A Cultura Da Pimenta-do-reino

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<ul><li><p>PLANTARPimenta--do-reino</p><p>cole o</p><p>FRU</p><p>TEIR</p><p>AS</p><p>SRIE</p><p>VERM</p><p>ELHA</p><p>ediorev. e amp.</p><p>2</p></li><li><p>Embrapa Informao TecnolgicaBraslia, DF</p><p>2006</p><p>Empresa Brasileira de Pesquisa AgropecuriaEmbrapa Amaznia OrientalMinistrio da Agricultura, Pecuria e Abastecimento</p><p>A CULTURA DAPIMENTA-DO-REINO</p><p>2a edio revista e ampliada</p></li><li><p>2 Embrapa 2006</p><p>Todos os direitos reservadosA reproduo no autorizada desta publicao, no todo ou em parte,</p><p>constitui violao dos direitos autorais (Lei no 9.610).Dados Internacionais de Catalogao na Publicao (CIP)</p><p>Embrapa Informao Tecnolgica</p><p>A cultura da-pimenta-do-reino. 2. ed. rev. amp. Braslia,DF: Embrapa Informao Tecnolgica, 2006.</p><p>73 p. : il. (Coleo Plantar, 55).</p><p>ISBN 85-7383-...-..</p><p>1. Colheita. 2. Doena. 3. Beneficiamento. 4. Plantio. 5.Variedade. I. Embrapa Amaznia Oriental. II. Coleo.</p><p>Coleo Plantar, 55</p><p>Produo editorial: Embrapa Informao Tecnolgica</p><p>Coordenao editorial: Fernando do Amaral PereiraMayara Rosa CarneiroLucilene Maria de Andrade</p><p>Reviso de texto e tratamento editorial: Francisco C. MartinsEditorao eletrnica: Wamir Soares Ribeiro JniorIlustrao da capa: lvaro Evandro X. NunesFotos:</p><p>1a edio1a impresso (2005): 1.000 exemplares</p><p>CDD 633.84</p></li><li><p>3AutoresElizabeth Ying ChuEng. Agrn., M.Sc., em Microbiologia do Solo,pesquisadora da Embrapa Amaznia Oriental, Belm, PA.eying@cpatu.embrapa.br</p><p>Gladys Ferreira de SouzaEng. Agrn., D.Sc., em Solos e Nutrio de Plantas,pesquisadora da Embrapa Amaznia Oriental, Belm, PA.gladys@cpatu.embrapa.br</p><p>Herclito Eugnio Oliveira da ConceioEng. Agrn., D.Sc., em Fitotecnia,pesquisador da Embrapa Amaznia Oriental, Belm, PA.heraclito@cpatu.embrapa.br</p><p>Marli Costa PoltronieriEng. Agrn., M.Sc. em Melhoramento de Plantas,pesquisadora da Embrapa Amaznia Oriental, Belm, PA.marli@cpatu.embrapa.br</p><p>Maria de Lourdes Reis DuarteEng Agrn. Ph.D., em Fitopatologia,pesquisadora Embrapa Amaznia Oriental, Belm, PA.mlourdes@cpatu.embrapa.br</p><p>Oriel Filgueira LemosEng. Agrn., D.Sc., Melhoramento de Plantas,pesquisador da Embrapa Amaznia Oriental, Belm, PA.oriel@cpatu.embrapa.br</p></li><li><p>4Raimundo Freire de Oliveira,Eng. Agrn., M.Sc., em Solos e Nutrio de Plantas,pesquisador da Embrapa Amaznia Oriental, Belm, PA.freire@cpatu.embrapa.br</p><p>Ruth Linda Benchimol,Eng. Agrn., D.Sc., Cincias Biolgicas,pesquisadora da Embrapa Amaznia Oriental, Belm, PA.rlinda@cpatu.embrapa.br</p></li><li><p>5O agronegcio brasileiro carente de informaesdirecionadas ao pequeno produtor. O objetivo daColeo Plantar preencher essa lacuna com informa-es oportunas e precisas sobre como produzir hortali-as, frutas e gros numa rea do stio ou da fazenda, ouat mesmo num quintal.</p><p>Elaborado em linguagem conceitual simples edireta, o texto de cada ttulo dirigido ao produtor familiar,na certeza de que essas informaes vo contribuir paraa gerao de mais alimentos, renda e emprego para osbrasileiros, permitindo, assim, que a agricultura familiarincorpore-se ao agronegcio.