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Quem prestar atenção, quem souber interpretar os movimentos sutis que vêm acontecendo, perce- berá que, curiosamente, os olhos da presidente estão mais voltados para São Paulo, Estado em que sofreu sua mais relevante derrota, que para Minas Gerais que, para muitos analistas, foi decisivo na construção de sua vitória. “Minas cobra seus espaços”, pág. 2 A Prefeitura de Montes Claros, no Norte de Minas, pretende lan- çar, no início do próximo ano, uma série de editais para a implantação de parcerias público- privadas (PPPs). São sete projetos em diversas áreas, como infraes- trutura, energia e saneamento básico, com investimentos que poderão alcançar R$ 2 bilhões. O de maior vulto é a implantação de um sistema de Bus Rapid Transit (BRT), nos moldes do existente em Belo Horizonte, que deve somar R$ 300 milhões, segundo o pre- feito Ruy Muniz. Outro projeto a ser desengavetado é a construção da Cidade Administrativa, para a qual estão previstos aportes de aproximadamente R$ 100 milhões. Pág. 3 Minas Gerais caminha para colher safra recorde de soja. Ape- sar do atraso de quase um mês no plantio, devido à estiagem, as expectativas em relação ao desen- volvimento da cultura são positi- vas. Segundo a Conab, a safra mineira deve somar 3,9 milhões de toneladas, volume que, se alcançado, representará um aumento de 17,5% ante o período produtivo anterior. Pág. 12 A implantação do complexo logístico de Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, recebeu o sinal positivo da Valor da Logística Integrada (VLI), que pretende construir um terminal intermodal de cargas se comprovada a viabillidade econômica do empreendimento. diariodocomercio.com.br JOSÉ COSTA FUNDADOR São sete projetos nas áreas de infraestrutura, energia e saneamento Um dos projetos de maior vulto é a implantação de sistema de BRT no município, com aporte de R$ 300 milhões Minas deverá colher safra recorde de soja Mesmo com atraso de quase um mês no plantio, estimativa é que safra 2014/15 será 17,5% superior à anterior BELO HORIZONTE, QUARTA-FEIRA, 24, A SEGUNDA-FEIRA, 29 DE DEZEMBRO DE 2014 DESDE 1932 - EDIÇÃO 22.788 - R$ 2,00 EDITORIAL Bruno Falci reconduzido à presidência da CDL-BH Mesmo que se recu- perem no próximo ano, as cotações internacio- nais do minério de ferro não mais retomarão o patamar de US$ 100 a tonelada. Segundo especialistas, os preços devem girar em torno de R$ 75 a tonelada. Neste ano, devido à sobreoferta e redução do ritmo de crescimento da China, o valor no mercado à vista chegou a US$ 65,60. Pág. 6 Diversificar a indústria mineira com a atração de investimentos em setores de alta tecnologia, como os que envolvem pesquisa e desenvolvimento (P&D), é um dos objetivos do Conselho de Tecno- logia e Inovação da Fiemg. Atualmente, 80 oportu- nidades de novos negócios estão sendo trabalha- das pela entidade. “Minas precisa ser mais agressiva”, diz Olavo Machado Junior. Pág. 4 PPPs em Montes Claros devem somar R$ 2 bi Pág. 7 Pág. 14 Controle da inflação terá reflexos no consumo interno BNDES reduz participação em financiamentos em 2015 Com foco no maior suporte aos associados, o empresário Bruno Falci (foto) foi recondu- zido à presidência da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Hori- zonte (CDL-BH) para o período de 2015 a 2017. À frente da entidade desde 2001, ele ressalta que direcionou os tra- balhos até aqui à rees- truturação, principal- mente econômica, da CDL. Pág. 8 ALISSON J. SILVA DIVULGAÇÃO/CNH/ITO CORNELSEN Sinal verde a complexo logístico de Valadares Fiemg busca tornar BH ‘pátio’ global de inovação Preço do minério de ferro se manterá baixo Valor da tonelada ficará em torno de US$ 75 em 2015 DIVULGAÇÃO/FÁBIO MARÇAL PATRICK GROSNER/DIVULGAÇÃO

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Diário do Comércio de Belo Horizonte, quarta-feira, 24, a segunda-feira, 29 de dezembro de 2014.

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Quem prestar atenção, quem souber interpretaros movimentos sutis que vêm acontecendo, perce-berá que, curiosamente, os olhos da presidenteestão mais voltados para São Paulo, Estado em quesofreu sua mais relevante derrota, que para MinasGerais que, para muitos analistas, foi decisivo naconstrução de sua vitória. “Minas cobra seusespaços”, pág. 2

A Prefeitura de Montes Claros,no Norte de Minas, pretende lan-çar, no início do próximo ano,uma sér i e de ed i t a i s para aimplantação de parcerias público-privadas (PPPs). São sete projetosem diversas áreas, como infraes-

trutura, energia e saneamentobásico, com investimentos quepoderão alcançar R$ 2 bilhões. Ode maior vulto é a implantação deum sistema de Bus Rapid Transit(BRT), nos moldes do existente emBelo Horizonte, que deve somar

R$ 300 milhões, segundo o pre-feito Ruy Muniz. Outro projeto aser desengavetado é a construçãoda Cidade Administrativa, para aqual estão previstos aportes dea p r o x i m a d a m e n t e R $ 1 0 0milhões. Pág. 3

Minas Gerais caminha paracolher safra recorde de soja. Ape-sar do atraso de quase um mês noplantio, devido à estiagem, as

expectativas em relação ao desen-volvimento da cultura são positi-vas. Segundo a Conab, a saframineira deve somar 3,9 milhões

de toneladas, volume que, sea lcançado, representará umaumento de 17,5% ante o períodoprodutivo anterior. Pág. 12

A implantação docomplexo logístico deGovernador Valadares,

no Vale do Rio Doce,recebeu o sinal positivoda Valor da Logística

Integrada (VLI), quepretende construir umterminal intermodal de

cargas se comprovada aviabillidade econômicado empreendimento.

diariodocomercio.com.br

JOSÉ COSTAFUNDADOR

São sete projetos nas áreas de infraestrutura, energia e saneamento

Um dos projetos de maior vulto é a implantação de sistema de BRT no município, com aporte de R$ 300 milhões

Minas deverá colher safra recorde de soja

Mesmo com atraso de quase um mês no plantio, estimativa é que safra 2014/15 será 17,5% superior à anterior

BELO HORIZONTE, QUARTA-FEIRA, 24, A SEGUNDA-FEIRA, 29 DE DEZEMBRO DE 2014

DESDE 1932 - EDIÇÃO 22.788 - R$ 2,00

EDITORIAL

Bruno Falci reconduzido àpresidência da CDL-BH

Mesmo que se recu-perem no próximo ano,as cotações internacio-nais do minério de ferronão mais retomarão opatamar de US$ 100 at o n e l a d a . S e g u n d oespecialistas, os preços

devem girar em tornode R$ 75 a tonelada.Neste ano, devido àsobreoferta e reduçãodo ritmo de crescimentoda China, o valor nomercado à vista chegoua US$ 65,60. Pág. 6

Diversificar a indústria mineira com a atração deinvestimentos em setores de alta tecnologia, comoos que envolvem pesquisa e desenvolvimento(P&D), é um dos objetivos do Conselho de Tecno-logia e Inovação da Fiemg. Atualmente, 80 oportu-nidades de novos negócios estão sendo trabalha-das pela entidade. “Minas precisa ser maisagressiva”, diz Olavo Machado Junior. Pág. 4

PPPs em Montes Clarosdevem somar R$ 2 bi

Pág. 7

Pág. 14

Controle da inflação teráreflexos no consumo interno

BNDES reduz participaçãoem financiamentos em 2015

Com foco no maiorsuporte aos associados,o empresário BrunoFalci (foto) foi recondu-zido à presidência daCâmara de DirigentesLojistas de Belo Hori-zonte (CDL-BH) para operíodo de 2015 a 2017.À frente da entidadedesde 2001, ele ressaltaque direcionou os tra-balhos até aqui à rees-truturação, principal-m e n t e e c o n ô m i c a ,da CDL. Pág. 8

ALISSON J. SILVA

DIVULGAÇÃO/CNH/ITO CORNELSEN

Sinal verde a complexo logístico de Valadares

Fiemg busca tornar BH‘pátio’ global de inovação

Preço do minério deferro se manterá baixo

Valor da tonelada ficará em torno de US$ 75 em 2015DIVULGAÇÃO/FÁBIO MARÇAL

PATRICK GROSNER/DIVULGAÇÃO

Em campanha, a presidente Dilma Rousseffdizia e repetia que um novo mandato seria umnovo governo com novas ideias. Em mais umasemana este ciclo estará começando e porenquanto os sinais de mudanças ficam por contados integrantes da equipe econômica, lideradapelos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e doPlanejamento, Nelson Barbosa. Os nomes porora confirmados incluem Kátia Abreu, naAgricultura, e Armando Monteiro, que serátitular da pasta do Desenvolvimento. Faltamportanto 35 vagas, apenas para que sejacompletado o primeiríssimo escalão. É muitagente e pouco tempo para escolher,principalmente levando em conta o virtualrecesso de fim de ano.

Em Brasília, fora de alguns restritíssimosgabinetes noPalácio doPlanalto, poucagente, talvezninguém, sabeexatamente oque vaiacontecer. AprópriapresidenteDilma procura aqualquer custoevitarvazamentos eseus círculosmais próximostêm sabidoevitar alimentar

especulações, sendo mais provável que o novogoverno comece no dia 1º de janeiro com osmesmos personagens de hoje. Mudanças deposições e, mesmo, de nomes viriam aospoucos, na medida em que for possívelgerenciar o apetite sempre voraz da tal basealiada, balanceando perdas e ganhos. E com ummalabarismo a que a presidente parece serpouco afeita. Tudo isso e mais as dificuldadesrepresentadas pelo avanço das investigações emtorno dos malfeitos ocorridos na Petrobras eseus possíveis cúmplices, gente que não podeencontrar espaço nas listas de eventuaiscandidatos a um endereço na Esplanada dosMinistérios.

Para além dos ajustes políticos é precisoconsiderar também como será partilhadogeograficamente o poder em Brasília. Trata-se desaber como os estados estarão representados no“novo” governo, assunto que evidentementeinteressa muito de perto a Minas Gerais, tendoem conta que a pasta do Desenvolvimento já foiperdida. Pior, quem prestar atenção, quemsouber interpretar os movimentos sutis que vêmacontecendo, perceberá que, curiosamente, osolhos da presidente estão mais voltados para SãoPaulo, Estado em que sofreu sua mais relevantederrota, que para Minas Gerais que, para muitosanalistas, foi decisivo na construção de suavitória.

Tudo isso recomenda que os mineiros prestematenção nos próximos movimentos, nãoaceitando que a presença do Estado nacomposição da alta cúpula da administraçãofederal acabe — e mais uma vez — ficandoaquém de seu peso político específico. Osinteresses em jogo são pesados, o perde-ganhamuitíssimo relevante para que os mineirosfiquem de longe, assistindo o jogo ser jogado.

2

OPINIÃO

NAIR COSTA MULS *

* MARCO GUIMARÃES *

ARISTOTELES ATHENIENSE *

Violência e condomínios

Mudanças deposições e,mesmo, de nomes,viriam aos poucos,na medida em quefor possívelgerenciar o apetitesempre voraz datal base aliada,balanceandoperdas e ganhos

Havia um menino (There was a boy)

Um presente de Natal

Minas cobraseus espaços

A sociedade brasileira sempre foi marcada pela vio-lência: esta se manifesta, em primeiro lugar, na vergo-nhosa e inaceitável disparidade de renda e de quali-dade de vida entre os diferentes segmentos sociais, mastambém, e como consequência, no desrespeito aosdireitos básicos da maioria dos cidadãos (saúde, sane-amento, habitação, alimentação sadia, educação, traba-lho e salário digno). Concretiza-se, ainda, na predomi-nância do individualismo, da competição acirrada enteos indivíduos, mesmo em detrimento do outro, no con-sumismocego, na absurdavalorizaçãodo teredomos-trar, na total ausência de solidariedade e de respeito aooutro, principalmente quando esse outro não faz partedo seu “clã” ou do seu grupo social.

Nesse contexto, não é de se estranhar o aumentocrescente da violência tout court: assaltos, roubos,assassinatos, verdadeiras chacinas, acidentes de trân-sito cada vez mais mortíferos, corrupção cada vez maisdeslavada...

Ao invés de se tentar compreender as razões de taismarcas e se buscar os caminhos para a transformaçãodo país em uma sociedade justa e igualitária, as elitesdominantes e as classes sociais mais abastadas tentamdefender a todo custo os seus privilégios. Inclusive asclasses médias, que buscam “preservar” os seus espa-ços e os seus modus vivendi. Nessa busca, a prolife-ração dos “condomínios” tem sido crescente, com oapoio indispensável dos empreendimentos imobiliá-rios e dos poderes públicos. Não há plano diretor quese salve e um projeto de lei aprovado recentementepela CCJC da Câmara Federal vai nessa mesma linha.

E mais: até hoje, a sociedade brasileira, que se for-mou pela colonização e pela escravidão, mantém aindaa instituição da casa grande e da senzala. É verdadeque a casa grande tomou outras roupagens e outrosares, transformando-se nos formidáveis e sofisticadoscondomínios. A classe média tem medo! Sobretudo aemergente... Os grandes mesmos se fecham em suas

mansões e vivem discretamente. E a senzala? As gran-des favelas, os bairros das periferias sem as condiçõesmínimas de urbanização e de saneamento, amontoa-dos nas encostas dos morros, às margens de ribeirõesfétidos ou espremidos entre um e outro bairro maisabastado.

Os condomínios, verdadeiros ou falsos, são fecha-dos, literalmente cercados. Não se pode aí entrar livre-mente. Cancelas e guaritas exigem a identificação dequem quer que seja. Principalmente se a aparência doindivíduo não se coaduna com o padrão dos morado-res do condomínio. A exigência de identificação supõeo estranhamento: quem é esse outro, diferente, quequer entrar nos nossos domínios? Daí a exigência deidentificação, que pressupõe não só a exclusão como afalta de liberdade de circulação. O direito de ir e vir estáclaramente comprometido.

É claro que toda uma série de argumentos é cons-truída para defender e justificar esse “fechamento”:necessidade de segurança, de defesa da propriedade ede bens, de proteção dos lares e da família. E outros, àvontade do freguês. Argumentos facilmente aceitáveis,queencontram abrigo, não porque façam parte do ima-ginário coletivo, mas porque fazem parte do imaginá-rio de uma classe x, que sabe, ainda que inconsciente-mente, que, de alguma forma, não construiu umasociedade justa. E que, no fundo, se sente ameaçadapelos não iguais, pelos excluídos.

Todavia, esses espaços fechados, condomínios defato ou de direito, ou “falsos” condomínios se consti-tuem como o contrário da cidade. Uma cidade é abertaa todos, facilita a circulação, o encontro, a convivênciae a troca. Sabe-se muito bem que os espaços fechados(manicômios, prisões, ou mesmo condomínios...)levam a um empobrecimento psicológico, emocional esocial, restringindo a humanização e a socialização, tãonecessárias ao desenvolvimento equilibrado e pleno doser social e da sociedade como um todo harmonioso,

sem guetos, onde as pessoas possam circular livre-mente, trocar experiências, conviver e trabalhar numasociabilidade enriquecedora. Os condomínios se cons-tituem, na verdade, como “anticidades”. E, lembrandoo tom facista que lhes é próprio, consideram quedevem tomar medidas “profiláticas” para se defende-rem da violência (que eles mesmos provocaram...).

É bem verdade que os homens de todas as épocas,de todas as civilizações sempre tiveram o hábito cultu-ral e psicológico de marcar, de delimitar o seu território.Os animais também o fazem! Mas os homens têm umavantagem: podem pensar, refletir, analisar suas experi-ências, reformular seus caminhos e inventar novas for-mas de diferenciar o seu território e de construir suasegurança. Há maneiras mais civilizadas, mais racio-nais e mais eficazes de se resguardar e de se proteger,do que aquelas próprias da Idade Média (ou da pós-modernidade): abrir fossos, construir muralhas, muros,cercas e cancelas. Mesmo porque, as sociedades tam-bém avançaram no que concerne ao entendimento dademocracia e dos direitos humanos. Hoje, eles são,inclusive, assegurados pelas Constituições.

Há que se pensar, pois, no verdadeiro significadosociológico dos condomínios: casa grande x senzala.Não compactuar com a exclusão social e com o desres-peito aos direitos básicos do cidadão. Tentar construiruma rede de solidariedade e de vizinhança fraterna emcada bairro, respeitando-se as diferenças sociais, a plu-ralidade de perspectivas e posições político-ideológi-cas, a liberdade de se unir-se ou não às associações debairro (direito garantido pela Constituição Brasileira,em seu Art. 5º, Inciso XX) ou de nelas não permanecer.Trabalhar juntos na defesa e na preservação da quali-dade de vida das comunidades e por uma sociedademais justa e mais democrática, sem guetos e sem segre-gação.

* Socióloga, professora aposentada da UFMG

O restabelecimento das relações diplomáticas entreCuba e Estados Unidos foi recebido como fato alvissa-reiro na maioria dos países do mundo, contando como júbilo do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon: “AsNações Unidas estão prontas para ajudar esses doispaíses a desenvolver suas relações de boa vontade”.Embora separadas por apenas 176 km, o afastamentopolítico parecia insolúvel, devido às intransigênciasrecíprocas que inviabilizavam uma solução conciliató-ria.

A intervenção discreta do Papa Francisco junto àsduas nações discordantes constituiu um fato decisivona aproximação verificada, que mereceu do ex-presi-dente Jimmy Carter o significativo pronunciamento:“Encantado”. Por sua vez, a ex-primeira dama HillaryClinton aplaudiu a iniciativa, que se identificou ao quevinha sustentando quando secretária de Estado. A seuver, deverá “encorajar reformas reais e duradouraspara o povo cubano”. Pois, a política de isolamento quevinha prevalecendo, concorreu para fortalecer o apegoao poder pelo regime, tanto de parte de Fidel, como deseu irmão Raúl Castro.

Inobstante a importância do fato, os dissidentes

cubanos radicados em Miami, em sua maioria, nãopouparam críticas a Obama, acusando-o de haveraberto uma porta econômica a Cuba sem receber emtroca nenhuma concessão política. Segundo os incon-formados, a situação interna do país continuaria amesma: sem partidos, sem liberdade de imprensa, semperspectivas animadoras de quando essas garantias setornariam realidade.

O anúncio feito pelo presidente Obama não signi-fica o fim do embargo imposto ao castrismo, pois aindadepende de aprovação do Congresso. A normalizaçãopolítica leva a admitir que, com o tempo, cairá a odiosaLei Helms-Burton, que pune empresas não-norte-ame-ricanas que façam negócio com Cuba. Os pronuncia-mentos de Carter e Hillary Clinton têm maior signifi-cado do que os aplausos imediatos de Nicolás Maduroe sua parceira Cristina Kirchner, que sempre flertaramcom o governo cubano, identificados por uma ideolo-gia comum.

Quanto ao Brasil, vale lembrar que o financiamentodo Porto de Mariel, pelo BNDES, teve como pressu-posto que se prestaria na exportação para os EUA,segundo afirmou o ex-presidente Lula. Mas para que

isso ocorresse era necessário o levantamento doembargo, o que, a partir de agora, pode ser esperado.A esta altura, seria temerário admitir que o reatamentodas relações entre Cuba e Estados Unidos redundará,desde logo, ao respeito aos direitos humanos pelo paíscaribenho.

Somente com o desfazimento das restrições impos-tas ao país é que virão as repercussões políticas quepoderão alterar a vida dos cubanos. Não há comoimpor ao presidente Raúl Castro uma mudança polí-tica imediata, que importasse em violação ao princípioda alta determinação. A crítica que Obama e Castroestão sofrendo por parte dos inconformados com essaaproximação alcança, por igual, o Papa Francisco, pelaexpressiva contribuição que deu, juntamente com oCanadá, a esse desfecho inesperado.

Certamente a opinião pública mundial não irá con-descender com esse entendimento, mormente nos paí-ses que cultuam e defendem a democracia como únicoregime capaz de assegurar o bem-estar dos povos.

* Presidente da Academia Mineira de Letras Jurídicase Diretor do Instituto dos Advogados Brasileiros

Atendendo às súplicas de Ana, uma empregada que me atura hámais de 8 anos, resolvi abandonar momentaneamente a música clássica(Bach — Harpsichord Concerto nº 1 in D Minor, dirigido por TrevorPinncock), que ouvia na Air Classique, estação de rádio francesa do Itunes. Busquei uma estação, digamos, menos radical, acreditando, assim,que minha ajudante não cumprisse a promessa que há tempos vinhafazendo, de atirar-se do quinto andar, por não mais aguentar Bach,Vivaldi, Bethoven, Grieg, Weber, Rachmaninoff, etc.. Apontei a seta domouse para Breezy Radio (Singers, Swingers, Standards & Classic jazz) e, comuma leve pressão do indicador direito, finalizei a minha escolha. Como se podever pelos subtítulos da rádio, o ecletismoéuma desuas marcas. Por sorte, a músicaque a estação tocava era “Nature Boy”. Tenho a certeza que o que chamam de“música popular de raízes” ou coisa que o valha seria melhor recebido pela minhaajudante, mas existem canções que, mesmo cantadas em outra língua, conseguemagradar a todos, são consideradas universais, e, depois, o intérprete era o inesque-cível Nat King Cole, com sua romântica e marcante voz.

Interrompi o que escrevia e, de soslaio, olhei a pretensa suicida para ver se aminha opção estava aprovada. Essa pausa levou-me a dar à letra uma atenção queaindanãodera anteriormente. A músicaancora-se na históriadealguémque, nummágico dia, encontra em seu caminho um menino; um tímido, sábio e estranhomenino, que afirma que amar e ser amado é a mais importante coisa que se pode

aprender na vida. (“The greatest thing you’ll ever learn” — “Is just to love and beloved in return”). Sei que a canção, composta em 1947, por Eden Ahbez (nascidocomo George Alexander Aberle) não é uma ode contra os princípios cristãos, masatrevo-me a interpretá-la assim, e a primeira pergunta que me faço é: como ficariao tal do amor incondicional, o amar sem ser amado, o dar sem receber? Daí meconduzo para uma outra pergunta, a do ser e ter, para tentar entender a questãoque levantei.

Até a Idade Média, diz-se que o “ser” predominava sobre o “ter”; à época, avida na terra era considerada uma passagem, o que importava era o que viria apósessa vida. Pois bem, as coisas mudaram apos o Renascimento. O transcendentaldesapareceu, por forças circunstanciadas a uma série de fatores, fatores esses quedesembocam em um materialismo social e econômico, caracterizador da burgue-sia. Para o homem moderno, verdadeiro predador social e emocional, que substi-tuiu a natureza humana pelo homem na natureza seria inconcebível amar sem seramado, doar sem receber, ser e não ter. Pobre São Francisco, pobre Noé, que des-matou tanta mata para juntar madeira e construir barco para salvar os “puros” dotsunami que varreu a terra. E, finalmente, o meu obrigado ao compositor EdenAhbez, que terminou por ser minha muleta para a verdadeira digressão textualque pautou essa crônica.

* Escritor ([email protected]) — www.marcoguimaraes.com

LUCIANE LISBOA

A Prefeitura de MontesClaros, no Norte de Minas,pretende lançar no iníciode 2015 uma série de edi-tais para implantação deparcerias público-privadas(PPPs) no município. Aotodo serão sete projetosdivididos em diversasáreas, entre elas infraestru-tura, energia e saneamentobásico. Os investimentospoderão alcançar R$ 2bilhões nos próximos anos.

Um dos mais importan-tes, segundo o prefeitoRuy Muniz, é o que prevêa implantação de um sis-tema de Bus Rapid Transit(BRT), nos mesmos mol-des do existente em BeloHorizonte, com investi-mentos da ordem de R$300 milhões. Em janeirodeste ano, a prefeiturachegou a manifestar inten-ção de lançar uma PPPpara implantação de umsistema de Veículo Levesobre Trilhos (VLT), mas aideia acabou não saindodo papel.

“É uma obra de grandeporte que demanda altovalor em investimento.Ainda não batemos o mar-telo, mas pelos estudos quefizemos o BRT é mais viá-vel. A intenção é lançar oPMI (Procedimento deManifestação de Interesse)para a PPP do transportecoletivo em breve”, explicaMuniz.

Outro projeto que deves e r d e s e n g a v e t a d o ,segundo o prefe i to deMontes Claros, é a PPPp a r a a c o n s t r u ç ã o d aCidade Administrativa. Oprojeto deverá receberaportes de aproximada-mente R$ 100 milhões.

Conforme o chefe doExecutivo, a administra-ção disponibilizará umaárea de 500 mil metros

quadrados no Ibituruna,região nobre do municí-pio. O parceiro deverácons t ru i r ins ta laçõespara a prefeitura em umtotal de 120 mil metrosquadrados. “O empreen-dedor poderá comercia-lizar 250 mil metros qua-d r a d o s d e á r e a ” ,ressalta. Cerca de 30 milmetros quadrados serãodestinados para a cria-ção de uma área de pre-servação ambiental.

Além de doar o terreno,a prefeitura irá realizarinversões de R$ 22 milhõesna área em que a CidadeA d m i n i s t r a t i v a s e r áerguida. Os investimentosserão necessários para a

construção de duas aveni-das, além da retirada ereconstrução de linhas detransmissão.

De acordo com Muniz, aprevisão é que parte dasconcorrências para a PPPsseja lançada já no primeirosemestre de 2015. Uma dasprimeiras deve ser a daCidade Administrativa.Caso tudo corra dentro doc ronograma , a s obra sdevem sere iniciadas nosegundo semestre e con-cluídas em dois anos.

A prefeitura pretendelançar também as PPPs deresíduos sólidos, sanea-mento, para a construçãode uma arena esportiva ede um parque com área

verde. O local seria umaespécie de cidade jardim,abrigando construçõesecologicamente corretas.Além disso, um parceriaserá feita para a troca doatual sistema de ilumina-ção pública, que passará autilizar lâmpadas LED.

Orçamento — MontesClaros é uma das cidadesmineiras que mais têmrecebido aportes nos últi-mos anos. E, em 2014, om u n i c í p i o v a i b a t e rrecorde de a t ração deinvestimentos. Ao todo, 12indústrias confirmaram aconstrução ou ampliaçãode suas unidades, com pre-visão de R$ 1,5 bilhão em

investimentos e geração de2 mil empregos diretos.

Com isso, o orçamentoanual do município prati-camente dobrou. Em 2013,a receita prevista para oano era de pouco mais deR$ 600 milhões. Agora,para 2015, foi aprovado umorçamento municipal deR$ 1,132 bilhão.

A última empresa a con-firmar aportes na cidadefoi a Nestlé do Brasil. Nasemana passada, foi lan-çada a pedra fundamentalda nova unidade do grupodestinada a fabricação decápsulas de Nescafé DolceGusto, com investimentosd a o r d e m d e R $ 2 0 0bilhões.

3

LEONARDO FRANCIA

A Prefeitura de GovernadorValadares, no Vale do Rio Doce,recebeu o primeiro sinal positivopara a implantação de um com-plexo logístico no município. AValor da Logística Integrada S/A(VLI) entregou uma carta à admi-nistração municipal na qual pro-põe o desenvolvimento dos estu-dos de viabilidade econômicapara implantação de uma zonade processamento de Exportação(ZPE) e de uma estação adua-neira interior (Eadi) na cidade.Uma vez comprovada a viabili-dade dos dois empreendimentos,a VLI deve mesmo construir umterminal intermodal de cargaspara atender à demanda regio-nal.

“Em tese, essa sinalização daVLI mostra que a empresa deveinstalar o terminal no municípiose a viabilidade da ZPE e doporto-seco for confirmada”,afirma o secretário municipal deDesenvolvimento Econômico,Darly Alves. Segundo ele, naúltima semana, em reunião com opresidente da VLI, Marcello Spi-nelli, a empresa entregou à pre-feitura um documento que rea-firma a disposição da VLI emimplantar o terminal em Gover-nador Valadares.

Além das negociações com aVLI, a prefeitura também já ini-ciou as conversas com o governofederal e com o governador eleito

Fernando Pimente l , amboscomandados pelo PT, o que, naavaliação do secretário, devecriar uma sinergia e colaborarpara que os empreendimentossaiam do papel.

Conforme o secretário, o pro-jeto original envolvia apenas aconstrução do terminal intermo-dal de cargas da VLI, mas, emfunção da demanda regional jáexistente de transporte de merca-dorias que passam e saem domunicípio, principalmente gra-nito, grãos, cimento e ferro, aideia ganhou novos contornos.

O projeto do complexo logís-tico local é de autoria do Execu-tivo municipal, mas conta com oapoio da Federação das Indús-trias do Estado de Minas Gerais(Fiemg), da Receita Federal doBrasi l (RFB), da AssociaçãoComercial e da Câmara de Diri-gentes Lojistas (CDL) do municí-pio.

Eixo logístico — Um dos argu-mentos para justificar a implan-tação dos empreendimentos é alocalização do município, ser-vido por importantes rodovias,como a BR-381, BR-116, BR-451 eBR-259, pelo ramal da Estrada deFerro Vitória a Minas (EFVM),além de já existir um porto-secona cidade, o que faz de Governa-dor Valadares um importanteeixo logístico.

De acordo com informações daprefeitura, pelo município pas-

sam 17 mil toneladas de grãosmensalmente, especialmentesoja, feijão e milho, rumo aos por-tos litorâneos para exportação. Sópara se ter uma ideia, essa quan-tidade é suficiente para encher283 vagões por mês.

Além disso, a instalação doempreendimento, com um termi-nal de cargas, ZPE e uma novaaduana no mesmo complexo,viabilizaria a verticalização dacadeia produtiva do granitoexplorado na região. De 2011para 2013, o número de empresaslocais que extraem o insumo sal-tou de 90 para 410, um aumentode 355,5%.

Valor agregado — A cadeia deprodução do granito tem trêsfases, que são a exploração, obeneficiamento e a marmoraria.Atualmente, as empresas sóexploram granito na região etransportam até o porto de Tuba-rão (ES). O complexo logísticorepresentaria, segundo o secretá-rio, um atrativo para que essasempresas também façam o bene-ficiamento no local, agregandovalor à produção regional.

Segundo o secretário, saemmensalmente do município 47mil metros cúbicos de granitobruto em bloco rumo a Cachoeirado Itapemirim (ES), polo nacio-nal do setor, onde o insumo ébeneficiado. Este volume é sufici-ente para encher 600 contêinerespor mês.

Em agosto, o setor recebeuum incentivo do governo doEstado através da publicação doDecreto nø 45.586, que reduz acarga tributária para o benefici-amento de rochas em MinasGerais, promovendo a isonomiacom o Espírito Santo, determi-nando um valor menor doImposto sobre Circulação deMercadorias e Pretação de Servi-ços (ICMS) em algumas opera-ções internas e interestaduais dematerial em pedra.

A proposta para a criação doterminal de cargas também temembasamento na potencialidadeprodutiva e de consumo dacidade e região no setor de cons-trução civil, para recebimento decimento e ferro, especialmente,de acordo com as informações dosecretário. Conforme Alves, aprefeitura está na fase final deconclusão dos estudos de viabili-dade do empreendimento e a VLI“tem se mostrado sempre dispo-nível às negociações”.

A prefeitura já tem uma áreade aproximadamente 2,4 milhõesde metros quadrados reservadapara instalar o empreendimento,sendo que o terminal de cargasdeve ocupar 280 mil metros qua-drados e movimentar, conformeos estudos já mostraram, cerca de15 mil toneladas de cargas pormês. A maior parte do terreno(cerca de 2,2 milhões de metrosquadrados) será destinada aoporto-seco e à ZPE.

São Paulo — A demandapor transporte aéreo domés-tico de passageiros, medidaem passageiros-quilômetrospagos transportados (RPK),aumentou 6,8% em novem-bro, na comparação com omesmo período de 2013,segundo dados divulgadosnesta terça-feira pela Agên-cia Nacional de AviaçãoCivil (Anac).

Já a oferta, calculada emassentos-quilômetros ofere-cidos (ASK), apresentouexpansão de 4,3% no mesmoperíodo, no terceiro mês con-secutivo de alta. Com isso, ataxa de ocupação alcançounovo recorde para novem-bro nos últimos dez anos, daordem de 81,2%.

A Anac destacou queentre as principais empresasaéreas brasileiras, Azul eAvianca destacaram-secomo as que apresentaramas maiores taxas de cresci-mento da demanda no mêspassado, de 35,2% e 14,6%,r e s p e c t i v a m e n t e . N oentanto, vale salientar queno caso da Azul, a alta éinfluenciada pela unificaçãodas operações com a Trip.

Se somadas as demandasdas duas empresas na basede comparação, o aumento éde 6,4% no mesmo período.Conforme a agência regula-dora, Gol e TAM tiveram omesmo índice de aumento,de 6,0%.

Com o crescimento abaixodas principais concorrentes,as líderes de mercado tive-ram leve queda de suas par-ticipações de mercado (pelocritério da demanda), de 0,3ponto percentual, em ambosos casos, para 38,5% e 36,1%,respectivamente. Já Azulmanteve os 16,4% (conside-rando que em 2013 Azultinha 12,9% e Trip, 3,5%),enquanto a Avianca ganhou0,6 p.p., para 8,3%.

Na comparação com ooutubro, TAM também apre-sentou queda de participa-ção, de 0,4 p.p., já que emoutubro respondia por38,9% do mercado. Gol con-seguiu manter-se estávelenquanto a Azul ganhou 0,5p.p. e a Avianca teve leverecuo, de 0,1 p.p..

A Anac também divulgoudados sobre o número depassageiros pagos transpor-tados no mercado domés-tico, que atingiu em novem-bro 8,2 milhões, o maior parao mês nos últimos dez anos,com alta de 5,6% em relaçãoa novembro de 2013.

Internacional — No trans-porte internacional de passa-geiros, a demanda (em RPK)das empresas aéreas brasilei-ras cresceu em novembropelo nono mês consecutivo,com alta de 4,6% em relaçãoao mesmo mês de 2013. Já aoferta internacional (emASK) cresceu 3,4%. Comisso, a taxa de aproveita-mento das aeronaves emvoos internacionais de pas-sageiros operados porempresas brasileiras alcan-çou 80,6%, contra 79,7% emnovembro do ano passado.

O número de passageirospagos transportados pelasaéreas brasileiras no mer-cado internacional atingiu523,4 mil, com aumento de8% em relação a novembrode 2013. Também neste caso,a agência informou que setrata da maior quantidadede passageiros transporta-dos em voos internacionaispor empresas brasileiras emum mês de novembro nosúltimos dez anos. (AE)

ECONOMIA

Montes Claros planeja criar PPPsINTERIOR

Aportes poderão chegar a R$ 2 bi em áreas como infraestrutura, energia e saneamento básico

PASSAGEIROS

Demanda aéreadoméstica temalta de 6,8%,

aponta a Anac

VLI propõe complexo logístico em Valadares

A prefeitura de Montes Claros prepara o lançamento de uma PPP para construção da Cidade Administrativa

DIVULGAÇÃO

LUCIANE LISBOA

Ampliar a pauta indus-trial mineira por meio daatração de investimentosem setores de alta tecnolo-gia, como os que envolvempesquisa e desenvolvi-mento (P&D) é um dosobjetivos do Conselho deTecnologia e Inovação daFederação das Indústriasdo Estado de Minas Gerais(Fiemg). De acordo com aentidade, atualmente 80oportunidades de novosnegócios nesses setoresestão sendo trabalhadaspela Fiemg.

“ A t é t e m o s m u i t a sempresas nessa área, maspoderíamos ter mais seMinas mudasse esse perfilpouco agressivo, apenasreativo. Nós precisamosser mais produtivos e nãoaceitar mais ficar atrás naconcorrência com outrosEstados que utilizam daguerra fiscal para atrair asempresas”, afirmou o pre-sidente da Fiemg, OlavoMachado Junior.

Segundo ele, Belo Hori-zonte tem tudo para se tor-nar pátio de inovação glo-b a l , j á q u e c o n t a c o mferramentas importantespara isso, como o Centrode Inovação e TeconologiaSenai-Fiemg — instaladoonde funcionou os labora-

tórios da antiga FundaçãoCentro Tecnológico deMinas Gera i s (Ce tec ) .“Nossa intenção é conti-nuar trabalhando e procu-rando apoiar as empresasque pensam em Minascomo melhor opção para sei n s t a l a r e m ” , a v a l i o uMachado Júnior.

Somente para os próxi-mos dois anos estão previs-t o s i n v e s t i m e n t o s d aordem de R$ 150 milhõesno local. Além de obrasfísicas, os aportes tambémserão destinados à comprade equipamentos e namodernização e criação denovos laboratórios.

N o e n t a n t o , m u i t opouco é divulgado sobre ot raba lho rea l i zado noEstado. “O país não sabeque somos líderes nacio-nais em patentes”, disserecentemente o presidentedo Conselho de Tecnologiae I n o v a ç ã o d a F i e m g ,Valentino Rizzioli.

Referência — Na últimareunião do conselho, reali-zada no dia 16 passado,foram discutidas maneirasde elevar Belo Horizonteao patamar de referênciaem P&D. A guerra fiscal ea fa l ta de divulgação ,segundo o presidente daFiemg, levaram Minas aperder diversos empreen-

dimentos nessa área paraoutros estados desde 2012,incluindo Rio de Janeiro eSão Paulo.

U m a d a s f o r m a s d ereverter a situação é criarp ro p o s t a s p a r a q u e ogoverno estadual incentiveinvestimentos nessa área.As medidas, que estãosendo elaboradas peloConselho, incluem conces-são de benefícios fiscais aempresas que promovam

pesquisa e desenvolvi-mento para inovar.

A intenção é formatarum pleito da indústria doEstado, considerando aLei Mineira de Inovação ea legislação tributáriaexistente. “Se queremosinvestimentos em MinasGerais, precisamos seragressivos. Não podemoscopiar outros estados.Devemos ser protagonis-tas”, afirmou.

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B r a s í l i a — O mo v i -mento da TIM para evitar acompra da GVT pela Tele-fônica no Conselho Admi-nistrativo de Defesa Eco-n ô m i c a ( C a d e ) n ã oimpediu que a AgênciaNacional de Telecomunica-ções (Anatel) desse sinalv e rd e a o n e g ó c i o . N aúltima audiência do ano, oconselho diretor da agên-cia deu, no dia 22 passado,anuência prévia à transa-ção.

O negócio, avaliado emUS$ 9,2 bilhões, ainda temde passar pelo crivo doCade, onde a TIM tentab a r r a r a o p e r a ç ã o . Aempresa teve ace i to opedido pelo Cade paraingressar como terceirointeressado no processo deanálise da aquisição.

O interesse dos italianosem disputar a aquisição dacompanhia brasileira nãochegou a ser mencionadona audiência pública daAnatel. Na reunião, os con-selheiros limitaram-se adiscutir condições voltadasao direito do consumidor.

A Anatel impôs algumascondições para a aprova-ção. A Telefônica terá deman te r, no m ín imo , acobertura geográfica atualdo serviços de telefoniafixa, móvel e de TV porassinatura que são ofereci-dos pelas duas compa-nhias. Ficou acertado queos contratos atuais firma-

dos entre a GVT e seus cli-entes terão as condiçõesmantidas por, no mínimo,18 meses. A Telefônica teráainda 90 dias para apresen-tar à agência um plano deexpansão das redes e servi-ços oferecidos.

A transação acionáriaserá feita em duas etapas.A Anatel aprovou a pri-meira delas , na qual aempresa Vivendi perma-nece com 12% das ações daGVT. Na segunda etapa,em que o controle da ope-radora será 100% repas-sado à Telefônica, a agênciadeverá conceder nova anu-ência.

Liderança— A compra daGVT pela espanhola, donada Vivo no Brasil, foi anun-ciada em setembro. A ope-ração dá à Telefônica parti-cipação de 30,6% em bandalarga, musculatura sufici-ente para disputar a lide-rança de mercado com aNet, da mexicana AméricaMóvil.

Para especial is tas , aunião de GVT e Telefônicaterá pouca sobreposição. AGVT tem forte atuação forade São Paulo, onde a Tele-fônica está presente com oserviço fixo. A GVT, quenão tem serviço de telefo-nia móvel, atua em 20 Esta-dos e no Distrito Federal,enquanto a Telefônica tematuação nacional apenas natelefonia celular. (AE)

ECONOMIA

Fiemg quer atrair inversõesde setores de alta tecnologia

P&D

Oitenta oportunidades de novos negócios estão sendo avaliadas pela entidade

ECONOMIA

AQUISIÇÃO

Anatel dá anuênciaprévia à compra daGVT pela Telefônica

Machado Junior: precisamos ser mais produtivos

ALISSON J.SILVA

5BELO HORIZONTE, QUARTA-FEIRA, 24, A SEGUNDA-FEIRA, 29 DE DEZEMBRO DE 2014

RAFAEL TOMAZ

Os preços internacionaisdo minério de ferro, ao quetudo indica, não deverãoter uma recuperação plenaem 2015. A tonelada doinsumo siderúrgico deverácontinuar a ser negociadaabaixo de US$ 100 no pró-ximo exercício.

Neste ano, a cotação dominério de ferro registroua maior retração nos últi-mos anos, impactada porfatores como sobreoferta eredução no ritmo da eco-nomia chinesa. Na terça-feira, por exemplo, o valornegociado no mercado spot(à vista) chinês renovou aminíma de cinco anos eatingiu US$ 65,60 a tone-lada.

As projeções do mer-cado para 2015 são cons-tantemente reduzidas eestão em algo em torno deU S$ 70 a t one l ad a emmédia. Porém, em proje-ções mais pessimistas,como o divulgado recente-mente pela Roubini GlobalEconomics, estimam umacotação de aproximada-mente US$ 60 a toneladano próximo ano.

Na avaliação do presi-d e n t e d o C o n s e l h oEmpresarial de Minera-ção e Siderurgia da Asso-c i a ç ã o C o m e r c i a l eEmpresar ia l de Minas(ACMinas), José MendoMizael de Souza, os pre-ços in t e rnac iona i s dominério de ferro deverãof i ca r em aprox imada-mente US$ 75 a tonelada.Entre os fatores que deve-rão sustentar a cotaçãoneste patamar está o fatode não haver nenhumaindicação de redução sig-nificativa na produçãos i d e r ú r g i c a c h i n e s a ,segundo ele.

De acordo com Souza,outro fator que poderáinfluenciar os preços em2015 é a necessidade dopaís asiático em reduzir aemissão de poluentes .Caso o país asiático adotemedidas voltadas para osetor siderúrgico nesteâmbito, o minério de maiorconcentração, como, porexemplo, o produzido no

Brasil, seria valorizado.Para o analista de inves-

timentos, Pedro Galdi, acotação do insumo siderúr-gico pode até mesmo apre-sentar uma melhora em2015, porém, não haveráuma mudança “drástica”no atual quadro. “Os pre-ços do minério continua-rão pressionados”, afirma.

Ele lembra que as gran-des mineradoras, que con-tam com custos menores,continuam a aumentar aoferta de minério no mer-cado internacional. “Osgrandes investidores estãod e c i d i d o s a d e r ru b a rnovos projetos”, observa.

Além disso, conforme oespecial ista , para umarecuperação dos preços épreciso uma melhora nocenário econômico global.“O mundo vem dandomuitos sinais de fraqueza”,argumenta.

