4º Domingo da Quaresma

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<ul><li> 1. 9 anos de F!<br>Comunidade Santa Terezinha<br></li> <li> 2. 4 Domingo <br>da Quaresma<br></li> <li> 3. A Reconciliao<br></li> <li> 4. A Liturgia um convite a RECONCILIAO.<br>Deus deseja a salvao de todos os seus filhos,<br>mesmo quando, se afastam dele...<br>As leituras falam da RECONCILIAO proposta por Deus,<br>como abandono de um passado de escravido e morte<br>e como incio de um futuro de vida nova.<br></li> <li> 5. Cano da Chegada<br> Estamos aqui, Senhor,viemos de todo lugar.Trazemos um pouco do que somos,pra nossa f partilhar.<br>Trazendo o nosso louvor,um canto de alegria;trazendo a nossa vontadede ver raiar um novo dia.<br></li> <li> 6. Estamos aqui, Senhor,cercando esta mesa comum.Trazendo ideias diferentes,mas em Cristo somos um.<br> E quando sairmos daqui,ns vamos para voltar.Na fora da esperanae na coragem de lutar.<br></li> <li> 7. Ato Penitencial<br>Senhor, piedade (bis)<br>Cristo, Cristo Piedade<br>Senhor tem piedade.<br>Preciso voltar ao primeiro amor, <br>Voltar a intimidade contigo Senhor<br>Senhor piedade, piedade. <br></li> <li> 8. Primeira leitura (Josu 5,9a.10-12)<br></li> <li> 9. Livro de Josu:<br>Naqueles dias, 9ao Senhor disse a Josu: Hoje tirei de cima de vs o oprbrio do Egito.<br>10Os israelitas ficaram acampados em Guilgal e celebraram a Pscoa no dia catorze do ms, tarde, na plancie de Jeric.<br></li> <li> 10. 11No dia seguinte Pscoa, comeram dos produtos da terra, pes sem fermento e gros tostados nesse mesmo dia. 12O man cessou de cair no dia seguinte, quando comeram dos produtos da terra. <br></li> <li> 11. Os israelitas no mais tiveram o man. Naquele ano comeram dos frutos da terra de Cana.<br> - Palavra do Senhor.<br>- Graas a Deus.<br></li> <li> 12. Salmo 33<br>Provai e vede quo suave o Senhor!<br></li> <li> 13. Segunda leitura (2 Corntios 5,17-21)<br></li> <li> 14. Segunda Carta de So Paulo apstolo aos Corntios:<br> Irmos: 17Se algum est em Cristo, uma criatura nova. O mundo velho desapareceu. Tudo agora novo. 18E tudo vem de Deus, que, por Cristo, nos reconciliou consigo e nos confiou o ministrio da reconciliao. <br></li> <li> 15. 19Com efeito, em Cristo, Deus reconciliou o mundo consigo, no imputando aos homens as suas faltas e colocando em ns a palavra da reconciliao. <br>20Somos, pois, embaixadores de Cristo, e Deus mesmo que exorta atravs de ns. Em nome de Cristo, ns vos suplicamos: deixai-vos reconciliar com Deus.<br></li> <li> 16. 21Aquele que no cometeu nenhum pecado, Deus o fez pecado por ns, para que nele ns nos tornemos justia de Deus.<br>- Palavra do Senhor.<br>- Graas a Deus.<br></li> <li> 17. Anncio da Palavra<br>Fala, Senhor! Fala, Senhor!Palavra de fraternidade!Fala, Senhor! Fala, Senhor!s luz da humanidade!<br></li> <li> 18. A tua PalavraQue a terra alcana luz, esperanaQue faz caminhar.<br> Fala, Senhor! Fala, Senhor!Palavra de fraternidade!Fala, Senhor! Fala, Senhor!s luz da humanidade!<br></li> <li> 19. Evangelho (Lucas 15,1-3.11-32)<br></li> <li> 20. Naquele tempo, 1os publicanos e pecadores aproximavam-se de Jesus para o escutar. 2Os fariseus, porm, e os mestres da Lei criticavam Jesus: Este homem acolhe os pecadores e faz refeio com eles.<br>3Ento Jesus contou-lhes esta parbola:11Um homem tinha dois filhos. 12O filho mais novo disse ao pai: Pai, d-me a parte da herana que me cabe. E o pai dividiu os bens entre eles.<br></li> <li> 21. 13Poucos dias depois, o filho mais novo juntou o que era seu e partiu para um lugar distante. E ali esbanjou tudo numa vida desenfreada. 14Quando tinha gasto tudo o que possua, houve uma grande fome naquela regio, e ele comeou a passar necessidade. 15Ento foi pedir trabalho a um homem do lugar, que o mandou para seu campo cuidar dos porcos. 16O rapaz queria matar a fome com a comida que os porcos comiam, mas nem isto lhe davam.<br></li> <li> 22. 17Ento caiu em si e disse: Quantos empregados do meu pai tm po com fartura, e eu aqui, morrendo de fome. 18Vou-me embora, vou voltar para meu pai e dizer-lhe: Pai, pequei contra Deus e contra ti; 19j no mereo ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados. 20Ento ele partiu e voltou para seu pai. Quando ainda estava longe, seu pai o avistou e sentiu compaixo. Correu-lhe ao encontro, abraou-o e cobriu-o de beijos.