</p><p>No momento em que o agronegcio conquista omercado internacional, a Embrapa InformaoTecnolgica reafirma a importncia desta coleodidtica como referncia para o produtor familiar produzircom segu-rana, qualidade e eficincia.</p><p>Fernando do Amaral PereiraGerente-Geral</p><p>Embrapa Informao Tecnolgica</p><p>Apresentao</p></li><li><p>6</p></li><li><p>7Sumrio</p><p>Introduo .............................................. 9Clima e Solo ........................................... 10Cultivares................................................ 11Produo de Mudas ............................... 17Sistema de Produo ............................. 26Tratos culturais ....................................... 36Cultivo Sombreado ................................ 40Controle de Doenas.............................. 45Controle de Pragas ................................. 62Colheita e Beneficiamento ...................... 64Cuidados Ps-colheita ........................... 67Composio Qumica ............................ 69Coeficientes Tcnicos ............................ 70</p></li><li><p>8</p></li><li><p>9IntroduoA pimenta-do-reino originria da n-</p><p>dia e, desde a dcada de 1930, quando foiintroduzida no Brasil, por imigrantes japo-neses, tem sido o suporte econmico depequenos e grandes produtores da RegioAmaznica.</p><p>Em 2004, existiam, no Par, 30 mil hec-tares plantados, que produziram 30 mil tonela-das de pimenta-do-reino seca, correspondendoa cerca de 85% da produo nacional. O res-tante foi produzido no Esprito Santo (8,5%) ena Bahia (5,5%). Maranho, Cear e Parabaresponderam por apenas 1% da produo quecorresponde a 0,5 tonelada anual (IBGE, 2003).</p><p>Apesar da reduo anual de 10% na reade plantio, como resultado da incidncia dedoenas e da queda de preos no mercadointernacional, h sinais de recuperao, gra-as reduo da oferta do produto.</p></li><li><p>10</p><p>A pimenta-do-reino vendida nomercado externo como pimenta-preta,pimenta-branca e pimenta-verde ou emsalmoura, ao passo que no mercado interno,ela comercializada como pimenta-preta ebranca, pimenta em p e misturada a outroscondimentos, principalmente cominho.Subprodutos como piperina e oleorresina _extrados de gros chochos de pimenta _so utilizados nas indstrias de embutidos,perfumaria e farmacutica, cujos preospodem atingir at trs vezes o valor obtidodo produto comercializado na forma degros.</p><p>Clima e Solo</p><p>O clima ideal para a pimenta-do-reino o quente e mido, com precipitao pluvialanual entre 1.500 mm e 3.000 mm, bem dis-tribudos na maior parte do ano. A umidade</p></li><li><p>11</p><p>relativa do ar deve situar-se entre 80% e 88%,a temperatura mdia, entre 23C e 28C e obrilho solar, acima de 2.000 horas/ano.</p><p>A pimenta-do-reino adapta-se e crescebem em diversos tipos de solo, especialmenteos bem drenados e com teor de argila sufi-ciente para reter umidade durante o perodomais seco do ano. reas de terra firme sopreferveis, no sendo recomendados ossolos de vrzeas que, embora de boa fertili-dade, so encharcados e midos, o que ostorna imprprios para o cultivo, pela defici-ncia de oxignio que prejudica o desenvol-vimento do sistema radicular da planta, fa-vorecendo o aparecimento de fungospatognicos ou oportunistas.