A Tribuna Piracicabana

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<p>Ferrato anuncia sete secretriosJustino Lucente</p> <p>Apenas Lauro Pinotti no Ipplap e Tarcisio Mascarim na Secretaria de Desenvolvimento Econmico so novosDois dias aps ser diplomado como prefeito eleito de Piracicaba e apto a assumir o Executivo Municipal, Gabriel Ferrato (PSDB) anunciou ontem sete dos 24 nomes do primeiro escalo (30%) que o ajudar, ao lado de Joo Chaddad (vice-prefeito), a comandar Piracicaba pelos prximos quatro anos. "Este o inicio do processo de administrao de uma cidade. Um momento importante para o futuro da cidade que nos escolheu. Convidei pessoas que conheo, de minha confiana", destacou Ferrato. Cidades A4</p> <p>Lauro Pinotti e Tarcisio Mascarim so os nicos novos nomes - dentre sete - apresentados ontem pelo prefeito eleito Gabriel FerratoDel Rodrigues</p> <p>Tcnico do XV, Srgio Guedes, pode retornar ao time do SportDiretoria nega sondagem do time do Recife e afirma que tcnico segue no cargoSrgio Guedes pode sair em definitivo do XV de Piracicaba sem mesmo ter comandado um jogo oficial do Alvinegro. O treinador nome preferido da diretoria do Sport de Recife, onde Guedes atuou por emprstimo at o trmino do Campeonato Brasileiro, para a temporada 2013. Diretoria e tcnico tiveram conversa sobre o caso ontem noite. Esportes A7</p> <p>A PREENSES EM 2012 DA RECEITA FEDERAL SOMAM R$ 3,5 MIAvano na fiscalizao e apreenso de produtos ilcitos contrabandeados. Este panorama resume o trabalho realizado pelo Grupo de Operaes Especiais de Piracicaba (Goep), da Receita Federal do Brasil, este ano na regio. No total, foram 438 operaes, apreenso de R$ 3,5 milhes em mercadorias e veculos, 15 veculos (importados ilegalmente), uma aeronave, 7,7 milhes de maos de cigarros contrabandeados e aplicao de mais de R$ 30 milhes em multas, alm da fiscalizao de diversas irregularidades em 155 estabelecimentos. Cidades A3Del Rodrigues</p> <p>Polcia Civil e Federal falam das dificuldades em FrumFrum Municipal Permanente de Segurana Pblica aconteceu ontem, 19, na CmaraAs dificuldades enfrentadas pelas polcias Civil e Federal em Piracicaba, a sensao de insegurana na zona rural e o crescimento registrado nos efetivos da Polcia Militar e da Guarda Civil foram os principais temas abordados na reunio de avaliao do Frum Municipal Permanente de Segurana Pblica realizada na manh de ontem, 19, na Cmara. As polcias Civil e Federal expuseram os panoramas mais preocupantes, j que ambas sofrem com a falta de efetivo para atuar na cidade. Cidades A4</p> <p>MPDE</p> <p>ELABORA LEGISLAO</p> <p>PRIMEIRA REDAO PARA MOTOTXISDevido demora na atualizao da lei municipal de regulamenta a profisso de mototaxi e motofrete, entidades e representantes sindicais da categoria mototxi e motofrete fizeram levantamento sobre os riscos desta profisso na cidade e elaboraram uma minuta de projeto de lei que foi entregue ontem a chefia do Poder Executivo local. "A regulamentao est atrasada e nossa inteno ajudar para que isso acontea o quanto antes", destacou Antenor Varolla, gerente regional do Ministrio. Cidades A4</p> <p>Obras do Salo de Humor no Museu da Lngua Portuguesa"Essa sala uma piada" contm 32 trabalhos expostos no Salo de 2012O Museu da Lngua Portuguesa, instituio da Secretaria de Estado da Cultura de So Paulo, abriu no sbado, 15, a mostra "Esta Sala Uma Piada". Realizada em parceria com a Prefeitura Municipal de Piracicaba, a exposio rene 32 obras expostas na ltima edio do Salo Internacional de Humor de Piracicaba, o maior do gnero no mundo, e ficar em cartaz at o dia 24 de fevereiro de 2013. A5</p> <p>indicador econmicoIbovespa 0,89% - Poupana 0,4134 - Salrio Mnimo R$ 622,00 COMPRA DLAR COMERCIAL (EM R$)2,0690 DLAR TURISMO (EM R$) 2,0100 EURO (EM R$) 2,7400 VENDA 2,0705 2,1500 2,7411 VARIAO - 0,89% - 1,83% - 0,85%</p> <p>grafitesSe h um tema que ter (ou, pelo menos, deve ter) grande destaque nos famigerados programas de "retrospectiva 2012" a situao por qual passa a segurana pblica no Estado de So Paulo, sobretudo a quantidade de policiais mortos neste ano, com mais de uma centena de vtimas.