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BIG MEANS NOTHING, BE WISE A “indústria” de fraude no Brasil Uma análise sobre a “indústria” de fraude no Brasil e como o uso de avançados softwares analíticos de inteligência e correlação de dados pode aumentar a receita das empresas através da detecção preditiva da fraude dinâmica Maio, 2014

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Você sabia que enquanto você está lendo este texto, uma tentativa de fraude já aconteceu no Brasil? Isso mesmo! A cada 15 segundos uma tentativa de fraude acontece no Brasil, é o que diz a Serasa Experian, e que a Wiseminer traz neste estudo consolidado sobre a complexa "indústria" de fraude no Brasil. Nós da Wiseminer sabemos como a sua empresa pode incrementar a receita e o lucro operacional através da prevenção e detecção preditiva de fraudes e garantia da receita. Entre em contato conosco : [email protected]

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BIG MEANS NOTHING, BE WISE

A “indústria” de fraude no BrasilUma análise sobre a “indústria” de fraude no Brasil e como o

uso de avançados softwares analíticos de inteligência e correlação de dados pode aumentar a receita das empresas

através da detecção preditiva da fraude dinâmica

Maio, 2014

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Dados de Fraudes no Brasil

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Telefonia supera bancos e lidera ranking de fraudes no Brasil

Apenas 15 segundos: este é o tempo médio que dura o intervalo, no Brasil, entre uma tentativa e outra de se aplicar a fraude conhecida como roubo de identidade, em que dados pessoais são usados por criminosos para firmar negócios sob falsidade ideológica ou mesmo obter crédito com a intenção de não honrar os pagamentos.

A informação faz parte do Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes – Consumidor, divulgada nesta sexta-feira, 23/08, que registrou entre janeiro e julho de 2013, 1,21 milhão de tentativas de fraudes.

O Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes – Consumidor mostra ainda que, nos primeiros sete meses de 2013, lideraram os registros os setores de Telefonia e Serviços.

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Comparação: Jan-Jul 2011 / Jan-Jul 2013

Ainda segundo o Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes – Consumidor, houve um aumento de aproximadamente 8% nos registros de fraudes nos primeiros sete meses de 2011 em relação ao mesmo período de 2013.

O estudo também aponta um rápido crescimento de 80% no registro de fraudes no setor de Telefonia nos primeiros sete meses de 2013 em comparação com o mesmo período de 2011.

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16,3 segundos0-100 Km/hVW Gol 1.0

78 segundosTempo de decolagem do A-380

19,19 segundosRecorde Mundial 200mUsain Bolt

9,58 segundosRecorde Mundial 100mUsain Bolt

15,8 segundosUma tentativa de fraude no Brasil

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No Brasil, uma tentativa de fraude a cada 15,8 segundos

De acordo com o Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes – Consumidor, divulgado em 25 de março de 2014, o mês de fevereiro registrou 152.907 tentativas de fraude por roubo de identidade, em que dados pessoais são usados por criminosos para firmar negócios sob falsidade ideológica ou mesmo obter crédito com a intenção de não honrar os pagamentos.

Em relação a fevereiro de 2013, houve um aumento de 3,2%. Os números de fevereiro de 2014, representam uma tentativa de fraude a cada 15,8 segundos! O indicador também registrou alta de 5,9% na comparação bimestral (janeiro a fevereiro de 2014 contra o mesmo período de 2013).

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Principais tentativas de golpe

A Serasa Experian responde diariamente a 6 milhões de consultas, auxiliando 500 mil empresas de diversos portes e segmentos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio, desde a prospecção até a recuperação.

Segundo o Serasa Experian, as principais tentativas de golpe apontadas pelo indicador estão nas operações de:

• Emissão de cartões de crédito: o golpista solicita um cartão de crédito usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima e o prejuízo para o emissor do cartão.

• Financiamento de eletrônicos (Varejo): o golpista compra um bem eletrônico (TV, aparelho de som, celular, etc.) usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima.

• Telefonia móvel: Compra de celulares com documentos falsos ou roubados.

• Abertura de conta em bancos: golpista abre conta em um banco usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima. Neste caso, toda a “cadeia” de produtos oferecidos (cartões, cheques, empréstimos pré-aprovados) potencializa possível prejuízo às vítimas, aos bancos e ao comércio.