Primeiro trimestre — Oanalista da Tendência Con-sultoria, Felipe Beraldi,afirma que as projeções sãode uma melhora nos pre-ços do insumo siderúrgicono primeiro trimestre de2015. “Mas isto está condi-cionado a uma retração naprodução de minério daChina”, pondera.

Segundo ele, mesmoque seja verificada umamelhora nos preços inter-nacionais do minério, acotação não deverá ultra-passar US$ 88 a tonelada.

N o a c u m u l a d o d ejaneiro a novembro o preçomédio do insumo siderúr-gico no mercado internaci-onal atingiu US$ 99,3 atonelada. O valor é 26%inferior ao verificado nosprimeiros 11 meses doexercício passado, quandototalizou US$ 135,3 a tone-lada.

O minério é o principalitem da pauta de exporta-ç õ e s d e M i n a s . E n t r ejaneiro e novembro osembarques movimentaramUS$ 8,122 bilhões. Istorepresenta queda de 24%na comparação com omesmo intervalo do anopassado, quando atingiuUS$ 10,677 bilhões, con-forme informações doMinistério do Desenvolvi-mento, Indústria e Comér-cio Exterior (Mdic).

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Brasília — De saída doMinistério de Minas e Ener-gia e sob críticas do setor elé-trico, o ministro EdisonLobão admitiu na terça-feiraque o alto custo da energiapassará cada vez mais a serbancado pelos consumido-res em razão do novo cená-rio de redução dos aportesdo Tesouro Nacional.

“É natural que a tendên-cia para o próximo ano sejade que os consumidoresarquem com o alto custo daeletricidade, em vez doTesouro”, afirmou Lobão aoser questionado sobre even-tual nova ajuda financeirado governo ao setor elétrico.

O ministro afirmou que seas distribuidoras de energiasolicitarem um revisãoextraordinária das tarifas, ogoverno vai examinar ospedidos, mas não deu pistassobre um sinal verde para aadoção dessas medidas. Aestimativa de rombo para osetor em 2015 chega a R$ 8,5bilhões em pagamentos quedeveriam ter sido feitos pelaUnião a empresas do setorde energia.

Lobão reconheceu que opreço da energia no país estáa l to e c lass i f i cou como“lamentável” o custo das usi-nas térmicas. Mas pontuouque seria pior se o sistema nãocontasse com essa eletrici-dade durante a seca que afeta

os reservatórios das hidrelé-tricas há dois anos.

O ministro alf inetouempresários do setor elétricopor reclamações sobre faltade diálogo com o governo econdições para investir naárea. E referiu-se às compa-nhias que não aderiram aopacote de renovação dasconcessões. “As reclamaçõesde empresários são naturaisem um regime de liberdadetotal como o nosso. Elas (asempresas) reclamam, masestão dentro do setor. Ogoverno é solidário e oBNDES financia tudo”, afir-mou. “E quem não aderiu aopacote em 2012 agora vai

perder as geradoras. Foibom ou ruim para eles?”,questionou.

Mesmo em um cenário depouca chuva, onde a água émais necessária, o ministrogarantiu que o país não teráracionamento de energia em2015. “Especialistas externospreviam um racionamentoem 2014, mas tive a coragemde seguir os nossos especia-listas e deu certo. Não tive-mos racionamento e nemracionalização de eletrici-dade”, afirmou.

Geração — Lobão fez umbalanço do ano destacandoque o país tinha o plano de

aumentar o parque de gera-ção em 6 mil megawatts em2014 e, segundo ele, executoumais do que isso, chegando auma capacidade adicional de7 mil megawatts.

Da mesma forma, o planode expansão na transmissãoprevia 7 mil quilômetros emnovas linhas e foram cons-truídos 8 mil quilômetros.“A crise energética de 2001 e2002 se deu por falta de ener-gia, mas, sobretudo, por faltade transmissão. Na época,faltaram 2% de energia, e oracionamento foi de 20%porque não havia interliga-ção entre os sistemas”, expli-cou. (AE)

ECONOMIA

Cotação do minério deve continuar baixaCENÁRIO

Sobreoferta e desaceleração da China indicam que o preço ficará abaixo de US$ 100 a tonelada em 2015

São Paulo — A agênciade classificação de riscoFitch afirma que, emborasua perspectiva para osetor elétrico permaneçaestável, o risco de créditodas empresas do setorpode aumentar caso nãohaja recuperação do níveldos reservatórios.

Em nota, a Fitch diz que“a perspectiva pode ser alte-rada a curto prazo, caso oatual período de chuvasfrustre a expectativa de recu-peração dos reservatóriosnos próximos quatro meses,

o que pressionaria os funda-mentos do setor”.

O Operador Nacional doSistema Elétrico (ONS)espera que os reservatóriosdas regiões Sudeste e Cen-tro-Oeste alcancem ao finalde dezembro 21,8% volumedo útil. Segundo os últimosdados disponíveis, da últimasegunda-feira, os reservató-rios dessas regiões estão em17,6%.

É p rec i so q ue , a t é as e g u n d a q u i n z e n a d ejaneiro, os reservatórios este-jam próximos a 30% paraque o risco de apagão sejadescartado.

Em novembro, o ONSavisou a distribuidores egeradores que há risco deserem necessários cortesseletivos de energia paragarantir o fornecimentodurante os horários de pico,entre janeiro e fevereiro,quando há forte aumento noconsumo de eletricidade.

Ainda não é possívelmedir o efeito da chuva daúltima segunda-feira queatingiu o estado de São Paulosobre o nível dos reservató-rios do Sudeste e Centro-Oeste. O ONS divulgará osdados na quarta (24), um diaapós a medição. (FP)

Nível de reservatórios pode elevar risco

ENERGIA

Consumidor bancará ajustes, diz Lobão

A receita dos embarques de minério de ferro extraído em Minas Gerais diminuiu 24% de janeiro a novembro

SAMARCO/DIVULGAÇÃO

TATIANA LAGÔA

A dificuldade de segu-rar o ímpeto inflacionárioobrigará o governo fede-ral a reverter a política deincentivo ao consumoadotada nos últimos anos.Em 2015, exercício quedeverá ser marcado poruma inflação próxima ouaté superior ao teto dameta, mais uma vez éesperado arrocho com altados juros e dos preçosadministrados ao mesmotempo. Em período debaixo crescimento econô-mico e de encolhimentodo mercado de trabalho,essas ações podem gerarimpacto maior na vidados brasileiros.

“O governo abusou dapolítica fiscal para puxar oc r e s c i m e n t o e f o c o udemais no consumo. Oerro maior foi achar que oEstado poderia bancarcrescimento de maneiraquase infinita. Gastamosalém do que podíamos egastamos mal. Agora que aconta vai chegar é precisocobrar de alguém”, afirmao economista e professorda Fundação Getúlio Var-gas Mauro Rochlin.

Q u a n d o d i z q u e orecurso foi mal gasto, oeconomista se refere aofato de o estímulo ter sidoao consumo e não ao inves-timento. Para ele, caso ainiciativa privada tivessesido motivada a desembol-sar recursos para melhoriada infraes trutura , porexemplo, o efeito teria sidomultiplicador.

Já a compra de bens deconsumo duráveis colabo-rou, na verdade, para a altada inflação e para o endivi-damento da população.“Tivemos um consumobancado pelo crédito fartoe o resultado disso são nos-sas contas desequilibra-das”, afirma.

Agora que há urgênciano controle da inflação, ogoverno precisa tomarmedidas pouco populares.Em primeiro momento, épreciso recompor as contaspúblicas, o que pode serfeito de duas formas: redu-ção dos gastos públicos eaumento de impostos.

“Um ano após as elei-ções é o melhor momentopara o governo abrir o

pacote de maldades por-que não tem eleição imi-nente. Além disso, teorica-mente, a presidente teve orespaldo das urnas paratrabalhar e vai ter temposuficiente para que essasmaldades se tornem embondades para o país até opróximo pleito”, avalia.

Marca — Para o professorde Economia da PontifíciaUniversidade Católica deMinas Gerais (PUC Minas)Pedro Paulo Pettersen,independentemente dapolítica adotada, o ano de2015 será marcado porinflações altas. As açõess ã o n e c e s s á r i a s p a r amelhorar o cenário nosanos seguintes.

“No primeiro trimestre ainflação deverá ultrapassaro teto da meta. Depoisdisso, vai tender a um com-portamento declinante demodo a fechar na bandas u p e r i o r d a m e t a ” ,obse rva . Ou se j a , nãodeverá ser no próximoexercício o alcance do cen-tro da meta de 4,5%. Osnúmeros deverão ficarmais próximos dos 6,5%.

Eentre os fa tores demaior peso na inflação,estão os de caráter exter-nos. O primeiro deles é ocomportamento do dólar.Isso porque, se a moedanorte-americana continuarem alta, a tendência é que ainf lação s iga a mesmalógica. Os produtos impor-tados e os insumos básicostendem a seguir o mesmoritmo de alta, com impactona inflação.

A cotação do petróleo nomercado internacional éoutra questão que precisaser avaliada. Os preçospassaram por reduçãorecente inesperada, o quepode fazer com que o custodos combustíveis subammenos no próximo exercí-cio. Mas, o especialistaalerta que para surtir efei-tos concretos é preciso quea baixa do petróleo se con-solide.

J á i n t e r n a m e n t e , oesperado é alta dos preçosa dm i n i s t r a d os c om oenergia, com impactoforte na inflação. Com umbaixo crescimento econô-mico, a tendência é que oconsumo interno se jareduzido.

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Brasília — Pelos dadosdo Relatório Trimestralde Inflação, divulgado naterça- fe ira pelo BancoCentral, aumentou a pro-babilidade de a inflaçãoestourar o teto da metaem 2015. No cenário dereferênc ia , as chancesaumentaram de 31% para37%.

O BC incorporou norelatório a previsão para2016. Segundo o docu-mento, a possibilidadeestimada de a inflaçãoultrapassar o limite supe-rior da banda de tolerân-cia em 2016 situa-se emtorno de 15%.

O documento retirou aprobabilidade de estourodo teto da meta em 2014.No cenário de referência,no últ imo relatór io desetembro, as chances de oIPCA ultrapassar o limiteera de 37%. No cenário demercado, a probabilidadede a inflação estourar ot e t o d a m e t a e m 2 0 1 5recuou de 39% para 37%e, em 2016, ficou em 12%.

D e a c o r d o c o m odocumento divulgadop e l o B a n c o C e n t r a l ,houve correção das esti-mativas da autoridademonetária em pratica-mente todos os trimes-tres definidos pela insti-tuição. Grosso modo, asde 2015 tiveram corre-ções para cima e as parao ano segu in t e , pa r abaixo.

As previsões da autori-dade monetária para ainflação oficial do paísem 2014 ficou em 6,4%tanto no cenário de mer-cado quanto no de refe-rência . No documentoanter io r, a s prev i sõespara o IPCA nesse perí-odo eram de 6,3% tam-bém nos dois cenários.

Dólar — O Banco Centralusou uma cotação para odólar de R$ 2,55 no Rela-tório Trimestral de Infla-ção. A taxa Selic utilizadafoi de 11,75% ao ano. Ov a l o r é o m e s m o d aúltima ata do Comitê deP o l í t i c a M o n e t á r i a(Copom).

Na última reunião doC o l e g i a d o , e m 3 d edezembro, a cotação dod ó l a r f e c h o u e m R $2,5550. No relatório dei n f l a ç ã o a n t e r i o r, d esetembro, a cotação utili-zada foi de R$ 2,25 e taxade juros de 11%.

A cotação de R$ 2,55,incluída no documento,tem como data de corte 5de dezembro. O valor édiferente do fechamentodo dia de corte. Em 5 dedezembro, o dólar à vistano balcão fechou em R$2,5960. (AE)

Bras í l ia — A p re s i -dente Dilma Rousseff vaiterminar o seu primeiromandato com um cresci-m e n t o d o P r o d u t oInterno Bruto (PIB) deapenas 0,2 % em 2014. É oque prevê o Banco Cen-tral (BC) no Relatório Tri-mestral de Inflação divul-gado na terça-feira.

No documento, o BCficou ainda mais pessi-mista com o desempe-nho da economia esteano. A previsão anterior,feita em setembro peloBC, era de que o PIB teriauma expansão de 0,7%.

N o i n í c i o d o a n o , obanco chegou a preveruma alta de 2% do PIBbrasileiro em 2014.

Conf irmada a novaprevisão do BC, será opior desempenho eco-nômico do país desde2009, ainda no governodo ex-presidente Lula,quando o PIB brasileirosofreu uma retração de0 , 3 3 % p o r c o n t a d o sefe i tos da ec losão dacrise financeira interna-cional . O PIB de 2014t a m b é m s e r á o m a i sbaixo dos quatro anosdo governo Dilma. Em

2011, o crescimento foide 2,73%; 1% em 2012 e2,49% em 2013.

Para 2015 , pr ime i roano do segundo mandatoda presidente Dilma, oBC pro j e ta um cresc i -mento de 0,6% até o ter-ceiro trimestre.

A crise na indústria é apr inc ipa l responsáve lpelo fraco desempenhoda economia do Brasil em2014. O BC prevê umaqueda de 1,4 % do PIBindustrial este ano. Emsetembro, a previsão erade uma desaceleração de1,6% da indústria. Para

2015, o BC estima que aindústria terá uma quedade 0,3% até o terceiro tri-mestre.

O s e t o r d e s e r v i ç o sd e v e c re s c e r 0 , 7 % e m2014 e a agropecuária,1,4%. As previsões anteri-ores eram de alta de 2,3%do PIB do agronegócio ede 1,2% do setor de servi-ç o s . P a r a 2 0 1 5 , O B Cestima um crescimentode 3,1% da agropecuáriaaté setembro e de 0,5% dosetor de serviços.

Est ímu los — M e s m ocom todos os estímulos

dados pelo governo, osinvestimentos no Brasilvão levar um tombo em2014. Os dados do BCprojetam uma queda de7,1% na chamada For-mação Bruta de CapitalFixo (FBCF), que indicaa capacidade de produ-ção do país A estimativaanterior era de que osinvest imentos ter iamum recuo de 6,5%. Para2015, o cenário continuaruim. O BC estima que aF B C F t e r á u m u m aqueda de 1,8% até o ter-ceiro trimestre.

O BC também reviu

para 1% a projeção deconsumo das famíliasem 2014 ante 1,6% naestimativa anterior. Atéo terceiro trimestre de2015, o BC projeta umcrescimento de 0,5% noconsumo das famílias.O consumo do governodeve crescer esse ano1,8%. O valor é maiordo que os 1,7% projeta-d o s p e l o B C h átrês meses. Para 2015até o terceiro trimestre,o BC estima que o con-sumo do governo vaidesacelerar e crescer0,9 %. (AE)

Brasília — A inflação no Brasil vaiatingir 6,4% em 2014 — último anodo primeiro mandato da presidenteDilma Rousseff. A projeção foi feitapelo Banco Central (BC) no Relató-rio Trimestral de Inflação divulgadona terça-feira. O valor está próximodo teto da meta de inflação, quevar ia de 2 ,5% (mín imo) a 6 , 5%(máximo).

A nova estimativa para o cenáriode referência traçado pelo BC émaior do que os 6,3% projetados emsetembro. Se confirmada a projeção,nos quatro anos do governo Dilma,o IPCA se manteve em patamareselevados, mais próximos do teto dameta. Em 2011, a inflação fechou em6,50%. Em 2012, o IPCA recuou para5,84% e voltou a subir para 5,91% noano passado.

No cenário de mercado, que levaem consideração a trajetória para ataxa Selic e o câmbio desenhadapelos analistas do mercado finan-ceiro, o IPCA vai fechar o ano tam-bém em 6,4%. A projeção anteriorera de 6,3%.

Para o próximo ano, o BC projetaum IPCA de 6,1%. O valor é maiordo que os 5,8% projetados no finalde setembro, antes de o Comitê dePolítica Monetária (Copom) reto-mar o processo de alta da taxa Selicem doses mais fortes, depois daseleições presidenciais. A projeçãoleva em conta o cenário de referên-cia que serve de base para as deci-sões do Copom. De acordo comnovas projeções, o IPCA vai fechar2016 em 5%.

Para o cenár io de mercado, oIPCA fechará 2015 em 6%. A estima-tiva anterior para o cenário de mer-cado era de 6,1%. Para 2016, o BCprojeta que o IPCA ficará em 4,9%no cenário de mercado.

O Banco Central projeta que avariação do conjunto dos preçosadministrados por contrato e moni-torados, tanto no cenário de mer-cado quanto no de referência, é de5,3% para 2014. Nos últimos doisrelatórios, essa previsão era de 5%nos dois cenários.

Variações — A expectativa de alta,explica o documento do BC, consi-dera variações ocorridas até novem-bro nos preços da gasolina (2,3%) edo gás de bujão (4,3%), bem como ashipóteses, para o acumulado de2014, de recuo de 6,4% nas tarifas detelefonia fixa e de aumento de 18,2%nos preços da eletricidade.

No relatório anterior de setembro,o BC previa aumento de 0,2% para agasolina até agosto e de 0,3% para ogás de bujão. Também previa, naépoca, que para o acumulado de2014 haveria um recuo de 6,3% nast a r i f a s d e t e l e f o n i a f i x a e u maumento de 16,8% nos preços da ele-tricidade.

A autoridade monetária tambémrevisou a previsão de reajuste dospreços administrados para os próxi-mos dois anos. O BC leva em contahipóteses de aumento de 0,6% nastarifas de telefonia fixa e de 17% nastarifas de eletricidade. Para 2016,passou de 4,9% para 5,2%. (AE)

ECONOMIA

Política deconsumo deve

ser revistapelo governo

BC eleva projeção de inflação deste ano

CONJUNTURA

Economistas esperam arrocho em 2015

Banco Central reduz estimativa de alta do PIB para 0,2%

O BC revisou a previsão de reajuste dos preços administrados para os próximos dois anos

DIVULGAÇÃO

Possibilidadede estouro dameta é real

TATIANA LAGÔA

O empresário BrunoFalci foi reeleito presidenteda Câmara de DirigentesLojistas de Belo Horizonte(CLD-BH) para cumprir otriênio 2015/17. A expecta-tiva é de que o novo man-dato se ja marcado pormaior suporte aos associa-dos. À frente da CDL-BHdesde 2011, o empresáriofocou os trabalhos atéentão na reestruturação,principalmente econômica,da entidade de classe.

“As mudanças em enti-dades de classes são maislentas, mais programadas.Quando assumimos tive-mos administração maisaustera no que diz respeitoà parte financeira e na rees-truturação de alguns seto-res. Agora temos maiorescondições de focarmos nosuporte aos associados,que é o objetivo-fim daCDL-BH”, afirma.

Entre as mudanças rea-lizadas no período, Falcicita as parcerias com aFatec Comércio, a facul-dade da CDL-BH, e comcooperativas de crédito.Esses são apenas algunsexemplos porque o apoioque a instituição pretendefoca r inc lu i d ive r sa sáreas. Além da ajuda naparte da busca de créditoe qualificação dos profis-s iona i s , os vare j i s t a spodem contar com a forçainstitucional da entidade,ou seja, na busca por polí-ticas que melhorem ques-tões que influenciam o diaa dia da atividade comosegurança, mobilidade ecarga tributária.

“Estamos sempre emcontato com as autorida-des . Nos reunimos emâmbito municipal, esta-

dual e federal em busca deum ambiente melhor paraa realização dos nossosnegócios”, ressalta.

PMMG— Um exemplo detrabalho conjunto reali-zado pela CDL-BH, deacordo com o seu presi-dente, é a parceria feitacom a Polícia Militar deMinas Gerais (PMMG)para melhor acompanha-mento da Savassi, aumen-t a n d o a s eg ur an ç a d aregião. Há cerca de um mêse me i o , f o i c r i ad o umgrupo no WhatsApp, inclu-indo policiais e os lojistas,que trocam informaçõessobre possíveis assaltos.

Alguns roubos foramimpedidos por meio daproximidade entre empre-

sários e o poder público. Ainiciativa será estendidapara o bairro de Lourdesem breve, revela Falci. Aideia é levar a iniciativapara toda a cidade.

Falci afirma que um dosprincipais desafios a seremenfrentados em sua novagestão à frente da CDL-BHé o de levar desenvolvi-mento e segurança aosseus associados”.

Para ele, o crescimentodo setor pode ser afetadopela atual conjuntura eco-nômica. Inflação em alta,crescimento em baixa, ele-vação da inadimplência ea u m e n t o d a t a x a d edesemprego. Esses sãoalguns fatores que, navisão do presidente daentidade, que podem colo-

car em xeque todo um tra-balho voltado para o cres-cimento do comércio, nãosó em Minas Gerais, comoem todo o país.

“Estamos vivendo umaépoca de dúvida grande.Esperamos mudança naatual política econômica,que se mostrou catastró-f i ca , para vol tarmos adesenvolver. O Brasil, quefoi um país em desenvolvi-mento, hoje é pobre. Esta-mos em retrocesso”, critica.

Ele ressalta que é o papelda en t idade de c l a s seapoiar os varejistas nestemomento de baixa ativi-dade econômica com ointuito de driblar as difi-culdades e retomar a esca-lada de crescimento sus-tentável.

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Rio — O otimismo e aalta do consumo ainda sãotermos distantes da reali-dade dos consumidores,avaliou na terça-feira a eco-nomista Tabi Thuler San-tos, da Fundação GetúlioVargas (FGV). Mesmo coma alta de 0,9% na confiançado consumidor em dezem-bro ante novembro, ela res-saltou que o indicadorrecuou 15,3% no acumu-lado de 2014, e não há sina-lizações de melhora nospróximos meses.

“Trata-se de uma aco-modação, porque algunsdos indicadores da sonda-gem estão vindo de seusmínimos históricos emnovembro, e nenhuma altasupera a queda do mêspassado (-6,1%). Não dápara falar em otimismo oualta do consumo. Esses ter-mos ainda estão um poucodistantes da realidade dosconsumidores, de acordocom a sondagem”, avaliouTabi.

A alta pontual na confi-a n ç a d a s f a m í l i a s e mdezembro foi puxada poruma avaliação menos pes-simista sobre os rumos daeconomia. O porcentualdos que acham que a situ-ação vai piorar diminuiude 37,7% para 30,8% napassagem do mês. Masnem todo esse contingentemigrou para o grupo dosotimistas, que aumenta-

ram em menor medida, de22,2% para 23,3%.

Entre as faixas de renda,a melhora nas expectativassobre a economia foi gene-ralizada. Segundo a econo-m i s t a , a d e f i n i ç ã o d aequipe econômica e ossinais mais claros de querumos a economia tomarán o s p r ó x i m o s m e s e spodem ter contribuído nosentido de reduzir o pessi-mismo e as incertezas.

“Há uma visão maisneutra, com redução dopessimismo, das incerte-zas . Os consumidorespodem estar absorvendon o t í c i a s s o b re a n o v aequipe econômica e enten-d e n d o q u e a s i t u a ç ã ofutura da economia serámelhor”, explicou Tabi.

Ela destacou, contudo,que todos os indicadoresa inda es tão em níve i smuito baixos. “Não tem

u m q u a d r o g e r a l d emelhora. Só das expectati-vas em relação à econo-mia”. Para o ano que vem,a economista não esperauma reação imediata doíndice de confiança. “Nãotemos sinais de melhoranas sondagens. Há dimi-nuição do pessimismo,mas ainda há preocupaçãoc o m j u r o s , i n f l a ç ã o ,emprego e situação finan-ceira”, disse. (AE)

São Paulo — O consu-midor paulistano preten-dia gastar em média R$ 42por presente neste Natal,contra R$ 55 gastos em2013, de acordo com son-dagem rea l i zada pe laFederação do Comércio deBens, Serviços e Turismodo Estado de São Paulo(FecomercioSP), divulgadana terça-feira. Em termosreais, de acordo com a enti-dade, o valor médio dopresente está cerca de 20%abaixo do registrado noano passado.

Segundo o levanta-mento, o valor médio dopresente em 2014 voltouao patamar de 2012, e, emtermos reais, está de 10% a12% abaixo do que se veri-ficou há dois anos. Em2012, o gasto médio com oto ta l de presentes deN a t a l e r a d e R $ 1 7 7 ,subindo para R$ 190 em2013 e, agora, caindo paraR$ 129. Além da reduçãono gasto, a pesquisa mos-trou que a intenção empresentear também caiuneste ano. Cerca de 60%entrevistados dizem quevão presen tear nesseNatal, contra 67% em 2013e 84% em 2012.

A maioria dos consumi-dores (entre 60% e 70%) dizpreferir pagar à vista. Noentanto, segundo a enti-dade, tradicionalmenteesse mesmo montanteacaba pagando de formaparcelada.

Para a FecomercioSP, aexplicação é que muitosnão conseguem os descon-tos almejados e optam pelocrédito. Os varejistas acre-ditam que o pagamento àvista deve chegar a 36,4%do total das vendas.

A sondagem, realizadac o m 1 2 6 e m p re s a s d evarejo da capital paulista,entre os dias 18 e 19 dedezembro, mostrou aindaque o faturamento geral docomércio paulistano deveser 1,3% menor do que em2013. Segundo a pesquisa,o movimento deste Nataldeve somar R$ 1,5 bilhão.

Para a entidade, o baixocrescimento da massa realde salários e a queda daconfiança do consumidorexplicam o fraco desempe-nho do Natal de 2014. Rou-pas, calçados e acessórioscontinuam sendo os cam-peões e são os itens procu-rados por 60,2% dos consu-midores. (AE)

Rio — Em pleno mês de Natal, a principal datacomemorativa para o comércio, os empresários nãose mostraram animados com as vendas. A confiançado setor cedeu 1,5%, pressionada justamente pelasavaliações sobre a situação atual da demanda, infor-mou na terça-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O varejo restrito, que não inclui veículos e materialde construção, mas concentra os setores mais busca-dos pelos brasileiros na hora de presentear alguémno fim do ano, determinou a piora no indicador.

“Percebemos que as vendas de dezembro, que éum mês muito importante para o comércio devido aoNatal, estão muito fracas, justamente nos setores tra-dicionais, onde estão os presentes”, avaliou o econo-mista Aloisio Campelo, superintendente-adjunto deCiclos Econômicos da FGV, que apura o índice deconfiança. “O setor está desapontado com as vendasde Natal”, acrescentou.

No comércio, a percepção sobre a situação atualpiorou 5,9% (o quesito inclui apenas a pergunta sobredemanda). No varejo restrito, a queda foi de 4,9%,mas segmentos como o de móveis e eletrodomésticosregistraram queda de 24,7% na demanda atual, sem-pre na comparação de dezembro contra novembro.

Ao todo, 27% dos comerciantes reclamaram nestemês de demanda insuficiente. Trata-se do maiorvalor já registrado em toda a série histórica, iniciadaem março de 2010.

Há, porém, uma melhora disseminada, ainda quetímida, nos indicadores de vendas previstas. Paratodo o comércio, a alta foi de 2,7%, enquanto novarejo restrito o avanço foi de 8,2% (a primeiramelhora neste quesito desde julho passado). MasCampelo advertiu que o setor não espera uma recu-peração consistente.

Tendência — “Eles têm confiança de algumamelhora no primeiro trimestre, mas não deve ser con-sistente porque tendência de negócios em seis mesesatingiu o menor nível (da série)”, ressaltou o econo-mista. “Pode ser apenas um desejo de colocar esto-ques à venda”.

Para este ano, Campelo espera aumento de 2,5%no volume de vendas do varejo restrito e queda de1,5% no varejo ampliado, que inclui veículos e mate-rial de construção.

“As previsões para 2015 também não são melho-res. O consumidor está cauteloso, e a taxa de jurosnão será menor. O comércio será impulsionado pelocrescimento da renda, que está mais fraco, mas aindatem ajustes acima da inflação. Isso deve manter seg-mentos mais ligados ao dia a dia, mas no caso deduráveis a coisa está bem pior”, comentou. (AE)

ECONOMIA

Falci é reeleito para presidir a CDL-BH

Confiança do comérciorecua 1,5% em dezembro

ENTIDADE

Para o empresário, crescimento do setor varejista no país pode ser afetado pela atual conjuntura econômica

Valor médio do presenteteve redução neste ano

Segundo pesquisa da FGV, não dá para falar em otimismo ou alta do consumo

Otimismo e consumo distantes da realidade

O empresário Bruno Falci foi reeleito presidente da CLD-BH para o triênio 2015/17

ALISSON J. SILVA

CHARLES SILVA DUARTE

THAÍNE BELISSA

Encontrar um bom empregonão costuma ser uma tarefa fácil,mas o desafio é ainda maiorquando a busca é por um traba-lho perto de casa. A fim dedesenvolver uma solução queauxiliasse as pessoas nessa tarefade encontrar trabalho próximo, oempresário Renan Godinhocriou a startup Easy Emprego.Com sede no Rio de Janeiro eatendimento no Brasil inteiro, aempresa tem atraído milhares deinternautas e pretende duplicar onúmero de usuários no próximoano.

O fundador da startup explicaque a ideia surgiu de uma expe-riência própria. Em 2013 ele tra-balhava em uma empresa muitodistante, o que o obrigava a per-der tempo com o deslocamento.O empreendedor relata que mui-tas vezes chegava atrasado, can-sado e ainda tinha pouco tempopara se dedicar a outras tarefas.“Comecei a buscar uma novaoportunidade mais próxima daminha casa ou pelo menos queme desse a possibilidade de umtrajeto mais rápido. Foi então quepercebi que não existia nenhumasolução que ajudasse nesse sen-tido”, diz.

Ele se juntou a dois sócios ecomeçou a desenvolver um siteteste para validar a ideia. Compouco tempo eles perceberamque havia grande demanda pelasolução, tanto por parte dos can-didatos quanto das empresas.“As organizações estão se preo-cupando cada vez mais com aqualidade de vida dos funcioná-rios e isso inclui morar perto dotrabalho. Funcionário que gastamuito tempo com deslocamento

acaba sendo menos produtivo eapresentando mais problemas desaúde”, afirma.

Com tanta procura pelo site, astartup cresceu e atraiu um inves-tidor anjo, que fez um aporte deR$ 250 mil no negócio. SegundoGodinho, o investimento foiimportante para viabilizar a con-tratação de novos funcionários,

comprar equipamentos, alugarum espaço e desenvolver estraté-gias de marketing. Atualmente, osite da Easy Emprego tem 70 milusuários e 700 empresas cadas-tradas, sendo 90% de São Paulo eRio de Janeiro. Além disso, maisde cinco mil currículos são envi-ados por meio da plataforma acada mês.

Os usuários podem procurarofertas de empregos gratuita-mente, mas as empresas pagamuma taxa de acordo com as vagasoferecidas por mês. Para buscaruma oferta, o candidato deveacessar o site do Easy Emprego efazer um pequeno cadastro,informando, entre outros dados,seu endereço. A partir disso, osite informará em um mapa asoportunidades que estão noentorno de sua res idênc ia .Segundo o empresário, o usuáriotambém pode cadastrar seu cur-rículo e, a partir daí, só receberáinformações sobre empregos emsua área. As empresas tambémpodem fazer buscas de funcioná-rios mais próximos de sua sede.

O empreendedor afirma queas oportunidades que mais apa-recem no site são de trabalhosoperacionais e que exigem esco-laridade até o ensino médio. Nofim do ano o site também ficoumovimentado com muitas ofer-tas de empregos temporários,principalmente no comércio.Mas, apesar de a maioria ser paraescolaridades mais baixas, Godi-nho garante que há muitas ofer-tas que exigem curso superiorcompleto e até pós-graduação.

Para 2015 a expectativa daempresa é ampliar ainda mais asofertas de vagas e aumentar em50% a quantidade de empresascadastradas. A meta para onúmero de usuários é aindamaior: os sócios querem umaumento de 200%. Além disso, oempreendedor afirma que a star-tup vai investir em interação commídias sociais e em expansãopara outros estados que aindatem baixa representatividade,como Minas Gerais e Rio Grandedo Sul.

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NEGÓ[email protected]

APROXIMAÇÃO

Empresas podem buscar candidatos que não vão perder muito tempo no deslocamento

Site mostra vagas perto de casa

DA REDAÇÃO

Burocracia e custos fazemparte da plani lha de quemd e c i d e a b r i r u m n e g ó c i o .M e s m o q u e m c o n q u i s t a aa t enção d e um inves t ido ranjo no começo da operação,precisa controlar muito bemos gastos para que o negócioconsiga se estabelecer e atin-gir as metas programadas.

Sempre atento aos movi-mentos da economia, o Vir-tual Office é ágil na oferta desoluções que possam respon-der à demanda de cada regiãoou segmento. Para atrair essenicho, das startups, a empresadesenhou um pacote de servi-ços customizados, com ende-reço fiscal, rede de apoio comsecretária e atendente, linhatelefônica dedicada e outrosrecursos.

A iniciativa gerou resulta-dos. Nos últimos meses, osescritórios do Rio de Janeiro eSão Paulo têm sentido a cres-cente procura por este perfilde cliente.

Experiência— Márcio Anjos éum desses usuár ios , comofundador da startup Prime TaxS o l u t i o n s C o n s u l t o r i a .Segundo ele, a flexibilidadede contrato, que permite ouso de salas em diferenteslocalidades com custo x bene-fício justo o fizeram decidirp o r u m e s c r i t ó r i o v i r t u a lnessa fase. “Ocupo preferen-cialmente um escritório emA l p h a v i l l e , m a s t a m b é mp o s s o u t i l i z a r e m o u t r o slugares na capital , quandopreciso”.

Para Rodrigo Caldas, quehá pouco mais de cinco mesesiniciou uma empresa no Riode Janeiro, os serviços ofere-cidos pelo Virtual Office cor-responde às suas reais neces-sidades para este momento.S u a em pre s a , a G S R 2 T I éfocada no desenvolvimentode sistemas e parte de seusprojetos é desenvolvida den-tro do próprio cliente. “Pre-ciso de uma base enxuta, comboa localização e estruturapara reuniões ocasionais” ,informa Caldas.

“No Virtual Office (V.O), ass t a r t u p s e n c o n t r a m e s s esuporte. Priorizamos locali-zação e estrutura de alto nívelna criação de cada novo cen-tro de escritórios”, enfatizaMari Gradilone, sócia e dire-tora da empresa.

Específico — Com o PlanoStartup, o cliente pode ter umendereço de re fe rênc ia oupara uso fiscal, além de des-frutar de preços promocio-nais nos primeiros meses dec o n t r a t o . U m c u s t o a i n d amais acessível que o tradicio-nalmente oferecido pelo V.Oem seus pacotes de serviçosbásicos.

THAÍNE BELISSA

Com a missão de tornar maisacessível o exercício físico acom-panhado por um profissional, astartup mineira Treinus desenvol-veu uma solução on-line, queconecta alunos a professores emqualquer lugar do Brasil. Comdois anos de funcionamento, astartup já recebeu R$ 300 mil deinvestimento e espera o retornodesse aporte no próximo ano. Aempresa também acabou de serselecionada no programa dogoverno federal Start-UP Brasil,que oferece aos sócios R$ 200 milem bolsas mais aceleração.

O fundador Gutemberg Mar-ques Dias afirma que a ideia sur-giu quando ele começou a se pre-parar para uma maratona em SãoPaulo. Ele explica que contratouum treinador para orientá-lonesse objetivo específico e, emvários momentos, o profissionalenviava e-mails com orientaçõesdo treinamento. “Ele me man-dava arquivos em Excel com

explicações e eu precisava baixarpara ler. Foi então que surgiu aideia de desenvolver uma solu-ção com esse objetivo e com umacomunicação mais fácil”, diz.

Dias admite que existem mui-tas soluções voltadas para otreino on-line, mas ele destacaque o diferencial da startup é avalorização do acompanha-mento profissional. Segundo ele,o aluno preenche um formuláriodetalhado sobre sua condiçãofísica e seus objetivos com a ativi-dade física e, em seguida, o pro-fissional faz uma análise inicialpara montar o treinamento ade-quado para aquele aluno. Issopode ser feito presencialmentecom um primeiro encontro ousomente por conversas on-line eanálise de exame médico.

Os clientes da Treinus são osprofessores de educação física eoutros profissionais da área desaúde que podem fazer prescri-ções de atividades físicas. Elescontratam a solução e montamseus grupos de treinamento, que

normalmente são formados porpessoas que moram na mesmacidade ou região. Essa proximi-dade pode facilitar possíveisencontros entre aluno e professorou até atividades em conjunto.Para utilizar a ferramenta, osprofessores pagam R$ 299 de ati-vação e mensalidade a partir deR$ 54, que varia de acordo com onúmero de alunos.

O fundador acredita que asolução é vantajosa para todas aspartes envolvidas, já que facilitaa relação entre aluno e professor.Para o usuário, o principal bene-fício é a possibilidade de treinarsem ter que ficar agendandohorários para se encontrar com o

professor, mas ao mesmo tempoter a garantia de um acompanha-mento profissional e personali-zado. Já para o professor a vanta-gem é conseguir atender umnúmero muito maior de alunosao mesmo tempo e ainda recebertodo o auxílio dentro da ferra-menta de controle de dados epagamentos dos alunos.

Em seu segundo ano de atua-ção, a empresa já atraiu mais de600 treinadores e 20 mil atletasem todo o Brasil, principalmentede São Paulo, Rio de Janeiro eMinas Gerais. Dias afirma que astartup cresceu 100% nos últimosanos e a expectativa para 2015 émanter essa taxa.

Treinus conecta professores ealunos de forma mais ágil

EXERCÍCIOS

Startup de Gutemberg Dias já recebeu investimento de R$ 250 mil

DIVULGAÇÃO

Renan Godinho teve a ideia a partir de uma experiência própria

DIVULGAÇÃO

COWORKING

Virtual Officeamplia carteiraformada por

startups

DANIELA MACIEL

O ano de 2014, comple-tamente atípico, marcadopela realização da Copa doMundo e pelas eleiçõespresidenciais, vai conti-nuar determinando a eco-nomia de 2015. Pesquisarealizada pelo Instituto dePesquisas, Estudos e Capa-citação em Turismo (Ipetu-ris), feita a pedido do Sin-dicato das Empresas deTurismo no Estado de SãoPaulo (Sindetur-SP), mos-tra que quase metade dasagências de turismo e ope-radoras turísticas do Brasil(41,2%) acredita que amovimentação de viajan-tes deve ser, em média,28,1% menor neste verãoem comparação com odesempenho da tem-porada passada. Deoutro lado, 34,6% dasempresas consulta-d a s e s p e r a maumento nas vendas,entre 10% e 30%, emrelação ao mesmoperíodo do ano pas-sado.

Os motivos para a visãomais pessimista têm raízesnos acontecimentos do anoque está acabando. 44,8%dos entrevistados coloca-ram a culpa na alta do câm-bio; 17,9% no quadro eco-nômico recessivo; 16,4% nainstabilidade política; 3,5%na influência da Copa doMundo; 3% na ocorrênciadas eleições; 2,5% nos altospreços aéreos e 2% naestagnação do mercado.

De acordo com o presi-dente do Ipeturis, Marci-ano Freire, a temporada deverão é, tradicionalmente,a mais agitada no Brasil ehistoricamente vem regis-trando bons resultados nasúltimas décadas. “Temosuma base de comparaçãomuito boa, porém a tempo-rada passada e a atualsofreram os efe i tos daCopa do Mundo. Se muitagente tentou se resguardarna anterior à espera do queviria com o evento espor-t i v o , a g o r a e s t a m o ss o f r e n d o o s e f e i t o s ” ,explica Freire.

Os motivos apontadospara o mau resultado, curi-osamente, são tambémapontados em muitas res-postas como motivo para aexpectativa de aumento damovimentação por outros34,6% dos entrevistados.Responsabilizaram a influ-ência da Copa do Mundo16,9%; 15,7% a preferênciapelo verão; 13,5% o fim dasele ições ; 8 ,4% invest i -mento, marketing e divul-gação; 7,9% aumento dademanda por viagens ;6,7% economia mais está-ve l e 4 , 5% per íodo deférias.

“O cenário não é tãoruim como parece num pri-meiro momento. É umalento a quantidade depessoas que acreditam na

melhora do mercado. Se ocâmbio é o fator de maiorimpacto na hora de avaliarse uma viagem internacio-nal deve ou não ser feita, apassagem da Copa trouxede volta um consumidorque teve medo dos preçosnaquele período. Muitagente adiou os planos domeio do ano de 2014 paraeste verão. A tudo isso sesoma o fato do brasileirotradicionalmente preferir aestação mais quente. Outrajustificativa dos otimistas éque ninguém desistiu deviajar. Quem não vai maispara o exterior substituiu oprograma por uma viagemdoméstica”, aponta o pre-sidente da Ipeturis.

A pesquisa mostroutambém para onde os bra-sileiros vão nessa tempo-rada. Entre os destinosinternacionais destaquepara os Estados Unidos(48 ,1%) , segu idos porFrança (8 ,5%) , México(7,3%), Argentina (6,8%),República Dominicana(5%) e Portugal (4,7%).Destinos como Orlando

(19 ,2%) , Miami (15%) ,Nova York (9,5%), Paris(8,3%) e Cancun (7%), Bue-nos Aires (6,6%) e PuntaCana (4,9%) foram os cincomais mencionados espon-taneamente pelos entrevis-tados.

Já dentro do país lide-ram o ranking de preferên-cia dos turistas os estadosdo Ceará (17,2%), Bahia(15,9%), Rio Grande doNor te (12 , 3%) , R io deJaneiro (12,2%) e Alagoas(10,9%). As cidades de For-taleza (17%), Natal (12,3%),Rio de Janeiro (10,9%),Maceió (10,5%) e Salvador(8,4%) foram mencionadasespontaneamente pelosentrevistados e ocupam ascinco primeiras posiçõesentre os destinos nacionais

m a i s p ro c u r a d o snesta temporada. Osmotivos principaissão o sol, as praias eos atrativos naturais.

“As praias conti-nuam imbat íve is .Para fora do Brasil,além delas se desta-

cam os destinos de com-pras. Notamos que houvea l g u m r e a r r a n j o n onúmero de dias e para des-tinos mais próximos, masnão indisposição para aviagem. A própria pes-q u i s a m o s t r a q u e a sempresas estão, em boamedida, atentas ao com-portamento do consumi-d o r q u a n do fa l a m e minvestimentos, marketing edivulgação. O turista hoje ébem informado e sabe oque quer. O mercado conti-nua aquecido e devemosnos tornar mais profissio-nais”, avalia o executivo.

Para a pesquisa foramentrevistadas 364 empre-sas de 74 cidades, nos 26estados brasileiros e noDistrito Federal. Agênciasde viagens que atuamjunto ao consumidor finalconstituem 90,7% da amos-tra e as demais (9,3%) sãooperadoras turísticas econsolidadoras, que atuamna produção de viagensorganizadas, serviços dereceptivo e na comerciali-zação de passagens aéreas.

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DA REDAÇÃO

Há dois anos, cerca de 20empresários do município

mineiro de Tiradentes cria-ram um grupo com o obje-tivo de fortalecer a divulga-ção e a promoção turística da

cidade. Os impactos do pro-jeto “Tiradentes Mais” foramtão relevantes que a inicia-tiva se tornou exemplo brasi-

l e i r o d e i n o v a ç ã o e mturismo. Esse e outros dezcasos de sucesso foram sele-cionados para compor apublicação Boas Práticas noTurismo

O grupo reúne hotéis epousadas, restaurantes, lojase atrações turísticas que tema proposta de oferecer pro-dutos requintados, diferenci-ados e com atendimento per-sonalizado, sempre de formaintegrada aos aspectos cultu-rais da cidade. Localizado acerca de 200 quilômetros deBelo Horizonte, o municípioé considerado uma das cida-des históricas brasileirascom maior acervo preser-vado.

