A SUSTENTABILIDADE DO ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ?· que a água distribuída pela rede de abastecimento…

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18 a 20 de Fevereiro de 2014 Centro de Congressos do IST

Antnio Jorge Monteiro

A SUSTENTABILIDADE DO ABASTECIMENTO DE GUA E SANEAMENTO EM PASES EM VIAS DE DESENVOLVIMENTO

Professor Associado do IST antonio.jorge.monteiro@tecnico.ulisboa.pt

18 a 20 de Fevereiro de 2014 Centro de Congressos do IST

Estrutura da Apresentao

Principais desafios que se colocam.

A soluo que temos.

Bairros Informais. Problemas e Reflexes

Resduos Slidos e a Drenagem Pluvial

Ordenamento rural

Plano de Investimentos e Anlise de Viabilidade

18 a 20 de Fevereiro de 2014 Centro de Congressos do IST

Desafios que se colocam:

Elevados crescimentos demogrficos;

Forte tendncia de migrao da populao do meio rural para o meio urbano;

Aumento da presso das necessidades de gua;

Aumento dos problemas de Sade Pblica;

Necessidade de reduzir as emisses de gases com efeito de estufa;

Necessidade de adaptao s alteraes climticas;

Diversos exerccios de Planeamento Estratgico so difceis de Implementar por falta de recursos e de capacitao.

18 a 20 de Fevereiro de 2014 Centro de Congressos do IST

A soluo que temos:

18 a 20 de Fevereiro de 2014 Centro de Congressos do IST

INTERLIGAO / COMPATIBILIDADE DE SOLUES

A soluo que temos (ciclo urbano da gua):

18 a 20 de Fevereiro de 2014 Centro de Congressos do IST

v Bairros de desenvolvimento informal Ambientes insalubres; Abastecimento de gua intermitente; Nveis elevados de perdas de gua; Dificuldade em assegurar gua potvel.

Bairros informais Ponto de Partida

18 a 20 de Fevereiro de 2014 Centro de Congressos do IST

Os Resduos Slidos e a Drenagem Pluvial

18 a 20 de Fevereiro de 2014 Centro de Congressos do IST

Bairros Informais (Soluo ?) Condicionar a implantao de novas reas informais

Condicionar atendendo aos espaos naturais de: Drenagem Pluvial;

Depois Vias de acesso (tambm para remoo ou

deposio de RSU;

Abastecimento de gua e o

Saneamento de guas Resduais.

Se ns no resolvermos a populao arranja soluo. Mas normalmente mais dispendiosa e pior

18 a 20 de Fevereiro de 2014 Centro de Congressos do IST

Bairros Informais Soluo tcnica transitria para reflectir

Com: Abastecimento de gua intermitente; Elevados nveis de perda de gua;

muito dispendioso e praticamente impossvel solues de curto prazo que permitam assegurar gua potvel na torneira; A soluo mais eficiente (transitria?) pode ser assumir que a gua distribuda pela rede de abastecimento no para ser ingerida. Assumir que a gua que distribumos no gua potvel.

S serve para outros usos. Distribuio de gua potvel:

18 a 20 de Fevereiro de 2014 Centro de Congressos do IST

Modelo de Ordenamento Reordenamento Rural Consequncias nas migraes

Percentagens de migrao em 10 anos (2012-2022)

36%

64%

Migraes Tendncia

Actual Em 10 anos, cerca de 20% da populao rural migrar para o meio urbano

18 a 20 de Fevereiro de 2014 Centro de Congressos do IST

Modelo de Ordenamento Reordenamento Rural Consequncias nas migraes

Percentagens de migrao em 10 anos (2012-2022)

Migraes Projeco

Demogrfica Reduzir para 12.5% o valor de populao que migrar para o meio urbano nos prximos 10 anos

Aumentar a atractividade das sedes comunais

Apostar nas aldeias centrais como plos de crescimento no meio rural

14.4% 0.6%

20.0%

5.0%

31%

69%

36%

64%

18 a 20 de Fevereiro de 2014 Centro de Congressos do IST

INVESTIMENTOS NECESSRIOS Metodologia para a Definio dos Investimentos

Modelo de Evoluo da Distribuio da Populao

Evoluo dos Nveis de Servio

Tipo de rea da Cidade/Vila 2025 2040

Urbana Organizada

100% LD 100% LD

rea Peri-urbana Densa

50% TQ +

50% F

75% TQ +

25% F

rea Peri-urbana Dispersa

100% F/BM 100% F/BM

Tipo de rea da Cidade/Vila 2025 2040

Urbana Organizada

100% SolCol 100% SolCol

rea Peri-urbana Densa

50% SolCol +

50% LM

75% SolCol +

25% LM

rea Peri-urbana Dispersa

100% LM 100% LM

UrbanoPeri-

urbano denso

Peri-urbano disp.

UrbanoPeri-

urbano denso

Peri-urbano disp.

UrbanoPeri-

urbano denso

Peri-urbano disp.