• Compra de automóveis: golpista compra o automóvel usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima.

• Abertura de empresas: dados roubados também podem ser usados na abertura de empresas, que serviriam de ‘fachada’ para a aplicação de golpes no mercado.

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As fraudes com cartão de crédito e o impacto no comércio

eletrônico (e-commerce)

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Brasil ocupa o 5º lugar no ranking mundial de cartão de créditoUm levantamento realizado pela Aite Group, empresa norte americana de pesquisas sobre o mercado internacional e serviços financeiros, constatou que o Brasil ocupa o 5º lugar no ranking dos países com maior número de registros de fraudes e golpes envolvendo cartões de crédito, e o 7º lugar em fraudes incluindo também os cartões de débito.

Somente em 2012, foram contabilizados cerca de R$ 1,4 bilhões em perdas com fraudes de cartão de crédito. E o problema se agrava a cada ano, já que, em 2013, o número de fraudes financeiras envolvendo cartões cresceu 5,9% e chegou a mais de R$ 1.5 bilhões.

Ainda de acordo com a pesquisa, nos últimos 5 anos, 33% dos brasileiros que possuem cartão de crédito tiveram algum tipo de experiência com fraude de cartões. A principal delas é a clonagem.

Com a proximidade da Copa do Mundo no Brasil, a grande preocupação agora é de que esses números aumentem ainda mais, devido à presença massiva de turistas estrangeiros no país. O governo brasileiro espera gerar mais de R$ 142 bilhões adicionais na receita do país com o mundial de futebol. E parte desse volume de operações financeiras, principalmente de estrangeiros, deve ser realizada com dinheiro de plástico.

Percentual de transações fraudulentas com cartão de crédito Percentual de transações fraudulentas com cartão de crédito e débito

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Registro de número de fraudes no e-commerce por região no Brasil

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Apenas 30% das lojas virtuais do Brasil estão ativas

Uma pesquisa publicada em agosto de 2011 pela Ecommerce School, sobre o mercado de trabalho no e-commerce brasileiro, revelou que àquela altura existiam no país um total de 23 mil lojas virtuais, sendo que desse total apenas 30% encontravam-se efetivamente “ativas”, ou seja, investindo em divulgação e com um volume de pelo menos dez vendas por mês. Mais alarmante ainda é o dado de que mais de 60% das lojas virtuais que são abertas no Brasil fecham com menos de 1 ano de existência.

O problema é que, como a barreira de entrada no mercado é muito baixa, muitos amadores despreparados embarcam nessa “onda” por conveniência ou porque estão desempregados e veem no e-commerce um conto de fadas. Hoje é possível abrir lojas virtuais franqueadas com menos de R$ 50,00 por mês, mas além do despreparoos os problemas com fraudes eletrônicas e Chargeback são os principais motivadores do fracasso.

Na lista abaixo as principais causas do fracasso de lojas virtuais no Brasil:

• Falta de Planejamento• Falta de Foco no Mercado

• Improviso na Modelagem do Negócio

• Mão de Obra não qualificada

• Divulgação ineficiente• Inércia Digital

• Fraudes Pagamento Online gerando Chargeback• Falta de Monitoramento

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Usuários de internet no Brasil: aumento de 826% em 11 anos

O número de pessoas com acesso à Internet é a base do crescimento do ecommerce no Brasil. Em 2001 eram 12 milhões de pessoas com acesso a Internet, o que representava 7,6% da população brasileira. Em 2013, o Brasil fechou o ano com aproximadamente 99 milhões de pessoas conectadas a web. Esse número representa mais de 52% da população brasileira e um salto de 826% em relação ao número de usuários em 2001.

Especialistas prevêem que em 2017 o número de usuários aumente mais 24% em relação a 2013.

O aumento do número de pessoas conectadas na internet, é claro, reflete diretamente no número de compradores digitais e transações eletrônica, e com isso também aumentam as fraudes. De 2013 até 2017 serão mais 15 milhões de consumidores digitais, um crescimento de 50% em relação a 2013 e o investimento das empresas em sistemas preditivos anti-fraude deve ser imprescindível para evitar perdas.