A união de empresários setransformou em uma espé-cie de associação empresa-rial, em que cada membrocontribui com uma quantiamensal para ser investido napromoção turística do muni-cípio. De acordo com os inte-grantes do grupo, o projetocontribuiu para o cresci-mento aproximado de 50%do faturamento bruto dacidade. Este ano, o ôTiraden-tes Maisõ foi responsávelpela inauguração de um cen-

tro de atendimento ao turistano centro his tór ico dacidade.

Além disso, o grupo vemgarantindo a visibilidade dodestino com anúncios e cam-panhas em publicações naci-onais, além de organizar fan-tours com jornalistas e tercr iado uma logomarcaúnica, um site (www.tiraden-tesmais.com.br) e uma fan-p a g e p r o m o c i o n a l(www.facebook.com/Tiraden-tesMais).

O destaque em inovaçãofoi mapeado em pesquisa doÍndice de Competitividade

do Turismo Nacional, reali-zada pela Fundação GetulioVargas a pedido do MTur,para acompanhar a evoluçãoda atividade turística em 65destinos de todo o país. Otrabalho de campo foi feitoentre março e junho desteano. Ao todo, 11 projetos, emmais de 80 analisados, sedestacaram pela inovaçãoem um produto, processo,método de marketing ouorganizacional. O objetivo éidentificar e divulgar as boasideias desenvolvidas pordestinos brasileiros, a fim demultiplicar essas iniciativas.

DA REDAÇÃO

O ministro do Turismo,Vinicius Lages, apresentounesta semana, o Plano deMarketing Turístico — Expe-riências do Brasil (2014-2018). Três objetivos princi-p a i s n o r t e i a m oplanejamento: ampliar ediversificar o consumo turís-tico no mercado nacional,incrementar a qualidade e acompetitividade dos produ-tos e destinos além de imple-mentar mecanismos efetivospara a cooperação público-privada.

Segundo o ministro, o pla-nejamento é voltado para omercado interno e sua prin-cipal contribuição serádesenvolver uma cultura deviagem para novos turistas epara as pessoas que já via-jam, incluindo novas experi-ências, produtos e destinosna prateleira do turismo.

“O Brasil possui umaoferta de roteiros bastantequalificada. O desafio éajustar produtos, inovarnos serviços e desenvolvera infraestrutura necessáriapara que continue ocor-rendo o crescimento dasviagens pelo país”, disse. Ademanda turística domés-

tica cresceu 54% entre 1998e 2011.

O plano deve servir comoorientador para o MTur,órgãos estaduais e munici-pa is de tur i smo, se torempresarial e instituiçõesenvolvidas no desenvolvi-mento do turismo, com amissão de encantar o brasi-leiro com as experiências deviagem pelo Brasil.

O ministro também res-saltou que, agregados aoplano, estão outros produtosque devem ser lançados embreve. Um deles é o novoportal do ministério, queserá uma plataforma colabo-rativa para que os turistaspossam interagir durantetodo o ciclo de viagem. Ooutro é o calendário turísticonacional.

O Plano de Marketing éfruto de um extenso pro-cesso participativo. Envol-veu mais de 600 pessoas emreuniões e oficinas, com con-tribuição dos órgãos oficiaisde turismo de todas as Uni-dades da Federação, entida-des empresariais e institui-ções de ensino.

Luciana Fernandes, dire-tora de Marketing do MTur,explicou que a formulaçãodo plano contou com a reali-

zação de pesquisas com3.200 turistas atuais e poten-ciais, entrevistas com 40 ope-radores e agentes de viagens,bem como contato com gru-pos focais, em nove cidadesbrasileiras. “O turista brasi-leiro busca, cada vez mais,vivenciar novas experiênciasdurante a viagem, seja atra-vés da cultura, gastronomia,moda e outros aspectosregionais. Este plano vaifazer com que ele conheçamais e melhor o produtobrasileiro”, disse.

O plano está dividido em12 tópicos: apresentação, eta-pas, análise da situação atualda demanda e da oferta, obje-tivos, resultados esperados,missão, princípios, posiciona-mento de imagem e identi-dade corporativa, focos estra-tégicos, metas e indicadores,plano operacional e gestão eimplementação.

Luciana Fernandes desta-cou também que os quatrofocos estratégicos para o pró-ximo período são: gestão dademanda e atuação em mer-cados prioritários; efetivi-dade da promoção e comu-nicação; fortalecimento dacooperação público-privada;e competitividade e inova-ção da oferta turística.

DC TURISMO

Agências veem 2015 ainda pior que 2014PESQUISA

Os motivos para a visãomais pessimista têm

raízes nos acontecimentosde 2014 como a Copa do

Mundo e as eleições

Quase metade das empresas de turismo acredita que a movimentação de viajantes deve ser 28% menor neste verão

TIRADENTES

União de empresários cria caso de sucesso

Cidade é uma das mais preservadas de Minas Gerais

DIVULGAÇÃO

Plano de marketing é lançado pelo MTurPantanal é um dos destinos pouco conhecidos pelos brasileiros e que pode ser mais divulgado

DIVULGAÇÃO

DANIELA MACIEL

As constantes e cada vezmais aceleradas mudançasno mercado de trabalhoexigem dos departamentosde recursos humanos (RH)flexibilidade e conheci-mentos multidisciplinares.Nesse novo cenário, ose n g e n h e i r o s g a n h a mespaço. Cada vez maisinteressados em nova pos-sibilidades de trabalho eem áreas próximas à estra-tégia do negócio e à gestão,eles têm encontrado recep-tividade no RH.

De acordo com a psicó-loga e sócia-fundadora daRed, Cláudia Amaro, amigração da área técnicanão se dá da noite para odia, ela precisa ser plane-jada pelo profissional epela empresa. “As empre-sas estão buscando profis-sionais que tenham inte-r e s s e p e l a á r e a d ehumanas. Os engenheirostêm uma visão muito ana-lítica e costumam conhe-cer do negócio. Quandodemonstram esse inte-resse costumam ser muitoúteis. A migração é algoque vai sendo construídoao longo da carreira, mui-tas vezes até, como partedo projeto para um cargomaior dentro da alta ges-tão ou até CEO”, explicaCláudia Amaro.

Atualmente os enge-nheiros atuantes nos car-gos de altos executivos emRH já respondem por cercade 5% a 10% dos profissio-nais em atividade, concen-

trados principalmente emsetores como indústria einfraestrutura.

Os profissionais maisvelhos costumam ter vanta-gens nesse processo pelaexperiência acumulada e acapacidade de lidar comobstáculos. Muitos jovens,porém, já estão fazendo essedirecionamento desde o iní-cio da carreira. “Muitos jábuscam essa opção no cargode entrada, já vêm do trainee— quando têm possibili-dade de transitar por dife-rentes áreas — com esseobjetivo, desenvolvendo as

chamadas carreiras em Y”,afirma a especialista.

Apesar das universida-des ainda não darem aten-ção à formação humanís-tica dos engenheiros, osestudantes que já desper-taram para essa possibili-dade de atuação buscamas disciplinas de humanascomo optativas. “Na facul-dade o futuro profissionalcostuma ainda estar muitoligado aos aspectos técni-cos da profissão. Mesmoassim é possível notar ocrescente interesse pelaformação complementar

em humanas. Quando issoacontece, ele descobrevárias possibi l idades.Muitos voltam e buscamessa complementação emcursos de pós-graduação”,destaca a psicóloga.

Outro fator importante,n a v i s ã o d e C l á u d i aAmaro, que leva os enge-nheiros para o recursoshumanos é a perspectivade uma maior qualidadede vida. Isso é cada vezmais valorizado tambémpelas empresas. O fatorremuneração cont inuamuito importante, porém

já não é o único que contana hora de decidir por umaposição dentro da empresaou mesmo por uma car-reira. “Hoje as pessoas nãopassam mais dez anos emum mesmo posto e nemmesmo dentro de umam e s m a e m p r e s a . A sempresas precisam prestaratenção nisso e trabalhar aretenção de talentos. Ofere-cer desaf ios também éimportante. Em 2015 asempresas vão precisarolhar ainda mais para odesenvolvimento dos seuscolaboradores”, completa.

11

São Paulo — Em 2011, oBrasil chegou ao topo daremuneração executiva nomundo — depois do cresci-mento de mais de 7% daeconomia no ano anterior,e com as empresas emfranco processo de expan-são, as ofertas eram fartas eos b ônus , ag re s s ivos .Desde então, muita coisamudou: o dólar subiu, dei-xando o mercado menosinteressante para executi-vos estrangeiros, e a econo-mia neste ano vai ficarperto do zero a zero. E issoafetou bastante a vida dequem disputa os mais altoscargos corporativos dopaís.

Um estudo da consulto-ria especializada em remu-neração Hay Group, queouviu pouco mais de 4,7mil executivos, mostrouque ficou mais difícil serpromovido ao comando deum grande negócio nopaís. Em tempos de vacasmagras, mostra a pesquisa,mais de dois terços dasempresas preferem gastarmais e buscar no mercadoum novo executivo, de pre-ferência alguém já experi-mentado na função . Oíndice de empresas quebuscaram executivos defora para “virar” sua ope-ração em 2014 ficou em67%; no ano passado, opercentual era de 43%.

“Em momentos comoesses, em que a economiaestá andando de lado, opasse de um executivo tes-tado, com boa reputação nomercado e capaz de apre-sentar resultados consisten-

tes se valor iza muito” ,afirma Henri Barochel, líderda área de remuneraçãoexecutiva do Hay Group. Aempresa mostra que a buscapor novos executivos-chefesestá aquecida: nos últimostrês anos, de acordo com olevantamento, mais de 50%das companhias substituí-ram o ocupante de seu maisalto cargo.

Virada — Embora o estudodo Hay Group seja refe-rente ao ano de 2014, odiretor executivo da PageE x e c u t i v e , F e r n a n d oAndraus, afirma que asdemandas das empresasna hora da contrataçãocomeçaram a mudar háquase um ano e me io .Segundo ele, desde mea-dos de 2013, com a econo-mia começando a andarmais lentamente, o perfildo executivo procurado nom e r c a d o c o m e ç o u amudar. Saiu o homem deexpansão, que motiva aequipe de vendas e marke-ting, e entrou o perfil dosnúmeros, que põe as finan-ças em dia e tenta fazermais gastando menos .Agora, importa menos aalta da receita e mais aúltima linha do balanço.

A contratação externaestá crescendo apesar denormalmente ser umaopção mais cara do que apromoção de uma “pratada casa”. Em média, nesteano, os novos executivoscontratados ganharam16% mais do que seus ante-cessores, de acordo com oHay Group. Os promovi-

dos, por sua vez, recebe-ram 19% menos. A dife-rença de remuneraçãoentre as duas saídas cres-ceu em relação a 2011 e2012, conforme o estudo.

Nos processos seletivoscomandados pela PageE x e c u t i v e , s e g u n d oAndraus , o execu t ivoatraído para uma novac o m p a n h i a c o s t u m aganhar mais do que ante-cessor em 65% dos casos.Os bônus, no entanto, vêmficando mais magros — atéporque os resultados dasempresas estão ficandomais apertados. “Eu diriaque, em média, um altoexecutivo ganha entre seise dez salários de bônus, emmédia. Hoje, a realidadeestá bem mais próxima dosse i s sa l á r i o s” , a f i rmaAndraus.

É por i s so , segundoFábio Saad, gerente sênior

da Robert Half, que os exe-cutivos que hoje buscamuma nova oportunidadeestão dando mais impor-tância para a remuneraçãofixa do que para os bônus.Quem pode se dar ao luxode esco lher uma novaempresa, diz Saad, tentatambém apostar em terre-nos seguros. “Hoje , asempresas japonesas, queprezam uma relação delongo prazo com os funcio-nários, são mais valoriza-das do que as americanas,que geralmente têm focomais no curto prazo.”

Razões — Há uma lista demotivos para as empresasmudarem o comando. Om a i s ó b v i o d e l e s , d ea c o r d o c o m M a r c e l oGomes, sócio-diretor daconsultoria especializadaem recuperação de negó-cios Alvarez & Marsal, é

uma crise específica dacompanhia ou de seu setor.“Foi o que ocorreu nasempresas de óleo e gás e,e s p e c i f i c a m e n t e , n a sempresas do grupo do EikeBatista”, explica Gomes,que assumiu inter ina-mente a presidência dapetroleira OGX Ele deixouo cargo no fim de 2013.

Outro motivo para a subs-tituição do comandantepode ser uma mudança soci-etária — como fusão ouaquisição — ou a tentativade um negócio mudar seuperfil de gestão. Para Cris-tina Nogueira, da consulto-ria de cultura corporativaWalking the Talk, é quaseimpossível mudar radical-mente com a promoção deum quadro interno. “Paracomeçar de novo, é precisotrazer alguém com outravisão, sem os vícios atuais donegócio.” (AE)

DA REDAÇÃO

Entre os direitos previstosna CLT, está o intervalointrajornada. Segundo aNorma Regulamentadorado Ministério do Trabalho eEmprego (NR), nº 17, atuali-zada em 21 de junho de 2007pelo Tribunal Superior doTrabalho, o tempo efetivo detrabalho não deve ultrapas-sar a 5 horas e deve haver, nomínimo, uma pausa de 10para cada 50 minutos traba-lhados, não deduzidos dajornada. No que diz respeitoao mundo corporativo, aprodutividade é consideradaa chave do sucesso, pois otempo corre enquanto metase resultados são o foco deorganizações e colaborado-res. Os intervalos devem sercumpridos por empregadose trabalhadores.

Segundo o Médico doTrabalho da Contrei — Ges-tão em Segurança e SaúdeOcupacional Pietro Bian-chetti longas jornadas de tra-balho ininterruptas podemgerar graves danos ao bem-estar, mental e físico, do tra-balhador. “Aqueles que nãoadotam breves pausasdurante o expediente assu-mem a responsabilidade deadquirir, em médio ou longoprazo, sérios problemascomo os Distúrbios Osteo-musculares Relacionados aoTrabalho (Dort), tambémconhecidos por Lesões porEsforços Repetitivos (LER);distúrbios oculares, devido àsuperexposição à tela ilumi-nada; e o famoso estresse,que provoca fadiga, irritabi-lidade, desatenção e altera-ções no apetite, podendolevar a quadros de depres-são, comprometendo asaúde e a qualidade dos ser-viços prestadosõ, avalia.

Profissionais de processa-mento eletrônico de dados,operadores de telemarketing(que acumulam, simultanea-mente, a função de atendi-mento telefônico) e demaisatividades que realizammovimentos repetitivosdevem ficar atentos à vulne-rabilidade às doenças ocupa-cionais, caso trabalhem sob aausência ou escassez deintervalos.

Para convencer dirigentessobre a importância do des-canso, estudos apontam que,além de necessárias à saúde,evitando baixas no quadrode funcionários, eles tam-bém proporcionam relaxa-mento e contribuem demodo substancial no desem-penho das funções. Ou seja,além de eficaz para o colabo-rador, pode ser um “bomnegócio” para as empresas.Pesquisadores do LondonSchool of Hygiene and Tro-pical Medicine descobriramque a tradicional paradapara o “cafezinho”, contribuipara a memória e concentra-ção, devido à ingestão decafeína.

P a r a B i a n c h e t t i omomento de descanso é umdireito de todo funcionárioque cumpre carga horáriasuperior a 6 horas de traba-lho e um rico momento desocialização, relaxamentocorporal e reestabelecimentomental. “É extremamenteimportante que as organiza-ções valorizem as pausasprogramadas de seus profis-sionais. É fundamental quepatrões e empregados seconscientizem que, assegu-rar a saúde ocupacional dosprofissionais, significa muitomais que economia para aempresa e bem-estar doscolaboradores. É tambémuma demonstração de res-peito mútuo”, observa.

DC RH

REMUNERAÇÃO

PRODUTIVIDADE

Intervalointrajornada é

direito dotrabalhador

Engenheiros ganham espaço no RHPOSSIBILIDADES

Migração da área técnica precisa ser planejada tanto pelo profissional quanto pela empresa

Segundo Cláudia Amaro, os engenheiros têm uma visão muito analítica e costumam conhecer do negócio

DIVULGAÇÃO

Empresas preferem buscarexecutivos no mercado e

pagam mais por isso

Saad diz que executivos dão mais importância à remuneração fixa que aos bônus

DIVULGAÇÃO

MICHELLE VALVERDE

Minas Gerais caminha paracolher uma safra recorde de soja noperíodo produtivo 2014/15. Ape-sar do atraso de quase um mês noplantio, devido à estiagem, asexpectativas em relação ao desen-volvimento da cultura são positi-vas. Segundo a Companhia Nacio-nal de Abastecimento (Conab), asafra mineira da oleaginosa devesomar 3,9 milhões de toneladas,volume que, se alcançado, repre-sentará um aumento de 17,5%.Coordenadores da Empresa deAssistência Técnica e ExtensãoRural do Estado de Minas Gerais(Emater-MG) nas regiões do Triân-gulo e do Noroeste do Estado con-firmam as boas expectativas.

A semeadura da soja em MinasGerais foi concluída na primeiraquinzena de dezembro, sendo operíodo correto novembro. Oatraso deverá impactar na segundasafra do ano quando os produtoresplantam milho e sorgo.

De acordo com o coordenadortécnico estadual da Emater-MGunidade Uberaba, Willy Gustavode La Piedra Mesones, ao longo dasegunda quinzena de novembro eda primeira quinzena de dezem-bro, o regime de chuvas favoreceuo plantio da soja, que geralmente éiniciado em outubro.

“Se as condições climáticasforem favoráveis ao longo do perí-odo produtivo, teremos grandeschances de colhermos uma safrarecorde, já que o atraso na semea-

dura não interfere no desenvolvi-mento da soja. O incremento signi-ficativo no plantio se deve ao mer-cado mais promissor para a sojaem relação à outras culturas tradi-cionalmente adotadas na primeirasafra, como o milho e o feijão, porexemplo”, explicou Mesones.

Em relação ao mercado, ao con-trário dos anos anteriores, os pro-dutores encontram-se retraídos àespera de preços mais rentáveis.“As vendas antecipadas estão emritmo lento, uma vez que os produ-tores, mesmo com a confirmaçãoda supersafra norte-americana,esperam por preços mais altos. Estaelevação pode ocorrer pelos esto-ques mundiais não tão expressivoscomo dos anos anteriores e pelavalorização do dólar”, disse.

O aumento de 17,5% na produ-ção mineira de soja ocorrerá pelaexpansão da área plantada e pelarecuperação da produtividade, quena safra anterior foi reduzida emfunção da seca. O aumento espe-rado para o Estado é superior ao dopaís, cuja safra deve render 95,8milhões de toneladas, com avançode 11,2% sobre o ano safra anterior.

Em Minas Gerais, a produtivi-dade média por hectare esperada éde 3 toneladas, o que se alcançadoficará 11,6% maior que o colhidoem igual período anterior, que foide 2,6 toneladas por hectare. Emárea, o incremento ficou em 5,2%,com a destinação de 1,3 milhão dehectares frente aos 1,2 milhão dehectares util izados na safra2013/14.

Unaí e região — A principalregião produtora do Estado é aNoroeste, que na safra anterior foiresponsável por 39% do volumemineiro. De acordo com o coorde-nador técnico regional da Emater-MG, unidade regional de Unaí, noNoroeste do Estado, Álvaro deMoura Goulart, para 2014/15 éesperada uma alta de 6% na produ-ção, que poderá alcançar cerca de1,2 milhão de toneladas.

Além da recuperação espe-rada na produtividade, a soja

ganhou espaço antes dedicadoao feijão e ao milho.

“O aumento do cultivo da soja,além dos preços mais competiti-vos que os demais produtos, tam-bém é incentivado pela maioradoção de sementes precoces.Este tipo de semente é uma ten-dência crescente por viabilizar asegunda safra, quando são culti-vados milho, feijão e sorgo. Nosúltimos cinco anos, o índice deuso subiu de 15% para uma médiade 60%”, explicou.

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DA REDAÇÃO

O Ministério da Agricultura,Pecuária e Abastecimento (Mapa),por meio da Secretaria de RelaçõesInternacionais do Agronegócio,apresentou ontem o ranking doscinco países que mais importaramprodutos agrícolas do Brasil emnovembro de 2014. Os Estados Uni-dos ficaram na primeira colocação,com US$ 479 milhões; a China, emsegundo, com US$ 472 milhões; e osPaíses Baixos em terceiro, com US$392 milhões. Em quarto lugar ficoua Alemanha, com US$ 277 milhõese em quinto, Hong Kong, com US$255 milhões. No acumulado do ano,quem ficou na primeira posição foia China, com importações de pro-dutos agrícolas brasileiros, quesomaram US$ 21,57 bilhões.

O destaque das importações chi-nesas fica com o complexo soja,com US$ 16,96 bilhões, sendo quequase a totalidade, ou seja, US$16,58 bilhões foi de soja em grãos.Em segundo lugar estão os produ-tos florestais, com a cifra de US$1,73 bilhão, sendo a celulose o itemmais importado dentro do setor,com US$ 1,57 bilhão.

Já os Estados Unidos ficaramcom o segundo lugar, com um totalUS$ 6,38 bilhões negociados noacumulado do ano. Os produtosflorestais foram destaque nasimportações pelo país, com a somade US$ 1,97 bilhão. Em segundoestá o café, com US$ 1,19 bilhão.

Os Países Baixos ficaram na ter-ceira posição, com o valor de US$5,73 bilhões importados. O com-plexo soja ficou na primeira posi-ção, atingindo o montante de US$2,82 bilhões. Os produtos florestaisficaram em segundo lugar, comUS$ 870 milhões e em terceiro estãoas carnes, que somaram US$ 801milhões nas importações do Brasil.

A Rússia ficou em quarto colo-cado, com US$ 3,41 bilhões. As car-nes foram destaque, com US$ 2,35bilhões, sendo que apenas de carnebovina foi importado US$ 1,28bilhão. O complexo sucroalcooleirofoi o segundo setor mais importadopela a Rússia, com US$ 446 milhões.

Em quinto lugar está a Alema-nha, com a cifra de US$ 3,18bilhões. O produto que o país maisimportou foi o café, que atingiu omontante de US$ 1,17 bilhão. Emsegundo está o complexo soja, quesomou US$ 1,04 bilhão. As infor-mações são do Mapa.

DA REDAÇÃO

Tradicional polo da pecuária,com gado bovino de alta quali-dade genét ica , o Tr iânguloMineiro vem mostrando desde ofinal dos anos 1990 a sua vocaçãotambém para a produção decana-de-açúcar. Este cenário éapresentado em dados do Sindi-cato da Indústria de Fabricaçãodo Álcool no Estado de MinasGerais (Siamig), analisados pelaSuperintendência de Política eEconomia Agrícola (Spea) daSecretaria de Agricultura, Pecuá-ria e Abastecimento (Seapa).

De acordo com o assessor téc-nico da Spea Victor Soares Lopes,em 1996, o Triângulo já contavacom 27% da área de cana-de-açú-car de Minas Gerais, respondendo,portanto, por 67,8 mil hectaresplantados. Com isso, a região jáoferecia uma produção 4,9 milhõesde toneladas, ou 37% da safra totalde cana-de-açúcar do Estado.

“Já em 2005, a área com o cul-tivo na região cresceu para 49%ou 171,8 mil hectares, e a produ-ção subiu para 14 milhões detoneladas, equivalentes a 55% dasafra mineira de cana-de-açúcar.Atualmente, a produção sucroe-

nergética no Triângulo é daordem de 46,3 milhões de tonela-das/ano”, acrescenta Lopes.

Conforme a aval iação doassessor, nos últimos 18 anos, ocultivo de cana no TriânguloMineiro teve uma expansão deárea à taxa média anual de 12,8%.“O crescimento da taxa médiaanual de produção foi de 13,3%”,ressalta.

O assessor explica que hácerca de 25 anos a produção decana-de-açúcar no TriânguloMineiro já apresentava grandepotencial. “O clima e o solo daregião são privilegiados, a topo-grafia é favorável à adoção detecnologias que possibilitem odesenvolvimento de projetoscompetitivos e, além disso, alocalização das usinas do setor éadequada ao comércio com osgrandes centros que demandamos produtos”.

Os negócios com a cana-de-açúcar tiveram grande incre-mento com o lançamento docarro flex em 2003. Segundo oassessor, o aumento da demandapor etanol atraiu grandes gruposde Alagoas e do exterior ligadossetor sucroenergético e aprovei-tamento do bagaço de cana para

a produção de energia. Ele dizque, “de acordo com o Siamig, há38 usinas de sucroenergéticos emMinas Gerais e 50% estão locali-zadas no Triângulo”.

Lopes a f i rma que , a indaassim, houve um período em queo setor do açúcar e álcool foi pre-judicado porque o governo ado-tou a política de segurar o preçoda gasolina e, com isso, o preçodo álcool perdeu competitivi-dade. O assessor observa queuma das consequências foi ofechamento de indústrias.

“Em Minas Gerais, o governofavorece o desenvolvimento dosetor ao oferecer mais perspecti-vas de produção de açúcar eálcool com redução da alíquotado ICMS do etanol hidratado de19% para 14%, projeto aprovadona Assembleia Legislativa em 15de dezembro. Esta é a segundaredução do imposto sobre o eta-nol, que em 2012 foi baixado de22% para os a tua i s 19%. Omesmo projeto aumenta a alí-quota da gasolina de 27% para29%, o que deverá possibilitarum aumento da competitividadeda produção de etanol hidratadono Estado”, finaliza. As informa-ções são da Seapa.

São Paulo — Os preços futu-ros de açúcar demerara iniciam2015 pressionados, mas voltam aganhar sustentação a partir dosegundo semestre, avaliam espe-cialistas ouvidos pela reporta-gem. O petróleo em queda e ademanda enfraquecida poderãocolocar os contratos negociadosna bolsa de Nova York nova-mente nas mínimas de 2014. Sóque as consequências da quebrade safra no Brasil, com possibili-dades de levar o mundo para oprimeiro déficit em quatro tem-poradas, devem impulsionar ascotações , especialmente noúltimo trimestre. O vice-presi-dente da Newedge, MichaelMcDougall, prevê uma cotaçãoem torno de 18 centavos e 20 cen-tavos de dólar por libra-pesoneste período.

McDougall ressaltou que esseprognóstico “dependerá do câm-bio” no Brasil, lembrando que opaís é o maior produtor mundiale que o dólar fortalecido estimulaexportações. Em 2014, a moedaacumulou ganhos de quase 13%.

Em relação à perspectiva dedéficit, os analistas dizem que ofundamento tem força paraimpulsionar os preços, mas elesdescartam eventual rali, comopode ocorrer no caso de umaforte desvalorização do dólar. “Areação será lenta (com esse défi-cit)”, disse Pedro Verges, daINTL FCStone, apontando osestoques “consideráveis” do pro-duto como fator de limitação.

No ciclo mundial 2013/14,encerrado em 30 de setembro, arelação entre estoques e consumoestava em 45%, o que significadizer que 45% da demanda glo-bal, estimada em 180 milhões detoneladas, poderia ser atendidasomente pelas reservas de açú-car. Em 2014/15, essa relaçãodeve se manter praticamenteestável, em 46%, mas depoist e n d e a c a i r p a r a 4 1 % , e m2015/16, e chegar a 21% até

2018/19, segundo projeções daBiosev, braço sucroenergético daLouis Dreyfus Commodities(LDC).

“Toda vez que a relação seaproxima de 30% ocorre umamelhora de preço”, explicou odiretor-presidente da compa-nhia, Rui Chammas, ao avaliar asperspectivas para o mercado deaçúcar em 2015 durante eventoe m S ã o P a u l o n o i n í c i o d edezembro.

Brasil— Ainda sentindo os efei-

tos da pior estiagem em décadas,as usinas do Centro-Sul do paísdevem moer, na melhor dashipóteses, igual volume de canana temporada que se inicia emabril, de acordo com estimativada União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica). O processa-mento deve var ia r dos 567milhões previstos para a safravigente a 541,4 milhões de tone-ladas (-4,5%).

Segundo o diretor técnico daentidade, Antonio de PaduaRodrigues, o cenário negativo

para a cultura por mais um anoocorrerá pela queda de 12,3% noplantio de cana, incluindo reno-vação de lavouras, o que acar-reta em envelhecimento doscanaviais e perda na produtivi-dade.

O país será, portanto, o res-ponsável pelo “déficit adicional”esperado para o ano, diz Verges,da INTL FCStone. Por ora, asconsultorias especializadas apos-tam que tal déficit varie de 1milhão a até 3,5 milhões de tone-ladas em 2014/15. (AE)

AGRONEGÓ[email protected]

Minas pode colher safra recorde de sojaGRÃOS

Apesar do atraso no plantio, especialistas esperam avanços nas regiões produtoras para 2014/2015

China lideraranking de

importações deprodutos agrícolas

ATÉ NOVEMBRO

Triângulo triplicaproduçãodecanaem10anos

Preços do açúcar iniciam 2015 sob pressãoSUCROENERGÉTICO

Conab espera alta de 17,5% em Minas Gerais, com a colheita de 3,9 milhões de toneladas nesta safra

A. PIMENTA

Brasília — O estoqueda Dívida Pública Fede-ral (DPF) subiu 2,49% emnovembro (o equivalentea R$ 53 bi lhões ) , a t in-gindo R$ 2,208 trilhões.Os dados foram divulga-dos na terça-feira peloTesouro Nacional . Emoutubro, o estoque estavaem R$ 2,155 trilhões.

A correção de juros noestoque da DPF foi de R$19,01 bilhões no mês pas-s a d o . A D P F i n c l u i adívida interna e externa.A Dívida Pública Mobili-á r i a F e d e r a l i n t e r n a(DPMFi) subiu 2,40% efechou o mês em R$ 2,100t r i l h õ e s . A D í v i d aPública Federal externa(DPFe) ficou 4,23% maior,s o m a n d o R $ 1 0 8 , 9 5bilhões em novembro

Os estrangeiros reduzi-ram a aquisição de títulosdo Tesouro Nacional emnovembro. A participa-ç ã o d o s i n v e s t i d o r e sestrangeiros no estoqueda Dívida Pública Mobili-ária Federal interna caiude 20,38% em outubropara 20,07% em novem-bro, somando R$ 421,42bilhões. Em outubro, oe s toque es tava em R$417,87 bilhões.

A categoria das institu-ições financeiras teve altana participação do esto-que da DPMFi de 26,34%em outubro para 27,26%em novembro. Os Fundosde Investimentos reduzi-r am a fa t i a de 20 , 98%para 20,63%. Já as segura-do r a s t i ve ram cre s c i -mento na participação de4,11% para 4,17%.

Prefixada— A parcela det í t u l o s p re f i x a d o s n aDívida Pública Federalsubiu de 40,16% em outu-b r o p a r a 4 0 , 8 4 % e mnovembro e se manteven a s b a n d a s d o P l a n oAnual de Financiamento( PA F ) , d e 4 0 % a 4 4 % ,informou o Tesouro Naci-onal.

Os papéis atrelados àSelic voltaram para den-tro dos parâmetros doPA F, c o m 1 8 , 9 2 % e mn o v e m b ro , a b a i x o d abanda superior de 19%.Em outubro, estavam em19,04%.

Os títulos remunera-dos pela inflação caírampara 35,38% do estoqueda DPF em novembro ,ante 36,04% em outubro.Os papéis cambiais eleva-ram a par t i c ipação naDPF de 4,77% em outubropara 4,87% em novembro.

Já a parcela da DívidaPública Federal a vencerem 12 meses em manteveconstante em novembroem 24,16%, mesmo pata-mar de outubro, segundoo Tesouro. Com isso, oindicador ficou dentro dabanda estabelecida peloPlano Anual de Financia-mento, que varia de 21%a 25%.

O p r a z o m é d i o d adívida caiu de 4,59 anose m o u tub ro p ara 4 , 51anos em novembro, ligei-ramente acima do teto doPAF que é de 4,5 anos. Ocusto médio acumuladoem 12 meses da DPF pas-sou de 11,63% ao ano emoutubro para 11,64% aoano em novembro.

Tesouro direto — Emn o v e m b ro , o Te s o u roDireto, programa de com-pra de títulos pela inter-net, ganhou 6.199 partici-pantes. Com isso, o totalde investidores chegou a447.221, o que representaum incremento de 19,70%e m re l a ç ã o a o m e s moperíodo do ano anterior.O es toque do TesouroD i r e t o , p o r s u a v e z ,alcançou R$ 14,80 bilhões— acréscimo de 1,80% emrelação ao mês anterior. Aexpectativa do governo éque, ao final do ano, ab a s e d e i n v e s t i d o r e sultrapasse a marca de 450mi l e chegue a R$ 500bilhões.

S e g u n d o o P l a n oAnual de Financiamento,a dívida pública federalt e r m i n a r á o a n o n u mintervalo entre R$ 2,170tr i lhões e R$ 2,320 tr i -lhões. Como o estoquefechou 2013 em R$ 2,122tr i lhões, isso signif icaq u e o e nd i v i d a m e n t ofederal em títulos públi-cos terá um crescimentomínimo de 2,26% (R$ 48b i l h õe s ) e má x i m o de9,33% (198 bilhões).

P o r m e i o d a d í v i d a

pública, o governo pegaemprestado dos investidoresrecursos para honrar com-promissos. Em troca, com-

promete-se a devolver odinheiro com alguma corre-ção, que pode ser definidacom antecedência, no caso

dos títulos prefixados, ouseguir a variação da taxaSelic, da inflação ou do câm-bio. (AE e AG)

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Brasília — O governoDilma Rousseff vem entre-gando resultados fiscaisinferiores aos números ofi-c ia lmente anunc iadosquando são descontadosartifícios contábeis, como aincorporação de elevadasreceitas extraordinárias, e oefeito do comportamentoda economia na arrecada-ção. A constatação é doprópr io Minis tér io daFazenda, que divulgou naterça-feira um estudo iné-dito com cálculos sobre ochamado desempenho fis-cal “estrutural” entre 2002e 2013.

No ano passado, porexemplo, a economia parao pagamento de juros dadívida pública, por esseconceito estrutural, foi deapenas 0,87% do ProdutoInterno Bruto (PIB). Ofici-

almente, o resultado fiscalanunciado foi de 1,9% doPIB em 2013. O cálculoajusta as contas fiscais pelociclo econômico e descontado resultado as chamadasreceitas extraordináriasnão recorrentes, como aarrecadação com conces-sões e programas extraor-dinários de pagamentos dedébitos (Refis).

O estudo “Monitor Fis-cal” mostra que, desde2010, o resultado fiscal efe-tivo, ou estrutural, temsido muito inferior ao ofici-almente anunciado pelogoverno.

No cálculo, feito pelaSecretaria de Política Eco-nômica (SPE), a médiaentre 2002 e 2013 do supe-rávit primário convencio-nal, ou seja, aquele anunci-ado pelo governo, foi de

3% do PIB ao ano. Mas oresultado estrutural, ouefetivo sobre a chamadademanda agregada, foi de2,61% do PIB por ano.

Comandada há quatroanos pelo economista Már-cio Holland, a SPE vemdesde o fim de 2011 prepa-rando o documento divul-gado na terça-feira. Os cál-culos vão jogar luz sobreuma das áreas mais som-brias e pouco transparen-t e s do governo Di lmaRousseff: a política fiscal.

O ministro indicado daFazenda, Joaquim Levy,vem enfrentando dificul-dades internas para obteracesso aos dados. A divul-gação do “Monitor Fiscal”,embora sob responsabili-dade da SPE , tambémsugere um movimento doatua l min is t ro , Guido

Mantega, para antecipar-sea críticas à área fiscal.

Impacto — O estudo daSPE tenta quantificar oimpacto efetivo do resultadofiscal sobre a atividade eco-nômica. Há duas formas deolhar o superávit primário.Uma delas é sob a perspec-tiva de solvência das contaspúblicas, onde a lógica seriauma espécie de “vale tudo”:todos os recursos usadospara o pagamento dos jurosda dívida contam, indepen-dentemente de terem sidoobtidos pelo governo pormeio de programas como oRefis, com concessões, pordividendos ou por triangula-ções de recursos entre oTesouro Nacional e os ban-cos públicos.

A outra forma de ser ana-lisada a política fiscal é pela

ótica “estrutural”, como éfeita nos países-membros daUnião Europeia, Inglaterra,Chile e Colômbia. Essa é aperspectiva inauguradaagora pela SPE. Por essalógica, é preciso ver o efeitodo superávit primário sobrea atividade econômica. Ouseja, quanto do esforço desuperávit primário foiobtido com alta de impostos,corte de gastos ou remaneja-mentos de despesas. Essese x p e d i e n t e s p o d e m“esquentar” ou “esfriar” aeconomia.

Se o governo aumentaseus gas tos e d iminuiimpostos, como fez atéagora a gestão Dilma Rous-seff com seus diversospacotes de medidas paratentar estimular o PIB, apolítica fiscal estruturaltem impulso positivo, ou

expansionista. Por outrolado, se o governo cortadespesas, como salários,investimentos ou benefí-cios sociais, e aumentaimpostos, como deve fazero governo a partir de 2015e c o m o i n d i c o u n asegunda-feira a presidenteDilma, o efeito sobre a ati-vidade é contracionista.

H o l l a n d d i z q u e oestudo da SPE visa a “pro-mover a transparência fis-cal”. “Esta metodologianova permite ao governo eao mercado fazer uma ava-liação sobre a política eco-nômica recente. Não é pos-sível instituir esse métodopara o futuro, para definirmetas fiscais, mas ele servemuito bem para promovero debate e a transparêncianos resultados do passadona área fiscal”. (AE)

Brasília — As vendas dedólares no mercado futuropara segurar a cotação damoeda fizeram a dívidainterna vinculada ao câm-bio atingir o maior nívelem quase 11 anos. A dívidamobiliária (em títulos)interna corrigida por moe-das estrangeiras encerrounovembro em R$ 288,45b i lhões , ou 13 ,74% dadívida interna. A participa-ção é a mais alta desde os14,11% registrados emjulho de 2004.

Apesar de não envolve-rem emissões de títulos, asoperações de swap cambialtradicional, que equivalemàs vendas de dólares nomercado futuro, interferemna composição da DívidaPública Federal (DPF) con-forme os critérios usadospelo Banco Central. Peloscritérios do Tesouro Nacio-nal, que desconsidera asoperações de swap, a parti-c ipação do câmbio nadívida mobiliária internapassou de 0,58% em outu-bro para 0,59% em novem-bro.

A proporção do câmbion a d í v i d a m o b i l i á r i ainterna tende a aumentarpor causa da decisão doBanco Central de estender,no próximo ano, o pro-grama de venda de dólaresno mercado futuro. Desdenovembro do ano passado,o B C i n j e t a U S $ 2 0 0milhões diariamente nosleilões de swap (que funcio-nam como venda de dóla-res no mercado futuro). Nasemana passada, o presi-dente do BC, AlexandreTombini, anunciou que osleilões diários ficarão entreUS$ 50 milhões e US$ 200milhões.

Considerando as opera-ções de swap, a fatia dos títu-los vinculados a taxas flutu-antes, como a Selic ficou em6,75% da dívida mobiliáriainterna em novembro, omenor nível da história.Pelos critérios do TesouroNacional, a participação dospapéis atrelados aos jurosflutuantes atingiu 19,90%, oterceiro menor percentualmensal da história. A partici-pação dos títulos corrigidospela inflação caiu levemente,de 37,88% para 37,21%. Afatia dos títulos prefixadoss u b i u d e 4 1 , 5 4 % p a r a42,30%. (ABr)

Brasília — O coordenador-geral daDívida Pública do Tesouro Nacional,Fernando Garr ido, aval iou que ovolume de emissões da Dívida PúblicaFederal (DPF) de novembro, de R$ 39,76bilhões, foi significativo, e como ovolume de resgates foi baixo (R$ 10,11bilhões), houve uma emissão líquida deR$ 29,65 bilhões, maior que a de outrosmeses do ano, o que contribuiu para aelevação do estoque.

“Já encerramos os leilões de dezem-bro e podemos adiantar que as emissõesforam satisfatórias. O mês também teráemissões líquidas significativas”, disse.

A expectat iva do Ministério daFazenda, segundo o coordenador, é deque todos os indicadores da DívidaPública Federal (DPF) fiquem dentro doparâmetros estabelecidos no PlanoAnual de Financiamento (PAF). O esto-que da dívida e novembro, de R$ 2,208trilhões, já está dentro das bandas quevariam de R$ 2,170 trilhões a R$ 2,320trilhões.

“Esperamos que todos os indicadoresfiquem dentro do PAF em dezembro,incluindo a composição dos títulos porindexador”, disse Garrido. Com a voltados papéis atrelados à Selic para dentrodos parâmetros do PAF em novembro,todas as categorias de títulos estavamenquadradas no plano anual ao fim domês passado

Garrido disse, ainda, que a reduçãoda participação de estrangeiros naDívida Pública Mobiliária Federalinterna (DPMFi) em novembro sedeveu mais ao aumento da compra detítulos por outros grupos de detentoresde papéis, como as instituições finan-ceiras.

“Os não res identes cont inuamaumentando seu estoque de títulos dadívida, em um movimento gradual econtínuo ao longo do ano. A redução daparticipação em novembro se deveu àcompras maiores por parte de outrosgrupos”, completou.

A participação dos investidoresestrangeiros no estoque da DPMFi caiude 20,38% em outubro para 20,07% emnovembro, segundo dados divulgadosna terça-feira pelo Tesouro Nacional.

Novo título— O coordenador anunciouque o governo irá lançar em janeiro de2015 um novo título de longo prazo,uma NTN-B com vencimento em 2055.Atualmente, o título mais longo ven-dido pelo Tesouro é a NTN-B com ven-cimento em 2050.

“O papel para 2050 já é comerciali-zado há algum tempo, mas as institui-ções de previdência demandam títulosde mais longo prazo. O primeiro leilãodo novo papel ocorrerá no dia 13 dejaneiro”, acrescentou Garrido. (AE)

FINANÇ[email protected]

Dívida pública atinge R$ 2,2 trilhões

Emissão líquida de R$ 29,65 bi pesou

EXPANSÃO

Estoque subiu 2,49% em novembro, o equivalente a R$ 53 bilhões, aponta o Tesouro Nacional

Fazenda admite superávits inflados desde 2010MONITOR FISCAL

Garrido adiantou que dezembro também terá emissões líquidas significativas

Endividamentocambial é o maior

em 10 anos

FÁBIO POZZEBOM / ABr

Rio de Janeiro — Sem contarcom pesados aportes do Tesouroem 2015, o Banco Nacional deDesenvolvimento Econômico eSocial (BNDES) reduziu sua par-ticipação nos financiamentosmesmo em setores tidos comoprioritários, como tecnologia einovação, energia renovável,saneamento e alguns ramos detransporte (ferroviário, urbanode massa e ferroviário).

A fatia financiada pelo bancocairá a partir de 1º de janeiro de90% para 70% do valor do inves-timento. O restante será a contra-partida dos empresários.

Também foi cortada a partici-pação nos emprés t imos daindústria como siderurgia, celu-lose e química (de 70% para 50%,nova faixa de “prioridade inter-mediária”).

Já para alguns projetos denovos aeroportos e rodovias,indústr ia automobil ís t ica ecomércio e serviços o piso foireduzido de 50% para 30%. Ouseja, de um modo geral, o bancocortou seu peso nos empréstimosde 50% a 90% do valor dos inves-timentos para 30% a 70%.

