303O DE CLASSE) - Jornada de Polticas ...... com caractersticas particularistas das polticas pblicas sociais e ... e reformas setoriais. O processo de ... constituio de 1988.

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  • APARELHO IDEOLGICO DE DOMINAO DE CLASSE: a poltica social no Brasil: nos ditames do neoliberalismo.

    Carla Caroline Barisao de Souza1

    RESUMO O estudo analisa a Politica Social como instrumento de dominao poltica, buscando identificar os limites e as possibilidades que oferece para o aprofundamento da democracia no prisma da descentralizao das polticas sociais ps 1988 no Brasil. Posteriormente discute no mbito das sociedades contemporneas, os aspectos centrais que permeiam a qualidade da representao, como a vinculao e o controle dos representantes. O artigo conclui que os dficits democrticos, calcados na aplicao estrita da representao poltica de porte ideolgico burgus e conservador, e na poltica neoliberal, se interpem de forma continua na minimizao dos direitos sociais, contribuindo para uma a crescente pauperizao dos servios pblicos. Palavras-chave: Poltica Social, Descentralizao, Democracia, Estado, Ideologia.

    ABSTRACT

    The article reflects on social politic as an instrument of political domination, seeking to identify the limits and possibilities it offers for the deepening of democracy in the perspective of decentralization of social policies in Brazil after 1988. Subsequently discussed in the context of contemporary societies, the key aspects that permeate the quality of representation, such as linking and control of representatives. The article concludes that the democratic deficits, rooted in strict application of the political representation of bourgeois and conservative ideological scale, and the neoliberal policy, interpose themselves continuously on the minimization of social rights, contributing to the growing impoverishment of public services Keywords: Social Politic, Decentralization, Democracy, State, Ideology

    1 Mestre. Universidade Federal do Par. carol_barisao@yahoo.com.br

  • 1. INTRODUO

    Neste final de sculo, um conjunto de transformaes conjunturais

    e estruturais marca o contexto histrico entre Estado Federativo e Polticas

    Sociais, permitindo que se visualize a emergncia de novas relaes entre

    sociedade, mercado e poltica. A globalizao tornou-se tem chave para

    nos anos noventa, aplicando-se aos mais diversos domnios da atividade e

    circunstncias do mundo Ps - Guerra Fria, com uma assombrosa capacidade

    explicativa para todas as mudanas em curso no mundo atual. Alm disso,

    vrios fenmenos de fim de sculo como; a Revoluo Tcnico- Cientfica.

    No mbito do capitalismo industrial a queda do socialismo estatal, os

    processos de mundializao do capital, uma nova hierarquizao dos espaos

    como a formao de Blocos Econmicos, a fragilizao do Estado-nao,

    surgimento de espaos subnacionais, fracionados de diversas formas,

    transformando o papel das metrpoles, reforo do papel da cidade, e uma

    gradual constituio dos espaos comunitrios desarticulados por um sculo

    e meio de capitalismo.

    Na Amrica Latina, mais especificamente, o Caso Brasil -

    que desde os primrdios de seu processo de colonizao, por conseguinte

    com Proclamao da Repblica, ou seja, um reformismo conservador nas

    estruturas do pode Imperial, passando pelas lutas sangrentas da Ditadura

    Militar, e j no ltimo quartil do sculo XX, convivendo ainda com setores

    tradicionais, e com o poder poltico dos movimentos sociais da poca, e

    por fim, com seu processo de reforma do Estado Federativo Democrtico.

    Segundo a Constituio promulgada em 1988, cuja extenso implica o

    redesenho do formato organizacional dos segmentos de homo economicus,

    de homo ludens, de homo culturalis hoje fragmentados, numa economia de

    ajuste neoliberal que se unificou na medida em que desarticulou toda a

    sociedade. Na Amrica Latina desde os primrdios de sua colonizao,

    at no atual momento republicano, a sociedade sem a falta de sobriedade de

    seu poder Estatal.