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Maiores sites de e-commerce no Brasil por valor de compra e valor médio por cliente

Dados de 2012

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O crescimento do e-commerce no Brasil

Enquanto o mercado tradicional de varejo cresceu apenas 4,3% em 2013, em relação a 2012, o mercado de comércio eletrônico cresceu 15% no mesmo período e espara-se um crescimento em torno de 12% para o ano de 2014 e de 39% em 2017 (em relação a base de 2013).

Segundo um estudo da Braspag, divuldago em junho de 2012, o e-commerce brasileiro representava apenas 2% de todo o comércio varejista no país, contra aproximadamente 8% de países como os EUA por exemplo. A pesquisa ainda concluia que os varejistas Pureplayers – aqueles que possuem somente operações de comércio na internet – corresponderam por 20% das vendas dos varejistas multicanais.

Segundo uma pesquisa da FGV em 2013 a relação computador por habitante no Brasil era de 3:5, mas até 2016, segundo essa mesma pesquisa, a relação chegará a 1:1. O que não significa que cada habitante terá efetivamente acesso a um computador pois é normal no país uma pessoa ter mais de um computador em casa. No entanto o crescimento do uso da internet no Brasil, principalmente através de smartdevices (smartphones e tablets) vai acelerar o comércio eletrônico fazendo com que o mercado cresça em números absolutos, mas o crescimento percentual ano-ano será menor de 2014 até 2017.

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Fraudes com cartão de crédito criam barreiras de entrada e saída no e-commerce

As fraudes com cartões de crédito no e-commerce são um dos maiores problemas de todo gestor de risco, e o cenário tende a piorar a cada dia.

Estudos apontam que em 2017 serão no Brasil 123 milhões de usuários de internet, um crescimento de 24% em relação a 2013. Isso significa que o volume de transações online vai aumentar e com isso o número de fraudes também. Com a disseminação do hábito de comprar pela Internet no Brasil, os criminosos estão desenvolvendo diversas técnicas de fraudes em lojas virtuais, criando barreiras de entrada entrada, e saída do negócio de e-commerce. Muitas lojas virtuais fecham com grandes prejuízos e contas a pagar para operadoras de cartão de crédito por não terem um sistema anti-fraude preditivo, eficiente e dinâmico.

No Brasil, mais de 60% das lojas virtuais que são abertas fecham com menos de 1 ano de existência. Além da falta de conhecimento sobre o que realmente é o comércio virtual, e a falta de preparação da administração e do pessoal encarregado do gerenciamento da loja, as fraudes com cartões de crédito no e-commerce são apontadas como um dos principais motivos de fechamento de lojas virtuais no Brasil, principalmente em função do chargeback, o estorno por parte das administradoras, de valores já pagos ao lojista.

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Os principais tipos de fraudes com cartões de crédito no e-commerce

As fraudes com cartões de crédito no e-commerce, em sua essência, podem ser definidas em três categorias distintas:

Fraude EfetivaÉ a fraude com cartões de crédito no e-commerce deliberadamente cometida por um estelionatário que acessa a loja virtual e efetua a compra como se fosse o titular do cartão roubado. Por ter todos os dados necessários à compra, o processo transcorre normalmente sem qualquer problema. Aadministradora de cartões de crédito recebe a requisição e aprova a transação dando início ao processo de entrega do produto.Quando o titular do cartão recebe a fatura, entra em contato com a administradora e questiona o lançamento alegando não reconhecer aquela compra, o que gera imediatamente o chargeback. O resultado é que o lojista fica sem o produto e sem o dinheiro da venda.Essa é uma das fraudes com cartões de crédito mais comuns no e-commerce brasileiro, mas felizmente pode ser facilmente identificada quando a loja adota um bom sistema anti-fraude.

Auto-FraudeA auto-fraude é a situação na qual o verdadeiro titular do cartão, agindo de má fé, efetua a compra na loja virtual e depois alega não reconhecer aquela compra, exigindo o estorno do lançamento em sua fatura. É uma situação muito mais comum do que se imagina e praticamente não tem como ser identificada pelo gestor de e-commerce. O problema só não é maior porque as administradoras passam a monitorar os clientes que fazem dessa prática um hábito.

