4c6002af99c7bjornal Senge 14

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<p>Gesto 2008/2011 - Maio de 2010 - Edio - n 14Estruturas de ao em situao de incndio</p> <p>Uma pesquisa realizada pelo Professor Doutor do Departamento de Engenharia Civil da UFES, Waln-rio Graa Ferreira, e pelo Mestre em pelo Programa de Ps-Graduao </p> <p>em Engenharia da UFES, Elicarlos Vionet Scaramussa Correia, estudou as fases e os componentes atuantes sobre os incndios, analisando e re-latando qual o comportamento das </p> <p>estruturas de ao em situaes ad-versas de incndio.Com a pesquisa eles esperam contri-buir para a minimizao de prejuzos patrimoniais e com as perdas de vidas.</p> <p>jjornal ssenge .14.indd 109/08/2010::09:47:31</p> <p>JurdicoAS ELEIES ESTO CHEGAN-DO, VAMOS PARTICIPAR?O que tem que acontecer para a soluo das crises politicas e administrativas em nosso Pais e a unio do povo em torno de um programa revolucionrio e torne realidade a necessidade histrica da re-voluo democrtica de um novo Brasil.Com exceo de alguns politicos e partidos mais compromissados com o povo a maioria das coliga-es formadas para a disputa das Assembleias Legislativas, do Con-gresso Nacional, de governos esta-duais e do Presidente da Repbli-ca so demonstraes inequivocas de que, nesta velha democracia, os partidos e politicos so farinha do mesmo saco. Nesse cenrio corre-mos o risco de, inadvertidamente, cedermos a vitria a um daquelesCaro amigo profissional,Aos poucos o povo vai percebendo que e preciso fazer algo pela emancipa-o das classes exploradas e oprimidas e para libertar o pais da subjugao na-cional, algo que no se limite ao com-parecimento s urnas de dois em dois anos, mas que mostre o protagonismo politico que merecem ter essas mesmas classes, dirigidas pelo proletariado.Impulsionar os movimentos popula-res classistas e combativos, destruir a corrupo, o analfabetismo, politicos de ficha suja, aqueles governantes que no respeitam os seus tecnicos de pla-nejamento e execuo, libertar e desen-volver as foras produtivas no campo, construir o Poder Popular passo a passo, esse e o caminho para construir uma verdadeira e nova democracia para o povo e a Nao brasileira.PROFISSIONAL, JUNTOS PO-DEMOS MUDAR ESTE PAS, VAMOS A LUTA!politicos que no possuem o censo coletivo e etico em suas aes.Conclamo a todos os profissionais da en-genharia e arquitetura e agronomia para que juntos possamos contribuir para a conscientizao do nosso povo que muitas vezes so enganados pelos politi-queiros de planto a procura de votos e depois somem do nosso meio.Um forte abrao e boa leitura, Eng. Sebastio da Silveira Presidente do SENGE-ESAv. Mal. Mascarenhas de Moraes, 2562</p> <p>sala 305 - Ed. Espao Um</p> <p>Bento Ferreira - Vitria/ES</p> <p>Telefax: 27 3324-1909</p> <p>e-mail: senge-es@senge-es.org.br</p> <p>Diretoria do SENGE-ES 2008/2011</p> <p>Sebastio da Silveira Carlos Neto</p> <p>Ari Medina Sobrinho</p> <p>Luis Fernando Fiorotti Mathias</p> <p>Antonio Vitor Cavalieri</p> <p>Rogerio Nascimento Ramos</p> <p>Filippo de Carvalho Gava</p> <p>Jose Augusto Pimentel Borgo</p> <p>Patricia Brunow Diniz Ribeiro Barbosa</p> <p>Jose Carlos de AssisSuplentes</p> <p>Wania Nassif Marx</p> <p>Luis Antonio Cola dos Santos</p> <p>Joo Batista Zavaris</p> <p>Fbio Calmon Mantovanelli</p> <p>Luis de Oliveira Dias</p> <p>Simone Baia Pereira</p> <p>Eduardo Luiz HenriquesConselho Fiscal</p> <p>Valerio Ribon</p> <p>Cesar Laeber Francez</p> <p>Rmulo Storch Vasconcelos</p> <p>Sebastio Luiz Bosi</p> <p>Jailson Jose Neves GomesDelegados Fisenge</p> <p>Pietro Valdo Rostagno</p> <p>talo Gusmo Ribon</p> <p>Paulo Roberto de Souza</p> <p>Heber Costa BeberJornalista Responsvel Fernando Abreu MTB - 1442/ES Jornalista Auxiliar Patricia Grosman MTB - 06520/MGTiragem6.000 ExemplaresProjeto Grfico/Diagramao</p> <p>www.taticacomunicacao.com.br