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ANAPRE em notcias - ano 1 - n1 1

CALENDRIO

ANAPRE elege nova diretoriaCAPA

No dia 28 de abril de 2006 a Associao Nacional de Pisos e Revestimentos de Alto Desempenho reuniu-se para definir sua nova diretoria. A chapa for-mada por Levon Hagop Hovaghimian (Presidente), Wagner Gasparetto (Vice), Lus Brunieri (Dir. Admi-nistrativo), Jorge Guimares (Dir. de Comunicao) e Pblio Penna F. Rodrigues (Dir. Tcnico), alm dos membros do conselho Ademar Paulino Arantes, Eduar-do Tartuce, Marco Antnio Fagim, Roberto Falco Bau-er, Paulo Verri e Jos Nilson da Silveira (Suplente) foi eleita para comandar a Associao at abril de 2008.

Aps o primeiro mandato no qual a preocupao principal foi estruturar a Associao tanto do ponto de vista legal quanto fsico, agora ela passar a atuar de maneira mais efetiva nos objetivos da ANAPRE a partir da definio do Plano de Ao, fixando metas como o 1 Simpsio a ser realizado no segundo semestre de 2006, a criao de regionais buscando maior represen-tatividade e o estabelecimento de uma comunicao mais direta com o mercado e os associados por meio deste Boletim e outros instrumentos.

Desafios e metas

Dentre os principais objetivos da nova diretoria es-to o de torn-la efetivamente representativa, assumir o papel de rgo regulador e orientador das atividades nacionais do setor, dar maior visibilidade s aes da ANAPRE, aumentar a solidez financeira ampliando a base de associados e criando possibilidades de pa-trocnio por meio de simpsios e de outras atividades, inclusive este boletim. O consumidor final de pisos tambm merece destaque no projeto desta gesto que planeja desenvolver estratgias especficas para cada segmento de mercado, identificando as reais necessi-dades dos usurios a fim de assegurar a qualidade dos pisos e revestimentos.

A ANAPRE pretende criar o setor propriamente dito, representar os associados junto a rgos tais como o CREA, demais associaes e entidades reguladoras, buscando polticas conjuntas de ampliao e ordena-o do mercado, divulgao de boas prticas de exe-cuo e apoio a iniciativas relevantes que contribuam com a melhora do nvel dos projetos.

De acordo com o novo Presidente da ANAPRE, Levon Hagop Hovaghimian, dentre os desafios da Associao

esto o de divulgar a ANAPRE, tornando-a efetivamente representativa. Vejo tambm como desafio a amplia-o da base de associados, permitindo que este se torne mais participativo, elevando o relacionamento entre entidade e scio, diz Levon.

Mercado

O mercado tem passado por um crescimento acelera-do, nem sempre ordenado, mas os usurios em geral tem cada vez mais percebido a importncia do piso em suas operaes e, consequentemente, se tornado mais seletivos. O Presidente da Associao acredita que o mercado deve entrar num ciclo mais ordenado, pre-valecendo as empresas mais preocupadas com as boas prticas e a tica em relao aos usurios e seus pares. Entendo que a ANAPRE ter uma funo primordial na consolidao e evoluo do nosso mercado, salienta.

A qualidade dos pisos e revestimentos no Brasil j se equipara com a de pases mais desenvolvidos. Os equipamentos, as prticas, os materiais empregados so similares e, num mundo globalizado, as trocas de informaes so muito rpidas, multinacionais que at h alguns anos relutavam em contratar empresas locais (preferindo a importao de solues por orientao da matriz) tem cada vez mais recorrido a provedores locais. Em muitos casos, ocorrem convites para que empresas brasileiras desenvolvam projetos no exterior.

Sobre a normalizao, Levon Hagop explica que o setor dispe de normas e manuais de boas prticas, mas sente falta de estudos mais atuais que acompa-nhem de modo mais prximo a evoluo dos materiais e das prticas executivas. Existem diversos trabalhos em andamento, mas alguns estudos encontram-se paralisados tal como a reviso da NBR 14050 que trata da aplicao de revestimentos de alto desempenho para pisos a base de resina epxi. Infelizmente, os pro-cessos de normalizao so bastante burocrticos e de-mandam muito tempo e dedicao, acrescenta.

Para finalizar, um recado do Presidente da ANAPRE: Acreditem em nosso projeto, cobrem resultados, con-tribuam e participem mais. A ANAPRE de todos e sua fora depende da ao de cada um dos associados.