</p> <p>tempoQuinta-feira de sol e aumento de nuvens de manh. Pancadas de chuva tarde e noite.</p> <p>ndice</p> <p>24 pginas (Inclui Linguagem Viva)</p> <p>ensinoE.E Dr Joo Sampaio a) Solicita o comparecimento da professora Isaura Menegon, RG: 42.609.243-0 nesta Unidade Escolar, a fim de tratar de assunto de Ordem Funciona, no prazo mximo de 3(trs) dias a contar da data desta publicao. A14</p> <p>Rodzio em So Paulo: hoje no circulam os veculos com placas finais 7 e 8454456.pmd 1</p> <p>Erich Vallim Vicente</p> <p>Opinio A2</p> <p>MIN.</p> <p>25C</p> <p>MAX.</p> <p>32C</p> <p>Falecimentos ..................... A14 Classificados ..................... A14 Editais de Protesto ........... A14</p> <p>20/12/2012, 10:24</p> <p>A Tribuna PiracicabanaQuinta-feira, 20 de dezembro de 2012</p> <p>A2</p> <p>S</p> <p>Segurana: Estado demonstra perda de controleWillis, que, desde 1996, quando tado no incio da dcada passada, pela primeira vez realizou inter- resultado da atuao da faco cricmbio no Pas, passou a acompa- minosa em diversas comunidades nhar a criminalidade. paulistanas. "Os Aps o Referendo de moradores falaram 2005, quando a popuque, quando o PCC lao votou contrria chegou, [os criminoH abismo sos] estabeleceram ao desarmamento, Wientre o baixo uma ordem forte do llis ficou ainda mais inescalo da PM e que pode ser feito e trigado com o pensao alto comando do que no pode ser mento nacional acerca da corporao, feito dentro da codo tema e aprofundoudiz pesquisador munidade", declase nesta rea de estudo, a ponto de ir viver rou Willis. em uma comunidade na periferia O outro aspecto apontado pelo pesda cidade de So Paulo para enten- quisador canadense est relacionader o funcionamento do PCC. do ao verdadeiro abismo entre o Nesta entrevista jornalista Julia- baixo escalo da Polcia Militar e o na Granjeia, h pelo menos duas alto comando da corporao. Alm revelaes assustadoras feitas pelo do problema crnico dos baixos sapesquisador. A primeira de que a lrios (nas contas de Willis, o policiqueda nos ndices de criminalida- al deveria ganhar, no mnimo, o tride, alardeada pelo Governo do Es- plo do que recebe atualmente), exis-</p> <p>e h um tema que ter (ou, pelo menos, deve ter) gran de destaque nos famigerados programas de "retrospectiva 2012" a situao por qual passa a segurana pblica no Estado de So Paulo, sobretudo a quantidade de policiais mortos neste ano, com mais de uma centena de vtimas. A situao catica e, por mais oposicionista que possa soar, oriundo de problema de gesto do governo PSDB, no topo desta administrao desde 1o de janeiro de 1995, quando Mrio Covas foi empossado. A sociedade paulista merece resposta mais energtica do que vem sendo feito at agora para restabelecer a segurana da prpria corporao. O site UOL publicou, ontem, entrevista reveladora com o pesquisador canadense Graham Denyer</p> <p>te tambm a dificuldade de acesso de uma hierarquia a outra. Graham Willis lembra que decises polticas so tomadas por quem tem pouco (ou nenhum) conhecimento da atuao nas ruas junto comunidade onde o crime organizado est instalado. Essa dicotomia, segundo ele, a raiz de ordens que esto aqum da necessidade do combate efetivo criminalidade. "No meu entender, o policial de baixo escalo fala que no faz parte do Estado. Ele tem esse sentimento de que quem manda est em outro sistema totalmente diferente do dele", diz. As observaes do pesquisador canadense demonstram um quadro de perda da capacidade do estado intervir nas principais causas da criminalidade e, tampouco, em desmantelar a faco criminosa PCC que, cada vez mais, parece ter controle no s territorial, mas do pensamento disseminado na populao e corporao. A impresso que fica das palavras de Graham Willis que o PCC hoje tem maior competncia nas aes - e sabe com maior prioridade o que faz - do que a Polcia Militar e o Governo do Estado de So Paulo.