tatica@taticacomunicacao.com.br</p> <p>27 3057-2837</p> <p>jjornal ssenge .14.indd 209/08/2010::09:47:36</p> <p>SENGE-ES pede audincia com GovernadorPaulo Hartung</p> <p>Uma das metas definidas pelo SEN-GE-ES em seu planejamento estrat-gico foi garantir a valorizao dos pro-fissionais da engenharia e arquitetura atravs do cumprimento da Lei 4.950A. No entanto essa lei no se aplica na administrao pblica, ento para garantir remuneraes melhores para estes profissionais o sindicato tem bus-cado junto s Prefeituras Municipais uma negociao poltica que permita aos profissionais da engenharia, arqui-tetura e agronomia que trabalham no servio pblico receberem uma remu-nerao justa.Agora o sindicato quer estender esta ao ao governo estadual. Com esse intuito procurou o Deputado e tam- </p> <p>bm Engenheiro Paulo Roberto, lder do governo na Assemblia Legislativa do Esprito Santo e props ao mesmo uma unio de foras para articular junto ao Governo do Estado uma nego-ciao poltica para implantar o paga-mento do Salrio Mnimo Profissional aos servidores estaduais de Engenha-ria, Arquitetura e Agronomia.Aps este primeiro contato foi ento realizada uma reunio com o ento Secretrio Estadual de Gesto e Re-cursos Humanos, que se prontificou em fazer um levantamento da situa-o destes profissionais e estudar uma soluo tcnica e legal para apresentar ao senhor Governador. Infelizmente o mesmo deixou a funo no governo, </p> <p>deixando o SENGE-ES sem infor-maes das aes desenvolvidas. Foi ento que o Sindicato pediu uma agenda com o senhor Governador Paulo Hartung, sendo marcado uma primeira conversa com o Secretrio de Gover-no, o Engenheiro Jos Eduardo.Nesta reunio com o Secretrio de Go-verno o presidente Sebastio da Silvei-ra fez um relato das lutas do Sindicato, principalmente na batalha pelo Salrio Mnimo Profissional tanto junto s empresas quanto com as prefeituras municipais. O Secretrio comprome-teu-se a levar estas questes ao Gover-nador, dando continuidade ao trabalho iniciado pelo ex-secretrio de Gesto e Recursos Humanos.</p> <p>jjornal ssenge .14.indd 309/08/2010::09:47:41</p> <p>SENGE-ES e Prefeitura Municipal de Cachoeirovoltam a discutir o SMP</p> <p>O presidente do Senge Sebastio da Silveira e os diretores Antonio Vitor Cavalieri e Jose Carlos de Assis participam da reunio com o Prefeito e servidores de Cachoeiro do Itapemirim.</p> <p>O Presidente do SENGE-ES, Enge-nheiro Mecnico Sebastio da Silvei-ra, o Diretor Financeiro, o Engenhei-ro Eletricista Antonio Vitor Cavalieri e o Diretor Social, o Engenheiro Mecnico Jos Carlos de Assis, se encontraram novamente com o Pre-feito Municipal de Cachoeiro de Ita-pemirim, Carlos Castiglione, com o presidente da Cmara Municipal, o Professor David e com os secret-rios municipais de administrao e de obras em reunio com os profissio-nais da Engenharia e Arquitetura que trabalham para a prefeitura.O tema do encontro, assim como nos encontros anteriores, foi a implan-tao de mecanismo que atendesse questo do Salrio Mnimo Profis-sional. Sebastio da Silveira iniciou a reunio fazendo um relato das aes realizadas pelos profissionais servido-res do municpio e apresentando uma proposta que, se no a pretendida pelo SENGE-ES (aplicao da Lei </p> <p>4.950-A), est dentro das possibilida-des do municpio a mdio prazo.O prefeito Carlos Castiglione fez al-gumas ponderaes, mostrando-se consciente a respeito do papel destes profissionais para o municpio, inclusive no prprio crescimento da receita municipal atravs do projeto e execu-o de importantes obras para os mo-radores de Cachoeiro. No podemos ficar de braos cruzados, temos que arrumar mecanismos de melhorar as condies salariais destes profissio-nais, exclamou o prefeito.Graas a uma conversa recente com o Secretrio Municipal de Administrao prefeito afirmou que existe uma ex-pectativa de crescimento da receita municipal, atravs da qual ser estudada a melhor forma de oferecer uma melho-ria salarial para nossos profissionais e pediu um prazo at o final deste se-mestre para marcar uma nova reunio onde ser anunciada a soluo.