umou mais tubos de queda ou ramais de esgoto.3.41 tubo de queda:Tubulaoverticalquerecebeefluentes de subcoletores, ramais de esgoto e ramais dedescarga.3.42 tubo ventilador: Tubo destinado a possibilitar o es-coamento de ar da atmosfera para o sistema de esgoto evice-versaouacirculaodearnointeriordomesmo,com a finalidade de proteger o fecho hdrico dos desco-nectores e encaminhar os gases para atmosfera.3.43 tubo ventilador de alvio: Tubo ventilador ligando otubo de queda ou ramal de esgoto ou de descarga co-luna de ventilao.3.44 tubo ventilador de circuito:Tubo ventilador secun-drio ligado a um ramal de esgoto e servindo a um grupode aparelhos sem ventilao individual (ver 3.46).3.45 tubulao de ventilao primria: Prolongamentodo tubo de queda acima do ramal mais alto a ele ligado ecomextremidadesuperiorabertaatmosferasituadaacima da cobertura do prdio (ver 3.49).3.46 tubulao de ventilao secundria: Conjunto detubos e conexes com a finalidade de promover a venti-lao secundria do sistema predial de esgoto sanitrio(ver 3.50).3.47 unidade autnoma:Parte da edificao vinculadaa uma frao ideal de terreno, sujeita s limitaes da lei,constitudadedependnciaseinstalaesdeusopri-vativo,destinadaafinsresidenciaisouno,assinaladapordesignaoespecialnumricaoualfabticaparaefeitos de identificao e discriminao.3.48 unidade de Hunter de contribuio (UHC):Fatornumrico que representa a contribuio considerada emfunodautilizaohabitualdecadatipodeaparelhosanitrio.3.49 ventilao primria: Ventilao proporcionada peloar que escoa pelo ncleo do tubo de queda, o qual pro-longadoataatmosfera,constituindoatubulaodeventilaoprimria.3.50 ventilao secundria: Ventilaoproporcionadapeloarqueescoapelointeriordecolunas,ramaisoubarriletesdeventilao,constituindoatubulaodeventilaosecundria.4 Requisitos gerais4.1 Generalidades4.1.1 O sistema de esgoto sanitrio tem por funes b-sicascoletareconduzirosdespejosprovenientesdousoadequadodosaparelhossanitriosaumdestinoapropriado.4.1.2Porusoadequadodosaparelhossanitriospressupe-se a sua no utilizao como destino para re-sduos outros que no o esgoto.4.1.3 O sistema predial de esgoto sanitrio deve ser pro-jetado de modo a:a) evitar a contaminao da gua, de forma a garantirasuaqualidadedeconsumo,tantonointeriordossistemasdesuprimentoedeequipamentossani-trios, como nos ambientes receptores;b) permitir o rpido escoamento da gua utilizada edos despejos introduzidos, evitando a ocorrncia devazamentoseaformaodedepsitosnointeriordas tubulaes;c) impedir que os gases provenientes do interior dosistema predial de esgoto sanitrio atinjam reas deutilizao;d) impossibilitar o acesso de corpos estranhos ao in-terior do sistema;Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS4NBR 8160:1999e)permitirqueosseuscomponentessejamfa-cilmenteinspecionveis;f)impossibilitaroacessodeesgotoaosubsistemade ventilao;g)permitirafixaodosaparelhossanitriosso-mente por dispositivos que facilitem a sua remoopara eventuais manutenes.4.1.3.1 O sistema predial de esgoto sanitrio deve ser se-parador absoluto em relao ao sistema predial de guaspluviais, ou seja, no deve existir nenhuma ligao entreos dois sistemas.4.1.4 A disposio final do efluente do coletor predial deum sistema de esgoto sanitrio deve ser feita:a)emredepblicadecoletadeesgotosanitrio,quando ela existir;b) em sistema particular de tratamento, quando nohouver rede pblica de coleta de esgoto sanitrio.4.1.5 O sistema particular de tratamento, referido no itemanterior,deveserconcebidodeacordocomanorma-lizaobrasileirapertinente.4.1.6Quando da utilizao de aparelhos trituradores empias de cozinha, deve ser atentado para a adequabilidadedo mesmo ao sistema, segundo recomendaes do fabri-cante.4.1.7Todososmateriaisecomponentesutilizadosnossistemas prediais de esgoto sanitrio devem atender sexigncias previstas em 4.4.4.1.8Deveserevitadaapassagemdastubulaesdeesgotoemparedes,rebaixos,forrosfalsos,etc.deam-bientesdepermannciaprolongada.Casonosejapossvel,devemseradotadasmedidasnosentidodeatenuaratransmissoderudoparaosreferidosam-bientes.4.2 Componentes do subsistema de coleta e transportede esgoto sanitrio4.2.1 Aparelhos sanitrios4.2.1.1 Os aparelhos sanitrios a serem instalados no sis-tema de esgoto sanitrio devem:a)impediracontaminaodaguapotvel(re-trossifonagem e conexo cruzada);b) possibilitar acesso e manuteno adequados;c) oferecer ao usurio um conforto adequado fina-lidade de utilizao.4.2.2 Desconectores4.2.2.1Todososaparelhossanitriosdevemserprote-gidos por desconectores.NOTA - Os desconectores podem atender a um aparelho ou aum conjunto de aparelhos de uma mesma unidade autnoma.4.2.2.2 Osdesconectoresdevemserdimensionadosdeacordo com as diretrizes detalhadas em 5.1.1.4.2.2.3 Podem ser utilizadas caixas sifonadas para a coletadosdespejosdeconjuntosdeaparelhossanitrios,taiscomolavatrios,bids,banheirasechuveirosdeumamesmaunidadeautnoma,assimcomoasguaspro-venientesdelavagemdepisos,devendoasmesmas,neste caso, ser providas de grelhas.4.2.2.4Ascaixassifonadasquecoletamdespejosdemictrios devem ter tampas cegas e no podem recebercontribuiesdeoutrosaparelhossanitrios,mesmoprovidos de desconector prprio.4.2.2.5 Podem ser utilizadas caixas sifonadas para coletadeguasprovenientesapenasdelavagemdepisos,desde que os despejos das caixas sifonadas sejam enca-minhadospararedecoletoraadequadanaturezadessesdespejos.4.2.2.6Osdespejosprovenientesdemquinasdelavarroupas ou tanques situados em pavimentos sobrepostospodem ser descarregados em tubos de queda exclusivos,com caixa sifonada especial instalada no seu final.4.2.2.7 Deve ser assegurada a manuteno do fecho h-dricodosdesconectoresmedianteassolicitaesim-postaspeloambiente(evaporao,tiragemtrmicaeao do vento, variaes de presso no ambiente) e pelouso propriamente dito (suco e sobrepresso).NOTA-Estassolicitaespodemserdeterminadas,umavezconsideradoumsistemasomentecomventilaoprimria,atravs do modelo apresentado no anexo C.4.2.3 Ramais de descarga e de esgoto4.2.3.1 Todos os trechos horizontais previstos no sistemade coleta e transporte de esgoto sanitrio devem possi-bilitaroescoamentodosefluentesporgravidade,de-vendo, para isso, apresentar uma declividade constante.4.2.3.2Recomendam-seasseguintesdeclividadesm-nimas:a)2%paratubulaescomdimetronominaligualou inferior a 75;b)1%paratubulaescomdimetronominaligualou superior a 100.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199954.2.3.3Asmudanasdedireonostrechoshorizontaisdevem ser feitas com peas com ngulo central igual ouinferior a 45.4.2.3.4 As mudanas de direo (horizontal para verticale vice-versa) podem ser executadas com peas com n-gulo central igual ou inferior a 90.4.2.3.5vedadaaligaoderamaldedescargaoura-mal de esgoto, atravs de inspeo existente em joelhoou curva, ao ramal de descarga de bacia sanitria.4.2.3.6 Os ramais de descarga e de esgoto devem permitirfcil acesso para desobstruo e limpeza.4.2.3.7 Os ramais de descarga e de esgoto devem ser di-mensionados conforme detalhado em 5.1.2.4.2.4 Tubos de queda4.2.4.1 Os tubos de queda devem, sempre que possvel,serinstaladosemumnicoalinhamento.Quandone-cessrios,osdesviosdevemserfeitoscompeasfor-mandongulocentraligualouinferiora90,deprefe-rncia com curvas de raio longo ou duas curvas de 45.4.2.4.2 Para os edifcios de dois ou mais andares, nos tu-bosdequedaquerecebamefluentesdeaparelhossanitrios tais como pias, tanques, mquinas de lavar eoutrossimilares,ondesoutilizadosdetergentesqueprovoquem a formao de espuma, devem ser adotadassolues no sentido de evitar o retorno de espuma paraos ambientes sanitrios, tais como:a) no efetuar ligaes de tubulaes de esgoto oudeventilaonasregiesdeocorrnciadesobre-presso, conforme detalhado em 4.2.4.3;b) efetuar o desvio do tubo de queda para a horizon-talcomdispositivosqueatenuemasobrepresso,ou seja, curva de 90 de raio longo ou duas curvasde 45; ouc)instalardispositivoscomafinalidadedeevitaroretorno de espuma.4.2.4.3 So considerados zonas de sobrepresso (ver fi-gura 1):a)otrecho,decomprimentoiguala40dimetros,imediatamenteamontantedodesvioparahori-zontal;b)otrechodecomprimentoiguala10dimetros,imediatamente a jusante do mesmo desvio;c) o trecho horizontal de comprimento igual a 40 di-metros,imediatamenteamontantedoprximodesvio;d)otrechodecomprimentoiguala40dimetros,imediatamente a montante da base do tubo de queda,e o trecho do coletor ou subcoletor imediatamente ajusante da mesma base;e)ostrechosamontanteeajusantedoprimeirodesvionahorizontaldocoletorcomcomprimentoigual a 40 dimetros ou subcoletor com comprimentoigual a 10 dimetros;f) o trecho da coluna de ventilao, para o caso desistemascomventilaosecundria,comcompri-mentoiguala40dimetros,apartirdaligaodabasedacolunacomotubodequedaouramaldeesgoto.4.2.4.4Devemserprevistostubosdequedaespeciaispara pias de cozinha e mquinas de lavar louas, providosde ventilao primria, os quais devem descarregar emuma caixa de gordura coletiva, dimensionada de acordocom 5.1.5.1.4.2.4.5 Os tubos de queda devem ser dimensionados con-forme prescreve 5.1.3.4.2.5 Subcoletores e coletor predial4.2.5.1 O coletor predial e os subcoletores devem ser deprefernciaretilneos.Quandonecessrio,osdesviosdevem ser feitos com peas com ngulo central igual ouinferior a 45, acompanhados de elementos que permitama inspeo.4.2.5.2 Todos os trechos horizontais devem possibilitar oescoamento dos efluentes por gravidade, devendo, paraisso, apresentar uma declividade constante, respeitando-se os valores mnimos previstos em 4.2.3.2.A declividade mxima a ser considerada de 5%.4.2.5.3 No coletor predial no devem existir inseres dequaisquerdispositivosouembaraosaonaturales-coamento de despejos, tais como desconectores, fundode caixas de inspeo de cota inferior do perfil do coletorpredialousubcoletor,bolsasdetubulaesdentrodecaixas de inspeo, sendo permitida a insero de vlvulade reteno de esgoto.4.2.5.4 As variaes de dimetro dos subcoletores e co-letorpredialdevemserfeitasmedianteoempregodedispositivosdeinspeooudepeasespeciaisdeam-pliao.4.2.5.5 Quando as tubulaes forem aparentes, as inter-ligaesderamaisdedescarga,ramaisdeesgotoesubcoletores devem ser feitas atravs de junes a 45,comdispositivosdeinspeonostrechosadjacentes;quando as tubulaes forem enterradas,devem ser feitasatravs de caixa de inspeo ou poo de visita.4.2.5.6Ocoletorpredialeossubcoletoresdevemserdimensionados conforme prescreve 5.1.4.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS6NBR 8160:1999Figura 1 - Zonas de sobrepresso4.2.6 Dispositivos complementaresAs caixas de gordura, poos de visita e caixas de inspeodevemserperfeitamenteimpermeabilizados,providosde dispositivos adequados para inspeo, possuir tampade fecho hermtico, ser devidamente ventilados e cons-titudos de materiais no atacveis pelo esgoto.4.2.6.1 Caixas de gordurarecomendadoousodecaixasdegorduraquandoosefluentes contiverem resduos gordurosos.Quando o uso de caixa de gordura no for exigido pelaautoridade pblica competente, a sua adoo fica a cri-trio do projetista.As caixas de gordura devem ser instaladas em locais defcil acesso e com boas condies de ventilao.Ascaixasdegorduradevempossibilitararetenoeposterior remoo da gordura, atravs das seguintes ca-ractersticas:a) capacidade de acumulao da gordura entre cadaoperao de limpeza;b) dispositivosdeentradaedesadaconvenien-tementeprojetadosparapossibilitarqueoafluentee o efluente escoemnormalmente;c) altura entre a entrada e a sada suficiente para re-ter a gordura, evitando-se o arraste do material jun-tamente com o efluente;d) vedaoadequadaparaevitarapenetraodeinsetos,pequenosanimais,guasdelavagemdepisos ou de guas pluviais, etc.As pias de cozinha ou mquinas de lavar louas instaladasemvriospavimentossobrepostosdevemdescarregaremtubosdequedaexclusivosqueconduzamoesgotopara caixas de gordura coletivas, sendo vedado o uso decaixas de gordura individuais nos andares.Ascaixasdegorduradevemserdimensionadasdeacordo com 5.1.5.1.4.2.6.2Caixas e dispositivos de inspeoOinteriordastubulaes,embutidasouno,deveseracessvel por intermdio de dispositivos de inspeo.Para garantir a acessibilidade aos elementos do sistema,devem ser respeitadas no mnimo as seguintes condies:a)adistnciaentredoisdispositivosdeinspeono deve ser superior a 25,00 m;b) a distncia entre a ligao do coletor predial como pblicoe o dispositivo de inspeo mais prximono deve ser superior a 15,00 m; ec) os comprimentos dos trechos dos ramais de des-cargaedeesgotodebaciassanitrias,caixasdegordura e caixas sifonadas, medidos entre osmes-moseosdispositivosdeinspeo,nodevemsersuperiores a 10,00 m.Osdesvios,asmudanasdedeclividadeeajunodetubulaes enterradas devem ser feitos mediante o em-prego de caixas de inspeo ou poos de visita.Em prdios com mais de dois pavimentos, as caixas deinspeo no devem ser instaladas a menos de 2,00 mdedistnciadostubosdequedaquecontribuemparaelas.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:19997No devem ser colocadas caixas de inspeo ou poosdevisitaemambientespertencentesaumaunidadeautnoma,quandoosmesmosrecebemacontribuiode despejos de outras unidades autnomas.Ascaixasdeinspeopodemserusadasparareceberefluentes fecais.Ascaixasdepassagemdevemserdimensionadasdeacordo com 5.1.5.2.Ascaixasdeinspeoeospoosdevisitadevemserdimensionados de acordo com 5.1.5.3.Osdispositivosdeinspeodevemserinstaladosjuntos curvas dos tubos de queda, de preferncia montantedas mesmas, sempre que elas forem inatingveis por dis-positivosdelimpezaintroduzidospelascaixasdeins-peo ou pelos demais pontos de acesso.Os dispositivos de inspeo devem ter as seguintes ca-ractersticas:a) abertura suficiente para permitir as desobstruescom a utilizao de equipamentos mecnicos de lim-peza;b) tampa hermtica removvel; ec) quando embutidos em paredes no interior de resi-dncias, escritrios, reas pblicas, etc., no devemser instalados com as tampas salientes.4.2.7 Instalao de recalque4.2.7.1Osefluentesdeaparelhossanitriosededispo-sitivosinstaladosemnvelinferioraodologradourodevemserdescarregadosemumaoumaiscaixasdeinspeo,asquaisdevemserligadasaumacaixaco-letora,dispostademodoareceberoesgotoporgravi-dade.Apartirdacaixacoletora,pormeiodebombas,devemserrecalcadosparaumacaixadeinspeo(oupoo de visita), ramal de esgoto ligado por gravidade aocoletor predial, ou diretamente ao mesmo, ou ao sistemade tratamento de esgoto.4.2.7.2 No caso de esgoto proveniente unicamente da la-vagem de pisos ou de automveis, dispensa-se o uso decaixasdeinspeo,devendoosefluentesserencami-nhados,nestecaso,aumacaixasifonadadedimetromnimo igual a 0,40 m, a qual pode ser ligada diretamentea uma caixa coletora.4.2.7.3Acaixacoletoradeveserperfeitamenteimper-meabilizada,providadedispositivosadequadosparainspeo,limpezaeventilao;detampahermticaeser constituda de materiais no atacveis pelo esgoto.4.2.7.4 As caixas de gordura ligadas s caixas coletorasdevem atender s exigncias indicadas na tabela 1 (ver4.3.11), ou ser providas de tubulao de ventilao.4.2.7.5 Asbombasdevemserdeconstruoespecial,provadeobstruesporguasservidas,massasel-quidos viscosos.4.2.7.6 O funcionamento das bombas deve ser automticoealternado,comandadoporchavesmagnticascon-jugadascomchavesdebia,devendoessainstalaoser equipada com dispositivo de alarme para sinalizar aocorrncia de falhas mecnicas.4.2.7.7 A tubulao de recalque deve ser ligada rede deesgoto(coletoroucaixadeinspeo)detalformaqueseja impossvel o refluxo do esgoto sanitrio caixa co-letora.4.2.7.8 A instalao de recalque e a caixa coletora devemser dimensionadas conforme 5.1.6.4.3 Componentes do subsistema de ventilao4.3.1Osubsistemadeventilaopodeserprevistodeduas formas:a) ventilao primria e secundria; oub) somente ventilao primria.4.3.2 Para o caso previsto em 4.3.1 b), deve ser verificadaasuficinciadaventilaoprimriaprevista,atravsdomodelo apresentado no anexo C.4.3.3Casoaventilaoprimrianosejasuficiente,podem ser adotadas as seguintes medidas:a)alterarascaractersticasgeomtricasdosubsis-tema de coleta e transporte, devendo-se, em seguida,verificarnovamenteasuficinciadaventilaopri-mria, conforme 4.3.2; oub) prover ventilao secundria.4.3.4 A ventilao secundria referida em 4.3.3 b) consiste,basicamente,emramaisecolunasdeventilaoqueinterligamosramaisdedescargaoudeesgotoventi-laoprimriaouquesoprolongadosacimadaco-bertura, conforme detalhados em 4.3.5 e 4.3.6; ou entopela utilizao de dispositivos de admisso de ar (VAA)devidamente posicionados no sistema. Na figura 2, a t-tulo de ilustrao, apresentam-se estes tipos de ventilaosecundria.4.3.5 A extremidade aberta do tubo ventilador primrio oucolunadeventilaodeveestarsituadaacimadaco-berturadoedifcioaumadistnciamnimaqueim-possibiliteoencaminhamentomesmadasguasplu-viais provenientes do telhado ou laje impermeabilizada.4.3.6 A extremidade aberta de um tubo ventilador primrioou coluna de ventilao, conforme mostrado nafigura 3:a)nodeveestarsituadaamenosde4,00mdequalquerjanela,portaouvodeventilao,salvose elevada pelo menos 1,00 m das vergas dos res-pectivos vos;b) deve situar-se a uma altura mnima igual a 2,00 macimadacobertura,nocasodelajeutilizadaparaoutrosfinsalmdecobertura;casocontrrio,estaaltura deve ser no mnimo igual a 0,30 m;c) deve ser devidamente protegida nos trechos apa-rentes contra choques ou acidentes que possam da-nific-la;d) deve ser provida de terminal tipo chamin, t ououtrodispositivoqueimpeaaentradadasguaspluviais diretamente ao tubo de ventilao.