A INCLUSÃO EDUCACIONAL NO ENSINO DE FÍSICA: O USO ?· Ainda que tenhamos atualmente profissionais…

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<ul><li><p>A INCLUSO EDUCACIONAL NO ENSINO DE FSICA: O USO DE </p><p>EXPERIMENTOS COMO ABORDAGEM PARA ALUNOS COM </p><p>DEFICINCIA </p><p>Autor: Hallyson da Silva Pinto (1); Co-autor: Edilma Ferreira da Silva (2); Co-autor: Jlio </p><p>Csar de Queiroz Silveira (3); Co-autor: Andra Raquel da Silva Lima (4); Orientador: </p><p>Luciano Feitosa do Nascimento (5) </p><p> (1) IFPB Campus: Campina Grande, hallysondasilva@gmail.com </p><p>(2) IFPB Campus: Campina Grande, edilma.ferreira@academico.ifpb.edu.br (3) IFPB Campus: Campina Grande, julioqueiroz15@gmail.com </p><p>(4) IFPB Campus: Campina Grande, andrea.lima@academico.ifpb.edu.br (5) IFPB Campus: Campina Grande, luciano.nascimento@ifpb.edu.br </p><p>Introduo </p><p> Ainda que tenhamos atualmente profissionais qualificados e experientes nas reas de </p><p>ensino de Fsica, os mesmos encontram dificuldades em trabalhar com alunos portadores </p><p>de necessidades especiais. Por outro lado, de forma geral, os alunos encontram dificuldades </p><p>na compreenso dos contedos apresentados. </p><p>Isso acontece porque a Fsica uma cincia que necessita de um grande poder de </p><p>abstrao (NASCIMENTO e SILVA, 2011, p.9). Este trabalho poder ter um impacto </p><p>muito positivo em relao aos alunos no s com necessidades especiais, mas sim para os </p><p>alunos em geral. Pois enfocaremos de forma principal suas dificuldades de apropriao dos </p><p>novos conhecimentos, utilizando os conhecimentos prvios dos alunos na construo dos </p><p>seus novos saberes, deixando-os certos que so capazes de produzir cincia, deixando de </p><p>lado que isso apenas tarefa restrita a certo grupo de pessoas conhecidas, de forma errnea, </p><p>como Gnios (MARTINS, 2007). </p><p>De acordo com Arajo e Abib (2003), as primeiras orientaes sistematizadas para o </p><p>ensino com atividades experimentais foram publicadas na Inglaterra por Edgeworth &amp; </p><p>Edgeworth (Edgeworth, 1815). A grande dificuldade que tem sido encontrada nas tentativas de instruir as </p><p>crianas em cincias tem ocorrido, pensamos ns, da maneira terica na qual </p><p>os preceptores tm procedido. O conhecimento que no pode ser </p><p>imediatamente aplicado rapidamente esquecido e nada alm da averso </p><p>relaciona-se ao trabalho intil na mente da criana... A conscincia (dos </p><p>estudantes) deve ser exercitada em experimentos e esses experimentos devem </p><p>ser simples, marcante e aplicvel para algum objeto do qual o aluno tenha um </p><p>interesse imediato. No estamos preocupados com a quantidade de </p><p>conhecimento que obtido em uma dada idade, mas estamos extremamente </p><p>ansiosos para que o desejo de aprender esteja crescendo permanentemente. [...] </p><p>Antes de o aluno ter conhecimento sobre os efeitos, eles no podem indagar </p><p>sobre as causas. A observao precisa preceder o raciocnio; e como a </p><p>capacidade de julgar no nada mais que a percepo dos resultados de </p><p>comparao, nunca devemos encorajar nossos alunos a emitirem opinio antes </p><p>que eles tenham adquirido algo da experincia (p.226, 329, 424). </p><p>mailto:hallysondasilva@mailto:edilma.ferreira@academico.ifpb.edu.brmailto:julioqueiroz15@gmail.commailto:andrea.lima@academico.ifpb.edu.mailto:luciano.nascimento@ifpb.edu.br</p></li><li><p>Conforme Pazzini (2009), no incio do sculo XX, John Dewey e outros </p><p>representantes da denominada educao progressiva defenderam uma abordagem do ensino </p><p>mais pragmtica e investigativa. Porm, at meados do sc. XX, as atividades de laboratrio </p><p>eram usadas quase que exclusivamente para ilustrar