Fraude AmigaEsse também é um tipo de fraude muito comum no comércio eletrônico. É aquela situação em que a compra é feita por uma pessoas relacionada ao titular do cartão e que tem acesso a todas as informações para concretização da compra, como por exemplo, parentes próximos como filhos, esposa, marido ou irmãos.Nesse caso não existe má fé propriamente dita, mas a falta de conhecimento do titular do cartão sobre aquela conta, leva ao pedido de cancelamento da mesma e o seu consequente chargeback.Essa também é uma situação bem comum, e igualmente difícil de ser previamente identificada. Felizmente, a experiência mostra que em muitos casos o titular do cartão, após ser contatado pela loja virtual, acaba por reconhecer a compra, após identificar o verdadeiro agente da compra.

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Outros motivos para o Chargeback

O chargeback por desacordo comercial não chega a ser considerado uma fraude, embora alguns clientes mal intencionados se valham dessa situação para provocar fraudes no e-commerce. Infelizmente, muitas fraudes com cartões de crédito no e-commerce acabam se revestido de uma capa de legalidade.

Uma situação de desacordo comercial ocorre quando o cliente alega que houve um problema qualquer na transação comercial como, por exemplo, erro no preenchimento dos dados do comprador, divergência de assinaturas ou insatisfação do cliente com o produto adquirido.

As empresas de e-commerce podem se precaver deste tipo de fraude “legal” com o uso do Wiseminer, criando e realimentando diariamente uma base dinâmica de clientes com inteligência de dados para análise de risco e scoring e correlacionamento de bases internas e externas capaz de identificar em segundos se o cliente que está realizando a transação é ou não um potencial fraudador, antes de autorizar a compra.

A questão das fraudes com cartões de crédito em lojas virtuais é realmente ameaçadora e deve ser levada em consideração em qualquer projeto de e-commerce.

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SQF – Sistema de Quantificação da FraudeJulho de 2013, referente a 2012 - CNseg

Fraudes em seguros

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Composição dos indicadores

Sinistro [1]: Valores dos sinistros nos ramos e períodos em que as Seguradoras participaram com dados efetivos ou estimados.

Sinistro Suspeito [2]: Valores dos sinistros com características típicas de fraude, indicadas por filtros automatizados, por analistas de sinistros ou por outros tipos de procedimentos internos.

Sinistro Investigado [2]: Valores dos sinistros com características típicas de fraude e que foram alvo de alguma ação de investigação, seja pelo analista de sinistros, seja por serviços de sindicância — internos ou externos à Seguradora — ou por outro tipo de investigação.

Sinistro com Fraude Detectada [2]: Valores dos sinistros com fraude detectada pelas Seguradoras, podendo ter sido ou não comprovada. Inclui os Sinistros com Fraudes Comprovadas.

Sinistro com Fraude Comprovada [2]: Valores dos sinistros com fraude detectada e comprovada, tendo sido os sinistros negados.

Prêmio Ganho: Parcela do prêmio referente ao período de tempo de risco já decorrido.

[1] Valores apurados a partir dos dados estatísticos oficiais divulgados pela CNSeg, levando-se em consideração os ramos,

períodos e as Seguradoras que informaram os valores que compõem o indicador básico em questão.

[2] Valores preenchidos pelas Seguradoras, via SQF - Sistema de Qualificação de Fraude.

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Representação gráfica dos indicadores

75%

Em torno de 25% dos sinistros são suspeitas de fraude.

Em torno de 12% dos sinistros são fraudes detectadas ou comprovadas.

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Fraude em seguros – sinistro suspeito

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Fraude em seguros – fraude detectada

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Fraude em seguros – fraude comprovada

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Eficiência operacional e acuracidade

Vamos medir a eficiência dos sistemas anti-fraude e a acuracidade traçando um racional entre o total das fraudes detectadas com as fraudes comprovadas.

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Sinistro Suspeito : R$ 2,17 bilhõesSinistro Investigado: R$ 2,00 bilhõesFraude Detectada : R$ 0,45 bilhõesFraude Comprovada : R$ 0,34 bilhõesEficácia / Acuracidade : 75% ** Acuracidade = Fraude Detectada / Fraude Comprovada

Indicadores de fraude: todos os ramos (2012)

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Indicadores de fraude: 2010 a 2012

> R$ 3.0 bi Sinistro SuspeitoAumento de 16%

Fraude ComprovadaAumento de 1,13%

Fraude DetectadaRedução de 6,6%Ineficácia do sistema anti-fraude?