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS8NBR 8160:1999a) Dispositivos de admisso de arExemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:19999b) Dispositivos de admisso de arc) Ramais e colunas de ventilaoFigura 2 - Exemplos de sistemas prediais de esgoto sanitrio com ventilao secundriaExemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS10NBR 8160:1999Figura 3 - Prolongamento do tubo de queda ou coluna de ventilao4.3.7 Na concepo da ventilao secundria, devem serconsiderados os aspectos detalhados em 4.3.8 a 4.3.20.4.3.8 O projeto do subsistema de ventilao deve ser feitode modo a impedir o acesso de esgoto sanitrio ao inte-rior do mesmo, excetuando-se os trechos dos ramais deventilao executados conforme 4.3.16 b).4.3.9 O tubo ventilador primrio e a coluna de ventilaodevemserverticaise,semprequepossvel,instaladosem uma nica prumada; quando necessrias, as mudan-as de direo devem ser feitas mediante curvas de n-gulo central no superior a 90, e com um aclive mnimode 1%.4.3.10Nosdesviosdetubodequedaqueformemumngulomaiorque45comavertical,deveserprevistaventilao de acordo com uma das seguintes alternativas,indicadas na figura 4:a) considerar o tubo de queda como dois tubos inde-pendentes, um acima e outro abaixo do desvio; oub) fazer com que a coluna de ventilao acompanheodesviodotubodequeda,conectandootubodequeda coluna de ventilao, atravs de tubos ven-tiladores de alvio, acima e abaixo do desvio.4.3.11 Em prdios de um s pavimento, deve existir pelomenos um tubo ventilador, ligado diretamente a uma caixade inspeo ou em juno ao coletor predial, subcoletorouramaldedescargadeumabaciasanitriaeprolon-gadoatacimadacoberturadesseprdio,devendo-sepreveraligaodetodososdesconectoresaumele-mentoventilado,respeitando-seasdistnciasmximasindicadas na tabela 1.4.3.12 Nos prdios cujo sistema predial de esgoto sanitriojpossuapelomenosumtuboventiladorprimriodeDN 1001),ficadispensadooprolongamentodosdemaistubosdequedaatacobertura,desdequeestejampreenchidas as seguintes condies:a) o comprimento no exceda 1/4 da altura total doprdio, medida na vertical do referido tubo;b)norecebamaisde36unidadesdeHunterdecontribuio;c) tenha a coluna de ventilao prolongada at acimadacoberturaouemconexocomoutraexistente,respeitados os limites da tabela 2.4.3.13 Todatubulaodeventilaodeveserinstaladacom aclive mnimo de 1%, de modo que qualquer lquidoqueporventuranelavenhaaingressarpossaescoartotalmenteporgravidadeparadentrodoramaldedes-carga ou de esgoto em que o ventilador tenha origem.4.3.14 Toda coluna de ventilao deve ter:a) dimetro uniforme;b) a extremidade inferior ligada a um subcoletor ou aumtubodequeda,empontosituadoabaixodali-gao do primeiro ramal de esgoto ou de descarga,ou neste ramal de esgoto ou de descarga;c) a extremidade superior situada acima da coberturado edifcio, ou ligada aum tubo ventilador primrio a0,15 m, ou mais, acima do nvel de transbordamentoda gua do mais elevado aparelho sanitrio por eleservido.2)1) Refere-se ao tubo de queda mais afastado do coletor predial ou dos dispositivos de tratamento do esgoto.2) Entende-se por nvel de transbordamento da gua do mais alto dos aparelhos sanitrios, aquele referente aos aparelhos sanitrioscom seus desconectores ligados tubulao de esgoto primrio (bacias sanitrias, pias de cozinha, tanques de lavar, mquinas delavar, etc.), excluindo-se os aparelhos sanitrios, que despejam em ralos sifonados de piso. No devem ser considerados como pon-tos mais elevados de transbordamento as grelhas dosralos sifonados de piso, quando o ramal a ser ventilado servir tambm paraoutros aparelhos no ligados diretamente a eles.VPVPVPTELHADOLAJE TERRAOExemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199911Figura 4 - Desvio de tubo de quedaTabela 1- Distncia mxima de um desconector ao tubo ventiladorDimetro nominal do ramal de descarga DistnciamximaDN m40 1,0050 1,2075 1,80100 2,40Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS12NBR 8160:1999Tabela 2 - Dimensionamento de colunas e barriletes de ventilaoDimetronominal Dimetro nominal mnimo do tubo de ventilaodo tubo de queda ou Nmero dedo ramal de esgoto unidades de HunterdecontribuioDN 40 50 75 100 150 200 250 300Comprimentopermitidom40 8 46 - - - - - - -40 10 30 - - - - - - -50 12 23 61 - - - - - -50 20 15 46 - - - - - -75 10 13 46 317 - - - - -75 21 10 33 247 - - - - -75 53 8 29 207 - - - - -75 102 8 26 189 - - - - -100 43 - 11 76 299 - - - -100 140 - 8 61 229 - - - -100 320 - 7 52 195 - - - -100 530 - 6 46 177 - - - -150 500 - - 10 40 305 - - -150 1 100 - - 8 31 238 - - -150 2 000 - - 7 26 201 - - -150 2 900 - - 6 23 183 - - -200 1 800 - - - 10 73 286 - -200 3 400 - - - 7 57 219 - -200 5 600 - - - 6 49 186 - -200 7 600 - - - 5 43 171 - -250 4 000 - - - - 24 94 293 -250 7 200 - - - - 18 73 225 -250 11 000 - - - - 16 60 192 -250 15 000 - - - - 14 55 174 -300 7 300 - - - - 9 37 116 287300 13 000 - - - - 7 29 90 219300 20 000 - - - - 6 24 76 186300 26 000 - - - - 5 22 70 152Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:1999134.3.15Quandonoforconvenienteoprolongamentodecadatuboventiladoratacimadacobertura,podeserusadoumbarriletedeventilao,aserexecutadocomaclive mnimo de 1% at o trecho prolongado, conforme4.3.5 e 4.3.6.4.3.16Asligaesdacolunadeventilaoaosdemaiscomponentes do sistema de ventilao ou do sistema deesgotosanitriodevemserfeitascomconexesapro-priadas, como a seguir:a) quando feita em uma tubulao vertical, a ligaodeve ser executada por meio de juno a 45; oub)quandofeitaemumatubulaohorizontal,deveser executada acima do eixo da tubulao, elevando-se o tubo ventilador de uma distncia de at 0,15 m,ou mais, acima do nvel de transbordamento da guadomaiselevadodosaparelhossanitriosporeleventilados, antes de ligar-se a outro tubo ventilador,respeitando-se o que segue:1) a ligao ao tubo horizontal deve ser feita pormeiodet90oujuno45comaderivaoinstalada em ngulo, de preferncia, entre 45 e90 em relaoao tubo de esgoto, conforme indi-cado na figura 5;2)quandonohouverespaoverticalparaasoluo apresentada acima, podem ser adotadosngulosmenores,comotuboventiladorligadosomente por juno 45 aorespectivo ramal deesgoto e com seu trecho inicial instalado em aclivemnimo de 2%;3) a distncia entre o ponto de insero do ramalde ventilao ao tubo de esgoto e a conexo demudana do trecho horizontal para a vertical deveser a mais curta possvel;4) a distncia entre a sada do aparelho sanitrioe a insero do ramal de ventilao deve ser iguala no mnimo duas vezes o dimetro do ramal dedescarga.4.3.17Quandonoforpossvelventilaroramaldedes-cargadabaciasanitrialigadadiretamenteaotubodequeda (para a distncia mxima, ver tabela 1), o tubo dequedadeveserventiladoimediatamenteabaixodaligao do ramal da bacia sanitria (ver figura 6).4.3.18dispensadaaventilaodoramaldedescargade uma bacia sanitria ligada atravs de ramal exclusivoa um tubo de queda a uma distncia mxima de 2,40 m,desdequeessetubodequedareceba,domesmopavimento,imediatamenteabaixo,outrosramaisdeesgoto ou de descarga devidamente ventilados, conformemostrado na figura 7.4.3.19 Bacias sanitrias instaladas em bateria, devem serventiladasporumtuboventiladordecircuitoligandoacoluna de ventilao ao ramal de esgoto na regio entrealtimaeapenltimabaciassanitrias,conformein-dicado na figura 8.Deve ser previsto um tubo ventilador suplementar a cadagrupodenomximooitobaciassanitrias,contadasapartir da mais prxima ao tubo de queda.4.3.20 Bacias sanitrias instaladas em bateria devem serventiladasporumtuboventiladordecircuitoligandoacoluna de ventilao ao ramal de esgoto na regio entrealtimaeapenltimabaciassanitrias,conformeindi-cado na figura 8.Deve ser previsto um tubo ventilador suplementar a cadagrupodenomximooitobaciassanitrias,contadasapartir da mais prxima ao tubo de queda.4.3.21 Quandooramaldeesgotoserviramaisdetrsbacias sanitrias e houver aparelhos em andares supe-riores descarregando no tubo de queda, necessria ainstalao de tubo ventilador suplementar, ligando o tuboventilador de circuito ao ramal de esgoto na regio entreo tubo de queda e a primeira bacia sanitria.Figura 5 - Ligao de ramal de ventilaoExemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS14NBR 8160:1999Figura 6 - Ligao de ramal de ventilao quando da impossibilidade de ventilaodo ramal de descarga da bacia sanitriaFigura 7 - Dispensa de ventilao de ramal de descarga de bacia sanitriaExemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199915Figura 8 - Ventilao em circuito4.4 Materiais4.4.1Osmateriaisaseremempregadosnossistemasprediais de esgoto sanitrio devem ser especificados emfunodotipodeesgotoaserconduzido,dasuatem-peratura,dosefeitosqumicosefsicos,edosesforosou solicitaes mecnicas a que possam ser submetidasas instalaes.4.4.2 No podem ser utilizados nos sistemas prediais deesgotosanitrio,materiaisoucomponentesnocons-tantes na normalizao brasileira.NOTA - Componentes ou materiais ainda no normalizados nombitodaABNTpodemserempregados,desdequeatendams normas do pas de origem.4.5 Documentao bsica de projetoA documentaobsica do projeto deve contemplar:a) projeto executivo, composto pelos seguintes itens:1)plantabaixadacobertura,andar(es)tipo,trreo, subsolo(s), com a indicao dos tubos dequeda,ramaisedesvios,colunasdeventilao(no caso de sistema com ventilao secundria),dispositivos em geral;2)plantabaixadopavimentoinferior,comtra-ados e localizao dos subcoletores, coletor pre-dial, dispositivos de inspeo, local de lanamentodo esgoto sanitrio e suas respectivas cotas;3)esquemavertical(oufluxogramageral)apre-sentado em separado ou em conjunto com o sis-temapredialdeguaspluviais,semescala,in-dicando os componentes do sistema e suas inter-ligaes;4) plantas, em escala conveniente, dos ambientessanitrios,comaindicaodoencaminhamentodas tubulaes;5) detalhes (cortes, perspectivas, etc.) que se fi-zerem necessrios para melhor compreenso dosistema;b) memorial descritivo e especificaes tcnicas;c) quantificao e oramento.5 Dimensionamento5.1 Componentes do subsistema de coleta e transportede esgoto sanitrioAstubulaesdosubsistemadecoletaetransportedeesgoto sanitrio podem ser dimensionadas pelo mtodohidrulico, apresentado no anexo B, ou pelo mtodo dasunidades de Hunter de contribuio (UHC), apresentadoem 5.1.2 a 5.1.4, devendo, em qualquer um dos casos,serrespeitadososdimetrosnominaismnimosdosramais de descarga indicados na tabela 3.5.1.1 Desconectores5.1.1.1Tododesconectordevesatisfazersseguintescondies:a) ter fecho hdrico com altura mnima de 0,05 m;b) apresentar orifcio de sada com dimetro igual ousuperior ao do ramal de descarga a ele conectado.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS16NBR 8160:19995.1.1.2Ascaixassifonadasdevemterasseguintescaractersticas mnimas:a)serdeDN100,quandoreceberemefluentesdeaparelhos sanitrios at o limite de 6 UHC;b)serdeDN125,quandoreceberemefluentesdeaparelhos sanitrios at o limite de 10 UHC;c)serdeDN150,quandoreceberemefluentesdeaparelhos sanitrios at o limite de 15 UHC.Oramaldeesgotodacaixasifonadadeveserdimen-sionado conforme indicado na tabela 4.5.1.1.3Ascaixassifonadasespeciaisdevemterasse-guintes caractersticas mnimas:a) fecho hdrico com altura de 0,20 m;b)quandocilndricas,devemterodimetrointernode 0,30 m e, quando prismticas de base poligonal,devem permitir na base a inscrio de um crculo dedimetro de 0,30 m;c) devem ser fechadas hermeticamente com tampafacilmente removvel;d) devem ter orifcio de sada com o dimetro nomi-nal DN 75.5.1.2 Ramais de descarga e de esgoto5.1.2.1 Para os ramais de descarga, devem ser adotadosno mnimo os dimetros apresentados na tabela 3.5.1.2.2Para os aparelhos no relacionados na tabela 3,devemserestimadasasUHCcorrespondenteseodi-mensionamento deve ser feito com os valores indicadosna tabela 4.5.1.2.3 Para os ramais de esgoto, deve ser utilizada a ta-bela 5.Tabela 3 - Unidades de Hunter de contribuio dos aparelhos sanitrios e dimetro nominalmnimo dos ramais de descargaAparelhosanitrio Nmero de unidades de DimetronominalHunter de contribuio mnimo do ramalde descargaDNBaciasanitria 6 1001)Banheiraderesidncia 2 40Bebedouro 0,5 40Bid 1 40Chuveiro Deresidncia 2 40Coletivo 4 40Lavatrio Deresidncia 1 40De uso geral 2 40Mictrio Vlvula de descarga 6 75Caixa de descarga 5 50Descargaautomtica 2 40De calha 22)50Pia de cozinha residencial 3 50Pia de cozinha industrial Preparao 3 50Lavagem de panelas 4 50Tanque de lavar roupas 3 40Mquina de lavar louas 2 503)Mquina de lavar roupas 3 503)1) O dimetro nominal DN mnimo para o ramal de descarga de bacia sanitria pode ser reduzido para DN 75, caso justificado pelo cl-culo de dimensionamento efetuado pelo mtodo hidrulico apresentado no anexo B e somente depois da reviso da NBR 6452:1985(aparelhos sanitrios de material cermico), pela qual os fabricantes devem confeccionar variantes das bacias sanitrias com sadaprpria para ponto de esgoto de DN 75, sem necessidade de pea especial de adaptao.2) Pormetro de calha - considerar como ramal de esgoto (ver tabela 5).3) Devem ser consideradas as recomendaes dos fabricantes.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199917Tabela 4 - Unidades de Hunter de contribuio para aparelhosno relacionados na tabela 3Dimetro nominal mnimo do Nmero de unidades de Hunterramal de descarga decontribuioDN UHC40 250 375 5100 6Tabela 5 - Dimensionamento de ramais de esgotoDimetronominal Nmero mximo de unidades demnimo do tubo Hunter de contribuioDN UHC40 350 675 20100 1605.1.3 Tubos de queda5.1.3.1 Os tubos de queda podem ser dimensionados pelasomatriadasUHC,conformevaloresindicadosnata-bela 6.5.1.3.2 Quando apresentarem desvios da vertical, os tubosde queda devem ser dimensionados da seguinte forma:a) quando o desvio formar ngulo igual ou inferior a45 com a vertical, o tubo de queda dimensionadocom os valores indicados na tabela 6;b)quandoodesvioformarngulosuperiora45com a vertical, deve-se dimensionar:1) a parte do tubo de queda acima do desvio comoumtubodequedaindependente,combasenonmerodeunidadesdeHunterdecontribuiodosaparelhosacimadodesvio,deacordocomos valores da tabela 6;2) a parte horizontal do desvio de acordo com osvalores da tabela 7;3)apartedotubodequedaabaixododesvio,com base no nmero de unidades de Hunter decontribuiodetodososaparelhosquedes-carregam neste tubo de queda, de acordo com osvalores da tabela 6, no podendo o dimetro nomi-nal adotado, neste caso, ser menor do que o daparte horizontal.5.1.4 Coletor predial e subcoletores5.1.4.1 O coletor predial e os subcoletores podem ser di-mensionadospelasomatriadasUHCconformeosvaloresdatabela7.Ocoletorpredialdeveterdimetronominal mnimo DN 100.5.1.4.2Nodimensionamentodocoletorpredialedossubcoletoresemprdiosresidenciais,devesercon-siderado apenas o aparelho de maior descarga de cadabanheiroparaasomatriadonmerodeunidadesdeHunter de contribuio.Nosdemaiscasos,devemserconsideradostodososaparelhoscontribuintesparaoclculodonmerodeUHC.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS18NBR 8160:1999Tabela 6 - Dimensionamento de tubos de quedaDimetro nominal do tubo Nmero mximo de unidades de Hunter de contribuioDNPrdio de at trs pavimentos Prdio com mais de trs pavimentos40 4 850 10 2475 30 70100 240 500150 960 1 900200 2 200 3 600250 3 800 5 600300 6 000 8 400Tabela 7 - Dimensionamento de subcoletores e coletor predialDimetro nominal do tubo Nmero mximo de unidades de Hunter de contribuio emfuno das declividades mnimas%DN 0,5 1 2 4100 - 180 216 250150 - 700 840 1 000200 1 400 1 600 1 920 2 300250 2 500 2 900 3 500 4 200300 3 900 4 600 5 600 6 700400 7 000 8 300 10 000 12 0005.1.5 Dispositivos complementares5.1.5.1 Caixas de gordura5.1.5.1.1 As caixas de gordura devem ser dimensionadaslevando-se em conta o que segue:a)paraacoletadeapenasumacozinha,podeserusada a caixa de gordura pequena (5.1.5.1.3 a)) oua caixa de gordura simples (5.1.5.1.3 b));b) para a coleta de duas cozinhas, pode ser usada acaixa de gordura simples (5.1.5.1.3 b)) ou a caixa degordura dupla (5.1.5.1.3 c));c)paraacoletadetrsat12cozinhas,deveserusada a caixa de gordura dupla (5.1.5.1.3 c));d) para a coleta de mais de 12 cozinhas, ou ainda,paracozinhasderestaurantes,escolas,hospitais,quartis, etc., devem ser previstas caixas de gorduraespeciais (5.1.5.1.3 d)).5.1.5.1.2Ascaixasdegorduradevemserdivididasemduas cmaras, uma receptora e outra vertedoura, sepa-radas por um septo no removvel.5.1.5.1.3 As caixas de gordura podem ser dos seguintestipos:a)pequena(CGP),cilndrica,comasseguintesdi-menses mnimas:1) dimetro interno: 0,30 m;2) parte submersa do septo: 0,20 m;3) capacidade de reteno: 18 L;4)dimetronominaldatubulaodesada:DN 75;Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199919b)simples(CGS),cilndrica,comasseguintesdimenses mnimas:1) dimetro interno: 0,40 m;2) parte submersa do septo: 0,20 m;3) capacidade de reteno: 31 L;4)dimetronominaldatubulaodesada:DN 75;c)dupla(CGD),cilndrica,comasseguintesdi-menses mnimas:1) dimetro interno:0,60 m;2) parte submersa do septo: 0,35 m3) capacidade de reteno:120 L;4)dimetronominaldatubulaodesada:DN 100;d)especial(CGE),prismticadebaseretangular,com as seguintes caractersticas:1)distnciamnimaentreoseptoeasada:0,20 m;2) volume da cmara de reteno de gordura obti-do pela frmula:V = 2 N + 20onde:Nonmerodepessoasservidaspelasco-zinhas que contribuem para a caixa de gordurano turno em que existe maior afluxo;V o volume, em litros;3) altura molhada:0,60 m;4) parte submersa do septo:0,40 m;5)dimetronominalmnimodatubulaodesada: DN 100.5.1.5.2 Caixas de passagemAs caixas de passagem devem ter as seguintes caracte-rsticas:a)quandocilndricas,terdimetromnimoiguala0,15me,quandoprismticasdebasepoligonal,permitir na base a inscrio de um crculo de dimetromnimo igual a 0,15 m;b) ser providas de tampa cega, quando previstas eminstalaes de esgoto primrio;c) ter altura mnima igual a 0,10 m;d) ter tubulao de sada dimensionada pela tabelade dimensionamento de ramais de esgoto, sendo odimetro mnimo igual a DN 50.5.1.5.3 Dispositivos de inspeoAs caixas de inspeo devem ter:a) profundidade mxima de 1,00 m;b) forma prismtica, de base quadrada ou retangular,de lado interno mnimo de 0,60 m,ou cilndrica comdimetro mnimo igual a 0,60 m;c) tampafacilmenteremovvel,permitindoperfeitavedao;d) fundoconstrudodemodoaassegurarrpidoescoamento e evitar formao de depsitos.Os poos de visita devem ter:a) profundidade maior que 1,00 m;b) forma prismtica de base quadrada ou retangular,com dimenso mnima de 1,10 m, ou cilndrica comum dimetro interno mnimo de 1,10 m;c) degraus que permitam o acesso ao seu interior;d) tampa removvel que garanta perfeita vedao;e)fundoconstitudodemodoaassegurarrpidoescoamento e evitar formao de sedimentos;f) duas partes,quando a profundidade total for igualou inferior a 1,80 m, sendo a parte inferior formadapela cmara de trabalho (balo) de altura mnima de1,50 m, e a parte superior formada pela cmara deacesso, ou chamin de acesso,com dimetro internomnimo de 0,60 m.5.1.6 Instalao de recalque5.1.6.1Odimensionamentodainstalaoderecalquedeve ser feito considerando-se, basicamente, os seguintesaspectos:a) a capacidade da bomba, que deve atender vazomximaprovveldecontribuiodosaparelhosedosdispositivosinstaladosquepossamestaremfuncionamentosimultneo;b) o tempo de deteno do esgoto na caixa;c)ointervalodetempoentreduaspartidasconse-cutivas do motor.5.1.6.2 A caixa coletora deve ter a sua capacidade calcu-lada de modo a evitar a freqncia exagerada de partidase paradas das bombas por um volume insuficiente, bemcomo a ocorrncia de estado sptico por um volume exa-gerado.