a credibilidade da biblia

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  • INTRODUO CNON 1. O significado da palavra cnon 1a. Cnon - Datas e perodos 1b. Cnon - Sua inspirao 1c. Cnon - Sua descoberta 1d. Princpios que formaram o cnon (em sumo) 1e. Os princpios da descoberta da canonicidade 1.f Teste para a incluso de um livro do cnon O CNON DO NOVO TESTAMENTO 1. Data do conhecimento e fixao do cnon do Novo Testamento 1a. A necessidade da mensagem escrita do Novo Testamento 1b. Um livro no cnon do Novo Testamento 1c. Os livros cannicos do Novo Testamento 1.d Os apcrifos do Novo Testamento 32200-205 1e. Os livros apcrifos foram ou no inspirado? 1f. Aluses implcitos aos apcrifos O CNON DO NOVO TESTAMENTO SEU DESENVOLVIMENTO A CREDIBILIDADE DA BBLIA A FIDEDIGNIDADE E CONFIABILIDADE DAS ESCRITURAS 1.A confirmao do texto hitrico 1a. O teste bibliografico da credibilidade do Novo Testamento 1b. Evidcias dos manuscritos acerca do Novo Testamento 1c.O Novo Testamento em comparao com outras obras da antiguidade 1d. Cronologia de importantes manuscritos do Novo Testamento 1f. A credibilidade dos manuscritos apoiada por vrias tradues 1g. A credibilidade dos manuscritos apoiada pelos primeiros pais da igreja CITAES PATRSTICAS DO NOVO TESTAMENTO

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  • INTRODUO Do estudar-mos sobre o cnon, veremos neste trabalho o seu significado, sua importncia, qual o seu valor para ns os crentes. Como foi aceito pelas igrejas, como se desenvolveu, qual a poca em que envolve o cnon, qual o papel dos lideres nisso tudo, e etc... Veremos tambm todo o ministrio que envolveu o livro de Apocalipse a respeito de sua canonicidade. E os livros apcrifos ou os falsos livros da Bblia? Ser mesmo a Bblia dos crentes, que contm os livros que falam a verdade? Enfim.

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  • CNON INTRODUO 1. O SIGNIFICADO DA PALAVRA CNON

    A palavra cnon tem raiz na palavra "cana", "junco" (do hebraico geneh, atravs do grego kanon ). O "junco" era usado como uma vara para medir e avaliar ..." mais tarde teve o sentido de "lista" ou "rol".15/95 Aplicada s Escrituras, a palavra cnon significa "uma lista de livros oficialmente aceitos". 23/31 Deve-se ter em mente que a igreja no criou o cnon nem os livros que esto includos naquilo que chamamos de Escrituras. Ao contrrio, a igreja reconheceu os livros que foram inspirados desde o princpio. Foram inspirados por Deus ao serem escritos. E a todos quantos andarem de conformidade com esta regra, paz e misericrdia sejam sobre eles e sobre o Israel de Deus (Gl 6:6). Nos porm, no nos gloriaremos sem medida, mas respeitamos o limite da esfera de ao que Deus nos desmarcou e que se estende at vs (2Co 10:3). "No nos gloriando fora de medida nos trabalhos alheios, e tendo esperana, de que, crescendo a vossa f, seremos engrandecidos entre vs, dentro da nossa esfera de ao (2Co 10:15). A Bblia, como o cnon sagrado, a nossa norma ou regra de f e prtica. Diz-se dos livros da Bblia que so cannicos para diferenci-los dos apcrifos. O emprego do termo cnon foi primeiramente aplicados aos livros da Bblia por origines (185-254 d.C). 1a. CNON - DATAS E PERODOS O Novo Testamento foi completado em menos de 100 anos, pois seu ltimo livro, o apocalipse, foi escrito cerca de 96 D.C. Isto , d um total de 1.142 anos para a formao de ambos os Testamentos (1046+96). (Leve em conta Que a cronologia Bblica sempre aproximada, pois os povos orientais no tinham um sistema fixo de computao de datas. Quando se fala do espao total de tempo, que vai da escrita do pentateuco ao apocalipse, preciso intercalar os 400 anos do perodo interbblico ocorrido entre os Testamentos, o que dar um total de 1542 anos (1046+96+400). Por isso se diz que a Bblia foi escrita no espao de 46 sculos. Este o perodo no Qual o cnon foi completado. 1b. CNON - SUA INSPIRAO A canonicidade determinada pela inspirao. Os livros da Bblia no so para Deus oriundos, isto porque eles tem valor, provieram de Deus. A processo mediante o qual Deus nos concede sua revelao chama-se inspirao. a inspirao de Deus num livro que determina sua