<br></li> <li> 23. 21O filho, ento, lhe disse: Pai, pequei contra Deus e contra ti. J no mereo ser chamado teu filho.<br>22Mas o pai disse aos empregados: Trazei depressa a melhor tnica para vestir meu filho. E colocai um anel no seu dedo e sandlias nos ps. 23Trazei um novilho gordo e matai-o. Vamos fazer um banquete. 24Porque este meu filho estava morto e tornou a viver; estava perdido e foi encontrado. E comearam a festa.<br></li> <li> 24. 25O filho mais velho estava no campo. Ao voltar, j perto de casa, ouviu msica e barulho de dana. 26Ento chamou um dos criados e perguntou o que estava acontecendo.<br>27O criado respondeu: teu irmo que voltou. Teu pai matou o novilho gordo, porque o recuperou com sade.<br>28Mas ele ficou com raiva e no queria entrar. O pai, saindo, insistia com ele. <br></li> <li> 25. 29Ele, porm, respondeu ao pai: Eu trabalho para ti h tantos anos, jamais desobedeci a qualquer ordem tua. E tu nunca me deste um cabrito para eu festejar com meus amigos. 30Quando chegou esse teu filho, que esbanjou teus bens com prostitutas, matas para ele o novilho cevado.<br>31Ento o pai lhe disse: Filho, tu ests sempre comigo, e tudo o que meu teu. <br></li> <li> 26. 32Mas era preciso festejar e alegrar-nos, porque este teu irmo estava morto e tornou a viver; estava perdido, e foi encontrado.<br> - Palavra da Salvao.<br>- Glria a vs, Senhor.<br></li> <li> 27. </li> <li> 28. </li> <li> 29. </li> <li> 30. </li> <li> 31. </li> <li> 32. </li> <li> 33. Profisso de f<br> Creio em Deus Pai Todo Poderoso criador do cu e da terra/e em Jesus Cristo seu nico filho nosso Senhor/que foi concebido pelo poder do Esprito Santo/nasceu da Virgem Maria/padeceu sobre Poncio Pilatos/foi crucificado morto e sepultado/desceu a manso dos mortos/ressuscitou ao terceiro dia/<br></li> <li> 34. subiu aos cus/e est sentado a direita de Deus Pai Todo poderoso donde h de vir a julgar os vivos e os mortos/Creio no Esprito santo/na Santa Igreja Catlica/na comunho dos Santos/na remisso dos pecados/na ressurreio da carne/na vida eterna. <br>Amm!!!<br></li> <li> 35. Ofertrio<br> prova de amor junto a mesa partilhar.<br> sinal de humildade nossos dons apresentar.<br></li> <li> 36. Acolhei as oferendas deste vinho e deste po, e o nosso corao tambm!<br>Senhor, que vos doastes totalmente por amor, fazei de ns o que convm!<br></li> <li> 37. Quem vive para si, empobrece o seu viver; quem doar a prpria vida, vida nova h de colher.<br></li> <li> 38. Acolhei as oferendas deste vinho e deste po, e o nosso corao tambm!<br>Senhor, que vos doastes totalmente por amor, fazei de ns o que convm!<br></li> <li> 39. Oferta bem servir, por amor ao nosso irmo.<br> reunir-se nesta mesa, celebrar a redeno.<br></li> <li> 40. Acolhei as oferendas deste vinho e deste po, e o nosso corao tambm!<br>Senhor, que vos doastes totalmente por amor, fazei de ns o que convm!<br></li> <li> 41. Ofertrio<br> Receba o Senhor por tuas mos este sacrifcio para a glria do seu nome para o nosso bem e de toda a Santa Igreja.<br></li> <li> 42. Orao Eucarstica I<br></li> <li> 43. Santo<br></li> <li> 44. ABENOAI NOSSA OFERENDA, SENHOR!<br></li> <li> 45. CONSERVAI A VOSSA IGREJA SEMPRE UNIDA.<br></li> <li> 46. LEMBRAI-VOS, PAI, DE VOSSOS FILHOS!<br></li> <li> 47. EM COMUNHO COM TODA A IGREJA AQUI ESTAMOS!<br></li> <li> 48. SANTIFICAI NOSSA OFERENDA, SENHOR!<br></li> <li> 49. TODAS AS VEZES QUE COMEMOS DESTE PO E BEBEMOS DESTE CLICE, ANUNCIAMOS, SENHOR, A VOSSA MORTE, ENQUANTO ESPERAMOS A VOSSA VINDA!<br></li> <li> 50. RECEBEI, SENHOR, A NOSSA OFERTA. <br></li> <li> 51. RECEBEI, SENHOR, A NOSSA OFERTA. <br></li> <li> 52. Lembrai-vos, Pai, dos vossos filhos!<br></li> <li> 53. Concedei-nos o convvio dos eleitos!<br></li> <li> 54. Pai-Nosso<br></li> <li> 55. Vosso o reino, o poder e a glria para sempre!<br></li> <li> 56. O amor de Cristo nos uniu!<br></li> <li> 57. Cordeiro de Deus<br></li> <li> 58. Senhor, eu no sou digno(a) que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo(a)!<br></li> <li> 59. Adorao<br> Pai de amor, aqui estamosCelebrando a unidade.Somos teus filhos amadosnesta mesa da igualdade.Somos uma s famlia,Somos um s corao.Eis que a graa da partilhaEntre ns faz-se orao!<br></li>...</ul>