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS20NBR 8160:19995.1.6.3Nocasoderecebimentodeefluentesdebaciassanitrias,deveserconsideradooatendimentoaosse-guintes aspectos:a)acaixacoletoradevepossuirumaprofundidademnima igual a 0,90 m, a contar do nvel da geratrizinferiordatubulaoafluentemaisbaixa;ofundodevesersuficientementeinclinado,paraimpediradeposiodemateriaisslidosquandocaixaforesvaziadacompletamente;b)acaixacoletoradeveserventiladaporumtuboventilador,preferencialmenteindependentedequalquer outra ventilao utilizada no edifcio;c)devemserinstaladospelomenosdoisgruposmotobomba, para funcionamento alternado.NOTA-Estasbombasdevempermitirapassagemdeesferascomdimetrode0,06meodimetronominalmnimodatubulao de recalque deve ser DN 75.5.1.6.4Casoacaixacoletoranorecebaefluentesdebacias sanitrias, devem ser considerados os seguintesaspectos:a) a profundidade mnima deve ser igual a 0,60 m;b)asbombasaseremutilizadasdevempermitirapassagem de esferas de0,018 m e o dimetro nomi-nalmnimodatubulaoderecalquedeveserDN 40.5.1.6.5 As tubulaes de suco devem ser previstas demodo a se ter uma para cada bomba e possuir dimetronominal uniforme e nunca inferior ao das tubulaes derecalque.5.1.6.6 As tubulaes de recalque devem atingir um nvelsuperior ao do logradouro, de maneira que impossibiliteo refluxo do esgoto, devendo ser providas de dispositivospara este fim.5.1.6.7Ovolumetildacaixacoletorapodeserdeter-minado atravs da seguinte expresso:4x ut QV =onde:Vu o volume compreendido entre o nvel mximo eo nvel mnimo de operao da caixa (faixa de ope-rao da bomba), em metros cbicos;Q a capacidade da bomba determinada em funodavazoafluentedeesgotocaixacoletora,emmetros cbicos por minuto;t o intervalo de tempo entre duas partidas conse-cutivas do motor, em minutos.5.1.6.8 Recomenda-se que o intervalo entre duas partidasconsecutivas do motor no seja inferior a 10 min, no sen-tidodesepreservarosequipamentoseletromecnicosde freqentes esforos de partida.5.1.6.9 Recomenda-se que a capacidade da bomba sejaconsiderada como sendo, no mnimo,igual a duas vezesa vazo afluente de esgoto sanitrio.5.1.6.10 O volume total obtido pelo volume til somadoquelesocupadospelasbombas(seforemdotiposubmersvel), tubulaes e acessrios da instalao quese encontrem no interior da caixa coletora5.1.6.11 O tempo de deteno do esgoto na caixa coletorapode ser determinado a partir da seguinte equao:qVdt=onde:d o tempo de deteno do esgoto na caixa coletora,em minutos;Vtovolumetotaldacaixacoletora,emmetroscbicos;qavazomdiadeesgotoafluente,emmetroscbicos por minuto.5.1.6.12Otempodedetenodoesgotonacaixanodeve ultrapassar 30 min, para que no haja comprome-timento das condies de aerobiose do esgoto.5.2 Componentes do subsistema de ventilao5.2.1 Se as tubulaes do subsistema de coleta e trans-porte de esgoto sanitrio foram dimensionadas pelo m-todo hidrulico constante no anexo B, as tubulaes dosubsistema de ventilao devem ser dimensionadas pelomtodo apresentado no anexo D.Casocontrrio,astubulaesdosubsistemadeventi-lao, devem ser dimensionadas a partir da metodologiaapresentada em 5.2.2.5.2.2Devemseradotadososseguintescritriosparaodimensionamento do sistema de ventilao secundria:a)ramaldeventilao:dimetronominalnoinfe-rior aos limites determinados na tabela 8;b)tubo ventilador de circuito: dimetro nominal noinferior aos limites determinados na tabela 2;c)tubo ventilador complementar: dimetro nominalno inferior metade do dimetro do ramal de esgotoa que estiver ligado;d)coluna de ventilao: dimetro nominal de acordocomasindicaesdatabela2.Inclui-senocom-primentodacolunadeventilao,otrechodotuboventiladorprimrioentreopontodeinserodacoluna e a extremidade aberta do tubo ventilador;e)barrilete de ventilao: dimetro nominal de cadatrecho de acordo com a tabela 2, sendo que o nmerode UHC de cada trecho a soma das unidades detodosostubosdequedaservidospelotrecho,eocomprimento a considerar o mais extenso, da basedacolunadeventilaomaisdistantedaextremi-dade aberta do barrilete, at essa extremidade;f)tuboventiladordealvio:dimetronominaligualao dimetro nominal da coluna de ventilao a queestiver ligado.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199921Tabela 8 - Dimensionamento de ramais de ventilaoGrupo de aparelhos sem bacias sanitrias Grupo de aparelhos com bacias sanitriasNmero de unidades de Dimetro nominal do Nmero de unidades de Dimetro nominal doHunterde contribuio ramal de ventilao Hunter de contribuio ramal de ventilaoAt 12 40 At 17 5013 a 18 50 18 a 60 7519 a 36 75 - -6 ExecuoOssistemasprediaisdeesgotosanitriodevemserexecutados de acordo com o projeto, de forma a garantiroatendimentoaosrequisitosdedesempenhoconforme4.2.NoanexoEsoapresentadosalgunsprocedimentosecuidadosaseremtomadosquandodaexecuodossistemas prediais de esgoto sanitrio.NoanexoGsoapresentadososprocedimentosdeensaios de recebimento do sistema.Astubulaesaparentesdosistemapredialdeesgotosanitrio devem ser pintadas conforme a NBR 64937 ManutenoOs componentes do sistema predial de esgoto sanitriodevem ser mantidos estanques ao ar (exceto os terminaisdas colunas de ventilao ou tubo ventilador primrio) e gua,limpos e desobstrudos, de forma a garantir,aolongo do tempo de uso, o mximo de eficincia.Dessa forma, recomendada a verificao peridica dosistema,afimdeidentificarpontospassveisdemanu-teno.NoanexoFsoapresentadosalgunsprocedimentosecuidados a serem tomados na manuteno dos sistemasprediais de esgoto sanitrio.8 Qualidade3)8.1 Consideraes gerais8.1.1Paraaobtenodaqualidadedosistemapredialdeesgotosanitriodevemserdefinidasasresponsa-bilidades dos intervenientes no processo e estabelecidosos procedimentos bsicos para a garantia da qualidade.8.1.2 A qualidade do sistema deve ser garantida em todasasfasesdosistema,compreendendo:projeto,material,execuo, uso, operao e manuteno.8.2 Responsabilidades dos intervenientesPara cada interveniente, de 8.2.1 a 8.2.8, cabem as res-ponsabilidades descritas a seguir:8.2.1Empreendedora) fornecer as diretrizes bsicas do empreendimento;b) estabelecer as diretrizes oramentrias.8.2.2 Contratantea) definir os requisitos de desempenho;b) estabelecer os critrios de aceitao do projeto;c) estabelecer os critrios de aceitao aps a exe-cuo;d) gerenciar a qualidade do sistema;e) orientar os responsveis na utilizao dos manuaisde uso, operao e manuteno; ef) fornecer o manual de uso, operao e manutenoao usurio final da edificao.8.2.3 Projetistaa)elaboraroprojetonassuasdiversasfasescon-forme contratado, de acordo com esta Norma;b)assessoraroexecutornaelaboraodoprojetoparaproduo;c) elaborar o projeto como construdo;d) assessoraro executor na elaborao dos manuaisde uso, operaoe manuteno.8.2.4 Executora) elaborar o projeto para produo;b)realizarasatividadesdeexecuoconformeasespecificaes de projeto e normas pertinentes;c)exigirdosfornecedoresdecomponentesqueosprodutos atendam s normas;d) realizar os ensaios de recebimento do sistema;e)obteraprovaoprviadoprojetista,paraalte-raesnoprojetoquesefizeremnecessriasporcondies de constructibilidade do sistema;f) registrar e fornecer ao projetista as alteraes reali-zadas no projeto;g)elaborarosmanuaisdeuso,operaoemanu-teno.3) Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade (PBQP) - Subprograma Setorial da Qualidade e Produtividade, elaborado pelo sub-comit da Indstria da Construo Civil, 1992.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS22NBR 8160:19998.2.5 Fornecedor de componentesa) fornecer as especificaes tcnicas dos produtos;b) fornecer produtos que atendam s normas.8.2.6 rgos pblicosa) definir critrios aos quais o sistema deva atender;b)definirasdiretrizesconstrutivasparaaligaocom a rede pblica.8.2.7 Usurioa) seguir as recomendaes do manual de uso, ope-rao e manuteno.8.2.8 Gestor do sistemaa) realizar as intervenes necessrias;b) seguir as recomendaes do manual de uso, ope-rao e manuteno.8.3 Procedimentos para garantia da qualidadeOs contratos para a garantia da qualidade dos sistemasprediais de esgoto sanitrio devem relacionar cada fasemencionada de 8.3.1 a 8.3.3.8.3.1 Projeto8.3.1.1 Controle do processoa) estudo das alternativas de traados;b)verificaodoatendimentoaoprogramadene-cessidades;c) verificao do atendimento s normas;d) compatibilizao com os demais subsistemas;e) anlise crtica do dimensionamento;f) verificao da facilidade de execuo e de manu-teno;g)verificaodaadequabilidadedodetalhamentodadocumentaoedoselementosgrficos,tendoem vista as condies de facilidade de execuo dosistema;h)registrodasno-conformidadesencontradas,edassoluesadotadas,deformaapoderretro-alimentar as diretrizes iniciais.8.3.1.2 Controle do produtoa) compatibilizao com os demais subsistemas;b) verificao da facilidade de construo e de manu-teno;c)verificaodaadequabilidadedodetalhamentodadocumentaoedoselementosgrficos,tendoem vista as exigncias de facilidade de execuo dosistema; ed)registrodasno-conformidadesencontradasedassoluesadotadas,deformaapoderretro-alimentar as diretrizes iniciais.8.3.2 Execuo8.3.2.1 Controle do processoa) verificao do atendimento ao projeto;b)verificaesperidicas(listadeverificaesdasatividades de execuo) dos pontos de controle esta-belecidosemfunodasparticularidadesdosis-tema;c) verificao do atendimento s normas;d)registrodasalteraesefetuadas,demodoapossibilitaraelaboraodoprojetocomocons-trudo;e)registrodasno-conformidadesencontradasedassoluesadotadas,deformaapoderretro-ali-mentar as diretrizes iniciais.8.3.2.2Controle do produtoa)verificaodaadequabilidadedodetalhamentodadocumentaoedoselementosgrficos,tendoem vista as exigncias de facilidade de manutenodo sistema;b) realizao dos ensaios de recebimento;c) registro das no-conformidades encontradas e dassolues adotadas, de forma a poder retroalimentaras diretrizes iniciais.8.3.3 Uso, operao e manuteno8.3.3.1Verificaodoatendimentosprescriesdosmanuais de uso, operao e manuteno do proprietrioe do usurio.8.3.3.2Registrodasno-conformidadesencontradasedassoluesadotadas,deformaaretroalimentarasdiretrizes iniciais de projeto e execuo./ANEXO AExemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199923Anexo A (informativo)SimbologiaRALOSIFONADO(RS)CAIXA DE INSPEO (CI)CAIXARETENTORA(ESPECIFICAR O TIPO DECAIXA)VAA - VLVULA DE ADMISSO DE ARRALO SECO (R)CAIXA SIFONADA (CS)CAIXA RETENTORA DE GORDURA(SIMPLES)(CGS)CAIXA RETENTORA DE GORDURA(DUPLA)(CGD)TANQUESPTICOCAIXA DE PASSAGEM (CPs)VLVULA DE RETENO (VR)/ANEXO BExemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS24NBR 8160:1999Anexo B (normativo)Dimensionamento das tubulaes do subsistema de coleta e transportede esgotos sanitrios - Mtodo hidrulico4)B.1 Condies geraissOroteirodetalhadoemB.2refere-seaodimensiona-mento das tubulaes do subsistema de coleta e trans-portedeesgotosanitrio,quaissejam:ramaldedes-carga, ramal de esgoto, tubo de queda, subcoletor e co-letorpredial,considerandooescoamentoemregimepermanente.B.2 Roteiro de clculoB.2.1Dimensionamento do tubo de quedaB.2.1.1 O dimetro do tubo de queda pode ser determinadoa partir da seguinte equao:5/83/8 3/80,116 toQ nDTqTq = ... (1)onde:DTq odimetrointernodotubodequeda,emmetros;QTq a vazo de projeto no tubo de queda, em litrospor segundo;n o coeficiente de Manning, em s/m1/3 ;to a taxa de ocupao de gua durante o escoa-mento no tubo de queda, parmetro admensional.B.2.1.2Avazodeprojetonotubodequedapodeserobtida atravs da seguinte equao: = ( =n1 ii i) q m QTq... (2)onde:nonmerodetiposdeaparelhossanitriosnotrechoconsiderado;mi onmerodeaparelhossanitrios,dotipoi,aseremconsideradosemusosimultneo,paraumdado fator de falha;qi avazodecontribuiodoaparelhosanitriodo tipo i, em litros por segundo.NOTAS1Nestesomatrio,ovalordemobtidoemumconjuntodetabelasB.1,B.2eB.3,asquaisforamelaboradasatravsdaaplicao da distribuio binomial de probabilidades.2 A utilizao das referidas tabelas requer o estabelecimento dopercentual de falhas que se deseja trabalhar.3 Faz-se necessrio, igualmente, em funo das caractersticasdotipodeaparelhosanitrio(freqnciadeusoegeometria),definirotempodedescargamdiaentredescargasconse-cutivas, assim como a durao mdia da descarga.B.2.1.3 Tendo-se o nmero total n de aparelhos sanitriosinstaladosdotipoemquesto,obtm-seentoovalorde m.Porexemplo,deve-seconsiderarqueexistam35apa-relhos sanitrios de um determinado tipo instalados, ondeo intervalo de tempo mdio entre duasdescargas de15 min, a durao mdia de descarga de 10 s e o fatorde falha for de 5,0%.Comosdadosacima,conformevaloresindicadosnatabela B.3 c), obtm-se mx = 2.Talprocedimentodeveserrepetidoparacadatipodeaparelhosanitrio.Ovalordeqi caractersticoparacada tipo de aparelho sanitrio.B.2.1.4AtabelaB.4indicavaloresmdiosdevazesunitrias para alguns tipos de aparelhos sanitrios.Todavia,prioritariamentedevemserconsideradososvaloresespecificadospelosfabricantesquandoesteforo caso.O valor de to (a frao da seo transversal do tubo dequedarespectivoaoaneldegua),podeserexpressoda seguinte forma:TqeSSto =... (3)onde:to a frao da seo transversal do tubo de queda;Se a rea da seo transversal da coroa circularpor onde escoa a gua no tubo de queda;STq a rea da seo transversal do tubo de queda.Uma vez que o escoamento anular deve ser mantido, ovalor de to deve ser inferior a 1/3.B.2.1.5NatabelaB.5soapresentadosalgunsvaloreslimites de vazo no tubo de queda, em litros por segundo,permitindo a determinao direta do dimetro do tubo dequeda aps o clculo da vazo de projeto e definio dataxa de ocupao, para n = 0,010 (tubulao plstica).4) Graa, M.E.A., Gonalves, O.M., Montenegro, M.H., cujas referncias esto indicadas no anexo H.