3 estação de tratamento de águas residuais

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<ul><li> 1. ERNA | 4 ano @2012 3. Estao de Tratamento de guas Residuais </li></ul> <p> 2. 3. ETARs - Introduo Uma Estao de Tratamento de guas Residuais (ETAR) certamente o destino mais adequado promoo da sade pblica e preservao dos recursos hdricos, de modo a evitar a sua contaminao. As ETAR tm como objectivo o tratamento final das guas residuais produzidas pelas populaes, permitindo uma possvel reutilizao destas, atravs de um processo longo e faseado. 2 3. Introduo 3.1. Metodologias de Tratamentos de guas Residuais 3.2. Classificao dos mtodos de tratamento 3.2.1. Pr-Tratamento 3.2.2. Tratamento Primario 3.2.3. Tratamento Secundrio 3.2.3. Tratamento Tercirio 3. 3. ETARs - Introduo O tratamento de guas residuais apresenta duas fases distintas de tratamento: Tratamento da fase lquida, o tratamento da gua residual de forma a cumprir as condies exigidas na licena de descarga, para posterior rejeio no meio receptor; Tratamento da fase slida, em que dado tratamento adequado aos slidos removidos da gua residual na fase lquida. Complementarmente, Tratamento dos odores resultantes da degradao da matria orgnica existente nas guas residuais, e que removida ao longo do processo de tratamento das ETAR. 3 3. Introduo 3.1. Metodologias de Tratamentos de guas Residuais 3.2. Classificao dos mtodos de tratamento 3.2.1. Pr-Tratamento 3.2.2. Tratamento Primario 3.2.3. Tratamento Secundrio 3.2.3. Tratamento Tercirio 4. 3. ETARs - Introduo Escolha do Sistema de Tratamento A escolha de um sistema de tratamento determinada por vrios factores: caractersticas quantitativas e qualitativas das guas residuais, localizao do sistema e objectivos de qualidade que se pretendem imposio do grau de tratamento. 4 3. Introduo 3.1. Metodologias de Tratamentos de guas Residuais 3.2. Classificao dos mtodos de tratamento 3.2.1. Pr-Tratamento 3.2.2. Tratamento Primario 3.2.3. Tratamento Secundrio 3.2.3. Tratamento Tercirio Fase lquida Existem quatro fases de tratamento de guas residuais numa ETAR: tratamento preliminar, primrio, secundrio e tercirio ou de afinao. De forma a assegurar os objectivos de descarga necessrios, existem vrias tecnologias e processos disponveis. ao nvel do tratamento secundrio que existe uma maior variedade de tecnologias que mais influenciam a configurao da ETAR. 5. 3.1. ETARs Metodologias de Tratamentos de guas residuais 5 Nivel de Tratamento Descrio Pr-Tratamento Remoo dos constituintes das guas residuais tais como: galhos, slidos flutuantes, gravilha e gorduras, que possam causar problemas operacionais ou danificar as operaes de tratamento, processos ou outros sistemas a jusante. Primrio Remoo de uma parte dos slidos suspensos e matria orgnica Primrio Avanado Remoo avanada de slidos suspensos e de matria orgnica. Por norma acompanhado de adies qumicas ou filtrao Secundrio Remoo de matria orgnica biodegradvel (em soluo ou suspenso) e de slidos suspensos. A desinfeo tambm usualmente includa neste passo. Secundrio com remoo de nutrientes Remoo de orgnicos biodegradveis, slidos suspensos e nutrientes (azoto, fosforo) Tercirio Remoo de slidos suspensos residuais (aps tratamento secundrio) normalmente por filtrao granular mdia ou microfiltrao. Desinfeo tambm uma parte do tratamento tercirio. A remoo de nutrientes tambm muitas vezes includa neste passo. Avanado Remoo de materiais residuais suspensos ou dissolvidos apos tratamento biolgico normal e quando requerida para varias aplicaes de reutilizao da agua. 6. 