As medidas integram as novaspolíticas operacionais do banco evisam a poupar recursos doTesouro, que aportou R$ 60bilhões neste ano para cobrirparte expressiva dos financia-mentos do banco estatal, princi-pal agente financeiro de longoprazo do país. Para 2015, essevalor ainda está em discussãocom a Fazenda, que já indicouque será menor.

Ajustes — Segundo o presidentedo BNDES, Luciano Coutinho, asnovas condições para os emprés-timos do banco foram definidaspela equipe econômica de transi-ção — liderada pelo ministro Joa-quim Levy (Fazenda) — e colo-cam o banco em linha com a nova“condução da política macroeco-nômica”. Um dos pilares princi-pais para 2015 é um ajuste fiscalpara reequilibrar as contas dogoverno, hoje deficitárias.

“Neste momento, nos ajustar-mos às prioridades superiores dapolítica macroeconômica. Essanova política busca realizar umprocesso de ajuste, com raciona-lidade”.

Dentro dessa nova política deum BNDES mais enxuto e semtanto apoio do Tesouro, o BNDESteve de aumentar suas taxas dejuros e ampliar uma fatia maiordos empréstimos serão realiza-dos com custos de mercado —sem taxas subsidiadas.

Indagado se permanecerá na

presidência do banco estatal nosegundo mandato de DilmaRousseff, Coutinho reiterouapenas que “o cargo pertence àpresidente”. A expectativa épela saída de Coutinho, tidocomo desenvolvimentista, e

sua substituição por alguémmais próximo da nova equipeeconômica, com perfi l maisliberal.

Coutinho disse ainda que aá rea t é cn i ca d o b anco de usuporte no processo de definição

das novas políticas de financia-mento, mas a decisão coube àequipe econômica de transição.O executivo disse ter participadoapenas da última reunião quedeterminou as novas regras para2015. (FP)

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Brasília — Enquanto o PIB dosEUA cresceu 5,0% no terceiro tri-mestre, o Banco Central brasi-leiro anunciou na terça-feira umaredução em sua projeção para ocrescimento da economia do paísem 2014 de 0,7% para somente0,2%. Em meio a esse contraste,os agentes financeiros no Brasilse sentiram ainda mais motiva-dos a acompanhar o movimentoglobal de busca de proteção nodólar.

O resultado foi a disparada damoeda norte -amer icana nomundo e ante o real brasileiro,que voltou a fechar no patamarde R$ 2,70, após cair para o nívelde R$ 2,65 durante a manhã.

No mercado à vista, o dólarencerrou a sessão em alta de1,69%, a R$ 2,7070 — valor maisalto desde 16 de dezembro desteano, quando a moeda terminou aR$ 2,7410, com alta de 2,01%. Emdezembro, o dólar à vista acu-mula alta de 5,45% e, no ano,sobe 14,90%. Na BM&FBovespa,às 16h42, o dólar futuro dejaneiro de 2015 estava em alta de1,48%.

Juros — As taxas futuras dejuros fecharam em alta após oBanco Central abandonar sua“parcimônia” e afirmar quefará “o que for preciso” nocombate à inflação. O movi-

mento foi favorecido aindapelo forte desempenho do PIBdos EUA, que impulsionou odólar.

Ao término da sessão regularna BM&FBovespa, o contratode depósito interfinanceiro(DI) para abril de 2015 (82.045contratos) projetava taxa de12,200%, de 12,190% no ajustede segunda-feira. O DI parajaneiro de 2016 (137.865 contra-t o s ) m o s t r a v a 1 2 , 9 2 % , d e12,89%. O DI para janeiro de2017 (85.115 contratos) indi-cava 12,88%, de 12,85%. E o DIpara janeiro de 2021 (22.230contratos) apontava 12,37%, de12,31%. (AE)

Rio de Janeiro — O BancoNacional de DesenvolvimentoEconômico e Social (BNDES)desembolsou R$ 162,263 bilhõesnos 11 primeiros meses de 2014,resultado que representa estabili-dade em relação a igual períododo ano passado. As informaçõesforam divulgadas ontem duranteentrevista coletiva concedidapelo presidente da instituição,Luciano Coutinho, no Rio deJaneiro.

“O resultado até novembrotambém aponta para um valor deliberação semelhante aos R$ 190bilhões de 2013”, disse a institui-ção , em nota d i s t r ibu ída àimprensa. Apenas no mês pas-sado, foram desembolsados R$15,7 bilhões, anunciou o banco.

O setor de infraestrutura per-maneceu sendo o destaque, comR$ 58,1 bilhões em desembolsosaté novembro deste ano, umaumento de 10% em relação aigual período de 2013. As apro-vações neste segmento tambémcresceram em 21%, para R$ 66,4bilhões ao longo dos 11 meses.

Considerados uma das priori-dades pelo BNDES, os projetosde inovação receberam R$ 4,9bilhões entre janeiro e novembrodeste ano, um valor 32% maiordo que em igual período do anopassado. “A maior demandaveio de projetos de inovaçãodentro PSI, o Programa de Sus-tentação do Investimento, comdesembolsos de R$ 2,2 bilhõesaté novembro”, informou obanco.

Indústria — Na indústria, osdesembolsos atingiram R$ 44,6bilhões nos primeiros 11 mesesde 2014, uma redução de 10% emrelação ao ano passado. As apro-vações, por sua vez, totalizaramR$ 44,8 bilhões, queda de 34% namesma base de comparação.Para o setor de comércio e servi-ços, o BNDES desembolsou R$44,7 bilhões, alta de 2% ante operíodo de janeiro a novembrode 2013. Mas as aprovações parao segmento caíram 11%, che-gando a R$ 47,9 bilhões.

Na agropecuária, por fim, osd e s e m b o l s o s d o b a n c o d ef o m e n t o s o m a r a m R $ 1 4 , 9bilhões no ano até novembro,uma queda de 10% em relação aigual período do ano passado. Asaprovações também caíram 9%,para R$ 14,8 bilhões. O cartãoBNDES obteve “bom desempe-nho”, com desembolsos somadosem R$ 10,4 bilhões, alta de 15%em relação ao período de janeiroa novembro do ano passado.Segundo a instituição, foram 718mil operações que abrangeram203 mil empresas. (AE)

São Paulo — A alta consis-tente das ações da Petrobras e daVale ajudou a Bovespa a registrarsua terceira sessão consecutivade alta na terça-feira antevésperado feriado do Natal. O baixo girode negócios por conta da festivi-dade e ajustes de carteiras com aproximidade do fim do ano tam-b é m c o n t r i b u í r a m p ar a o sganhos da bolsa, segundo opera-dores.

No fim do dia, o Ibovespasubiu 1,53%, aos 50.889,81 pon-tos, na máxima. Na mínima,tocou 49.815 pontos (-0,61%). Ovolume de negócios totalizou R$4,558 bilhões. No ano, a Bovespaacumula baixa de 1,20% e no mêsde dezembro, queda de 7,01%.

As ações da Petrobras intensi-ficaram a trajetória de alta àtarde, ajudando a bolsa a acelerarseus ganhos. No fim, os papéisON e PN fecharam com ganhosde 5,95% e 6,30%, respectiva-mente. A companhia informouna manhã de terça-feira quebateu um novo recorde históricode produção própria diária deóleo e LGN no último domingo,

quando produziu 2,286 milhõesde barris.

O for t e desempenho dospapéis da Vale e siderúrgicast a m b é m f o r n e c e u a p o i o àBovespa, apesar do minério deferro ter recuado na China. Amineradora ganhou força depoisda divulgação da terceira revisãodo Produto Interno Bruto (PIB)dos EUA. De acordo com oDepartamento do Comércio, aeconomia cresceu a uma taxaanual de 5,0% no terceiro trimes-tre, mais do que os aumentos de3,5% e 3,9% estimados anterior-mente.

No fechamento dos negócios,Vale ON (+3,98%), Vale PNA(+4,56%), CSN (+8,67%), GerdauP N ( + 3 , 8 3 % ) e U s i m i n a s(+2,11%).

Mas a maior alta da Bovespana terça-feira foi registrada pelasações ON da Rossi Residencial(+27,52%), a judada por ummovimento de recuperação apósos tombos recentes.

Entre os destaques negativosda bolsa estavam os papéis PNda Gol (-2,93%), afetados por

uma real ização após teremregistrado bom desempenhocom o recuo dos preços dopetróleo no mercado internaci-onal.

A commodity fechou em alta naterça-feira, reagindo a sinais de

aumento da demanda na China enos EUA. Na China, os analistasda JBC Energy divulgaram notadizendo que o consumo de deri-vados de petróleo teve um cresci-mento de 717 mil barris por diaem novembro, em comparação

com o mesmo mês de 2013.Por volta das 17h30, os con-

tratos de petróleo bruto parafevereiro subiam 1,55%, paraUS$ 56,87 por barril na NewYork Mercan t i l e Exchange(Nymex). (AE)

Rio de Janeiro — Do novolimite máximo de 70% queserão emprestados a cada pro-jeto ou bem financiado, o BancoNacional de DesenvolvimentoEconômico e Social (BNDES) sódará crédito a uma taxa subsidi-ada, com juros menores do queos de mercado, para uma fatiaentre 30% e 100% (esse teto sóserá aplicado para linhas decrédito muito específicas, comoinovação e alta tecnologia). Opiso era de 50%.

N a s e m a n a p a s s a d a , ogoverno elevou a TJLP (Taxa deJuros de Longo Prazo) de 5%para 5,5% ao ano — abaixo dos11,75% da taxa básica de juros,a Selic.

Só o BNDES faz uso dessat a x a s u b s i d i a d a e m s e u sempréstimos, pois conta comrecursos mais baratos dos apor-tes do Tesouro (que lança títu-los para repassar ao banco osrecursos) e do FAT (Fundo deAmparo do Trabalhador).

Desde a crise de 2008, foramc r e s c e n d o o s a p o r t e s d o

Tesouro para sustentar o inves-timento e ampliar a capacidadede empréstimo do BNDES.Com o déficit atual nas contasdo governo, a nova equipe eco-nômica quer frear essa tendên-cia e deixar que o mercadofinancie mais os investimentosde longo prazo.

PSI — Linha especial de créditolançada na crise global de 2008e 2009, o Programa de Sustenta-ção do Investimento (PSI) tevesuas taxas de juros elevadas eprazos de financiamento redu-zidos.

O custo dos empréstimossubiu de uma faixa de 4% para8% ao ano para uma banda de6,5% para 11% ao ano. As taxasmais baixas foram mantidaspara inovação — entre 6,5% e7% ao ano, de acordo com oporte da empresa.

Para a linha de ônibus ecaminhões de frotas (uma dasmais usadas), por exemplo, oprazo foi cortado de 120 para 72meses. O custo subiu de 6%

para 10% ao ano. No caso demáquinas e equipamentos,também com grande demanda,o período para pagamento caiude 120 para 96 meses. Já a taxade juro para grandes empresasaumentou de 6% para 9,5%para a maioria dos bens.

Captações — De acordo comCoutinho, o banco também pre-tende aumentar empréstimoscom 100% de recursos a custode mercado. Para isso, diz, teráde fazer novas captações nomercado interno e externo —este último quando as condi-ções estiverem melhores paratomar recursos lá fora.

“Vamos ter de captar mais nomercado com o uso de debêntu-res — títulos de renda fixa emi-tidos por bancos ou empre-sas—, por exemplo, e estimularpara que o mercado privadoganhe peso crescente no finan-ciamento de longo prazo nopaís”, informou o presidente dainstituição, Luciano Coutinho.(FP)

FINANÇAS

BNDES financiará menos em 2015NOVAS DIRETRIZES

Fatia do banco cairá de 90% para 70% do valor dos projetos em setores prioritários

Dólar dispara com PIB dos Estados Unidos

Bovespa fecha em alta liderada por Petrobras e ValeMERCADO

Poucas áreas contarão com juros subsidiadosMudanças anunciadas pelo BNDES começam a valer a partir do dia 1º de janeiro de 2015

Desembolsos somamR$ 162,263 biaté novembro

DIVULGAÇÃO

RESUMO NO DIA Discriminação Negócios Títulos/mil Part.(%) Valor em R$(mil) Part.(%)Lote Padrão 613.653 437.849 54,91 4.121.987,09 90,08Fracionário 9.389 262 0,03 3.869,21 0,08Demais Ativos 23.693 128.619 16,13 91.535,17 2Total a Vista 646.735 566.731 71,07 4.217.391,49 92,17Termo 338 3.309 0,41 81.408,23 1,77Opções Compra 53.215 196.524 24,64 108.137,44 2,36Opções Venda 10.796 30.722 3,85 15.244,31 0,33Opções Compra Índice 57 21 0 22.239,28 0,48Opções Venda Índice 32 38 0 131.005,47 2,86Total de Opções 64.100 227.305 28,5 276.626,50 6,04BOVESPA Fix 1 (*) 0 1,16 0Total Geral 711.174 797.347 100 4.575.427,40 100Partic. Novo Mercado 305.407 171.173 21,46 1.678.874,65 36,69Partic. Nível 1 195.065 144.849 18,16 1.466.566,21 32,05Partic. Nível 2 36.877 14.346 1,79 181.335,11 3,96Partic. Balcão Org. Tradicional 301 10 0 1.283,98 0,02Partic. Mais 131 140 0,01 384,91 0Partic. Ibovespa 508.627 267.274 33,52 3.617.041,53 79,05PARTIC. IBrX 50 431.285 239.879 30,08 3.395.472,26 74,21PARTIC. IBrX 100 559.924 280.917 35,23 3.856.256,72 84,28Partic. IBrA 596.350 293.681 36,83 4.000.381,25 87,43Partic. MLCX 448.816 205.607 25,78 3.486.637,69 76,2Partic. SMLL 147.534 88.073 11,04 513.743,55 11,22Partic. ISE 252.342 98.626 12,36 1.967.766,56 43Partic. ICO2 267.168 105.289 13,2 2.195.757,53 47,99Partic. IEE 38.794 10.505 1,31 167.016,94 3,65Partic. INDX 199.586 116.357 14,59 1.008.426,43 22,04Partic. ICON 132.031 43.732 5,48 900.458,54 19,68Partic. IMOB 63.840 59.488 7,46 238.168,77 5,2Partic. IFNC 113.984 44.002 5,51 976.250,16 21,33Partic. IMAT 104.325 53.943 6,76 771.505,71 16,86Partic. UTIL 49.063 13.589 1,7 203.209,60 4,44PARTIC. IVBX 2 294.363 140.455 17,61 1.563.624,67 34,17Partic. IGC 497.049 226.955 28,46 3.211.882,52 70,19Partic. IGCT 489.454 221.889 27,82 3.178.735,39 69,47Partic. IGNM 290.998 134.466 16,86 1.614.717,87 35,29Partic. ITAG 420.207 186.331 23,36 2.545.893,72 55,64Partic. IDIV 181.271 124.190 15,57 1.392.744,02 30,43Partic. IFIX 2.775 162 0,02 14.085,58 0,3Partic. BDRX 47 24 0 2.644,87 0,05(*) 1 BOVESPAFIX

MERCADO À VISTA Cotação unitária - Lote Padrão Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.MMMC34 3M DRN 114,7 114,7 114,7 114,7 2,09%ABCB4 ABC BRASIL PN N2 12,86 12,6 13,1 12,6 -1,94%ABRE3 ABRIL EDUCA ON NM 10,24 10,24 10,75 10,75 2,38%GETI3 AES TIETE ON 15,9 15,19 16,09 15,63 -1,75%GETI4 AES TIETE PN 18,9 18,45 19,98 18,47 -2,53%CRIV4 ALFA FINANC PN 3,48 2,86 3,48 2,88 -6,79%RPAD5 ALFA HOLDING PNA 4,51 4,5 4,51 4,5 -0,44%BRIV4 ALFA INVEST PN 6,99 6,99 6,99 6,99 0,72%ALSC3 ALIANSCE ON EJ NM 16,09 15,84 16,41 15,84 -1,55%ALLL3 # ALL AMER LAT ON NM 4,99 4,96 5,11 5,02 0,40%AORE3 ALL ORE ON 0,19 0,18 0,21 0,2 5,26%ALPA3 ALPARGATAS ON N1 6,9 6,85 6,9 6,85 -2,14%ALPA4 ALPARGATAS PN N1 7,3 7,14 7,35 7,25 -0,54%ALUP11 ALUPAR UNT N2 16,92 16,39 17,13 16,45 -3,23%AMZO34 AMAZON DRN EB 412,84 412,84 412,84 412,84 1,08%BAZA3 AMAZONIA ON 0,25 0,25 0,26 0,26 0,00%ABEV3 # AMBEV S/A ON 16,25 16,13 16,4 16,37 0,12%ANIM3 ANIMA ON NM 36,38 35,76 36,75 35,82 -1,32%AAPL34 APPLE DRN 30,58 30,58 31 31 2,68%ARZZ3 AREZZO CO ON EJ NM 25,93 25,74 26,8 26,45 1,92%ARTR3 ARTERIS ON NM 11,85 11,85 12,69 12,69 5,75%ATTB34 ATT INC DRN 92,91 92,91 92,91 92,91 2,34%BTOW3 B2W DIGITAL ON NM 24,16 23,69 24,65 24,1 0,41%BAHI3 BAHEMA ON 5,1 5,1 5,15 5,15 0,98%BPAN4 BANCO PAN PN N1 2,03 2,03 2,15 2,15 6,96%BEES3 BANESTES ON 0,4 0,4 0,4 0,4 2,56%BOAC34 BANK AMERICA DRN 49,98 49,98 49,98 49,98 5,37%BRSR6 BANRISUL PNB N1 13,81 13,81 14,45 14,15 1,79%BSAN33 BANSANTANDER DR3 24 24 24 24 3,44%BTTL3 BATTISTELLA ON 0,49 0,49 0,5 0,5 2,04%BTTL4 BATTISTELLA PN 0,46 0,46 0,49 0,49 6,52%BBSD11 BB ETF SP DV CI 37,65 37,64 37,65 37,64 1,15%BBSE3 # BBSEGURIDADE ON NM 31,21 31,17 32,11 32,11 2,52%BEMA3 BEMATECH ON NM 9,45 9,3 9,48 9,35 0,00%BERK34 BERKSHIRE DRN 408,34 408,34 408,34 408,34 1,45%BHGR3 BHG ON NM 17,63 17,63 17,74 17,74 0,05%BICB3 BICBANCO ON N1 5,95 5,61 5,95 5,61 -6,34%BICB4 BICBANCO PN N1 5,85 5,68 5,85 5,68 -1,73%BIOM3 BIOMM ON MA 7,5 7,5 8,5 8,5 13,33%BVMF3 # BMFBOVESPA ON NM 9,66 9,61 9,9 9,85 1,96%BOBR4 BOMBRIL PN 2,62 2,5 2,75 2,74 0,36%BBRK3 BR BROKERS ON NM 2,34 2,34 2,46 2,38 2,14%BRIN3 BR INSURANCE ON NM 3,12 3,12 3,65 3,65 19,67%BRML3 # BR MALLS PAR ON NM 16,13 16,05 16,65 16,6 2,15%BPHA3 BR PHARMA ON NM 2,41 2,29 2,44 2,4 0,00%BRPR3 # BR PROPERT ON NM 10,51 10,26 10,82 10,44 -1,60%BBDC3 # BRADESCO ON EJ N1 34,35 33,91 35,07 35,07 1,00%BBDC4 # BRADESCO PN EJ N1 35,17 34,7 35,82 35,82 1,35%BRAP3 BRADESPAR ON N1 11,32 11,32 11,76 11,7 3,26%BRAP4 # BRADESPAR PN N1 13,55 13,34 14,24 14,21 4,71%BBAS3 # BRASIL ON EJ NM 24,72 24,2 24,82 24,48 -0,36%AGRO3 BRASILAGRO ON NM 8,99 8,4 8,99 8,6 1,05%BRKM3 BRASKEM ON N1 11 10,97 11,06 10,97 -0,45%BRKM5 # BRASKEM PNA N1 17,25 17,19 17,8 17,69 1,84%BMTO4 BRASMOTOR PN 0,81 0,81 0,81 0,81 0,00%BRFS3 # BRF SA ON NM 63,39 62,62 63,94 63,84 0,39%BISA3 BROOKFIELD ON 1,59 1,58 1,6 1,59 -0,62%BBTG11 BTG PACTUAL UNT 28,25 27,53 28,35 28,17 -0,38%CIQU4 CACIQUE PN 11,28 11 11,28 11 0,09%XBOV11 CAIXAETFXBOV CI 50,6 50,6 50,6 50,6 1,20%CAMB4 CAMBUCI PN 1,47 1,47 1,47 1,47 1,37%CCRO3 # CCR SA ON NM 15,55 15,5 16,01 15,73 0,70%CCXC3 CCX CARVAO ON NM 0,2 0,19 0,21 0,19 -5,00%CLSC4 CELESC PN N2 14,27 14,21 14,3 14,3 0,91%CELP3 CELPA ON 1,25 1,25 1,3 1,3 4,00%ENMA3B CEMAR ON MB 16,5 16,5 16,5 16,5 3,12%CMIG3 CEMIG ON N1 13,74 13,52 14,06 14,06 4,07%CMIG4 # CEMIG PN N1 12,72 12,6 12,99 12,88 1,41%CESP3 CESP ON N1 22,49 22,49 22,49 22,49 -0,04%CESP5 CESP PNA N1 24,65 24,65 24,65 24,65 0,65%CESP6 # CESP PNB N1 26,6 26,5 27,19 27,12 1,38%CTIP3 # CETIP ON NM 31,4 31,2 32,09 31,93 2,40%CHVX34 CHEVRON DRN EB 154,75 154,75 154,75 154,75 3,30%HGTX3 # CIA HERING ON EJ NM 20,61 20,12 20,83 20,15 -2,37%CIEL3 # CIELO ON NM 39,78 39,5 40,48 39,85 -0,37%CTGP34 CITIGROUP DRN 149,7 149,15 149,7 149,15 3,32%COCA34 COCA COLA DRN 116,08 116,08 117,5 117,5 2,93%COCE5 COELCE PNA 37,82 37,5 39,07 38,5 1,98%COLG34 COLGATE DRN 193,65 193,65 193,65 193,65 3,69%CMCS34 COMCAST DRN 157,43 157,43 157,43 157,43 2,94%CGAS3 COMGAS ON EJ 47,29 47 47,47 47 0,00%CGAS5 COMGAS PNA EJ 47,18 46,54 47,7 46,97 -0,69%CTAX11 CONTAX UNT N2 11,28 10,73 11,34 10,8 -4,00%CSMG3 COPASA ON NM 23,9 23,9 25,3 24,7 1,64%CPLE3 COPEL ON N1 23,61 23,51 24,5 24,3 1,92%CPLE6 # COPEL PNB N1 34,57 34,33 35,73 35,48 1,95%COPH34 COPHILLIPS DRN 49,9 49,9 49,9 49,9 8,00%CSAN3 # COSAN ON NM 27,61 27,47 28,34 28,34 2,12%RLOG3 # COSAN LOG ON NM 2,8 2,77 2,85 2,84 0,00%CZLT33 COSAN LTD DR3 20 19,58 20,65 20,34 2,88%CSRN3 COSERN ON 8 8 8 8 0,12%CTNM4 COTEMINAS PN 0,71 0,7 0,75 0,7 -1,40%CPFE3 # CPFL ENERGIA ON NM 18,1 17,96 18,42 18,41 0,98%CPRE3 CPFL RENOVAV ON NM 11,8 11,8 11,8 11,8 -0,67%CRDE3 CR2 ON NM 2,66 2,66 2,66 2,66 0,00%CARD3 CSU CARDSYST ON EJ NM 2,92 2,92 3,1 3,1 6,89%CVCB3 CVC BRASIL ON NM 15,5 15,3 15,61 15,3 -0,64%CCPR3 CYRE COM-CCP ON NM 12,15 12,15 12,15 12,15 2,87%CYRE3 # CYRELA REALT ON NM 11,1 11,06 11,3 11,11 -0,26%DASA3 DASA ON NM 10,3 10,28 10,55 10,45 2,95%DAYC4 DAYCOVAL PN N2 8,77 8,57 9,09 8,65 -0,57%PNVL3 DIMED ON EJ 199 199 204 204 4,61%PNVL4 DIMED PN EJ 153,58 153,58 156 156 1,58%DIRR3 DIRECIONAL ON NM 8,09 7,72 8,09 7,83 -2,73%DOHL4 DOHLER PN EJ 4,5 4,5 4,5 4,5 -1,09%DAGB33 DUFRY AG DR3 407 396,27 413,99 403,01 0,80%DTEX3 # DURATEX ON EJ NM 8,11 8,11 8,33 8,24 0,48%EBAY34 EBAY DRN 78,16 78,16 78,16 78,16 2,04%ECOR3 # ECORODOVIAS ON NM 10,25 10,25 10,6 10,6 3,01%ELET3 # ELETROBRAS ON N1 5,58 5,55 5,74 5,61 -0,35%ELET6 # ELETROBRAS PNB N1 7,38 7,31 7,75 7,52 2,03%LIPR3 ELETROPAR ON 50 50 52 51,4 3,10%ELPL4 # ELETROPAULO PN N2 8,61 8,61 8,89 8,88 2,77%EMBR3 # EMBRAER ON EJ NM 24,5 24,33 25,26 25,26 2,85%ENBR3 # ENERGIAS BR ON NM 8,99 8,97 9,27 9,15 1,77%EQTL3 EQUATORIAL ON EJ NM 26,92 26,92 27,49 27,24 0,81%ESTC3 # ESTACIO PART ON NM 25,34 25,3 25,65 25,57 0,94%ESTR4 ESTRELA PN 0,37 0,37 0,37 0,37 0,00%ETER3 ETERNIT ON NM 3,25 3,21 3,3 3,3 1,85%EUCA4 EUCATEX PN N1 3,06 3,06 3,25 3,24 3,84%EVEN3 # EVEN ON NM 5,22 5,19 5,33 5,29 0,18%BAUH4 EXCELSIOR PN 10,5 10,5 10,5 10,5 -4,54%EXXO34 EXXON MOBIL DRN 64,2 64,2 64,2 64,2 3,29%EZTC3 EZTEC ON NM 21,49 21,32 21,74 21,38 0,37%FBOK34 FACEBOOK DRN 109,6 109,6 109,6 109,6 12,71%FHER3 FER HERINGER ON NM 5,38 5,13 5,53 5,13 -4,64%FESA4 FERBASA PN N1 8,35 8,35 8,6 8,6 2,38%FIBR3 # FIBRIA ON NM 31,39 31,39 32,89 32,89 4,24%

FLRY3 FLEURY ON NM 15,52 15,3 15,9 15,3 -1,29%FJTA3 FORJA TAURUS ON N2 0,6 0,6 0,6 0,6 0,00%FJTA4 FORJA TAURUS PN N2 0,36 0,34 0,36 0,35 -2,77%FRAS3 FRAS-LE ON N1 4 4 4 4 -0,99%GFSA3 # GAFISA ON NM 2,03 2,01 2,19 2,16 6,93%GEOO34 GE DRN ED 71 71 71 71 2,89%GSHP3 GENERALSHOPP ON NM 7,05 6,8 7,2 6,8 -3,54%GEPA4 GER PARANAP PN 60,79 60,79 60,79 60,79 0,04%GGBR3 GERDAU ON N1 7,9 7,85 8,16 8,15 4,35%GGBR4 # GERDAU PN N1 9,36 9,32 9,78 9,76 3,82%GOAU3 GERDAU MET ON N1 8,8 8,66 8,89 8,66 -1,81%GOAU4 # GERDAU MET PN N1 10,95 10,9 11,45 11,41 3,72%GOLL4 # GOL PN N2 14,51 13,95 14,58 14,27 -2,92%GOOG34 GOOGLE DRN 57,83 57,83 58,15 58,15 2,10%GPIV33 GP INVEST DR3 5,44 5,44 5,69 5,55 0,90%CGRA3 GRAZZIOTIN ON EJ 17,79 17,79 18 17,9 1,18%CGRA4 GRAZZIOTIN PN EJ 17,38 17,2 17,38 17,3 0,00%GRND3 GRENDENE ON NM 15,86 15,28 15,86 15,28 -1,86%GUAR3 GUARARAPES ON EJ 80 79,82 81 81 0,00%GUAR4 GUARARAPES PN EJ 67,48 67,48 69,99 69,99 2,17%HAGA4 HAGA S/A PN 1,34 1,34 1,34 1,34 2,29%HBOR3 HELBOR ON NM 4,83 4,81 4,97 4,97 3,32%HETA4 HERCULES PN 0,32 0,32 0,32 0,32 6,66%HOOT4 HOTEIS OTHON PN 0,44 0,44 0,45 0,44 0,00%HRTP3 HRT PETROLEO ON NM 4,5 4,5 4,8 4,72 2,60%HYPE3 # HYPERMARCAS ON NM 16,26 16,26 16,61 16,61 1,59%IBMB34 IBM DRN 440 440 443,55 443,55 7,84%IDNT3 IDEIASNET ON NM 1,72 1,7 1,75 1,75 0,57%IGBR3 IGB S/A ON 2,69 2,64 2,7 2,65 -1,48%IGTA3 IGUATEMI ON NM 25,33 25,06 25,59 25,25 -0,55%IMCH3 IMC HOLDINGS ON NM 11,57 11,5 11,71 11,65 -1,43%ROMI3 INDS ROMI ON NM 3 2,97 3,09 2,97 -1,32%IDVL4 INDUSVAL PN N2 2,75 2,6 2,84 2,6 -6,81%ITLC34 INTEL DRN 101,1 101,1 102,65 102,65 4,04%MYPK3 IOCHP-MAXION ON NM 12,37 11,82 12,4 11,93 -3,08%IVVB11 ISHARE SP500 CI 56,14 56,14 57,33 57,33 5,05%BOVA11 ISHARES BOVA CI 48,63 48,42 49,35 49,34 1,41%BRAX11 ISHARES BRAX CI 40,75 40,75 40,75 40,75 1,95%CSMO11 ISHARES CSMO CI 51,89 51,89 51,89 51,89 0,27%ECOO11 ISHARES ECOO CI 57,88 57,67 57,88 57,67 1,24%MILA11 ISHARES MILA CI 45,45 45,45 45,45 45,45 1,86%SMAL11 ISHARES SMAL CI 52,43 52,12 52,58 52,57 1,09%UTIP11 ISHARES UTIP CI 22,13 22,13 22,13 22,13 1,28%DIVO11 IT NOW IDIV CI 28 27,6 28,56 28,55 2,36%FIND11 IT NOW IFNC CI 47,87 47,87 47,87 47,87 0,99%GOVE11 IT NOW IGCT CI 21,23 21,22 21,5 21,5 1,17%MATB11 IT NOW IMAT CI 13,8 13,73 13,86 13,86 3,82%ISUS11 IT NOW ISE CI 23,81 23,81 24,17 24,17 1,42%PIBB11 IT NOW PIBB CI 86,89 85,75 87,4 87,4 1,56%ITSA3 ITAUSA ON EJ N1 9,77 9,59 9,89 9,89 0,91%ITSA4 # ITAUSA PN EJ N1 9,62 9,46 9,7 9,63 0,10%ITUB3 ITAUUNIBANCO ON N1 31,6 31,23 31,85 31,83 0,41%ITUB4 # ITAUUNIBANCO PN N1 35,1 34,5 35,2 35,2 0,45%JBDU3 J B DUARTE ON EG 8,36 8,36 9,92 9,16 14,50%JBDU4 J B DUARTE PN EG 9,07 8,6 10,7 8,6 0,00%JBSS3 # JBS ON NM 11,23 11,03 11,55 11,19 0,26%MLFT4 JEREISSATI PN 1,2 1,2 1,2 1,2 5,26%JHSF3 JHSF PART ON NM 2,2 2,1 2,2 2,18 -0,90%JFEN3 JOAO FORTES ON ES 4,05 4,05 4,1 4,1 1,23%JNJB34 JOHNSON DRN 283,01 283,01 285,28 285,28 -0,61%JPMC34 JPMORGAN DRN 87,3 87,3 87,3 87,3 5,30%JSLG3 JSL ON NM 10,97 10,95 11,47 11,39 2,98%CTKA4 KARSTEN PN 0,35 0,34 0,37 0,35 2,94%KEPL3 KEPLER WEBER ON 47,7 47,3 49,5 49,49 3,36%KLBN4 KLABIN S/A PN N2 2,79 2,78 3 2,97 6,83%KLBN11 # KLABIN S/A UNT N2 14,35 14,15 14,49 14,42 0,48%KROT3 # KROTON ON NM 16,18 16,01 16,49 16,49 0,79%LLIS3 LE LIS BLANC ON NM 7,62 7,5 7,69 7,58 -0,13%LIGT3 # LIGHT S/A ON NM 17,45 17,13 17,63 17,36 -0,11%LINX3 LINX ON NM 52,38 52,1 53 52,49 -0,01%LIXC3 LIX DA CUNHA ON 3,65 3,65 3,7 3,7 2,49%RENT3 # LOCALIZA ON NM 35,92 35,21 36,61 35,81 -1,40%LCAM3 LOCAMERICA ON NM 3,97 3,89 4,12 3,98 0,75%LOGN3 LOG-IN ON NM 3,25 3,18 3,28 3,2 -1,84%LAME3 LOJAS AMERIC ON 12,65 12,48 12,99 12,99 2,76%LAME4 # LOJAS AMERIC PN 16,38 16,31 16,77 16,74 1,57%AMAR3 LOJAS MARISA ON NM 14,45 14,45 15,45 14,6 1,24%LREN3 # LOJAS RENNER ON EJ NM 76 74,94 76,89 75,5 -1,19%LPSB3 LOPES BRASIL ON NM 6,75 6,47 6,75 6,6 0,60%MDIA3 M.DIASBRANCO ON EJ NM 92,01 91,83 93,6 93,6 1,71%MGLU3 MAGAZ LUIZA ON NM 7,7 7,54 7,86 7,65 0,00%MAGG3 MAGNESITA SA ON NM 2,16 2,07 2,16 2,12 0,00%POMO3 MARCOPOLO ON EJ N2 3,38 3,3 3,38 3,31 -2,64%POMO4 # MARCOPOLO PN EJ N2 3,36 3,29 3,4 3,31 -1,48%MRFG3 # MARFRIG ON NM 5,78 5,75 6,1 5,99 2,56%MTIG3 METAL IGUACU ON 0,2 0,17 0,2 0,17 -15,00%MTIG4 METAL IGUACU PN 0,07 0,06 0,08 0,08 0,00%LEVE3 METAL LEVE ON NM 20,8 20,8 21,18 21,05 0,23%MSFT34 MICROSOFT DRN 132,06 132,06 132,1 132,1 3,20%MILS3 MILLS ON NM 9,02 9,02 9,47 9,33 2,75%BEEF3 MINERVA ON NM 9,52 9,41 9,64 9,5 0,00%MNPR3 MINUPAR ON 0,06 0,05 0,07 0,07 16,66%MMXM3 MMX MINER ON NM 0,57 0,57 0,61 0,59 3,50%MRVE3 # MRV ON NM 7,48 7,48 7,77 7,71 2,11%MULT3 MULTIPLAN ON EJ N2 48,23 47,44 48,42 47,95 0,35%MPLU3 MULTIPLUS ON NM 31,56 31,56 32,11 32 1,94%NATU3 # NATURA ON NM 31,24 31,24 32,09 31,8 0,95%NIKE34 NIKE DRN 260,16 260,16 263,6 263,6 2,40%NUTR3 NUTRIPLANT ON ES MA 2,56 2,49 2,79 2,64 6,45%ODPV3 ODONTOPREV ON EJ NM 9,65 9,6 9,79 9,78 1,24%OIBR3 OI ON EG N1 10,3 10,1 10,49 10,38 0,77%OIBR4 # OI PN EG N1 9,56 9,35 9,7 9,49 -0,10%OFSA3 OUROFINO S/A ON NM 29,91 29,61 30,35 30 -1,31%PCAR4 # P.ACUCAR-CBD PN N1 98,55 97,5 99,48 98,4 -0,79%PATI4 PANATLANTICA PN 18,5 18,5 18,5 18,5 8,82%PRBC4 PARANA PN N1 10,26 10,26 10,48 10,35 1,47%PMAM3 PARANAPANEMA ON NM 2,22 2,19 2,38 2,35 7,79%PDGR3 # PDG REALT ON NM 0,84 0,82 0,86 0,85 0,00%PETR3 # PETROBRAS ON 10 9,82 10,55 10,5 5,95%PETR4 # PETROBRAS PN 10,37 10,19 10,99 10,97 6,29%PTNT4 PETTENATI PN 1,54 1,54 1,65 1,65 4,43%PFIZ34 PFIZER DRN 85,35 85,35 85,35 85,35 -0,05%PGCO34 PG DRN 252,95 252,95 252,95 252,95 2,14%PINE4 PINE PN N2 6,11 6,04 6,5 6,5 3,33%PLAS3 PLASCAR PART ON 0,25 0,24 0,26 0,26 0,00%PSSA3 PORTO SEGURO ON EJ NM 29,46 29,27 30,54 30,54 3,80%PTBL3 PORTOBELLO ON NM 4,55 4,55 4,56 4,55 -1,08%POSI3 POSITIVO INF ON NM 2,19 2,18 2,25 2,23 3,24%PFRM3 PROFARMA ON NM 8,77 8,57 8,85 8,85 0,91%PRVI3 PROVIDENCIA ON NM 8,5 8,5 8,54 8,5 -0,46%PRML3 PRUMO ON NM 0,36 0,35 0,38 0,37 2,77%QGEP3 QGEP PART ON NM 6,68 6,68 7,06 7,06 5,21%QUAL3 # QUALICORP ON NM 26,94 26,75 27,35 27,35 1,25%RADL3 RAIADROGASIL ON EJ NM 24,27 23,83 24,6 23,83 -1,32%RAPT3 RANDON PART ON N1 3,8 3,8 3,9 3,9 0,00%RAPT4 RANDON PART PN N1 4,68 4,64 4,72 4,7 0,42%RCSL4 RECRUSUL PN 0,04 0,03 0,04 0,03 -25,00%RNAR3 RENAR ON NM 2,87 2,82 3,05 2,99 4,91%RNEW11 RENOVA UNT N2 37,35 37 37,36 37 0,00%RJCP3 RJCP ON 0,01 0,01 0,01 0,01 0,00%RDNI3 RODOBENSIMOB ON NM 9,82 9,65 9,98 9,8 0,51%RSID3 # ROSSI RESID ON NM 2,55 2,53 3,29 3,29 27,51%SBSP3 # SABESP ON NM 17,08 17,02 17,5 17,32 0,69%SAPR4 SANEPAR PN 5,99 5,88 6 5,88 -0,50%SANB3 SANTANDER BR ON 6,71 6,7 6,8 6,7 -4,42%SANB4 SANTANDER BR PN 6,41 6,19 6,41 6,29 2,27%SANB11 # SANTANDER BR UNT 13,19 13,11 13,41 13,19 -1,34%STBP11 SANTOS BRP UNT EDJ N2 14,18 14,18 14,55 14,26 1,49%SCAR3 SAO CARLOS ON NM 30,85 30,85 31,35 31,35 1,81%SMTO3 SAO MARTINHO ON NM 35,1 34,36 35,14 35,14 1,12%SLED4 SARAIVA LIVR PN N2 6,31 6,25 6,57 6,35 -0,15%SNSL3 SENIOR SOL ON MA 8,45 8,45 8,5 8,5 0,83%SEER3 SER EDUCA ON EJ NM 28,7 28,68 29,87 29,68 2,87%CSNA3 # SID NACIONAL ON 5,88 5,8 6,46 6,39 8,67%SSBR3 SIERRABRASIL ON NM 16,66 16,59 17,02 16,62 -0,47%SLCE3 SLC AGRICOLA ON NM 14,09 13,8 14,45 13,8 -2,12%SMLE3 SMILES ON EJ NM 45,15 44,83 46,08 45,75 1,06%CRUZ3 # SOUZA CRUZ ON EJ 19,29 19,29 19,94 19,91 2,20%SPRI3 SPRINGER ON 0,28 0,28 0,28 0,28 0,00%SPRI5 SPRINGER PNA 0,41 0,41 0,41 0,41 0,00%SGPS3 SPRINGS ON NM 0,55 0,53 0,56 0,56 1,81%SBUB34 STARBUCKS DRN 223,95 223,95 223,95 223,95 3,97%SULA11 SUL AMERICA UNT EJ N2 12,27 12,12 12,58 12,58 2,52%SULT4 SULTEPA PN 0,6 0,6 0,6 0,6 -7,69%SUZB5 # SUZANO PAPEL PNA N1 10,87 10,83 11,17 11,17 1,91%TAEE11 TAESA UNT N2 18,64 18,54 19,1 18,54 -0,10%TRPN3 TARPON INV ON NM 11 11 11 11 -0,81%TENE5 TEC BLUMENAU PNA 0,4 0,4 0,4 0,4 -9,09%TECN3 TECHNOS ON NM 8,06 8,06 8,45 8,08 0,00%TCSA3 TECNISA ON NM 3,72 3,68 3,89 3,89 2,63%TGMA3 TEGMA ON NM 15,67 15,14 15,84 15,14 -1,68%TELB4 TELEBRAS PN 1,21 1,19 1,21 1,2 0,00%VIVT3 TELEF BRASIL ON 38,6 38,1 40,14 39,99 3,81%VIVT4 # TELEF BRASIL PN 47,18 46,92 48,12 48 1,05%TEMP3 TEMPO PART ON ER NM 3,81 3,79 3,9 3,84 1,05%TERI3 TEREOS ON NM 1,44 1,35 1,44 1,39 -3,47%TIMP3 # TIM PART S/A ON NM 11,7 11,61 11,97 11,96 1,35%SHOW3 TIME FOR FUN ON NM 2,55 2,55 2,74 2,74 4,98%TWXB34 TIME WARNER DRN 232,13 232,13 232,13 232,13 1,96%TOTS3 TOTVS ON EJ NM 34,03 33,98 34,64 34,64 0,37%TBLE3 # TRACTEBEL ON NM 33,83 33,36 34,35 34,14 0,20%TRPL4 TRAN PAULIST PN N1 40,2 39,63 40,77 40,4 0,92%TRIS3 TRISUL ON NM 3,55 3,2 3,6 3,2 -8,57%TPIS3 TRIUNFO PART ON NM 6,55 6,22 6,9 6,8 4,61%TUPY3 TUPY ON EJ NM 16,8 16,8 17,11 17 0,41%TWTR34 TWITTER DRN 52,35 51,5 52,35 51,5 0,56%UGPA3 # ULTRAPAR ON NM 51,66 51,04 52,42 52,3 0,77%UCAS3 UNICASA ON EJ NM 2,47 2,44 2,57 2,44 2,52%UNIP3 UNIPAR ON 0,46 0,46 0,52 0,52 1,96%UNIP5 UNIPAR PNA 0,54 0,54 0,58 0,58 7,40%UNIP6 UNIPAR PNB 0,47 0,45 0,47 0,47 0,00%USIM3 USIMINAS ON N1 11,99 11,92 13,08 12,75 6,25%USIM5 # USIMINAS PNA N1 5,21 5,18 5,42 5,33 2,10%VAGR3 V-AGRO ON NM 1 0,99 1,05 0,99 0,00%VALE3 # VALE ON N1 21,15 21,05 22,3 22,22 3,97%VALE5 # VALE PNA N1 18,39 18,32 19,5 19,5 4,55%VLID3 VALID ON EDJ NM 41,34 41,18 42,63 41,39 -0,50%VERZ34 VERIZON DRN 132,5 132,5 132,5 132,5 4,28%VVAR11 VIAVAREJO UNT N2 20,71 19,76 20,8 20 -2,43%VIVR3 VIVER ON NM 0,09 0,09 0,11 0,11 10,00%VULC3 VULCABRAS ON 0,3 0,3 0,3 0,3 3,44%WALM34 WAL MART DRN 58,96 58,96 59,25 59,25 2,50%DISB34 WALT DISNEY DRN 258,89 258,89 260 260 2,65%WEGE3 WEG ON EJ NM 30,23 30,1 30,57 30,3 -0,32%WFCO34 WELLS FARGO DRN 151,6 151,6 151,6 151,6 3,13%MWET4 WETZEL S/A PN 0,5 0,5 0,5 0,5 21,95%WHRL3 WHIRLPOOL ON 3,99 3,99 3,99 3,99 2,04%WHRL4 WHIRLPOOL PN 3,98 3,82 3,98 3,98 0,75%WSON33 WILSON SONS DR3 29,25 29,25 32,98 32,98 11,79% Cotação por lote de mil - Lote Padrão Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.CBEE3 AMPLA ENERG ON * 1 1 1 1 -4,76%TOYB3 TECTOY ON * 0,02 0,01 0,02 0,02 0,00%TOYB4 TECTOY PN * 0,01 0,01 0,01 0,01 0,00%