</p><p>Cultivares</p><p>As cultivares adotadas nas principaisreas produtoras so as seguintes:</p></li><li><p>12</p><p>Apra _ Oriunda de estacas de plantas-matrizes provenientes do Estado de Kerala,sul da ndia, na dcada de 1980, tem folhaslargas, com 8,8 cm de largura e comprimentomdio de 13,8 cm, espigas longas, comcomprimento mdio de 12,0 cm, e vriasfileiras de frutos grados (0,53 cm dedimetro). Sua produo mdia de3,5 kg/planta. Deve ser cultivada em sistemaconsorciado com fruteiras, espcies arbrease algumas essncias florestais.</p><p>A pimenta-preta dessa cultivar tem aseguinte composio qumica: 5,41% de le-os essenciais, 14,8% de oleorresina, 8,97%de resina e 55,06% de piperina. Essa culti-var resistente murcha-amarela (Fusariumoxysporum).Bragantina _ Lanada pela EmbrapaAmaznia Oriental em 1982, para usocomercial no Par. Origina-se de propagaovegetativa do hbrido Panniyur-1, obtido da</p></li><li><p>13</p><p>Estao Experimental de Panniyur, Estadode Kerala, ndia. Possui folhas largas,cordiformes, espigas muito longas, comcomprimento mdio de 14 cm, floresbissexuais e frutos grados. Sua caracte-rstica dominante o broto verde-claro.Produz 3,0 kg/planta de pimenta seca, coma seguinte composio qumica: 4,75% deleos essenciais, 14,01 de oleorresina, 10,06de resina e 41,56% de piperina. recomen-dada para ambientes com maior precipitaopluvial.</p><p>Cingapura _ Essa cultivar originria dematerial vegetativo proveniente da Kuching,explorada na Malsia. A partir do terceiroano de cultivo, apresenta a forma cilndrica,ramificao inclinada (45), folhas estreitas,espigas curtas, com comprimento mdio de7,0 cm, e frutos de tamanho mdio. Apresentaproduo mdia de 2,5 kg/planta.</p></li><li><p>14</p><p>A pimenta-preta dessa cultivar tem aseguinte composio qumica: 2,37% de le-os essenciais, 8,37% de oleorresina, 6,0%de resina e 69,09% de piperina.</p><p> medianamente resistente murcha-amarela.</p><p>Guajarina _ Oriunda da cultivar ArkulanMunda, introduzida da ndia, em 1976,lanada pela Embrapa Amaznia Oriental em1982, com o nome de Guajarina. Suas prin-cipais caractersticas so folhas lanceoladasde cor verde-escura, espigas longas, comcomprimento mdio de 12 cm e 90% deflores bissexuais, e frutos grados. Produz3,0 kg/planta.</p><p>A pimenta-preta dessa cultivar tem4,22% de leos essenciais, 11,28% deoleorresina, 7,06% de resina e 39,37% depiperina.</p></li><li><p>15</p><p> altamente suscetvel murcha-ama-rela.</p><p>Iaar-1 _ Oriunda de polinizao aberta,foi introduzida da ndia, em 1981. A plantadessa cultivar tem formato cilndrico e folhasestreitas de tamanho mdio. Os ramos decrescimento apresentam razes adventciasbem desenvolvidas. A espiga tem compri-mento mdio de 9,0 cm, repleta de frutose apresenta casca espessa. Produz 2,6 kg/planta, sendo a colheita realizada de agostoa outubro.</p><p>A pimenta-preta dessa cultivar tem a se-guinte composio qumica: 3,48% de le-os essenciais, 10,03% de leorresina, 6,85%de resina e 45,09% de piperina. resistente murcha-amarela.</p><p>Kottanadan-1 _ Introduzida da ndia, em1981, por meio de material vegetativo. Temformato cilndrico quando adulta e fortes</p></li><li><p>16</p><p>razes adventcias. As folhas so largas e detamanho mdio, as inflorescncias sobissexuais, e as espigas so de comprimen-to mdio, com cerca de 13,0 cm e bom en-chimento.