Pop. 15 000 hab 5% 30% 65% 8% 33% 60% 8% 38% 55%15 000 < Pop. 30 000 hab 8% 33% 60% 8% 38% 55% 10% 40% 50%30 000 < Pop. 50 000 hab 8% 38% 55% 10% 40% 50% 10% 45% 45%50 000 < Pop. 100 000 hab 10% 40% 50% 10% 45% 45% 13% 58% 30%100 000 < Pop. 250 000 hab 10% 45% 45% 13% 58% 30% 15% 65% 20%250 000 < Pop. 500 000 hab 13% 58% 30% 15% 65% 20% 20% 70% 10%500 000 < Pop. 1 000 000 hab 15% 65% 20% 20% 70% 10% 25% 70% 5%Pop. > 1 000 000 hab 20% 70% 10% 25% 70% 5% 30% 70% 0%

Ano 0 (2015)

Dimenso do aglomerado

Ano 10 (2025) Ano 25 (2040)

Abastecimento de gua Saneamento

Fonte: PLANO DE INVESTIMENTOS DE GUA E SANEAMENTO DA ADMINISTRAO DE INFRA-ESTRUTURAS

DE GUAS E SANEAMENTO (AIAS)

18 a 20 de Fevereiro de 2014 Centro de Congressos do IST

INVESTIMENTOS NECESSRIOS Evoluo da Cobertura

Abastecimento de gua

Saneamento Magazine Energia & Ambiente Out/Dez 2010

0

2 000 000

4 000 000

6 000 000

8 000 000

10 000 000

12 000 000

14 000 000

16 000 000

18 000 000

20 000 000

2015

2016

2017

2018

2019

2020

2021

2022

2023

2024

2025

2026

2027

2028

2029

2030

2031

2032

2033

2034

2035

2036

2037

2038

2039

2040

Po

pu

la

o (

ha

b)

Ligao Domiciliria Torneira de Quintal Fontanrio Bomba Manual Populao

0

2 000 000

4 000 000

6 000 000

8 000 000

10 000 000

12 000 000

14 000 000

16 000 000

18 000 000

20 000 000

2015

2016

2017

2018

2019

2020

2021

2022

2023

2024

2025

2026

2027

2028

2029

2030

2031

2032

2033

2034

2035

2036

2037

2038

2039

2040

Pop

ula

o (

hab)

Ramal Domicilirio Fossa Sptica Latrina Melhorada Populao

Fonte: PLANO DE INVESTIMENTOS DE GUA E SANEAMENTO DA ADMINISTRAO DE INFRA-ESTRUTURAS

DE GUAS E SANEAMENTO (AIAS)

18 a 20 de Fevereiro de 2014 Centro de Congressos do IST

Niassa 1 100% 9 4% 78% 1Cabo Delgado 0 100% 6 4% 89% 1Nampula 1 100% 1 4% 70% 0Zambezia 1 100% 1 4% 65% 0Tete 1 100% 2 4% 81% 0Manica 0 100% 0 4% 60% 0Sofala 0 100% 0 4% 60% 0Inhambane 1 100% 1 4% 69% 0Gaza 0 100% 2 4% 66% 0Maputo 0 100% 0 4% 60% 0Total 5 100% 22 4% 71% 2

Cenrio Base

Comparticipao Investimentos

N Projectos Deficitrios (1)

ProvnciaCenrio de Reequilibrio do Projecto

N Projectos Deficitrios

Comparticipao Investimentos TE do AF

N cidades/ vilas com TE do AF > 4%

Legenda: TE do AF - taxa de esforo do agregado familiar(1) Projectos com VAL negativo, assumindo 100% de comparticipao a fundo perdido dos investimentos necessrios

Abastecimento de gua e Saneamento AIAS

AVALIAO ECONMICO-FINANCEIRA Resultados da Anlise de Viabilidade

Fonte: PLANO DE INVESTIMENTOS DE GUA E SANEAMENTO DA ADMINISTRAO DE INFRA-ESTRUTURAS

DE GUAS E SANEAMENTO (AIAS)

18 a 20 de Fevereiro de 2014 Centro de Congressos do IST

MELHORIA DAS CONDIES SANITRIAS DA POPULAO prioridade onde essa melhoria seja mais relevante em termos de sade pblica;

NVEL DE IMPLEMENTAO DAS INFRA-ESTRUTURAS DE ABASTECIMENTO DE GUA nas cidades/ vilas com uma forte dinmica de implementao de ligaes domicilirias ou torneiras de quintal, a resoluo dos problemas das guas residuais deve ser uma questo prioritria;

RENTABILIZAO DOS INVESTIMENTOS - servir mais gente por cada unidade monetria investida; dar prioridade s cidades onde o investimento por habitante mais baixo;

SUSTENTABILIDADE DOS PROJECTOS - dar prioridade aos projectos onde maior a capacidade de os sustentar com menor comparticipao a fundo perdido.

Critrios para a Implementao dos Investimentos

18 a 20 de Fevereiro de 2014 Centro de Congressos do IST

importante conhecer onde estamos para escolher o melhor caminho.

importante saber para onde vamos e o caminho mais sustentvel. Quanto melhor planearmos a viagem menores sero os precalos.

COOPERAO

antonio.jorge.monteiro@tecnico.ulisboa.pt

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