MERCADO DE OPÇÕES Cotação unitária - Opções de Compra - Fevereiro - 2015 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.IBOVB47 IBOVE IBO 4546 4546 4546 4546 9,22%IBOVB48 IBOVE IBO 3800 3781 3800 3781 21,88%IBOVB59 IBOVE IBO 100 100 100 100 0IBOVB98 IBOVE IBO 154 154 154 154 48,07%IBOVB49 IBOVE FM IBO 3071 3071 3071 3071 23,43%IBOVB50 IBOVE FM IBO 2426 2305 2579 2306 10,07%IBOVB51 IBOVE FM IBO 1800 1800 2085 2085 15,83%IBOVB52 IBOVE FM IBO 1400 1364 1620 1620 35,00%IBOVB53 IBOVE FM IBO 1110 1072 1110 1076 25,99%IBOVB54 IBOVE FM IBO 700 690 850 850 53,98% Cotação unitária - Opções de Compra - Abril - 2015 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.IBOVD60 IBOVE IBO 300 300 350 350 40,00%IBOVD62 IBOVE IBO 156 156 156 156 -22,00%IBOVD54 IBOVE FM IBO 1670 1670 1910 1910 15,75%IBOVD56 IBOVE FM IBO 1083 1050 1083 1060 -47,39% Cotação unitária - Opções de Compra - Agosto - 2015 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.IBOVH20 IBOVE IBO 1305 1305 1305 1305 16,51% Cotação unitária - Opções de Compra - Junho - 2015 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.IBOVF56 IBOVE FM IBO 1800 1800 1800 1800 44,00% Cotação unitária - Opções de Venda - Fevereiro - 2015 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.IBOVN44 IBOVE IBO 265 265 265 265 -49,33%IBOVN52 IBOVE IBO 2421 2421 2421 2421 -38,20%IBOVN53 IBOVE IBO 3058 3058 3058 3058 -22,68%IBOVN59 IBOVE IBO 3670 3670 3670 3670 0IBOVN9 IBOVE IBO 9000 9000 9000 9000 0IBOVN98 IBOVE IBO 6940 6940 6940 6940 -12,72%IBOVN46 IBOVE FM IBO 480 480 480 480 -18,64%IBOVN48 IBOVE FM IBO 900 773 900 773 -25,67%IBOVN49 IBOVE FM IBO 1195 1195 1245 1245 -10,49%IBOVN50 IBOVE FM IBO 1525 1330 1530 1330 -25,61%IBOVN51 IBOVE FM IBO 1969 1748 1969 1748 -23,80% Cotação unitária - Opções de Venda - Abril - 2015 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.IBOVP44 IBOVE IBO 580 580 580 580 -30,53%IBOVP48 IBOVE FM IBO 1340 1340 1340 1340 -29,36%IBOVP49 IBOVE FM IBO 1628 1628 1628 1628 -28,06%IBOVP51 IBOVE FM IBO 2334 2334 2334 2334 -18,13%IBOVP99 IBOVE FM IBO 1955 1800 1955 1800 -25,31% Cotação unitária - Opções de Venda - Agosto - 2015 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.IBOVT14 IBOVE IBO 3900 3900 3900 3900 0IBOVT15 IBOVE IBO 4300 4300 4300 4300 0IBOVT16 IBOVE IBO 4900 4900 4900 4900 -2,00%IBOVT20 IBOVE IBO 7400 7400 7400 7400 0IBOVT52 IBOVE IBO 3017 3017 3017 3017 -13,80%IBOVT53 IBOVE IBO 3400 3400 3400 3400 0 Cotação unitária - Opções de Compra - Janeiro - 2015 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.ABEVA18 ABEV FM ON 0,04 0,04 0,04 0,04 0ABEVA47 ABEV FM ON 0,1 0,08 0,1 0,08 -20,00%ABEVA56 ABEV FM ON 0,42 0,37 0,49 0,45 12,50%ABEVA65 ABEV FM ON 0,77 0,68 0,84 0,76 2,70%ABEVA77 ABEV FM ON 0,24 0,19 0,24 0,2 -4,76%ABEVA16 ABEVE ON 1,03 0,95 1,03 1 11,11%ABEVA17 ABEVE ON 0,15 0,12 0,15 0,14 7,69%ABEVA46 ABEVE ON 0,63 0,63 0,65 0,65 25,00%BBASA23 BBAS /EJ ON NM 2,47 2,26 2,58 2,4 -6,25%BBASA24 BBAS /EJ ON NM 1,97 1,97 2,08 2,08 2,97%BBASA28 BBAS /EJ ON NM 0,28 0,22 0,3 0,22 -18,51%BBASA30 BBAS /EJ ON NM 0,05 0,05 0,05 0,05 -16,66%BBASA31 BBAS /EJ ON NM 0,03 0,03 0,03 0,03 50,00%BBASA34 BBAS /EJ ON NM 0,01 0,01 0,01 0,01 -75,00%BBASA35 BBAS /EJ ON NM 0,01 0,01 0,01 0,01 -50,00%BBASA36 BBAS /EJ ON NM 0,01 0,01 0,01 0,01 0BBASA55 BBAS /EJ ON NM 0,87 0,61 0,96 0,61 -7,57%BBASA56 BBAS /EJ ON NM 0,49 0,43 0,5 0,46 -13,20%BBASA64 BBAS /EJ ON NM 1,4 1,3 1,46 1,36 0,74%BBASA69 BBAS /EJ ON NM 0,07 0,07 0,07 0,07 -22,22%BBASA25 BBAS FM/EJ ON NM 1,2 0,97 1,26 1,1 -5,17%BBASA26 BBAS FM/EJ ON NM 0,68 0,55 0,76 0,63 -10,00%BBASA27 BBAS FM/EJ ON NM 0,36 0,3 0,39 0,36 -10,00%BBASA54 BBAS FM/EJ ON NM 1,77 1,54 1,92 1,66 -4,04%BBASA58 BBAS FM/EJ ON NM 0,19 0,17 0,2 0,18 -10,00%BBDCA10 BBDC /EJ PN N1 0,12 0,12 0,15 0,15 0BBDCA34 BBDC /EJ PN N1 2,66 2,66 2,98 2,98 11,61%BBDCA35 BBDC /EJ PN N1 2 1,8 2,23 2,23 12,06%BBDCA40 BBDC /EJ PN N1 0,17 0,14 0,21 0,21 10,52%BBDCA41 BBDC /EJ PN N1 0,11 0,1 0,11 0,1 -9,09%BBDCA44 BBDC /EJ PN N1 0,02 0,02 0,02 0,02 -84,61%BBDCA64 BBDC /EJ PN N1 2,4 2,4 2,4 2,4 26,98%BBDCA36 BBDC FM/EJ PN N1 1,39 1,08 1,5 1,5 9,48%BBDCA37 BBDC FM/EJ PN N1 0,88 0,67 0,98 0,96 5,49%BBDCA38 BBDC FM/EJ PN N1 0,5 0,41 0,65 0,65 10,16%BBDCA39 BBDC FM/EJ PN N1 0,42 0,24 0,42 0,34 0BBDCA30 BBDCE /EJ PN N1 5,62 5,56 5,99 5,99 -22,20%BBDCA63 BBDCE /EJ PN N1 3 3 3,2 3,2 8,84%BBDCA94 BBDCE /EJ PN N1 1,3 1,3 1,57 1,57 16,29%BBSEA33 BBSE ON NM 0,4 0,4 0,4 0,4 -33,33%BBTGA57 BBTG UNT 0,98 0,98 0,98 0,98 /0,00%BOVAA47 BOVA FM CI 2,64 2,61 3,08 2,98 50,50%BOVAA48 BOVA FM CI 1,94 1,94 2,34 2,25 58,45%BOVAA49 BOVA FM CI 1,35 1,35 1,7 1,62 70,52%BOVAA50 BOVA FM CI 0,9 0,85 1,15 1,11 30,58%BOVAA51 BOVA FM CI 0,57 0,56 0,71 0,71 97,22%BRFSA61 BRFS ON NM 3,33 3,04 3,75 3,04 -11,88%BRFSA68 BRFS ON NM 0,33 0,33 0,33 0,33 -34,00%BRFSA63 BRFS FM ON NM 2,02 1,93 2,36 1,93 -13,45%BRFSA64 BRFS FM ON NM 1,5 1,42 1,62 1,42 -7,79%BRFSA65 BRFS FM ON NM 1 1 1 1 -9,90%BRFSA67 BRFS FM ON NM 0,5 0,5 0,5 0,5 -28,57%BVMFA11 BVMF ON NM 0,07 0,06 0,09 0,06 0BVMFA12 BVMF ON NM 0,02 0,02 0,02 0,02 0BVMFA13 BVMF ON NM 0,01 0,01 0,01 0,01 -50,00%BVMFA41 BVMF ON NM 0,04 0,04 0,04 0,04 100,00%BVMFA44 BVMF ON NM 0,01 0,01 0,01 0,01 0BVMFA81 BVMF ON NM 1,65 1,65 1,69 1,69 94,25%BVMFA83 BVMF ON NM 1,49 1,49 1,49 1,49 24,16%BVMFA89 BVMF ON NM 1,01 1,01 1,01 1,01 3,06%BVMFA90 BVMF ON NM 0,86 0,86 0,9 0,9 13,92%BVMFA94 BVMF ON NM 0,7 0,7 0,83 0,83 25,75%BVMFA1 BVMF FM ON NM 0,24 0,23 0,32 0,28 27,27%BVMFA10 BVMF FM ON NM 0,3 0,29 0,42 0,38 26,66%BVMFA40 BVMF FM ON NM 0,14 0,14 0,19 0,16 23,07%BVMFA96 BVMF FM ON NM 0,54 0,54 0,69 0,63 23,52%BVMFA98 BVMF FM ON NM 0,38 0,38 0,56 0,46 12,19%BVMFA60 BVMFE ON NM 0,1 0,09 0,12 0,09 0CIELA40 CIEL FM ON NM 1,87 1,87 1,87 1,87 1,63%CIELA41 CIEL FM ON NM 1,31 1,31 1,31 1,31 -16,02%CIELA43 CIEL FM ON NM 0,53 0,46 0,53 0,46 -45,88%CIELA44 CIEL FM ON NM 0,43 0,3 0,43 0,33 22,22%CMIGA14 CMIG PN N1 0,4 0,4 0,4 0,4 25,00%CMIGA44 CMIG PN N1 0,3 0,3 0,37 0,37 76,19%CPLEA38 CPLE PNB N1 0,61 0,61 0,65 0,65 /0,00%CSNAA1 CSNA ON 1,53 1,48 1,85 1,85 65,17%CSNAA3 CSNA ON 1,67 1,67 1,91 1,91 51,58%CSNAA45 CSNA ON 1,63 1,58 1,95 1,95 58,53%CSNAA47 CSNA ON 1,38 1,38 1,75 1,75 /0,00%CSNAA48 CSNA ON 1,28 1,28 1,65 1,65 117,10%CSNAA5 CSNA ON 0,91 0,88 1,38 1,38 86,48%CSNAA52 CSNA ON 0,79 0,79 1,2 1,2 66,66%CSNAA54 CSNA ON 0,7 0,7 0,93 0,93 66,07%CSNAA66 CSNA ON 0,16 0,16 0,24 0,24 500,00%CSNAA68 CSNA ON 0,16 0,16 0,16 0,16 220,00%CSNAA7 CSNA ON 0,05 0,05 0,14 0,14 366,66%CSNAA72 CSNA ON 0,04 0,04 0,04 0,04 33,33%CSNAA74 CSNA ON 0,07 0,07 0,07 0,07 250,00%CSNAA8 CSNA ON 0,02 0,02 0,02 0,02 100,00%CSNAA56 CSNA FM ON 0,46 0,44 0,85 0,83 93,02%CSNAA58 CSNA FM ON 0,34 0,33 0,63 0,63 162,50%CSNAA6 CSNA FM ON 0,23 0,23 0,6 0,58 132,00%CSNAA62 CSNA FM ON 0,18 0,18 0,41 0,38 192,30%CSNAA64 CSNA FM ON 0,15 0,15 0,31 0,3 650,00%CYREA11 CYRE FM ON NM 0,44 0,44 0,5 0,49 11,36%CYREA12 CYRE FM ON NM 0,13 0,11 0,13 0,11 10,00%CYREA40 CYRE FM ON NM 0,92 0,78 0,93 0,87 4,81%CYREA41 CYRE FM ON NM 0,25 0,25 0,25 0,25 38,88%CYREA42 CYRE FM ON NM 0,05 0,04 0,05 0,04 0EMBRA24 EMBR /EJ ON NM 1,32 1,32 1,32 1,32 85,91%EMBRA25 EMBR /EJ ON NM 0,52 0,52 0,52 0,52 /0,00%ESTCA54 ESTC ON NM 1,47 1,34 1,47 1,34 44,08%FIBRA32 FIBR ON NM 1 1 1 1 -36,30%FIBRA33 FIBR ON NM 0,75 0,75 0,75 0,75 66,66%GGBRA11 GGBR PN N1 0,05 0,05 0,07 0,07 16,66%GGBRA9 GGBR PN N1 0,75 0,75 0,92 0,92 27,77%GGBRA92 GGBR PN N1 0,57 0,57 0,57 0,57 -18,57%GGBRA10 GGBR FM PN N1 0,18 0,16 0,24 0,22 46,66%GGBRA94 GGBR FM PN N1 0,53 0,46 0,67 0,67 26,41%GGBRA96 GGBR FM PN N1 0,38 0,38 0,55 0,55 52,77%GGBRA98 GGBR FM PN N1 0,31 0,31 0,43 0,41 32,25%GGBRA60 GGBRE PN N1 0,23 0,23 0,3 0,3 20,00%ITSAA10 ITSA /EJ PN N1 0,07 0,07 0,08 0,08 -11,11%ITSAA11 ITSA /EJ PN N1 0,04 0,03 0,04 0,03 -57,14%ITSAA94 ITSA /EJ PN N1 0,47 0,47 0,47 0,47 23,68%ITSAA98 ITSA /EJ PN N1 0,23 0,23 0,24 0,24 9,09%ITUBA33 ITUB PN N1 2 2 2 2 -12,28%ITUBA41 ITUB PN N1 0,05 0,05 0,05 0,05 66,66%ITUBA79 ITUB PN N1 5,7 5,53 5,81 5,81 8,59%ITUBA89 ITUB PN N1 0,13 0,13 0,15 0,15 -6,25%ITUBA90 ITUB PN N1 0,07 0,06 0,08 0,07 0ITUBA34 ITUB FM PN N1 1,6 1,31 1,68 1,67 4,37%ITUBA4 ITUB FM PN N1 0,81 0,67 0,85 0,84 1,20%ITUBA5 ITUB FM PN N1 0,48 0,41 0,5 0,44 -12,00%ITUBA64 ITUB FM PN N1 1,26 1,05 1,36 1,35 5,46%ITUBA98 ITUB FM PN N1 0,26 0,25 0,34 0,34 0ITUBA35 ITUBE PN N1 1,31 1,31 1,51 1,5 6,38%ITUBA36 ITUBE PN N1 0,75 0,55 0,75 0,73 -1,35%ITUBA38 ITUBE PN N1 0,24 0,2 0,24 0,22 22,22%ITUBA55 ITUBE PN N1 1 1 1,1 1,1 -5,17%ITUBA63 ITUBE PN N1 2,05 1,79 2,08 1,95 12,06%ITUBA65 ITUBE PN N1 0,85 0,75 0,95 0,95 3,26%ITUBA66 ITUBE PN N1 0,5 0,5 0,57 0,57 14,00%ITUBA67 ITUBE PN N1 0,26 0,26 0,3 0,3 15,38%ITUBA7 ITUBE PN N1 0,36 0,34 0,43 0,41 -4,65%JBSSA11 JBSS ON NM 0,69 0,69 0,7 0,7 /0,00%OIBRA1 OIBR /EG PN N1 0,79 0,65 0,79 0,67 -16,25%OIBRA11 OIBR /EG PN N1 0,36 0,35 0,36 0,35 -12,50%

OIBRA12 OIBR /EG PN N1 0,25 0,25 0,25 0,25 19,04%OIBRA13 OIBR /EG PN N1 0,17 0,13 0,17 0,13 18,18%OIBRA14 OIBR /EG PN N1 0,07 0,06 0,09 0,06 -14,28%OIBRA15 OIBR /EG PN N1 0,02 0,02 0,04 0,03 0OIBRA16 OIBR /EG PN N1 0,02 0,02 0,02 0,02 0OIBRA17 OIBR /EG PN N1 0,02 0,02 0,02 0,02 -80,00%OIBRA85 OIBR /EG PN N1 1,61 1,6 1,61 1,6 0OIBRA90 OIBR /EG PN N1 1,21 1,21 1,21 1,21 -7,63%OIBRA95 OIBR /EG PN N1 0,93 0,93 0,93 0,93 -9,70%PDGRA1 PDGR ON NM 0,03 0,02 0,03 0,02 0PDGRA75 PDGR FM ON NM 0,12 0,11 0,14 0,12 0PDGRA80 PDGR FM ON NM 0,09 0,08 0,1 0,08 0PDGRA85 PDGR FM ON NM 0,07 0,07 0,07 0,07 16,66%PDGRA90 PDGR FM ON NM 0,05 0,05 0,05 0,05 25,00%PETRA1 PETR PN 0,53 0,49 0,87 0,8 48,14%PETRA10 PETR PN 1,87 1,82 2,52 2,51 34,22%PETRA14 PETR PN 0,25 0,22 0,39 0,37 54,16%PETRA23 PETR PN 1,45 1,42 1,97 1,97 37,76%PETRA25 PETR PN 1,18 1,04 1,63 1,59 39,47%PETRA26 PETR PN 0,78 0,71 1,2 1,13 44,87%PETRA27 PETR PN 0,4 0,33 0,59 0,57 54,05%PETRA28 PETR PN 2,01 2 2,72 2,65 33,16%PETRA29 PETR PN 1,3 1,29 1,76 1,72 40,98%PETRA3 PETR PN 0,06 0,05 0,09 0,07 16,66%PETRA4 PETR PN 0,11 0,1 0,18 0,17 41,66%PETRA47 PETR PN 0,01 0,01 0,01 0,01 0PETRA5 PETR PN 0,02 0,01 0,02 0,02 0PETRA54 PETR PN 3,4 3,38 3,78 3,78 20,76%PETRA56 PETR PN 0,01 0,01 0,01 0,01 0PETRA62 PETR PN 0,01 0,01 0,02 0,01 0PETRA66 PETR PN 0,01 0,01 0,01 0,01 0PETRA69 PETR PN 0,03 0,02 0,04 0,03 0PETRA79 PETR PN 1,44 1,44 2,07 2,07 40,81%PETRA83 PETR PN 0,08 0,07 0,13 0,12 71,42%PETRA84 PETR PN 0,04 0,03 0,06 0,06 50,00%PETRA85 PETR PN 0,02 0,01 0,02 0,01 0PETRA92 PETR PN 0,2 0,15 0,26 0,25 56,25%PETRA12 PETRE PN 0,1 0,08 0,15 0,14 40,00%PETRA13 PETRE PN 0,05 0,04 0,07 0,07 40,00%PETRA15 PETRE PN 0,03 0,02 0,04 0,04 33,33%PETRA16 PETRE PN 0,01 0,01 0,02 0,01 0PETRA17 PETRE PN 0,01 0,01 0,01 0,01 0PETRA18 PETRE PN 0,01 0,01 0,01 0,01 0PETRA2 PETRE PN 5,54 5,54 6,02 6,02 13,15%PETRA46 PETRE PN 0,01 0,01 0,01 0,01 0PETRA78 PETRE PN 0,43 0,43 0,73 0,71 65,11%PETRA87 PETRE PN 0,65 0,6 0,99 0,97 53,96%PETRA89 PETRE PN 0,97 0,91 1,39 1,37 50,54%PETRA93 PETRE PN 0,2 0,19 0,31 0,3 57,89%USIMA48 USIM PNA N1 0,72 0,72 0,73 0,73 28,07%USIMA6 USIM PNA N1 0,1 0,08 0,12 0,11 22,22%USIMA5 USIM FM PNA N1 0,48 0,44 0,57 0,52 10,63%USIMA52 USIM FM PNA N1 0,37 0,35 0,41 0,39 8,33%USIMA54 USIM FM PNA N1 0,24 0,24 0,31 0,28 3,70%USIMA56 USIM FM PNA N1 0,18 0,18 0,22 0,2 0USIMA58 USIM FM PNA N1 0,12 0,12 0,14 0,14 7,69%VALEA13 VALE PNA N1 5,43 5,43 6,14 6,12 12,50%VALEA15 VALE PNA N1 2,99 2,99 3,72 3,68 23,07%VALEA17 VALE PNA N1 1,79 1,79 2,77 2,75 30,95%VALEA18 VALE PNA N1 1,23 1,05 1,89 1,85 41,22%VALEA20 VALE PNA N1 0,23 0,21 0,53 0,52 73,33%VALEA28 VALE PNA N1 0,01 0,01 0,01 0,01 0VALEA43 VALE PNA N1 4,95 4,95 5,67 5,64 14,63%VALEA44 VALE PNA N1 3,69 3,69 4,68 4,65 14,81%VALEA45 VALE PNA N1 4,45 4,3 5,18 5,15 17,04%VALEA46 VALE PNA N1 3,2 3,2 4,18 4,18 19,08%VALEA47 VALE PNA N1 2,22 2,22 3,23 3,2 22,60%VALEA48 VALE PNA N1 1,36 1,36 2,45 2,45 44,97%VALEA49 VALE PNA N1 0,88 0,8 1,49 1,49 61,95%VALEA50 VALE PNA N1 0,42 0,33 0,8 0,79 68,08%VALEA51 VALE PNA N1 0,16 0,13 0,34 0,33 73,68%VALEA52 VALE PNA N1 0,07 0,05 0,14 0,13 62,50%VALEA64 VALE PNA N1 0,04 0,03 0,08 0,08 60,00%VALEA66 VALE PNA N1 0,03 0,02 0,06 0,05 25,00%VALEA67 VALE PNA N1 0,02 0,01 0,04 0,04 33,33%VALEA68 VALE PNA N1 0,02 0,01 0,03 0,03 50,00%VALEA69 VALE PNA N1 0,01 0,01 0,02 0,02 0VALEA70 VALE PNA N1 0,01 0,01 0,01 0,01 0VALEA71 VALE PNA N1 0,01 0,01 0,01 0,01 0VALEA72 VALE PNA N1 0,56 0,56 1,11 1,09 81,66%VALEA73 VALE PNA N1 0,07 0,07 0,22 0,22 69,23%VALEA19 VALEE PNA N1 0,52 0,35 0,94 0,94 62,06%VALEA53 VALEE PNA N1 0,03 0,02 0,05 0,05 66,66%VALEA55 VALEE PNA N1 0,01 0,01 0,01 0,01 0VALEA63 VALEE PNA N1 0,06 0,04 0,1 0,1 42,85%VALEA65 VALEE PNA N1 0,03 0,02 0,06 0,06 50,00%VALEA80 VALEE PNA N1 8,68 8,68 9,39 9,36 9,85%VLIDA41 VLID /EDJ ON NM 1,65 1,65 1,65 1,65 312,50%VLIDA43 VLID /EDJ ON NM 0,62 0,62 0,74 0,62 /0,00% Cotação unitária - Opções de Compra - Fevereiro - 2015 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.ABEVB16 ABEV FM ON 0,84 0,74 0,84 0,81 8,00%ABEVB17 ABEV FM ON 0,32 0,32 0,32 0,32 23,07%ABEVB36 ABEV FM ON 0,54 0,5 0,54 0,5 4,16%ABEVB86 ABEV FM ON 1,2 1,11 1,21 1,17 2,63%BBASB23 BBAS /EJ ON NM 2,97 2,97 3,01 3,01 -0,66%BBASB29 BBAS /EJ ON NM 0,25 0,25 0,3 0,28 -20,00%BBASB30 BBAS /EJ ON NM 0,2 0,16 0,2 0,17 112,50%BBASB24 BBAS FM/EJ ON NM 2,4 2,1 2,49 2,23 -4,70%BBASB25 BBAS FM/EJ ON NM 1,67 1,54 1,85 1,64 -1,79%BBASB26 BBAS FM/EJ ON NM 1,17 1,04 1,31 1,17 -2,50%BBASB27 BBAS FM/EJ ON NM 0,81 0,7 0,9 0,78 -4,87%BBASB28 BBAS FM/EJ ON NM 0,53 0,45 0,6 0,48 0BBDCB29 BBDC /EJ PN N1 7,1 7,1 7,1 7,1 18,33%BBDCB34 BBDC /EJ PN N1 2,52 2,52 2,91 2,91 4,67%BBDCB39 BBDC /EJ PN N1 0,68 0,62 0,68 0,64 28,00%BBDCB35 BBDC FM/EJ PN N1 2,19 1,94 2,4 2,4 9,09%BBDCB36 BBDC FM/EJ PN N1 1,64 1,45 1,82 1,8 5,88%BBDCB37 BBDC FM/EJ PN N1 1,21 1,09 1,39 1,39 13,00%BBDCB38 BBDC FM/EJ PN N1 0,88 0,77 0,98 0,98 6,52%BOVAB47 BOVA FM CI 3,23 3,23 3,62 3,58 16,99%BOVAB48 BOVA FM CI 2,55 2,54 2,92 2,92 28,63%BOVAB49 BOVA FM CI 1,94 1,93 1,99 1,99 29,22%BOVAB50 BOVA FM CI 1,43 1,43 1,81 1,81 61,60%BOVAB51 BOVA FM CI 1,01 1 1,44 1,43 44,44%BRFSB63 BRFS FM ON NM 2,89 2,89 3,17 3,17 12,41%BRFSB64 BRFS FM ON NM 2,36 2,36 2,36 2,36 3,50%BRKMB19 BRKM PNA N1 0,2 0,2 0,2 0,2 5,26%BVMFB11 BVMF ON NM 0,16 0,16 0,19 0,18 28,57%BVMFB9 BVMF ON NM 1,2 1,2 1,2 1,2 21,21%BVMFB1 BVMF FM ON NM 0,42 0,42 0,42 0,42 35,48%BVMFB10 BVMF FM ON NM 0,46 0,46 0,55 0,51 18,60%BVMFB94 BVMF FM ON NM 0,77 0,77 0,89 0,86 24,63%BVMFB96 BVMF FM ON NM 0,68 0,67 0,8 0,74 23,33%BVMFB98 BVMF FM ON NM 0,56 0,56 0,62 0,62 14,81%BVMFB97 BVMFE ON NM 0,64 0,64 0,69 0,69 18,96%CIELB40 CIEL FM ON NM 2,63 2,63 2,63 2,63 5,20%CIELB43 CIEL FM ON NM 0,99 0,92 0,99 0,92 -8,91%CIELB44 CIEL FM ON NM 0,62 0,62 0,62 0,62 -7,46%CSNAB52 CSNA ON 0,8 0,8 0,8 0,8 21,21%CSNAB68 CSNA ON 0,19 0,19 0,19 0,19 /0,00%CSNAB7 CSNA ON 0,1 0,1 0,23 0,23 187,50%CSNAB56 CSNA FM ON 0,56 0,56 0,98 0,98 88,46%CSNAB58 CSNA FM ON 0,45 0,45 0,83 0,83 102,43%CSNAB6 CSNA FM ON 0,33 0,33 0,65 0,64 106,45%CSNAB62 CSNA FM ON 0,42 0,42 0,46 0,46 84,00%CSNAB64 CSNA FM ON 0,24 0,24 0,46 0,46 /0,00%CYREB11 CYRE FM ON NM 0,64 0,64 0,64 0,64 3,22%CYREB40 CYRE FM ON NM 0,98 0,97 0,98 0,97 1,04%EQTLB28 EQTL /EJ ON NM 0,59 0,59 0,59 0,59 -4,83%GGBRB11 GGBR PN N1 0,21 0,21 0,21 0,21 5,00%GGBRB10 GGBR FM PN N1 0,4 0,4 0,45 0,45 25,00%GGBRB40 GGBR FM PN N1 0,24 0,24 0,27 0,27 3,84%GGBRB96 GGBR FM PN N1 0,55 0,55 0,69 0,69 23,21%GGBRB98 GGBR FM PN N1 0,45 0,45 0,47 0,45 -18,18%GGBRB50 GGBRE PN N1 0,22 0,22 0,26 0,26 /0,00%ITSAB96 ITSA /EJ PN N1 0,48 0,48 0,48 0,48 6,66%ITUBB79 ITUB PN N1 0,38 0,34 0,43 0,39 30,00%ITUBB68 ITUB FM PN N1 2,55 2,34 2,69 2,63 0,38%ITUBB72 ITUB FM PN N1 1,98 1,83 2,11 2,09 2,95%ITUBB76 ITUB FM PN N1 1,24 1,12 1,32 1,32 3,93%ITUBB77 ITUB FM PN N1 0,86 0,8 0,89 0,85 -3,40%ITUBB78 ITUB FM PN N1 0,59 0,5 0,59 0,54 -11,47%ITUBB66 ITUBE PN N1 6,5 6,5 6,5 6,5 8,33%OIBRB13 OIBR /EG PN N1 0,29 0,26 0,31 0,31 -48,33%OIBRB14 OIBR /EG PN N1 0,18 0,18 0,2 0,2 -75,00%OIBRB5 OIBR /EG PN N1 0,11 0,11 0,11 0,11 /0,00%PDGRB85 PDGR FM ON NM 0,1 0,1 0,1 0,1 42,85%PDGRB90 PDGR FM ON NM 0,07 0,07 0,07 0,07 40,00%PETRB10 PETR PN 1,1 0,95 1,47 1,39 39,00%PETRB12 PETR PN 0,58 0,57 0,92 0,85 46,55%PETRB13 PETR PN 2,74 2,74 2,74 2,74 17,09%PETRB14 PETR PN 0,12 0,12 0,17 0,17 41,66%PETRB18 PETR PN 0,03 0,03 0,03 0,03 0PETRB19 PETR PN 0,02 0,02 0,03 0,03 0PETRB21 PETR PN 0,01 0,01 0,02 0,02 0PETRB48 PETR PN 0,03 0,03 0,03 0,03 0PETRB5 PETR PN 0,16 0,15 0,22 0,21 40,00%PETRB61 PETR PN 1,66 1,66 1,84 1,8 38,46%PETRB62 PETR PN 0,5 0,49 0,67 0,66 46,66%PETRB63 PETR PN 0,28 0,27 0,38 0,37 48,00%PETRB64 PETR PN 0,2 0,2 0,28 0,28 47,36%PETRB65 PETR PN 0,06 0,06 0,07 0,07 40,00%PETRB66 PETR PN 0,04 0,04 0,04 0,04 -33,33%PETRB69 PETR PN 0,02 0,02 0,02 0,02 0PETRB7 PETR PN 0,05 0,05 0,06 0,06 0PETRB70 PETR PN 0,86 0,86 1,19 1,12 45,45%PETRB72 PETR PN 0,33 0,32 0,5 0,49 44,11%PETRB74 PETR PN 0,1 0,1 0,13 0,13 44,44%PETRB75 PETR PN 0,08 0,08 0,08 0,08 0PETRB9 PETR PN 0,02 0,02 0,02 0,02 0PETRB3 PETRE PN 0,29 0,29 0,44 0,43 30,30%PETRB54 PETRE PN 0,17 0,17 0,24 0,24 41,17%PETRB58 PETRE PN 0,43 0,43 0,58 0,58 52,63%PETRB59 PETRE PN 0,74 0,74 1,04 1 92,30%PETRB6 PETRE PN 0,07 0,07 0,08 0,08 33,33%PETRB60 PETRE PN 4,84 4,79 4,92 4,79 8,61%PETRB67 PETRE PN 1,99 1,99 1,99 1,99 37,24%PETRB68 PETRE PN 1,9 1,88 2,38 2,38 28,64%PETRB77 PETRE PN 1,47 1,45 1,58 1,58 37,39%PETRB93 PETRE PN 0,24 0,24 0,33 0,31 63,15%PETRB94 PETRE PN 0,15 0,15 0,19 0,19 46,15%

Continua...

FINANÇAS

Bovespa

15

Pregão

Movimento do Pregão

+1,53+3,63

18/12/2014 19/12/2014 22/12/2014 23/12/201417/12/2014

-0,45

+0,95+2,38

BELO HORIZONTE, QUARTA-FEIRA, 24, A SEGUNDA-FEIRA, 29 DE DEZEMBRO DE 2014

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou o pregão regular de ontem em alta de +1,53% ao marcar 50.889,81 pontos, Máxi-ma de +1,53% (50.890), Mínima de -0,61% (49.815) com volume financeiro de R$ 4,58 bilhões. As maiores altas foram ROSSI RE-SID ON, SID NACIONAL ON, GAFISA ON, PETROBRAS PN e PETROBRAS ON. As maiores baixas foram GOL PN, CIA HERING ON, BR PROPERT ON, MARCO-POLO PN e LOCALIZA ON.

VALEA26 VALE PNA N1 0,77 0,77 0,82 0,82 17,14%VALEA27 VALE PNA N1 0,63 0,63 0,84 0,69 15,00% Cotação unitária - Opções de Compra - Fevereiro - 2016 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.PETRB25 PETR PN 2,78 2,78 3,5 3,38 /0,00%PETRB32 PETR PN 2,33 2,33 2,33 2,33 /0,00%PETRB33 PETR PN 2,15 2,15 2,15 2,15 /0,00%PETRB34 PETR PN 1,93 1,93 1,93 1,93 /0,00%PETRB35 PETR PN 1,66 1,66 2,35 2,35 /0,00%PETRB37 PETR PN 1,8 1,8 1,98 1,98 25,31%PETRB28 PETRE PN 2,63 2,6 3,51 3,51 /0,00%VALEB71 VALE PNA N1 2,5 2,36 2,5 2,5 12,10%VALEB72 VALE PNA N1 2,1 2,1 2,1 2,1 /0,00% Cotação unitária - Opções de Compra - Agosto - 2015 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.VALEH27 VALE PNA N1 0,21 0,21 0,23 0,23 /0,00% Cotação unitária - Opções de Venda - Janeiro - 2015 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.ABEVM46 ABEVE ON 0,23 0,23 0,23 0,23 -11,53%ABEVM45 ABEVE FM ON 0,08 0,07 0,09 0,09 -35,71%ABEVM56 ABEVE FM ON 0,34 0,33 0,38 0,37 -13,95%ABEVM65 ABEVE FM ON 0,19 0,15 0,2 0,17 -15,00%ABEVM77 ABEVE FM ON 0,62 0,55 0,69 0,56 -48,62%BBASM21 BBASE /EJ ON NM 0,13 0,12 0,13 0,13 -13,33%BBASM22 BBASE /EJ ON NM 0,17 0,14 0,19 0,16 -15,78%BBASM24 BBASE /EJ ON NM 0,53 0,46 0,53 0,46 -2,12%BBASM27 BBASE /EJ ON NM 2,12 2,12 2,35 2,22 -3,47%BBASM28 BBASE /EJ ON NM 2,65 2,65 2,65 2,65 -24,28%BBASM52 BBASE /EJ ON NM 0,24 0,19 0,24 0,19 -17,39%BBASM55 BBASE /EJ ON NM 1,19 1,15 1,33 1,23 -6,10%BBASM56 BBASE /EJ ON NM 1,77 1,77 1,91 1,84 -22,03%BBASM62 BBASE /EJ ON NM 0,3 0,26 0,3 0,26 -10,34%BBASM64 BBASE /EJ ON NM 0,76 0,65 0,84 0,74 -21,27%BBASM23 BBASE FM/EJ ON NM 0,37 0,3 0,38 0,33 -23,25%BBASM25 BBASE FM/EJ ON NM 0,96 0,83 1,08 0,91 -12,50%BBASM26 BBASE FM/EJ ON NM 1,49 1,33 1,67 1,52 -5,00%BBASM54 BBASE FM/EJ ON NM 0,59 0,56 0,65 0,58 -13,43%BBDCM34 BBDCE /EJ PN N1 0,52 0,42 0,52 0,42 -10,63%BBDCM35 BBDCE /EJ PN N1 0,78 0,74 0,84 0,84 12,00%BBDCM36 BBDCE /EJ PN N1 1,17 1 1,34 1 -11,50%BBDCM37 BBDCE /EJ PN N1 1,57 1,57 1,59 1,59 -23,55%BBDCM38 BBDCE /EJ PN N1 2,4 2,4 2,4 2,4 -47,82%BBDCM73 BBDCE /EJ PN N1 0,35 0,27 0,35 0,27 -12,90%BBDCM64 BBDCE FM/EJ PN N1 0,61 0,57 0,68 0,57 -13,63%BBDCM94 BBDCE FM/EJ PN N1 1,03 0,87 1,24 0,87 -43,87%BBDCM96 BBDCE FM/EJ PN N1 1,29 1,07 1,53 1,07 -18,32%BOVAM52 BOVAE CI 3,2 3,2 3,2 3,2 32,78%BOVAM46 BOVAE FM CI 0,33 0,33 0,33 0,33 -31,25%BOVAM48 BOVAE FM CI 0,87 0,72 0,87 0,72 -37,93%BOVAM49 BOVAE FM CI 1,26 1,08 1,27 1,09 -21,01%BRFSM62 BRFSE FM ON NM 1 1 1 1 14,94%BRFSM63 BRFSE FM ON NM 1,5 1,21 1,5 1,38 6,97%BRFSM64 BRFSE FM ON NM 1,84 1,52 1,86 1,86 -3,62%BRFSM65 BRFSE FM ON NM 2,4 2,03 2,43 2,43 8,96%BVMFM1 BVMFE ON NM 0,47 0,39 0,48 0,41 -28,07%BVMFM11 BVMFE ON NM 1,11 0,92 1,11 0,92 -21,36%BVMFM40 BVMFE ON NM 0,69 0,69 0,69 0,69 -40,00%BVMFM89 BVMFE ON NM 0,05 0,04 0,05 0,04 -60,00%BVMFM90 BVMFE ON NM 0,09 0,09 0,09 0,09 -43,75%BVMFM10 BVMFE FM ON NM 0,36 0,26 0,36 0,29 -35,55%BVMFM94 BVMFE FM ON NM 0,14 0,1 0,14 0,1 -41,17%BVMFM96 BVMFE FM ON NM 0,2 0,15 0,2 0,15 -42,30%BVMFM98 BVMFE FM ON NM 0,28 0,21 0,29 0,21 -40,00%CIELM10 CIELE FM ON NM 1,46 1,46 1,46 1,46 12,30%CIELM11 CIELE FM ON NM 1,03 1,03 1,03 1,03 -7,20%CIELM92 CIELE FM ON NM 2,36 2,28 2,43 2,37 -2,86%CSNAM45 CSNAE ON 0,02 0,02 0,02 0,02 -84,61%CSNAM5 CSNAE ON 0,06 0,03 0,06 0,03 -50,00%CSNAM52 CSNAE ON 0,08 0,04 0,08 0,04 -60,00%CSNAM7 CSNAE ON 0,9 0,9 0,9 0,9 -35,71%CSNAM54 CSNAE FM ON 0,1 0,1 0,1 0,1 -33,33%CSNAM56 CSNAE FM ON 0,21 0,08 0,21 0,08 -68,00%CSNAM58 CSNAE FM ON 0,19 0,11 0,19 0,11 -64,51%CSNAM6 CSNAE FM ON 0,39 0,19 0,39 0,19 -82,72%CYREM10 CYREE FM ON NM 0,05 0,04 0,05 0,04 -50,00%CYREM11 CYREE FM ON NM 0,25 0,25 0,26 0,26 -25,71%CYREM40 CYREE FM ON NM 0,09 0,09 0,11 0,1 -28,57%CYREM41 CYREE FM ON NM 0,56 0,49 0,56 0,49 -15,51%GGBRM16 GGBRE PN N1 6 6 6 6 0GGBRM60 GGBRE PN N1 0,54 0,54 0,54 0,54 -32,50%GGBRM88 GGBRE PN N1 0,1 0,1 0,1 0,1 -44,44%GGBRM92 GGBRE FM PN N1 0,27 0,21 0,27 0,21 -27,58%GGBRM94 GGBRE FM PN N1 0,35 0,35 0,35 0,35 -5,40%GGBRM96 GGBRE FM PN N1 0,45 0,45 0,48 0,48 -5,88%GGBRM98 GGBRE FM PN N1 0,6 0,37 0,6 0,4 -32,20%ITSAM1 ITSAE /EJ PN N1 0,58 0,51 0,59 0,59 -9,23%ITSAM10 ITSAE /EJ PN N1 0,79 0,79 0,88 0,88 17,33%ITSAM9 ITSAE /EJ PN N1 0,11 0,1 0,11 0,1 -37,50%ITSAM94 ITSAE /EJ PN N1 0,21 0,21 0,21 0,21 -34,37%ITSAM96 ITSAE /EJ PN N1 0,28 0,28 0,3 0,3 -6,25%ITUBM30 ITUBE PN N1 0,11 0,11 0,11 0,11 -45,00%

