24. neoclassicismo

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  • 1. Neocla ssicismo Capitlio,Washington, fachada oeste(Thornton e outros, final sculo XVIII, incio sculo XIX)

2. O estilo das Luzes

  • No final do sculo XVIII, cansado das extravagncias barrocas, o gosto do pblico vira-se para a simplicidade dos modelos clssicos.
  • O Neoclassicismo sero estilo artstico da Idade das Luzes , pela sua clareza, racionalidade, simplicidade e propores elegantes.
  • Ser a primeira de uma srie de manifestaes derevivalismo artstico que se estendero durante o final do sculo XVIII e todo o sculo XIX.

3.

  • OIluminismoouFilosofia das Luzesfoi uma corrente filosfica, poltica, artstica e literria que se desenvolveu naEuropae nascolnias inglesas da Amrica do Norte (futuros EUA), sobretudo nosculo XVIII , mas com precursores no sculo anterior e importantes manifestaes no seguinte.
  • Oobjectivodo movimento era proporcionar amelhoria da condio humana , libertando a Humanidade de todas as formas de tirania, intolerncia, superstio e fanatismo.

4.

  • Aplicando ao estudo da realidade social aracionalidadeque to bons resultados tinha produzido na investigao cientfica, osFilsofos(ou seja, os pensadores iluministas) pretendiamanalisar as causas dos problemas da sociedade (que, em seu entender, radicavam na ignorncia) eencontrar as solues adequadas (baseadas na difuso do conhecimento, base de toda a anlise racional).
  • O pensamento das Luzes constitui uma das mais nobres e influentes realizaes humanas, e est na base dademocraciamoderna e da noo dedireitos humanos (e sua defesa), tendo inspirado mltiplasmanifestaes polticas ,artsticasefilosficasposteriores.

5.

  • Temos estas verdades como evidentes em si prprias: que todos os Homens foram criados iguais, e dotados pelo seu Criador com certos Direitos inalienveis, entre os quais se contam a Vida, a Liberdade e a procura da Felicidade.
  • Thomas Jefferson , prembulo Declarao da Independncia , 1776

John Trumbull,A assinatura da Declarao da Independncia dos EUA 6. I Arquitectura: capitis das ordens clssicas 7. O modelo paladiano Andrea Palladio, Villa Rotonda 8.

  • O trabalho deAndrea Palladio(sculo XVI), com a sua procura dasimetria e elegncia formal , constituir ummodelopara a arquitectura neoclssica, quer pblica, quer domstica.

Villa Rotonda,corte e planta 9. Versatilidade do Neoclassicismo

  • O estilo neoclssico mostrou-se capaz de proporcionar tantoimponentes edifcios pblicoscomosimples e elegantes casas particulares .
  • Esta versatilidade ajudou sua difuso e manuteno.
  • Museu Britnico, Londres

10. Berlim,Portas de Brandenburgo 11. Madrid, Porta de Alcal 12.

  • Como estilo do Iluminismo, o Neoclassicismo prosperou nos Estados Unidos da Amrica, primeiro pas a aplicar consistentemente a Filosofia das Luzes, tendo um importante ncleo na cidade deWashingtone em todo oLeste e Suldo pas.

O Neoclassicismono Novo Mundo Washington:Lincoln Memorial,ObeliscoeCapitlio , ao fundo 13. Washington, Casa Branca 14. Umavillapaladiana nos EUA:Monticello , de Thomas Jefferson 15. Monticello: vista area e planta 16. Uma cidade neoclssica

  • Aps a destruio provocada pelo Terramoto de 1755, a Baixa de Lisboa foi inteiramente reedificada ao gosto neoclssico, numa verso particularmente simples e rectilnea mas incorporando notveis solues anti-ssmicas conhecida porestilo pombalino .

Lisboa, Terreiro do Pao,Arco do Triunfo, ditoda Rua Augusta 17. Arquitectura domstica neoclssica Casa em Santorini, Grcia detalheCasa em Edimburgo, Esccia 18. Neoclassicismo e reserva emocional A arte neoclssica procurou a beleza perfeita, mas mostrou-seextremamente contida a nvel emocional . Antonio Canova,Perseu(esquerda) e Venus Vitrix(acima) 19. Franois Rude,Hermes Canova,As trs Graas 20. Patriotismo e emoo 1

  • Uma emoo apenas conheceu muitas e variadas expresses: opatriotismo , como se fosse a nica que valesse a pena sentir ou exprimir.
  • Inspirado nosexemplos romanos , cuja literatura continuava a ser religiosamente estudada,o patriotismo inflamou as mentes e os coraes da poca, assumindo uma feio militante e revolucionria .