  • Sendo Vieira (2007) esclarece, em se tratando de justia social, o

    pensamento mais prevalecente no Brasil, resume-se no seguinte: a questo

    social uma questo de polcia.

    2. DESENVOLVIMENTO A Amrica Latina sempre sustentou os ditadores do Grande

    Capital, desde matrias primas, passando pela indstria de base e na

    contemporaneidade atravs de ajustes fiscais, que quando sucumbidos dos

    cofres da unio, quebram os direitos sociais da maioria da populao.

    Chilenos, brasileiro, argentinos, bolivianos suportam sculos de subordinao

    e de espoliao, tornaram ricos os grandes mercados, assistiram sua

    misria crescer e se reproduzir, hoje veem sua cidadania se esvair com os

    juros do FMI (Fundo Monetrio Internacional - O FMI se autoproclama como

    uma organizao de 184 pases, trabalhando por uma cooperao

    monetria global, assegurar estabilidade financeira, Facilitarem o comrcio

    internacional, promover altos nveis de emprego e desenvolvimento

    econmico sustentvel, alm de reduzir a pobreza).

    Igualmente, com as regras da OMC (Organizao Mundial do

    Comrcio uma organizao internacional que supervisiona um grande

    nmero de acordos sobre as "regras do comrcio" entre os seus estados-

    membros. Foi criada em 1995 sob a forma de um secretariado para

    administrar o Acordo Geral de Tarifas e Comrcio (GATT), um tratado

    comercial que criou muito da fundao para a OMC. Atualmente inclui 150

    pases), com os acordos feito com o NAFTA, etc. Os mesmos antes que

    detinham em sua fala a palavra revoluo, no usam destas para ser fora

    reacionria contra a poltica neoliberal, pois muitas vezes so coagidos

    pela mesma, que tanto economicamente, quanto politicamente dominam o

    Estado, fazendo que este sucumba esses direitos ao mnimo, de forma que

    haja a paralisao pela luta dos direitos sociais pela sociedade civil. Vieira

    (2007) destaca, tudo isso permite concluir que breves intervalos da

    denominada democracia latino-americana esto a servio de grupos de

  • classes sociais, dominantes e interessados em manter uma democracia no

    essencialmente democrtica.

    Essas sociedades desde os anos 90 e seus anos posteriores tem

    presenciado um agravamento do seu estado de bem estar, parece que esse

    papel foi invertido para o ajuste neoliberal. Os cidados que as compem,

    conceito legalizado na constituio, tm seus direitos suprimidos, atravs

    de projetos e programas sociais seletivos, descontnuos, fragmentados,

    incompletos, sem planejamento. Projetos e programas que assumem o

    conceito de poltica social imposta pelo ajuste neoliberal, e no pelo Estado

    de Direito Democrtico, que nessa tica neoliberal apenas um mediador

    mnimo.

    Nesse sentido aumentam-se as reclamaes contra o Estado, que

    nesse modelo de ajuste considerado mnimo, porem inerente para a

    prestao de subsdios fomentados, por verbas pblicas. Nessa tica pode-

    se perceber que o choque do neoliberalismo em sociedades de regulao

    social tardia como os pases da Amrica latina, especialmente Chile e Brasil,

    no se do nem pelo desmanche social, nem pela reduo dos gastos sociais.

    O contexto da globalizao est gerando muitos e diversos

    conceitos analtico tais como: mundializao do valor, novo papel do trabalho

    vivo e da cincia, terceirizao, analises simblicas, flexibilidade laboral,

    reestruturao produtiva, desestatizao e desnacionalizao do Estado,

    nova excluso social, homogeneizao, localismo, particularismo, pases

    integrados, regies inseridas, pases e grupos sociais excludos, desemprego

    estrutural, e etc., isso vem demonstrar a busca de compreenso e

    teorizao dos fenmenos sociais na relao com o contexto das

    relaes do capitalismo mundial, Estado e Sociedade Civil.