</p><p>A colheita tem incio em agosto, pro-longando-se at outubro. Produz 3,2 kg/planta a partir do terceiro ano de cultivo.</p><p>A pimenta dessa cultivar tem a seguin-te composio qumica: 5,33% de leosessenciais, 12,70 % de oleorresina, 7,37%de resina e 56,16% de piperina. resistente murcha-amarela.</p><p>Kuthiravally _ Procedente da ndia e intro-duzida no Brasil em 1981, por meio deestacas. Tem folhas largas e espigas compri-das mdias, com 12,0 cm de comprimentoe extremidade encurvada, repleta de frutosgrados (0,49 cm) e maturao tardia,ocorrendo entre setembro e novembro.</p></li><li><p>17</p><p>Produz 3,2 kg/planta e sua pimenta-pretatem a seguinte composio qumica: 5,7%de leos essenciais, 11,65% de oleorresina,5,98% de resina e 56,39% de piperina. altamente resistente murcha-amarela.</p><p>Todas as cultivares so suscetveis podrido-das-razes (Fusarium solani f. sp.piperis), ao mosaico (CMV-Pn), ao mos-queado-amarelo (PYMV) e queima-do-fio(Koleroga noxia).</p><p>Produo de MudasA pimenteira-do-reino pode ser</p><p>propagada por estacas semilenhosas pr-enraizadas, por mudas herbceas e porsementes.</p><p> A propagao por sementes s usadaem trabalhos de melhoramento gentico, pororiginar plantas fracas que s produzemdepois de 6 a 8 anos.</p></li><li><p>18</p><p> A propagao por estacas semilenhosasfoi praticamente abandonada por causa dadesuniformidade das plantas no primeiro anode cultivo, da perda de material no campo,da necessidade de poda de formao e porcausa da comprovao da disseminao dospatgenos Fusarium solani f. sp. piperis edo vrus causador do mosaico (CMV-Pn)por estacas oriundas de pimentais afetados.</p><p> As mudas herbceas apresentam as se-guintes vantagens em relao s estacassemilenhosas:</p><p> Evitam a disseminao da fusariose edo mosaico.</p><p> Reduzem a perda de material vege-tativo no campo.</p><p> Permitem a formao de pimentaismais uniformes.</p><p> Eliminam as prticas de capao (elimi-</p></li><li><p>19</p><p>nao da primeira florao) e da poda deformao.</p><p>A produo de mudas herbceas, paracomercializao, deve obedecer as normase padres estabelecidos pelo Ministrio daAgricultura, Pecuria e Abastecimento(Mapa).</p><p>Os campos de matrizes podem serestabelecidos em sistemas de tutoresinclinados e verticais. A nova tecnologiade produo de mudas emprega estacasherbceas (de tecido ainda jovem, de corverde) com 1 a 2 ns, e uma folha presaao n superior (Fig. 1).</p><p>No sistema de tutores inclinados,constrem-se canteiros de 4 m de compri-mento e 2 m de largura, enterrando-se osestaces em sistema de espaldeiras, emposio inclinada, e distanciados de 50 cm,em reas sombreadas (Fig. 2).</p></li><li><p>20</p><p>Fig. 1. Estacas de 1, 2 e 4 ns.</p><p>Fig. 2. Espaldeira para produo de estacas herbceasde pimenta-do-reino</p></li><li><p>21</p><p>A adubao deve basear-se no resul-tado da anlise do solo. Para solos de baixafertilidade (Latossolo Amarelo), recomenda-se a abertura de um sulco a 50 cm de dis-tncia dos estaces, nos dois lados daespaldeira, devendo-se adicionar, no sulco,de 4 m de comprimento, 100 kg de matriaorgnica curtida (esterco de gado, cama-de-avirio, torta de mamona, etc.), 10 kg decalcrio dolomtico (aplicado 30 dias antesda matria orgnica), 1,5 kg de superfosfatotriplo e 2 kg de termofosfato.