</p> <p>Diante da boa vontade e disposio do prefeito Castiglione o SENGE-ES est confiante que esta questo possa finalmente ser resolvida. H anos o sindicato vinha tentando, sem sucesso, manter dilogo sobre este tema com as administraes anterio-res e finalmente conseguiu a aguarda-da oportunidade junto atual gesto.O presidente Sebastio da Silveira con-siderou a reunio satisfatria: grati-ficante ver que a prefeitura est dando devido respeito aos servidores. Com servidores motivados e respeitados o municpio s tem a ganhar, come-mora. O sindicato sai desta reunio convicto do dever cumprido e na cer-teza que a Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim ser mais uma que a pagar Salrio Mnimo Profissional aos En-genheiros e Arquitetos.</p> <p>jjornal ssenge .14.indd 409/08/2010::09:47:43</p> <p>Vitria em deciso judicial beneficiaos Engenheiros da SamarcoO Sindicato dos Engenheiros no Estado do Esprito Santo saiu vencedor da ao judicial que movia contra a empresa Samarco para ser reconhecido oficialmente como a instituio que representa os engenheiros daquela empre-sa. Com esta deciso a Samarco passa a reconhecer o SENGE-ES como representante da categoria e fica obrigada a repassar o Im-posto Sindical recolhido pelos mesmos ao SENGE-ES.A deciso tambm d direito aoSENGE-ES de receber o valor do Imposto Sindical recolhido pelos engenheiros da empresa nos ltimos cinco anos.Esta a primeira sentena favo-rvel de sete aes que o sindi-cato est movendo e o sucesso nestas aes representam, sem dvidas, o incio de uma nova era para o SENGE-ES, visto que fortalecem-se de sobrema-neira as aes que visam a de-fesa dos interesses da categoria que representamos.SENGE-ES inicia discusso do ACT 2010com profissionais da EstelConvniosEDUCAO E CURSOSFACULDADE NOVO MILNIO:(27) 3399-5555CCAA:(27) 3225-2446ISA:(27) 3235-8092CIA DOS CURSOS:(27) 3345-0053ESAB:(27)3329-4972INDM:(27) 3345-2659HCT:(27) 3201-4686COMPET:(27) 9943-3231CENTRO EDUCACIONAL UP:(27) 3224-5155 Vila Velha(27) 3325-1001 Jardim da PenhaGLOBAL BUSINESS SCHOOL:(27) 3317-2008 - VitriaIEL:(27) 3334-5750 - 3334-5748</p> <p>SADEDENTALPREV:(27) 3225-8930CLNICA PSICOLGICADRA. NILMA RIBAS:(27) 3222-9098 / 8836-9098ACADEMIA RAZES DO CORPO:(27) 3223-1537 / 9996-1156SERVIOS DIVERSOSEMBRACON:(27) 3038-3562CFC PRAIA DA COSTA:(27) 3349-5050 / 3031-8590PET SHOP RECANTO DOS BICHOS(27) 3322-9401 / (27) 8142-7651No dia 30 de abril o SENGE-ES reali-zou uma assembleia com os profissio-nais da Estel Engenharia, de Aracruz, com o objetivo de iniciar as conversas para renovao do Acordo Coletivo de Trabalho entre o Sindicato e a empresa.A assembleia foi realizada no auditrio do Lions Clube de Aracruz e contou com a presena do presidente do Sin-dicato, o Eng. Mecnico Sebastio da Silveira e um dos diretores, o Eng. Me-cnico Jos Carlos de Assis. O presi-dente iniciou a reunio apresentando a pauta de sugerida pelo Sindicato e logo em seguida abriu a discusso para que </p> <p>todos os presentes apresentassem suas sugestes e reivindicaes.Aproximadamente 60% dos profis-sionais da empresa compareceram reunio, mostrando o interesse e comprometimento desses trabalha-dores em participar das discusses de sua categoria. Ao fim da reunio foi tirada a pauta de reivindicaes que ser enviada Estel e formada uma comisso que acompanhar todas as aes e negociaes entre o Sindicato e a diretoria da Estel e repassar as informaes para os demais trabalhadores.