a filosofia e_seu_nascimento

Download A filosofia e_seu_nascimento

Post on 09-Jul-2015

405 views

Category:

Education

0 download

Embed Size (px)

DESCRIPTION

A Filosofia e a sua origem.

TRANSCRIPT

Apresentao do PowerPoint

ETIMOLOGIA DA PALAVRA FILOSOFIA

Ela formada por termos gregos:philos aquele que ama ou tem sentimento de amigvel.Sophia- significa sabedoria.Amor sabedoria.Conforme a tradio histrica,a criao dessa palavra atribuda pelo filsofo e matemtico grego PITGORAS,que viveu no sculo VI a . C

O esprito filosfico no ausncia de pensamento;nem todo pensamento filosfico. O esprito filosfico est ausente quando:

No h esforo srio em buscar o significado das coisas;

as coisas so tomadas como provas sem que sejam compreendidas;

Os eventos e acontecimentos so deixados dispersos e desorganizados,em vez de sem coordenados e interpretados;

*a observao impensada,as idias so desconexas,a crena irrefletida e h dvidas sem exame.

EXEMPLOS DE ATITUDES ANTIFILOSFICAS:

QUANDO NO H COORDENAO DE IDIAS-

EX: A LOUCURA- FALTA DE SISTEMATIZAOFANTICOS RELIGIOSOS E OS EXTREMISTAS- CRIAM RAZES APARENTEMENTE LGICAS PARA SEU COMPORTAMENTO.MAS ENTO O QUE TER UM ESPRITO FILOSFICO?

SIGNIFICA UMA ATITUDE QUE DESEJA CONHECER A VERDADE DAS COISAS.

TEM COMO FINALIDADE COMPREENDER E CONHECER A RACIONALIDADE A ORIGEM E A ORDEM DO UNIVERSO E A ORGANIZAO RACIONAL DA NATUREZA

NASCIMENTO DA FILOSOFIA

FINAL DO SC. VII E INCIO DO SC. VI a . C NAS COLNIAS GREGAS DA SIA MENOR,NA CIDADE DE MILETO. E O PRIMEIRO FILSOFO FOI TALES DE MILETO.

A FILOSOFIA TAMBM POSSUI CONTEDO PRECIOSO AO NASCER: A COSMOLOGIA- COMPOSTA POR DUAS PALAVRAS COSMOS- MUNDO O ORGANIZADO, E LOGIA- QUE VEM DA PALAVRA LOGO,QUE SIGNIFICA PENSAMENTO RACIONAL.

DO MITO RAZO

DO GREGO MYTHOS,SIGNIFICA,ETIMOLOGICAMENTE, FBULAS

UMA NARRATIVA NA QUAL A PALAVRA USADA PARA TRANSMITIR E COMUNICAR COLETIVAMENTE A TRADIO ORAL,PRESERVANDO A SUA MEMRIA E GARANTINDO A CONTINUIDADE DA CULTURA.

EXPRESSAM A CAPACIDADE INICIAL DO SER HUMANO DE COMPREENDER O MUNDO,SURGEM MODELOS EXPLICATIVOS PARA SATISFAZER A CURIOSIDADE.

REFORAM A COESO DE SOCIAL SOB A FORMA DE RELATOS AGRADVEIS E FCEIS DE ENTENDER TRANSMITIDOS DE GERAO EM GERAO.

MITO

FUNO DO MITO REFORAR A TRADIO,ATRIBUINDO-LHE VALOR E PRESTGIO.(EX: MITO DA CRIAO)RITO ( RITUS) UMA CELEBRAO DE UM CULTO OU CERIMNIA FEITA DE ACORDO COM CERTAS REGRAS BASEADAS NA TRADIO RELIGIOSA OU SOCIOCULTURAL DE UM POVO OU GRUPO SOCIAL.

EXEMPLOS: CARNAVAL,FUTEBOL,FESTA DE ANO-NOVO,BAILES DE FORMATURA,CASAMENTOS,TROTE DE CALOUROS, NATAL,RIUAL DE PASSAGEM ( SEITA OU ORDEM ).

FBULAS-

Para melhor entendermos o papel que a Filosofia desempenha e, conseqentemente, o tipo de utilidade que tem,analisemos quatro histrias que, por analogia, ilustram as vrias perspectivas sob as quais pode ser feita a leitura de sua utilidade.A primeira histria uma fbula de Jean La Fontaine (1621- 1695);

PRIMEIRA HISTRIA A raposa e as uvasUma raposa esfomeada passava por debaixo de uma videira carregada de uvas maduras e, aparentemente, deliciosas. No podendo alcan-las, por ser a videira muito alta, consolou-se: Pecado que estejam verdes, uma porcaria!...

Interpretando as histrias PRIMEIRA HISTRIA - A raposa e as uvas

A fbula da raposa e das uvas aplica-se a muitas situaes da existncia humana. Expressa particularmente as experincias do cime, da cobia e da inveja. No nosso caso, podemos fazer uma analogia entre aqueles que, por no querer ou no terem chances de faz-lo, tm, a priori, uma atitude de desprezo em relao filosofia, sem uma clara idia do que ela venha a ser. Criam, ento, a imagem do filsofo como algum alienado, que fala bonito, mas nada diz. Tal como na fbula da raposa, por incapacidade ou preguia de ascender at a "montanha" da Filosofia, ridicularizam-na.