</p> <p>Estaria o vereador Jos Aparecido Longatto (PSDB), um dos candidatos presidncia da Mesa Diretora. Nos ltimos dias, o lder de governo tem andado com cara de poucos amigos e na segunda-feira, 17, na diplomao dos eleitos, no Teatro Municipal Erotides de Campos, Longatto pouco interagiu com velhos e novos colegas de plenrio. H quem sustenta a tese de que, embora conte com "um ou outro apoio" Mesa, Longatto teria bastante rejeio, sobretudo por quem tem boa memria da poca em que esteve no cargo, entre 2009-2010. A p-de-ouvido do vereador Jos Antonio Fernandes Paiva (PT) com o prefeito Barjas Negri na segunda-feira, 17, durante a diplomao, deixou muita gente com a pulga atrs da orelha. O que estariam conversando? Ser que o chefe do Executivo concorda com o apoio (ainda que velado) do petista a Longatto para presidncia da Mesa Diretora? cada vez mais vivel uma composio de ambos na disputa de 1 de janeiro.</p> <p>ISOLADO?</p> <p>CONVERSA</p> <p>Super heriTot Danelon Era criana quando aquela majestosa imagem de Jesus no centro do altar mor da Igreja dos Frades me fascinou. Seus braos abertos me passavam a idia de algum forte, acolhedor e cheio de ternura. Quando fazia meus pecados ficava to desapontado que desviava o olhar, mesmo sentindo que isso no interferia no seu humor. Mas, procurava no desapontlo. Mesmo porque aquela grandiosa imagem - face bonita, perna esquerda suavemente flexionada - representava para mim um super homem; invencvel, no entanto, compassivo. Sentia orgulho em acreditar em algum to importante. Por isso, para ganhar sua proteo seria bom ficar sempre por perto. Foram meus pais os primeiros a dizer quem aquela imponente imagem representava. No fossem eles poderia at ligar uma coisa outra, mas a f no teria. Alis, essa foi a maior herana que deixaram. Ensinaramnos a crer. Com a f pudemos caminhar com nossos prprios ps e fazer nossas prprias descobertas, pois ela clareia as trevas, explica o inexplicvel, desinstala, empurra para frente e faz aceitar o que no se compreende. Algum precisa mais que isso para viver bem? Contudo, no movimento jovem - que rejuvenesceu a Igreja Catlica de Piracicaba nas dcadas de 70 e 80 - compreendi um pouco mais quem era Jesus. A partir de ento me tornei um inquieto porque "nunca mais eu pude olhar o mundo sem sentir aquilo que Ele sentiu". (Pe. Zezinho). Lendo os Evangelhos fui nham e a imitao desse gesconhecendo sua irresistvel to saciava todo mundo. A sopersonalidade. Como um de- luo de todos os problemas les, entrou na fila dos peca- est no amor, afirmava. No pediu dinheiro para dores que pediam o batismo a Joo. Em seguida retirou- ningum e nem fez campanhas se para o deserto, lugar da para ajudar os pobres. Foi direto ao ponto solido, em dizendo que o busca do prmal do munprio centro. O do vem do inReino precisava ser anunciPara ganhar sua terior da pesado; sentiu a proteo seria soa, portanto tentao de se bom ficar sempre viera para dar servir de meipor perto vista aos cegos, libertar os miraculosos os cativos e e alianas poanunciar o ano da graa. Acoderosas. Preferiu os prprios ps. lhia as crianas e as abraava Convenceu um grupo de ho- dizendo que para entend-lo mens simples e rudes. Achou precisaria ter corao semeneles o que precisava para a lhante. Chamou lderes do grandiosa empreitada. To povo de hipcritas, Herodes de fascinante esse lder que al- raposa e colocou Cesar no seu guns deixaram tudo para se- devido