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199925Tabela B.1 - Nmero de aparelhos a serem considerados em uso simultneo- = 1,0%a) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 5 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2n = 3 1 2 2 2 2 3 3 3 3 3 3 3n = 4 1 2 2 2 3 3 4 4 4 4 4 4n = 5 2 2 2 3 3 4 4 5 5 5 5 5n = 6 2 2 3 3 3 4 5 6 6 6 6 6n = 7 2 2 3 3 4 5 5 7 7 7 7 7n = 8 2 3 3 4 4 5 6 8 8 8 8 8n = 9 2 3 3 4 4 5 6 9 9 9 9 9n = 10 2 3 4 4 5 6 7 10 10 10 10 10n = 11 2 3 4 4 5 6 7 11 11 11 11 11n = 12 2 3 4 5 5 7 8 12 12 12 12 12n = 13 2 3 4 5 6 7 8 13 13 13 13 13n = 14 3 4 4 5 6 8 9 14 14 14 14 14n = 15 3 4 5 5 6 8 9 15 15 15 15 15n = 16 3 4 5 6 7 8 10 16 16 16 16 16n = 17 3 4 5 6 7 9 10 17 17 17 17 17n = 18 3 4 5 6 7 9 11 18 18 18 18 18n = 19 3 4 5 6 7 9 11 19 19 19 19 19n = 20 3 4 6 7 8 10 12 20 20 20 20 20n = 25 3 5 6 8 9 12 14 25 25 25 25 25n = 30 4 6 7 9 10 13 16 30 30 30 30 30n = 35 4 6 8 10 11 15 18 35 35 35 35 35n = 40 5 7 9 11 13 17 20 40 40 40 40 40n = 45 5 7 10 12 14 18 23 45 45 45 45 45n = 50 5 8 10 13 15 20 25 50 50 50 50 50NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS26NBR 8160:1999b) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 10 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2n = 3 1 1 1 2 2 2 2 3 3 3 3 3n = 4 1 1 2 2 2 2 3 4 4 4 4 4n = 5 1 2 2 2 2 3 3 5 5 5 5 5n = 6 1 2 2 2 2 3 3 6 6 6 6 6n = 7 1 2 2 2 3 3 4 6 7 7 7 7n = 8 1 2 2 3 3 4 4 7 8 8 8 8n = 9 1 2 2 3 3 4 4 8 8 9 9 9n = 10 2 2 3 3 3 4 5 9 9 10 10 10n = 11 2 2 3 3 3 4 5 9 10 11 11 11n = 12 2 2 3 3 4 5 5 10 11 11 12 12n = 13 2 2 3 3 4 5 6 11 11 12 13 13n = 14 2 3 3 4 4 5 6 11 12 13 14 14n = 15 2 3 3 4 4 5 6 12 13 14 15 15n = 16 2 3 3 4 4 5 7 13 14 15 16 16n = 17 2 3 3 4 5 6 7 13 14 15 16 17n = 18 2 3 4 4 5 6 7 14 15 16 17 18n = 19 2 3 4 4 5 6 7 14 16 17 18 19n = 20 2 3 4 4 5 6 8 15 17 18 19 20n = 25 2 3 4 5 6 7 9 18 20 22 23 25n = 30 3 4 5 6 7 8 10 21 24 26 28 29n = 35 3 4 5 6 7 9 11 24 27 29 32 34n = 40 3 5 6 7 8 10 13 27 30 33 36 38n = 45 3 5 6 7 9 11 14 30 34 37 40 43n = 50 3 5 7 8 9 12 15 33 37 41 44 47NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199927c) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 15 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2n = 3 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3 3n = 4 1 1 1 2 2 2 2 4 4 4 4 4n = 5 1 1 2 2 2 2 3 4 4 5 5 5n = 6 1 1 2 2 2 2 3 5 5 5 6 6n = 7 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 6 7n = 8 1 2 2 2 2 3 3 6 6 7 7 7n = 9 1 2 2 2 3 3 4 6 7 7 8 8n = 10 1 2 2 2 3 3 4 7 8 8 9 9n = 11 1 2 2 3 3 3 4 7 8 9 9 10n = 12 1 2 2 3 3 4 4 8 9 9 10 10n = 13 1 2 2 3 3 4 5 8 9 10 11 11n = 14 2 2 3 3 3 4 5 9 10 11 11 12n = 15 2 2 3 3 3 4 5 9 10 11 12 13n = 16 2 2 3 3 4 4 5 10 11 12 13 13n = 17 2 2 3 3 4 5 5 10 11 12 13 14n = 18 2 2 3 3 4 5 6 11 12 13 14 15n = 19 2 2 3 3 4 5 6 11 12 13 14 15n = 20 2 2 3 4 4 5 6 12 13 14 15 16n = 25 2 3 3 4 5 6 7 14 15 17 18 19n = 30 2 3 4 4 5 7 8 16 18 20 21 23n = 35 2 3 4 5 6 7 9 18 20 22 24 26n = 40 2 4 5 5 6 8 10 20 23 25 27 29n = 45 3 4 5 6 7 9 10 23 25 28 30 33n = 50 3 4 5 6 7 9 11 25 28 30 33 36NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS28NBR 8160:1999d) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 20 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 3 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3 3n = 4 1 1 1 1 1 2 2 3 3 4 4 4n = 5 1 1 1 2 2 2 2 4 4 4 4 5n = 6 1 1 1 2 2 2 2 4 4 5 5 5n = 7 1 1 2 2 2 2 3 5 5 5 6 6n = 8 1 1 2 2 2 3 3 5 5 6 6 7n = 9 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 7 7n = 10 1 2 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8n = 11 1 2 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8n = 12 1 2 2 2 3 3 4 7 7 8 8 9n = 13 1 2 2 2 3 3 4 7 8 8 9 10n = 14 1 2 2 3 3 3 4 8 8 9 10 10n = 15 1 2 2 3 3 4 4 8 9 9 10 11n = 16 1 2 2 3 3 4 4 8 9 10 11 11n = 17 1 2 2 3 3 4 5 9 10 10 11 12n = 18 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 12n = 19 2 2 3 3 3 4 5 9 10 11 12 13n = 20 2 2 3 3 3 4 5 10 11 12 13 13n = 25 2 2 3 3 4 5 6 12 13 14 15 16n = 30 2 3 3 4 4 5 7 13 15 16 18 19n = 35 2 3 4 4 5 6 7 15 17 18 20 21n = 40 2 3 4 5 5 7 8 17 19 20 22 24n = 45 2 3 4 5 6 7 9 18 20 23 25 27n = 50 2 3 4 5 6 8 9 20 22 25 27 29NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199929e) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 25 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 3 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3n = 4 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3 4n = 5 1 1 1 1 2 2 2 3 4 4 4 4n = 6 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5 5n = 7 1 1 1 2 2 2 2 4 4 5 5 5n = 8 1 1 2 2 2 2 3 5 5 5 6 6n = 9 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 6n = 10 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 7 7n = 11 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 7n = 12 1 2 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8n = 13 1 2 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8n = 14 1 2 2 2 3 3 4 7 7 8 8 9n = 15 1 2 2 2 3 3 4 7 8 8 9 9n = 16 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 9 10n = 17 1 2 2 2 3 3 4 8 8 9 10 10n = 18 1 2 2 3 3 4 4 8 9 9 10 11n = 19 1 2 2 3 3 4 4 8 9 10 11 11n = 20 1 2 2 3 3 4 4 8 9 10 11 12n = 25 2 2 3 3 3 4 5 10 11 12 13 14n = 30 2 2 3 3 4 5 6 11 13 14 15 16n = 35 2 3 3 4 4 5 6 13 14 16 17 18n = 40 2 9 9 4 5 6 7 14 16 17 19 20n = 45 2 3 4 4 5 6 7 16 17 19 21 23n = 50 2 3 4 5 5 7 8 17 19 21 23 25NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal predial.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS30NBR 8160:1999f) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 30 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3n = 5 1 1 1 1 1 2 2 3 3 4 4 4n = 6 1 1 1 1 2 2 2 3 4 4 4 4n = 7 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5 5n = 8 1 1 1 2 2 2 2 4 4 5 5 5n = 9 1 1 1 2 2 2 3 4 5 5 5 6n = 10 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 6n = 11 1 1 2 2 2 2 3 5 6 6 6 7n = 12 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 7 7n = 13 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8n = 14 1 2 2 2 2 3 3 6 6 7 8 8n = 15 1 2 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8n = 16 1 2 2 2 2 3 4 7 7 8 8 9n = 17 1 2 2 2 3 3 4 7 7 8 9 9n = 18 1 2 2 2 3 3 4 7 8 8 9 10n = 19 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 9 10n = 20 1 2 2 2 3 3 4 8 8 9 10 10n = 25 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 12n = 30 2 2 3 3 3 4 5 10 11 12 13 14n = 35 2 2 3 3 4 5 6 11 13 14 15 16n = 40 2 2 3 4 4 5 6 13 14 15 17 18n = 45 2 3 3 4 4 6 7 14 15 17 18 20n = 50 2 3 3 4 5 6 7 15 17 18 20 22NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199931g) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 40 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3n = 5 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 3n = 6 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 4 4n = 7 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4n = 8 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5n = 9 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5 5n = 10 1 1 1 2 2 2 2 4 4 5 5 5n = 11 1 1 1 2 2 2 2 4 5 5 5 6n = 12 1 1 1 2 2 2 3 5 5 5 6 6n = 13 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 6n = 14 1 1 2 2 2 2 3 5 6 6 6 7n = 15 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 7 7n = 16 1 1 2 2 2 3 3 5 6 7 7 7n = 17 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 7n = 18 1 1 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8n = 19 1 2 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8n = 20 1 2 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9n = 25 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 10 10n = 30 1 2 2 3 3 4 4 8 9 10 11 12n = 35 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 13n = 40 2 2 3 3 3 4 5 10 11 13 14 15n = 45 2 2 3 3 4 5 6 11 13 14 15 16n = 50 2 2 3 3 4 5 6 12 14 15 16 17NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS32NBR 8160:1999h) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 50 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3n = 5 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3n = 6 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 3n = 7 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 4 4n = 8 1 1 1 1 1 2 2 3 3 4 4 4n = 9 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4n = 10 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 4 5n = 11 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5 5n = 12 1 1 1 2 2 2 2 4 4 5 5 5n = 13 1 1 1 2 2 2 2 4 5 5 5 6n = 14 1 1 1 2 2 2 3 4 5 5 6 6n = 15 1 1 1 2 2 2 3 5 5 5 6 6n = 16 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 7n = 17 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 7n = 18 1 1 2 2 2 2 3 5 6 6 7 7n = 19 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 7 7n = 20 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8n = 25 1 2 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9n = 30 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 9 10n = 35 1 2 2 3 3 4 4 8 9 10 11 11n = 40 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 13n = 45 2 2 3 3 3 4 5 10 11 12 13 14n = 50 2 2 3 3 3 4 5 10 12 13 14 15NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199933i) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 60 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3n = 6 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3n = 7 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 3n = 8 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 4 4n = 9 1 1 1 1 1 2 2 3 3 4 4 4n = 10 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4n = 11 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 5n = 12 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5 5n = 13 1 1 1 1 2 2 2 4 4 5 5 5n = 14 1 1 1 2 2 2 2 4 4 5 5 5n = 15 1 1 1 2 2 2 2 4 5 5 5 6n = 16 1 1 1 2 2 2 2 4 5 5 5 6n = 17 1 1 1 2 2 2 3 5 5 5 6 6n = 18 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 6n = 19 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 7n = 20 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 7n = 25 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8n = 30 1 2 2 2 2 3 3 7 7 8 8 9n = 35 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 9 10n = 40 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 10 11n = 45 1 2 2 3 3 4 4 9 9 10 11 12n = 50 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 13NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS34NBR 8160:1999Tabela B.2 - Nmero de aparelhos a serem considerados em uso simultneo - = 2,5%a) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 5 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2n = 3 1 1 2 2 2 2 3 3 3 3 3 3n = 4 1 1 2 2 2 3 3 4 4 4 4 4n = 5 1 2 2 2 3 3 4 5 5 5 5 5n = 6 1 2 2 3 3 4 4 6 6 6 6 6n = 7 1 2 3 3 3 4 5 7 7 7 7 7n = 8 2 2 3 3 4 5 5 8 8 8 8 8n = 9 2 2 3 3 4 5 6 9 9 9 9 9n = 10 2 2 3 4 4 5 6 10 10 10 10 10n = 11 2 3 3 4 4 6 7 11 11 11 11 11n = 12 2 3 4 4 5 6 7 12 12 12 12 12n = 13 2 3 4 4 5 6 8 13 13 13 13 13n = 14 2 3 4 5 5 7 8 14 14 14 14 14n = 15 2 3 4 5 6 7 9 15 15 15 15 15n = 16 2 3 4 5 6 8 9 16 16 16 16 16n = 17 2 3 4 5 6 8 10 17 17 17 17 17n = 18 2 4 5 5 6 8 10 18 18 18 18 18n = 19 2 4 5 6 7 9 10 19 19 19 19 19n = 20 3 4 5 6 7 9 11 20 20 20 20 20n = 25 3 4 6 7 8 11 13 25 25 25 25 25n = 30 3 5 7 8 9 12 15 30 30 30 30 30n = 35 4 6 7 9 10 14 17 35 35 35 35 35n = 40 4 6 8 10 12 16 19 40 40 40 40 40n = 45 4 7 9 11 13 17 21 45 45 45 45 45n = 50 5 7 9 12 14 19 23 50 50 50 50 50NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199935b) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 10 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2n = 3 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3 3n = 4 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 4 4n = 5 1 1 1 2 2 2 3 5 5 5 5 5n = 6 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 6 6n = 7 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 7n = 8 1 2 2 2 2 3 4 7 7 8 8 8n = 9 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 9 9n = 10 1 2 2 2 3 4 4 8 9 9 10 10n = 11 1 2 2 3 3 4 4 9 9 10 11 11n = 12 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 12n = 13 1 2 2 3 3 4 5 10 11 12 12 13n = 14 1 2 3 3 3 4 5 11 12 13 13 14n = 15 2 2 3 3 4 5 6 11 12 13 14 15n = 16 2 2 3 3 4 5 6 12 13 14 15 16n = 17 2 2 3 3 4 5 6 12 14 15 16 17n = 18 2 2 3 4 4 5 6 13 14 16 17 18n = 19 2 2 3 4 4 5 7 14 15 16 18 19n = 20 2 3 3 4 4 6 7 14 16 17 18 20n = 25 2 3 4 4 5 7 8 17 19 21 23 24n = 30 2 3 4 5 6 8 9 20 23 25 27 29n = 35 2 4 5 6 6 9 10 23 26 29 31 33n = 40 3 4 5 6 7 9 12 26 29 32 35 38n = 45 3 4 5 7 8 10 13 29 33 36 39 42n = 50 3 5 6 7 8 11 14 32 36 40 43 46NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS36NBR 8160:1999c) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 15 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 3 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 3n = 4 1 1 1 1 1 2 2 3 3 4 4 4n = 5 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5 5n = 6 1 1 1 2 2 2 2 4 5 5 5 6n = 7 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 6n = 8 1 1 2 2 2 2 3 5 6 6 7 7n = 9 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8n = 10 1 1 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9n = 11 1 1 2 2 2 3 4 7 7 8 9 9n = 12 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 9 10n = 13 1 2 2 2 3 3 4 8 9 9 10 11n = 14 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 11 11n = 15 1 2 2 3 3 4 4 9 10 10 11 12n = 16 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 13n = 17 1 2 2 3 3 4 5 10 11 12 12 13n = 18 1 2 2 3 3 4 5 10 11 12 13 14n = 19 1 2 2 3 3 4 5 10 12 13 14 15n = 20 1 2 3 3 3 4 5 11 12 13 14 15n = 25 2 2 3 3 4 5 6 13 15 16 17 19n = 30 2 3 3 4 4 6 7 15 17 19 20 22n = 35 2 3 4 4 5 6 8 17 19 21 23 25n = 40 2 3 4 5 5 7 9 19 22 24 26 28n = 45 2 3 4 5 6 8 9 21 24 27 29 31n = 50 2 3 5 5 6 8 10 23 26 29 32 35NOTA - n nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199937d) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 20 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3n = 4 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 4n = 5 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4n = 6 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5n = 7 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 5 5n = 8 1 1 1 2 2 2 2 5 5 5 6 6n = 9 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 7n = 10 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7n = 11 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8n = 12 1 1 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8n = 13 1 1 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9n = 14 1 1 2 2 2 3 3 7 8 8 9 9n = 15 1 2 2 2 2 3 4 7 8 9 9 10n = 16 1 2 2 2 3 3 4 8 8 9 10 11n = 17 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 10 11n = 18 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 11 12n = 19 1 2 2 2 3 4 4 9 10 10 11 12n = 20 1 2 2 3 3 4 4 9 10 11 12 13n = 25 1 2 2 3 3 4 5 11 12 13 14 15n = 30 2 2 3 3 4 5 6 12 14 15 17 18n = 35 2 2 3 4 4 5 6 14 16 17 19 20n = 40 2 3 3 4 4 6 7 16 17 19 21 23n = 45 2 3 4 4 5 6 8 17 19 21 23 25n = 50 2 3 4 5 5 7 8 19 21 23 26 28NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS38NBR 8160:1999e) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 25 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3n = 4 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 3n = 5 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4n = 6 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4n = 7 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5n = 8 1 1 1 1 2 2 2 4 4 5 5 5n = 9 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6n = 10 1 1 1 2 2 2 2 5 5 6 6 6n = 11 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 7n = 12 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7n = 13 1 1 2 2 2 2 3 6 6 7 7 8n = 14 1 1 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8n = 15 1 1 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9n = 16 1 1 2 2 2 3 3 7 7 8 9 9n = 17 1 1 2 2 2 3 3 7 8 8 9 10n = 18 1 1 2 2 2 3 4 7 8 9 9 10n = 19 1 2 2 2 2 3 4 7 8 9 10 10n = 20 1 2 2 2 3 3 4 8 9 9 10 11n = 25 1 2 2 3 3 4 4 9 10 11 12 13n = 30 1 2 2 3 3 4 5 11 12 13 14 15n = 35 1 2 3 3 4 5 6 12 13 15 16 17n = 40 2 2 3 3 4 5 6 12 15 16 18 19n = 45 2 2 3 4 4 5 7 14 16 18 20 21n = 50 2 3 3 4 5 6 7 16 18 20 22 23NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199939f) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 30 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3n = 5 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 3n = 6 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4n = 7 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4n = 8 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5n = 9 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5n = 10 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 5 6n = 11 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6n = 12 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 7n = 13 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 6 7n = 14 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7n = 15 1 1 2 2 2 2 3 6 6 7 7 8n = 16 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 8 8n = 17 1 1 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8n = 18 1 1 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9n = 19 1 1 2 2 2 3 3 7 7 8 9 9n = 20 1 1 2 2 2 3 3 7 8 8 9 10n = 25 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 11 11n = 30 1 2 2 3 3 4 4 9 10 11 12 13n = 35 1 2 2 3 3 4 5 10 12 13 14 15n = 40 1 2 3 3 3 4 5 12 13 14 16 17n = 45 2 2 3 3 4 5 6 13 14 16 17 19n = 50 2 2 3 3 4 5 6 14 15 17 19 20NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS40NBR 8160:1999g) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 40 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 3n = 5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3n = 6 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 3n = 7 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4n = 8 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4n = 9 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4n = 10 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5n = 11 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5n = 12 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5n = 13 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 5 6n = 14 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6n = 15 1 1 1 2 2 2 2 5 5 6 6 6n = 16 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 7n = 17 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7n = 18 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7n = 19 1 1 1 2 2 2 3 5 6 7 7 8n = 20 1 1 2 2 2 2 3 6 6 7 7 8n = 25 1 1 2 2 2 3 3 7 7 8 9 9n = 30 1 2 2 2 2 3 4 8 8 9 10 11n = 35 1 2 2 2 3 3 4 9 9 10 11 12n = 40 1 2 2 3 3 4 4 9 10 12 13 14n = 45 1 2 2 3 3 4 5 10 11 13 14 15n = 50 1 2 2 3 3 4 5 11 12 14 15 16NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199941h) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 50 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3n = 6 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3n = 7 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 3n = 8 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 4n = 9 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4n = 10 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4n = 11 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4n = 12 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 4 5n = 13 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5n = 14 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5n = 15 1 1 1 1 2 2 2 4 4 5 5 6n = 16 