A sociologia e a sociedade

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<ul><li> 1. O A L U N O N A S O C I E D A D E O Q U E U M S O C I L O G O F A Z O U T R A V I S O D A R E A L I D A D E O H O M E M U M A N I M A L S O C I A L ( A R I S T O T E L E S ) A Sociologia e a Sociedade </li></ul> <p> 2. A Sociologia ... A Sociologia uma das Cincias Humanas que tem como objetos de estudo a sociedade, a sua organizao social e os processos que interligam os indivduos em grupos, instituies e associaes. O termo Sociologia foi criado em 1838 (sc. XIX) por Auguste Comte. Mas foi com Karl Marx, mile Durkheim e Max Weber que a Sociologia tomou corpo e seus fundamentos como cincia foram institucionalizados. 3. A Sociologia ... A Sociologia surgiu como disciplina no sculo XVIII, como resposta acadmica para um desafio que estava surgindo: o incio da sociedade moderna. A Sociologia surge ento para compreender as novas formas das sociedades, suas estruturas e organizaes. O conhecimento sociolgico, por meio dos seus conceitos, teorias e mtodos, constituem um instrumento de compreenso da realidade social e de suas mltiplas redes ou relaes sociais. 4. A Sociologia ... Os socilogos estudam e pesquisam as estruturas da sociedade, como grupos tnicos (indgenas, aborgenes, ribeirinhos etc.), classes sociais (de trabalhadores, esportistas, empresrios, polticos etc.), gnero (homem, mulher, criana), violncia (crimes violentos ou no, trnsito, corrupo etc.), alm de instituies como famlia, Estado, escola, religio etc. Sendo uma disciplina humanstica, a Sociologia uma forma significativa de conscincia social e de formao de esprito crtico. 5. Toda educao humana deve preparar cada um a viver para os outros! (Auguste Comte) 6. A sociedade e cada meio social particular determinam o ideal que a educao realiza (mile Durkheim) 7. A histria ensina- nos que o homem no teria alcanado o possvel se, muitas vezes, no tivesse tentado o impossvel! (Max Weber) 8. Os Filsofos se limitaram a interpretar o mundo de diversas maneiras; o que importa modifica-lo! (Karl Marx) 9. O jovem na sociedade Ainda no vivemos em uma sociedade justa, mas sob o ponto de vista dos direitos, o Brasil melhor hoje do que era h 20 anos. Uma grande preocupao com a participao poltica no Pas, principalmente dos jovens. Os adolescentes no tm demonstrado tanto mpeto de participao como os jovens de 1988. 10. O jovem na sociedade Lcia Stumpf, presidente da UNE (Unio Nacional dos Estudantes), tambm reconhece que a Constituio de 1988 garantiu a liberdade democrtica e, em decorrncia, houve muitos avanos, principalmente na Educao pela luta estudantil. Mas, quanto participao poltica dos jovens, a estudante pensa de forma diferente. 11. O jovem na sociedade Lcia enfatiza que, antes da Constituio de 1988, havia ainda uma represso ditatorial muito grande, que gerava a necessidade de uma resistncia bastante radicalizada pelos jovens, que optavam pela luta contra o regime ditatorial. O que h hoje so novas formas de participao em lutas especficas (em defesa do meio ambiente ou dos direitos da mulher, por exemplo) e novos instrumentos que ajudam na mobilizao da juventude. 12. Muitos Jovens HOJE! 13. UNE no perodo da Ditadura Militar no Brasil! 14. UNE no perodo da Ditadura Militar no Brasil! 15. UNE no perodo da Ditadura Militar no Brasil! 16. Manifestaes acontecida no nosso contemporneo! 17. Manifestaes acontecida no nosso contemporneo! 18. Muitos Jovens HOJE! 19. Muitos Jovens HOJE! 20. Gerao Coca-Cola Legio Urbana Quando nascemos fomos programados A receber o que vocs Nos empurraram com os enlatados Dos U.S.A., de 9 s 6 Desde pequenos ns comemos lixo Comercial e industrial Mas agora chegou nossa vez Vamos cuspir de volta o lixo em cima de vocs Somos os filhos da revoluo Somos burgueses sem religio Somos o futuro da nao Gerao Coca-Cola Depois de 20 anos na escola No difcil aprender Todas as manhas do seu jogo sujo No assim que tem que ser Vamos fazer nosso dever de casa E a ento vocs vo ver Suas crianas derrubando reis Fazer comdia no cinema com as suas leis Somos os filhos da revoluo Somos burgueses sem religio Somos o futuro da nao Gerao Coca-Cola Gerao Coca-Cola Gerao Coca-Cola Gerao Coca-Cola Depois de 20 anos na escola No difcil aprender Todas as manhas do seu jogo sujo No assim que tem que ser ... 21. A Funo de um socilogo Os socilogos so os profissionais que estudam os fenmenos resultantes das relaes sociais que se estabelecem entre indivduos e/ou grupos. Procuram perceber a realidade social analisando os mecanismos de relacionamento humano (ex.: a amizade) e as formas de organizao social (ex.: a famlia). Dado que a realidade social se apresenta como um vasto campo de aco para os socilogos, estes acabam geralmente por trabalhar num ramo particular da sociologia, nomeadamente: poltico e administrativo, do territrio, do ambiente, da educao, da famlia, do trabalho, das organizaes, da comunicao, da cultura, do desenvolvimento, da sade, das religies, entre outros. 