362 - mensagens marianas e o comunismo

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  • MENSAGENS MARIANAS E ACONTECIMENTOS NO MUNDO: No extingais o esprito. No desprezeis as profecias. Examinai tudo; abraai o que bom. (1Ts. 5,19-21)

    O COMUNISMO

    O comunismo (do latim communis - comum, universal) uma ideologia poltica e socioeconmica,

    que pretende promover o estabelecimento de uma sociedade igualitria, sem classes sociais e aptrida, baseada na propriedade comum e no controle dos meios de produo e da propriedade em geral, ou seja, ninguem tem direito a possuir propriedade de modo comercial ao estilo economia de mercado. Parte da convico que a causa dos problemas sociais est na propriedade privada e na sua acumulao. Para a sua instalao, numa primeira fase, a propriedade privada seria estatizada, sendo o Estado gerido por um Partido poltico que se encarregaria de distribuir de forma igualitria a riqueza gerada por todos. Numa segunda fase, o Estado seria abolido, sendo o poder entregue ao povo.

    O comunismo pode ser subdividido em 7 doutrinas distintas: o comunismo marxista (queda da burguesia e a dominao do proletariado), o comunismo leninista (a ditadura do proletariado), o stalinismo (o comunismo como instrumento de desenvolvimento industrial e tecnolgico da URSS), o maosmo (nascido da revoluo agrrio-militar na China, liderada por Mao Tse-Tung), o titosmo (comunismo adaptado realidade iugoslava, implantado por Josef Tito), o castrismo (a experincia comunista de Cuba sob a tutela de Fidel Castro) e o eurocomunismo (baseado na autonomia dos partidos comunistas europeus em relao a Moscou).

    Nossa Senhora, em La Sallete, Frana, h mais de cento e sessenta anos (1846), j informou-nos do

    que viria a ocorrer: Sero abolidos os poderes civis e eclesisticos. Toda ordem e toda justia sero

    calcados aos ps. No se ver outra coisa seno homicdios, dio, inveja, mentira e discrdia, sem amor pela ptria e sem amor pela famlia.

    A abolio dos poderes civis e principalmente eclesisticos no s significa a ruptura com o modelo

    de sociedade como ns o conhecemos hoje, como tambm caracteriza claramente a atuao dos regimes de fora, de exceo, ditaduras de esquerda... Comunismo! Como exemplos recentes e atuais podemos citar a U.R.S.S., a China, a Coria do Norte, Cuba, dentre outros menos conhecidos. Inclusive esta estratgia hoje est mais elaborada, pois aliena e corrompe o povo pobre e iletrado com a hipocrisia do Estado assistencialista na intenso velada de comprar votos para perpetuar-se no poder. Alm disso aparelham e corrompem os demais poderes (Executivo, Legislativo e Judicirio) no sentido de eliminar opositores e orgos fiscalizadores. Neste ltimo caso temos hoje o modelo perfeito e acabado: a Venezuela de Chaves/Maduro!

    Terror revolucionrio e uso da Fora

    No Manifesto Comunista(1) Marx e Engels afirmam que "Os Comunistas" proclamam "abertamente que os seus objetivos s podem ser alcanados derrubando pela violncia toda a ordem social existente".

  • Segundo Marx, (Nova Gazeta Renana, 11 de julho de 1848), "s existe um modo pelo qual as agonias assassinas de morte da velha sociedade e o nascimento sangrento da nova sociedade pode ser encurtado, simplificado e concentrado, e esse modo o terror revolucionrio."

    "A fora", diz Marx em O Capital, " a parteira de toda velha sociedade em trabalho de parto de uma nova".

    (1) - O Manifesto Comunista (Das Kommunistische Manifest), originalmente denominado Manifesto do Partido Comunista (em alemo: Manifest der Kommunistischen Partei), publicado pela primeira vez em 21 de Fevereiro de 1848, historicamente um dos tratados polticos de maior influncia mundial. Comissionado pela Liga dos Comunistas e escrito pelos tericos fundadores do socialismo cientfico Karl Marx e Friedrich Engels, expressa o programa e propsitos da Liga.

    Para saber mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunismo http://pt.wikipedia.org/wiki/Manifesto_Comunista

    O "Plano de guerra contra a democracia"

    Na pgina 50 de "Karl Marx and Critical Examination of his Works" (1987) Leslie Page refere-se a obra "The Red Prussian: The Life and Legend of Karl Marx" do autor Leopold Schwarzschild publicado em 1947 nos Estados unidos e em 1948 na Gr-bretanha. Schwarzschild faz uma citao da Mensagem do Comit Central Liga dos Comunistas 1850 ("Mensagem") . Este documento, escrito por Marx e Engels, era, como Marx disse numa carta para Engels (13 de Julho, 1851), "no fundo nada mais do que um plano de guerra contra a democracia".

    Uma nota na pgina 674 do Volume 10 (1978) das "Marx/Engels Collected Works" (Obras Reunidas de Marx/Engels) diz que a "Mensagem" "continha as proposies fundamentais do programa e das tticas marxistas".

    Segundo Robert Payne , (Marx, p. 239), "Embora pouco conhecido e raramente estudado", a "Mensagem" "um dos mais importantes e seminais do sculo XIX", ela "agiu como uma bomba que possua um fusvel atrasado, explodindo somente no sculo XX".