    Sendo assim numa anlise mais rigorosa de contextos especficos

    dos pases perifricos, aqui se destaca como objeto de estudo dentro

    desse quadro latino- americano o federalismo brasileiro, um aprofundamento

    das diferenas sociais, que so reflexos dos processos de estruturao do

    modelo econmico globalizado, do ajuste fiscal e de novas institucionalidades

    polticas, tudo isso associado ao processo de democratizao, que se coloca

  • como mudana importante desde o final da dcada de 80. Segundo Ianni, na

    Amrica Latina, o retorno da democracia gerou um sentido de liberdade

    poltica, de participao e vivencia de direitos de cidadania. Porm no Brasil,

    Vacca (1991), por exemplo, aponta que esse Welfare State surgiu como

    mecanismo de controle poltico das classes trabalhadoras pelas classes

    capitalistas: a interveno do processo de barganha limita

    institucionalmente a capacidade de organizao extra - estatal dos

    trabalhadores. Retraindo tambm o Estado Democrtico Federativo.

    A democracia hoje, a forma poltica com mais legitimao, como

    conjunto de determinadas regras do jogo poltico institucional para uma boa

    sociedade. Por outro lado, no mbito liberal, a democracia assume uma

    dimenso restrita, efetivando-se sem colocar em pauta os reais interesses

    pblicos, configurados nas questes decorrentes do prprio movimento do

    capitalismo contemporneo.

    A Questo Social e suas novas expresses sociais como:

    concentrao de renda, desemprego massivo, precarizao das relaes de

    trabalho, excluso social continuam sendo tratadas de forma focalizadas e

    residualmente pelo Estado. Desta maneira esse modelo liberal de

    democratizao se relaciona diretamente com o Welfare State Brasileiro

    descompassado, com caractersticas particularistas das polticas pblicas

    sociais e sob o regime autoritrio, que agora se vincula na forma de Poder

    Local. Esse carter clientelista foi o que mais afetou a dinmica das polticas

    sociais no pas, manifesto por uma tendncia de feudalizar, sob o domnio de

    grupos, personalidades e cpulas partidrias.

    Ate as reformas ocorridas na dcada de 1980, o Welfare State

    brasileiro era caracterizado por centralizao poltica e financeira a nvel

    federal, fragmentao institucional, tecnocratismo, autofinanciamento,

    privatizao e uso clientelstico das polticas sociais (Draibe, 1989). Essas

    so as caractersticas de um sistema de proteo Social que no tem

    pretenses de funcionar como mecanismo redistributivo do produto da

    economia. Na linha imprimida pelos sucessivos relatrios sobre

    Desenvolvimento Humano das Naes Unidas, o objetivo central do

  • desenvolvimento o homem, a economia apensa um meio: Ningum

    mais e impressiona com o desenvolvimento do PIB, e tornou-se cada vez

    mais difcil identificar bem estar humano com bem estar das empresas.

    Nessa mesma ordem segue o pensamento de Sposati os negcios tem

    crdito, os humanos no.

    Assim torna-se imperativo registrar nesse estudo que o Brasil

    no possui uma poltica social de fato, mais sim apenas algumas

    benevolncias que o Estado em sua condio mnima, a iniciativa privada, e

    as organizaes governamentais elaboram e programam de forma paliativa,

    temporria e excludente. Talvez valha aqui ressaltar como a forma de

    percepo da prpria sociedade sobre democracia, que se reduz em

    consolidar as instituies polticas representativas, baseadas no sufrgio

    universal. Torna-se fundamental reconhecer os diversos planos de ao

    governamentais institudos desde a partir da redemocratizao do Estado

    brasileiro.

    As polticas nesse perodo foram caracterizadas por cortes drsticos

    de oramento, justificados pela necessidade de descentralizao

    administrativa. Aquilo que o governo brasileiro concebe como novaes e

    reformas setoriais.

