a sociedade francesa no século xvii. (gravura francesa, séc. xviii)

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  • A sociedade francesa no sculo XVII
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  • (Gravura francesa, sc. XVIII)
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  • A convocao dos Estado Gerais
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  • Que o Terceiro Estado? Que o Terceiro Estado? Tudo. Que tem sido at agora na ordem poltica? Nada.Que deseja? Vir a ser alguma coisa(...) O Terceiro Estado forma em todos os setores os dezenove/vinte avos, com a diferena de que ele encarregado de tudo o que existe de verdadeiramente penoso, de todos os trabalhos que a ordem privilegiada se recusa a cumprir. Os lugares lucrativos e honorficos so ocupados pelos membros da ordem privilegiada... Quem, portanto, ousaria dizer que o Terceiro Estado no tem em si tudo o que necessrio para formar uma nao completa? Ele o homem forte e robusto que tem um dos braos ainda acorrentado. Se suprimssemos a ordem privilegiada, a nao no seria algo de menos e sim alguma coisa mais. Assim, que o Terceiro Estado? Tudo, mas um tudo livre e florescente. Nada pode caminhar sem ele, tudo iria infinitamente melhor sem os outros(...) (Abade de Sieys. Que o Terceiro Estado? 1789)
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  • (Sans Coulottes)
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  • A queima dos ttulos de um senhorio eclesistico (...) Todos os habitantes das aldeias de (...) transportaram-se tumultuosamente, em nmero aproximado de 500 a 600 pessoas, dita abadia [...] Entraram em chusma na cmara do dito Reverendo Dom Prior [...] em seguida entraram nos arquivos donde tiraram todos os ttulos e papis, mesmo os livros de contas e outros actos que encontraram nos apartamentos dos Reverendos Dom Prior e Sub-Prior; transportaram tudo para o ptio da abadia, onde os amontoaram e foraram os dois ltimos e o dito Reverendo Dom Demolire a deitar-lhes fogo e imediatamente os ditos ttulos e papis foram inteiramente consumidos (...) No dia seguinte, retiraram-se com ameaas (...) de excessos mais terrveis que os primeiros (...) (Fonte: FREITA, Gustavo de. 900 textos e documentos de Histria. Lisboa: Pltano, s/d. v. III.)
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  • A Assemblia Nacional (1789 1792)
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  • (Declarao dos Direitos dos Homes e dos Cidado)
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  • Os representantes do povo francs, constitudos em Assemblia nacional, considerando que a ignorncia, o esquecimento ou o desprezo dos direitos do homem so as causas nicas das infelicidades pblicas e da corrupo dos governos, resolvem expor, numa declarao solene, os direitos naturais, inalienveis e sagrados do homem, a fim de que esta declarao, constantemente presente a todos os membros do corpo social, lhes lembre sem cessar seus direitos e seus deveres. Artigo 1. Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos. As distines sociais no podem ser fundamentadas seno sobre a utilidade comum. Declarao dos Direitos do Homem e do Cidado (26 de agosto de 1789)
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  • Os representantes do povo francs, constitudos em Assemblia nacional, considerando que a ignorncia, o esquecimento ou o desprezo dos direitos do homem so as causas nicas das infelicidades pblicas e da corrupo dos governos, resolvem expor, numa declarao solene, os direitos naturais, inalienveis e sagrados do homem, a fim de que esta declarao, constantemente presente a todos os membros do corpo social, lhes lembre sem cessar seus direitos e seus deveres. Artigo 1. Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos. As distines sociais no podem ser fundamentadas seno sobre a utilidade comum. Declarao dos Direitos do Homem e do Cidado (26 de agosto de 1789)
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  • Artigo 2. A finalidade de toda associao poltica a conservao dos direitos naturais e imprescritveis do homem. Esses direitos so: a liberdade, a prosperidade, a segurana e a resistncia opresso. Artigo 3. O princpio de toda soberania reside essencialmente na nao; nenhum corpo, nenhum indivduo pode exercer autoridade que dela no emane expressamente. Artigo 17. Sendo a propriedade um direito inviolvel e sagrado, dela ningum pode ser privado, salvo quando a necessidade pblica, legalmente verificada, o exigir evidentemente e com a condio de uma justa e prvia indenizao.
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  • Artigo 2. A finalidade de toda associao poltica a conservao dos direitos naturais e imprescritveis do homem. Esses direitos so: a liberdade, a prosperidade, a segurana e a resistncia opresso. Artigo 3. O princpio de toda soberania reside essencialmente na nao; nenhum corpo, nenhum indivduo pode exercer autoridade que dela no emane expressamente. Artigo 17. Sendo a propriedade um direito inviolvel e sagrado, dela ningum pode ser privado, salvo quando a necessidade pblica, legalmente verificada, o exigir evidentemente e com a condio de uma justa e prvia indenizao.