MOVIMATData: 8 a 11 de agosto de 2006Local: Expo Center Norte - So Paulo/SPInformaes: Tel: (11) 5575-1400Site: www.imam.com.br

Expo Logstica 2006Data: 14 a 16 de agosto de 2006Local: Hotel InterContinental - Rio de Janeiro/RJInformaes: Tel: (21) 2537-4338Site: www.expologistica.com.br

MercoAgro 2006Data: 12 a 15 de setembro de 2006 Local: Parque da EFAPI Chapec/SCInformaes: Tel: (11) 3885-4265Site: www.mercoagro.com.br

48 Congresso Brasileiro do ConcretoData: 22 a 27 de setembro de 2006Local: Riocentro - Pav. 5 -Rio de Janeiro/RJInformaes: Tel: (11) 3735-0202Site: www.ibracon.org.br

1 Seminrio Anual de Pisos e Revestimentos de Alto DesempenhoData: 03 de outubro de 2006Local: Instituto de Engenharia -So Paulo/SPInformaes: Tel: (11) 3231-0067Site: www.anapre.org.br

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ANAPRE

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Informativo da Associao Nacional de Pisos e Revestimentos de Alto Desempenho

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NDICE

Notcia TcnicaA cura do concreto...............02

EditorialO Presidente da ANAPRE es-creve para os leitores..........02

EntrevistaEng. Jos Roberto Duarte Filho, diretor da ISPE.....................03

CurtasNotcias do setor de pisos e revestimentos.....................03 ANAPRE RespondeNesta edio, duas dvidas so respondidas pela diretoria tcnica.................................04

Regional BHANAPRE cria regional em Belo Horizonte.............................04

ANAPRE em notcias - ano 1 - n12

NOTCIA TCNICA

EDITORIAL

A cura do concreto sempre um assunto em pauta, pois uma boa parcela de patologias, como fissuras e desgaste superficial acabam sendo imputadas a ela. Na realidade ela de fato capaz de promover essas patologias, principalmente as fissuras, mesmo quando o executor afirma que efetuou a cura do concreto.

As fissuras esto muitas vezes associadas perda de gua do concreto, que promove a retrao hidrulica, hoje subdividida em retrao hidrulica inicial, que acontece nas primeiras 24 horas, e a retrao complementar. Observamos atualmente que o conceito de cura est bastante disseminado nas obras, mas o pecado que se comete muitas vezes est ligado ao tempo em que os processos de cura so efetivamente iniciados. Este atraso acontece principalmente porque, em pisos, h um longo perodo de trabalho de acabamento, que acaba durando de 8 a 12 horas, onde o concreto fica normal-mente desprotegido, e o que pode acontecer com a retrao hidrulica pode ser visto na figura abaixo:

Nesta figura podemos observar que com a concretagem efetuada sob ao de vento, a retrao inicial pode ser muitas vezes mais elevada do que em ambientes fechados. Portanto, a alternativa que o executor tem para controlar a fissurao trabalhar sempre protegendo o concreto do vento, principalmente no perodo em que est aguardando que ele tenha rigidez para receber as operaes de acabamento.

Essa proteo pode ser, por exemplo, com aplicao de produtos de cura especialmente formulados para esta fase da concretagem, que retardam a evaporao da gua ou simplesmente cobrindo-se a placa de concreto com um plstico (lona plstica) at que o acabamento possa ser feito.

A cura do concreto

Fonte: Holt, Erika: Where did These Cracks Came From? Concrete International Mag, Sept, 2000

Preocupada em divulgar informaes de interesse do setor de pisos e revestimentos de alto desempenho, a ANAPRE lana o seu primeiro informativo institucional: o ANAPRE em noticias. Entre outros temas, estaremos tratando de assuntos relevantes de nossa associao, noticias tcnicas, seo de respostas s duvidas dos leitores, informe das regionais, reportagens e entrevistas com a opinio de usurios de diferentes setores. Nesta edio em particular, publicamos uma reportagem sobre a eleio da nova diretoria da Associao realizada no ms de maio, abrangendo tambm a continuidade de nossos trabalhos baseado no Plano de Ao 2006. Na seo Notcia Tcnica, o Eng. Pblio Penna F. Ro-drigues escreve sobre a importncia e os cuidados durante a cura do concreto. A entrevista desta edio foi realizada com o diretor da Associao Internacional de Engenharia Farmacutica (ISPE), Eng. Jos Roberto Duarte Filho, na qual aborda temas relacionados utilizao de pisos industriais e revestimentos de alto desempenho na indstria farmacutica. Outra notcia de destaque a criao de nossa primeira regional, localizada em Belo Horizonte/MG.