    O processo de descentralizao do Sistema de Proteo Social,

    ou seja, das Polticas Publicas Sociais em geral, se desenvolveu a partir

    da redemocratizao e teve suas bases institucionais garantidas pela

    constituio de 1988.

    No caso do Brasil um Estado Federativo, em um pas

    caracterizado por expressivas desigualdades regionais e um grande nmero

    de municpios fiscal e administrativamente fracos- para os quais se pretende

    transferir atribuies de gesto de poltica social um processo de reforma do

    Estado capaz de transformar o formato centralizado prvio de um sistema

    nacional de prestao de servios sociais no pode ser por hiptese alguma,

    um processo espontneo.

    Sabe-se que nesse tambm que no ocorreu nesta ocasio

    um processo pactuado de redefinio de funes na rea social,

  • capaz de estabelecer, paralelamente descentralizao fiscal, um

    conjunto minimamente equivalente de atribuies a serem desempenhadas

    pelas unidades de governo beneficiadas pelo novo arranjo tributrio. A

    descentralizao das polticas sociais seria um subproduto da

    descentralizao fiscal do final dos anos 80. Descentralizao aqui

    significa genericamente a institucionalizao no plano local das condies

    tcnicas para implementao de tarefas de gesto de polticas sociais. Assim

    e indiferente se a descentralizao da poltica sob a anlise e toma a forma da

    estadualizao e / ou da municipalizao.

    A noo de local estar, na verdade, referida unidade de governo

    para a qual se pretende transferi atribuies. Por exemplo, na poltica

    educacional e de sade, os programas de descentralizao tm como meta

    municipalizar a gesto de determinadas tarefas. Nestes casos, a

    descentralizao entendida como municipalizao. Diferentemente da poltica

    habitacional, a perspectiva era de que se constitussem sistemas estaduais de

    oferta de bens; neste caso a descentralizao encarada como

    estadualizao. O fato de que um Estado ou municpio esteja efetuando

    despesas em uma dada rea de poltica social no significa necessria

    mente que este est assumindo funes de gesto naquela rea.

    3. CONCLUSO Finalmente, a extenso da descentralizao depende ainda

    diretamente de polticas que sejam implementadas de modo

    coordenado, isto , o grau de coincidncias das aes dos nveis mais

    abrangentes de governo, maior ser o alcance da municipalizao e / ou

    estadualizao. A crise do mercado de trabalho, tambm se agravou com

    essas polticas recessivas de ajuste estrutural financeiro, justificadas pela

    mudana tecnolgica; a flexibilizao. Nesse sentido aumentam-se as

    reclamaes contra o Estado, que nesse modelo de ajuste considerado

    mnimo, porem inerente para a prestao de subsdios fomentados, por verbas

    pblicas. Nessa tica pode-se perceber que o choque do neoliberalismo em

  • sociedades de regulao social tardia como os pases da Amrica latina,

    especialmente Chile e Brasil, no se do nem pelo desmanche social, nem

    pela reduo dos gastos sociais.

    Sposati (2002) apresenta o conceito de poltica social como os

    ncleos de seu pensamento vejam: o conjunto de provises de necessidades

    sociais do cidado que so includas como de responsabilidade social pblica.

    Porm de fato a regulamentao implica na diminuio da

    universalizao da cidadania. Contatamos tambm que esse conceito se

    contrape a uma fundamentao ainda frgil, ou seja, se avana muito pouco

    na construo terica sobre o que a ser o direito social e a cidadania.

    Havendo uma tenso entre um direito a ser conquistado ou mantido e/ou

    uma ajuda que se obtm eventualmente, observa-se uma abertura no

    debate da gesto social e suas dimenses. Dimenses estas que so

    restringidas devido a influencia do global no social produto de determinaes

    de agentes financeiros como o FMI (Fundo Monetrio Internacional).