ITUBM32 ITUBE PN N1 0,19 0,19 0,19 0,19 -32,14%ITUBM33 ITUBE PN N1 0,43 0,42 0,43 0,42 -46,15%ITUBM34 ITUBE PN N1 0,8 0,8 0,93 0,93 -19,13%ITUBM35 ITUBE PN N1 0,79 0,79 0,79 0,79 -32,47%ITUBM36 ITUBE PN N1 1,64 1,64 1,64 1,64 -25,45%ITUBM52 ITUBE PN N1 0,23 0,2 0,23 0,2 -41,17%ITUBM55 ITUBE PN N1 1,25 1,02 1,25 1,02 -11,30%ITUBM61 ITUBE PN N1 0,2 0,17 0,2 0,17 -29,16%ITUBM65 ITUBE PN N1 1,38 1,35 1,46 1,35 -21,51%ITUBM66 ITUBE PN N1 2,12 1,97 2,12 1,97 -15,81%ITUBM80 ITUBE PN N1 0,11 0,08 0,11 0,08 -55,55%ITUBM87 ITUBE PN N1 0,45 0,43 0,45 0,43 -28,33%ITUBM4 ITUBE FM PN N1 1,5 1,35 1,76 1,38 -26,59%ITUBM62 ITUBE FM PN N1 0,34 0,31 0,34 0,32 -23,80%ITUBM63 ITUBE FM PN N1 0,58 0,51 0,61 0,52 -5,45%ITUBM64 ITUBE FM PN N1 0,99 0,88 1,18 0,93 -6,06%PDGRM75 PDGRE FM ON NM 0,04 0,02 0,04 0,03 -25,00%PDGRM80 PDGRE FM ON NM 0,06 0,04 0,06 0,04 -42,85%PDGRM90 PDGRE FM ON NM 0,11 0,11 0,11 0,11 -15,38%PETRM1 PETRE PN 0,87 0,48 0,87 0,49 -43,02%PETRM10 PETRE PN 0,17 0,11 0,2 0,12 -40,00%PETRM12 PETRE PN 2,6 2,02 2,6 2,05 -22,93%PETRM13 PETRE PN 3,37 3,17 3,37 3,2 -16,66%PETRM14 PETRE PN 1,49 0,98 1,49 1,07 -31,41%PETRM15 PETRE PN 4,15 3,95 4,15 3,95 -17,70%PETRM16 PETRE PN 5,1 4,91 5,1 4,91 -12,78%PETRM2 PETRE PN 0,01 0,01 0,02 0,02 0PETRM23 PETRE PN 0,3 0,16 0,3 0,17 -41,37%PETRM25 PETRE PN 0,33 0,2 0,4 0,22 -42,10%PETRM26 PETRE PN 0,6 0,32 0,6 0,35 -41,66%PETRM27 PETRE PN 1,12 0,7 1,12 0,75 -37,50%PETRM28 PETRE PN 0,19 0,09 0,19 0,09 -43,75%PETRM29 PETRE PN 0,33 0,18 0,33 0,2 -42,85%PETRM3 PETRE PN 3,1 2,75 3,1 2,75 -20,97%PETRM39 PETRE PN 0,06 0,05 0,06 0,05 -28,57%PETRM4 PETRE PN 2,49 1,83 2,49 1,83 -26,80%PETRM45 PETRE PN 0,14 0,1 0,14 0,1 -33,33%PETRM5 PETRE PN 4,9 4,7 4,9 4,7 -18,68%PETRM51 PETRE PN 0,09 0,06 0,09 0,06 -40,00%PETRM54 PETRE PN 0,05 0,04 0,05 0,04 -50,00%PETRM78 PETRE PN 0,93 0,58 0,93 0,62 -42,05%PETRM79 PETRE PN 0,24 0,15 0,25 0,16 -40,74%PETRM81 PETRE PN 0,1 0,08 0,11 0,09 -50,00%PETRM87 PETRE PN 0,65 0,4 0,67 0,42 -44,00%PETRM89 PETRE PN 0,51 0,27 0,51 0,27 -46,00%PETRM92 PETRE PN 2 1,37 2 1,42 -36,60%PETRM93 PETRE PN 1,67 1,17 1,7 1,24 -42,59%USIMM45 USIME PNA N1 0,05 0,05 0,05 0,05 -37,50%USIMM48 USIME PNA N1 0,13 0,1 0,13 0,1 -33,33%USIMM6 USIME PNA N1 0,83 0,83 0,83 0,83 -38,97%USIMM5 USIME FM PNA N1 0,18 0,18 0,19 0,19 0VALEM13 VALEE PNA N1 0,01 0,01 0,01 0,01 0VALEM15 VALEE PNA N1 0,06 0,04 0,07 0,04 -50,00%VALEM17 VALEE PNA N1 0,18 0,08 0,19 0,09 -40,00%VALEM18 VALEE PNA N1 0,4 0,18 0,45 0,19 -45,71%VALEM19 VALEE PNA N1 0,86 0,47 0,86 0,53 -36,90%VALEM20 VALEE PNA N1 1,37 0,81 1,37 0,85 -35,60%VALEM43 VALEE PNA N1 0,01 0,01 0,01 0,01 0VALEM44 VALEE PNA N1 0,05 0,02 0,05 0,02 -33,33%VALEM45 VALEE PNA N1 0,05 0,01 0,05 0,01 0VALEM46 VALEE PNA N1 0,08 0,03 0,08 0,03 -40,00%VALEM47 VALEE PNA N1 0,11 0,05 0,11 0,05 -50,00%VALEM48 VALEE PNA N1 0,27 0,12 0,29 0,12 -50,00%VALEM49 VALEE PNA N1 0,62 0,26 0,64 0,28 -44,00%VALEM50 VALEE PNA N1 0,93 0,57 1,06 0,61 -40,19%VALEM51 VALEE PNA N1 1,72 1,11 1,81 1,16 -30,95%VALEM52 VALEE PNA N1 2,34 1,9 2,35 1,95 -30,35%VALEM53 VALEE PNA N1 3,75 3,35 3,75 3,37 -13,81%VALEM58 VALEE PNA N1 7,5 7,5 7,5 7,5 -24,24%VALEM63 VALEE PNA N1 2,78 2,78 2,78 2,78 -0,71%VALEM64 VALEE PNA N1 3,02 2,7 3,02 2,7 -9,39%VALEM65 VALEE PNA N1 3,26 3,26 3,26 3,26 -43,69%VALEM66 VALEE PNA N1 3,51 3,03 3,51 3,03 -14,40%VALEM67 VALEE PNA N1 3,99 3,99 3,99 3,99 -39,81%VALEM68 VALEE PNA N1 4,48 3,82 4,48 3,82 -15,48%VALEM72 VALEE PNA N1 0,93 0,39 0,93 0,42 -40,84%VALEM73 VALEE PNA N1 2,16 1,54 2,16 1,54 -26,31% Cotação unitária - Opções de Venda - Fevereiro - 2015 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.ABEVN46 ABEVE FM ON 0,4 0,4 0,45 0,45 -15,09%ABEVN56 ABEVE FM ON 0,26 0,26 0,26 0,26 -31,57%ABEVN57 ABEVE FM ON 0,63 0,63 0,76 0,68 /0,00%ABEVN86 ABEVE FM ON 0,2 0,2 0,2 0,2 -33,33%BBASN27 BBASE /EJ ON NM 2,34 2,34 2,34 2,34 -6,40%BBASN23 BBASE FM/EJ ON NM 0,58 0,55 0,67 0,58 -12,12%BBASN24 BBASE FM/EJ ON NM 0,93 0,82 0,97 0,85 -3,40%BBASN25 BBASE FM/EJ ON NM 1,24 1,14 1,37 1,24 -6,76%BBASN26 BBASE FM/EJ ON NM 1,72 1,58 1,9 1,74 -0,57%BBDCN32 BBDCE /EJ PN N1 0,47 0,42 0,48 0,42 -20,75%BBDCN33 BBDCE FM/EJ PN N1 0,7 0,59 0,77 0,59 -37,89%BBDCN34 BBDCE FM/EJ PN N1 0,99 0,87 1,09 0,93 -22,50%BBDCN35 BBDCE FM/EJ PN N1 1,38 1,17 1,5 1,17 -12,68%BBDCN36 BBDCE FM/EJ PN N1 1,84 1,59 2,02 1,6 -21,56%BOVAN46 BOVAE FM CI 0,6 0,56 0,64 0,56 -36,36%BOVAN47 BOVAE FM CI 0,86 0,86 0,89 0,89 -25,21%

BOVAN48 BOVAE FM CI 1,14 1,06 1,16 1,06 -32,91%BOVAN49 BOVAE FM CI 1,54 1,42 1,58 1,42 -27,17%BRFSN64 BRFSE FM ON NM 2,24 2,24 2,24 2,24 -4,68%BRFSN65 BRFSE FM ON NM 2,75 2,49 2,76 2,49 -13,24%BRMLN46 BRMLE ON NM 0,87 0,87 0,87 0,87 /0,00%BVMFN9 BVMFE ON NM 0,19 0,19 0,19 0,19 -13,63%BVMFN98 BVMFE ON NM 0,4 0,4 0,42 0,42 -17,64%BVMFN10 BVMFE FM ON NM 0,54 0,45 0,54 0,46 -20,68%BVMFN94 BVMFE FM ON NM 0,3 0,24 0,3 0,24 -29,41%BVMFN96 BVMFE FM ON NM 0,37 0,37 0,37 0,37 -7,50%BVMFN97 BVMFE FM ON NM 0,34 0,34 0,34 0,34 -29,16%CSNAN54 CSNAE FM ON 0,09 0,09 0,09 0,09 -60,86%CSNAN56 CSNAE FM ON 0,15 0,14 0,15 0,14 -51,72%CSNAN58 CSNAE FM ON 0,2 0,2 0,2 0,2 -51,21%CSNAN6 CSNAE FM ON 0,37 0,26 0,37 0,27 -49,05%CYREN40 CYREE FM ON NM 0,25 0,23 0,26 0,24 -42,85%CYREN41 CYREE FM ON NM 0,65 0,65 0,65 0,65 -32,98%EQTLN27 EQTLE /EJ ON NM 0,51 0,51 0,52 0,52 -7,14%GGBRN96 GGBRE FM PN N1 0,58 0,42 0,58 0,42 -20,75%GGBRN98 GGBRE FM PN N1 0,61 0,61 0,61 0,61 -12,85%HGTXN21 HGTXE /EJ ON NM 1,08 1,08 1,08 1,08 /0,00%ITUBN31 ITUBE PN N1 0,34 0,32 0,35 0,32 -21,95%ITUBN71 ITUBE PN N1 1,17 1,17 1,17 1,17 -22,00%ITUBN96 ITUBE PN N1 0,64 0,64 0,64 0,64 /0,00%ITUBN69 ITUBE FM PN N1 1,05 1,03 1,12 1,03 -2,83%ITUBN73 ITUBE FM PN N1 1,42 1,36 1,57 1,36 -1,44%ITUBN76 ITUBE FM PN N1 2,06 1,87 2,25 1,97 -28,88%LRENN77 LRENE /EJ ON NM 3,67 3,67 3,67 3,67 /0,00%PDGRN75 PDGRE FM ON NM 0,06 0,06 0,06 0,06 20,00%PDGRN80 PDGRE FM ON NM 0,08 0,08 0,08 0,08 -11,11%PDGRN85 PDGRE FM ON NM 0,11 0,08 0,11 0,08 -33,33%PETRN1 PETRE PN 0,29 0,23 0,29 0,23 -42,50%PETRN10 PETRE PN 0,74 0,53 0,74 0,54 -31,64%PETRN11 PETRE PN 0,25 0,2 0,25 0,2 -45,94%PETRN12 PETRE PN 1,25 0,95 1,25 1 -27,00%PETRN13 PETRE PN 0,22 0,2 0,23 0,2 -37,50%PETRN15 PETRE PN 0,21 0,18 0,22 0,18 -35,71%PETRN16 PETRE PN 0,17 0,14 0,17 0,14 -36,36%PETRN17 PETRE PN 0,15 0,14 0,15 0,14 -12,50%PETRN3 PETRE PN 1,93 1,77 1,99 1,8 -50,27%PETRN31 PETRE PN 20,21 20,21 20,21 20,21 -1,41%PETRN58 PETRE PN 1,56 1,41 1,61 1,44 -27,27%PETRN59 PETRE PN 0,96 0,82 0,99 0,85 -30,89%PETRN61 PETRE PN 0,48 0,38 0,49 0,4 -32,20%PETRN62 PETRE PN 1,4 1,23 1,44 1,28 -30,81%PETRN63 PETRE PN 2,25 2,13 2,25 2,17 -32,60%PETRN67 PETRE PN 0,33 0,3 0,36 0,3 -31,81%PETRN68 PETRE PN 0,33 0,26 0,33 0,26 -29,72%PETRN70 PETRE PN 0,89 0,72 0,9 0,75 -30,55%PETRN72 PETRE PN 1,74 1,59 1,8 1,62 -28,63%PETRN77 PETRE PN 0,57 0,46 0,6 0,48 -29,41%VALEN13 VALEE PNA N1 0,02 0,02 0,03 0,03 -57,14%VALEN14 VALEE PNA N1 0,07 0,07 0,07 0,07 -22,22%VALEN15 VALEE PNA N1 0,05 0,05 0,05 0,05 -16,66%VALEN16 VALEE PNA N1 0,11 0,08 0,11 0,09 -25,00%VALEN17 VALEE PNA N1 0,2 0,15 0,2 0,15 -31,81%VALEN18 VALEE PNA N1 0,38 0,26 0,43 0,29 -27,50%VALEN19 VALEE PNA N1 0,72 0,46 0,75 0,48 -33,33%VALEN20 VALEE PNA N1 1,21 0,79 1,31 0,83 -28,44%VALEN21 VALEE PNA N1 1,53 1,37 1,53 1,37 -43,62%VALEN22 VALEE PNA N1 2,01 2,01 2,01 2,01 -23,57%VALEN43 VALEE PNA N1 0,03 0,03 0,03 0,03 -78,57%VALEN45 VALEE PNA N1 0,12 0,12 0,12 0,12 -33,33%VALEN46 VALEE PNA N1 0,29 0,2 0,29 0,2 -35,48%VALEN49 VALEE PNA N1 1,54 1,05 1,54 1,05 -31,37%VALEN80 VALEE PNA N1 0,53 0,35 0,53 0,36 -40,00%VALEN81 VALEE PNA N1 0,94 0,62 0,94 0,63 -31,52%VALEN83 VALEE PNA N1 1,85 1,7 1,85 1,7 -40,76% Cotação unitária - Opções de Venda - Setembro - 2015 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.BBASU48 BBASE /EJ ON NM 0,72 0,72 0,8 0,8 29,03% Cotação unitária - Opções de Venda - Junho - 2015 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.GETIR50 GETIE PN 2,28 2,28 2,28 2,28 -11,62% Cotação unitária - Opções de Venda - Março - 2015 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.PETRO15 PETRE PN 0,34 0,33 0,34 0,33 -17,50%PETRO25 PETRE PN 0,77 0,75 0,79 0,75 -38,01%PETRO31 PETRE PN 1,55 1,53 1,55 1,55 38,39%PETRO53 PETRE PN 0,61 0,61 0,61 0,61 -30,68%PETRO54 PETRE PN 0,71 0,71 0,72 0,72 -25,77%VALEO15 VALEE PNA N1 0,16 0,15 0,16 0,15 -40,00%VALEO18 VALEE PNA N1 0,75 0,67 0,76 0,67 -32,32%VALEO19 VALEE PNA N1 1,27 1,09 1,28 1,09 -18,65% Cotação unitária - Opções de Venda - Abril - 2015 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.VALEP76 VALEE PNA N1 5 5 5 5 0

Continuação

Pregão

PETRB95 PETRE PN 0,06 0,06 0,06 0,06 20,00%PETRB96 PETRE PN 0,05 0,05 0,05 0,05 0PETRB97 PETRE PN 0,04 0,04 0,04 0,04 0USIMB44 USIM PNA N1 1,1 1,1 1,1 1,1 214,28%USIMB6 USIM PNA N1 0,16 0,16 0,2 0,2 17,64%USIMB5 USIM FM PNA N1 0,55 0,54 0,65 0,6 5,26%USIMB52 USIM FM PNA N1 0,44 0,43 0,5 0,5 16,27%USIMB54 USIM FM PNA N1 0,36 0,36 0,42 0,42 20,00%VALEB12 VALE PNA N1 6,53 6,51 7,25 7,21 12,48%VALEB15 VALE PNA N1 4,6 4,6 5,3 5,25 14,13%VALEB16 VALE PNA N1 4,1 4,1 4,31 4,31 19,39%VALEB17 VALE PNA N1 3,01 3,01 3,37 3,37 22,54%VALEB18 VALE PNA N1 1,9 1,9 2,47 2,47 27,97%VALEB19 VALE PNA N1 1,1 1,1 1,77 1,75 33,58%VALEB20 VALE PNA N1 0,72 0,63 1,14 1,14 42,50%VALEB21 VALE PNA N1 0,36 0,33 0,63 0,6 50,00%VALEB22 VALE PNA N1 0,38 0,17 0,38 0,33 50,00%VALEB24 VALE PNA N1 0,04 0,04 0,06 0,06 20,00%VALEB45 VALE PNA N1 3,78 3,78 3,78 3,78 25,58%VALEB46 VALE PNA N1 2,89 2,89 2,95 2,95 33,48%VALEB49 VALE PNA N1 0,48 0,48 0,85 0,8 33,33%VALEB80 VALE PNA N1 1,51 1,51 2,13 2,1 33,75%VALEB81 VALE PNA N1 0,94 0,9 1,43 1,39 29,90%VALEB83 VALE PNA N1 0,26 0,26 0,45 0,43 38,70%VALEB84 VALE PNA N1 0,15 0,15 0,21 0,2 100,00%VALEB86 VALE PNA N1 0,1 0,1 0,1 0,1 150,00%VALEB87 VALE PNA N1 0,03 0,03 0,03 0,03 /0,00%VALEB89 VALE PNA N1 0,02 0,02 0,02 0,02 100,00%VALEB96 VALE PNA N1 0,02 0,02 0,04 0,03 0VALEB51 VALEE PNA N1 0,17 0,14 0,21 0,21 23,52%VALEB54 VALEE PNA N1 0,05 0,05 0,08 0,08 33,33%VALEB77 VALEE PNA N1 0,02 0,01 0,02 0,01 -50,00% Cotação unitária - Opções de Compra - Março - 2015 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.BBASC26 BBAS /EJ ON NM 1,53 1,53 1,53 1,53 -0,64%BVMFC11 BVMF ON NM 0,35 0,35 0,35 0,35 0CSNAC6 CSNA ON 0,75 0,75 0,75 0,75 /0,00%OGXPC92 OGXP ON NM 0,01 0,01 0,02 0,01 0PETRC13 PETR PN 2,98 2,98 3,25 3,25 18,18%PETRC19 PETR PN 0,05 0,05 0,05 0,05 -44,44%PETRC25 PETR PN 1,4 1,4 1,7 1,7 50,44%PETRC31 PETR PN 0,86 0,82 0,91 0,91 49,18%PETRC35 PETR PN 0,57 0,52 0,68 0,68 74,35%PETRC37 PETR PN 0,45 0,45 0,5 0,5 42,85%PETRC54 PETR PN 1,55 1,55 1,8 1,74 17,56%PETRC61 PETR PN 0,28 0,27 0,37 0,35 52,17%PETRC7 PETR PN 3,94 3,94 3,95 3,95 27,41%PETRC36 PETRE PN 0,5 0,5 0,5 0,5 38,88%USIMC5 USIM PNA N1 0,73 0,73 0,75 0,75 15,38%VALEC16 VALE PNA N1 3,51 3,5 3,7 3,69 22,18%VALEC17 VALE PNA N1 2,36 2,35 2,9 2,89 29,59%VALEC18 VALE PNA N1 1,72 1,72 2,18 2,15 18,78%VALEC19 VALE PNA N1 1,08 1,08 1,55 1,55 34,78%VALEC20 VALE PNA N1 0,69 0,69 1,04 1 25,00%VALEC26 VALE PNA N1 0,08 0,05 0,09 0,09 -18,18%VALEC51 VALE PNA N1 0,4 0,39 0,53 0,53 32,50%VALEC77 VALE PNA N1 0,11 0,11 0,12 0,12 9,09% Cotação unitária - Opções de Compra - Junho - 2015 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.GETIF50 GETI PN 0,96 0,96 0,96 0,96 26,31%PETRF16 PETR PN 0,42 0,42 0,42 0,42 100,00% Cotação unitária - Opções de Compra - Abril - 2015 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.OGXPD90 OGXP ON NM 0,01 0,01 0,01 0,01 0PETRD41 PETRE PN 0,3 0,3 0,3 0,3 15,38%PETRD78 PETRE PN 0,84 0,84 0,85 0,85 7,59%PETRD9 PETRE PN 2,5 2,5 2,6 2,6 20,93%VALED18 VALE PNA N1 2,44 2,4 2,44 2,4 /0,00% Cotação unitária - Opções de Compra - Maio - 2015 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.PETRE12 PETR PN 1,1 1,1 1,15 1,15 /0,00% Cotação unitária - Opções de Compra - Janeiro - 2016 Código Empresa/Ação Abert. Min. Máx. Fech. Osc.PETRA34 PETR PN 2,05 2,05 2,05 2,05 /0,00%PETRA35 PETR PN 1,61 1,61 2,08 1,96 /0,00%PETRA36 PETR PN 1,88 1,84 2,03 2,03 /0,00%PETRA37 PETR PN 1,61 1,61 1,89 1,89 /0,00%VALEA21 VALE PNA N1 2,2 2,2 2,48 2,42 5,67%VALEA22 VALE PNA N1 1,81 1,63 2,04 1,96 4,81%VALEA23 VALE PNA N1 1,5 1,5 1,86 1,86 36,76%VALEA24 VALE PNA N1 1,53 1,1 1,53 1,1 1,85%VALEA25 VALE PNA N1 0,89 0,89 1,25 1,25 50,60%

Bovespa

Indicadores Econômicos

16

23/12/2014 22/12/2014 19/12/2014

COMERCIAL COMPRA R$ 2,7060 R$ 2,6610 R$ 2,6550

VENDA R$ 2,7070 R$ 2,6620 R$ 2,6560

PTAX (BC) COMPRA R$ 2,6769 R$ 2,6520 R$ 2,6480

VENDA R$ 2,6775 R$ 2,6527 R$ 2,6486

TURISMO COMPRA R$ 2,6070 R$ 2,6870 R$ 2,6330

VENDA R$ 2,8130 R$ 2,7970 R$ 2,7970

PARALELO COMPRA R$ 2,7000 R$ 2,6700 R$ 2,7300

VENDA R$ 2,8400 R$ 2,8200 R$ 2,8600

Índices Dez. Jan. Fev. Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro No ano 12 meses

IGP-M (FGV) 0,60% 0,48% 0,38% 1,65% 0,78% 0,13% -0,74% -0,61% -0,27% 0,20% 0,28% 0,98% 3,05% 3,66%

IPC-Fipe 0,65% 0,94% 0,52% 0,74% 0,45% 0,25% 0,04% 0,16% 0,34% 0,21% 0,37% 0,69% 4,89% 5,57%

IGP-DI (FGV) 0,69% 0,40% 0,85% 1,48% 0,78% 0,45% -0,63% -0,55% 0,06% 0,02% 0,59% 1,14% 3,39% 4,10%

INPC-IBGE 0,72% 0,63% 0,63% 0,82% 0,78% 0,60% 0,26% 0,13% 0,18% 0,49% 0,38% 0,53% 5,57% 6,33%

IPCA-IBGE 0,92% 0,55% 0,69% 0,92% 0,67% 0,46% 0,40% 0,01% 0,25% 0,57% 0,42% 0,51% 5,58% 6,56%

ICV-DIEESE 0,44% 1,95% 0,61% 0,81% 0,57% 0,14% 0,00% 0,68% 0,02% 0,23% 0,50% 0,52% 6,18% 6,64%

IPCA-IPEAD 0,87% 1,65% 0,24% 0,65% 0,92% 0,64% 0,2% 0,01% 0,18% 0,46% 0,41% 0,77% 6,28% 7,20%

19/11 a 19/12 0,1024 0,602920/11 a 20/12 0,1247 0,625321/11 a 21/12 0,0729 0,573322/11 a 22/12 0,0560 0,556323/11 a 23/12 0,0867 0,587124/11 a 24/12 0,1224 0,623025/11 a 25/12 0,0911 0,591626/11 a 26/12 0,0849 0,585327/11 a 27/12 0,0730 0,573428/11 a 28/12 0,0467 0,546929/11 a 29/12 0,199 0,605830/11 a 30/12 0,0503 0,605801/12 a 01/01 0,0845 0,605802/12 a 02/01 0,0714 0,571803/12 a 03/01 0,0949 0,595404/12 a 04/01 0,0596 0,559905/12 a 05/01 0,0435 0,543706/12 a 06/01 0,0252 0,5253

07/12 a 07/01 0,0560 0,556308/12 a 08/01 0,0666 0,566109/12 a 09/01 0,0859 0,586310/12 a 10/01 0,0824 0,582811/12 a 11/01 0,0698 0,570112/12 a 12/01 0,0233 0,523413/12 a 13/01 0,0196 0,519714/12 a 14/01 0,0500 0,550215/12 a 15/01 0,0883 0,588716/12 a 16/01 0,0816 0,582017/12 a 17/01 0,0963 0,596818/12 a 18/01 0,0729 0,573319/12 a 19/01 0,0415 0,541720/12 a 20/01 0,0343 0,534521/12 a 21/01 0,0656 0,565922/12 a 22/01’ 0,0790 0,5794

Dia 30

Previdência Social (INSS) Sim-ples Nacional (Parcelamento Especial) Pagamento da parcela mensal decorrente do parcela-mento especial, para ingresso no Simples Nacional, de que tratam o art. 79 da Lei Complementar nº 123/2006 e a Instrução Normativa RFB nº767/2007, dos seguintes débitos: contribuição para a Segu-ridade Social, a cargo da pessoa jurídica, de que trata o art. 22 da Lei nº 8.212/1991; débitos acima inscritos na Procuradoria-Geral Fe-deral (PGF) como Dívida Ativa do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mesmo que discutidos ju-dicialmente ou em fase de execu-ção fiscal já ajuizada. Códigos de recolhimento na GPS: 4324 e/ou 4359, conforme o caso. Nota - Nos termos da Instrução Normativa RFB nº 902/2008 , observadas as modificações posteriores, os dé-bitos perante a Secretaria da Re-ceita Federal do Brasil (RFB), de responsabilidade das microempre-sas (ME) ou empresas de pequeno porte (EPP) que ingressarem pela 1a vez no ano de 2009 no Regime Especial Unificado de Arrecada-ção de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Sim-ples Nacional), de que trata a Lei Complementar no 123/2006, com vencimento até 30.06.2008, po-derão ser parcelados em até 100 parcelas mensais e sucessivas. Assim, poderão ser objeto do par-celamento de que trata o art. 79 da Lei Complementar nº 123/2006, na redação dada pela Lei Com-plementar nº 128/2008, os débitos com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou com as Fazen-das Públicas Federal, Estadual ou Municipal, inclusive os inscritos em dívida ativa, com vencimento até 30.06.2008. GPS (2 vias)

Contribuição Sindical - (empre-gados) - Recolhimento das contri-buições descontadas dos empre-gados em novembro/2014. Consul-tar a respectiva entidade sindical, a qual pode fixar prazo diverso. RCSU. 2 vias

Cofins/CSL/PIS-Pasep - Reten-ção na Fonte - Recolhimento da Cofins, da CSL e do PIS-Pasep retidos na fonte sobre remunera-ções pagas por pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas (Lei nº 10.833/2003, art. 35, com a re-dação dada pelo art. 74 da Lei nº

11.196/2005), no período de 1º a 15.12.2014. Darf Comum (2 vias)

Cofins/PIS-Pasep - Retenção na Fonte – Autopeças - Recolhimento da Cofins e do PIS-Pasep retidos na fonte sobre remunerações pa-gas por pessoas jurídicas referen-tes à aquisição de autopeças (art. 3º, parágrafos 3º, 4º, 5º e 7º, da Lei nº 10.485/2002, com a nova redação dada pelo art. 42 da Lei nº 11.196/2005) no período de 1º a 15.12.2014. Darf Comum (2 vias)

IRPJ - Apuração mensal - Paga-mento do Imposto de Renda devi-do no mês de novembro/2014 pe-las pessoas jurídicas que optaram pelo pagamento mensal do impos-to por estimativa (art. 5º da Lei nº 9.430/1996). Darf Comum (2 vias)

IRPJ - Apuração trimestral - Pa-gamento da 3ª quota do Imposto de Renda devido no 3º trimestre de 2014 pelas pessoas jurídicas submetidas à apuração trimestral com base no lucro real, presumi-do ou arbitrado, acrescida da taxa Selic de novembro/2014 mais 1% (art. 5º da Lei nº 9.430/1996). Darf Comum (2 vias)

IRPJ Renda variável - Pagamen-to do Imposto de Renda devido sobre ganhos líquidos auferidos no mês de novembro/2014 por pessoas jurídicas, inclusive as isentas, em operações realizadas em bolsas de valores de mercado-rias, de futuros e assemelhadas, bem como em alienações de ouro, ativo financeiro, e de participações societárias, fora de bolsa (art. 859 do RIR/1999).Darf Comum (2 vias)

IRPJ/Simples Nacional - Ganho de Capital na alienação de Ativos - Pagamento do Imposto de Renda devido pelas empresas optantes pelo Simples Nacional incidente sobre ganhos de capital (lucros) obtidos na alienação de ativos no mês de novembro/2014 (art. 5º, parágrafo 6º, da Instrução Norma-tiva SRF nº 608/2006) - Cód. Darf 0507. Darf Comum (2 vias)

IRPF – Carnê-leão - Pagamento do Imposto de Renda devido por pessoas físicas sobre rendimen-tos recebidos de outras pessoas físicas ou de fontes do exterior no mês de novembro/2014 (art. 852 do RIR/1999) Ä Cód. Darf 0190.Darf Comum (2 vias)

Jan. Fev. Março Abril Maio Junho Julo Agosto Set. Out. Nov. Dez.Salário 678,00 724,00 724,00 724,00 724,00 724,00 724,00 724,00 724,00 724,00 724,00 724,00CUB-MG* (%) 3,10 0,13 0,18 0,28 0,20 0,12 0,11 0,08 0,12 0,09 0,07 -UPC (R$) 22,36 22,36 22,36 22,40 22,40 22,40 22,43 22,43 22,43 22,49 22,49 22,49UFEMG (R$) 2,6382 2,6382 2,6382 2,6382 2,6282 2,6382 2,6382 2,6382 2,6382 2,6382 2,6382 2,6382TJLP (&a.a.) 5,00 5,00 5,00 5,00 5,00 5,00 5,00 5,00 5,00 5,00 5,00 5,00*Fonte: Sinduscon-MG

Índices de rendimentoCompetência Crédito 3% 6%Agosto Outubro 0,3341 0,5744Setembro Novembro 0.3506 0,5910

06/12 a 06/01 0,775407/12 a 07/01 0,816408/12 a 08/01 0,837109/12 a 09/01 0,086610/12 a 10/01 0,863011/12 a 11/01 0,840312/12 a 12/01 0,753513/12 a 13/01 0,769714/12 a 14/01 0,810415/12 a 15/01 0,869016/12 a 16/01 0,852217/12 a 17/01 0,877118/12 a 18/01 0,843519/12 a 19/01 0,791820/12 a 20/01 0,784621/12 a 21/01 0,826122/12 a 22/01 0,8596

Fator de correção anual residencial e comercialIPCA (IBGE)Dezembro 1.0656IGP-DI (FGV)Dezembro 1.0410IGP-M (FGV)Dezembro 1.0366

MOEDAS TAXA INÍCIO FIMBOLÍVAR FORTE 0,4215 23/12/2014 23/12/2014BOLIVIANO 0,3861 23/12/2014 23/12/2014CEDI 0,8264 23/12/2014 23/12/2014CÓLON COSTARRIQUENHO 0,005025 23/12/2014 23/12/2014CÓLON SALVADORENHO 0,303 23/12/2014 23/12/2014CORDOBA OURO 0,1019 23/12/2014 23/12/2014COROA DINAMARQUESA 0,4375 23/12/2014 23/12/2014COROA ISLANDESA 0,02099 23/12/2014 23/12/2014COROA NORUEGUESA 0,3612 23/12/2014 23/12/2014COROA SUECA 0,344 23/12/2014 23/12/2014COROA TCHECA 0,1177 23/12/2014 23/12/2014DALASI 0,06217 23/12/2014 23/12/2014DINAR ARGELINO 0,03048 23/12/2014 23/12/2014DINAR DE BAHREIN 7,0255 23/12/2014 23/12/2014DINAR JORDANIANO 3,732 23/12/2014 23/12/2014DINAR LÍBIO 2,2173 23/12/2014 23/12/2014DIRHAM DOS EM. ÁRABES 0,7211 23/12/2014 23/12/2014DÓLAR AUSTRALIANO 2,1623 23/12/2014 23/12/2014DÓLAR DE BAHAMAS 2,6486 23/12/2014 23/12/2014DÓLAR DE BERMUDAS 2,6486 23/12/2014 23/12/2014DÓLAR CANADENSE 2,2823 23/12/2014 23/12/2014DÓLAR DA GUIANA 0,01303 23/12/2014 23/12/2014DÓLAR DE CAYMAN 3,23 23/12/2014 23/12/2014DÓLAR DE CINGAPURA 2,0126 23/12/2014 23/12/2014DÓLAR DE HONG-KONG 0,3416 23/12/2014 23/12/2014DÓLAR DO CARIBE OR. 0,9957 23/12/2014 23/12/2014DÓLAR DOS EUA 2,6486 23/12/2014 23/12/2014FRANCO COM. FIN. AFR. 0,004961 23/12/2014 23/12/2014FRANCO SUÍÇO 2,7032 23/12/2014 23/12/2014GUARANI 0,0005726 23/12/2014 23/12/2014IENE 0,02221 23/12/2014 23/12/2014LIBRA EGÍPCIA 0,3704 23/12/2014 23/12/2014LIBRA ESTERLINA 4,1448 23/12/2014 23/12/2014LIBRA LIBANESA 0,001752 23/12/2014 23/12/2014LIBRA SÍRIA 0,01495 23/12/2014 23/12/2014NOVO DÓLAR DE TAIWAN 0,08415 23/12/2014 23/12/2014NOVO SOL 0,903 23/12/2014 23/12/2014PATACA 0,3318 23/12/2014 23/12/2014PESO ARGENTINO 0,3097 23/12/2014 23/12/2014PESO CHILENO 0,004344 23/12/2014 23/12/2014PESO COLOMBIANO 0,001159 23/12/2014 23/12/2014PESO CUBANO 2,6486 23/12/2014 23/12/2014PESO DOMINICANO 0,06061 23/12/2014 23/12/2014PESO FILIPINO 0,05924 23/12/2014 23/12/2014PESO MEXICANO 0,182 23/12/2014 23/12/2014PESO URUGUAIO 0,1101 23/12/2014 23/12/2014QUETZAL 0,3478 23/12/2014 23/12/2014RANDE 0,2292 23/12/2014 23/12/2014IUAN RENMINBI 0,4258 23/12/2014 23/12/2014RIAL DE CATAR 0,7274 23/12/2014 23/12/2014RIAL DE OMÃ 6,8795 23/12/2014 23/12/2014RIAL IEMENITA 0,01233 23/12/2014 23/12/2014RIAL IRANIANO 0,0000981 23/12/2014 23/12/2014RIAL SAUDITA 0,7056 23/12/2014 23/12/2014RINGGIT 0,7622 23/12/2014 23/12/2014RUBLO 0,04485 23/12/2014 23/12/2014RÚPIA INDIANA 0,04187 23/12/2014 23/12/2014RÚPIA DA INDONÉSIA 0,0002123 23/12/2014 23/12/2014RÚPIA PAQUISTANESA 0,02639 23/12/2014 23/12/2014SHEKEL 0,6762 23/12/2014 23/12/2014WON 0,002415 23/12/2014 23/12/2014ZLOTY 0,7623 23/12/2014 23/12/2014EURO 3,2549 23/12/2014 23/12/2014

12/12 0,01249781 2,78952646

13/12 0,01249831 2,78963800

14/12 0,01249831 2,78963800

15/12 0,01249831 2,78963800

16/12 0,01249891 2,78977207

17/12 0,01249959 2,78992360

18/12 0,01250031 2,79008507

19/12 0,01250074 2,79018053

20/12 0,01250120 2,79028335

21/12 0,01250120 2,79028335

22/12 0,01250120 2,79028335

23/12 0,01250197 2,79045417

24/12 0,01250265 2,79060598

25/12 0,01250313 2,79071502

26/12 0,01250313 2,79071502

27/12 0,01250366 2,79083294

28/12 0,01250366 2,79083294

29/12 0,01250366 2,79083294

TABELA DE CONTRIBUIÇÕES DE JANEIRO DE 2014Tabela de contribuição dos segurados empregados, inclusive o doméstico, e trabalhador avulsoSalário de contribuição Alíquota(R$) (%) Até 1.317,07 8,00De 1.317,08 até 2.195,12 9,00De 2.195,13 até 4.390,24 11,00

CONTRIBUIÇÃO DOS SEGURADOS AUTÔNOMOS, EMPRESÁRIO E FACULTATIVOSalário base (R$) Alíquota % Contribuição (R$)Até 682,50 (vlr. Mínimo) 11 75,07De 682,51 até 4.390,24 20 136,50 até 878,04

COTAS DE SALÁRIO FAMÍLIA Remuneração Valor unitário da quotaAté R$ 682,50 R$ 35,00Acima de R$ 682,51 a R$ 1.025,81 R$ 24,66

23/12CDB Pré 30 dias 11,75% - a.a.

Hot Money 1,45% - a.m.

Capital de Giro 15,14% - a.a.

CDI 11,59% - a.a.

Over 11,65% - a.a.

Fonte: AE

23/12/2014 22/12/2014 19/12/2014

Nova Iorque (onça-troy) US$ 1.175,66 US$ 1.1176,04 US$ 1.196,11

BM&F-SP (g) R$ 101,00 R$ 100,00 R$ 101,80

Fonte: AE

Tributos Federais (%) Meta da Taxa a.a. (%)Junho 0,82 11,00

Julho 0,95 11,00

Agosto 0,87 11.00

Setembro 0,91 11,00

Outubro 0,95 11,25

Novembro 0,84 11,25

Dezembro - 11,75

Base de Cálculo (R$) Alíquota Parcela a (%) deduzir (R$)Até 1.787,77 Isento IsentoDe 1.787,78 até 2.679,29 7,5 134,08De 2.679,30 até 3.572,43 15 335,03De 3.572,44 até 4.463,81 22,5 602,96Acima de 4.463,81 27,5 826,15

Deduções:a) R$ 179,71 por dependente (sem limite).b) Faixa adicional de R$ 1.787,77 para aposentados, pensionistas e

transferidos para a reserva remunerada com mais de 65 anos.c) Contribuição previdenciária.d) Pensão alimentícia.

Obs: Para calcular o valor a pagar, aplique a alíquota e, em seguida, a parcela a deduzir.

Fonte: Secretaria da Receita Federal - Vigência: Janeiro/2014

22/12........................................................................... US$ 374,011 bilhões

Fonte: BC

Fonte: AE/BC

Dólar

Custo do dinheiroSalário/CUB/UPC/Ufemg/TJLP

Ouro

Taxas Selic

Reservas Internacionais

Imposto de Renda

Taxas de câmbio Contribuição ao INSS

Agenda Federal

FGTS

Inflação TR/Poupança

Seguros TBF

Aluguéis

FINANÇAS

Fonte: FenasegFonte: Aduaneiras

BELO HORIZONTE, QUARTA-FEIRA, 24, A SEGUNDA-FEIRA, 29 DE DEZEMBRO DE 2014

DEVEDOR: FERNANDO FERNANDES - ENDEREÇO: R. JANAITIBA 443 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31050-175 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.300.

DEVEDOR: POSTO DE MOLAS BETIM LTDA. - ME - ENDEREÇO: RUA ANTÔNIO C DE OLIVEIRA, 436 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30690-220 - UF: MG - PROTO-COLO: 102.860.302.

DEVEDOR: INVERALL CONSTRUÇÕES E BENS DE - ENDEREÇO: ÁLVARES CABRAL 593 - DT. APRE-SENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORI-ZONTE - CEP: 30170-912 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.317.

DEVEDOR: DANILLO SOARES PRIMOLA - ENDE-REÇO: R ALABANDINA 220 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZAONTE - CEP: 30775-330 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.320.

DEVEDOR: LUIS CÉSAR ESTEVAM - ENDEREÇO: RUA POUSO ALEGRE, 98 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31110-010 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.321.

DEVEDOR: CONSTRUTORA CAPARAO S.A. - ENDE-REÇO: AV CONTORNO, 6594 - 15 ANDAR - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30110-044 - UF: MG - PROTO-COLO: 102.860.325.

DEVEDOR: GREGORIUM MARCENARIA EIRELI-ME - ENDEREÇO: AV.SENADOR LEVINDO COELHO 998 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30664-006 - UF: MG - PROTO-COLO: 102.860.326.

DEVEDOR: FOCUS CONSULTORIA - ENDEREÇO: RUA DONA LUIZA, 320 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30620-090 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.329.

DEVEDOR: JULIANA APARECIDA GONÇALVES SO - ENDEREÇO: RUA PIRAUBA, 53 - DT. APRESEN-TAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31080-130 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.330.

DEVEDOR: EDMUNDO C. M. PIERUCCETTI - ENDE-REÇO: AVENIDA BANDEIRANTES 1031 APTO302 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30315-000 - UF: MG - PROTO-COLO: 102.860.351.

DEVEDOR: JUNIA GOMES ARTE E COURO LTDA. - ENDEREÇO: RUA MONTE SIMPLON, 490 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30480-530 - UF: MG - PROTO-COLO: 102.860.353.

DEVEDOR: IND DE MÓVEIS XAVIER LTDA. - ENDE-REÇO: RUA HENRIQUE GORCEIX 250, - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30720-360 - UF: MG - PROTO-COLO: 102.860.363.

DEVEDOR: PAULO AGOSTINHO DA SILVA - ENDE-REÇO: RUA LEONARDO MARQUES 38, - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30880-420 - UF: MG - PROTO-COLO: 102.860.365.

DEVEDOR: FRANCELY APARECIDA G BARBOSA - ENDEREÇO: RUA JURUENA 91, - DT. APRESEN-TAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30421-375 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.366.

DEVEDOR: DEP DE MAT DE CONST SANTA EFIGE-NIA LTDA. - ENDEREÇO: AV MEM DE SA - 1446, - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30260-270 - UF: MG - PROTO-COLO: 102.860.369

DEVEDOR: CARLOS DE PAULA LIMA - ENDEREÇO: RUA ALAMEDA BISPO DA PAZ 345, - DT. APRE-SENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORI-ZONTE - CEP: 30662-616 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.370.

DEVEDOR: RONALDO ÁLVARES ME - ENDEREÇO: RUA DESEMB JOSÉ SATYRO 610 - DT. APRESEN-TAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30840-490 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.372.

DEVEDOR: RENATA LUCIA FARIA SARSUR - ENDE-REÇO: RUA GUAPORE 97 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30516-480 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.386.

DEVEDOR: FABIANO ANTÔNIO FERREIRA - ENDE-REÇO: RUA FLOR DE FOGO 65 - DT. APRESENTA-ÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31270-217 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.387.

DEVEDOR: JOEL FERREIRA DA FONSECA - ENDE-REÇO: RUA CEL ANTÔNIO FERREIRA PRADO 81 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30692-250 - UF: MG - PROTO-COLO: 102.860.393.

DEVEDOR: CONSTRUTORA BRISA LTDA. - ENDE-REÇO: LOCAL INCERTO E NÃO SABIDO - DT. APRESENTAÇÃO: 22/12/2014 - CIDADE: LOCAL INCERTO NÃO - CEP: 00000-000 - UF: MG - PRO-TOCOLO: 102.860.398.

DEVEDOR: INÁCIA DIAS DOS SANTOS - ENDERE-ÇO: LOCAL INCERTO E NÃO SABIDO - DT. APRE-SENTAÇÃO: 22/12/2014 - CIDADE: LOCAL INCER-TO ENAO - CEP: 00000-000 - UF: MG - PROTOCO-LO: 102.860.398.

DEVEDOR: ROGÉRIO DE SOUZA COSTA - ENDE-REÇO: LOCAL INCERTO E NÃO SABIDO - DT. APRESENTAÇÃO: 22/12/2014 - CIDADE: LOCAL INCERTO ENAO - CEP: 00000-000 - UF: MG - PRO-TOCOLO: 102.860.398.