lugar. No poucas vegui-lo. Aos mais afoitos adver- zes precisou se esconder tanto tia que no tinha nem onde da glria quanto da ameaa. Quando achou que estareclinar a cabea, mas era to radical que dizia desperdiar va na hora subiu at a capital para o embate final. Prequem com ele no colhia. Contudo no recusava ri- parou muito bem seus amicos, pobres, marginalizados, gos e protegeu-os at o fim. doentes e, fato notvel, mui- Teve medo sim, pois se sentas mulheres lhe davam assis- tiu muito s. Mas no potncia. Uma delas - pecadora deria voltar atrs. Selou pblica - o acompanhou at e com sangue seu testemudepois da morte. Jesus dizia nho para provar que era que seus muitos pecados fo- verdadeiro. Ao terceiro dia ram perdoados porque ela tomou a vida de volta. No falei que era um sumuito amara. No falei que Ele era misericordioso? Corao per heri, invencvel e misericordioso? Corao de criande criana no se engana. Uma vez uma senhora a no se engana nunca. tocou no manto dele achanAntonio Carlos "Tot" do que seria curada. E foi. Ele Danelon assistente deixou quieto? Chamou-a no social. E-mail: meio de todos e destacou sua totodanelon@ig.com.br. f. Nele, diziam que Deus tinha visitado seu povo. Ficavam arrebatados com as palavras cheias de graa e autoridade que saiam de sua boca. Havia os que perdiam noo da hora, ficavam at sem comer. Mandava os apstolos repartir o que ti-</p> <p>A causa dos transtornos nos servios de telecomunicaesDane Avanzi Voc provavelmente nunca ouviu falar em espectro radioeltrico, mas com certeza ele j interferiu na qualidade de uma ligao sua ou mesmo no sinal da sua TV ou internet. Espectro radioeltrico como se chama o espao areo por onde trafegam as ondas eletromagnticas de sistemas de informaes quotidianamente utilizados, como TV, rdio difuso, telefonia mvel e fixa, servio de internet, dentre tantos outros. A utilizao em grande escala da tecnologia da informao em dispositivos mveis vem causando uma verdadeira revoluo na ocupao desse espao que, embora aparentemente vazio, encontra-se superlotado, uma vez que trata-se de recurso natural finito, escasso e no renovvel. No Brasil, quem administra o espectro radioeltrico a Anatel, que para abrigar novas modalidades de servios tem realocado tais faixas de radiofrequncia. Com o objetivo de acomodar mais usurios dos diversos tipos de servio de telecomunicaes hoje disponveis, a Anatel tem lanado mo inclusive de novas tecnologias. A digitalizao das telecomunicaes permite trafegar o sinal de dados ou voz em espaos mais "estreitos" do espectro, e tem sido exigida pela Anatel para vrios servios. Ocorre que essa espcie de "reforma agrria espacial" (s avessas), implica em altos investimentos por parte das prestadoras de servio que, obrigatoriamente, tero que migrar toda a plataforma de transmisso e recepo de sinais hoje implantada. Quem tiver problemas O problema que ao invs da Anatel preservar a fai- com qualquer tipo de serxa de outros servios de tele- vio de telecomunicaes comunicaes importantes deve primeiro formalizar a para o setor produtivo indus- reclamao junto operatrial do Brasil, est adotan- dora. Todas so obrigadas a do o modelo de centralizar emitir um nmero de prototodos os servios nas opera- colo relacionado ao motivo da doras de telefonia mvel, que reclamao. Se o problema no for recomprovadasolvido, o mente no est segundo dando conta do passo rerecado. No se No Brasil, quem clamar diresolve probleadministra o retamenmas de congestiespectro radio- te na Anaonamento na rede pblica de eltrico a Anatel tel, mencionando o telefonia mvel nmero com mais canais (frequncias), mas sim com de protocolo emitido pela investimento macio em in- concessionria. H vrias formas de fraestrutura. Dentre as diversas rea- acessar a Anatel. Via telelocaes ocorridas no es- fone pelo 13...</p>