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Jornal regional mineiro que circula nos bairros Ouro Preto, Castelo e Pampulha.

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  • novembro/dezembro - 2012 - Belo Horizonte/MG - 24a edio - Ano IV - Distribuio Gratuita - www.conexaonoticias.com.br

    Talvez, a maturidade tenha nosdado a coragem de sermos mais doque eramos e de ousar a cada dia.

    Gui Cattoni (vocalista)

    Confira entrevista com aBanda Chaparrall na pgina 3

    Receitasde pratosnatalinos

    PGINA 12

    Dicas de Seguranapara as compras

    de Natal

    PGINA 6

    Sacolas retornveisagora a soluo nahora das compras

    PGINA 9

  • Para se submeter a cirurgia baritrica alguns critrios so re-gulamentados pelo Conselho Federal de Medicina. Desde odia 15 de outubro jovens a partir de 16 anos podero reali-zar a cirurgia de reduo de estmago pelo SUS. Alexandre Pa-dilha, ministro da sade, disse que o objetivo ampliar o acessoe melhorar a qualidade da cirurgia baritrica no Brasil. Segundoo ministro, dados apontam uma crescente obesidade entre jovense adolescentes, por isso a opo de ampliar o pblico .

    O doutor Tlio Assis, mdico e membro titular do ColgioBrasileiro de Cirurgia Digestiva conversou com o jornal ConexoNotcias e explicou algumas dvidas mais recorrentes sobre a reduo de estmago. Segundo a literaturamundial, existe um risco de morte durante o procedimento (0,5%). Tlio Assis explicou que o risco paraquem obeso 20 vezes maior, j que 64 doenas so associadas a obesidade.

    Tambm conhecida comoreduo de estmago, a cirurgia

    pode ser a salvao paramuitos obesos mrbidos do Brasil

    Dia de reunio em equipepara fechamento da l-tima edio do ConexoNotcias do ano de 2012. Tudoestava seguindo a rotina, quandoalgum perguntou como iramos

    abordar o Natal este ano. S neste momento me dei contaque mais um ano se passou.

    Parece que foi ontem que renovamos nossas ener-gias para comear mais um ano, colocamos metas, desa-fios e objetivos a serem cumpridos.

    O ano passou to rpido! Um navio naufragou nacosta da Itlia, Whitney Houston faleceu, comeou e ter-minou as Olimpadas de Londres, a sonda Curiosity che-gou a Marte e mais uma infinidade de coisas acontecerame estamos de novo aproximando do fim do ano.

    As vitrines logo tomaro as cores do Natal e horade retomarmos aquelas anotaes do incio do ano e vero quanto conseguimos cumprir do que prometemos.

    Parar de fumar, conseguir uma promoo no traba-lho, dar mais ateno aos filhos, curtir dias de descansocom o companheiro (a). Ser mesmo que conseguimosatingir nossos objetivos?

    Posso dizer que muita coisa ficou para trs. A des-culpa de sempre? Falta de tempo! Estamos sempre cor-rendo, com compromissos pendentes e tarefas a concluir.Pouco reservamos tempo para ir alm do que fazemostodos os dias.

    Escutamos a toda hora: - Os dias esto passando maisrpido! Mas ser mesmo? A verdade que nos ocupamostanto com nossas tarefas e com a tecnologia que nos cercaque nunca reservamos tempo para aproveitar o dia.

    Precisamos mesmo fazer tudo o que fazemos? Pre-cisamos mesmo ficar conectado na internet tanto tempo? necessrio usar tanto o celular?

    O que mudou no foi durao do dia e sim o que fa-zemos como ele. Se repensarmos nossas prioridadesquem sabe ainda no sobre mais tempo para tirarmos dopapel as promessas de ano novo?

    Vale a pena tentar!

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    Cida Gregori - RG 1512 MGEditora Responsvel / Jornalista / Relaes Pblicas - RG 1512 MGFotografia: Cida GregoriColaborao especial: Igor Rocha

    O Jornal Conexo Notcias produzido pela Stillus Comunicao Razo social: Gregori & Gregori Comunicao

    Grfica: Sempre Editora LTDATiragem: 15000 exemplares

    Redao / Comercial:Telefone: (31) 4103-6178 / 3357-5067 Celular: (31) 8484-3930

    contato@conexaonoticias.com.br

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    Jornal Conexo Notcias

    DISTRIBUIO GRATUITAOs artigos assinados so de responsabilidade de seus autores eno refletem, necessariamente, a opinio do jornal.

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    Conexo Notcias: Alm do IMC (ndice deMassa Corporal) acima de 40 exitem outroscritrios para um paciente fazer a cirurgia ba-ritrica?Doutor Tlio: Sim, a resoluo do Conselho Fede-ral de Medicina autoriza a realizao da cirurgia empessoas com IMC acima de 35, associados a co-morbidades como diabetes, hipertenso, colesterolalto e problemas ortopdicos relacionados com oexcesso de peso.Conexo Notcias:Como identificado que onico recurso a operao?Doutor Tlio: A cirurgia uma opo teraputicaeficaz e deve ser identificado a falha do tratamentoclnico, aps dois anos de tentativas, com mdicosespecialistas (endocrinologista).Conexo Notcias: verdade que todos os pa-cientes, que precisam de operar, so acompanha-dos por um psiclogo antes e depois da cirurgia?Doutor Tlio: exigido uma avaliao psicolgicacom laudo. aconselhado o acompanhamento psi-colgico ps- operatrio conforme a demanda indi-vidual! O paciente passa por vrios profissionais:cirurgio, anestesista, nutricionista, cardiologista,pneumologista e endocrinologista. O paciente s vaipara a mesa depois de liberado por todos eles.Conexo Notcias: Como o ps- operatrio?