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  • canonicidade. Deus d autoridade divina a um livro, e os homens de Deus o atacam. Deus revela, e o seu povo conhece o que o Senhor revelou. A canonicidade dada por Deus e descoberta pelos homens. A Bblia constitui o "cnon", pelo qual tudo mais deve ser medido e avaliado pelo fato de Ter autoridade concedida por Deus. Sejam quais foram as medidas (os cnones ) usados pela igreja para descobrir com exatido que livros possuem essa autoridade cannica ou normativa, no se deve dizer que determinam a canonicidade dos livros. Dizer que o povo de Deus, mediante quaisquer regras de conhecimento, "determina" que livros so autorizados por regra de conhecimentos. 56 Deus pode conceder absoluta. S a inspirao divina determina a autoridade de um livro, se ele cannico, de natureza normativa. 1c. CNON - SUA DESCOBERTA O povo de Deus tem desempenhado um papel de grande importncia no processo de canonizao. A comunidade dos crentes arca com a tarefa de chegar a uma concluso sobre quais livros so realmente de Deus. A fim de cumprir esse papel, a igreja deve procurar cartas caractersticas prprias da autoridade divina. Como poderia algum reconhecer um livro inspirado s por v-lo? Dai vrios critrios estavam em jogo nesse processo de reconhecimento. Ao qual so eles: 1.d OS PRINCPIOS DA DESCOBERTA DA CANONICIDADE: Sempre existiu falsos livros e falsas mensagens. E por representarem ameaa constante, surgiu-se a necessidade de que o povo de Deus tivesse mais cuidado com a coleo de livros sagrados guardados consigo, pois poderiam haver alguns erros. A partir da a igreja passou a questionar esses livros sagrados mediante cinco critrios; ao qual so eles: a)O livro autorizado - Veio de Deus; b) proftico - Foi escrito por um servo de Deus; c) digno de confiana - Fala a verdade a cerca de Deus; d) Dinmico - Possui o poder que transforma vidas; e) aceito pelo povo de Deus para o qual foi originalmente escrito. 1. VEJAMOS AGORA CADA UM DESSES CRITRIOS SEPARADAMENTE: A autoridade de um livro - Cada livro da Bblia traz uma reivindicao de autoridade divina. A expresso "Assim diz o Senhor" est presente na Bblia com freqncia. Sempre existe uma declarao divina. Se faltasse a um livro a Autoridade de Deus, esse era considerado no cannico , no sendo includo no cnon sagrado. Os livros dos profetas eram facilmente reconhecidos como cannicos por esse princpio de autoridade. A expresso repetida "e o Senhor me disse" ou " "a palavra do Senhor veio a mim" evidncia abundante de sua autoridade divina. Alguns livros no tinham reivindicao de origem divina, pelo qual foram rejeitados e tidos como no cannicos. Talvez tenha sido o caso do livro dos justos e do livro da guerra do Senhor.

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  • Outros livros foram questionados e desafiados quanto a sua autoridade divina, mas por fim foram aceitos no cnon, como o livro de Ester. Na verdade, o simples fato de alguns livros cannicos serem questionados quanto a sua legitimidade uma segurana de que os crentes usavam seu discernimento. Se os crentes no estivessem convencidos da autoridade divina de um livro, este era rejeitado. 2. A AUTORIA PROFTICA DE UM LIVRO Os livros profticos s foram produzidos pela atuao do Esprito, que moveu alguns homens conhecidos como profetas. (2Pe. 1:10-21). A palavra de Deus s foi entregue a seu povo mediante os profetas de Deus. Todos os autores bblicos tinham um Dom proftico, ou uma funo proftica, ainda que tal pessoa no fosse profeta por ocupao. (Hb. 1:1). Paulo exorta o povo de Deus em Glata, dizendo que suas cartas deveriam ser aceitas porque ele era apstolo de Paulo. Isto porque todos os livros que no proviam por profetas nomeados por Deus, deveriam ser rejeitados. Os crentes no deviam aceitar livros de algum que falsamente afirmasse ser apstolo de Cristo (2Ts. 2:2). Note que a Segunda carta de Pedro foi objetada por alguns da igreja primitiva. Por isso enquanto os pais da igreja no ficaram convencidos de que essa no havia sido forjada, mas de fato viera da mo do apstolo Pedro, como seu versculo o menciona, ela no recebeu lugar permanente no cnon cristo. 3. A CONFIABILIDADE DE UM LIVRO Outro sinal caracterstico da inspirao o ser um livro digno de confiana. A vista desse princpio, os crentes de beria aceitaram os ensinos de Paulo e pesquisaram as Escrituras, para verificar se o que o apstolo estava ensinando , estava de fato de acordo com a revelao de Deus no Antigo Testamento. O mero fato de um texto estar de acordo com uma revelao anterior no indica que tal texto inspirado. Grande parte dos apcrifos foi rejeitada por causa do princpio da confiabilidade. Suas anomalias histricas e heresias teolgicas os rejeitaram; seriam impossvel aceit-las como vindos de Deus; a despeito de sua aparncia de autorizados. No podiam vir de Deus e ao mesmo tempo apresentar erros. Alguns livros cannicos foram questionados a base nesse mesmo princpio como a carta de judas e a de Tiago. 4. A NATUREZA DINMICA DE UM LIVRO O quarto teste canonicidade, era a capacidade do texto de transforma vidas: "... A palavra de Deus viva e eficaz..." (Hb. 4:12) O resultado que ela pode ser usada "para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir, em justia" (2Tm. 3:16-17). O apstolo Paulo revelou-nos que a habilidade dinmica das escrituras inspiradas estava na aceitao das Escrituras, como um todo, como

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  • mostra em 2 Timteo 3:16-17. Disse Paulo a Timteo :" as Sagradas Escrituras podem fazer-te sbio para a Salvao. A partir da, outros livros e mensagens foram rejeitados porque apresentavam falsas esperanas. (1Rs. 22:6-8) ou faziam rugir alarmes falsos (2Ts. 2:2). 5. A ACEITAO DE UM LIVRO A Marca final de um documento escrito autor