a a a a a a a a em not­cias - .no dia 28 de novembro de 2006, no ... pavilh£o de...

A A A A A A A A em not­cias - .No dia 28 de novembro de 2006, no ... Pavilh£o de Exposi§µes da
A A A A A A A A em not­cias - .No dia 28 de novembro de 2006, no ... Pavilh£o de Exposi§µes da
A A A A A A A A em not­cias - .No dia 28 de novembro de 2006, no ... Pavilh£o de Exposi§µes da
A A A A A A A A em not­cias - .No dia 28 de novembro de 2006, no ... Pavilh£o de Exposi§µes da
Download A A A A A A A A em not­cias - .No dia 28 de novembro de 2006, no ... Pavilh£o de Exposi§µes da

Post on 08-Nov-2018

220 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  • ANAPRE em notcias - Ano 2 - no 4

    CALENDRIOANAPRE oficializa Regional MG com lanamento em Belo Horizonte

    CAPA

    No dia 28 de novembro de 2006, no auditrio do Hotel Caesar Busi-ness, em Belo Horizonte, ocorreu a inaugurao da primeira regional da Associao Nacional de Pisos e Re-vestimentos de Alto Desempenho (ANAPRE). Pode-se considerar um dia de grande importncia para o seg-mento de pisos e revestimentos de Minas Gerais, j que o estado possui um nmero expressivo de empresas neste setor e necessitava, como todo o resto do Pas, de uma entidade re-presentativa, com o intuito assumir o papel de rgo regulador e orientador das atividades nacionais.

    Segundo levantamentos, o merca-do de pisos e revestimentos atingiu no ano passado a surpreendente marca de 28.000.000m2. Mas apenas 1/3 desse total possui um pleno en-volvimento de projetos, normas apli-cativas, acompanhamento tecnolgi-co e uma execuo criteriosa com equipamentos adequados. A ANAPRE pretende criar o setor pro-priamente dito, representar os associados junto a rgos como o CREA, demais associaes e enti-dades reguladoras, buscando polticas conjuntas de ampliao e ordenao do mercado, divulgao de boas prticas de execuo e apoio a iniciativas relevantes que contribuam para a melhoria do n-vel dos projetos. O mercado deve entrar num ciclo mais ordenado, prevalecendo as empresas preo-cupadas com as boas prticas, com a tica em re-

    VII SBTA - Simpsio Brasileiro de Tecnologia das ArgamassasData: 01 a 04 de maio de 2007Local: Mar Hotel - Recife/PEInformaes: (81) 3463-0871www.antac.org.br/sbta

    Construmat 2007Data: 14 a 19 de maio de 2007Local: Pavilho de Montjuicy y Gran Via - Barcelona - EspanhaInformaes: www.construmat.com

    Construfair/FENAMACOData: 14 a 17 de junho de 2007Local: Pavilho de Exposies da Festa da Uva - Caxias do Sul/RSInformaes: (54) 3214.6886www.construfair.com.br

    NDICE

    Notcia TcnicaEspecificao e medio de F-Numbers.............................02

    EditorialPblio Penna F. Rodrigues, Dire-tor Tcnico...............................02

    EntrevistaJos Roberto Braguim, Presidente da ABECE.................................03

    ANAPRE InformaProficincia dos laboratrios da ABCP........................................03

    Regional MGAes para 2007......................04

    Regional RSLanamento oficial...................04

    CurtasNotcias do setor de pisos e re-vestimentos.............................04

    ANAPRE d mais um passo para sua consolidao e evoluo ao estimular o mercado a entrar em um ciclo mais ordenado onde preva-leam as empresas preocupadas com as boas prticas e com a tica.

    A A A A A A A

    ANAPRE

    notciasem

    0102

    ano 2n 04A

    Informativo da Associao Nacional de Pisos e Revestimentos de Alto Desempenho

    lao aos usurios e seus pares e com a atuao da ANAPRE, tudo isso ser primordial na consolidao e evoluo do nosso setor.

    O evento contou com palestras interessantes como a utilizao de cordoalhas engraxadas para pisos industriais pisos protendidos ministrada pelo engenheiro Alberto Menache, do grupo Arcelor; os novos produtos da Holcim como cimentos de baixa retrao, mostrados por Carlos Teles e Flvio Capu-ruo (foto); e uma exposio focando a importncia e os objetivos da ANAPRE, apresentada pelo vice-pre-sidente da associao, o engenheiro Wagner Gaspa-retto e pelo presidente, o engenheiro Levon Hagop Hovaghimian.

    A ANAPRE j uma entidade viva e com muitos e importantes desafios pela frente. Possui um boletim mensal em que aborda diversos assuntos relevantes para o segmento, um site (www.anapre.org.br) com notcias atualizadas e diversas outras informaes que contribuem para as empresas e demais interes-sados. Convocamos todos que acreditam no setor e no seu crescimento sustentado a se associarem, con-tribuindo tambm com sua participao para uma entidade forte e duradoura. De acordo com Marcos Saldanha, diretor da Regional MG, a expectativa muito grande. Estamos confiantes de que boa parte do segmento e daqueles que de alguma forma esto envolvidos no mercado de pisos e revestimentos ve-ro com bons olhos a iniciativa de uma associao que traga benefcios, fora e organizao ao setor, salienta.