    Doutor Tlio: Cuidados: repouso, curativos, con-sultas de acompanhamento. Dieta: lquida por 15dias, pastosa de 15 a 30 e normal com restriesaps os 30 dias. Exerccios: aps 30 dias volta gra-dativa as atividades fsicas. O hbito de vida sau-dvel sempre encorajado!Conexo Notcias: Tem como saber, antes da ci-rurgia, quantos quilos o paciente vai perder?Doutor Tlio: No se pode prever com preciso. Amdia estatstica de 70 por cento do excesso depeso. Cinco quilos na primeira semana, 12 no pri-meiro ms e 40 quilos no primeiro ano. Cerca decinco a 10% volta a engordar, por maus comporta-mentos no ps operatrio.Conexo Notcias: J houve casos em que teve dereverter o processo? Tem como fazer isso?Doutor Tlio: Nenhum sos meus pacientes, se-quer, cogitou a possibilidade de reverter a tcnicautilizada. Existe sim a possibilidade.Conexo Notcias: A mudana radical, voctem algum conselho para quem tem vontade defazer a reduo de estomago?Doutor Tlio: Conselho: reflita bem , busque oapoio familiar, procure um profissional e equipescapacitados e, claro, siga rigorosamente as orienta-es. Fazendo isso, as chances de sucesso so bas-tante interessantes!

    Obesos tem uma oposegura para a perda de peso:Cirurgia baritrica

    AVISOO Jornal Conexo Notcias no autoriza ninguma pedir credenciais para eventos ou qualquer outrobenefcio em nome do Jornal. As solicitaespara tal so feitas sempre pelo e-mail do veculo:conexao@conexaonoticias.com.br e seguiro deassinaturas da editora chefe.

    Cida GregoriEditora Chefe

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    Sertanejo, country e atitude nos palcos

    de Belo Horizonte e cantasucessos em todo o Brasil

    Chaparrall

    CURIOSIDADES Saiba o bairro em que cada integrante da banda nasceu: GUI - Anchieta / Nolli -Serra / Marquito - Dom Cabral / Somente Didi nasceu na cidade de Caratinga, masmora em BH

    Os mineiros, de Belo Horizonte, elegeram o Cafezin e o po de queijo como sendoa cara de Minas

    O CD e DVD foi gravado em Nashville nos EUA Marquito supersticioso e no quis contar seus sonhos mais ntimos- O ser hu-mano se nutre de sonhos, os meus, em sua maioria, so parecidos com os de todomundo. A minoria, os mais especiais, eu guardo comigo porque dizem que se voccontar pra algum, ele no se realiza

    Uma banda de vanguarda, a Cha-parrall foi formada em 1997 porcausa de um sonho comum: Viverde msica. Muitos jovens brasileiros, sededicam, estudam, desenvolvem talentos,em busca de uma alegria de viver. Graasa identidade particular os jovens do Cha-parrall se diferenciaram dos outros e co-mearam a trilhar o caminho do sucesso.

    A banda composta por Nolli e GuiCattoni (vocalistas), Marquito (violo,bandolin, banjo, dobro e vocais) e Didi(guitarra e violo). Todos nasceram e cres-ceram em Belo Horizonte. Iniciaram a car-reira tocando em uma casa de show(bastante conhecida na poca) e a partir danasceu a ideia de tocar msicas popularesem ritmo country e sertanejo. Eu, Gui eMarquito tnhamos uma outra banda, oumelhor, um trio acstico! Era uma delcia,tocvamos pop, rock, clssicos! Quando oDidi nos convidou para fazer parte doChaparrall ficamos superfelizes, porqueseria um desafio muito diferente e inova-dor! Aceitamos e estamos fazendo hist-ria at hoje!, explica Nolli.

    Para Gui Cattoni a mistura de refe-rncias e influncias musicais, alm da ca-pacidade de se trabalhar de forma a somaras diferenas o que diferencia o som nasapresentaes da banda. Nolli acrescentouainda, que a maneira singular da bandapara as regravaes, a mudana dos arran-jos, a personalidade do Chaparrall emtodos os seus trabalhos, mostra um certorespeito com fs e ouvintes. Uma banda como um dupla, mas com mais compo-nentes. No nosso caso, a gente produz asnossas msicas, no somente com asvozes, mas com instrumentos tambm.Assim, quando compomos ou arranjamos,temos a oportunidade de criar infinitaspossibilidades sonoras, diz Cattoni.

    Antes mesmo do boom do sertanejouniversitrio, a Chaparrall j fazia a mis-tura de estilos com o sertanejo. Gui aindabrinca que quando iniciaram as apresenta-es em shows e boates, eles estavam nafaculdade e talvez seja por este motivo quej faziam o sertanejo universitrio desde adcada de 90. Somos hoje o resultado detodos esses anos de experincia. O mer-cado mudou e ns tambm. Hoje podemosser mais verdadeiros ainda no som que fa-zemos. Talvez, a maturidade tenha nosdado a coragem de sermos mais do queeramos e de ousar a cada dia. Para Mar-quito, msico da banda, as composies

    so uma forma de extravasar sentimentose ideias. A inspirao vem de qualquercoisa. Muitas vezes vem primeiro a melo-dia, por outras o ritmo, em outras a letra. Oque acho bom que no h regras na horade criar, esclarece.

    A banda