Importante observar neste gráfico que, de 2011 a 2012, o percentual de Sinistro Suspeito cresceu 16% e o percentual de Fraude Comprovada cresceu 1,13%. No entanto, o percentual de Fraude Detectada decresceu 6,6%, o que pode significar que o sistema anti-fraude não esteja detectando novas formas de fraude, causando assim prejuízo às seguradoras, que poderia chegar a mais de R$ 120 milhões.

26% 565,2

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Indicadores de fraude: ramos de seguros para automóvel, pessoas, patrimonial e DPVAT

+43%

+22%

+199%

+133%+194%

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Indicadores de fraude: transportes e demais ramos

+142%

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Fraudes em telefonia

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Telefonia no topo do Ranking

Como já mencionado anteriormente, segundo pesquisa da Serasa Experian, o setor de telefonia no Brasil assumiu o topo do ranking de tentativas de fraude, superando o setor bancário.

Ainda segundo a pesquisa, em 2013 foram 507,6 mil tentativas de fraude (1.391 fraudes/dia, ou 1 tentativa de fraude por minuto) apenas no setor de telefonia. Esses números correspondem a 42% de todas as tentativas de fraude no Brasil, quase o dobro do registrado pela mesma pesquisa no setor em 2011, que foi de 25%.

Ainda de acordo com a Serasa Experian, o crescimento das tentativas de fraudes no setor de telefonia e serviços está associado à popularização da internet, das mídias sociais e da necessidade de se ter um telefone e comprovante de endereço para prática de fraudes em outros setores como bancos de varejo e de crédito ao consumidor.

A pesquisa apurou ainda que, em alguns casos, os fraudadores criam uma identidade mesclando, por exemplo, a filiação de um consumidor com a data de nascimento de outro, e chegam até a usar os dados pessoais de falecidos para obter os serviços.

Entre as práticas mais comuns está há a apropriação de dados fornecidos em cadastros na internet. De posse de dados pessoais, os fraudadores compram um telefone para obter um comprovante de endereço e assim abrir contas em bancos, ter acesso a talões de cheques, cartão de crédito e empréstimos. Segundo a Serasa, os consumidores que tiveram seus documentos roubados têm dobrada a probabilidade de sofrer uma fraude.

Crescimento de Tentativas de Fraude em Telefonia

Fraudes

508k

2011 2012 2013 Ano

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Os tipos de fraude em telefonia

Segundo o site especializado em telecomunicações (www.teleco.com.br), são 12 os principais tipos de fraudes técnicas no setor de telefonia:

- Clonagem;

- Auto-clonagem;

- Telefone mágico;

- Sequestro de sinal;

- Fraude de Roaming;

- Fraude em serviços de valor agregado;

- Fraude de revenda;

- Fraude de Engenharia Social;

- Fraude Interna;

- Fraude de subscrição;

- Fraude de aparelho & aparelho subsidiado; e

- Fraude pré-pago

Os detalhes de cada tipo de fraude você encontra no site em referência.Referência: http://www.teleco.com.br/tutoriais/tutorialfraude/pagina_2.asp

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Os sistemas anti-fraude

Os Sistemas Antifraude se encaixam na maior parte no estágio da detecção. Os dados obtidos pelos sistemas também ajudam no estágio da análise, na investigação e de acusação. Geralmente, os sistemas antifraude monitoram a utilização (“uso") da rede celular, para detectar padrões da fraude. Arquitetura A figura ao lado representa a arquitetura de um Sistema Antifraude tradicional.

Quando uma chamada é realizada e completada (terminada) com sucesso e o assinante desliga o telefone celular, a ERB com a qual a EM estava se comunicando finaliza a conexão e a CCC grava o registro de sua chamada gerando um CDR ("Call Detail Record"). O sistema de mediação então coleta estes CDRs e os entrega a vários sistemas, entre eles o sistema antifraude.