Especial ateno ser dispensada difuso de conceitos que melhorem a qualidade das obras de piso tais como o projeto integrado do Sistema Piso com a participao de todos os envolvidos - desde o usurio apresentando a sua real necessidade, do projetista detalhando ao mximo os materiais e os processos, dos executores e fornecedores e dos laboratrios de controle de qualidade - observando todas as interfaces nas diversas etapas, do sub leito ao revestimento, passando pela sub base e base de concreto.

Certo de que esta nova viso estar contribuindo com a evoluo da qualidade dos projetos do nosso setor objetivando a plena satisfao dos usurios, convido todos a prestigiarem e a contriburem com o Anapre em noticias.

Obrigado.

Levon Hagop Hovaghimian - Presidente da ANAPRE

Este primeiro artigo do Eng. Pblio Penna Firme Rodrigues trata de um assunto importante, responsvel por uma srie de patologias se no lhe for dada a ateno necessria.

Nosso canal de informao

ANAPRE em notcias - ano 1 - n1

ENTREVISTA

CURTAS

ANAPRE: O que o ISPE?Jos Roberto Duarte: O ISPE uma sociedade internacional sem fins lucrativos que visa a propagao, discusso e formao de conceitos e aplicaes tcnicas no mundo da Engenharia Farmacutica e correlatos (industria cosmtica, alimentao, veterinria, etc.).

ANAPRE: Comparativamente, como tratada a questo dos pisos e RAD no Brasil e nos outros pases em que o ISPE atua?J.R. Duarte: Atualmente no h diferenciais aplicativos, quanto con-cepo e adoo do material a ser utilizado, quer seja na Amrica do Sul, Amrica do Norte ou mesmo Europa, o desenvolvimento tcnico para im-plantaes de unidades fabris hoje possui quase que uma padronizao uniforme em todas as construes srias existentes ao redor do mundo.

ANAPRE: Como voc avalia a ateno dada aos pisos e revestimentos de alto desempenho pela indstria farmacutica nos ltimos anos? H maior preocupao com este quesito? J.R. Duarte: Sem dvida alguma e, aliado ao crescente grau de acuidade tcnica tanto dos empreendedores quanto dos rgos fiscalizadores, a questo de utilizao de pisos especficos ocupa o mesmo grau de im-portncia como, por exemplo, a escolha de equipamentos fabris.

ANAPRE: Qual a importncia do piso industrial/RAD em uma obra da in-dstria farmacutica tendo em vista as normas que regulam este setor?J.R. Duarte: O piso industrial/RAD significa um grande ganho de produ-tividade para o empreendedor simplesmente pelo fato da facilidade de manuteno (baixssima ou nula) e limpeza (quanto menor a porosidade, menor a possibilidade de sujidades e conseqentes contaminaes).

ANAPRE: Quais as principais especificaes do piso para usos diferentes como, por exemplo, reas de depsitos e reas destinadas produo?J.R. Duarte: Temos que partir do seguinte pressuposto: estamos numa in-dstria farmacutica ou conceituada como GMP (boas prticas de fabrica-o) e precisamos do menor ndice de manuteno e sujidade possvel. A escolha sempre ter uma tendncia aos pisos epoxdicos de alta resistn-cia e estes apresentando vrias opes, tais como o espatulado (para a produo) e a linha de alta espessura aplicada sobre piso estruturado de concreto (para depsitos e almoxarifados, por exempo), mas existem ain-da outras linhas de pisos cuja aplicao tambm aconselhvel.

ANAPRE: Quais os principais critrios de escolha do piso e/ou RAD para esta indstria?J.R. Duarte: A fcil manuteno (resistncia) e limpeza (sujidade) so dois critrios bem decisivos, embora tenhamos outros quesitos importantes como o custo X benefcio (que vem de encontro com a ideologia do pro-jeto).

ANAPRE: Como garantir a assepsia das reas de produo e a limpeza das reas de depsito?

J.R. Duarte: Logo aps a concluso da aplicao do piso novo, o aconselh-vel sempre ser a consulta tcnica ao fabricante e aplicador que dever ori-entar o cliente quanto aos cuidados a serem implantados para a manuten-o e assepsia correta. De posse destas informaes, a empresa elabora um procedimento especfico para a aplicao e controle destas operaes.