    O programa e as tticas recomendas por Marx e Engels incluam: "a organizao secreta e pblica do partido dos trabalhadores" com o "armamento de todo o proletariado, com fuzis, carabinas, canhes e munies" assumindo a direo "aos chamados excessos, aos atos de vingana popular contra indivduos odiados ou contra edifcios pblicos que o povo s relembre com dio" - montando - "conselhos municipais revolucionrios" - estabelecendo "governos dos trabalhadores revolucionrios ao lado dos novos governos oficiais".

    "Durante o conflito e imediatamente aps o combate, os operrios, antes de tudo e tanto quanto possvel, tm de agir contra a pacificao burguesa e obrigar os democratas a executar as suas atuais frases terroristas."

    Os trabalhadores deveriam: "Obrigar os democratas a intervir em tantos lados quanto possvel da organizao social at hoje existente, a perturbar o curso regular desta, a comprometerem-se a concentrar nas mos do Estado o mais possvel de foras produtivas, de meios de transporte, de fbricas, de caminhos-de-ferro, etc." se esforar para garantir "a mais decidida centralizao do poder nas mos do Estado" "levar ao extremo as propostas dos democratas" e "ditar-lhes condies tais que a dominao dos democratas burgueses contenha em si desde o incio o germe da queda".

  • O que Nossa Senhora fala sobre o Comunismo Nossa Senhora fala ao Padre Gobbi:

    A explicao de Nossa Senhora clara quando fala do enorme drago vermelho e de seu grande triunfo: difundir em toda a parte a negao a Deus e a recusa em aceit-lo. Algum tem dvida sobre isto?

    14/05/89 - O enorme drago vermelho o comunismo ateu que difundiu em toda a parte o erro da negao e a obstinada recusa de Deus... o atesmo marxista, que se apresenta com dez chifres, isto , com a potncia de seus meios de comunicao, para conduzir a humanidade a desobedecer os dez mandamentos de Deus, e com sete cabeas, tendo sobre cada uma delas um diadema, sinal de poder e realeza. As cabeas coroadas indicam as naes nos quais o comunismo ateu se estabeleceu e domina com a fora do seu poder ideolgico, poltico e militar. 14/05/89 - A enormidade do drago manifesta claramente a vastido das terras ocupadas... A sua cor vermelha, porque usa a guerra e o sangue como instrumento das suas numerosas conquistas. O enorme drago vermelho conseguiu, nestes anos, conquistar a humanidade com o erro do atesmo terico ou prtico, que j seduziu todas as naes da terra. 02/09/96 Agora, porm sois ameaados por um perigo ainda mais grave e mais insidioso. O atesmo prtico o mal do vosso sculo.

    Comparem-se estas revelaes com as previses fatimitas de 13 de julho de 1917: Se atenderem os meus pedidos, a Rssia se converter e tero paz. Se

    no, espalhar seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguies Igreja. Nossa Senhora identifica a macia divulgao do atesmo marxista pela propaganda comunista,

    usando todos os meios de comunicao disponveis (dez chifres) e a sua ampla difuso por todo o mundo (a Rssia vai espalhar os seus erros pelo mundo), para criar uma civilizao materialista e sem Deus, arrastando no caudal desta avalanche ideolgica um grande nmero de naes e populaes.

    Sobre a Rssia

    A partir de dezembro de 1922, foi criada a Unio Sovitica constituda inicialmente pela Rssia,

    Ucrnia e Bielo-Rssia (repblicas eslavas da URSS) como primeira nao socialista do mundo. Posteriormente, aderiram Unio o Usbequisto e o Turcomenisto (1924), o Tadjiquisto (1929), Gergia, Armnia e Azerbaijo (repblicas do Cucaso) e Cazaquisto e Quirguisto (dcada de 30); sua maior configurao foi alcanada em 1940, com a incorporao da Moldova (ex-Moldvia) e as repblicas do Bltico (Estnia, Letnia e Litunia). O pas ficou, assim, constitudo por 15 repblicas, ocupando uma rea de mais de 22 milhes de quilmetros quadrados - o enorme drago vermelho (2,5 vezes o Brasil, cerca de 16% das terras emersas do planeta). Com o fim da Segunda Guerra Mundial, estas incorporaes foram consolidadas e o Ocidente reconheceu a hegemonia sovitica no Leste Europeu.

    O Leste Europeu, entre 1945 e 1991, era formado por oito pases: Alemanha Oriental, Polnia, Tchecoslovquia, Hungria, Romnia, Bulgria, Iugoslvia e Albnia. Embora localizadas na poro oriental do continente europeu, o fator caracterstico entre estes pases era a macia influncia ideolgica, poltica e militar da URSS; estes pases integravam ento o chamado Bloco Sovitico. O socialismo se implantou no Leste Europeu, aps a Segunda Guerra Mundial, num processo de violentas perseguies e extrema violncia. Em 1955, estes pases passaram a integrar o chamado Pacto de Varsvia, em oposio OTAN, exceo da Iugoslvia, que rompera com a Unio Sovitica em 1948. A Albnia deixaria o Pacto em 1961.

    As cabeas coroadas so constitudas por sete naes subjugadas completamente pelo comunismo ateu e caracterizadas por um diadema, sinal de poder e realeza. Estas naes podem representar a Unio Sovitica e 6 pases do Leste Europeu, a menos