situaes trazidas pelo professor ou </p><p>pelo livro texto, sem haver um grande comprometimento com a fixao dos contedos </p><p>abordados. </p><p>No contexto da guerra fria, em meados do sculo passado, surgem os grandes projetos </p><p>para o ensino de cincias, como o Projeto Harvard entre outros, que tinham como principal </p><p>objetivo atrair jovens talentosos para carreiras tcnico-cientficas em um mundo (blico) </p><p>cada vez mais dependente de tecnologias. J no Brasil, tivemos a criao de alguns projetos </p><p>com que buscavam a criao de laboratrios escolares: FAI Fsica Auto-Instrutiva, PEF </p><p> Projeto de Ensino de Fsica, PBEF Projeto Brasileiro de Ensino de Fsica. Nos projetos </p><p>mencionados, encontramos uma mudana inovadora, para a poca, na qual a passividade </p><p>ao aluno era substituda pela tentativa da construo de um jovem cientista, que buscava </p><p>no apenas repetir um enunciado, e sim, buscava reproduzir o mais fidedignamente esta </p><p>ideia. </p><p>Ento, mesmo com aproximadamente 200 anos de utilizao de atividades </p><p>experimentais no Ensino, alguns pesquisadores como White (1996) argumentam que tais </p><p>atividades no conseguem suprir/complementar as necessidades do processo ensino-</p><p>aprendizagem, ora porque so pouco imaginativas, ora por pouco detalhamento no </p><p>processo de construo. Mesmo assim o autor concorda que as atividades so bastante </p><p>motivadoras, podendo desempenhar um papel primordial no ensino desde que sejam </p><p>melhor detalhadas. </p><p>Pinho Alves (2000) mostrou como as atividades experimentais foram incorporadas </p><p>enquanto recomendao curricular para o ensino da Fsica de modo a estabelecer um </p><p>consenso to forte a ponto de no encontrarmos na literatura nenhum autor que se posicione </p><p>contra a utilizao dessas atividades nos ambientes de aula (BRASIL, 1999). Ento </p><p>podemos dizer que desde que seja implantada com coerncia e exatido, as atividades </p><p>experimentais tem uma funo de mediao entre os dados experimentais e os enunciados </p><p>tericos. </p><p>Temos hoje em dia uma vasta gama de repositrios de materiais didticos, que vo </p><p>desde os livros didticos, at blogs e site especializados na internet, mas segundo Pazzini </p><p>(2009) observado o mau uso desses materiais, pois, tais atividades deveriam envolver no </p><p>apenas a simples manipulao de objetos e equipamentos com o propsito de constatar </p><p>fatos, mas, sobretudo, a manipulao de interpretaes e ideias sobre observaes e </p><p>fenmenos com o propsito de produzir conhecimento. Ou seja, no faz muito sentido a </p><p>reproduo de experimentos sem que haja o compromisso pela transmisso de </p><p>conhecimento, no caso de atividades experimentais voltadas para alunos com alguma </p><p>limitao o problema ainda pior, agravado pela quase que total inexistncia dos mesmos </p><p>na literatura. </p></li><li><p>Outra verificao que, apesar de sua importncia, a atividade experimental no </p><p>condio suficiente para promover uma mudana conceitual nos alunos, uma vez que ele </p><p>considera a necessidade da existncia de uma condio prvia para qualquer movimento </p><p>cognitivo: a motivao (LABURU, 2006). nesse cenrio que a experimentao pode ser </p><p>cativante de modo a estimular os estudantes a uma busca de modelos que podem ser </p><p>explicativos para as situaes fenomenolgicas, para alm de uma ateno momentnea </p><p>para os aspectos mais externos e evidentes dos fenmenos. Esses experimentos podero </p><p>servir como ponte para que os alunos venham a se dedicar mais durante as aulas, pois </p><p>esperado que com os experimentos os alunos tenham uma fundamentao terica boa para </p><p>seguirem nas aulas, ampliando cada vez