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Boletim Informativo da Parquia Cristo Redentor - R.das Laranjeiras, 519 - RJ -Tel. 25585179 N 98 - Ano IXSETEMBRO / 2012

A VOZ DO PROCOPe. Adam Folta,SVD

Veja este boletim e os anteriores na internet: www.cristoredentor-rj.org

Setembro o ms em que colocamos em evidncia a Bblia Sa-grada. No discutimos a importncia da Sagrada Escritura, mas lembra-mos que no basta ler ou escutar as coisas que

esto na Bblia. preciso entend-las corretamente, sabendo situar as pas-sagens lidas dentro de uma viso global que as interprete e explique. Uma boa viso global deve estar fundamentada nos fatos da histria, narrados na Bblia, relidos com olhos renovados, inter-pretando o presente. Segue a sugesto prtica: quem no tem costume de ler a Bblia diariamente, que procure faz-lo; quem j tem, que faa, aps a leitura, uma breve meditao/orao. muito recomendado o mtodo da Lectio Di-vina. Fao o convite especial para mais uma Mostra Bblica no Colgio Santo Amaro, no domingo, dia 16 de setem-bro. Comunico, tambm, que, depois de uma longa ausncia, neste ano ser novamente apresentada uma exposio bblica, no nosso salo paroquial, no l-timo domingo de setembro.

Agora, algumas notcias da par-quia: Com alegria gostaria de informar que continuamos com a reforma do centro paroquial. Reformamos os ba-nheiros da parte antiga e repintamos as salas. O segundo piso est quase pronto e realizaremos ali, no dia 22 de setem-bro, o nosso 1 Encontro Familiar. No prdio novo, iniciamos a instalao el-trica e a impermeabilizao do terrao.

Convidamos, mais uma vez, todos os paroquianos a se juntarem Campa-nha do Scio Comunitrio, contribuin-do mensalmente, com qualquer quan-tia, mesmo pequena. Para conseguir mais scios, lanamos o slogan: Voc +1 . Assim esperamos que nos empe-nhemos para conseguir mais um novo scio, chegando a ponto de dobrar o nmero de participantes. Convide um vizinho, amigo ou parente a se associar.

Parabenizo a Comunidade N. Sra. Aparecida pelas reformas da capela, do centro pastoral e da deciso de colocar, em breve, novos vitrais. Em tudo Deus seja louvado!

Aprendemos que a bblia um livro sagrado. Entendemos, ento, que ela trata das coisas divinas, santas, que transcendem nosso quotidiano. Mas no significa que tenha surgido misteriosamente das nu-vens. Foi escrita por homens com o conhecimento e modo de falar de suas pocas, com suas faculda-des e capacidades. Encontramos nas suas pginas as grandezas e as mazelas da vida dos homens. Cremos, porm, que os autores foram inspirados por Deus e, mais do que falar dele, a bblia a prpria palavra de Deus.

Divide-se em Antigo e Novo Testamento. O An-tigo relata a histria do povo no qual Jesus nasceu. Quando tive nas mos pela primeira vez um exem-plar da bblia, fiquei curioso por ler sobre a vida dos

diversos personagens, de cujos nomes e feitos ouvi meno em casa, na igreja, no catecismo e at no cinema: Ado, Eva, No, Abrao, Moiss, Sanso, Dalila, Salo-mo. Com a leitura, o elenco foi crescendo: Lot, Sara, Isaac, Jac, Gedeo, Samuel, Saul, Davi, Ester, os profetas, etc.

Encantei-me por encontrar no Novo os relatos sobre Jesus. Seus milagres, as parbolas, as repostas cheias de sabedoria. Sua vida, paixo, morte e ressurreio. Foi uma descoberta o livro dos Atos dos Apstolos, sobre a Igreja que nascia. Sur-preenderam-me as cartas dirigidas s primeiras comunidades, e plenamente atuais para nossa. Intrigaram-me os mistrios do Apocalipse.

Os dois testamentos, ambos inspirados pelo Esprito Santo, formam uma uni-dade. No Antigo vemos o amor do Pai, criador do mundo, criador do homem e da mulher sua imagem e semelhana, que no abandona o homem aps sua queda. Ali esto as profecias relacionadas a Jesus Cristo. No Novo, o cumprimento dessas profecias na realizao das promessas de Deus.

As Escrituras so a fonte dos ensinamentos da Igreja, a alma de sua teologia, a origem das suas oraes. Igualmente, preciso que a bblia ganhe importncia na vida de cada um de ns. Atravs da sua leitura constante, da sua escuta atenta, a palavra de Deus vai sendo guardada no corao, convertendo-nos, direcionando-nos a Deus. Os exemplos de f do povo bblico ajudaro a purificar e fortalecer nossa f. Nossa orao se tornar bblica: simples, variada, alegre, espontnea, confiante. A bblia, que antes de ser escrita, foi vivida, precisa ser a orientadora da nossa vida, ser luz para nossos passos. Sua leitura deve tornar-nos discpulos missionrios de Jesus, a plenitude da revelao divina.