</p><p>A adubao com potssio (K) e nitro-gnio (N) deve ser parcelada em quatrovezes, a intervalos mensais, aplicando-se 20 gde cloreto de potssio e 25 g de uria porplanta, por aplicao.</p><p>Aps 8 meses do plantio, as plantasso cortadas a 1 m acima do solo, para pro-duo de estacas com 2 ns e 1 folha. O</p></li><li><p>22</p><p>tratamento fitossanitrio feito mergulhando-se as estacas em soluo aquosa dosfungicidas Carbendazin (Derosal), Tiaben-dazol (Tecto) ou Tebuconazol (Folicur) nadose de 1 g/L ou 1 mL/L, durante 15 a 20minutos: 1.000 L de calda fungicida sosuficientes para tratar de 5 mil a 6 mil estacas.</p><p>O pr-enraizamento das estacas (Fig.3, 4 e 5) pode ser feito em canteiros de 30 a50 cm de altura, de 1 a 1,5 m de largura e</p><p>Fig. 3. Propagao da pimenta-do-reino com estacas de doisns.</p></li><li><p>23</p><p>Fig. 4. Muda enraizada aps 15 dias, no pr-enraizador.</p><p>Fig. 5. Muda oriundade estaca herbceacom 2 ns e 1 folha.</p></li><li><p>24</p><p>comprimento de acordo com a necessidade,preparados com substrato de areia lavadaou casca de arroz carbonizada.</p><p>As estacas devem ser plantadas emposio inclinada com a folha de fora. Asmudas devem permanecer no pr-enraizadorde 30 a 45 dias, quando ento so trans-feridas para sacos de plstico (de 27 cm x17 cm x 0,10 cm) contendo de 2,5 kg a3,0 kg de substrato composto da seguintemistura: 250 kg de terra preta peneirada,125 kg de areia lavada, 125 kg de esterco degado curtido, 2,5 kg de superfosfato triploe 0,5 kg de cloreto de potssio. Aps otransplantio para os sacos de plstico, asmudas devem permanecer no viveiro por umperodo de 2 a 6 meses, antes de seremplantadas no campo.</p><p> No sistema de espaldeira, possvelproduzir 20 mudas por matriz no primeirocorte e 60 mudas no segundo. Uma planta-</p></li><li><p>25</p><p>matriz d apenas trs cortes. Esse sistema mais recomendado para o produtor que pre-fere preparar suas prprias mudas.</p><p>O sistema de plantio vertical mais pra-ticado por viveiristas que tm como ativida-de principal a produo e a venda de mudasherbceas.</p><p>Todos os sistemas apresentam as mes-mas etapas com algumas diferenas. Nosistema vertical, o plantio feito a pleno sol.Os estaces so mais finos (1/3 do dimetrode um estaco normal), enterrados em valasde 0,50 m de profundidade por 0,40 m delargura, no espaamento de 0,40 m entreestaces e 0,50 m entre fileiras (Fig. 6). Asdemais prticas culturais so semelhantes.</p><p>No primeiro ano de cultivo, cada planta-matriz produz 20 estacas, no segundo ano,de 30 a 40, e no terceiro ano, de 50 a 80.</p></li><li><p>26</p><p>Sistema de Produo</p><p> Escolha da rea A rea deve possuirtopografia ligeiramente plana, lenol freticoprofundo, boa drenagem e no pode estarsujeita a alagamentos. Os tipos de solo maisrecomendados para o cultivo da pimenta-do-reino so o Latossolo Amarelo, o Latossolo</p><p>Fig. 6. Jardim clonal com tutores verticais.</p></li><li><p>27</p><p>Fig. 7. reapreparada para</p><p>plantio.</p><p>Vermelho, com textura variando de mdia apesada, e o Argissolo Vermelho-Ama...</p></li></ul>

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