2º Seminário de URA e HIS Em SP 12-08-2010 Gestão Das Águas Pluviais No Meio Urbano_- Rodolfo Scarati

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Apresentao no 2 Seminrio de URA e HIS em SP 12-08-2010 do Prof. Rodolfo Scarati

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<ul><li><p>03/02/2011</p><p>1</p><p>Gesto das guas Pluviais no Meio Urbano</p><p>P R O F . D R . J O S R O D O L F O S C A R A T I M A R T I N SE S C O L A P O L I T C N I C A</p><p>U N I V E R S I D A D E D E S O P A U L O</p><p>Meio Urbano</p><p>A CIDADE O GRANDE VILO AMBIENTALA CIDADE O GRANDE VILO AMBIENTAL</p><p>y Grandes demandas concentradas sobre uma rea Grandes demandas concentradas sobre uma rea </p><p>restrita</p><p>y Perda definitiva do equilbrio ecolgico </p><p>y Presso multivariada sobre os recursos hdricos</p><p>y Micro-climas alterados</p><p>y Tendncia irreversvel</p></li><li><p>03/02/2011</p><p>2</p><p>Efeito da Urbanizao Sobre o Comportamento Hidrolgico</p><p>Impactos da Urbanizao</p><p>Maior densidade populacional</p><p>Maior impermeabilizao</p><p>Maior escoamento superficial</p><p>Cultura de uso urbano do solo</p></li><li><p>03/02/2011</p><p>3</p><p>EstruturaisEstruturais No estruturaisNo estruturais</p><p>Ferramentas Tecnolgicas</p><p>y Canalizaoy Reteno/deteno </p><p>de reay Deteno de </p><p>quadra/lote</p><p>y Controle do uso do soloy Zoneamento de reas </p><p>inundveisy Delimitao de riscos quadra/lote</p><p>y Controle na fontey Medidas </p><p>compensatrias</p><p>y Delimitao de riscos y Sistemas de Alertay Planos de Ao </p><p>Emergencialy Securitizao</p><p>Dificuldades</p><p>y Desgaste poltico do administrador pblico, resultante do controle no-estrutural (a populao espera sempre ( p p p ppor obras hidrulicas).</p><p>y Desconhecimento da populao sobre tcnicas de gesto de cheias.</p><p>y Falta de conhecimento sobre controle de cheias por parte dos planejadores urbanos.</p><p>y Desorganizao institucional e falta de regulao nos y Desorganizao institucional e falta de regulao nos nveis Estadual e Municipal, sobre a gesto das APUs, e emprego de medidas compensatrias</p><p>y Pouca informao tcnica sobre o assunto entre os profissionais de arquitetura e engenharia.</p><p>(Adaptado de Cordeiro, 2007)</p></li><li><p>03/02/2011</p><p>4</p><p>Algumas certezas</p><p>y No existe soluo puramente tecnolgica ou ieconmica.</p><p>y No existe soluo simplista ou instantnea.</p><p>y No existe soluo possvel de ser copiada.</p><p>y Canais e condutos podem produzir custos 10 vezes i t l f tmaiores que o controle na fonte;</p><p>y a canalizao aumenta os picos para jusante e a deteno tem dificuldades de manuteno</p><p>(Adaptado de Cordeiro, 2007)</p><p>Premissas da Gesto de APU </p><p>y LID (Low Impact Development ) introduzido no final dos anos 90 (Jones, 2001)</p><p>y Impermeabilizao deve ser encarada como um problema a ser solucionado pela sociedade em geral </p><p>y O melhor sistema de drenagem aquele que lida com o escoamento superficial sem gerar impactos superiores aos supostamente naturais da bacia (Impacto Zero)aos supostamente naturais da bacia (Impacto Zero)</p><p>y Grandes dificuldades para sua implantao em centros urbanos no planejados - Resilincia</p><p>y Controle da poluio difusa</p></li><li><p>03/02/2011</p><p>5</p><p>Solues Sustentveis</p><p>y trincheiras drenantes; y Reservatrios de reteno e deteno</p><p>y valas de infiltrao; </p><p>y poos de infiltrao;</p><p>y telhados armazenadores;</p><p>reteno e deteno</p><p>y Parques lineares</p><p>y Barragens e diquestelhados armazenadores;</p><p>y microreservatrios ou reservatrios individuais </p><p>y pavimentos permeveis; </p><p>Reteno &amp; Valetas de Infiltrao</p></li><li><p>03/02/2011</p><p>6</p><p>Pavimentos &amp; Telhados</p><p>Reservatrios Individuais</p></li><li><p>03/02/2011</p><p>7</p><p>Lei Municipal n 13.276 de 04/01/2002</p><p>y torna obrigatria a execuo de reservatrios para as guas pluviais, para os lotes com rea impermeabilizada superior a 500m, edificados ou no.</p><p>y O volume acumulado deve ser preferencialmente infiltrado no solo ou despejado y O volume acumulado deve ser preferencialmente infiltrado no solo, ou despejado diretamente na rede pblica aps uma hora do trmino da chuva. </p><p>y estacionamentos da capital devem ter 30% de seu terreno revestido com piso drenante ou manter sua rea naturalmente permevel. </p><p>y capacidade do reservatrio V = 0,15 x Ai x IP x t, onde V = volume do reservatrio (m), Ai = rea impermeabilizada (m), IP = ndice pluviomtrico igual a 0,06m/h e t = tempo de durao da chuva igual a uma hora. </p><p>y Novas construes: quando a rea impermevel for superior a 500m (quinhentos metros quadrados) quadrados). </p><p>y Reformas: quando houver acrscimo de 100 m ou mais na rea impermeabilizada e o total da rea construda for superior a 500 m. Nos casos de sucessivos pedidos de reforma, ainda que os acrscimos de construo no atinjam os 100 m, deve ser considerada a soma das reas aumentadas, aprovadas aps 05 de janeiro de 2002. </p><p>Aplicabilidade e Efeitos </p><p>10 bacias de deteno volume total de armazenamento 1.208.000 minvestimentos da ordem de R$ 59.390.149,94.</p></li><li><p>03/02/2011</p><p>8</p><p>Volume Necessrio x Disponvel</p><p>80%</p><p>100%</p><p> pic</p><p>o Concluso: medida eficaz</p><p>0%</p><p>20%</p><p>40%</p><p>60%</p><p>10000 100000 1000000</p><p>Red</p><p>uo</p><p> da </p><p>vaz</p><p>o de</p><p>Volume Total do Reservatrio de Lote m</p><p>Sugesto: aumentar o volume exigido pela lei para obter atenuao de 10%</p><p>Aplicabilidade: poltica de induo</p><p>Imveis 1000</p></li><li><p>03/02/2011</p><p>9</p><p>Pavimento PermevelINFILTRANTE</p><p>ARMAZENADOR</p><p>Permeabilidade das Camadas de Permeabilidade das Camadas de RevestimentoRevestimento</p><p>CPA</p><p>MODELO CONCEITUAL</p><p>CPA</p><p>Permeabilidade mdia igual a 40 x 10- cm/s (8 corpos deprova)</p><p>BLOCO DE CONCRETO PERMEVELBLOCO DE CONCRETO PERMEVEL</p><p>Permeabilidade mdia encontrada igual a 0,43 cm/s ou 43 x10- cm/s (seis amostras)</p></li><li><p>03/02/2011</p><p>10</p><p>PorosidadePorosidadeCamadasCamadasBase e Base e SubSub--basebase</p><p>MODELO CONCEITUAL</p><p>=0,25 a 0,40Base e Base e