DEVEDOR: GONDIM CONSTRUTORA LTDA. - ENDEREÇO: LOCAL INCERTO E NÃO SABIDO - DT. APRESENTAÇÃO: 22/12/2014 - CIDADE: LOCAL INCERTO NÃO - CEP: 00000-000 - UF: MG - PRO-TOCOLO: 102.860.401

BELO HORIZONTE, 26 DE DEZEMBRO DE 2014.O TABELIÃO.

EDITAIS: 52

SEGUNDO TABELIONATO

2º TABELIONATO DE PROTESTO DE TÍTULOS E DOCUMENTOS DE DÍVIDA DE BELO HORIZON-TE. - TABELIÃO: BEL. JOSÉ MARIA DE ALKMIM FILHO. - TABELIÃO SUBSTITUTO: BEL. ALBERTO FLÁVIO DORNAS DE ALKMIM. - RUA ESPÍRITO SANTO, 845 SOBRE LOJA 37 - FONE: 31 3273-6333. - 30160-921 - BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS. - HORÁRIO DE ATENDIMENTO NO TABELIONATO. - DIAS ÚTEIS, DE 09:00 ÀS 12:00 E DE 13:00 ÀS 17:00 HORAS.

OCORRENDO AS HIPÓTESES DO ART. 15, DA LEI No 9.492, DE 10.09.1997, FICAM AS PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS ABAIXO RELACIONADAS NOTIFICADAS PARA, DENTRO DO PRAZO LEGAL DE 03 (TRÊS) DIAS ÚTEIS, A CONTAR DA DATA DE PÚBLICAÇÃO DESTE, VIREM A ESTE TABELIONA-TO A FIM DE PAGAR OS TÍTULOS OU DOCUMEN-TOS DE DÍVIDA QUE SE SEGUEM OU DAR AS RAZÕES, POR ESCRITO, POR QUE NÃO O FAZEM, FICANDO DESDE JÁ INTIMADAS DE SEU PROTESTO.

PRAZO FINAL PARA O PAGAMENTO: 02/01/2015

DEVEDOR: 3E AUTO CENTER LTDA. - EPP - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: RUA CEL RODOLFO SOARES, 272 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31650020. Protocolo: 202.857.520.

DEVEDOR: AAL COM E IMPORTAÇÃO DE FERRO E ACO LTDA. - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: AV. BRIGADEIRO EDU-ARDO GOMES,,2072 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30870100. Protocolo: 202.857.547.

DEVEDOR: AGROPECUARIA VARZELANDIA S/A - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDERE-ÇO: AV. CONTORNO, 6.594 - 15 ANDAR - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30110044. Protocolo: 202.857.674.

DEVEDOR: ALEXANDRA BUONICONTRO FERRAZ - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDE-REÇO: RUA LEONIL PRATA 388 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30830610. Protocolo: 202.857.708.

DEVEDOR: CASA DE CARNES MS LTDA. ME - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: R ELISIO DE BRITO 762 - CIDADE: BELO HORIZON-TE/MG - CEP: 31050585. Protocolo: 202.857.590.

DEVEDOR: CASA DE CARNES MS LTDA. ME - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: R ELISIO DE BRITO 762 - CIDADE: BELO HORIZON-TE/MG - CEP: 31050585. Protocolo: 202.857.591.

DEVEDOR: CASA RAÇÃO MAT C N DIAM LTDA. - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDERE-ÇO: R DA OLARIA, 551, LT. A - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30627172. Protocolo: 202.857.736.

DEVEDOR: CHARLES ALVES COTA - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: R. S. JUDAS TADEU, N 188 RIBEIRO ABREU - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31872000. Protocolo: 202.857.440.

DEVEDOR: CIT USINAGEM E FUNDICAO LTDA. - ME - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: RUA ITAPURA,425 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30285070. Protocolo: 202.857.535.

DEVEDOR: CLEIDE APARECIDA DA SILVA - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: RUA OLHO DE AGUIA N 09 - CIDADE: BELO HORI-ZONTE/MG - CEP: 31998585. Protocolo: 202.857.648.

DEVEDOR: COND. EDIF. RESID. SERJUSMIG - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: AV. MARECHAL ESPERIDIAO ROSAS,100 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31255000. Protocolo: 202.857.626.

DEVEDOR: CONDOMÍNIO DO RESIDENCIAL ADO-NAI - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: RUA NAIR PENTAGNA GUIMARAES 1 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31741545. Protocolo: 202.857.596.

DEVEDOR: CONSTRUTORA EM CASA LTDA. - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDERE-ÇO: RUA ANTÔNIO DE ALBUQUERQUE 717 SALA 402 , - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30112010. Protocolo: 202.857.820.

DEVEDOR: CONSTRUTORA FELIPE AZEVEDO - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDERE-ÇO: RUA JUAZEIRO DO NORTE,N 78 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31872020. Protocolo: 202.857.775.

DEVEDOR: CONSTRUTORA FELIPE AZEVEDO - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDERE-ÇO: RUA JUAZEIRO DO NORTE,N 78 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31872020. Protocolo: 202.857.776.

DEVEDOR: DIRETORIO CENTRAL DOS ESTUDAN-TES-PUC- - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: AV DOM JOSÉ GASPAR,500 PREDIO 21 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30535610. Protocolo: 202.857.516.

DEVEDOR: DR ALEXEY CAMARGO VIEIRA - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: AV ABILIO MACHADO 1877/102 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30830000. Protocolo: 202.857.650.

DEVEDOR: ELISA ROSA CUNHA PEREIRA - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: RUA MAR DE ESPANHA 337 SANTO ANTÔNIO - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30330270. Protocolo: 202.857.834.

DEVEDOR: ENEIAS SILVESTRE BATISTA - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: RUA MARIA DE LOURDES DE PINHO, 179 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31970380. Protocolo: 202.857.690.

DEVEDOR: ENGEFER INDÚSTRIA LTDA. ME - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: RUA SAGITARIO 321 JD R PEDRA - CIDADE: CON-TAGEM/MG - CEP: 32242210. Protocolo: 202.857.835.

DEVEDOR: ERIKA RODRIGUES DE FREITAS 07756974 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: R DOS BORGES - 204 - - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31975270. Protocolo: 202.857.805.

DEVEDOR: FRAN & W FRETAMENTO DE ONIBUS EIRELI - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: SETECENTOS E QUARENTA E SEIS N.90 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31970629. Protocolo: 202.857.585.

DEVEDOR: FRIENDS BAR E RESTAURANTE LTDA. - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDE-REÇO: AV GUARAPARI 176 SANTA AMELIA - CIDA-DE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31560300. Protocolo: 202.857.828.

DEVEDOR: GIOVANI GOMES DE MATOS - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: RUA JOSÉ RIBEIRO FILHO 396/1003 T 2 OURO PRET - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31330500. Protocolo: 202.857.821.

DEVEDOR: GRANDE CAMISEIRO LTDA. - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: R RIO DE JANEIRO, 415, - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30160040. Protocolo: 202.857.495.

DEVEDOR: ISMAR DE JESUS FRANCO BATISTA - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDERE-ÇO: RUA BEIJA FLOR 30 BLOCO 04 APT 201 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30451608. Protocolo: 202.857.680.

DEVEDOR: JAMPE ENGENHARIA EMPREENDI-MENTOS E COMER - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: CEARA 1221 S801 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30150311. Protocolo: 202.857.561.

DEVEDOR: JANAINA FERNANDES VALENTIN ME - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDE-REÇO: AV.ÁLVARES CABRAL, 1119 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30170001. Protocolo: 202.857.678.

DEVEDOR: JOSÉ BERTOU PEREIRA - ME - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: R JOSÉ FELIX MARTINS, 1670 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31655700. Protocolo: 202.857.620.

DEVEDOR: JULU LAVANDERIA LTDA. - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: R MONTEIRO LOBATO N 380 LOJA 15 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31310530. Protocolo: 202.857.594.

DEVEDOR: LUIZ CARLOS FELTRIM - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: R. CARMELO, N 103 SANTA BRANCA - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31565260. Protocolo: 202.857.442.

DEVEDOR: M E P COMÉRCIO LTDA. ME - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: RUA CARLOS SCHETTINO, 483 - LOJA - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30510270. Protocolo: 202.857.647.

DEVEDOR: MAPAX TRANSPORTES LTDA-ME - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDERE-ÇO: RUA GUAICUI 272 APTO 102 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30380380. Protocolo: 202.857.451.

DEVEDOR: MARC. FARIA CHAVES LTDA. - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: R. JORGE BAPTISTA 07 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31746006. Protocolo: 202.857.504.

DEVEDOR: MARCOS COELHO DA SILVA - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: RUA IRMÃOS KENNEDY, 177 APT 500 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31170130. Protocolo: 202.857.550.

DEVEDOR: MARIA DAS GRACAS ALVES BATISTA - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDE-REÇO: RUA CARMELITA COELHO DA ROCHA,183 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30672220. Protocolo: 202.857.458.

DEVEDOR: MARLENE DA CONCEICAO MINGHELLI - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDE-REÇO: R. ISMENIA TUNES, N 133 HORTO - CIDA-DE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31020030. Protocolo: 202.857.441.

DEVEDOR: MICHELE JOSIANE R DE SOUZA JOANA - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDE-REÇO: URSULA PAULINO 409, - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30570000. Protocolo: 202.857.809.

DEVEDOR: MS BRASIL COMÉRCIO LTDA. EPP - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDERE-ÇO: AVENIDA ANDRADAS 3000 LJ 2007 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30260070. Protocolo: 202.857.723.

DEVEDOR: MSC ENERGIA E EQUIPAMENTOS - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: RUA CAETANO PIRRI 03 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30620070. Protocolo: 202.857.712.

DEVEDOR: ORG SANTA LUCIA-COM ATAC PROD - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDE-REÇO: AVENIDA PRESIDENTE TANCREDO NEVES, 3313 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31330430. Protocolo: 202.857.765.

DEVEDOR: OZALINO ANTÔNIO LIMA ALMEIDA - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDERE-ÇO: RUA LAMINHA 203 - CIDADE: BELO HORIZON-TE/MG - CEP: 31050150. Protocolo: 202.857.470.

DEVEDOR: PADARIA CONFEITARIA E MINIMERC - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDE-REÇO: RUA DEP CLAUDIO PINHEIRO DE LIMA 109 L A - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30870020. Protocolo: 202.857.693.

DEVEDOR: PATRICIA APARECIDA BERNARDES - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDERE-ÇO: RUA BATISTINA ANDRADE,2 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31660170. Protocolo: 202.857.799.

DEVEDOR: PEDRO PHILIPE ROCHA OLIVEIRA - ME - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDE-REÇO: RUA RIO DE JANEIRO, 1166 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31742107. Protocolo: 202.857.462.

DEVEDOR: PSI HIDRÁULICA COM DE MANG CONEXÕES COMP - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: RUA FARIAS BRITO, 89 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30525000. Protocolo: 202.857.560.

DEVEDOR: S.M.QUINTÃO ME - DATA DA APRESEN-TAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: RUA URARICO-ERA, 31 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31130580. Protocolo: 202.857.491.

DEVEDOR: SPST SOM E LUZ C OMERCIO LTDA. - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDE-REÇO: RUA CAETES 1050 - CIDADE: BELO HORI-ZONTE/MG - CEP: 30120080. Protocolo: 202.857.619.

DEVEDOR: SUMMOR COMÉRCIO DE ROUPAS LTDA. - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: RUA MATO GROSSO, 385 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30190080. Protocolo: 202.857.486.

DEVEDOR: TERRA NOSSA COM CALC BOLSAS ACESS LTD - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: AVENIDA PROFESSOR MAGALHÃES PENIDO,69 - CIDADE: BELO HORI-ZONTE/MG - CEP: 31270383. Protocolo: 202.857.623.

DEVEDOR: TERRA NOSSA COM CALC BOLSAS ACESS LTD - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: AVENIDA PROFESSOR MAGALHÃES PENIDO,69 - CIDADE: BELO HORI-ZONTE/MG - CEP: 31270383. Protocolo: 202.857.624.

DEVEDOR: TMF CONSTRUTORA E EMPREENDI-MENTOS EIRELL - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: R DELEGADO RONALDO JAQUES N 290, - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30775360. Protocolo: 202.857.804.

DEVEDOR: UNITAS EMPREENDIMENTOS LTDA. - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDE-REÇO: RUA DOS CARNEIROS 499 AGUA BRANCA - CIDADE: CONTAGEM/MG - CEP: 32371040. Protocolo: 202.857.838.

DEVEDOR: VALÉRIA FRANCISCA DA SILVA AMA - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDE-REÇO: RUA OCEANO ATLANTICO,358 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31650065. Protocolo: 202.857.797.

DEVEDOR: VALTER JOSÉ DE SOUZA - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: RUA TITO DIAS DE ASSIS,51 - CIDADE: BELO HORI-ZONTE/MG - CEP: 30570470. Protocolo: 202.857.807.

DEVEDOR: VIA 360 TELE INFORMÁTICA LTDA. - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDERE-ÇO: AV PEDRO II 2654 SALA 502 CARLOS PRATES - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30710010. Protocolo: 202.857.831.

DEVEDOR: WALDO HONORATO DUTRA ME - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: RUA CENTRAL, 1118 LOJA 3 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31540500. Protocolo: 202.857.601.

DEVEDOR: WEBVENDAS E-COMMERCE LTDA. - ME - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: AV. PRUDENTE DE MORAES 513 3 ANDAR - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30350143. Protocolo: 202.857.692.

DEVEDOR: WESLEN DUARTE GOMES - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014 - ENDEREÇO: RUA ANTÔNIO PEREIRA DOS SANTOS, 40 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31742529. Protocolo: 202.857.770.

BELO HORIZONTE, 26 DE DEZEMBRO DE 2014.JOSÉ MARIA DE ALKMIM FILHO. 2º TABELIÃO DE PROTESTO.

59 editais.

TERCEIRO TABELIONATO

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL - 3º Tabe-lionato de Protesto de Títulos de Belo Horizonte - DOMINGO PIETRANGELO RITONDO - Tabelião - Rua dos Tupis, nº 457 - Loja - CEP 30.190-060 - Fone (31)3274-2549

EDITAL DE INTIMAÇÃOEm razão de as pessoas indicadas para aceitar ou pagar os títulos serem desconhecidas, suas locali-zações incertas ou ignoradas, forem residentes ou domiciliadas fora da competência territorial do Tabelionato, ou, ainda, não se dispuserem a receber a intimação nos endereços fornecidos pelos apre-sentantes, faço saber aos que o presente EDITAL DE INTIMAÇÃO virem que deram entrada para protesto os seguintes títulos, ficando intimados os respectivos responsáveis a pagar ou dar as razões por que não o fazem, dentro do prazo legal de 3 (três) dias úteis, após a publicação deste EDITAL.

PRAZO FINAL PARA PAGAMENTO: 02/01/2015.

DEVEDOR(A): MOISES PEREIRA SILVA; ENDEREÇO: RUA BELO HORIZONTE 176 - SANTA LUZIA-MG - CEP: 31113-333; APONTAMENTO: 31854982; DATA DE APRESENTAÇÃO: 09/12/2014

DEVEDOR(A): BARROS & MELLO REPRES LTDA. 14; ENDEREÇO: R PROF MILTON LAGE,51 - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31230-470; APONTAMEN-TO: 31856870; DATA DE APRESENTAÇÃO: 16/12/2014

DEVEDOR(A): CLAUDIA M S DA SILVA ME; ENDE-REÇO: RUA SEIS 126 - NOVO ARAO RE - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31845-170; APONTAMEN-TO: 31856919; DATA DE APRESENTAÇÃO: 16/12/2014

DEVEDOR(A): CONATUS EDUCACAO MULTIDISCI-PLINAR LTD; ENDEREÇO: R. MAJOR LOPES Nº 623 SL 01 - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30330-050; APONTAMENTO: 31856962; DATA DE APRESEN-TAÇÃO: 16/12/2014

DEVEDOR(A): DRA LARISSA SICUPIM; ENDEREÇO: RUA CARANGOLA N. 307 / APTO 1001 - SANTO ANTONI - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30330-240; APONTAMENTO: 31857107; DATA DE APRESEN-TAÇÃO: 16/12/2014

DEVEDOR(A): RMT COMÉRCIO DE MÓVEIS LTDA. -; ENDEREÇO: RUA SERGIPE, 853 - LOJA - FUN-CIONARIOS - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30130-171; APONTAMENTO: 31857118; DATA DE APRE-SENTAÇÃO: 16/12/2014

DEVEDOR(A): MARIA DE FATIMA FIGUEREDO 34956662572; ENDEREÇO: AVENIDA AMAZONAS 1049 - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30180-000; APONTAMENTO: 31857838; DATA DE APRESEN-TAÇÃO: 19/12/2014

DEVEDOR(A): ARTE REFORMA SERV. LTDA.; ENDE-REÇO: R. CABRAL 26 CASA - BELO HORIZON - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31160-150; APON-TAMENTO: 31857841; DATA DE APRESENTAÇÃO: 19/12/2014

DEVEDOR(A): SNOB SOUND E ACESSÓRIOS LTDA; ENDEREÇO: R.AGENOR DE PAULA ESTRADA,1068 - JAQUELINE - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31748-190; APONTAMENTO: 31857844; DATA DE APRESENTAÇÃO: 19/12/2014

DEVEDOR(A): SBV DESENVOLVIMENTO DE PROD E COM LTD; ENDEREÇO: AV GETULIO VARGAS 447 - FUNCIONARIOS - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30112-020; APONTAMENTO: 31857849; DATA DE APRESENTAÇÃO: 19/12/2014

DEVEDOR(A): LUISA ABOUL HOSN FIALHO; ENDE-REÇO: RUA FRANCISCO MAGALHÃES GOMES, 66 - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30840-630; APON-TAMENTO: 31857902; DATA DE APRESENTAÇÃO: 19/12/2014

DEVEDOR(A): EMILY MARQUES ANACLETO 01788866614; ENDEREÇO: R HELIO PELLEGRINO,14-AP1 - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31515-350; APONTAMENTO: 31857903; DATA DE APRESENTAÇÃO: 19/12/2014

DEVEDOR(A): BRG DISTRIBUIDORA DE VEÍCULOS LTDA; ENDEREÇO: AVENIDA BARAO HOMEM DE MELLO 2785 - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30494-085; APONTAMENTO: 31857907; DATA DE APRESENTAÇÃO: 19/12/2014

DEVEDOR(A): ZILVAN ALVES DA SILVA ME; ENDE-REÇO: R DR MARIO MAGALHÃES 188 ITAPOA BH - ITAPOA - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31710-360; APONTAMENTO: 31857958; DATA DE APRE-SENTAÇÃO: 19/12/2014

DEVEDOR(A): INSTITUTO ATIVA DO BRASIL; ENDE-REÇO: RUA GENERAL ANDRADE NEVES ,424 - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30431-076; APON-TAMENTO: 31857963; DATA DE APRESENTAÇÃO: 19/12/2014

DEVEDOR(A): INSTITUTO ATIVA DO BRASIL; ENDE-REÇO: RUA GENERAL ANDRADE NEVES ,424 - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30431-076; APON-TAMENTO: 31857964; DATA DE APRESENTAÇÃO: 19/12/2014

DEVEDOR(A): INSTITUTO ATIVA DO BRASIL; ENDE-REÇO: RUA GENERAL ANDRADE NEVES ,424 - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30431-076; APON-TAMENTO: 31857965; DATA DE APRESENTAÇÃO: 19/12/2014

DEVEDOR(A): INSTITUTO ATIVA DO BRASIL; ENDE-REÇO: RUA GENERAL ANDRADE NEVES ,424 - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30431-076; APON-TAMENTO: 31857966; DATA DE APRESENTAÇÃO: 19/12/2014

DEVEDOR(A): INSTITUTO ATIVA DO BRASIL; ENDE-REÇO: RUA GENERAL ANDRADE NEVES ,424 - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30431-076; APON-TAMENTO: 31857967; DATA DE APRESENTAÇÃO: 19/12/2014

DEVEDOR(A): GERALDO GONÇALVES TEIXEIRA; ENDEREÇO: AVENIDA DR. CRISTIANO GUIMARAES 2166 - PLANALTO - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31720-300; APONTAMENTO: 31857984; DATA DE APRESENTAÇÃO: 19/12/2014

DEVEDOR(A): SOL MODAS LTDA; ENDEREÇO: AVENIDA AFONSO PENA,744 STAND 07 - CENTRO - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30130-003; APON-TAMENTO: 31857999; DATA DE APRESENTAÇÃO: 19/12/2014

DEVEDOR(A): PGV URBANISMO E INCORP. DE IMÓVEIS LTDA; ENDEREÇO: RUA CAPRI - 140 - BANDEIRANTES - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31340-440; APONTAMENTO: 31858042; DATA DE APRESENTAÇÃO: 19/12/2014

DEVEDOR(A): MOISES DA PAZ SILVA; ENDEREÇO: RUA BR DO MONTE ALTO 960/405/BL 02 - CAR-DOSO - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30626-480; APONTAMENTO: 31858058; DATA DE APRESEN-TAÇÃO: 19/12/2014

DEVEDOR(A): CÉSAR ANTÔNIO GOMES LOUREN-CO ME; ENDEREÇO: RUA PARA DE MINAS 609 - PADRE EUSTÁQUIO - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30730-440; APONTAMENTO: 31858062; DATA DE APRESENTAÇÃO: 19/12/2014

É o presente EDITAL expedido e publicado de acordo com o disposto na Lei nº 9.492, de 10.09.97, no artigo 15, º 1º, e afixado em lugar visível na sede deste 3º Tabelionato de Protesto de Títulos de Belo Horizonte, na mesma data. HORÁRIO DE EXPE-DIENTE: 09:00 às 12:00 e 13:00 às 17:00 horas.

Belo Horizonte, 23 de dezembro de 2014.Cátia Helena da Silva - Escrevente

24 editais.

QUARTO TABELIONATO

4º TABELIONATO DE PROT. DE DOC. DE DÍVIDA DE B. HTE. - AV. ÁLVARES CABRAL, 970 - LOUR-DES - CEP: 30170-001 - HORÁRIO DE ATENDI-MENTO: SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, DAS 09 AS 12 HS E DAS 13 AS 17 HS

OCORRENDO AS HIPÓTESES DO ART. 15, DA LEI 9492, DE 10 DE SETEMBRO DE 1997, FICAM AS PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS ABAIXO RELA-CIONADAS OTIFICADAS PARA, NO PRAZO DE 03 (TRÊS) DIAS ÚTEIS, A CONTAR DA DATA DA PÚBLICAÇÃO DESTE, VIREM A ESTE TABELIONA-TO A FIM DE PAGAR OS DOCUMENTOS QUE SE SEGUEM, FICANDO DESDE JÁ INTIMADAS DE SEU PROTESTO, CASO NÃO O FAÇAM.

PAGAMENTO SOMENTE NO TABELIONATO. NÃO SERÁ ACEITO NENHUM OUTRO MEIO DE PAGAMENTO.

PRAZO FINAL DE PAGAMENTO: 02/01/2015

DEVEDOR(A): ALESSANDRO SILVA VIVIAN; ENDE-REÇO: RUA DAS ACUCENAS 630 AP 1204-B 30421-310 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.934; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): ALEXANDRÉ CRISTIANO ROCHA; ENDEREÇO: RUA MIRANTE 86 CASA - 31070-390 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.933; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): ALEXANDRÉ FERNANDES KARASEK; ENDEREÇO: RUA VIANA DO CASTELO 537 - 31255-160 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4855.852; DATA DA APRESENTAÇÃO: 12/12/2014

DEVEDOR(A): AMARILDO VIEIRA; ENDEREÇO: RUA FUED MANSUR KFURI 185 B-1 - 31985-250 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.614; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): ARTS PEL DISTRIBUIDORA LTDA. -ME-; ENDEREÇO: RUA ITAÚNINHA 222 - 31150-720 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.667; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): CASA DE CARNES MS LTDA. -ME-; ENDEREÇO: RUA ELISIO DE BRITO 762 -31050-585 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.756; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): CASA DOS CONCURSOS LTDA.; ENDEREÇO: RUA DR. SANTOS 367 LOJA 03 - 39400-001 MONTES CLAROS MG; PROTOCOLO: 4856.534; DATA DA APRESENTAÇÃO: 16/12/2014

DEVEDOR(A): CELIA DE MOURA FRANCISCO -ME-; ENDEREÇO: RUA EUFRATES 445 - 30881-310 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.949; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): CLEITON RODRIGO DE CARVALHO; ENDEREÇO: LOCAL INCERTO E NÃO SABIDO 00000-000 LOCAL INCERTO MG; PROTOCOLO: 4855.921; DATA DA APRESENTAÇÃO: 12/12/2014

DEVEDOR(A): COMERCIAL AAX KTDA -EIRELI-; ENDEREÇO: RODOVIA BR 356 N.3049 LJ MA-54 BH SHOPPING - 30320-900 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4855.893; DATA DA APRESENTA-ÇÃO: 12/12/2014

TERCEIRO SUBDISTRITO

LUIZ CARLOS PINTO FONSECA - TERCEIRO SUBDISTRITO DE BELO HORIZONTE - OFICIAL DO REGISTRO CIVIL - RUA SÃO PAULO, 1620 - BAIRRO LOURDES - TEL.: 31.3337-4822

Faz saber que pretendem casar-se:

FLÁVIO RUGGIERO LONGHI, DIVORCIADO, ADMI-NISTRADOR, maior, natural de São Paulo, SP, residente nesta Capital à R. Paracatu, 705/1502, Barro Preto, 3BH, filho de Luiz Longhi e Gilda Rug-giero Longhi; e SARLEM DE SOUSA, solteira, Enfermeira, maior, residente nesta Capital à R. Paracatu, 705/1502, Barro Preto, 3BH, filha de Valmir José de Sousa e Ermita Rosa de Sousa. (669466)

PEDRO HENRIQUE CARNEIRO DA FONSECA, SOLTEIRO, ADVOGADO, maior, natural de Patos de Minas, MG, residente nesta Capital à R. Espírito Santo, 2050/506, Lourdes, 3BH, filho de Libencio José Mundim da Fonseca e Elisabeth Mere Carneiro da Fonseca; e MARIANA FERNANDES MARTINI, divorciada, Funcionária Pública, maior, residente nesta Capital à R. Espírito Santo, 2050/506, Lourdes, 3BH, filha de Cesar Martini e Nádia Silveira Fernan-des Martini. (669467)

WANDERSON CAMILO CARLOS, SOLTEIRO, ELE-TRICISTA, maior, natural de Parque Industrial, Contagem, MG, residente nesta Capital à R. Tupis,85/601, Centro, 3BH, filho de Manoel Camilo Carlos e Maria Solange Ferreira Camilo; e MARCELA OLIVEIRA CAETANO MARTINS, solteira, Terapeuta Ocupacional, maior, residente nesta Capital à R. Tupis,85/601, Centro, 3BH, filha de José Iridival Martins e Nilda Aparecida Caetano Martins. (669468)

LEANDRO RODRIGUES SANTOS, SOLTEIRO, ENGENHEIRO, maior, natural de Tucuruí, PA, resi-dente nesta Capital à Rua Nizio Batista de Oliveira Nº 429 / 504, São Lucas, 3BH, filho de Otaviano Gualberto de Almeida Santos e Déa Terezinha Rodrigues Santos; e ILANE ALMEIDA SARAIVA, solteira, Jornalista, maior, residente nesta Capital à No Mesmo Endereço, São Lucas, 3BH, filha de Joaquim Araujo Saraiva e Tereza Maria de Almeida Saraiva. (669469)

TIAGO ALVES MARIOTO, SOLTEIRO, TECNÓLOGO EM REDE DE COMP., maior, natural de Belo Hori-zonte, MG, residente nesta Capital à R. Moisés, 144, Nossa Senhora da Glória, 2BH, filho de Manoel Marioto e Maria Alves da Costa Marioto; e ANA CAROLINA GONÇALVES FERREIRA, solteira, Psi-cóloga, maior, residente nesta Capital à R. Juiz de Fora, 530, Barro Preto, 3BH, filha de Aroldo Maga-lhães Ferreira e Nilza Gonçalves Ferreira. (669470)

FÁBIO HENRIQUE FERREIRA LOIOLA, SOLTEIRO, BORRACHEIRO, maior, natural de Belo Horizonte, MG, residente nesta Capital à Beco Gonçalves,10, São Lucas, 3BH, filho de Joaquim Murilo Ferreira Loiola e Eugenia Maria de Jesus; e PATRÍCIA PEREI-RA DE MELO, solteira, Atendente, maior, residente nesta Capital à Beco Gonçalves,10, São Lucas, 3BH, filha de Antônio Edson de Melo e Lúcia Pereira de Melo. (669471)

ROBERTO NASCIMENTO SILVA, SOLTEIRO, POR-TEIRO, maior, natural de Belo Horizonte, MG, resi-dente à R. Iracema, 201, São Benedito, Santa Luzia, MG, filho de Aristides Leandro da Silva e Marina do Nascimento Silva; e MARTA GERUSA DA SILVA XAVIER, solteira, Secretária, maior, residente nesta Capital à R. Principal, 93, Vila Antena, Conj. Santa Maria, 3BH, filha de José Costa Xavier e Geraldina da Silva Xavier. (669472)

GUILHERME AUGUSTO VICENTE DUTRA, SOLTEI-RO, ASSESSOR ADMINISTRATIVO, maior, natural de Três Marias, MG, residente nesta Capital à R. Niterói, 56, Santa Efigênia, 3BH, filho de Cláudio Juthadeu Ribeiro Dutra e Rosa Maria Vicente Araujo; e MARIA NIKOLAYCZIK, solteira, Estudante, maior, residente nesta Capital à R. Niterói, 56, Santa Efi-genia, 3BH, filha de Ralf Franke e Eva Nikolayczik. (669473)

DANIEL AMORIM CORRÊA, SOLTEIRO, PADEIRO, maior, natural de Belo Horizonte, MG, residente nesta Capital à Beco Banjo, 58, Serra, 3BH, filho de Wagner Corrêa de Paula e Maria das Dores Amorim; e ALEXSANDRA VIANA DOS SANTOS, divorciada, Faxineira, maior, residente nesta Capital à Beco Tarol, 131, Serra, 3BH, filha de Wilson dos Santos e Marinalva Viana Costa. (669474)

ALEXANDRÉ GOMES E SOUZA CORRÊA, SOLTEI-RO, ANALISTA DE T. I., maior, natural de Belo Horizonte, MG, residente nesta Capital à R. Mario Coutinho,601/201, Estoril, 3BH, filho de Marcos Edmundo Corrêa Dias e Maria Sylvia Gomes e Souza; e PAULA ANDRADE BRITO, solteira, Profes-sora, maior, residente nesta Capital à R. Chica-go,685/901, Sion, 3BH, filha de Délvio Joaquim Lopes de Brito e Regina Maria Andrade Brito. (669475)

LEONARDO OTÁVIO DA COSTA FARIAS, SOLTEIRO, SERVIDOR PÚBLICO, maior, natural de Belo Hori-zonte, MG, residente nesta Capital à R. Kennedy Maro Campos, 109/102, Castelo, 2BH, filho de Valdir da Costa Farias e Zilda Rita Gonçalves Farias; e MORGANA NEVES GOMES DE CARVALHO, solteira, Fonoaudióloga, maior, residente nesta Capital à R. Tavares Bastos, 470/102, Coração de Jesus, 3BH, filha de José Antonio de Carvalho e Rezy Neves Gomes de Carvalho. (669476)

PAULO LAQUINI NOVO, SOLTEIRO, ENGENHEIRO CIVIL, maior, natural de Venda Nova/ Belo Horizonte, MG, residente à R. Augusto Ferreira Machado,12, Castelo I I I, Castelo, ES, filho de Almir Divino Novo e Maria Madalena Laquini Novo; e FABRICIA CUNHA RIBEIRO DO VALLE, solteira, , maior, residente nesta Capital à R. Jupiter,180, Santa Lucia, 3BH, filha de Dimas Norberto Ribeiro do Valle e Juliane Cunha Ribeiro do Valle. (669476)

Apresentaram os documentos exigidos pela Legis-lação em Vigor. Se alguém souber de algum impe-dimento, oponha-o na forma da Lei. Lavra o presente para ser afixado em cartório e publicado pela imprensa

Belo Horizonte, 23 de dezembro de 2014OFICIAL DO REGISTRO CIVIL.

12 editais.

QUARTO SUBDISTRITO

QUARTO SUBDISTRITO DE BELO HORIZONTE - AV. AMAZONAS, 4.666 - NOVA SUÍÇA - BELO HORIZONTE - MG - 31-3332-6847

Faz saber que pretendem casar-se :

ESTEVAM LINS DE RESENDE REIS FILHO, solteiro, tecnico mecanica, nascido em 08/01/1984 em Belo Horizonte, MG, residente a Av. Senador Jose Augus-to, 110 802 1, Buritis, Belo Horizonte, filho de ESTEVAM LINS DE RESENDE REIS e MARIA ELI-ZABETH PASSOS DA CUNHA LINS DE RESENDE REIS Com ISABELA DO ROSARIO LOPES, solteira, bancaria, nascida em 18/06/1985 em Belo Horizonte, MG, residente a Av. Senador Jose Augusto, 110 802 1, Buritis, Belo Horizonte, filha de JOÃO LOPES TOMICH e ANTONIA HELENA DO ROSARIO LOPES.

IVANIR RODRIGUES, divorciado, zelador, nascido em 06/02/1962 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Cipriano De Carvalho, 18, Betania, Belo Hori-zonte, filho de EVA RODRIGUES Com MARIA JANEIDE GOMES, divorciada, do lar, nascida em 21/12/1968 em Pinhotiba, MG, residente a Rua Cipriano De Carvalho, 18, Betania, Belo Horizonte, filha de JOSÉ GUIMARAES GOMES e MARIA JOSÉ GOMES.

Apresentaram os documentos exigidos pelo Art. 1525 do Codigo Civil Brasileiro. Se alguem souber de algum impedimento, oponha-o na forma da lei.

Belo Horizonte, 23/12/2014.

Alexandrina De Albuquerque Rezende Oficial do Registro Civil.

2 editais.

EDITAIS DE NOTIFICAÇAO

PRIMEIRO TABELIONATO

1º TABELIONATO DE PROTESTO DE TÍTULOS E DOCUMENTOS DE DÍVIDA DE BELO HORIZONTE - TABELIÃO: LUIZ MÁRCIO FERREIRA DE CAR-VALHO - RUA DA BAHIA, 478 LJ 10 - CEP 30160.010 - FONE (31) 3212-1455. HORÁRIO DE ATENDIMENTO: DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, DAS 09h ÀS 12h E 13h ÀS 17h

OCORRENDO AS HIPÓTESES DO ART.15, DA LEI Nº 9.492, DE 10/09/1997, FICAM AS PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS ABAIXO RELACIONADAS NOTIFICADAS PARA, DENTRO DO PRAZO LEGAL DE 03 (TRÊS) DIAS ÚTEIS, A CONTAR DA DATA DE PÚBLICAÇÃO DESTE, VIREM A ESTE TABELIONA-TO A FIM DE PAGAR OS TÍTULOS OU DOCUMEN-TOS DE DÍVIDA QUE SE SEGUEM OU DAR AS RAZÕES, POR ESCRITO, PORQUE NÃO O FAZEM, FICANDO DESDE JÁ INTIMADAS DE SEU PROTESTO.

PRAZO FINAL PARA O PAGAMENTO: 02/01/2015.

DEVEDOR: GLOSS STYLE COMÉRCIO DE ROUPAS LTDA. - ENDEREÇO: RUA MINISTRO GUSTAVO CAPANEMA,230 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30881-580 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.162.

DEVEDOR: MARCIA SIMAO PEREIRA - ENDEREÇO: RUA ALABANDINA N 533 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30775-330 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.167.

DEVEDOR: SBV DESENVOLVIMENTO DE PROD E COM LTD - ENDEREÇO: AV GETULIO VARGAS 447 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30112-020 - UF: MG - PROTO-COLO: 102.860.177.

DEVEDOR: FOCO CONSULTORIA E ASSESSORIA EM REC - ENDEREÇO: AV CONTORNO 6283 SALA 506 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30110-039 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.178.

DEVEDOR: CONFECÇÕES W. KITS LTDA. - ME - ENDEREÇO: AVENIDA AUGUSTO DE LIMA 1277 LOJA 01 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDA-DE: BELO HORIZONTE - CEP: 30190-002 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.181.

DEVEDOR: ALTA FARMA IND. COM. E SERVIÇOS LTDA. - ENDEREÇO: AV PORTUGAL 2145 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31555-000 - UF: MG - PROTO-COLO: 102.860.189.

DEVEDOR: RAFAELA XHIMENE DA SILVA VENDAS ME - ENDEREÇO: RUA DOS BACURAUS-10 SALA 02 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31730-100 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.199.

DEVEDOR: ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL SECAO - ENDEREÇO: RUA ALBITA 250 - DT. APRE-SENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORI-ZONTE - CEP: 30310-160 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.200.

DEVEDOR: MINERAÇÃO RIACHO DOS MACHADOS LTDA. - ENDEREÇO: ARAGUARI 358 - DT. APRE-SENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORI-ZONTE - CEP: 30190-110 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.213.

DEVEDOR: CIRURGICA DINIZ COM. ART.LABORA-TÓRIOS - ENDEREÇO: AV GENERAL OLIMPIO MOURAO FILHO,, 616 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31710-690 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.215.

DEVEDOR: T8T SERVIÇOS AUXILIARES DE TRANSP AER - ENDEREÇO: RUA MAESTRO FRAN-CISCO FLORES N 425 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31270-670 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.217.

DEVEDOR: T8T SERVIÇOS AUXILIARES DE TRANSP AER - ENDEREÇO: RUA MAESTRO FRAN-CISCO FLORES N 425 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31270-670 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.218.

DEVEDOR: TEREZINHA MARIA BERNARDES - ENDEREÇO: RUA MARECHAL FALCONIERE 538 CASA - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31620-380 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.231

DEVEDOR: VARI VETRI LTDA. - ENDEREÇO: R PIAUI,10582 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30150-321 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.236.

DEVEDOR: NOVA ERA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS LTDA. - ME - ENDEREÇO: RUA GUAJAJARAS, 910, SL 1007 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDA-DE: BELO HORIZONTE - CEP: 30180-100 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.239.

DEVEDOR: GAPE COMÉRCIO DE ROUPAS E ACESSÓRIOS LTD - ENDEREÇO: RUATURQUESA 527 PRADO BELO HORIZONTE MG - DT. APRE-SENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORI-ZONTE - CEP: 30411-203 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.256.

DEVEDOR: REALCE COMU VISUAL LTDA. - ENDE-REÇO: RUA CORUMBA 475 CARLOS PRATES - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30710-280 - UF: MG - PROTO-COLO: 102.860.260.

DEVEDOR: TANIA AUGUSTA DA SILVA SALEMA - ENDEREÇO: RUA JULIO OTAVIANO FERREIRA ,849/203 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDA-DE: BELO HORIZONTE - CEP: 31170-200 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.262.

DEVEDOR: VANIA ARAÚJO LUCIANO - ENDEREÇO: RUA EXPEDICIONARIO JOSÉ SILVA, 723 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31930-700 - UF: MG - PROTO-COLO: 102.860.263.

DEVEDOR: CERÂMICA SÃO CRISTOVAO LTDA. - ENDEREÇO: RUA JACUI, 732 - DT. APRESENTA-ÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31110-050 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.266.

DEVEDOR: HELIO DE OLIVEIRA PINTO - ENDERE-ÇO: RUA PAULINO VAZ DE MELO 135 AP 101 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31260-130 - UF: MG - PROTO-COLO: 102.860.269.

DEVEDOR: NORCON NOROESTE CONSTRUTORA LTDA. - ENDEREÇO: RUA PALERMO, 1186 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31340-560 - UF: MG - PROTO-COLO: 102.860.270.

DEVEDOR: ESTILLO PEÇAS LTDA. - ME - ENDE-REÇO: AVE VILARINHO, 3820 - DT. APRESENTA-ÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31615-250 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.282.

DEVEDOR: INSTITUTO ATIVA DO BRASIL - ENDE-REÇO: RUA GENERAL ANDRADE NEVES ,424 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30431-076 - UF: MG - PROTO-COLO: 102.860.292.

DEVEDOR: LEONARDO JUNIO DE SOUZA DIAS - ENDEREÇO: RUA CRISTO REI 393 - DT. APRESEN-TAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31810-180 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.294.

DEVEDOR: SABRINA DO NASCIMENTO REZENDE - ENDEREÇO: RUA SANTA TEREZA DE AVILA, 264 - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30668-610 - UF: MG - PROTO-COLO: 102.860.295.

DEVEDOR: RÁPIDO 2010 TRANSPORTES LTDA. - ENDEREÇO: RUA EMIDIO BERUTO, 28 B - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30570-050 - UF: MG - PROTO-COLO: 102.860.296.