Este tipo de análise é chamado de Pós-evento porque os CDRs são gravados somente depois que a chamada é completada ou terminada. Quanto mais cedo este CDRs alcancem o sistema antifraude, mais rapidamente a detecção poderá ser realizada.

Tipicamente, toda a atividade incomum ou suspeita resulta em um alarme. A análise destes alarmes, baseado em conhecimentos pré-configurados e adquirido pelo sistema e no padrão de comportamento do assinante, geram casos de fraude. Estes casos são então enviados aos analistas de fraude para análise e conclusão e podem assumir os seguintes resultados: Fraude, Não Fraude e Desconhecido.

Um conceito muito importante é aquele relativo aos casos de Fraudes Falso-positivas. O sistema cria um caso de fraude e o analista decide que não é fraude. Por mais que o sistema tenha informações sobre o padrão de comportamento do assinante e sua base de conhecimento esteja corretamente configurada, ainda assim podem existir situações que não se configuram em casos de fraude, após uma análise pormenorizada do analista de fraude.

Os sistemas antifraude tratam de volumes muito grandes de dados e são muito sensíveis ao desempenho. Cada vez mais estão recebendo dados de outras fontes da informação para não ficar limitados a técnicas da detecção em função do "uso". Essas informações adicionais podem ser: Informação de tarifação (Billing), Informações do assinante e informações de associações de proteção ao crédito (Exemplo: Serasa);

Os diversos relatórios e a definição de KPI (indicadores chaves do desempenho) são usados para monitorar o desempenho do sistema antifraude.

Fonte: Teleco05/26/2014

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Técnicas de detecção de fraude em telefonia

As técnicas de detecção de fraudes em telefonia podem ser divididas em dois grupos:

Técnicas EstáticasAs técnicas estáticas de detecção são:

● Detecção da colisão (sobreposição da chamada): determina se duas chamadas, supostamente do mesmo telefone ou serviço, ocorreram ao mesmo tempo.

● Verificação (geográfica) da velocidade: determina se duas chamadas, supostamente do mesmo telefone ou serviço, aos serem feitas em duas posições geográficas suficientemente distantes e num período muito curto de tempo, são passíveis de acontecerem.

● Desvio de Perfil de Uso: detecta quando um perfil individual de uso dos serviços da operadora recentemente calculado para um dado assinante difere de seu perfil de uso precedente por um valor maior que o definido pela operadora.

● Lista Negra: para cada chamada que chega ao sistema, são verificadas as listas de aparelhos roubados, MIN/ESN, e de IMSI que podem ser usados para a clonagem. Quando existe coincidência de informações, um caso de fraude é gerado para análise.

Técnicas Dinâmicas (Inteligentes)Estas técnicas se destinam a descobrir novos padrões e novas tendências de fraude, e são:

● Detecção de Padrões (Criação de Regras): Incrementa a experiência ou a intuição do Analista de Fraude com a aquisição contínua de conhecimento e de treinamento, o que permite a percepção de novos métodos de fraude e a definição das regras e padrões para encontrar mais fácil e rapidamente as fraudes.

● Rastreamento de Chamadas: executa a análise detalhada das chamadas recebidas e originadas de/para assinantes suspeitos de fraude. Através desta técnica, torna-se possível a visualização de todas as chamadas recebidas e originadas pelo assinante suspeito. É possível ainda, de modo gráfico, visualizar o encadeamento em vários níveis de um número desejado. Esta técnica é muito útil para descobrir prováveis novos fraudadores ou para a investigação policial.

● Repositório de Dados e Mineração de Dados ("Data Warehouse and Data Mining"): oferecem técnicas avançadas de análise através de métodos estatísticos e de inteligência artificial e de refinamentos sucessivos, a partir de dados de alto nível descendo a níveis de detalhes cada vez maiores para uma análise interativa. Através destas técnicas pode-se chegar a descoberta de novos padrões de fraude e a fraudes existentes ainda desconhecidas.

● Pontuação baseada em Redes Neurais: para cada novo caso de fraude, o sistema calcula uma pontuação como sendo a similaridade com os casos conhecidos, tanto em relação aos casos que os analistas de fraude decidiram considerar como sendo fraude, como os casos não fraude. Permite ao analista maior confiança para decidir se é ou não realmente fraude.