3.1. ETARs Metodologias de Tratamentos de guas residuais 3. Introduo 3.1. Metodologias de Tratamentos de guas Residuais 3.2. Classificao dos mtodos de tratamento 3.2.1. Pr-Tratamento 3.2.2. Tratamento Primario 3.2.3. Tratamento Secundrio 3.2.3. Tratamento Tercirio O tratamento de guas residuais numa ETAR deve consistir em quatro fases, designadas tratamento preliminar, tratamento primrio, tratamento secundrio e tratamento tercirio. O tratamento tercirio torna-se indispensvel no caso do meio receptor onde efectuada a descarga de gua residual tratada ser um meio sensvel, isto , sujeito a eutrofizao (enriquecimento excessivo de algas devido introduo de nutrientes - azoto e fsforo - provenientes da gua residual), necessitando ento que seja efectuada a remoo de nutrientes da gua residual. 6 7. 3.1. ETARs Metodologias de Tratamentos de guas residuais Tratamentos Preliminar gradagem, remoo de contaminantes slidos que podem danificar os equipamentos a jusante Primrio remoo dos slidos suspensos, e de parte da matria orgnica (reduo do BOD) Secundrio convencional remoo de biodegradveis e desinfeco Tercirio Remoo ou controlo de nutrientes Reduo dos riscos de eutrofizao em corpos de gua fechados e contaminao de aquferos Tratamento avanado nutrientes, compostos txicos, slidos suspensos e matria orgnica Tratamento de produtos txicos/ remoo de poluentes especficos Tratamento das lamas 7 3. Introduo 3.1. Metodologias de Tratamentos de guas Residuais 3.2. Classificao dos mtodos de tratamento 3.2.1. Pr-Tratamento 3.2.2. Tratamento Primario 3.2.3. Tratamento Secundrio 3.2.3. Tratamento Tercirio 8. 3.1. ETARs Metodologias de Tratamentos de guas residuais 8 9. 3.2. Classificao dos mtodos de tratamento Pr tratamento No primeiro conjunto de tratamentos, designado por pr-tratamento ou tratamento preliminar, o esgoto sujeito aos processos de separao dos slidos mais grosseiros tais como a gradagem que pode ser composto por grades grosseiras, grades finas e/ou peneiras rotativas, o desarenamento nas caixas de areia e o desengorduramento nas chamadas caixas de gordura ou em pr-decantadores. Nesta fase, o esgoto , desta forma, preparado para as fases de tratamento subsequentes, podendo ser sujeito a um pr-arejamento e a uma equalizao tanto de caudais como de cargas poluentes ou resduos. 9 3. Introduo 3.1. Metodologias de Tratamentos de guas Residuais 3.2. Classificao dos mtodos de tratamento 3.2.1. Pr-Tratamento 3.2.2. Tratamento Primario 3.2.3. Tratamento Secundrio 3.2.3. Tratamento Tercirio Exemplo de grade mecnica 10. Tratamento Primrio Apesar do esgoto apresentar um aspecto ligeiramente mais razovel aps a fase de pr-tratamento, possui ainda praticamente inalteradas as suas caractersticas poluidoras. Segue-se, pois, o tratamento propriamente dito. A primeira fase de tratamento designada por tratamento primrio, onde a matria poluente separada da gua por sedimentao nos sedimentadores primrios. Este processo exclusivamente de ao fsica pode, em alguns casos, ser ajudado pela adio de agentes qumicos que atravs de uma coagulao/floculao possibilitam a obteno de flocos de matria poluente de maiores dimenses e assim mais facilmente decantveis. Aps o tratamento primrio, a matria poluente que permanece na gua de reduzidas dimenses, normalmente constituda por colides, no sendo por isso passvel de ser removida por processos exclusivamente fsico-qumicos. A eficincia de um tratamento primrio pode chegar a 60% ou mais dependendo do tipo de tratamento e da operao da ETE. 10 3. Introduo 3.1. Metodologias de Tratamentos de guas Residuais 3.2. Classificao dos mtodos de tratamento 3.2.1. Pr-Tratamento 3.2.2. Tratamento Primario 3.2.3. Tratamento Secundrio 3.2.3. Tratamento Tercirio 3.2. Classificao dos mtodos de tratamento Exemplo de decantador primrio 11. Tratamento Secundrio Segue-se, pois, o chamado processo de tratamento secundrio, geralmente consistindo num processo biolgico, do tipo lodo ativado ou do tipo filtro biolgico, onde a matria orgnica (poluente) consumida por microorganismos nos chamados reatores biolgicos. Estes reatores so normalmente constitudos por tanques com grande quantidade de microorganismos aerbios, havendo por isso a necessidade de promover o seu arejamento. O esgoto sado do reator biolgico contem uma grande quantidade de microorganismos, sendo muito reduzida a matria orgnica remanescente. A eficincia de um tratamento secundrio pode chegar a 95% ou mais dependendo da operao da ETE. Os microorganismos sofrem posteriormente um processo de sedimentao nos designados sedimentadores (decantadores) secundrios. Finalizado o tratamento secundrio, as guas residuais tratadas apresentam um reduzido nvel de poluio por matria orgnica, podendo na maioria dos casos, serem despejadas no meio ambiente receptor. 