ANAPRE: Qual a importncia da esttica de um piso?J.R. Duarte: Assim como qualquer instalao, a indstria farmacutica tem a necessidade prioritria da boa manuteno de sua planta. O piso uma das maiores reas, de maior evidncia, e sofre uma das maiores agresses e contatos diariamente. No cuidar de sua aparncia seria um descuido muito grande com o compromisso da aplicao das boas prticas de produo.

ANAPRE: O desenvolvimento tecnolgico tem aperfeioado a produo de pisos industriais e RAD. Quais mudanas marcaram a evoluo desse setor? Quais as descobertas mais marcantes?J.R. Duarte: Posso dizer com certeza que foi a substituio de peas cermi-cas por pisos contnuos, eliminando as to indesejveis juntas de contami-nao.

ANAPRE: Na sua opinio, qual a maior preocupao quando se fala em pi-sos industriais?JJ.R. Duarte: Excluindo o paradigma Custo X Benefcio, penso que a garantia e a assistncia tcnica so fatores muito importantes na hora da escolha de um fornecedor.

ANAPRE: Quais so os principais critrios de qualidade e segurana dos pisos?J.R. Duarte: Para Qualidade citaria: resistncia, manuteno e aparncia.Para Segurana: resistncia, manuteno e rugosidade da superfcie.

ANAPRE: Como o piso interfere no processo produtivo da fbrica?J.R. Duarte: Fbrica sem piso com caractersticas asspticas j comprome-ter a perda do controle de todos os processos produtivos. Como fabricar medicamento num piso que poder propiciar a formao de colnias con-taminantes num ambiente controlado?

ANAPRE: Quais as vantagens de um piso bem feito?J.R. Duarte: A principal vantagem a garantia de no estar correndo risco algum quanto qualificao e validao de uma unidade, desde que o piso escolhido seja o ideal para a aplicao proposta.

ANAPRE: O que ainda deve ser aperfeioado no mercado de pisos indus-triais?J.R. Duarte: O comprometimento entre vendedores de piso e aplicadores (sim, da mesma empresa!) e o comprometimento da assistncia vitalcia entre o fornecedor e seu respectivo cliente. Quando pudermos realmente desfrutar destas relaes sem interesses pessoais ou unilaterais, a sim es-taremos caminhando para o aperfeioamento do mercado.

Pisos e Revestimentos de Alto Desempenho na Indstria Farmacutica

O diretor da Associao Internacional de Engenharia Farmacutica (ISPE), Eng. Jos Roberto Duarte Filho, concedeu uma entrevista ANAPRE na qual aborda temas relacionados utilizao de pisos industriais e RAD na indstria farmacutica.

: : Novo associado I : :No dia 2 de maio de 2006 , a ANAPRE ganhou mais um scio: a Pisoground Tecnologia de Pisos.

: : Novo associado II : :A Dow Qumica Brasil Ltda a mais recente empresa associada ANAPRE.

: : Revista PI Pisos Industriais : :A Revista PI voltar a ser publicada. A prxima edio est programada para agosto de 2006. Mais informaes: contato@reggenza.com.br

: : Frum Rodovirio Nacional : : Terminou no dia 23 de maio, no Rio de Janeiro, o Frum Rodovirio Nacional. As idias sugeridas nas sete sesses, incluindo o Whitetopping e o sistema

Inlay, sero entregues ao ministro dos Transportes e aos candidatos Presidncia da Repblica.

ANAPRE em notcias - ano 1 - n1

EXPEDIENTE ANAPRE RESPONDE

REGIONAL BH

Qual o valor mximo de umidade com a qual possvel aplicar um revestimento auto nivelante? H diferena quando empregado o espatulado?

O valor mximo de umidade para aplicao de sistemas resinados varia entre 3 e 5% dependendo do fabricante.

No entanto, deve-se lembrar que existe uma diferena entre gua de amassamento, gua superficial e umidade ascendente: existem seladores (primers) especiais que permitem aplicao com teor de umidade de at 7% no caso de gua superficial, no caso de gua de amassamento devemos acompanhar os ndices de umidade junto com a idade do concreto que deve ter, no mnimo, 28 dias; e quanto a casos de umidade ascendente, deve-se tomar providncias, tais como, drenagem superficial de modo a interceptar o fluxo de gua que torna extremamente arriscada a aplicao de qualquer sistema resinado.