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  • A Assemblia Nacional (Disposio dos grupos polticos) (Esquerda) Jacobinos (Centro) Plancie (Direita) Girondinos Programa Poltico Radicais Repblica Programa Poltico Conservadores Monarquia Constitucional (Pequena burguesia) (Grande burguesia)
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  • Constituio Francesa de 1791 A Assemblia Nacional, desejando estabelecer a Constituio francesa sobre a base dos princpios que ela acaba de reconhecer e declarar, abole irrevogavelmente as instituies que ferem a liberdade e a igualdade dos direitos. No h mais nobreza, nem pariato, nem distines hereditrias, nem distines de ordens, nem regime feudal, nem justias patrimoniais, nem qualquer dos ttulos, denominaes e prerrogativas que deles derivavam (...)
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  • CAPTULO II Da Realeza, da Regncia e dos Ministros Seo primeira. Da Realeza e do Rei Artigo 1. A Realeza indivisvel e hereditariamente delegada de varo a varo, pela ordem de primogenitura, em excluso perptua das mulheres e de sua descendncia. Artigo 3. No existe na Frana autoridade superior da Lei. O Rei reina por ela e no pode exigir a obedincia seno em nome da lei. Artigo 4. O Rei, no ato de sua elevao ao trono, ou a partir do momento em que tiver atingido a maioridade, prestar Nao, na presena do Corpo legislativo, o juramento de ser fiel Nao e Lei, de empregar todo poder que lhe foi delegado para, manter a Constituio decretada pela Assemblia Nacional constituinte nos anos de 1789, 1791, e de fazer executar as leis (...)
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  • A Conveno Nacional (1792 1795)
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  • A Marselhesa
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  • Avante, filhos da Ptria, O dia da Glria chegou! Contra ns da tirania, O estandarte ensanguentado se ergueu.(bis) Ouvis nos campos Rugir esses ferozes soldados? Vm eles at os vossos braos Degolar vossos filhos, vossas mulheres! s armas, cidados, Formai vossos batalhes, Marchemos, marchemos! Que um sangue impuro Irrigue os nossos campos arados! O que quer essa horda de escravos, De traidores, de reis conjurados? Para quem (so) esses ignbeis entraves, Esses grilhes h muito tempo preparados? (bis) Allons enfants de la Patrie, Le jour de gloire est arriv! Contre nous de la tyrannie, L'tendard sanglant est lev, (bis) Entendez-vous dans les campagnes Mugir ces froces soldats? Ils viennent jusque dans vos bras gorger vos fils, vos compagnes! Aux armes, citoyens, Formez vos bataillons, Marchons, marchons! Qu'un sang impur Abreuve nos sillons! Que veut cette horde d'esclaves, De tratres, de rois conjurs? Pour qui ces ignobles entraves, Ces fers ds longtemps prpars? (bis)
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  • Franais, pour nous, ah! quel outrage Quels transports il doit exciter! C'est nous qu'on ose mditer De rendre l'antique esclavage! Refro Quoi! des cohortes trangres Feraient la loi dans nos foyers! Quoi! ces phalanges mercenaires Terrasseraient nos fiers guerriers! (bis) Grand Dieu! par des mains enchanes Nos fronts sous le joug se ploieraient De vils despotes deviendraient Les matres de nos destines! Refro Franceses, para ns, ah! que ultraje Que comoo deve suscitar! a ns que ousam considerar Fazer retornar antiga escravido! Refro O qu! Tais multides estrangeiras Fariam a lei em nossos lares! O qu! Essas falanges mercenrias Arrasariam os nossos nobres guerreiros! (bis) Grande Deus! Por mos acorrentadas Nossas frontes sob o jugo se curvariam E dspotas vis tornar-se-iam Os mestres dos nossos destinos! Refro
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  • Tremblez, tyrans et vous perfides L'opprobre de tous les partis, Tremblez! vos projets parricides Vont enfin recevoir leurs prix ! (bis) Tout est soldat pour vous combattre, S'ils tombent, nos jeunes hros, La terre en produit de nouveaux, Contre vous tout prts se battre ! Refro Franais, en guerriers magnanimes, Portez ou retenez vos coups! pargnez ces tristes victimes, regret s'armant contre nous. (bis) Mais ces despotes sanguinaires, Mais ces complices de Bouill, Tous ces tigres qui, sans piti, Dchirent le sein de leur mre ! Tremei, tiranos! e vs prfidos, O oprbrio de todos os partidos, Tremei! vossos projectos parricidas Vo finalmente receber seu preo! (bis) Somos todos soldados para vos combater. Se tombarem os nossos jovens heris, A terra novos produzir, Contra vs, todos prestes a lutarem! Refro Franceses, guerreiros magnnimos, Levai ou retende os vossos tiros! Poupai essas tristes vtimas, A contragosto armando-se contra ns. (bis) Mas esses dspotas sanguinrios, Mas esses cmplices de Bouill, Todos os tigres que, sem piedade, Rasgam o seio de suas mes!
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  • Amour sacr de la Patrie, Conduis, soutiens nos bras vengeurs Libert, Libert chrie, Combats avec tes dfenseurs ! (bis) Sous nos drapeaux que la victoir