22. A Funo de um socilogo Dentro de cada domnio de especializao, os socilogos podem desenvolver trabalho sobre temas to diversos como o insucesso escolar, a integrao social das minorias tnicas e culturais, os movimentos migratrios, o aparecimento de novos movimentos religiosos, os fenmenos ligados pobreza e excluso social, o surgimento de novos modelos familiares, a imagem das instituies polticas junto da opinio pblica e muitos outros. 23. A Funo de um socilogo Para analisar a realidade social estes profissionais tm, em primeiro lugar, que se distanciar das explicaes aparentemente bvias e das opinies preconceituosas que possam existir acerca do fenmeno social em estudo, para de seguida caracteriz-lo. Por exemplo, ao analisar o insucesso escolar os socilogos podem deparar-se com opinies do tipo: "existe insucesso escolar porque os professores de hoje no sabem ensinar". Assim, o primeiro procedimento que devem ter pr em causa a validade desse argumento, e no aceit-lo logo como verdadeiro. Este procedimento designa-se por ruptura com o senso-comum. 24. O humano se estabelece na imitao: um homem torna-se um homem quando imita outro homem! (Theodor Adorno) 25. Se as coisas continuarem como antes, eis a catstrofe! (Walter Benjamim) 26. As pessoas no tem coragem de quebrar o tabu e dizer: vamos discutir a questo! (Fernando H. Cardoso) 27. Um povo educado no aceitaria as condies de misria e desemprego como as que temos! (Florestan Fernandes) 28. Outra Viso da Realidade Muitas vezes , certas idias so tomadas como certeza pela humanidade;idias de carter material ou somente coisas do nosso interior,de relevncia pessoal. Quando estas aparentam, em algum momento, diferente daquela essncia que tiveram pra ns, nos surpreendemos e a partir de ento, da forma que est, se torna a mais nova certeza, realidade. 29. Com o passar das experincias, vamos desconstruindo o que era concreto, enxergando as certezas com um olhar duvidoso. Nestas horas nos damos conta de que o valor da nossa realidade depende do potencial de interao e que em tudo existe potencial, a realizao deste depende das nossas aes. Outra Viso da Realidade 30. Portanto a sociedade se torna aquilo que achamos que , ela se modifica e se denomina tudo atravs do nosso ponto de vista. Com isso o socilogo deve deixar seus conhecimentos prvios de lado e adquirir o mximo conhecimento possvel, sobre o objeto a ser estudado. A sociedade como um quebra cabea... Outra Viso da Realidade 31. Quantas Pernas tem o Elefante 32. Quantas pontas tem o objeto 33. Triangulo de dados est em p ou deitado 34. O que voc ver nessa imagem 35. Essas Imagens so Diferentes 36. Essas Imagens so Diferentes 37. Essas Imagens so Diferentes 38. Essas Imagens so Diferentes 39. Sociedade Alternativa - Raul Seixas Viva! Viva! Viva A Sociedade Alternativa (Viva! Viva!) Viva! Viva! Viva A Sociedade Alternativa (Viva O Novo Aeon!) Viva! Viva! Viva A Sociedade Alternativa (Viva! Viva! Viva!) Viva! Viva! Viva A Sociedade Alternativa... Se eu quero e voc quer Tomar banho de chapu Ou esperar Papai Noel Ou discutir Carlos Gardel Ento v! Faz o que tu queres Pois tudo Da Lei! Da Lei! Viva! Viva! Refro Mas se eu quero e voc quer Tomar banho de chapu Ou discutir Carlos Gardel Ou esperar Papai Noel Ento v! Faz o que tu queres Pois tudo Da Lei! Da Lei! Refro "-O nmero 666 Chama-se Aleister Crowley" Viva! Viva! Viva! A Sociedade Alternativa "-Faz o que tu queres H de ser tudo da lei" Viva! Viva! Viva! A Sociedade Alternativa "-A Lei de Thelema" Viva! Viva! Viva A Sociedade Alternativa "-A Lei do forte Essa a nossa lei E a alegria do mundo" Viva! Viva! Viva A Sociedade Alternativa (Viva! Viva! Viva!)... 40. O Homem um Animal social! Aristteles fundamenta a tese que o homem um animal social dizendo que a unio entre os homens natural, porque o homem um ser naturalmente carente, que necessita de coisas e de outras pessoas para alcanar a sua plenitude. ARISTOTELES AFIRMA: As primeiras unies entre pessoas, oriundas de uma necessidade natural, so aquelas entre seres incapazes de existir um sem o outro, ou seja, a unio da mulher e do homem para perpetuao da espcie. 41. O Homem um Animal social! Ou seja, o homem nasce com propsito de viver em sociedade, assim a ordem fica sendo assim: O homem se une com a mulher e formam uma famlia; Uma famlia se unem com outras famlias e formam as tribos; Uma tribo se unem com outras tribos e formam a cidade; E assim surge o estado. </p>

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