</p> <p>jjornal ssenge .14.indd 509/08/2010::09:47:48</p> <p>Estruturas de ao em</p> <p>Os incndios so fenmenos que oferecem grande risco vida. Alm disso, so, na maioria dos casos, responsveis por conside-rveis perdas patrimoniais. Por-tanto, pesquisas sobre as carac-tersticas de um incndio, assim como de suas possveis causas, receberam, nos ltimos anos, um merecido destaque por parte das instituies de ensino e da socie-dade. Desse modo, com o obje-tivo de diminuir o risco vida e minimizar os prejuzos patrimo-niais, torna-se essencial analisar o comportamento das estruturas de ao em temperatura elevada, de modo que seja possvel evitar o colapso prematuro da edificao, impossibilitando a fuga de seus usurios ou prejudicando a apro-ximao e o ingresso de meios de combate ao fogo.Os incndios so fenmenos aleatrios que dependem de um grande nmero de parmetros que na prtica no se repetem. Cada incndio representa uma situao nica, sendo a evoluo da temperatura no tempo depen-dente de um nmero elevado de fatores que se inter-relacionam e so caractersticas de um deter- </p> <p>minado ambiente.Para a ocorrncia de um incn-dio, so necessrios: material oxidvel (combustvel), material oxidante (comburente) e fonte de ignio (energia trmica).Esses trs elementos podem ser associados a um tringulo co-nhecido como tringulo do fogo, conforme Fig. 1Eliminando-se um desses trs elementos, o incndio no ocor-rer. Pode-se afastar ou eliminar a substncia que est sendo quei-mada, embora isso nem sempre seja possvel. Pode-se eliminar ou afastar o comburente (oxig-nio), por abafamento ou pela sua substituio por outro gs no-comburente. Pode-se eliminar o calor, provocando o resfriamen-to, no ponto em que ocorre a queima ou combusto.</p> <p>A principal caracterstica de um incndio, no que concerne ao es-tudo das estruturas a curva que fornece a temperatura dos gases em funo do tempo de incndio. A partir dessa curva possvel calcular a mxima temperatura atingida pelas peas estruturais e a sua correspondente resistncia s altas temperaturas.Quando as medidas de proteo contra incndio no forem eficien-tes para extinguir o incndio duran-te a fase anterior combusto ge-neralizada, e houver necessidade de verificao da segurana da estru-tura da edificao, deve-se conside-rar o efeito da ao trmica. Ento, faz-se necessrio o uso de um mo-delo de incndio por meio de cur-vas tempo-temperatura. Embora no represente o desenvolvimento de um incndio real, convencio-nou-se adotar a curva de incndio-</p> <p>Figura 1Tringulo do fogoFigura 2 Curva temperatura-tempo de um incndio</p> <p>jjornal ssenge .14.indd 609/08/2010::09:47:49</p> <p>situao de incndio</p> <p>padro como modelo para anlise terica de estruturas, de materiais de proteo trmica, de portas cor-ta-fogo, dentre outros.Elevao da temperatura do ao com e sem proteo contra incndioPara que uma estrutura com ou sem proteo contra fogo seja segura para o caso de incndio necessrio haver grande probabili-dade desta resistir aos esforos so-licitantes em temperatura elevada, evitando assim o seu colapso.Um conceito bastante importante a ser introduzido o de massivi-dade, visto que influencia forte-mente a temperatura a ser atingi-da durante um incndio. Fator de massividade ou de forma de um corpo a relao entre a rea ex-posta ao fogo e o volume aqueci- </p> <p>do do corpo.Proteo das estruturas de ao em situao de incndioQuando um perfil de ao sem proteo no resistir elevao de temperatura provocada pelo incndio ser necessrio adotar-se medidas adequadas para que este consiga resistir aos esforos solicitantes em situao de incn-dio. Entre essas medidas pode-se citar a adoo de sistemas de pro-teo ativos e sistemas passivos.Sistemas ativos: dispositivos de deteco de fumaa ou calor, os chuveiros automticos, a briga-da de incndio particular da edi-ficao, dentre outros. Proteo passiva: aumento da massa de ao dos elementos ou na utilizao de materiais de proteo trmica (proteo passiva), reduzindo- </p> <p>se, em ambos os casos, a taxa de aquecimento dos elementos es-truturais.Os tipos de mater...</p>