● Assinatura (Impressão Digital) do assinante: cria uma chave que identifica unicamente cada assinante por uma "assinatura" calculada baseado no "uso" e nos dados de tarifação. Um repositório de assinaturas é criado e é utilizado para verificar se novos assinantes não são fraudadores reincidentes.

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As fraudes em telefonia continuam liderando o ranking em 201422/05/2014Dados da Serasa Experian apontam que setor registrou 38% das tentativas de uso indevido de documentos para a acontratação de serviços.

Ainda segundo a Serasa Experian, em março de 2014, o setor de telefonia continuou como grande foco dos fraudadores e liderou as tentativas de fraudes com o uso indevido de dados pessoais. Em março de 2014 o segmento correspondeu a 38,1% do total de 155.399 casos de tentativa de fraude. Foram 59 mil casos de tentativa de fraude em telefone apenas no mês de março, o que demonstra que, a continuar neste ritmo de crescimento, o número de tentativas de fraude no setor este ano irá superar facilmente o de 2013 em quase 40%.Esse crescimento progressivo e constante das tentativas de fraude no setor preocupam as operadoras e demandam maior investimento em sistemas anti-fraude, principalmente em Técnicas Dinâmicas (Inteligentes) de detecção de fraude com o uso de softwares analíticos, como por exemplo, o Wiseminer (www.wiseminer.com.br) software responsável pela detecção deste tipo de fraude em uma das grandes operadoras de telefonia nacional.

Procuradas, as operadoras se manifestaram por meio de comunicados. A TIM afirmou que possui sistemas que monitoram o cadastro dos consumidores e processos preventivos que identificam as fraudes. “Os mecanismos de análise são aplicados desde o momento da contratação dos serviços”. A Nextel ressaltou que tem um departamento especial para atender e averiguar qualquer denúncia. Segundo o comunicado, a área é interligada ao departamento jurídico e analisa cada caso, recomendando ações específicas para a solução e esclarecimento do reclamante. A Oi informou que dispõe de um rigoroso sistema de monitoramento e adota medidas preventivas para coibir ações de fraude na contratação de serviços. “A empresa investe em aparato tecnológico e qualificação do pessoal para que os processos de detecção e prevenção à fraude sejam a cada dia aprimorados”. Já a Claro disse que está preparada para atuar, interna e externamente, para coibir as ações de fraudes de subscrição, “seja nos pontos de venda, por meio da utilização de sistemas de detecção e a realização de treinamentos de capacitação de seus vendedores, seja no pós-venda, com o monitoramento constante da base de clientes, a fim de evitar a exposição negativa da vítima deste tipo de ação”.

Fonte: Brasil Econômico05/26/2014

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Conclusão

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Conclusão

Em relatório divulgado pela Serasa Experian, a empresa aponta um crescimento de 0,8% nas tentativas de fraude ao consumidor em abril na comparação com o mês de março deste ano (2014). Esse valor correspondeu a 156.663 tentativas de fraude na prática conhecida como roubo de identidade.

Este resultado representou uma tentativa de fraude a cada 16,5 segundos no Brasil, um número assustador, mas que representou uma queda de 9% em relação aos valores anuais apurados em 2013 pela Serasa Experian. Mas esse resultado pode piorar, principalmente no segundo semestre com os eventos como a Copa do Mundo e as festas de final de ano.

O setor de telefonia continua liderando com 36.5% das tentativas de fraude. Em segundo com 32.3% está o setor de serviços (construtoras, imobiliárias, seguradoras e outros), em terceiro está o setor bancário com 21% do total das tentativas de fraude, seguido pelo setor de varejo que representou 8.4% das investidas contra os consumidores em abril.

Os números parecem melhores que do ano anterior, mas acredito que a tendência é que os números sejam piores no segundo semestre e as empresas precisam investir alto em tecnologia de sistemas anti-fraude, principalmente de detecção de fraudes dinâmicas, investigação, auditoria e garantia da receita.

Detectar uma fraude com antecedência não é “economia”, ou caso de polícia, é incremento da receita operacional e do lucro. As áreas de Fraude e Garantia da Receita devem ser vistas como áreas estratégicas de negócio, com um grande potencial de incremento de receita, se bem administrada e com as ferramentas certas.

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