21. Arco do Triunfo de Tito(Roma, acima) eArco do Triunfo da toile(Paris, 1806, esquerda)Na poca napolenica, a construo de arcos do triunfo romana , celebrando os feitos de armas franceses, constituiu uma importante pea dapropaganda imperial eestimulou o orgulho nacional e o patriotismo . 22. Franois Rude, Relevo do Arco do Triunfo da toile, Paris: ilustrao deA MarselhesaEm baixo: localizao do relevo 23. Isidore Pis,Rouget de LIsle cantandoA Marselhesa 24. La Marseillaise ouChant des Armes du Rhne Rouget de lIsle

  • 1 ercouplet
  • Allons, enfants de la patrie,
  • Le jour de gloire est arriv!
  • Contre nous, de la tyrannie,
  • Ltendard sanglant est lev!(bis)
  • Entendez-vous, dans les campagnes,
  • Rugir ces froces soldats?
  • Ils viennent, jusque dans nos bras,
  • gorger nos fils et nos compagnes!
  • Refrain
  • Aux armes, citoyens!
  • Formez vos bataillons!
  • Marchons! Marchons!
  • Quun sang impur
  • Abreuve nos sillons!
  • 1 estrofe
  • Avante, filhos da Ptria,
  • O dia de glria chegou!
  • Sangrento, o estandarte da tirania
  • Contra ns se levantou!
  • Escutais, nos nossos campos,
  • Rugirem ferozes soldados?
  • Vieram arrancar-nos filhos e esposas,
  • Nos nossos braos degolados!
  • Refro
  • s armas, cidados!
  • Formai batalhes!
  • Avante! Avante!
  • Que o sangue impuro
  • Ensope os nossos chos!

25. 26.

  • 6 me couplet
  • Amour sacr de la Patrie,
  • Guris, soutiens nos bras vengeurs!
  • Libert, libert chrie,
  • Combats avec tes dfenseurs!(bis)
  • Sous tes drapeaux, que la victoire
  • Accoure nos mles accents!
  • Que tes ennemis, expirant,
  • Voient ton triomphe et notre gloire!
  • Refrain
  • Aux armes, citoyens!...
  • 6 estrofe
  • Sagrado amor da Ptria,
  • Sustenta nossos braos punidores!
  • Liberdade, querida Liberdade,
  • Combate com teus defensores!
  • Que a nossos chamamentos acorra
  • Sob as tuas bandeiras a vitria!
  • Que, expirando, os teus inimigos
  • Vejam o teu triunfo e a nossa glria!
  • Refro
  • s armas, cidados!...

27. Libert, libert chrie, Combats avec tes dfenseurs!Sous tes drapeaux, que la victoire Accoure nos mles accents! Que tes ennemis, expirant, Voient ton triomphe et notre gloire! Rude,La Marseillaise,detalhe 28. Bandeiras Galos Asas = Vitria Barrete frgio = A Liberdade 29.

  • 7 mecouplet (dit des enfants)
  • Nous entrerons dans la carrire
  • Quand nos ains ny seront plus!
  • Nous y trouverons leur poussire
  • Et les traces de leurs vertus!(bis)
  • Bien moins jaloux de leur survivre
  • Que de partager leur cercueil,
  • Nous aurons le sublime orgueil
  • De les venger, ou de les suivre!
  • Refrain
  • Aux armes, citoyens!...
  • 7 estrofe (dita dos meninos)
  • Quando os mais velhos carem
  • Trilharemos ns a senda da glria!
  • A acharemos o p de seus ossos
  • E das suas virtudes a memria!
  • Cuidando menos de a vida defender
  • Que a sua sepultura partilhar,
  • Teremos o sublime orgulho
  • De os seguir, ou de os vingar!
  • Refro
  • s armas, cidados!...

30. Nous entrerons dans la carrire Quand nos ains ny seront plus! Rude,La Marseillaise,detalhes 31. Grego Romanos Gauls Jovem voluntrio 32. Patriotismo e emoo 2

  • Jacques-Louis David(1748 1825), foi um influente pintor francs.
  • Cerca de 1780, a suaabordagem altamente intelectual da pintura histricaajudou mudana de gosto do Rococ para o neoclassicismo.
  • Veio a tornar-se uma ardenteapoiante da Revoluo Francesa , amigo de Robespierre e outros revolucionrios, delegado Conveno e partidrio do Terror
  • Mais tarde, viria a tornar-se umapoiante igualmente inflamado de Napoleo, quer como Primeiro Cnsul, quer como Imperador dos Franceses,ajudando a criar o chamadoestilo imperial .
  • Tornou-se, juntamente comIngres , uma das principais figuras do academismo francs.

33. Jacques-Louis David,A interveno das Sabinas 34. David,O juramento dos Horcios 35. David,A morte de Marat 36. Paul Baudry,Charlotte Corday, 1860 37. David,A coroao de Josefina 38. Jean-Dominique Ingres ,Napoleo entronizado 39. Neoclassicismo contemporneo Albert Speer, modelo para oEstdio Alemo 40.

  • A elegncia sofisticada do Neoclassicismo e a sua capacidade de atingir propores monumentais provocaram umverdadeiro revivalismo neoclssico en