mais a sua aprendizagem. </p><p>Este trabalho nasceu do interesse de docente(s) e estudantes do Curso de licenciatura </p><p>plena em Fsica do IFPB - Campus Campina Grande, em desenvolver uma ao capaz de </p><p>desenvolver experimentos que supram a falta de materiais especializados no ensino de </p><p>alunos com deficincia visual, bem como preparar os professores a como abordar os </p><p>contedos e manusear os experimentos. O objetivo principal ser preparar um kit com </p><p>atividades experimentais e um material didtico voltado para alunos com deficincia </p><p>visual. O trabalho extensionista desenvolvido atravs do projeto em tela consiste na </p><p>realizao de oficinas com os professores de cincias e Fsica das escolas parceiras. </p><p>Cuidados na escolha dos experimentos </p><p> De acordo Lavarda (2010), tudo deve ser simplificado: a coleta de materiais, a </p><p>montagem e o transporte dos experimentos. De fato, procuramos algo que seja o mais </p><p>prtico e possvel para o professor. Para a seleo dos materiais temos trs critrios </p><p>principais que dizem respeito ao custo, a disponibilidade dos materiais e as dimenses do </p><p>experimento. Porque no adianta de nada propormos uma atividade que seja muita cara </p><p>para os alunos, ou que no sejam encontrados no comercio da regio, e que no proporcione </p><p>boa visibilidade ao professor/aluno. </p><p>Quando o experimento de pequena dimenso, resta ao professor providenciar mais </p><p>materiais, de modo que a turma possa trabalhar em grupos. Que a reproduo possa ser </p><p>feita por qualquer pessoa, mesmo que no possua habilidades especiais. Acreditamos que </p><p>apenas o barateamento de experimentos tpicos de laboratrios universitrios no obteve </p><p>sucesso entre os professores do Ensino Mdio, justamente pelo fato de serem complexos. </p><p>As atividades experimentais podem se apresentar em diferentes formas no contexto </p><p>educacional, quase sempre vinculadas a diferentes propsitos, isto , a modalidade da </p><p>atividade experimental pode ser examinada em funo do objetivo a que ela se prope </p><p>(BORGES, 2002). </p><p>Entretanto, termos como atividades experimentais, atividades prticas, aulas de </p><p>laboratrio durante este longo perodo adquiriram significados mltiplos, abarcando uma </p><p>enorme modalidade de procedimentos, mas no fim podemos verificar que todas essas </p><p>denominaes convergem em um mesmo objetivo. Este modelo de aulas experimentais </p><p>muito comum nos pases mais desenvolvidos; porm, no Brasil, poucas so as escolas </p><p>regulares de ensino fundamental e mdio que possuem laboratrios. </p></li><li><p>A falta desse espao especfico no deve ser utilizada como justificativa para a no </p><p>realizao de atividades experimentais nas aulas, uma vez que esses espaos cumprem uma </p><p>funo de um modelo de trabalho experimental especfico e, outras opes podem ser </p><p>viabilizadas. Devido a esse fator restritivo, mas no determinante, optaremos por analisar </p><p>no apenas o rendimento do alunado no espao formal (laboratrio), como tambm em </p><p>atividades realizadas na sala de aula, ou em casa (GASPAR, 2005). </p><p>Outro fator bastante evidente relacionado com os experimentos est na falta de tempo </p><p>para o seu desenvolvimento, isso por que existe uma cobrana exacerbada da escola pelo </p><p>cumprimento do currculo, o que acaba se refletindo nos problemas relacionados </p><p>anteriormente, fazendo com que o professor seja no o mediador, mas sim um maestro, </p><p>no qual os alunos o seguem sem que haja total comprometimento com uma aprendizagem </p><p>mais significativa. </p><p>Metodologia </p><p>O principal objetivo deste trabalho desenvolver atividades experimentais que