11 3. Introduo 3.1. Metodologias de Tratamentos de guas Residuais 3.2. Classificao dos mtodos de tratamento 3.2.1. Pr-Tratamento 3.2.2. Tratamento Primario 3.2.3. Tratamento Secundrio 3.2.3. Tratamento Tercirio 3.2. Classificao dos mtodos de tratamento 12. Tratamento Tercirio Normalmente antes do lanamento final no corpo receptor, necessrio proceder desinfeco das guas residuais tratadas para a remoo dos organismos patognicos ou, em casos especiais, remoo de determinados nutrientes, como o nitrognio (azoto) e o fsforo, que podem potenciar, isoladamente e/ou em conjunto, a eutrofizao das guas receptoras. 12 3. Introduo 3.1. Metodologias de Tratamentos de guas Residuais 3.2. Classificao dos mtodos de tratamento 3.2.1. Pr-Tratamento 3.2.2. Tratamento Primario 3.2.3. Tratamento Secundrio 3.2.3. Tratamento Tercirio 3.2. Classificao dos mtodos de tratamento Exemplo de sistema de desinfeco por UV Exemplo de sistema de tratamento por osmose inversa [6] 13. Remoo de nutrientes guas residurias podem conter altos nveis de nutrientes como nitrognio e fsforo. A emisso em excesso destes pode levar ao acmulo de nutrientes, fenmeno chamado de eutrofizao, que encoraja o crescimento excessivo (chamado bloom) de algas e cianobactrias (algas azuis). A maior parte destas algas acaba morrendo, porm a decomposio das mesmas por bactrias remove oxignio da gua e a maioria dos peixes morrem. Alm disso, algumas espcies de algas produzem toxinas que contaminam as fontes de gua potvel (as chamadas cianotoxinas). 13 3. Introduo 3.1. Metodologias de Tratamentos de guas Residuais 3.2. Classificao dos mtodos de tratamento 3.2.1. Pr-Tratamento 3.2.2. Tratamento Primario 3.2.3. Tratamento Secundrio 3.2.3. Tratamento Tercirio 3.2. Classificao dos mtodos de tratamento 14. H diferentes processos para remoo de Azoto e fsforo: A Desnitrificao requer condies anaerbias(ausncia de oxignio) para que as comunidades biolgicas apropriadas se formem. A desnitrificao facilitada por um grande nmero de bactrias. Mtodos de filtragem em areia, lagoa de polimento, etc. pode reduzir a quantidade de nitrognio. O sistema de lodo ativado, se bem projetado, tambm pode reduzir significante parte do nitrognio. A Remoo de fsforo, que pode ser feita por precipitao qumica, geralmente com sais de ferro (ex. cloreto frrico) ou alumnio (ex. sulfato de alumnio). O lodo qumico resultante difcil de tratar e o uso dos produtos qumicos torna-se caro. Apesar disso, a remoo qumica de fsforo requer equipamentos muito menores que os usados por remoo biolgica. 14 3. Introduo 3.1. Metodologias de Tratamentos de guas Residuais 3.2. Classificao dos mtodos de tratamento 3.2.1. Pr-Tratamento 3.2.2. Tratamento Primario 3.2.3. Tratamento Secundrio 3.2.3. Tratamento Tercirio 3.2. Classificao dos mtodos de tratamento 15. Desinfeco A desinfeco das guas residuais tratadas objetiva a remoo dos organismos patognicos. O mtodo de clorao tambm tem contribudo significativamente na reduo de odores em estaes de tratamento de esgoto. Revelou-se entre os processos artificiais o de menor custo e de elevado grau de eficincia em relao a outros processos como a ozonizao que bastante dispendiosa e a radiao ultra-violeta que no aplicvel a qualquer situao. 15 3. Introduo 3.1. Metodologias de Tratamentos de guas Residuais 3.2. Classificao dos mtodos de tratamento 3.2.1. Pr-Tratamento 3.2.2. Tratamento Primario 3.2.3. Tratamento Secundrio 3.2.3. Tratamento Tercirio 3.2. Classificao dos mtodos de tratamento </p>

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