SEGUNDA HISTRIA - A roupa nova do reiCerta vez, um rei preparava uma grande festa para o casamento de sua filha. Para a ocasio, o rei desejava vestir uma roupa diferente, a mais bela que jamais tivesse sido usada. Para prepar-la, mandou convocar os melhores costureiros de seu reino, no entanto, nenhum deles foi hbil para realizar o desejo do rei. Correu ento a notcia da de que, num reino vizinho, havia um costureiro incomparvel e capaz de costurar tal roupa. O rei mandou contrat-lo imediatamente, a peso de ouro. O costureiro era realmente fantstico, mas tambm era preguioso e muito esperto. Como a festa j estivesse prxima e ele no tivesse costurado nada, espalhou o boato de que a roupa que estava preparando para o rei era to maravilhosa e especial que s as pessoas inteligentes seriam capazes de v-Ia. O costureiro fez com que o rei tambm ficasse sabendo das qualidades da roupa.

No dia da festa, o costureiro foi at os aposentos do rei para vesti-Ia. O rei no via roupa alguma, mas como no queria passar por ignorante, elogiava as vestes com que o costureiro fingia cobri-Ia. Quando entrou na capela real, lugar da realizao da cerimnia de casamento de sua filha, o rei estava completamente nu, mas nenhum convidado ousou dizer nada, nem gracejar, pois ningum queria passar por ignorante. Ao contrrio, muitos cochichavam entre si sobre a beleza da roupa real. No entanto, a umas tantas, algum do fundo da capela, ousou gritar: O rei est nu! Diante de tanta ousadia, alguns entreolharam-se estupefatos, sem saber o que dizer, outros voltaram-se contra o blasfemo, chamando-o de ignorante e querendo expuls-lo, enquanto alguns poucos concordaram com ele. INTERPRETANDO A HISTRIAA roupa nova do rei

O conto infantil da nudez do rei serve como analogia para expressar uma das caractersticas mais marcantes da FilosofiaFilosofar olhar criticamente a realidade que nos cerca. Significa no nos contentarmos com o que pensa a grande maioria, s pelo fato de ela assim pensar. procurar a verdade, mesmo que isto custe, muitas vezes, o preo de assumir algumas posies que levam a perturbar os outros, a incomodar o poder constitudo ou "mexer" com uma "verdade social". As ideologias estabelecidas tendem a se manter porque satisfazem aos interesses de certas classes ou instituies e ter a coragem de question-las significa assumir vrios tipos de riscos. O filsofo aquele que incomoda, por no se ajustar passivamente a idias petrificadas. No tem medo de dizer aquilo que pensa, mesma isto lhe custe caro, como foi o caso de Scrates.

TERCEIRA HISTRIA - O pastorzinho mentiroso

Era uma vez um pastorzinho que passava muito tempo cuidando de suas ovelhas.E como se aborrecia com isso,ficava inventando maneira de se divertir.Um dia,decidiu divertir-se custas de alguns camponeses que trabalhavam perto dali e comeou a gritar: _ socorro! Socorro! O lobo vem ai.Todos os camponeses acudiram,armados com suas enxadas e dispostos a defender o menino e o rebanho.O pastorzinho achou graa e todos ficaram zangados.Mas chegou um dia em que o lobo apareceu de verdade e ningum foi acudir o pastorzinho(...).MORAL DA HISTRIA- Quem engana os outros,perde a confiana de todos... Fbula de Esopo



Quem nunca ouviu falar em Scrates? Tantos anos e os clssicos pensamentos conhea-te a ti mesmo e sei que nada sei ainda permanecem vivo no pensamento da humanidade.

Costumam atribuir a Scrates - erroneamente - a fundao da filosofia. No foi, mas sem dvidas foi um marco da Filosofia.

At ento, no perodo pr-socrtico esta havia se voltado para a origem do Universo e as causas das transformaes da Natureza.

J no perodo socrtico, esta se volta fundamentalmente para as questes humanas, a tica, a poltica, o conhecimento, etc.

Elementos favorecidos pela democracia que criou condies para que os homens que quisessem fazer poltica deveriam saber falar em pblico e defender suas idias.

A COISA MAIS BELA QUE O HOMEM PODE EXPERIMENTAR O SENTIDO DO MISTRIO. A FONTE DE TODA VERDADEIRA ARTE E DE TODA VERDADEIRA CINCIA.QUEM NUNCA EXPERIMENTOU ESSA SENSAO,ENCONTRA-SE MORTO;SEUS OLHOS ESTO FECHADOS.(...) ALBERT EINSTEIN

MICHELNGELO - A CRIAO

PROFESSOR: Luiz Antonio SyprianoDISCIPLINA: FILOSOFIABIBLIOGRAFIA:

CONVITE FILOSOFIAMARILENA CHAU

FBULAS- ESOPO

COLEO A OBRA PRIMA DE CADA AUTOR. ( MAXI)

FILOSOFANDO

ARANHAARRUDA