A BBLIA DEVE ORIENTAR NOSSA VIDA

A Voz do Redentor

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Nascida Maria Vi-tria em 2 de feverei-ro de 1805 em Le Mas De Sablires, Frana. Aos 17 anos, seus pais a levaram para o co-

lgio das Irms de So Jos, em Vans. Na primavera de 1825, o pai vai busc-la em Vans, pois toda a famlia iria participar de uma misso que acon-teceria em Sablires para estimular a f e a vida crist da parquia. Lalouvesc era um centro de Misses dio-cesanas e de peregrinaes ao tmulo de So Francisco Rgis. Entre os pregadores, o Padre Estevo Terme, aps-tolo inflamado, a quem Maria Vitria confia seu desejo de ser toda de Deus. Ele reconheceu nela as disposies naturais e sobrenaturais que a tornavam capaz de um amor absoluto. Eram multides e o padre Terme via com pesar que as peregrinaes fossem ocasio de desor-dens e tomou a iniciativa de abrir uma casa destinada a acolher senhoras e moas e confiou a algumas das Irms de So Rgis, pequena Comunidade fundada por ele. Em 1826, Maria Vitria ingressa no pequeno no-viciado de Vals, onde, sob a direo da Irm Clara, o Pa-dre Terme reunia as vocaes colhidas nas suas andanas apostlicas. Maria Vitria recebe o nome de Irm Teresa. Em 1826-27, nascia a Congregao de Nossa Senhora do Retiro no Cenculo, em Lalouvesc, no meio de um povo cuja f fora abalada pela ignominiosa Revoluo Francesa. Em 1828, os acontecimentos levam o Padre Ter-me a nomear Irm Teresa como Superiora, se bem que ela tivesse apenas 23 anos. Durante esse tempo, aos olhos dos homens, Madre Teresa capina os jar-dins, lava a loua, mergulha no silncio e na sombra. A Congregao tornou-se uma comunida-de fraterna e apostlica, centrada no amor de Je-sus Cristo e dos irmos. Tem como misso evan-gelizar atravs de Retiros Espirituais, Catequese, Crculos Bblicos, Participao nas Pastorais Sociais etc. Teresa Couderc foi Beatificada em 1951 e em 1970, foi canonizada pelo Papa Paulo VI. Morreu em Lyon com 80 anos e est enterrada em Lalouvesc.

SANTA TERESA

COUDERC26 de setembro

Jovens ! Venham participar do 22 Curso de Coroinhas da nossa parquia.

- aos sbados s 10h:15 -Inscries diariamante na secretaria.

Alegre e prestativa, Carmelina Maria Domenica Ciminelli Mendes se destaca pela maneira com que se dedica ao que faz. Diz que se no for para fazer com amor, prefiro no fazer. Por isso procura nortear sua vida conforme o pensamento de So Paulo.

De famlia numerosa casal com seis filhos - foi pratica-mente criada dentro da Igreja de Santana. Quando criana, morava l perto e l fui batizada, cursei todo o primrio, desde o jardim de infncia, recebi a primeira comunho, fui crismada, fiz parte da Guarda de Honra do Santssimo Sacramento (paramen-tada igual Guarda do Vaticano) e me casei.

Aps breve perodo morando na Glria, onde participa-va das missas na Igreja do Sagrado Corao de Jesus, o casal se mudou para Laranjeiras. Isso, em 1970, quando ento passou a frequentar a Igreja Cristo Redentor.

Na nossa Parquia, fez parte do Grupo de Orao Caris-mtico Nossa Senhora do Rosrio e do Crculo Bblico at 2005, quando, por fora de um princpio de aneurisma cerebral, hoje totalmente superado, foi obrigada a se afastar temporariamente de suas atividades. Retornou em 2006, colaborando na Pastoral do Dzimo e, hoje, na Pastoral da Feliz Idade, onde participa de todas as atividades.

A Pastoral se rene nas segundas e nas ltimas quartas-fei-ras de cada ms, sempre das 15 s 17 horas. Alm das reunies, o grupo sai em passeios, como ao Corcovado, por exemplo, e assiste a palestras proferidas por profissionais das mais diversas reas. Para participar da Pastoral, basta comparecer a uma das reunies, no havendo distino de sexo nem de idade.

Carmelina o tipo de pessoa que est sempre disposta a ajudar naquilo em que for necessrio. Atualmente o envolvi-mento com os netos tem prazerosamente ocupado a maior par-te do seu tempo.

Na quermesse da Igreja em julho, Carmelina se destacou, com sua alegria, danando a quadrilha com os demais membros da Feliz Idade. Basta ver a ltima foto publicada na primeira pgina do Boletim de Agosto.

Ainda que eu falasse as lnguas dos homens e dos anjos, e no tivesse Amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que ti-vesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistrios e toda a cincia, e ainda que tivesse toda a f, de maneira tal que transportasse os montes, e no tivesse Amor, nada seria. (Primeira carta de So Paulo aos Corntios)

QUEM NO CONHECE?

Carm

elina

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Esto vivas, ainda, em nossas mentes as imagens sensacionais das Olimpadas de Lon-dres 2012, de onde tivemos a oportunidade de acompanhar as manifestaes mais emocionan-tes e diversas, dos atletas participantes, do povo assistente, dos dirigentes e organizadores que, com uma criatividade deslumbrante, transfor-maram em realidade as emoes preparadas, desde a abertura, com o acendimento da pira olmpica, at o encerramento com o apagar das chamas. Significativo, tambm, foi o tes-temunho de todos aqueles voluntrios que se alistaram no apoio organizao do evento, onde com a sua alegria, disciplina, gentileza e

senso de disponibilidade, souberam conservar no rosto de todos os presentes, visitantes de todo o mundo, a chama do amor sua ptria e da fraternidade entre os povos. Foram lies a todo instante. A cada execuo dos hinos ptrios eram anunciado

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