a voz do povo #113

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A voz do povo #113

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  • Carro da semana

    Acesse: www.avozdopovo.com Fone: (19) 9733-7070 9850-0511 e-mail: comercial@avozdopovo.com

    Tempo Filmes em exibio Opinio

    Moviecom TivoliSta Brbara d'Oeste (19)3458-7448

    2 Coelhos (Nacional) Alvin e os Esquilos 3 As Aventuras de Tintim Filha do Mal Millennium - Os Homens Que No Ama-vam as Mulheres Sherlock Holmes - O Jogo de Sombras

    Sexta . . . . . . . . .Min 22c Max 28cSol e aumento de nuvens de manh. Pancadas

    de chuva tarde e noite.

    Sbado . . . . . . .Min 20c Max 26cChuvoso durante o dia e a noite.

    Domingo . . . . .Min 19c Max 28cSol com muitas nuvens durante o dia. Perodos

    de nublado, com chuva a qualquer hora.

    Fon

    te:

    Clim

    a Te

    mpo

    Honda New Civic 2012 chega ao mercado custando em torno de R$ 69.700,00

    Os patrulheiros estopreparados para atender

    qualquer necessidade, assimcomo eventualmente crian-

    as ou adolescentes comnecessidades especiais.

    To Feola Diretor da Guarda Municipalde Americana na apresentaodo Projeto anjos da Guarda

  • 2Ahistria do pequeno Arthur, de 6 anos, repleta de desafios e superao. Adedicao da famlia para propor-cionar-lhe melhores condies de existncia comovente. O primeiro ano de vida do meni-no transcorreu dentro de um hospital. "OArthur no tem um diagnstico fechado. Eleapresenta um atraso neurolgico de causa atagora desconhecida", revelou a advogadaConsuelo Machado Boa Vontade TV. Elaabdicou da prpria carreira para exclusiva-mente cuidar do filho.

    Com apoio da equipe mdica e de sua avAna Nery de Freitas Machado, que pediatra,Arthur apresentou progresso, de modo sur-preendente: "Quando foi verificada a viabili-dade de poder ser transferido da internaohospitalar para domiciliar, comearam ospreparativos para que ele no sofresse umchoque. No se tratava de um beb indo paracasa, mas de uma criana de praticamente 1ano, com percepes, saindo de um quartoonde viveu toda sua iniciante vida para umambiente totalmente desconhecido. Ento,houve a orientao de que ele fosse, aospoucos, passeando pelo corredor, descendo ata porta do hospital e vendo a rua; at o dia emque ele foi colocado numa ambulncia UTI,para que pudesse pela primeira vez conhecer aprpria casa", esclarece Consuelo.

    Com os cuidados mdicos e com o amor eincentivo constantes da famlia, com 3 anos opequeno Arthur j demonstrava claro desen-volvimento. Sua dedicada me recorda: "Paraquem no ia andar, falar, era completamentesurdo, no ia sentar nem ter controle daprpria cabea... uma criana que j estandando, jogando videogame, brincando, , defato, surpreendente".

    Em decorrncia dessa melhora visvel, osmdicos indicaram o incio da socializaodele. "Inicialmente, com o que eles chamamde atividades extramuros, o Arthur sairia emcurtos espaos de tempo para fazer uma sessode equoterapia [mtodo teraputico e educa-cional que utiliza o cavalo] para fazer um pas-

    seio prximo, sempre verificando a viabili-dade e as condies clnicas dele naquelemomento. E a frequncia numa escola regularna qual o Arthur deveria ser includo para quese socializasse e pudesse observar e se espelharnas outras crianas da mesma idade", relata aadvogada.

    O que parecia algo fcil para a famlia deArthur tornou-se mais um desafio. A advogadaConsuelo Machado descreve: "Visitei vriasescolas e quando optei por uma encontrei umabarreira muito grande. Obviamente, ningumme deu um documento dizendo que no esta-va aceitando o meu filho. Eles comearam apostergar, a impor exigncias, a dizer que pre-cisavam consultar o advogado da escola, a exi-gir que eu assinasse um termo de responsabili-dade sobre a doena do meu filho. (...) Foi umasituao desagradvel, que durou - na minhatentativa de fazer tudo amigavelmente - unsdois meses, at que finalmente notifiquei aescola extrajudicialmente e, em 24 horas, oArthur estava devidamente matriculado".

    Para Consuelo Machado, o medo dodesconhecido ainda prejudica a incluso esco-lar de crianas deficientes. "O ser humano temmedo de enfrentar aquilo que desconhece.Conheo histrias de outras famlias queenfrentam a mesma dificuldade. Esse problematem de ser conversado, discutido, e no podede forma nenhuma prevalecer ao direito maiorque o melhor interesse da criana: o direitofundamental dele de ter a sua escolarizao, asua permanncia na escola e a sua socializao".

    O tema requer, h tempos, ateno de todaa sociedade. Da vida do pequeno Arthurpodemos tirar lies importantes de amor,determinao e solidariedade.

    Jos Paiva Netto Presidente da Legio daBoa Vontade (LBV) desde

    1979. escritor, jornalista,radialista, compositor, poeta e lder religioso.

    VICE

    Em conversas de bastidores o Deputado ChicoSardelli (PV) no abre mo de apoiar e no mediresforos para a reeleio do atual Prefeito deAmericana Diego De Nadai (PSDB). No entantoentende que o partido no deve abrir mo paraque o candidato a Vice saia do Partido Verde,devendo ao que tudo indica lanar o nome doVereador Odair Dias para anlise do prprioPrefeito.