possam </p><p>ser desenvolvidas em diferentes ambientes, seja ele na sala de aula ou reproduzindo os </p><p>experimentos na sua prpria casa. O primeiro passo deste trabalho fazer um levantamento </p><p>na literatura das principais dificuldades dos Portadores de Necessidades Especiais - PNEs </p><p>encontram na assimilao dos conceitos fsicos. Neste levantamento ser utilizada uma </p><p>abordagem qualitativa, abordagem essa que segundo Lucke e Andr (1986), supe o contato </p><p>direto entre o pesquisador e seu objeto de estudo em um trabalho de campo que o coloque </p><p>como ser atuante na pesquisa, ainda sobre a pesquisa qualitativa podemos citar Forato (2009), </p><p>que de modo geral expe que uma anlise qualitativa possui certas caractersticas inerentes </p><p>como adotar o ambiente natural como fonte de dados e promover um contato mais direto do </p><p>pesquisador com o mesmo e analisar e tirar concluses a partir dos dados. </p><p>O roteiro das atividades ser desenvolvidos de maneira com que a linguagem no </p><p>chegue a destoar da compreenso dos alunos, e possa suprir as limitaes dos PNEs , com </p><p>nfase para alunos com deficincia visual, resultando assim em questes de fcil </p><p>entendimento que possibilitem resultados claros e coerentes (SANTOS, 2006; WANG, 1998). </p><p>Para tal limitao visual do aluno, sero propostas atividades experimentais com o </p><p>intuito de criar condies de discusso e contribuir para a construo de explicaes sobre o </p><p>fenmeno observado. Vale lembrar que, nesse caso, o experimento no ser realizado com a </p><p>inteno de confirmar o que a cincia diz (GIORDAN, 1999), mas sim como instrumento </p><p>gerador de discusso sobre as implicaes conceituais associadas ao fenmeno observado, </p><p>que busca mobilizar determinada concepo. </p><p>Eventualmente, algumas concepes podero no estar associadas a qualquer contexto </p><p>e podero ser modificadas ou reformuladas, no entanto, no consideraremos essa </p><p>possibilidade no mbito do modelo de ensino por mudana conceitual, mas uma evoluo nos </p><p>conceitos dos alunos (MORTIMER, 1996). </p><p>Por fim, iremos proporcionar aos professores das escolas parceiras cursos onde </p><p>apresentaremos no apenas os experimentos, mas tambm como trabalhar as temticas com </p><p>os alunos. Possibilitando assim um maior aproveitamento dos contedos ministrados. Os </p><p>experimentos sero propostos e testados no laboratrio de Fsica do IFPB-Campina, so </p><p>experimentos simples, os quais podem ser realizados na sala de aula, sem a necessidade de </p><p>que haja um laboratrio na escola (pois essa a grande dificuldade encontrada pelos </p><p>professores). </p></li><li><p>Resultados e Discusso </p><p> Para bem comear nossa pesquisa, buscamos as escolas parceiras para conhecer a </p><p>realidade dos alunos e dos professores, fazendo um levantamento dos contedos que mais </p><p>apresentam dificuldades nas aulas. Partimos dessas dificuldades e fomos analisar nas </p><p>literaturas maneiras viveis de combater tais problemticas, possveis experimentos que </p><p>facilitariam no ensino e aprendizagem, analisando sempre os trs critrios principais: custo, a </p><p>disponibilidade dos materiais e as dimenses do experimento. </p><p> Em um segundo momento comeamos a confeco dos experimentos, utilizando </p><p>MDFs, emborrachados, acrilcos e linhas, onde juntamente com o apoio do NAPNE (Ncleo </p><p>de Apoio a Pessoas com Necessidades Especiais) do IFPB Campus Campina Grande, </p><p>confeccionamos os nomes em braile dos devidos experimentos, para que fique mais fcil a </p><p>identificao e entendimento por parte dos alunos deficientes visuais. </p><p> Os primeiros experimentos preparados foi de ptica, comeando