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 5 6n = 17 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6n = 18 1 1 1 1 2 2 2 5 5 5 6 6n = 19 1 1 1 2 2 2 2 5 5 6 6 7n = 20 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 7n = 25 1 1 2 2 2 2 3 6 6 7 8 8n = 30 1 1 2 2 2 3 3 7 7 8 9 9n = 35 1 1 2 2 2 3 4 7 8 9 10 10n = 40 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 11 10n = 45 1 2 2 2 3 4 4 9 10 11 12 13n = 50 1 2 2 3 3 4 5 9 11 12 13 14NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS42NBR 8160:1999i) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 60 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 3 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 6 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3n = 7 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3n = 8 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3n = 9 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 4n = 10 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4n = 11 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4n = 12 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4n = 13 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 5n = 14 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 5n = 15 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5n = 16 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5n = 17 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5n = 18 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 5 6n = 19 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 5 6n = 20 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6n = 25 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7n = 30 1 1 2 2 2 2 3 6 6 7 8 8n = 35 1 1 2 2 2 3 3 6 7 8 9 9n = 40 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 9 10n = 45 1 2 2 2 2 3 4 8 9 9 10 11n = 50 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 11 12NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199943Tabela B3 - Nmero de aparelhos a serem considerados em uso simultneo - = 5,0%a) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 5 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2n = 3 1 1 1 1 2 2 2 3 3 3 3 3n = 4 1 1 2 2 2 3 3 4 4 4 4 4n = 5 1 1 2 2 2 3 3 5 5 5 5 5n = 6 1 2 2 2 3 3 4 6 6 6 6 6n = 7 1 2 2 3 3 4 4 7 7 7 7 7n = 8 1 2 2 3 3 4 5 8 8 8 8 8n = 9 1 2 3 3 3 4 5 9 9 9 9 9n = 10 1 2 3 3 4 5 6 10 10 10 10 10n = 11 2 2 3 3 4 5 6 11 11 11 11 11n = 12 2 2 3 4 4 6 7 12 12 12 12 12n = 13 2 3 3 4 5 6 7 13 13 13 13 13n = 14 2 3 3 4 5 6 8 14 14 14 14 14n = 15 2 3 4 4 5 7 8 15 15 15 15 15n = 16 2 3 4 5 5 7 8 16 16 16 16 16n = 17 2 3 4 5 6 7 9 17 17 17 17 17n = 18 2 3 4 5 6 8 9 18 18 18 18 18n = 19 2 3 4 5 6 8 10 19 19 19 19 19n = 20 2 3 4 5 6 8 10 20 20 20 20 20n = 25 2 4 5 6 7 10 12 25 25 25 25 25n = 30 3 4 6 7 9 12 14 30 30 30 30 30n = 35 3 5 7 8 10 13 16 35 35 35 35 35n = 40 3 5 7 9 11 15 18 40 40 40 40 40n = 45 4 6 8 10 12 16 20 45 45 45 45 45n = 50 4 6 9 11 13 18 22 50 50 50 50 50NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS44NBR 8160:1999b) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 10 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 3 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 3n = 4 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 4 4n = 5 1 1 1 1 2 2 1 4 5 5 5 5n = 6 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 6n = 7 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 7 7n = 8 1 1 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8n = 9 1 1 2 2 2 3 3 7 8 8 9 9n = 10 1 1 2 2 2 3 4 8 8 9 10 10n = 11 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 10 11n = 12 1 2 2 2 3 4 4 9 10 11 11 12n = 13 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 13n = 14 1 2 2 3 3 4 5 10 11 12 13 14n = 15 1 2 2 3 3 4 5 11 12 13 14 15n = 16 1 2 2 3 3 4 5 11 12 14 15 16n = 17 1 2 3 3 3 5 6 12 13 14 16 16n = 18 1 2 3 3 4 5 6 12 14 15 16 17n = 19 1 2 3 3 4 5 6 13 15 16 17 18n = 20 1 2 3 3 4 5 6 14 15 17 18 19n = 25 2 2 3 4 5 6 7 17 19 20 22 24n = 30 2 3 4 4 5 7 9 19 22 24 26 26n = 35 2 3 4 5 6 8 10 22 25 28 30 33n = 40 2 3 4 5 6 9 11 25 28 31 34 37n = 45 2 4 5 6 7 9 12 38 32 35 38 41n = 50 3 4 5 6 8 10 13 31 35 39 42 46NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199945c) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 15 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3n = 4 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4n = 5 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 5n = 6 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5n = 7 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6n = 8 1 1 1 1 2 2 2 5 5 6 6 7n = 9 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7n = 10 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 8 8n = 11 1 1 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9n = 12 1 1 2 2 2 3 3 7 7 8 9 9n = 13 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 9 10n = 14 1 1 2 2 2 3 4 8 8 9 10 11n = 15 1 1 2 2 2 3 4 8 9 10 11 11n = 16 1 1 2 2 3 3 4 8 9 10 11 12n = 17 1 2 2 2 3 3 4 9 10 11 12 13n = 18 1 2 2 2 3 4 4 9 10 11 12 13n = 19 1 2 2 2 3 4 5 10 11 12 13 14n = 20 1 2 2 3 3 4 5 10 11 13 14 15n = 25 1 2 2 3 3 5 6 12 14 15 17 18n = 30 1 2 3 3 4 5 6 14 16 18 19 20n = 35 2 2 3 4 4 6 7 16 18 20 22 24n = 40 2 3 3 4 5 6 8 18 21 23 25 27n = 45 2 3 4 4 5 7 9 20 23 25 28 30n = 50 2 3 4 5 6 8 9 22 25 28 31 34NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS46NBR 8160:1999d) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 20 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3n = 4 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 3n = 5 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4n = 6 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 4n = 7 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5n = 8 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 5 6n = 9 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6n = 10 1 1 1 1 2 2 2 5 5 6 6 7n = 11 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7n = 12 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 7 8n = 13 1 1 1 2 2 2 3 6 7 7 8 8n = 14 1 1 1 2 2 3 3 6 7 8 8 9n = 15 1 1 2 2 2 3 3 7 7 8 9 9n = 16 1 1 2 2 2 3 3 7 8 8 9 10n = 17 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 10 10n = 18 1 1 2 2 2 3 4 8 9 9 10 11n = 19 1 1 2 2 2 3 4 8 9 10 11 11n = 20 1 1 2 2 2 3 4 8 9 10 11 12n = 25 1 2 2 2 3 4 5 10 11 12 13 14n = 30 1 2 2 3 3 4 5 12 13 14 16 17n = 35 1 2 3 3 4 5 6 13 15 16 18 19n = 40 1 2 3 3 4 5 6 15 16 18 20 22n = 45 2 2 3 4 4 6 7 16 18 20 22 24n = 50 2 3 3 4 5 6 8 18 20 22 24 27NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199947e) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 25 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3n = 5 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 3n = 6 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4n = 7 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 4n = 8 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5n = 9 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5n = 10 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 5 6n = 11 1 1 1 1 2 2 2 5 5 5 6 6n = 12 1 1 1 1 2 2 2 5 5 6 6 7n = 13 1 1 1 1 2 2 3 5 6 6 7 7n = 14 1 1 1 2 2 2 3 5 6 7 7 8n = 15 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 8 8n = 16 1 1 1 2 2 2 3 6 7 7 8 8n = 17 1 1 1 2 2 3 3 6 7 8 8 9n = 18 1 1 1 2 2 3 3 7 7 8 9 9n = 19 1 1 2 2 2 3 3 7 8 8 9 10n = 20 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 9 10n = 25 1 1 2 2 2 3 4 8 9 10 11 12n = 30 1 2 2 2 3 4 4 10 11 12 13 14n = 35 1 2 2 3 3 4 5 11 12 14 15 16n = 40 1 2 2 3 3 4 5 12 14 15 17 18n = 45 1 2 3 3 4 5 6 14 15 17 19 20n = 50 1 2 3 3 4 5 6 15 17 19 20 22NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS48NBR 8160:1999f) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 30 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3n = 5 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3n = 6 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 4n = 7 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4n = 8 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 4n = 9 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 5n = 10 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5n = 11 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 6n = 12 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 6 6n = 13 1 1 1 1 1 2 2 5 5 5 6 6n = 14 1 1 1 1 2 2 2 5 5 6 6 7n = 15 1 1 1 1 2 2 2 5 6 6 7 7n = 16 1 1 1 1 2 2 3 5 6 6 7 7n = 17 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 7 8n = 18 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 8 8n = 19 1 1 1 2 2 2 3 6 7 7 8 9n = 20 1 1 1 2 2 2 3 6 7 8 8 9n = 25 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 10 11n = 30 1 1 2 2 2 3 4 9 10 11 12 12n = 35 1 2 2 2 3 4 4 10 11 12 13 14n = 40 1 2 2 3 3 4 5 11 12 13 15 16n = 45 1 2 2 3 3 4 5 12 13 15 16 18n = 50 1 2 3 3 3 5 6 13 14 16 18 19NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199949g) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 40 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 3 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 3n = 6 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3n = 7 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3n = 8 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 4n = 9 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4n = 10 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4n = 11 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 5n = 12 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5n = 13 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5n = 14 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 6n = 15 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 5 6n = 16 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 6 6n = 17 1 1 1 1 1 2 2 5 5 6 6 6n = 18 1 1 1 1 2 2 2 5 5 6 6 7n = 19 1 1 1 1 2 2 2 5 5 6 6 7n = 20 1 1 1 1 2 2 2 5 6 6 7 7n = 25 1 1 1 2 2 2 3 6 7 7 8 9n = 30 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 9 10n = 35 1 1 2 2 2 3 4 8 9 10 11 11n = 40 1 1 2 2 3 3 4 9 10 11 12 13n = 45 1 2 2 2 3 4 4 9 11 12 13 14n = 50 1 2 2 3 3 4 5 10 12 13 14 15NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS50NBR 8160:1999h) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 50 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 3 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 6 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 3n = 7 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3n = 8 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3n = 9 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 3n = 10 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 4n = 11 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4n = 12 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4n = 13 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 5n = 14 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 5n = 15 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5n = 16 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5n = 17 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 6n = 18 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 5 6n = 19 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 6 6n = 20 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 6 6n = 25 1 1 1 1 2 2 2 5 6 6 7 7n = 30 1 1 1 2 2 2 3 6 7 7 8 9n = 35 1 1 1 2 2 3 3 7 7 8 9 10n = 40 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 10 11n = 45 1 1 2 2 2 3 4 8 9 10 11 12n = 50 1 1 2 2 3 3 4 9 10 11 12 13NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199951i) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 60 minDurao mdia da(s) descarga(s) em segundos10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1n = 3 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2n = 4 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2n = 5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 6 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2n = 7 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 3n = 8 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3n = 9 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3n = 10 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3n = 11 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 4n = 12 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 4 4n = 13 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 4 4n = 14 1 1 1 1 1 1 2 3 2 4 4 4n = 15 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 4n = 16 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 5n = 17 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 5 5n = 18 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5n = 19 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5n = 20 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5n = 25 1 1 1 1 1 2 2 5 5 6 6 6n = 30 1 1 1 1 2 2 2 5 6 6 7 7n = 35 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 8 8n = 40 1 1 1 2 2 3 3 6 7 8 9 9n = 45 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 9 10n = 50 1 1 2 2 2 3 3 8 8 9 10 11NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS52NBR 8160:1999Tabela B.4 - Vazes unitrias dos aparelhos sanitrios1)Aparelhosanitrio Ponto de consumo VazounitriaL/sBaciasanitria Caixa de descarga 0,96Vlvula de descarga 1,70Banheira Misturador (gua fria) 0,90Bid Misturador (gua fria) 0,40Chuveiro ou ducha Misturador (gua fria) 0,20Lavatrio Torneira ou misturador (gua fria) 0,15Mquina de lavar roupas Registro de presso 0,30ou pratosMictrio com sifo integrado Vlvula de descarga 0,50Mictrio sem sifo integrado Caixa de descarga, registro de presso 0,15ou vlvula de descarga para mictrioPia Torneira ou misturador (gua fria) 0,25Tanque Torneira 0,251) Adaptado da NBR 5626:1998.Tabela B.5 - Dimetro do tubo de queda, paran = 0,010,tubulao plstica1)Dimenses em litros por segundoto Dimetro do tubo de queda (DN)50 75 100 1501/4 1,050 3,097 6,669 19,6637/24 1,358 4,004 8,623 25,4221/3 1,697 5,001 10,772 31,7591) Os valores de vazo de projeto no tubo de queda, referente a outros materiais, podem serobtidos multiplicando-se estes valores pelos seguintes coeficientes:- ferro fundido novo: 0,833 (n = 0,012);- ferro fundido usado: 0,769 (n = 0,013).B.2.2 Dimensionamento dos ramais de descarga, e deesgoto, subcoletores e coletor predialB.2.2.1Odimetrodosramaisdedescarga,ramaisdeesgoto, subcoletores e coletor predial pode ser calculadoa partir das expresses (4) e (5), que se referem, respecti-vamente, ao escoamento meia seo e 3/4 do dimetro:6,644

-3/16 3/8e3/8eI Q nd =... (4)8,32

-3/16 3/8e3/8eI Q nd =... (5)onde:de o dimetro do trecho considerado, em metros;n o coeficiente de Manning, em/3m s ;Qeavazonotrechoconsiderado,emlitrosporsegundo;I a declividade do trecho considerado.NOTAS1Adeclividadeadotadadeveobedecersrecomendaescontidas em 4.2.2 A vazo no ramal de descarga a mesma do aparelho sanitrioa ele conectado, isto :Qe = qi... (6)onde:qi a vazo de contribuio do aparelho do tipo i.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199953B.2.2.2AtabelaB.6indicaosvaloresdevazomximanoramaldedescarga,Qe,emfunodediversosdi-metros nominais e declividades, sendo n = 0,010 (tubu-lao plstica), considerando-se escoamento meia se-o.B.2.2.3A vazo, no caso do ramal de esgoto, ser dadapor:) = =in1 ii e( q m Q ... (7)onde:n o nmero de tipos de aparelhos sanitrios no tre-choconsiderado;mionmerodeaparelhossanitriosdotipoiaseremconsideradosemusosimultneo,paraumdado fator de falha;qiavazodecontribuiodoaparelhosanitriodo tipo i.NOTAS1Parausocongestionado,ovalordemipodeserobtidonastabelas B.1, B.2 e B.3.2 Para uso normal, devido s caractersticas peculiares de uti-lizao, o valor de mi deve ser estipulado pelo projetista do sis-tema predial de esgoto sanitrio e no determinado pela referidatabela, uma vez que nestes casos o nmero de aparelhos sani-trios instalados muito pequeno.3) Nos subcoletores, a vazo ser dada por:Qe = QTq... (8)4) Enquanto que a vazo no coletor predial ser:) = =in1 ii e( q m Q ... (9)onde:nonmerodetiposdeaparelhossanitriosnotrechoconsiderado;mionmerodeaparelhossanitriosdotipoiaseremconsideradosemusosimultneo,paraumdadofatordefalha;qi a vazo de contribuio do aparelho sanitrio do tipo i.Tabela B.6 - Vazo mxima no ramal de descarga, escoamento meia seo,para n = 0,010, tubulao plstica1)DeclividadeDN %1,0 1,5 2,0 3,0 4,040 - - 0,416 0,507 0,58550 - - 0,754 0,923 1,05375 - - 2,210 2,704 3,120100 3,367 4,121 4,758 5,824 6,721150 9,906 12,142 14,014 17,160 19,8251) A vazo de projeto referente a outros materiais pode ser obtida multiplicando-se estes valores pelos seguintes coe-ficientes, devendo ser observada a restrio de ds ( dimetro da seo de sada do sifo) a fim de evitar o estrangu-lamento na sada do desconector:- ferro fundido novo: 0,833(n = 0,012);- ferro fundido usado: 0,769 (n = 0,013)./ANEXO CExemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS54NBR 8160:1999Anexo C (normativo)Modelo para verificao da suficincia de ventilao primriaem sistemas prediais de esgoto sanitrio5)C.1 Condies geraisO modelo apresentado deve ser aplicado a um sistemapredial de esgoto sanitrio dotado apenas de ventilaoprimria, onde a suficincia desta deve ser avaliada.O modelo consta basicamente em verificar se os valoresdealturadosfechoshdricos,depressesesobre-pressesadmissveiscaractersticasdosistema,soultrapassados ou no.Matematicamente, este princpio traduzido atravs dasseguintesinequaes:Ha,i Hr,iDa,s DrSa,s Sr... (1)onde:Ha,iperdadealturadofechohdricoadmissvelpara o desconector i, em milmetros;Da,s depresso admissvel no sistema, em pascals;Sa,s a sobrepresso admissvel no sistema, em pas-cals;Hr,i aperda de altura do fecho hdrico provocadapor auto-sifonagem, em milmetros;Dradepressomximaprovocadapelosefeitosdesifonageminduzida,tiragemtrmicaeaodovento e das variaes da presso ambiental, em pas-cals;Srasobrepressomximanosistema,empas-cals.Aseguirapresentadooclculodasvariveisadmis-sveis e resultantes que constam nas inequaes (1).C.2 Clculo das variveis admissveis e resultantesC.2.1 Variveis admissveisC.2.1.1 Clculo da perda de altura do fecho hdricoadmissvel ( Ha,i)Estaseqnciadeveserdesenvolvidaparacadades-conector:a) o clculo de Ha,i , cuja varivel funo da geome-triadodesconectoredascondiesclimticasdoambiente sanitrio, dado pela seguinte expresso:Ha,i = Ho,i - he,i... (2)onde:Ha,i a perda de altura do fecho hdrico admissvelpara o desconector i, em milmetros;Ho,iaalturadofechohdricoinicialdodes-conector i, em milmetros;he,i a altura do fecho hdrico perdida por evapo-rao no desconector i, em milmetros.NOTA - Alguns valores de Ho,i encontram-se na tabela C.1.b)ovalordaalturadofechohdricoperdidaporevaporaonodesconector,he,i ,obtidopelaseguinteexpresso:t y C h A t = ) - (1i e, i e,... (3)onde:Ce,i o coeficiente de evaporao do desconectori, em mm.m2/no semana; a presso do vapor dgua do ar saturado natemperatura ambiente, em Pascals;y aumidade relativa do ar ambiente, admen-sional;t adurao mxima da exposio evapo-raodofechohdricododesconector i,emse-manas;c) na tabela C.1 tambm so apresentados valoresdeCe,iparadiferentestiposdedesconectores.Osvalores de , em funo da temperatura encontram-se na tabela C.2, enquanto que y caracterstico decada ambiente;d) usualmente, adota-se t = 4,5 semanas como pe-rodo de no utilizao do desconector.No intuito de ilustrar este equacionamento, suponha umsistema com apenas dois tipos de desconectores, quaissejam,tipo 1 e tipo 2; e supondo ainda os seguintes va-lores para as variveis afins,Ho,1 = 55,00 mm Ho,2= 50,00 mmCe,1 = 8.10 -3 mm.m2 / Ce,2= 5.10 - 3 mm.m2 /no semana no semana = 2 340 N/m2y = 0,7t = 4,5 semanasobtm-se:he,1 = 25,27 mm he,2 = 15,80 mme, conseqentemente :Ha,1 = 29,73 mm Ha,2 = 34,20 mm5) Graa, M.E.A., Montenegro, M.H.; para maiores detalhes ver anexo H.