    VICE 2

    To Feola, Davi Ramos, Fabrizio Bordon sooutros nomes que comeam a ganhar fora paracompor a chapa de Vice Prefeito nas prximaseleies em Americana.

    VICE 3

    J em Santa Barbara dOeste esse tema de Vicetambm esquenta a cada rodinha nos bastidorespolticos. O nome do Secretrio de SeguranaEliel Miranda filiado ao PT pode ser indicadopelo Deputado Antonio Mentor que prefere ver oPartido dos Trabalhadores continuar apoiando o

    Prefeito Mario Heins (PDT)O Partido conta com outros filiados que tam-

    bm poderia compor a chapa como o caso daMercedez Roveri hoje Secretria de PromooSocial no municpio.

    VEM FORTE

    O Ex aliado e ex brao forte do VereadorCrivelari, Luiz Cezaretto (PP) deve ser um dosnomes que poder surpreender esse ano com umaboa votao nas eleies municipais emAmericana para Vereador. Aos poucos e demaneira silenciosa, Cezaretto vem fazendo articu-laes que poder lhe render um bom grupo deapoio e incomodar esse ano alguns veteranos dapolitica americanense.

    ALFINETADAS

    O apresentador do Jornal Primeira Hora daRadio Azul Celeste Valdir Moreira, sempre vistocomo um profissional que sempre procurou maisinformar do que opinar, resolveu nos ltimos diasadotar uma linha mais polmica no Jornal dirioda emissora que tem inicio as 6:30 da matina. Diadesses Valdir mostrava sua indignao no micro-fone com colegas de profisso que durante ohorrio da Sesso ficam batendo papo, prejudican-do as gravaes das emissoras de rdio que so le-vadas ao ar posteriormente. Ontem as farpas foramdirecionadas ao Vereador Celso Zoppi - foto (PT)que afirmou que o Portal de Transparncia daPrefeitura Municipal no to transparente assimcom gastos da Administrao Municipal onde oJornalista soltou: " O Vereador t precisando aces-sar e conhecer melhor o portal, pois todas as infor-maes que ele questiona esto todas l".

    O pequeno Arthure a incluso escolar

  • Reportagem3

    ADefesa Civil de Americana participou nanoite do dia ultimo dia (02) do simuladonoturno de soterramento promovido peloDepartamento De Defesa Civil de Campinas eCoordenadoria Regional de Defesa Civil e coordena-do pelo 7 Grupamento de Bombeiros. A simulaoaconteceu das 19h s 20h com instrues gerais, e aparte prtica das 20h s 22h, s margens do CrregoAnhumas, no Jardim Madalena, em Campinas.Cerca de dez cidades participaram da simulao,entre elas o municpio de Santa Barbara dOeste.

    Na descrio da cena, houve um deslizamento deterra e soterramento, com o resgate de uma famlia,com trs desaparecidos, sendo um beb, uma criana eum homem adulto. Para tornar mais real, fora do soter-ramento havia pessoas simulando ser familiares dasvtimas soterradas. "Os familiares ficavam desesperadoscom o ocorrido e isso tornou a cena mais real", expli-cou Isaas Brugnerotto, agente de Defesa Civil.

    Essa encenao com os familiares contribui para otreinamento, apontando como deve proceder emsituao real, confortando os familiares e controlan-do a situao para melhor andamento do resgate.

    As quatro equipes realizavam as escavaes me-diante comando dos silvos (apitos) do comandante.Para dar mais "vida" cena, bombeiros ficaram otempo todo esguichando gua sobre a rea afetada, jque a noite estava limpa. Para iluminar o ambiente,

    os agentes utilizaram lanternas e tinham o apoio deum refletor mvel.

    Cerca de 80 pessoas participaram da simulao.Um dos bonecos-corpos estava soterrado a mais dedois metros de profundidade para dificultar e trazer arealidade do problema para os agentes. Conforme oscorpos iam sendo localizados, eram encaminhadosao Servio de Atendimento Mvel de Urgncia(SAMU) e, s assim, finalizada a simulao. "muito bom que nossos agentes participem desses

    treinamentos. Em uma situao dessa, o trabalhotem que ser realizado com rapidez e ao mesmotempo com cuidado", afirmou Fred Alves, diretor daDefesa Civil de Americana.

    Segundo Gerson de Oliveira, agente de DefesaCivil de Americana, esse o stimo simulado que aDefesa Civil participa no perodo de um ano. "Emcada simulao aprendemos novos procedimentos, ecada um tem sua importncia e particularidade",explica Gerson.

    Uma denncia annima levou ospatrulheiros da Gama (GuardaMunicipal de Americana) a loca-lizao de 18 pores de haxixe com15,30g, 64 pedras de crack com 32g, 14pores de maconha com 56g, pedaos decrack com 16,8g, alm de uma cdula dedez bolvares. As pores de entorpecentesestavam em uma casa em construo naRua Teotnio Amrico de Oliveira. A abor-dagem aconteceu nesta tera-feira, dia 7, s9h30.

    O pedreiro R.A.A., 27 que trabalhava no

    local alegou que era o responsvel peladroga. Ele tem antecedentes criminais porroubo.

    O dono da casa, o desempregado G.S.A.,32, disse que no sabia da existncia dadroga. G.S.A. tambm tem passagem portentativa de homicdio e alegou que deixouuma penitenciria no final de 2010.

    Ambos foram conduzidos ao 4 DistritoPolic