  • ANAPRE em notcias - Ano 2 - no 42

    NOTCIA TCNICA

    Especificao e medio de F-Numbers

    O controle da qualidade da su-perfcie do piso com relao a planicidade e nivelamento tem um fundamento muito mais funcional do que esttico. A operao de equipa-mentos de preciso, tais como as em-pilhadeiras tipo tri-lateral e veculos tipo AGV (auto guided vehicles), fortemente influenciada pelas carac-tersticas da superfcie do piso. Pisos com problemas no nivelamento e pla-nicidade acarretam menor perfoman-ce das operaes de logstica: perda de produtividade, menor segurana, alm de maior manuteno dos ve-culos.

    At 1987, o sistema empregado para certificao da qualidade da su-perfcie do piso consistia na verifica-o da mxima abertura entre o piso e uma rgua de 3 m que classificava o

    piso com relao a planicidade: Superfcie plana (at 5 mm) e Superfcie muito plana (at 3 mm). Este mtodo de avaliao apresenta restries, pois no avalia o nivelamento da superfcie do piso e a freqncia das imperfeies (ondulaes), s avalia a amplitude e apresenta dificulda-de em reproduzir os resultados e ensaiar grandes reas.

    Uma grande inovao surgiu com a introduo do conceito F-Number (F-Number system) em 1987. A partir da, passou-se a realizar a especifi-cao e medio da planicidade e do nivelamento dos pisos industriais, com base nesta metodologia detalhadamente descrita pela norma ASTM E 1155 / 96.

    De acordo com esta norma, pode-se definir F-Numbers como sistema normalizado de especificao e medio da planicidade e nivelamento de pisos de concreto sujeitos a trfego randmico. A especificao dos F-Numbers deve contemplar dois parmetros:

    FF para planicidade (flatness), definido pela mxima curvatura no piso em 600 mm, calculada com base em duas medidas sucessivas de elevaes diferenciais, tomadas a cada 300 mm;

    FL para nivelamento (levelness), definido pela conformidade relativa da superfcie com um plano de referncia (geralmente o plano horizon-tal), medido a cada 3 m.

    Quando empregado o sistema F-Numbers, devem-se adotar dois re-quisitos para cada F-Number (FF ou FL):

    Valor global (specified overall value SOV), que o valor do ndice de planicidade ou nivelamento a ser atingido, calculado com base na mdia ponderada com a rea dos resultados individuais de cada faixa de concretagem (seo de teste);

    Valor mnimo local (minimum local value MLV), que representa o menor valor aceitvel de planicidade ou nivelamento para qualquer tre-cho do piso, faixa de concretagem ou parte dela. Este parmetro no deve ser confundido com o conceito de Fmn empregado exclusivamente na medio de pisos sujeitos ao trfego definido de veculos.

    EDITORIAL

    A frase, de extremo efeito, atribuda ao filsofo alemo Karl Marx e demonstra a importncia da difuso do conhecimento. No Brasil ainda damos os primeiros passos nessa direo, mas ainda estamos longe de atingir os nveis dos pases mais desenvolvidos. Basta ver o nmero de publicaes tcnicas na rea de engenharia civil que temos disposio. poss-vel cont-las nos dedos de uma mo! Estes veculos so os iniciadores da difuso do conhecimento e temos acompanhado a dificuldade que os editores fazem para mant-los vivos.

    Qual a razo dessa penria? Provavelmente lemos pouco e escrevemos menos ainda. Temos medo de ensinar o que sabe-mos, mas na realidade, quando ensinamos estamos expandindo o nosso prprio conhecimento. A ANAPRE tem como um de seus objetivos a divulga-o do conhecimento, como tem sido demonstrado nos seus boletins e no I Seminrio realizado em outubro de 2006.

    Agora, lanamos uma nova fase, mais desafiadora que a criao das Especificaes Tcnicas ANAPRE, que pretendem fornecer ao mercado orien-taes acerca das matrias afeitas aos pavimentos industriais. A primeira delas ser sobre o concreto e para tal precisamos contar com a colaborao de todos.

    Esperamos dessa forma trazer uma contribuio ao imenso mercado dos pisos industriais, tornando-o mais tcnico, cientfico e previsvel.

    Engo Pblio Penna F. Rodrigues

    Aplicao tpica FF FL

    Pisos de garagens, estacionamentos, contra-piso para pisos elevados

    20 15

    Edifcios comerciais e industriais, pisos com revesti-mento de carpete

    25 20

    Depsitos convencionais 35 25

    Depsitos especiais (estrutura de porta-pallets com grande altura), pistas de patinao

    45 35

    Estdios de cinema ou televiso 50 50

    Os que tm a oportunidade de se consagrar nos estudos cientficos devero ser os primeiros a por seus conhecimentos a servio da humanidade

    A principal funo do valor mnimo local garantir ao cliente que todas as partes do piso estejam em conformidade com uma qualidade mnima, que garanta sua funcionalidade. As reas que apresentarem resultados de F-Numbers inferiores aos valores mnimos, devero obrigatoriamente ser reparadas ou reconstrudas.

    Um procedimento prtico definir um valor mnimo que representa uma qualidade mnima exigida pelo cliente e/ou que garanta a funciona-lidade do piso (operaes dos equipamentos), e ento definir os valores mdios (valores globais) com certa margem de segurana. Recomenda-se que os valores mdios sejam 50% maiores que os valores mnimos, ou inversamente, que os valores mnimos sejam 2/3 dos valores globais.

    Como h uma sensvel diferena entre os valores mnimos e os valores globais, uma especificao que contenha apenas um valor para FF ou FL deixa margem de dvidas quanto a qualidade realmente objetivada. Por exemplo, um projeto que especifique apenas FF > 50 pode causar grandes confuses nas empresas executoras no momento do oramen-to, e pior, pode gerar grandes transtornos durante a execuo. O nmero e qualidade dos operrios, de equipamentos e dos procedi