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199955C.2.1.2 Clculo da depresso admissvel no sistema ( Da,s)Devesercalculadaadepressoadmissvelparacadatipoidedesconectorcontidonosistema,considerandoque todos estejam sujeitos s mesmas aes, sendo queo menor valor encontrado ser Da,s.Assim:Das = min Dai... (4)onde:Dasadepressoadmissvelnosistema,emPascals.Aseguirapresentadaaseqnciadeclculodade-presso admissvel para cada tipo i de desconector(Da,i).a)paraoclculodeDa,i necessrioinicialmentecalcular a grandeza Hs,i:i v,i o,i s,10,102 RHH+ =... (5)onde:Hs,i a perda mxima de altura do fecho hdricodevidodepressonodesconectori,emmil-metros;Rv,i a relao entre os volumes das cmaras deentradaedesadadodesconectori,admen-sional;opesoespecficodagua,emnewtonspormetro cbico;b) calculado Hs,i , o seguinte procedimento desen-volvido para cada desconector i :- para Ha,i< Hs,i:Da,i = 9,81 (1 + Rv,i) Ha,i... (6)- paraHa,i> Hs,i:Da,i = 9,81 (1 + Rv,i) Hs,i... (7)c) os valores de Rv,iencontram-se na tabela C.3.Por exemplo, deve-se considerar ainda para os des-conectores tipo 1 e tipo 2, onde tem-se que:Rv,1 = 0,85 Rv,2 = 1,00 = 9, 81 N/m3CalculandoHs,i:Hs,1= 29,75 mm Hs,2 = 25,02 mmd) comparando estes valores com aqueles j calcu-lados para Ha,i , observa-se:Ha,1< Hs,1Ha,2> Hs,229,73 mm < 29,75 mm 34,20 mm > 25,02 mmLogo,Da,1 = 539,55 Pa Da,2 = 490,89 Paonde:Da,s = Da,2 = 490,89C.2.1.3 clculo da sobrepresso admissvel no sistema (Sa,s)Deve ser calculada a sobrepresso admissvel para cadatipoidedesconectorcontidonosistema,considerandoquetodosestejamsujeitossmesmasaes;omenorvalor encontrado ser Sa,s.Assim:Sa,s = mn. Sa,i...(8)onde:Sa,sasobrepressoadmissvelnosistema,empascals.Aseguirapresentadaseqnciadeclculodasobre-presso admissvel para cada tipo i de desconector (Sa,i).O clculo de Sa,i depende da comparao do valor de Rv,icom a unidade, conforme demonstrado a seguir:a) quandoRv,i< 1:

: ) +=(1mn.i v,2i a, i o,i a, i v,HRH RS... (9)b) quandoRv,i 1:

: ) += R(1mn.i v,i v,2i a, i o,i a, i v,HRH RS... (10)onde:Sa,iasobrepressomximaadmissvelnosifo i, em pascals.Por exemplo, considerando os dados anteriormente apre-sentados para os desconectores tipo 1 e tipo 2, tem-se:Rv,1 = 0,85 Hr,1 =0,00 mmHa,2 = 34,20 mm > Hr,2 =0,00 mmb) Da,s = 490,89 Pa > Dr= 187,91Pac)Sa,s = 490,50 > Sr=0,00Paconclui-se que a ventilao primria prevista suficiente.C.3.2 Se algum dos valores admissveis dos parmetrosindicados em C.3.1. for ultrapassado, pode-se procedera alterao dos parmetros iniciais do sistema (tais como:dimetros,traadosalternativos,declividades,etc.),deforma a garantir a no ultrapassagem, ou ento prever aventilaosecundria.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199961Figura C.1 - Esquema do tubo de queda para estudo das depresses/ANEXO DPerda de carga na parte entradaExemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS62NBR 8160:1999Anexo D (normativo)Dimensionamento do subsistema de ventilao secundria6)D.1 Condies geraisEste roteiro de clculo refere-se ventilao secundria,ou seja, aos ramais e colunas de ventilao.D.2 Roteiro de clculoD.2.1 Dimensionamento do ramal de ventilaosecundriaO dimetro do ramal de ventilao pode ser determinadoa partir da tabela D.1, em funo do dimetro do ramal dedescarga ou de esgoto ao qual est conectado.Tabela D.1 - Dimetro do ramal de ventilao em funodo dimetro do ramal de descarga ou deesgoto - DNdedrv40 4050 4075 50100 50D.2.2 Dimensionamento da coluna de ventilaosecundriaD.2.2.1 A vazo de ar na coluna de ventilao estimadacomo sendo igual a 2/3 da vazo de ar no interior do tubode queda.Avazodearnointeriordotubodequedapodeserdeterminadapelaexpresso14)deC.2.2.2.1,aqualreproduzidaabaixo:Qar = QTq2/5 - 1,5 QTqonde: o coeficiente admensional;QTq avazo de projeto no tubo de queda, em litrospor segundo.De onde resulta:Qar = 40 QarondeQar a vazo de ar na coluna de ventilao, em li-tros por minuto;Qar a vazo de ar que escoa pelo ncleo de ar notubo de queda, em litros por segundo.Odimetrodacolunadeventilao,considerando-seumaperdadecargamximade25mmcaedesconsi-derando-seaperdadecarganassingularidades,podeser obtido atravs da seguinte expresso:Dcv = 4,06[fx Lv(Qar)2]1/5... (1)onde:Dcvodimetrodacolunadeventilao,emmil-metros;Lv o comprimento da coluna de ventilao, em mi-lmetros;f ocoeficiente de perda de carga distribuda, ad-mensional.Os valores do coeficiente de perda de carga podem serobtidos a partir da tabela D.2Tabela D.2 - Coeficiente de perda de carga distribudaDcv fDN adm40 0,04650 0,04275 0,037100 0,033Aexpressoquedefineodimetrodacolunadeven-tilao, conhecidos Qar e Lv, assume a seguinte forma:Dcv = C x f 0,2... (2)onde:C = 4,06 [Lv(Q ar)2]1/5... (3)NOTA - Quanto ao comprimento de Lv da coluna de ventilao,conforme 5.2.2 d), deve ser includo ao mesmo o trecho do tuboventilador primrio entre o ponto de insero da coluna e a ex-tremidade aberta do referido tubo ventilador, quando este for ocaso.A interdependncia entre Dcve fconduzaumasoluoiterativadaequao.Quandoaidentidadeforatingida,serdeterminadoovalordodimetrodacolunadeventilao.Odimetrocomercialimediatamentesuperioraocalcu-lado deve ser o dimetro a ser adotado.Por exemplo,Qar = 29,06 L/slogo:Qar =1162,40 L/minCalculandoDcv:Dcv 75 mmDcv adotado: DN 100/ANEXO E6) Graa, M.E.A., Montenegro, M.H.; para maiores detalhes ver anexo H.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199963Anexo E (informativo)Procedimentos e cuidados na execuo dos sistemas prediais de esgoto sanitrioE.1 Manuseio de materiaisTodasastubulaes,componentesemateriaisempre-gadosnasinstalaesdevematendersdisposiescontidasnasnormasbrasileirasrelativasaomanuseiodos mesmos.Alm das normas, e no caso de no existir norma espe-cfica,devemserobservadasasinstruesdosfabri-cantes, no tocante ao manuseio (carregamento, transportee armazenamento), dos produtos por eles fabricados.E.2 JuntasTodasasjuntasexecutadasnastubulaes,eentreastubulaeseosaparelhossanitriosdevemseres-tanques ao ar e gua devendo assim permanecer du-rante a vida til.As instrues dos fabricantes devem ser sempre obser-vadas de forma a se obter uma junta eficaz.Nenhummaterialutilizadonaexecuodejuntasdeveadentrar nas tubulaes de forma a diminuir a seo depassagem destas tubulaes.As juntas e as tubulaes devem estar de tal forma arran-jadas que permitam acomodar os movimentos decorren-tes de efeitos de dilatao trmica, tanto da estrutura doprdio como do prprio material da instalao.vedadaaconfecodejuntasquedeformemouvenhamadeformarfisicamenteostubosouaparelhossanitrios, na regio de juno entre as partes, como porexemplo,fazerbolsaalargandoodimetrodotubopormeio de aquecimento.E.3 Assentamento em valasO fundo das valas deve ser cuidadosamente preparadode forma a criar uma superfcie firme para suporte das tu-bulaes.Pontasderochaououtrosmateriaisperfurantes,lama,etc. devem ser removidas e substitudas por material deenchimento.Alarguradavaladevesertalquepermitaaexecuodas atividades de montagem das tubulaes, seu assentoe rejuntamento.Duranteoreaterrodasvalas,atubulaodeveestarcercadadematerialadequado,compactadodeformaaresistira movimentos ocasionados durante o reaterro.Exceto quando os mtodos de rejuntamento e compacta-o mostrarem-se insuficientes para prevenir movimentoslongitudinais, devem ser projetadas ancoragens de formaa resistir s possveis solicitaes do solo, trfego externo,entre outras.E.4 Proteo e fixaoPartes ou componentes da instalao que permaneamexternamente (instalao aparente) e requeiram proteocontracorrosoatmosfricadevemserfixadasdetalmaneiraqueoacessosejalivreemvoltadasmesmas,de forma a se poder aplicartinta ou outro tipo de revesti-mentoprotetor;adistnciamnimalivreaoredordeveser igual a 30 mm, sendo que todos os fixadores devemestar alinhados e fixos rigidamente ao corpo da edificao.O mtodo de fixao das instalaes deve considerar osmovimentos causados por variao de temperatura, prin-cipalmente quando se utiliza tubos ou peas de materialplstico, fibra de vidro e de cobre.Quandotubosdestesmateriaisatravessamparedesoupisos, devem ser protegidos por material que absorva asmovimentaes.Quando a tubulao atravessar paredes e pisos no sen-tidotransversal,asmesmasdevemserprotegidascommaterial inerte.As tubulaes devem ser fixadas de forma que no soframdanoscausadospelamovimentaodaestruturadoprdio ou por outras solicitaes mecnicas.Omtododefixaodastubulaesdevesertalquepossibilitegarantiradeclividadedeprojetodastubu-laes.O intervalo entre os dispositivos fixadores varia conformeo material da tubulao, e deve ser tal, que no provoque,aolongododesenvolvimentodamesma,trechospassveisdeacumulaodeesgotoeoucontradecli-vidades.E.5 Proteo durante a obraTodocuidadodevesertomadoparaprotegerastubu-laes e aparelhos sanitrios durante execuo da obrae prevenir a entrada de materiais estranhos para o inte-rior das mesmas.Quando o mtodo de juno entre as tubulaes for exe-cutado por meio de junta elstica (anel O-ring) deve-sefixar a tubulao de forma a prevenir a ocorrncia de de-flexo nas juntas. recomendvel o no carregamento nas tubulaes dequalquercargaexterna,temporriaoupermanente,du-rante ou aps a execuo da obra.Todas as tampas dos acessos para inspeo e limpezadevem estar colocadas e fixadas nos respectivos dispo-sitivos de inspeo.Todasasaberturasdevemserdevidamenteprotegidaspor peas ou meios adequados e assim permaneceremdurante toda a execuo da obra./ANEXO FExemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS64NBR 8160:1999Anexo F (informativo)Procedimentos e cuidados a serem tomados na manuteno dos sistemas prediais de esgoto sanitrio7)F.1 Cuidados mnimos na manutenoTubos em ferro fundido ou ao carbono apresentam ten-dnciadecorrosonaspartesinternas,principalmentenas juntas e desvios. Estas regies devem ser protegidaspor material que iniba esta forma de deteriorao.Quandotampasdedispositivosdeacessoforemremo-vidas,recomenda-seprocederavaliaodaspeasecomponentesdevedaoe,casonecessrio,asubsti-tuio antes do fechamento das tampas.Quando da utilizao de produtos qumicos para a desca-maointernadetubulaes,deve-seidentificarclara-mentequaissoosmateriaisdasmesmas,deformaagarantir que o produto utilizado no venha a danificar otubo devido ao qumica.Devidasprecauesdevemserobservadasquandoseutilizamtodosdedesentupimentoqueenvolvamarouguapressoelevada,poispodedanificarpartesdainstalao.Asvarasouaramesutilizadosparadesentupimentomanualdetubulaesdevemsersuficientementefle-xveis para passar atravs das tubulaes sem danificaras superfcies internas dos tubos e qualquer outra peado sistema predial de esgoto.Mtodos de desentupimento que utilizem equipamentosmecanizados devem ser somente operados por pessoaltreinado e habilitado. As tubulaes devem tambm serantecipadamenteidentificadasdeformaaseutilizarasferramentasdedesobstruocompatveiscomomate-rial constituinte das tubulaes.Quandodarenovaodepinturaidentificadoradosis-tema predial de esgoto, recomenda-se manter a mesmatonalidade utilizada para o resto do sistema.F.2 Mtodos usuais de desentupimentosF.2.1Entupimentoparcialoutotaldevidoamateriaisinadvertidamente lanados no sistema predial de esgoto,taiscomotoalhasdepapeleabsorventeshiginicos,podem ser removidos pela ao de vara ou arame, intro-duzido pelo ponto de acesso, montante, mais prximodo local de entupimento.F.2.2Bombeamentoomtodomaissimplesdede-sobstruo de pequenos entupimentos em pias e baciassanitrias. Consiste no uso de uma bomba de borrachaadequadaparacadatipodeaparelhosanitrio.Aaodabombaprovocaimpulsosdepressoqueexpulsamos detritos acumulados na tubulao.F.2.3 Desbloqueamento com haste flexvel um mtodotradicionaldedesentupimento,existindoumagrandevariedadedepontasparaashastes,parapromoveradesobstruo das tubulaes. Estas pontas podem ter oformatodelminas,tampesouescovasdependendodotipodeservioaserrealizado.Estemtodoade-quadoparatubosapartirdeDN75poisnecessriacertaflexibilidadenaintroduodahastenatubulao.Aoperaopodeserfeitamanualmenteetambmhverses mecanizadas que realizam a rotao da haste.F.2.4 Martelo pneumtico pode ser eficazmente utilizadopara remoo de obstrues nas tubulaes, desde queobservadas as limitaes do mtodo e do funcionamentodo martelo pneumtico propriamente dito. O princpio defuncionamentoconsistenaaplicaodeumgolpedepresso(arcomprimido)emumacolunadegua,esteimpactogeraumaondadechoque,quetransmitidapela gua ato local de entupimento, onde provocar odeslocamentoeremoodaobstruocausadoradoentupimento. recomendado o uso criterioso deste m-todo, observando-se as caractersticas da instalao comrelaoresistnciaagolpesdepresso.Geralmenterestringe-seremoodeobstruescausadaspormateriais depositados do tipo gorduras, papel saturado,sabo e outros.F.2.5Raspagempodeserrealizadaemtubulaesapartir de DN 100 quando sua seo interna encontra-semuitodiminudadevidoaincrustaes(gordura,precipitado e outros). Deve-se observar o tipo de mate-rialconstituintedastubulaes,antesderealizararaspagem,deformaaevitardanosnasmesmas.Nomtodomecanizado,introduzidonatubulaoumahasteflexvelcomferramentadelminascor-tantes,quedespedaaroasobstruesnointeriordatubulao.Nomtodomanualsimilarmenteintroduzidaumahastecomlminasdeperfilafiladopararaspagemdomaterialacumuladonointeriordatubulao.F.2.6 Limpeza qumica consiste no derramamento para ointeriordastubulaesdesubstnciasqumicasquereajamcomamatriaacumuladanaobstruo.Este mtodo deve ser utilizado criteriosamente poispodecausardanostantonooperadorcomonastubulaes.Usualmente so utilizadas substncias base de sodacustica que em contato com agua liberam calor queajuda no processo de desentupimento.F.2.7 O sifo geralmente pode ser desentupido por bom-beamentoououtrodispositivopressurizador.Sifesmetlicosoudeplstico,dotipoPougarrafapossuemacesso para limpeza de suas partes interiores. Os ramaisdedescargadestesaparelhospodemserdesentupidospela introduo de haste flexvel na tubulao.7) Chaves, M. 1979 e Plumbing & Water Building Services, 1992.