A principal diferena quanto umidade entre auto nivelante e espatulado a permeabilidade dos dois sistemas: o primeiro apresenta ndice baixssimo e em decorrncia disto qualquer oscilao do teor acima dos limites recomendados, ocasiona patologia, tais como bolhas e destacamentos; em contrapartida, por apresentar permeabilidade maior, o sistema espatulado acaba tendo um desempenho melhor, com menos ndice de patologias em reas com problemas de umidade.

Ressaltamos que esta colocao baseia-se em aplicao de campo sem maiores refinamentos em en-saios laboratoriais.

No intuito de obter representatividade nacional e em sintonia com o Plano de Ao 2006 da entidade, o Vice-presidente da Anapre Eng. Wagner Gasparetto esteve em Belo Horizonte no ltimo dia 20 de ju-nho para estabelecer a primeira regional da Anapre no Brasil, que passa a contar com o Eng. Marcos Saldanha, como seu Diretor Regional. O Eng. Marcos um profissional atuante no mercado de pisos e pavimentos de concreto, principalmente na rea de execuo destas obras, tem como caracterstica a preocupao de implan-tar padres elevados de qualidade nas obras deste segmento, afirma o Eng. Wagner Gasparetto.

De acordo com o Eng. Marcos Saldanha, a principal ao prevista para a regional em 2006 ser de torn-la conhecida e representativa no mercado local. Queremos buscar o apoio de todas as empresas envolvidas com o sistema, salienta.

ANAPRE cria regional em Belo Horizonte

A Associao abre sua primeira regional no estado de Minas Gerais em continuidade ao plano de ao da nova diretoria

Qual a resistncia do concreto que deve ser especificada quando houver revestimento do tipo RAD?

O concreto deve ser verificado para duas situaes distintas. A primeira quanto a necessidade estru-tural, pois o piso submetido a carregamentos que devem ser resistidos pela placa de concreto e, neste caso, o projetista deve especificar a resistncia caracterstica mnima, trao na flexo ou compresso.

A segunda situao que o concreto deve ter uma resistncia mnima para garantir uma boa ancoragem do revestimento. consenso no meio tcnico que a resistncia mnima para que essa aderncia ocorra sem problemas de 25MPa; como estruturalmente a resistncia normalmente exigida superior a 30 MPa, a condio de aderncia est satisfeita, certo? Nem sempre! O que acontece que a resistncia superficial do concreto - que a que vai garantir a ancoragem do revestimento - pode ser alterada por fatores como a exsudao, condies de cura inadequada ou at mesmo pelculas de cura. Portanto, conveniente testar a ancoragem efetuando, por exemplo, o ensaio de arrancamento (pull out test) diretamente sobre o concreto. Consulte o seu fornecedor de RAD para que ele fornea a exigncia mnima para o ensaio, mas acreditamos que valores acima de 1,2 MPa podem ser considerados excelentes.

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Para maiores informaes sobre a Anapre, os interessados podero entrar em contato com:

ANAPRE-BH: Eng. Marcos SaldanhaTel: (31) 9123-7256

ANAPRE: (11) 3231-0067E-mail: anapre@anapre.org.br

Site: www.anapre.org.br

Eng. Marcos Saldanha

greggenzaeditorialProduo Editorial:

Tel/Fax: (11) 3865.9922contato@reggenza.com.br

www.reggenza.com.br

ANAPRE responde dvidas dos leitores

Participe! Envie sua pergunta para: anapre@anapre.org.br

ANAPRE em notcias uma publicao bimestral da Associao Nacional de Pisos e

Revestimentos de Alto Desempenho

Diretoria Executiva ANAPREPresidente: Levon Hagop Hovaghimian Vice-Presidente: Wagner Gasparetto

Dir. Administrativo: Lus Brunieri Dir. de Comunicao: Jorge Guimares Dir. Tcnico: Pblio Penna F. Rodrigues

Conselho Ademar Paulino Arantes

Eduardo TartuceMarco Antnio FagimRoberto Falco Bauer

Paulo VerriJos Nilson da Silveira (Suplente)

Conselho EditorialDiretoria Executiva ANAPRE

Contato So Paulo

Rua Frei Caneca, 322 - cj. 22 Consolao - So Paulo - SP

CEP: 01307-000Tel/Fax: (11) 3231-0067anapre@anapre.org.br

Belo HorizonteEng. Marcos Saldanha

Cel.: (31) 9123-7256

Tel/Fax: (11) 3231-0067

anapre@anapre.org.br

www.anapre.org.br

Editor Responsvel Juliano Polimeno (MTB: 37.564)

Fotos Arquivo ANAPRE

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