    Isto fica mais claro quando se considera que a sua Assistncia, na

    sua expresso de Welfare State, s foi possvel em pases desenvolvidos,

    quando vemos que as aes sociais do Estado Brasileiro se deram

    tardiamente, e mesmo assim no podemos dizer com propriedade que

    estas esto circunscritas no direito real de Assistncia que corresponde

    um estado de bem estar social de fato. Hoje se v isso claramente na

    sociedade brasileira, uma vez que o cidado mesmo s vezes centrado numa

    ideologia poltica de participao popular junto a ao estatal passa fome,

    tornando-se prolixo ao falar em qualquer que outro direito, se nem ao menos

    esse e garantido.

    Logo se afirma que essa poltica social, no passa de

    programas e projetos assistencialistas voltados para as minorias, os

    marginalizados e excludos do ajuste neoliberal, onde a classe oligrquica a

    partir de sua regulao constante do dar de esmolas superficializa o real

    direito social. Como tambm superficializa mais especificamente que a crise

    fiscal do Estado, usando-a como pretexto para condenar a interveno do

    Estado na economia. O ajuste neoliberal no hesita em excluir vastas

  • camadas da sociedade dos bens para o mnimo de vida digna, pois assim

    correria o risco do no consumo, e assim viriam os riscos, os prejuzos nas

    bolsas de valores, o aumento da inflao etc., por isso junto se fazem valer

    do selo de responsabilidade social, de parcerias com Organizaes No

    Governamentais, fazendo com que o poder estatal seja facilitador desses

    programas paliativos, seletivos, fragilizados que ainda tem por iderio a

    organizao da filantropia atravs do qual os mais ricos ajudam os mais

    pobres.

    Sposati (2002) ratifica essa idia quando em seu texto nos diz

    que a regulao tardia no centrada em um agente, o Estado central, mas

    sim realizada por agentes mltiplos quer no mbito do Estado, quer da

    sociedade e at mesmo do mercado atravs, como j assinalado, pelos

    novos benfeitores sociais. Portanto partindo dessa regulao social tardia, da

    ausncia de um Welfare State, do mal estar da teoria e do ajuste neoliberal

    que como poltica econmica perpassa a Amrica Latina desde as ultimas

    dcadas do sculo XX, considerando tambm que no existe um contrato

    social alargado, com bases slidas nos direitos sociais e pblicos, Sposati

    (2002) concentra sua anlise no desmerecimento da poltica pbica

    brasileira e seus programas sociais que segundo Przeworski e Wallarstein

    resulta da justificativa que o lucro a condio necessria para a melhoria

    das condies materiais para todos. Consequentemente estes alm de

    volteis, temporrios, excludentes, despolitizados, fragmentrios, so motores

    para a acumulao, que refuta a democracia dos pases latino americanos

    em especial o Brasil.

    REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS

    ARRETCHE, M. 2006. Coordinating Policies in a Fragmented Federal State: the Brazilian Case. Artigo apresentado no XX Congresso da Associao Internacional de Cincia Poltica, realizado em Fukuoka (Japo), de 9 a 13 de julho.

    DRAIBE, Snia Miriam. A Reforma dos programas Sociais Brasileiros:

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    PRZEWORSK, Adam, WALLARSTEIN, Michael. O Capitalismo democrtico na encruzilhada. Novos Estudos, N 22, out. 1988

    SPOSATI, Aldaza. VIII Congresso internacional Del CLAD sobre la Reforma Del Estado y de la Administracion Pblica, Lisboa, Portugal, 8 11 Oct.2002

    VACCA, Giuseppe. Estado e Mercado, Pblico e Privado. Lua Nova, N24, set. 1991. VIEIRA, Evaldo. Os direitos e a poltica social / Evaldo Vieira. 2. Ed. So Paulo: Cortez, 2007.

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