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199965F.2.8 Obstrues em coletores prediais podem ser loca-lizadaspelaspeasdeinspeo.Aspeasdevemserabertas e a que estiver seca ou parcialmente seca, maisprxima do local de entupimento, aquela pela qual deve-seintroduzirumahasteflexvelparadesentupiratubulao. Em tubos de queda existem peas de inspeoque permitem realizar servio similar.F.2.9 Bacias sanitrias podem ser desentupidas pelo meiomaissimpleseeficaz,queousodeumabombadeborracha, que pressuriza o sifo da bacia promovendo adesobstruo.Htambmhastessuficientementeflexveisparatambmpassarpelosifodabaciaede-sobstruir o ramal. A limpeza qumica se aplica quando hmaterial precipitado junto das paredes internas da bacia.F.3 Segurana na manutenoF.3.1Otrabalhoqueenvolvearemoodeobstruesdo interior das tubulaes e aparelhos sanitrios requercompreensosuficientedoproblemaocorridoehabili-dade tcnica no manuseio de equipamentos e produtosde desentupimento e limpeza.F.3.2 Todo cuidado deve ser tomado para evitar acidentesenvolvendo o operador e tambm para no causar danosaos aparelhos sanitrios e ao sistema predial de esgoto.F.3.3 Equipamentos de proteo individual, tais como lu-vas e culos protetores, devem ser utilizados pelo pessoalquerealizaserviosdemanuteno,principalmentequando do uso de substncias qumicas.F.3.4 Ao final do uso de substncias qumicas, todas assuperfcies expostas dos aparelhos sanitrios devem serlavadascomdetergentespararemoverqualquercidoououtrasubstnciaqumicaquepossaviralesarousurio do aparelho.F.3.5Acabamentosdecorativosdevemserprotegidosquando da realizao dos servios de manuteno.F.3.6Quandododesentupimentodetubulaesutili-zando-semartelopneumtico,deve-seprecavercontraospossveiscontragolpesquepossamocorrerema-chucarooperador.Ocontragolpeocorrequandoaobstruo reage onda de choque, e neste caso tambmpodeprovocardanosnasinstalaes,poisostuboseaparelhos podem no comportar o impacto. Quando hou-ver, a montante da regio de entupimento, uma pea deinspeoaberta,poderocorreraexpulsodeesgoto,quandodoimpactocausadopelomartelopneumtico,atingindo as paredes, teto e outras partes da edificao.Neste caso deve-se proteger esta sada de forma a ga-rantir a sada do esgoto sem danificar as partes interioresda edificao.F.4 Inspeo peridicaF.4.1 recomendado o planejamento de inspees pe-ridicas no sistema predial de esgoto com vistas a detectarosdefeitosquevenhamaocorreremfunodousoindevido e ao prprio tempo de uso das instalaes.F.4.2 Recomenda-se a confeco de roteiros de inspeonos principais pontos crticos do sistema, que podem seridentificadosnoprojeto,eacorreodestesroteirosfeitaaolongodotempo,visandomelhoradaptaracaracterstica de funcionamento do sistema.F.4.3Paracadaserviodemanutenorealizadore-comenda-seopreenchimentodeumafichademanu-teno, que servir de subsdio para o planejamento defuturas manutenes. Estas fichas devem ser arquivadasdeformasistematizadaeseremdeconhecimentodosresponsveispelosserviosdemanutenonaedifi-cao./ANEXOGExemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS66NBR 8160:1999Anexo G (normativo)Procedimentos de ensaios de recebimento dos sistemas prediais de esgotoG.1 Condies exigveisG.1.1 Todo o sistema de esgoto sanitrio, incluindo o sis-tema de ventilao, seja novo ou existente que tenha so-frido modificaes ou acrscimos, deve ser inspecionadoe ensaiado antes de entrar em funcionamento.G.1.2 Aps concluda a execuo, e antes dos ensaios,deveserverificadoseosistemaseencontraadequa-damentefixadoeseexistealgummaterialestranhonoseu interior.G.1.3 Depois de feita a inspeo final e antes da colocaodequalqueraparelhosanitrio,atubulaodeveserensaiada com gua ou ar, conforme G.2.1 e G.2.2, nodevendo apresentar nenhum vazamento.G.1.4Apsacolocaodosaparelhossanitrios,osistemadevesersubmetidoaensaiofinaldefumaa,conforme G.2.3.G.2 EnsaiosG.2.1 Ensaio com guaNoensaiocomgua,todaaaberturadeveserconve-nientementetamponada,excetoamaisalta,porondedeve ser introduzida gua at o nvel de transbordamentodamesmaemantidaporumperodode15min,observando-seseacargahidrostticanoultrapassa60 kPa8).G.2.2 Ensaio com arNoensaiocomar,todaentradaousadadatubulaodeveserconvenientementetamponadaexceoda-quela pela qual o ar ser introduzido.Oardeveserintroduzidonointeriordatubulaoatque atinja uma presso uniforme de 35 kPa, a qual deveser mantida pelo perodo de 15 min sem a introduo dearadicional.G.2.3 Ensaio final com fumaaPara a realizao do ensaio final com fumaa, todos osfechos hdricos dos aparelhos sanitrios devem ser com-pletamentepreenchidoscomgua,devendoasdemaisaberturasserconvenientementetamponadas,comex-ceodasaberturasdosventiladoresprimriosedaabertura pela qual a fumaa ser introduzida.Afumaadeveserintroduzidanosistemaatravsdaaberturapreviamentepreparada;quandofornotadaasada de fumaa pelos ventiladores primrios, a aberturarespectiva de cada ventilador deve ser convenientementetamponada.Afumaadevesercontinuamenteintroduzida,atquese atinja uma presso de 0,25 kPa. Esta presso deve semanter pelo perodo de 15 min sem que seja introduzidafumaaadicional./ANEXO H8) 10 kPa= 1 mca.Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199967Anexo H ( informativo )Referncias bibliogrficasGraa, M. E. A. - Formulao de modelo para a avaliaodascondiesdeterminantesdanecessidadedeventi-laosecundriaemsistemasprediaisdeesgotosani-trio. EPUSP, 1985. Tese de DoutoradoGonalves, O. M. - Formulao de modelo para o estabe-lecimento de vazes de projeto em sistemas prediais degua fria. EPUSP, 1986. Tese de Doutorado.Chaves, M. - Manual Prtico de Instalaes Hidrulicas eSanitrias - Editora Tecnoprint Ltda- 1979.Montenegro,M.H.Desempenhodedesconectoresedimensionamentodeinstalaesprediaisdeesgoto.EPUSP, 1985. Dissertao de Mestrado.ProgramaBrasileirodeQualidadeeProdutividade(PBQP) - Subprograma Setorial da Qualidade e Produti-vidade,elaboradopelosubcomitdaIndstriadaConstruo Civil, 1992.Plumbing & Water Building Services - Operating & Main-tenanceHandbook-PublishedbyNASH-Associates,London, United Kingdom, 1992.NBR 5688:1999 - Sistemas prediais de gua pluvial, es-goto sanitrio e ventilao - Tubos e conexes de PVC,tipo DN - RequisitosNBR7198:1993-Projetoeexecuodeinstalaesprediais de gua quente - ProcedimentoNBR 7229:1993 - Projeto, construo e operao de sis-temas de tanques spticos - ProcedimentoNBR 7372: (em Consulta Pblica) - Sistemas prediais deguaspluviaisdeesgotosanitrioeventilao-Tubosde PVC com junta soldvel e junta elsticaNBR 10844:1989 - Instalaes prediais de guas pluviais- ProcedimentoNBR 13969:1997 - Tanques spticos - Unidades de trata-mento complementar e disposio final dos efluentes l-quidos - Projeto construo e operao/ndice alfabticoExemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS68NBR 8160:1999ndice alfabticoAltura do fecho hdrico .......................................................................................................................... 3.1 e tabela C.1Aparelho sanitrio ................................................................................................................................. 3.2 e 4.2.1Aparelhos, UHC ..................................................................................................................................... 5.1.2.2Assentamento em valas ....................................................................................................................... E.3Bacia sanitria ....................................................................................................................................... 3.3 e 4.3.1.9Barrilete de ventilao .......................................................................................................................... 3.4Bombeamento ....................................................................................................................................... F.2.1Caixa coletora ........................................................................................................................................ 3.5Caixa de gordura ................................................................................................................................... 3.6Caixa de inspeo ................................................................................................................................. 3.7Caixa de passagem .............................................................................................................................. 3.8Caixa sifonada ....................................................................................................................................... 3.9 e 5.1.1.2Caixas de gordura ................................................................................................................................. 4.2.6.1 e 5.1.5.1Caixas de gordura, tipos ....................................................................................................................... 5.1.5.1.3Caixas e Dispositivos de Inspeo ..................................................................................................... 4.2.6.2 e 5.1.5.2Caixas sifonadas ................................................................................................................................... 5.1.1.2Caixas sifonadas, caractersticas ....................................................................................................... 5.1.1.2, 5.1.1.3Clculo da depresso admissvel no sistema ................................................................................... C.2.1.2Clculo da perda admissvel de altura do fecho hdrico ...................................................................C.2.1aClculo da perda de altura do fecho hdrico admissvel .................................................................. C.2.2.1Clculo da sobrepresso admissvel no sistema ............................................................................. C.2.1.3Clculo da sobrepresso mxima resultante da ao combinada ................................................ C.2.2.3Clculo das variveis admissveis e resultantes .............................................................................. C.2Coeficiente de evaporao de desconectores ................................................................................. Tabela C.1Coeficiente de perda de carga............................................................................................................ Tabela D.2Coletor predial ....................................................................................................................................... 3.10Coletor pblico ...................................................................................................................................... 3.11Coluna de ventilao ........................................................................................................................... 3.12Componentes do subsistema de coleta ........................................................................................... 5.1Componentes do subsistema de coleta e transporte de esgoto sanitrio .................................... 4.2Componentes do subsistema de ventilao ..................................................................................... 4.3Componentes do subsistema de ventilao ..................................................................................... 5.2Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199969Condies exigveis para recebimento dos sistemas prediais de esgoto ................................... G.1Condies gerais do dimensionamento do subsistema de ventilao secundria .................... D.1Condies gerais para verificao de suficincia da ventilao ................................................... C.1Condies gerais, mtodo hidrulico ................................................................................................ B.1Consideraes gerais sobre qualidade ............................................................................................ 8.1Contratante ............................................................................................................................................. 8.2.2Contratos ................................................................................................................................................ 8.3Controle do processo ........................................................................................................................... 8.3.1.1Controle do produto .............................................................................................................................. 8.3.1.2Cuidados mnimos na manuteno ................................................................................................... F.1Curva de raio longo ............................................................................................................................... 3.13Definies ...............................................................................................................................................3Depresso mxima resultante ............................................................................................................ C.2.2.2Depresso resultante das variveis da presso ambiental ............................................................ C.2.2.2.3Depresso resultante do efeito de sifonagem induzida .................................................................. C.2.2.2.1Depresso resultante do efeito de tiragem trmica e ao do vento ............................................. C.2.2.2.2Desconector ........................................................................................................................................... 3.14Desconectores ...................................................................................................................................... 4.2.2 e 5.1.1Desvio de tubo de queda ...................................................................................................................... Figura 4Dimetro do ramal de ventilao ........................................................................................................ Tabela D.1Dimetro do tubo de queda .................................................................................................................. B.2.1.1Dimetro do tubo de queda .................................................................................................................. Tabela B.5Dimetro nominal mnimo dos ramais de descarga ......................................................................... Tabela 3Dimetro nominal ................................................................................................................................. 3.15Dimensionamento da coluna de ventilao secundria ................................................................ D.2.2Dimensionamento das tubulaes do subsistema de coleta e transporte ................................... Anexo BDimensionamento de colunas e barriletes de ventilao ............................................................... Tabela 2Dimensionamento de ramais de esgoto ............................................................................................ Tabela 5Dimensionamento de ramais de ventilao ..................................................................................... Tabela 8Dimensionamento de subcoletores e coletor predial ...................................................................... Tabela 7Dimensionamento de tubos de queda ............................................................................................... Tabela 6Dimensionamento do ramal de ventilao secundria ................................................................... D.2.1Dimensionamento do subsistema de ventilao secundria ........................................................ Anexo DExemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS70NBR 8160:1999Dimensionamento do tubo de perda................................................................................................. B.2.1Dimensionamento dos ramais de descarga ..................................................................................... B.2.2Dimensionamento dos ramais de esgoto .......................................................................................... B.2.2Dimensionamento subcoletores e coletor predial ............................................................................B.2.2Dimensionamento ................................................................................................................................. 5Dispensa de ventilao de ramal de descarga de bacia sanitria ................................................ Figura 7Disposio final do efluente ................................................................................................................ 4.1.4Dispositivo de inspeo ....................................................................................................................... 3.16Dispositivos complementares ............................................................................................................. 4.2.6Dispositivos complementares ............................................................................................................. 5.1.5Dispositivos de admisso de ar ........................................................................................................... Figura 2(a), 2(b)Dispositivos de inspeo ..................................................................................................................... 5.1.5.3Dispositivos de tratamento de esgoto ................................................................................................ 3.17Distncia mxima de um desconector ao tubo ventilador .............................................................. Tabela 1Documentao bsica do projeto ...................................................................................................... 4.5Empreendedor ...................................................................................................................................... 8.2.1Ensaio com gua .................................................................................................................................. G.2.1Ensaio com ar e gua ........................................................................................................................... G.1.3Ensaio com ar ........................................................................................................................................ G.2.2Ensaio final com fumaa ...................................................................................................................... G.2.3Ensaios ................................................................................................................................................... G.2Entupimento .......................................................................................................................................... F.2.1Equipamento de proteo individual ................................................................................................ F.3.3Esgoto industrial .................................................................................................................................... 