SubSub--basebase</p><p>CBRCBRmdiomdio = 10%= 10%</p><p>CBR (dimensionamento estrutural) = 8%CBR (dimensionamento estrutural) = 8%</p><p>Solo de subleito = Solo de subleito = arenoareno argilosoargiloso ((laterticolatertico arenoso)arenoso)Solo de subleito = Solo de subleito = arenoareno--argilosoargiloso ((laterticolatertico arenoso)arenoso)</p><p>GeomembranaGeomembrana com 1 mm de espessura constituda de com 1 mm de espessura constituda de PEAD (Polietileno de Alta Densidade)PEAD (Polietileno de Alta Densidade)</p><p>Blocos Intertravados Concreto Poroso </p><p>MODELO CONCEITUALTipo de Trfego</p><p>Blocos Intertravadosde Concreto</p><p> Trfego leve e N= 105(nmero de repeties de carga)</p><p> CBR=8% (obtido nos </p><p>Concreto Poroso Asfltico (CPA) </p><p> Trfego leve e N= 105(nmero de repeties de carga)</p><p> CBR=8% (obtido nos (ensaios de CBR apresentados em anexo)</p><p> PMSP-IP-06 </p><p>(ensaios de CBR apresentados em anexo)</p><p> PMSP -IP-02</p></li><li><p>03/02/2011</p><p>11</p><p>O Pavimento experimental da USP</p><p>Na qual,H = espessura da camada reservatrio (mm)Vmx = volume mximo da camada reservatrio (mm)n = porosidade do material de preenchimento da camada reservatrioP = precipitao de projeto (mm)</p><p>Na qual:H espessura mdia da camada reservatrio (mm)</p><p>RESULTADOSH = espessura mdia da camada reservatrio (mm)H = espessura da camada reservatrio (mm)I1 = declividade adotada no projeto na direo 1(m/m)L1 = comprimento do reservatrio na direo 1 (m)I2 = declividade adotada no projeto na direo 2 (m/m)L2 = comprimento do reservatrio na direo 2 (m)</p><p>Precipitao (mm)</p><p>Hmdia (mm)</p><p>Bloco Asfalto</p><p>t/T 10 anos</p><p>10 minutos 24,40 299,73 305,11</p><p>Aterro Compactado</p></li><li><p>03/02/2011</p><p>12</p><p>Impermeabilizao do fundo</p><p>Camada drenante</p></li><li><p>03/02/2011</p><p>13</p><p>Base concluida</p></li><li><p>03/02/2011</p><p>14</p><p>Drenagem Convencional</p><p>Asfalto e Concreto Porosos</p></li><li><p>03/02/2011</p><p>15</p><p>Camada de revestimento</p><p>Camada de revestimento</p></li><li><p>03/02/2011</p><p>16</p><p>RESULTADOS</p><p>5</p><p>10</p><p>15</p><p>20</p><p>25</p><p>30</p><p>Prec</p><p>ipita</p><p>o </p><p>(mm</p><p>)</p><p>0</p><p>5</p><p>25/3/</p><p>10 14</p><p>:40</p><p>25/3/</p><p>10 14</p><p>:50</p><p>25/3/</p><p>10 15</p><p>:00</p><p>25/3/</p><p>10 15</p><p>:10</p><p>25/3/</p><p>10 15</p><p>:20</p><p>25/3/</p><p>10 15</p><p>:30</p><p>25/3/</p><p>10 15</p><p>:40</p><p>25/3/</p><p>10 15</p><p>:50</p><p>25/3/</p><p>10 16</p><p>:00</p><p>25/3/</p><p>10 16</p><p>:10</p><p>25/3/</p><p>10 16</p><p>:20</p><p>25/3/</p><p>10 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comum residencial e { Polticas afirmativas para o usurio comum residencial e </p><p>comercial de pequeno porte{ Compulsrio para empreendimentos de grande impacto{ Padro para obras pblicasy Implantao{ Compulsrio para novos empreendimentos em geral</p><p>A it did t i l t t { Aceito como medida compensatria em loteamentos populares e regularizao fundiria</p><p>{ Potencial construtivo</p><p>S C A R A T I @ U S P . B R</p></li></ul>