pelos mais bsicos, </p><p>porm fundamentais para o nicio do estudo desse ramo da Fsica, que foram os que possibilita </p><p>o aluno conhecer o que um raio de luz, feixes paralelos, feixes divergentes e convergentes, </p><p>os tipos de lentes, entre outros. Assim, com essa noo bsica poderemos avanar no Ensino </p><p>de ptica, com os demais experimentos. </p><p>Concluso </p><p> Ao trmino do nosso trabalho teremos proposto pelo menos dez experimentos e dois </p><p>manuais didticos que possibilitem aos alunos com deficincia, bem como para os seus </p><p>professores uma melhor forma a aprendizagem de Fsica. E iremos tambm ministrar cinco </p><p>cursos de capacitao para os professores das escolas conveniadas das cidades de Esperana, </p><p>Campina Grande, Juazeirinho e Alagoa Nova. </p><p>Referncias Bibliogrficas </p><p>BORGES, A. T. Novos rumos para o laboratrio escolar de cincias. Caderno Brasileiro de Ensino de Fsica, Santa Catarina, v. 19, n. 3, p. 291-313, 2002. </p><p>BRASIL. MEC SEB/CGEM - Ensino Mdio Inovador. Abril de 2009. </p><p> . MEC. Programa Nacional do Livro Didtico - Ensino Mdio. Braslia, 2004. </p><p> . Conselho Nacional de Educao. Parecer 17/2001, de 17/8/2001. Diretrizes Nacionais para a Educao Especial na Educao Bsica. Braslia: CNE, 2001. </p><p> . Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999. Poltica Nacional para a Integrao da Pessoa Portadora de Deficincia, 1999a. </p><p> . Secretaria de Educao Fundamental. Parmetros Curriculares Nacionais. Braslia: MC/SEF, 1999b. </p><p>COUTO, F. P. Atividades experimentais em aulas de fsica: repercusses na motivao dos estudantes, na dialogia e nos processos de modelagem. 2009. 155f. Dissertao (Mestrado em Educao e Cincias) Faculdade de Educao UFMG, Belo Horizonte, 2009. FORATO, T. A natureza da cincia como saber escolar: Um estudo de caso a partir da histria da luz. 2009. 220f. Tese de doutorado (ensino de cincias) Faculdade de educao da universidade de So Paulo, So Paulo, 2009. GASPAR, A.; MONTEIRO, I. C. C.; MONTEIRO, M. A. A. Um estudo sobre as atividades experimentais de demonstrao em sala de aula: proposta de uma fundamentao terica. Enseanza de las Cincias, Granada, v. extra, 2005. GIORDAN, M. O Papel da Experimentao no Ensino de Cincias. Qumica Nova na Escola, no.10, p. 43- 49, 1999. </p></li><li><p>LIMA, C.R.A.G.; LIMA, J.R.F.; CUNHA, K. S. O uso da experimentao de Fsica para melhoria da aprendizagem. IV Congresso Nacional de Educao CONEDU, 2017, de 15 a 17 de novembro, Joo Pessoa-PB. Disponvel em: http://editorarealize.com.br/revistas/conedu/resumo.php?idtrabalho=4324. Acesso em 10 fev. 2018. LDKE, M.; ANDR, M.E.D.A. Pesquisa em Educao: Abordagens qualitativas. So Paulo: EPU, 1986. MANTOAN, M. T. E. Todas as crianas so bem-vindas escola. Revista Profisso Docente, Uberaba, v.1, n.2, p. 1 -19, mai/ago. 2001. </p><p>MARTINS, A. F. P. Histria e filosofia da cincia no ensino: h muitas pedras nesse caminho..., Caderno Brasileiro de Ensino de Fsica, Florianpolis, v. 24, n. 1, p. 112-131, 2007. </p><p>NASCIMENTO, L.F.; SILVA, A. P. B. Histria e filosofia da cincia no ensino de fsica: uma proposta de roteiro para anlise de livros didticos do ensino mdio. 2011. 115f. Dissertao (Mestrado em Ensino de Cincias e Matemtica) Universidade Estadual da Paraba, Campina Grande, 2011. PINHO ALVES, J. Regras da transposio didtica aplicadas ao laboratrio didtico. Caderno Catarinense de Ensino de Fsica, Florianpolis, v. 17, n. 2, p. 174-188, ago. 2000. </p><p>WHITE, R.T. The link between the laboratory and learning. International Journal of Science Education, 18(7), 761-774, 1996. </p>http://editorarealize.com.br/revistas/conedu/resumo.php?idtrabalho=4324</li></ul>

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