1 e 3.18Esgoto sanitrio ..................................................................................................................................... 3.19Esquema do tubo de queda ................................................................................................................ Figura C.1Execuo ............................................................................................................................................... 6Execuo, procedimentos para garantia da qualidade .................................................................. 8.3.2Executor .................................................................................................................................................. 8.2.4Exemplo de clculo de dimensionamento do tubo de queda ........................................................ B.2.1.3Exemplos de sistemas prediais de esgoto sanitrio ........................................................................ Figura 2Exigncias e recomendaes gerais ................................................................................................. 1Facilidade de manuteno .................................................................................................................. 3.20Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199971Fator de falha ......................................................................................................................................... 3.21Fecho hdrico .......................................................................................................................................... 3.22Ficha de manuteno ........................................................................................................................... F.4.3Fornecedor de componentes .............................................................................................................. 8.2.5Funes bsicas .................................................................................................................................... 4.1.1Generalidades ....................................................................................................................................... 4.1Gestor do sistema predial ..................................................................................................................... 8.2.8Haste flexvel .......................................................................................................................................... F.2.3ndice alfabtico ..................................................................................................................................... Anexo IInspeo peridica ................................................................................................................................ F.4Instalao de recalque ......................................................................................................................... 4.2.7 e 5.1.6Instalao primria de esgoto ............................................................................................................. 3.23Instalao secundria de esgoto ........................................................................................................ 3.24Intervenientes ........................................................................................................................................ 3.25Juntas ...................................................................................................................................................... E.2Ligao de ramal de ventilao .......................................................................................................... Figura 5 e 6Limpeza qumica ................................................................................................................................... F.2.6Manual de uso, operao e manuteno .......................................................................................... 3.26Manuseio de materiais .......................................................................................................................... E.1Manuteno do fecho hdrico .............................................................................................................. 4.2.2.6Manuteno ........................................................................................................................................... 7Martelo pneumtico ............................................................................................................................... F.2.4, F.3.6Materiais ................................................................................................................................................. 4.4Mtodo hidrulico ................................................................................................................................. 5.2.1 e Anexo BMtodos usuais de desentupimentos ................................................................................................. F.2Modelo para verificao da suficincia da ventilao primria ..................................................... Anexo CModificaes tcnicas relevantes ...................................................................................................... PrefcioObjetivo ................................................................................................................................................... 1rgos pblicos ..................................................................................................................................... 8.2.6Percentual de falhas .............................................................................................................................. B.2.2Perda de altura do fecho hdrico por auto-sifonagem ...................................................................... C.2.2.1Prefcio ................................................................................................................................................... 2Presso do vapor dgua do ar saturado ........................................................................................... Tabela C.2Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS72NBR 8160:1999Procedimento de ensaios de recebimento dos sistemas de esgoto ............................................. Anexo GProcedimento e cuidados na manuteno ........................................................................................ Anexo FProcedimentos de ensaios de revestimento de sistemas prediais de esgoto .............................. Anexo GProcedimentos e cuidados na execuo dos sistemas prediais de esgoto sanitrio ................. Anexo EProcedimentos e cuidados na execuo ........................................................................................... Anexo EProcedimentos na manuteno dos sistemas de esgoto sanitrio ............................................... Anexo FProcedimentos para garantia da qualidade .................................................................................... 8.3Programa de necessidades ................................................................................................................. 3.28Projetista ................................................................................................................................................. 8.2.3Projeto como construdo..................................................................................................................... 3.27Projeto de sistema predial de esgoto sanitrio ................................................................................. 4.1.3Projeto ..................................................................................................................................................... 8.3.1Prolongamento da coluna de ventilao ........................................................................................... Figura 3Prolongamento do tubo de queda ...................................................................................................... Figura 3Proteo durante a obra ....................................................................................................................... E.5Proteo e fixao ................................................................................................................................. E.4Qualidade ............................................................................................................................................... 8Ralo sifonado......................................................................................................................................... 3.30Ralo seco................................................................................................................................................. 3.29Ramais de descarga e de esgoto ........................................................................................................ 4.2.3 e 5.1.2Ramais e colunas de ventilao ......................................................................................................... Figura 2(c)Ramal de descarga ............................................................................................................................... 3.31Ramal de esgoto .................................................................................................................................... 3.32Ramal de ventilao .............................................................................................................................. 3.33Raspagem .............................................................................................................................................. F.2.5Rede pblica de esgoto sanitrio ....................................................................................................... 3.34Referncias bibliogrficas ....................................................................................................................Anexo HReferncias normativas ........................................................................................................................ 2Relao entre os volumes das cmaras ............................................................................................ Tabela C.3Requisitos de desempenho ................................................................................................................. 3.35Requisitos gerais ................................................................................................................................... 4Responsabilidades dos intervenientes ............................................................................................. 8.2Roteiro de clculo do dimensionamento do subsistema de ventilao secundria ................... D.2Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRASNBR 8160:199973Roteiro de clculo do mtodo hidrulico ............................................................................................ B.2Segurana na manuteno ................................................................................................................. F.3Separador absoluto .............................................................................................................................. 4.1.3.1Sifo ......................................................................................................................................................... 3.36Simbologia ............................................................................................................................................. Anexo ASistema predial de esgoto sanitrio ................................................................................................... 3.37Subcoletores e coletor predial ............................................................................................................ 4.2.5 e 5.1.4Subsistema de coleta e transporte ..................................................................................................... 3.38Subsistema de ventilao .................................................................................................................... 3.39Transporte de esgoto sanitrio ........................................................................................................... 5.1Tubo ventilador ...................................................................................................................................... 3.42Tubo ventilador de alvio ...................................................................................................................... 3.43Tubo ventilador de circuito ................................................................................................................... 3.44Tubos de queda ..................................................................................................................................... 3.41 e 4.2.4 e 5.1.3Tubulao de ventilao primria ...................................................................................................... 3.45Tubulao de ventilao secundria ................................................................................................. 3.46UHC dos aparelhos sanitrios ............................................................................................................. Tabelas 3 e 4Unidade autnoma ............................................................................................................................... 3.47Unidade de Hunter de contribuio (UHC) ....................................................................................... 4.47Uso, operao e manuteno ............................................................................................................. 8.3.3Usurio ................................................................................................................................................... 8.2.7Valores de a para o tubo de queda ..................................................................................................... Tabela C.4Valores de vazo mxima no ramal de descarga ............................................................................ B.2.2.2Valores de vazo mxima para outros materiais ............................................................................. Tabela B.6Valores do coeficiente de perda de presso do ramal ..................................................................... Tabela C.5Valores limites de vazo no tubo de queda ....................................................................................... B.2.1.5Variveis admissveis ........................................................................................................................... C.2.1Variveis resultantes ............................................................................................................................ C.2.2Vazo de projeto do tubo de queda .................................................................................................... B.2.1.2Vazo do ramal de esgoto ................................................................................................................... B.2.2.3Vazo mxima no ramal de descarga ................................................................................................ Tabela B.6Vazes unitrias dos aparelhos sanitrios ....................................................................................... Tabela B.4Ventilao em circuito .......................................................................................................................... Figura 8Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS74NBR 8160:1999Ventilao primria ............................................................................................................................... 3.49Ventilao secundria .......................................................................................................................... 3.50Verificao da suficincia da ventilao primria ............................................................................ C.3Volume de reteno .............................................................................................................................. 5.1.5.1.3(d)2Volume til, caixa coletora ................................................................................................................... 5.1.6.7Zonas de sobrepresso ....................................................................................................................... Figura 1Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31Impresso por: PETROBRAS

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