DEVEDOR: EDSON DIAS DOS SANTOS 05284102 - ENDEREÇO: R MARIANA OLIVEIRA TAVARES,210 B - DT. APRESENTAÇÃO: 19/12/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31320-360 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.860.299

EDITAIS DE CASAMENTO

FÓRUM17BELO HORIZONTE, QUARTA-FEIRA, 24, A SEGUNDA-FEIRA, 29 DE DEZEMBRO DE 2014

DEVEDOR(A): LEANDRO STARLING COSTA MAR-CHI; ENDEREÇO: AV SERRANA 423 - 30882-370 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.860; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): LUANA DEVA MENDES; ENDEREÇO: RUA MARACANA 169 AP 102 - 30260-180 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.788; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): LUISA MONTES DE MAGALHÃES; ENDEREÇO: RUA CORONEL ABELHA 35 - 35367-000 MATIPO ZONA RURAL MG; PROTOCOLO: 4856.599; DATA DA APRESENTAÇÃO: 16/12/2014

DEVEDOR(A): LUIZ CARLOS VICENTE; ENDEREÇO: RUA GENEBRA 705 AP 203 - 30421-052 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.941; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): LUIZ DE PAIVA; ENDEREÇO: RUA PADRE TIAGO DE ALMEIDA 21 LJ 02 - 30520-440 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.849; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): LUIZ FERNANDO BRAGA DINIZ -ME-; ENDEREÇO: AV FRANCISCO SA 688 - 30411-074 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.892; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): MARCIA CLARA LIBERATO COSTA; ENDEREÇO: LOCAL INCERTO E NÃO SABIDO 00000-000 LOCAL INCERTO MG; PROTOCOLO: 4855.919; DATA DA APRESENTAÇÃO: 12/12/2014

DEVEDOR(A): MARCOS ANTÔNIO ALVES COSTA; ENDEREÇO: RUA LEOPOLDINA 577 - 30330-230 BELO HORIZONTE SANTO ANTÔNIO MG; PROTO-COLO: 4856.993; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): MARIA DE FATIMA FIGUEREDO; ENDEREÇO: AV AMAZONAS 1049 - 30180-000 BELO HORIZONTE CENTRO MG; PROTOCOLO: 4856.803; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): MASB 32 SPE; ENDEREÇO: AV RAJA GABAGLIA 1060 - 30441-070 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.621; DATA DA APRESEN-TAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): MERCEARIA DO ADAO LTDA. -ME-; ENDEREÇO: RUA PIRANGUINHO 165 LETRA A - 31050-230 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.661; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): MURILLO PINTO BARBOSA JÚNIOR; ENDEREÇO: RUA FURTADO DE MENEZES 425 - 31225-780 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4855.921; DATA DA APRESENTAÇÃO: 12/12/2014

DEVEDOR(A): MURILLO PINTO BARBOSA NETO; ENDEREÇO: R FURTADO DE MENEZES 415 - 31255-780 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4855.921; DATA DA APRESENTAÇÃO: 12/12/2014

DEVEDOR(A): NEUZA DE SOUZA SANTOS; ENDE-REÇO: RODOVIA MG-05 N.754 - 31930-010 BELO HORIZONTE IPE MG; PROTOCOLO: 4856.800; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): O PAO LTDA.; ENDEREÇO: AV ERICO VERISSIMO 2414 - 31530-400 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.960; DATA DA APRESEN-TAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): ORGANIZACOES GERNABE LTDA.; ENDEREÇO: AV ANTÔNIO CARLOS 7666 E7676 31270-000 BELO HORIZONTE PAMPULHA MG; PROTOCOLO: 4855.919; DATA DA APRESENTA-ÇÃO: 12/12/2014

DEVEDOR(A): OURO BRANCO CONSTRUÇÕES LTDA.; ENDEREÇO: RUA CELIA 221 - 31920-310 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.980; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): PASTORIL SERVIÇOS E ACABAMEN-TOS EM EDIFICACOES LTD; ENDEREÇO: RUA JOVINA GOMES DE SOUZA 72 - 31570-050 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.914; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): PATRIMONIAL MÓVEIS LTDA. -EPP-; ENDEREÇO: RUA CONCEICAO DO MATO DENTRO 245 LJ 03 - 31310-240 BELO HORIZONTE OURO PRETO MG; PROTOCOLO: 4855.711; DATA DA APRESENTAÇÃO: 12/12/2014

DEVEDOR(A): PAULO CÉSAR DIAS BICALHO; ENDEREÇO: RUA OSVALDO PEDROZO DE ALMEI-DA 28 - 39205-000 TRES MARIAS MG; PROTOCO-LO: 4856.371; DATA DA APRESENTAÇÃO: 16/12/2014

DEVEDOR(A): PAULO OTAVIO DA SILVA; ENDERE-ÇO: RUA UMBERTO SANZONE 218-21 - 30620-390 BELO HORIZONTE BOM SUCESSO MG; PROTO-COLO: 4856.813; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): PEDRO ANSELMO BELATO; ENDE-REÇO: RUA CAMPOS MELO 125 AP 101 - 30411-485 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.625; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): PRIME CORP CONSTRUÇÕES E MONTAGENS LTDA.; ENDEREÇO: RUA CAMIG, 89 - SALA 01 - 30514-070 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.889; DATA DA APRESENTA-ÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): R & A LOCACOES SERVIÇOS E EVENTOS LTDA. -ME-; ENDEREÇO: RUA GETULIO VARGAS 516 - 35970-000 BARAO DE COCAIS CENTRO MG; PROTOCOLO: 4856.593; DATA DA APRESENTAÇÃO: 16/12/2014

DEVEDOR(A): SELMA RAIMUNDA GONÇALVES FERREIRA; ENDEREÇO: RUA FLUORINA 788 30270-380 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.974; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): SÉRGIO LUCIO MALACO; ENDERE-ÇO: RUA GENEBRA 310/302 - 30411-560 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.911; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): SONIA LUCIA LAURINDA; ENDERE-ÇO: RUA TERCIA CABRAL FLECHA 26 CASA 30662-580 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.616; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): SUL IMAGEM PRODUTOS PARA DIAGNÓSTICOS; ENDEREÇO: AV FLÁVIO DOS SANTOS 317 - 31015-150 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.678; DATA DA APRESENTA-ÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): TALLES HENRIQUE DA CRUZ SAN-TOS; ENDEREÇO: RUA JOÃO MAURO 484 AP 03 31530-610 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.931; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): TITANIUM FERRAMENTARIA LTDA.; ENDEREÇO: RUA SERRA JOSÉ VIEIRA 201 LJ 01 - 30668-272 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.694; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): TRANSVIP RENT A CAR; ENDEREÇO: RUA CLAUDIONOR MARTINS DA CUNHA 212 31050-110 BELO HORIZONTE CASA BRANCA MG; PROTOCOLO: 4857.002; DATA DA APRESENTA-ÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): VETOR NORTE 3 EMPREENDIMEN-TOS IMOBILIARIOS SPE LTD; ENDEREÇO: AV MONTEIRO LOBATO 1510 - 33400-000 LAGOA SANTA VARGEM DO LOBO MG; PROTOCOLO: 4856.594; DATA DA APRESENTAÇÃO: 16/12/2014

DEVEDOR(A): W G J RESTAURANTE E EVENTOS LTDA. -EPP-; ENDEREÇO: RUA LEVINDO LOPES 303 - 30140-170 BELO HORIZONTE MG; PROTO-COLO: 4856.642; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

BELO HORIZONTE, 23 DE DEZEMBRO DE 2014TABELIÃ: ELZA TEREZINHA FREIRE

59 editais.

Devedor: CARVALHO UNIFORMES PROFISSIONAIS LTDA., com endereço: RUA CINCO A 163 LOJA 01 - OITIS - CONTAGEM-MG - CEP: 32141-068. Pro-tocolo: 2225268, em 18/12/2014.

Devedor: EVERTON DOUGLAS M DOS SANTOS ME, com endereço: RUA EQUADOR 36 - INDUS-TRIAL - CONTAGEM-MG - CEP: 32230-130. Proto-colo: 2225270, em 18/12/2014.

Devedor: TECNOLICS COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA., com endereço: AVENIDA LONDRES 60 - ELDORADO - CONTAGEM-MG - CEP: 32340-570. Protocolo: 2225273, em 18/12/2014.

Devedor: OLIVETRON SEGURANÇA ELETRONICA EIRELI -, com endereço: RUA ENGENHEIRO NAVAR-RO, 46 - FONTE GRANDE - CONTAGEM-MG - CEP: 32013-320. Protocolo: 2225297, em 18/12/2014.

Devedor: PATRICIA APARECIDA DA SILVA BARROS, com endereço: RUA PRAIA FORMOSA,275 - CONTAGEM-MG - CEP: 32180-570. Protocolo: 2225316, em 18/12/2014.

Devedor: REDE UNIDAS DISTRIBUIDORA DE AUTO PEC, com endereço: ROD. BR 381, 900-INCONFI-DENTES - CONTAGEM-MG - CEP: 32260-530. Protocolo: 2225363, em 18/12/2014.

Devedor: NSAC TRANSPORTES LTDA., com ende-reço: BR 381, 2800 - CONTAGEM-MG - CEP: 32240-090. Protocolo: 2225368, em 18/12/2014.

Devedor: LENICE OLIVEIRA DE PAULA, com ende-reço: RUA CORONEL DURVAL DE BARROS,1233 - CONTAGEM-MG - CEP: 32242-315. Protocolo: 2225379, em 18/12/2014.

Devedor: FÁCIL ESQ.ALUMINIO VIDROS LTDA., com endereço: RUA TRINTE E SETE 300 - CONTAGEM--MG - CEP: 32072-390. Protocolo: 2225392, em 18/12/2014.

Devedor: MICHELE VIEIRA RAMOS SANTOS, com endereço: RUA PIO SOLIMOES 000000186 - CEN-TRO - CONTAGEM-MG - CEP: 32280-320. Proto-colo: 2225442, em 18/12/2014.

Devedor: PKR INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ESTO-PAS LTDA., com endereço: RUA SENADOR BENE-DITO VALADARES 522, - INDUSTRIAL - CONTA-GEM-MG - CEP: 32223-030. Protocolo: 2225446, em 18/12/2014.

Devedor: CAJU LOGÍSTICA E TRANSPORTES LTDA., com endereço: RODOVIA BR 381,2800 - RIACHO DAS PERDRAS - CONTAGEM-MG - CEP: 32280-680. Protocolo: 2225450, em 18/12/2014.

Devedor: FABIANO GODOI ALVES, com endereço: R.PROFESSOR ALVES HORTA,240-APT-201 -BL- - LINDA VISTA - CONTAGEM-MG - CEP: 32041-680. Protocolo: 2225474, em 19/12/2014.

Devedor: JOSÉ ACASSIO VIANA, com endereço: AVENIDA RETIRO DOS IMIGRANTES, 449 - RETIRO - CONTAGEM-MG - CEP: 32050-710. Protocolo: 2225489, em 19/12/2014.

Devedor: DISTRIBUIDORA PEQUIM EIRELI - ME, com endereço: R MONTREAL 35 PARQUE AYRTON SENNA CONTA - PARQUE AYRTON SENNA - CONTAGEM-MG - CEP: 32141-014. Protocolo: 2225531, em 19/12/2014.

Devedor: U T E C L, com endereço: JOAQUIM NABUCO 59 -JÁRDIM INDUSTRI - CONTAGEM-MG - CEP: 32215-220. Protocolo: 2225610, em 19/12/2014.

Devedor: PRECISÃO D DE PRODUTOS ALIMENT, com endereço: RODOVIA BR 040 KM 688 PAV.06 - GUANABARA - CONTAGEM-MG - CEP: 32145-900. Protocolo: 2225617, em 19/12/2014.

Devedor: CLODOALDO RODRIGUES DA SILVA, com endereço: RUA SOFIA, 48 - EUROPA - CONTAGEM--MG - CEP: 32040-048. Protocolo: 2225673, em 19/12/2014.

Devedor: ROBERT JUNIO DIAS DE ALMEIDA, com endereço: RUA RIO VERDE CLARO, 39 - RIACHO DAS PEDRAS - CONTAGEM-MG - CEP: 32280-220. Protocolo: 2225696, em 19/12/2014.

É o presente EDITAL expedido e publicado de acordo com o disposto no art. 15 da Lei 9.492/1997 e art. 317 do Provimento nº 260/CGJ/2013 de 18/10/2013, e, afixado em lugar visível na sede deste Tabelionato de Protestos de Títulos de Contagem, na mesma data.

CONTAGEM, 24 de dezembro de 2014.Nancy Raquel Dutra Felipetto Malta - Tabeliã

30 editais.

TABELIONATO DE NOVA LIMA

TABELIONATO DE PROTESTOS DE DOCUMEN-TOS DE NOVA LIMA - TABELIÃO BEL. ALOÍSIO SALES WARDI - RUA DOMINGOS RODRIGUES, Nº 185 - TEL: 3541-1061 - CENTRO - NOVA LIMA - MG

Ocorrendo as hipóteses do Artigo 15, da Lei nº 9.492, de 10/09/1997, ficam as pessoas físicas e jurídicas abaixo relacionadas, notificadas para no prazo de até 03(três) dias, a contar da data da publicação deste, virem a este tabelionato a fim de pagar os documentos que se seguem, ficando desde já intimadas de seus protestos, caso não os façam.

PAGAMENTO SOMENTE NO TABELIONATO NO ENDEREÇO ACIMA. NÃO SE ACEITA NENHUM OUTRO MEIO DE PAGAMENTO.

PRAZO FINAL PARA PAGAMENTO: 02/01/2015

DEVEDOR(A): ANDRÉIA CARLA MIRANDA BONFIM - ENDEREÇO: R DO ROSARIO, 31, CENTRO, RIO ACIMA/MG - PROTOCOLO: 000207381- DATA DA APRESENTAÇÃO: 12/12/14.

DEVEDOR(A): ANTÔNIO LOPES DIAS FILHO - ENDEREÇO: R C, 19, VILA BELA, RAPOSOS/MG - PROTOCOLO: 000207582- DATA DA APRESEN-TAÇÃO: 15/12/14.

DEVEDOR(A): GESSY DE ALMEIDA - ENDEREÇO: RODOVIA MG 030, 2235, IPE AMARELO, NOVA LIMA/MG - PROTOCOLO: 000207419- DATA DA APRESENTAÇÃO: 12/12/14.

DEVEDOR(A): CINTIA APARECIDA CONDE SIMOES DE OLIVEIR - ENDEREÇO: RUA QUARESMEIRA ROSA, 406, RETIRO DAS PEDRAS, NOVA LIMA/MG - PROTOCOLO: 000207399- DATA DA APRESEN-TAÇÃO: 12/12/14.

DEVEDOR(A): MANOEL CARLOS BARBOSA SOA-RES - ENDEREÇO: RUA GROELANDIA, 300, JD CANADA, NOVA LIMA/MG - PROTOCOLO: 000207471- DATA DA APRESENTAÇÃO: 12/12/14.

DEVEDOR(A): NEWCORP GESTAO S.A - ENDERE-ÇO: AL DO INGA, 840, SALA 208, VALE SERENO, NOVA LIMA/MG - PROTOCOLO: 000207596- DATA DA APRESENTAÇÃO: 15/12/14.

DEVEDOR(A): ADRIANO SANTOS RIBEIRO - ENDE-REÇO: RUA GONÇALVES DIAS, 152, VL PASSOS, NOVA LIMA/MG - PROTOCOLO: 000207327- DATA DA APRESENTAÇÃO: 11/12/14.

DEVEDOR(A): ALEXANDRA NAZARE CARILLO -SARAH - ENDEREÇO: R DO OURO, 15, CENTRO, NOVA LIMA/MG - PROTOCOLO: 000207195- DATA DA APRESENTAÇÃO: 09/12/14.

DEVEDOR(A): CICERO CARLOS CORREA JÚNIOR ME - ENDEREÇO: ALFREDO DAVILA SILVA NETO, 208, VL ODETE, NOVA LIMA/MG - PROTOCOLO: 000207333- DATA DA APRESENTAÇÃO: 11/12/14.

DEVEDOR(A): MINASPUMA INDÚSTRIA DE COL-CHÕES LTDA. - ENDEREÇO: AV AL DA SERRA, 500, VL SERRA, NOVA LIMA/MG - PROTOCOLO: 000207571- DATA DA APRESENTAÇÃO: 15/12/14.

DEVEDOR(A): CLR INDÚSTRIA DE ACESSÓRIOS LTDA. - ENDEREÇO: RUA VERNON, 108, JD CANA-DA, NOVA LIMA/MG - PROTOCOLO: 000207352- DATA DA APRESENTAÇÃO: 11/12/14.

Nova Lima, 26/12/2014.Bel. Aloísio Sales Wardi - Tabelião

11 editais.

QUARTO TABELIONATO

DEVEDOR(A): CONSTRUTORA AMADO AGUIAR LTDA.; ENDEREÇO: RUA CASTELO DA BEIRA 665 31330-370 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.977; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): COR ILIMITADA GRÁFICA DIGITAL; ENDEREÇO: RUA GRÃO PARA 906 LJ.04 30150-341 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.826; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): DISTRIBUIDORA MUNDIAL COSMÉ-TICOS E VESTUARIO; ENDEREÇO: RUA DOS TABAIARES 12 SALA 201 - 30150-040 BELO HORI-ZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.846; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): DISTRIBUIDORA MUNDIAL COSMÉ-TICOS E VESTUARIOS LTDA; ENDEREÇO: RUA. DOS TABAIARES 12 SALA 201 - 30150-040 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.890; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): DORVINA LOPES CERQUEIRA; ENDEREÇO: RUA JOAQUIM JOSÉ 30 - 30514-400 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.821; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): ESTILLO PEÇAS LTDA. -ME-; ENDE-REÇO: AV VILARINHO 3820 - 31615-250 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.770; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): FARMACIA E DROGARIA PALMARES LTDA.; ENDEREÇO: RUA DR SATURNINO 149 37900-044 PASSOS CENTRO MG; PROTOCOLO: 4855.921; DATA DA APRESENTAÇÃO: 12/12/2014

DEVEDOR(A): GAS SOLUTIONS INSTALACOES PREDIAIS INDUSTRIAIS LTD; ENDEREÇO: RUA HENRIQUE BADARO PORTUGAL 480/304 - 30570-392 BELO HORIZONTE PALMEIRAS MG; PROTO-COLO: 4856.986; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): GERALDO ANTÔNIO DE SOUZA; ENDEREÇO: RUA MESQUITA 206 - 30710-490 BELO HORIZONTE CARLOS PRATES MG; PROTO-COLO: 4856.995; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): GESTACAR GESTAO DE NEGÓCIOS LTDA.; ENDEREÇO: RUA BONFIM 670 3.ANDAR 3 SALA 308 - 31210-150 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.787; DATA DA APRESENTA-ÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): IGREJA DO EVANGELHO QUADRAN-GULAR; ENDEREÇO: RUA MARIO SOARES 200 30850-650 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.970; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): JANAINA RODRIGUES NOGUEIRA; ENDEREÇO: RUA FREI CONCEICAO VELOSO 879/12 - 30530-300 BELO HORIZONTE MG; PRO-TOCOLO: 4856.936; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): JANINE FONTES DE ALMEIDA; ENDEREÇO: RUA PROFESSOR ANTÔNIO ALEIXO 245 - 30180-150 BELO HORIZONTE MG; PROTO-COLO: 4856.752; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): JOÃO HENRIQUE COSTA ARAÚJO; ENDEREÇO: AV BUENO DO PRADO 158 - 32140-220 CONTAGEM JARDIM LAGUNA MG; PROTO-COLO: 4856.991; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): L C SERVICE ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS LTDA.; ENDEREÇO: RUA RIO DAS FLORES 105 - 30390-210 BELO HORIZONTE MG; PROTOCOLO: 4856.626; DATA DA APRESEN-TAÇÃO: 17/12/2014

DEVEDOR(A): L DOS SANTOS LIMA COMECIO DE ARMARINHO LTDA. -ME-; ENDEREÇO: RUA WEN-CESLAU BRAZ 725 - 31540-670 BELO HORIZONTE JARDIM LEBLON MG; PROTOCOLO: 4856.631; DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/12/2014

TABELIONATO DE CONTAGEM

TABELIONATO DE PROTESTOS DE TÍTULOS DE CONTAGEM - COMARCA DE CONTAGEM - ESTA-DO DE MINAS GERAIS - Av. José Faria da Rocha, nº 4011 - 1º Andar - Bairro - Eldorado - CEP: 32310-210 - CONTAGEM-MG - Telefone: (31) 2565-0794 - fax: (31) 2567-0743 - e-mail: [email protected] - Nancy Raquel Dutra Felipetto Malta - Tabeliã - www.protestoconta-gem.com.br - Horário de Funcionamento: 09:00 às 17:00 horas.

EDITAL DE INTIMAÇÕES

PRAZO FINAL PARA PAGAMENTO: 30/12/2014

Em razão das pessoas indicadas para aceitar ou pagar os títulos serem desconhecidas, suas localiza-ções incertas, ignoradas, ou inacessíveis, ou ainda, por não se dispuserem a receber a intimação nos endereços fornecidos pelos Apresentantes, bem como se por outro motivo, for frustrada a tentativa de intimação postal ou por portador, hipóteses do art. 15 da Lei 9.492/1997 e art. 317 do Provimento nº 260/CGJ/2013 de 18/10/2013, faço saber aos que o presente EDITAL DE INTIMAÇÃO virem que foram protocolizados a protesto os seguintes títulos, ficando intimados os respectivos responsáveis a pagar ou dar as razões por que não o fazem, resposta escrita, dentro do prazo legal de 3 (três) dias úteis, após a publicação deste EDITAL, ficando desde já notificados de seu protesto, caso não o façam:

Devedor: BETA INDÚSTRIA MECÂNICA, com ende-reço: RUA S O DIMAS,85 - INDUSTRIAL - CONTA-GEM-MG - CEP: 32230-165. Protocolo: 2225077, em 17/12/2014.

Devedor: GIMA SUPERMERCADOS LTDA. EPP, com endereço: RUA PEDRA DO SOL, 318 - SAPUCAIA II - CONTAGEM-MG - CEP: 32071-169. Protocolo: 2225136, em 18/12/2014.

Devedor: MANOEL CAETANO DA SILVA, com ende-reço: RUA JEQUITIBAS N 991 - ELDORADO - CONTAGEM-MG - CEP: 32310-390. Protocolo: 2225151, em 18/12/2014.

Devedor: PONTO DOS RADIADORES LTDA. - ME, com endereço: AVENIDA JOÃO CÉSAR DE OLIVEI-RA, 131 - ELDORADO - CONTAGEM-MG - CEP: 32310-000. Protocolo: 2225153, em 18/12/2014.

Devedor: VIDROS UNIÃO LTDA., com endereço: AVENIDA JOSÉ FARIA DA ROCHA, 4932 - ELDO-RADO - CONTAGEM-MG - CEP: 32315-040. Proto-colo: 2225159, em 18/12/2014.

Devedor: JEPAR EMPREEND E PARTICIPAÇÕES, com endereço: ALAMEDA DOS COMERCIANTES 85 SALA 103 - CANDIDA FERR - CONTAGEM-MG - CEP: 32145-688. Protocolo: 2225175, em 18/12/2014.

Devedor: ADIVALDO JOSÉ DA SILVA, com endereço: RUA PEROBAS, 691 - COLONIAL - CONTAGEM-MG - CEP: 32044-230. Protocolo: 2225194, em 18/12/2014.

Devedor: ANTÔNIO RIBEIRO DE ALMEIDA, com endereço: AVENIDA CHAVANTES 1890 - VILA PEROLA - CONTAGEM-MG - CEP: 32110-100. Protocolo: 2225202, em 18/12/2014.

Devedor: DISTRIBALAS E DOCES LTDA. -ME, com endereço: R CORONEL AMERICO LEITE 601-INDUSTRIAL - INDUSTRIAL - CONTAGEM-MG - CEP: 32235-110. Protocolo: 2225229, em 18/12/2014.

Devedor: CAJU LOGÍSTICA E TRANSPORTES LTDA., com endereço: ROD BR 381 KM 423 NR 2800 SL 04 - RIACHO DAS PEDRAS - CONTAGEM--MG - CEP: 32280-680. Protocolo: 2225266, em 18/12/2014.

Devedor: CAJU LOGÍSTICA E TRANSPORTES LTDA., com endereço: ROD BR 381 KM 423 NR 2800 SL 04 - RIACHO DAS PEDRAS - CONTAGEM--MG - CEP: 32280-680. Protocolo: 2225267, em 18/12/2014.

FÓRUM18BELO HORIZONTE, QUARTA-FEIRA, 24, A SEGUNDA-FEIRA, 29 DE DEZEMBRO DE 2014

RAFAEL TOMAZ

A arrecadação federal emMinas Gerais recuou 4% emnovembro na comparaçãocom o mês anterior, deacordo com os dados daReceita Federal do Brasil(RFB). Apesar disso, osresultados são positivos noacumulado do ano.

A receita com os tributos eimpostos federais no Estadoatingiu R$ 5,982 bilhões emnovembro, ante R$ 6,233bilhões em outubro. Nacomparação com o mesmomês de 2013, quando a arre-cadação atingiu R$ 6,547bilhões, houve queda de8,6%.

Do total arrecadado emnovembro, R$ 5,947 bilhõessão referentes à soma de tri-butos e impostos adminis-trados pela RFB. Já a receitaadministrada por outrosórgãos federais chegou a R$34,849 milhões.

Em novembro, Minas res-pondeu por 5,7% de toda aarrecadação no país, quesomou R$ 104,469 bilhões noperíodo. O Estado foi o

quarto maior arrecadador noBrasil. Em primeiro lugarficou São Paulo (R$ 41,4bilhões), seguido por Rio deJaneiro (R$ 17,274 bilhões) eDistrito Federal, com R$9,834 bilhões.

Apesar da retração emnovembro, a arrecadaçãofederal no Estado alcançouR$ 64,487 bilhões no acumu-lado de 11 meses de 2014. Omontante é 4% superior aoverificado no mesmo inter-v a l o d o a n o p a s s a d o ,quando somou R$ 61,974milhões.

A principal contribuiçãoveio do Imposto de Renda(IR), com receita de R$ 15,038bi lhões entre janeiro enovembro. O resultadorepresenta incremento de82% em relação aos R$13,896 bilhões recolhidos nomesmo intervalo de 2013.

Do total da receita com oIR no período, R$ 7,267bilhões são provenientesdo Imposto de Renda Pes-soa Jurídica (IRPJ). O valorrepresenta alta de 7,6% emrelação ao mesmo períododo ano passado (R$ 6,748

bilhões). Já a arrecadaçãoreferente às pessoas físicas(IRPF) aumentou 6,5% namesma base de compara-ção, passando de R$ 1,936b i l h ã o p a r a R $ 2 , 0 6 2bilhões.

A a r r e c a d a ç ã o d o

Imposto sobre ProdutosIndustrializados (IPI) cres-ceu 14% entre janeiro enovembro na comparaçãocom o mesmo período doexercício passado. A receitapassou de R$ 4,879 bilhõespara R$ 5,566 bilhões.

O IPI para automóveissomou R$ 634 milhões noacumulado do ano aténovembro. O resultado é18,9% maior do que o regis-trado nos primeiros 11 mesesdo exerc í c io passado ,quando alcançou R$ 533

milhões.

Cofins — A receita geradacom o pagamento da Contri-buição para o Financiamentod a S e g u r i d a d e S o c i a l(Cofins) em Minas atingiuR$ 9,579 bilhões nos primei-ros 11 meses deste ano. Omontante é 4,4% superior aoregistrado em igual intervalode 2013, quando somou R$9,175 bilhões.

A arrecadação do Pro-g r a m a d e I n t e g r a ç ã oSocial/Programa de Forma-ção do Patrimônio do Servi-dor Público (PIS/Pasep)cresceu 7,1% na mesma basede comparação. O resultadoatingiu R$ 2,943 bilhões, con-tra R$ 2,746 bilhões no acu-mulado até novembro de2013.

A a r r e c a d a ç ã o d oImposto sobre Importaçãosomou R$ 9,346 bilhões noacumulado de janeiro anovembro, ante R$ 9,056bilhões no ano passado. Omontante representa incre-mento de 3,2% no período,conforme as informações daReceita Federal.

EWERSON MORAES*

O fim de ano se aproxima emuitos brasileiros começam aelaborar uma retrospectivados principais acontecimentose a fazer planejamentos para opróximo ano. As empresas, damesma forma, precisam ava-liar sua performance e estabe-l e c e r m e t a s p a r a o a n oseguinte. O balanço anualpermite a visão da situaçãoeconômico-financeira atual daempresa e os parâmetros aserem seguidos mediante aanálise dos ativos, passivos edo patrimônio líquido. Con-tudo, muitas empresas per-dem por não perceberem nissouma oportunidade de melho-ria para a gestão em geral.

O cá l cu lo do ba l ançoanual é feito pelo levanta-mento entre os bens e direitosque a empresa possui, comovalores monetários e a rece-ber, estoque e os ativos fixossomados às dívidas, como

contas a pagar, empréstimose financiamentos ao patrimô-nio líquido, equivalendo aosvalores que sócios ou acionis-tas têm na empresa. Isso per-mite a localização do pontoem que o negócio se encontrae a avaliação de até onde podeser expandido. Comessa segurança, é possí-vel melhorar a gestãointerna e a qualidaded a s d e c i s õ e s d aempresa.

Outro facilitador é apossibilidade de obtercréditos a juros meno-res, apresentando essedemonstrativo contábil daempresa às financeiras. Asempresas devem realizar obalanço, mas somente se exigea publicação dele para empre-sas com faturamento superiora dois milhões de reais (dea c o r d o c o m a L e i11.638/2007) na forma jurí-dica de sociedades anônimas ede capital aberto. A divulga-

ção deve ser feita de seis emseis meses. Para criar umgrau de confiança maior,algumas empresas contratamuma consultoria externa paraauditar as informações patri-moniais. Em empresas maio-res, de capital aberto, isso é

imprescindívelápela gravi-dade das informações quedevem ser repassadas ao mer-cado financeiro.

Quando há omissão ouqualquer irregularidade, asempresas de auditoria inscri-tas na Comissão de ValoresMobiliários (CVM) e no Con-selho de Contabilidade podemse negar a realizar a avaliação,

como aconteceu, recente-mente, com a responsável porauditoria externa na Petro-bras, que se recusou realizar oba lanço por res tr i ção deacesso às informações.

Embora o levantamentonão precise ser divulgado em

empresas menores, deveser feito com seriedade,como balanço de gestão enão somente por obriga-ção. Muitos empresáriosdeixam de conhecer oprocesso, saber quaispreocupações contábeis,tributárias para seremmais cr i t e r iosos em

tomadas de decisões.Pela falta de conhecimento

e preparo, muitas empresasacabam fechando. Quando seinicia um negócio, o ideal éfazer balanços menores men-salmente para um planeja-mento de longo prazo. Outropasso é comparar o balançocom o de outras empresas domesmo segmento, buscando

outras experiências comoexemplos.

Qualquer empresário devese inteirar melhor sobre o queé a contabilidade e os benefí-cios oriundos dela. Buscarorientação de um advogadoem relação a tributos, balançoe contratação de pessoal, alémde ter um bom contador ins-c r i t o junto ao Conse lhoRegional de Contabilidade(CRC) e uma auditoria deconfiança melhoram as chan-ces de sucesso de um empreen-dimento que, muitas vezes,não vingaria por falta deconhecimento das regras dojogo e, principalmente, pelanão realização anual dessaavaliação.

* Professor de finanças daFaculdade IBS/FGV

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19

Brasília — A Comissãode Desenvolvimento Eco-n ô m i c o , I n d ú s t r i a eComércio da Câmara dosDeputados aprovou noúltimo dia 10 proposta queconcede ao microempreen-dedor individual (MEI) ouao contribuinte optante doSimples Nacional o direitoà devolução ou ao créditode valores corresponden-tes à substituição tributáriado Imposto sobre Circula-ção de Mercadorias e Pres-tação de Serviços (ICMS).

A medida está prevista noProjeto de Lei Complemen-tar 420/14, do deputadoPedro Eugênio (PT-PE), quealtera o Estatuto da Micro ePequena Empresa (Lei Com-plementar 123/06).

A substituição tributáriaobriga as empresas a pagarantecipadamente a alí-quota cheia do ICMS, emvez de recolhê-lo ao longoda cadeia. Isso faz com quepequenas empresas com-p re m p ro d u t o s c o m oICMS embutido no preço epaguem o imposto antesmesmo de vender ou usaro produto, diminuindo suacompetitividade em rela-ção a outras empresas nãooptantes do Simples Naci-onal.

O re la tor, deputadoLaercio Oliveira (SD-SE),recomendou a aprovaçãoda proposta. Ele afirmouque todos os empreende-dores micro e de pequenoporte serão beneficiadospela medida, não apenasos setores incluídos emagosto deste ano pela LeiComplementar 147/14.

“A renuncia de receitacorrespondente à operaçãonão trará impacto signifi-cativo aos estados, tra-zendo estímulo ao setorprodutivo brasileiroõ, ava-liou ainda o relator.

Após o recesso parla-mentar, a proposta seráana l i sada a inda pe lascomissões de Finanças eTributação; e de Constitui-ção e Justiça e de Cidada-n ia . Em segu ida , s e rávotada pelo plenário. Asinformações são da Agên-cia Câmara Notícias.

LEGISLAÇÃO

Arrecadação federal diminui em Minas

IDEIAS

TRIBUTOS

“Quando se inicia umnegócio, o ideal é

fazer balanços menorespara um planejamento

de longo prazo”

Queda em novembro foi de 4% em relação a outubro e de 8,6% na comparação com o mesmo mês de 2013

Balanço anual necessário

Brasília — A Comissãode Desenvolvimento Econô-mico, Indústria e Comércioda Câmara dos Deputadosaprovou no último dia 10proposta que desonera asmicro e pequenas empresasao limitar o regime de subs-tituição tributária apenaspara certos setores. O textoaprovado é um substitutivod o r e l a t o r, d e p u t a d oAugusto Coutinho (SD-PE),ao Projeto de Lei Comple-mentar (PLP) 389/14, doSenado.

A substituição tributáriaexige que as empresaspaguem antecipadamente aalíquota cheia do Impostosobre Circulação de Merca-dorias e Prestação de Servi-ços (ICMS), em vez de reco-lher o imposto ao longo dacadeia. A proposta que veiodo Senado estabelece quecerca de 60 setores conti-nuem pagando o ICMS nosmoldes da substituição.

O fim da substituição tri-butária pretende melhorar o

caixa das pequenas empre-sas e aumentar a competiti-vidade. No modelo atual,muitas firmas pequenascompram produtos que vêmcom o ICMS embutido nop r e ç o , p a g a n d o p e l oimposto antes mesmo devender ou usar o produto,diminuindo sua competitivi-dade em relação a outrasempresas não optantes peloSimples Nacional.

“Com a expansão do sistemade substituição tributária, mui-tas empresas de pequeno portepassaram a integrá-lo, sendorecolocadas no sistema normalde recolhimento do impostocom recebimento antecipado ecom base de cálculo cada vezmais ampliada, anulando osbenefícios do Estatuto daMicroempresa, observouAugusto Coutinho.

O substitutivo acrescentadispositivo ao projeto paraimpedir que uma micro oupequena empresa seja subs-tituta tributária do ICMSrelativo a operações cujo

des t ina tá r io se j a umaempresa de maior porte. Ouseja, neste caso, caberá àempresa maior a responsabi-lidade pelo recolhimento doimposto.

Prazo maior — Outro itemconcede aos optantes doSimples Nacional um prazomaior para recolhimento doICMS nas operações em quea empresa seja substituta tri-butária. Esse prazo nãopoderá ser menor que o esta-belecido para os não optan-tes do Simples. O objetivo éminimizar o impacto finan-ceiro no fluxo de caixa daempresa de pequeno porte,ajustando o prazo de paga-mento do imposto ao tempode recebimento financeiro daempresa, pelas vendas reali-zadas.

O texto aprovado tambémajusta o aproveitamento decréditos na substituição tri-butária e reduz o recolhi-mento das pequenas emicroempresas enquadra-

das como substitutas tributá-rias. A fim de obter essaredução, deverá ser utilizadoo mesmo percentual aplicá-vel às operações internas doestado de destino com amesma mercadoria.

Também são revogadosalguns itens da legislaçãovigente para evitar que osestados imponham às microe pequenas empresas outrosônus tributários que pode-riam anular os propósitos doSimples Nacional.

Pelo projeto, continuamna substituição tributáriacerca de 60 setores variados,como combustíveis; energiaelétrica; cigarros; bebidas;óleos e azeites; farinha detrigo e massas; açúcares; car-nes; cereais; chocolates; cafée mate; rações para animais;veículos e peças; medica-mentos; perfumes e produ-tos de higiene pessoal; telhase caixas d’água; sabões empó e líquidos para roupas;papéis; plásticos; cimentos;produtos eletrônicos, eletro-

eletrônicos e eletrodomésti-cos; serviços sujeitos atual-mente a esse mecanismo.

A substituição tributáriasó será aplicada para produ-tos fabricados em escalaindustrial no caso da fabri-cação de telhas, cerâmicas,detergentes e alguns ali-mentos (bebidas não alcóoli-cas; massas alimentícias;produtos lácteos; carnes esuas preparações, prepara-ções à base de cereais; cho-colates; produtos de padariae da indústria de bolachas ebiscoitos; preparações paramolhos e molhos prepara-dos: preparações de produ-tos vegetais).

Após o recesso parlamen-tar, o projeto ainda será discu-tido pelas comissões de Finan-ç a s e Tr i b u t a ç ã o ; e d eConstituição e Justiça e deCidadania. Para ser aprovada,a proposta precisará do votofavorável de pelo menos 257deputados em plenário. Asinformações são da AgênciaCâmara Notícias.

Devoluçãode créditopara MEI

Comissão da Câmara aprova desoneração para MPE

O recolhimento de IPI em Minas cresceu 14% no acumulado do ano até novembro

DIVULGAÇÃO

Teatro

I n f a n t i l — N o p r ó x i m odomingo, dia 28 de dezembro,o Espaço Cultural Concessio-

nária Recreio entra no climadas festividades do Réveillon.Os palhaços Pirueta e Camba-lhota prometem aprontardivertidas confusões na peça

“Um Réveillon Inesquecível”.A apresentação acontece às10h30 e tem entrada gratuita.

Música

Shopping — O ViaShoppingBarreiro e o Centro de ComprasPampulha se preparam parareceber o Música na Praça. Oevento, que acontece semanal-mente na praça de alimentaçãodos dois shoppings, traz variadasapresentações musicais nestasemana. Os shows acontecem naquinta (25) e sexta-feira (26) noViaShopping e sexta e sábado(27) no Centro de Compras.

Exposição

Fotografia — A fotógra fa

Ludmila Loureiro é a convi-dada da edição de dezembrodo Projeto Mural Templuz,que traz arte e cultura gratu-ita para Belo Horizonte. Paraestampar o mural, Ludmilaescolheu a obra “Diário”, queretrata uma criança sabore-ando um sorvete. A imagemfaz parte de uma sér ie defotografias de rua, feitas emSardenha, na Itália. Até 31 dedezembro no paredão daTe m p l u z , n a Av. N o s s aSenhora do Carmo, 1150 ,Sion.

Juiz de Fora foi a primeiracidade do continente sul-ame-ricano a receber o CampeonatoMundial Escolar de Xadrez,entre os dias 26 de novembro e4 de dezembro, o que dá o avalà cidade, para receber possivel-mente, o Pan-Americano deXadrez em 2015. A EscolaDegraus de Ensino, que orga-nizou o evento juntamente como Sistema X de Xadrez escolar,alcançou o vice-campeonato dacompetição.

20

O c e n á r i o d e u m aconstrução não é sempreo mais bonito de se ver.Mesmo quando o empre-endimento final será umproduto luxuoso e comuma estética inigualável,enquanto suas paredessão erguidas o que se vênão é bonito. A ConartesEngenharia pensou emuma maneira de desta-car seus produtos nosseus primeiros passos efoi assim que surgiu op ro j e t o Ta p u m e c o mA r t e . C o m o t e m a“Zoons de BH”, o pro-jeto, que possui imagensdo fotógrafo Marcelo dePaula , foca na be lezanatura l e a r t í s t i ca dealguns dos principaisp o n t o s d e B e l oHorizonte.

A presidente Dilma Rous-seff anunciou na terça-feira aindicação de 13 ministros quevão compor o primeiro esca-lão em seu segundo mandato,q u e c o m e ç a a p a r t i r d ejaneiro.

Após intensas negociaçõese até reclamações públicas dedificuldades para chegar adefinições de nomes, a petistaestabeleceu o espaço do PT,PMDB, PSD e PCdoB.

A expectativa é de que anova formatação da Espla-nada dos Ministérios seja con-cluída na segunda-feira, dia29, quando novas medidaseconômicas também podemser anunciadas.

Também foram anuncia-dos os nomes dos futurostitulares da Controladoria-

Geral da União (CGU), Val-d i r S i m ã o , d o E s p o r t e ,George Hilton, e da Secreta-ria de Políticas de Promoçãoda Igualdade Racial, NilmaLino Gomes.

Com as indicações, Dilmamostrou que uma das preocu-pações para o novo governofoi tentar garantir maiorinfluência sobre a base aliadano Congresso, apostando emnomes com maior trânsito ecom maior sustentação emseus partidos, além de políti-cos que articulam o fortaleci-mento a base do governo.

Confira os ministros nomea-dos por Dilma:

✔ Aldo Rebelo (Ciência Tec-nologia e Inovação)

✔ Edinho Araújo (Secreta-ria de Portos)

✔ Eduardo Braga (Minas eEnergia)

✔ Eliseu Padilha (Secreta-ria de Aviação Civil)

✔ George Hilton (Esporte)✔ Gilberto Kassab (Cida-

des)✔ Helder Barbalho (Secre-

taria de Aquicultura e Pesca)✔ Jacques Wagner (Defesa)✔ Kátia Abreu (Ministério

da Agricultura, Pecuária eAbastecimento)

✔ N i l m a L i n o G o m e s(Secretaria de Políticas dePromoção da Igua ldadeRacial)

✔ Valdir Simão (Controla-doria Geral da União)

✔ Vinicius Lages (Turismo)

✔ Cid Gomes (Educação)

RaffaelePeano, pre-sidente daF u n d a ç ã oT o r i n o ,r e c e b e ucondecora-ç ã o d og o v e r n oI t á l i a . AC o m m e n -d a t o r edell’Ordinedella Stella

d ’ I t a l i a , c r i a d a a p ó s a I IGuer ra Mundia l , in i c i a l -mente em reconhecimentoaos italianos no exterior ouaos estrangeiros que contri-buíram para a reconstruçãoda Itália, atualmente prestahomenagem aos italianos noestrangeiro ou estrangeirosque contribuem, com sua ati-vidade, ao desenvolvimentodas relações entre a Itália eoutros países.

O restaurante i ta l ianoProvíncia Di Salerno fecha2014 com um crescimentode 30% no faturamento. Osaldo positivo é resultadodo investimento em aper-feiçoamento das técnicasgastronômicas, mantendoassim a tradição da cozinhaitaliana. O cuidado no pre-paro dos alimentos é outrogrande aliado no sucesso.Somente para a fabricaçãoartesanal de massas, foramg a s t o s e m m é d i a c i n c otoneladas de far inha detrigo.

Para encerrar as ativida-des do Natal de Luz de 2014,hoje, às 10h, o tradicionalcortejo “Zé Pereira da Chá-cara” se apresentará no cen-tro histórico de Mariana paracelebrar o Natal com a popu-lação. O grupo conta com 118figuras confeccionados commateriais recicláveis, home-nage iam persona l idadesl o c a i s c o m o F e r n a n d oMorais. A atração é gratuitae aberta para todos.

A Anglo American fez ad o a ç ã o d e 7 1 5 m e t ro scúbicos de madeira ao Ins-tituto do Patrimônio His-tórico e Artístico Nacional(Iphan) e ao Instituto Esta-dual do Patrimônio Histó-rico e Artístico de MinasGerais (Iepha). O mate-r i a l , que teve a ú l t imar e m e s s a e n t r e g u e e mnovembro, será utilizadopara realizar a restauraçãode patrimônios históricose ar t í s t i cos em âmbi tonacional e regional, emMinas Gerais.

A Casa do Construtoranuncia a abertura de qua-tro novas unidades em esta-dos e s t r a t ég i co s pa ra aempresa. As franquias loca-l izam-se nas c idades deTrês Pontas (MG), Caxiasdo Sul (RS), Brasília (DF) eGuararema (interior de SP).Hoje, com 210 lojas espa-lhadas em todo o Brasil, ameta central da rede é ele-var o número para mil uni-dades até 2020.

DC [email protected]

ProvínciaDi Salermo

Cortejoem Mariana

Xadrez emJuiz de Fora

AngloAmerican

Tapumecom Arte

Condecoraçãoitaliana

Dilma anuncia maistreze nomes do seu

novo ministério

HOJE

CULTURADIVULGAÇÃO DIVULGAÇÃO

JOSÉ CRUZ/ABr

Casa doConstrutor

CRISTIELLE PÁDUA/DIVULGAÇÃO

Depois de três anosa frente da presidên-cia do Conselho deArquitetura e Urba-n i s m o d e M i n a sGerais (CAU/MG), oarquiteto e urbanistaJoel Campolina deixao Conselho. Os novosp re s i d e n t e e v i c e ,para o mandato 2015-2017 , se rão e le i tospela plenária do Con-selho, eleita em 5 denovembro de 2014 ,em votação no dia 6de janeiro.

A Atento abre trêso p o r t u n i d a d e s d ee m p r e g o e m B e l oH o r i z o n t e n a á r e ao p e ra c io n a l p a r a ocargo de Teleopera-dor, sem necessidaded e e x p e r i ê n c i a . O sinteressados devem sec a d a s t r a r n o s i t ew w w. a t e n t o . c o m . b r ,enviar um e-mail com oc u r r í c u l o p a r ar e c r u t a m e n t o s e l e [email protected] ouentrar em contato pelotelefone 0800 771 4014.

O S p o -l e t o e s t áp r e s e n t e -ando seusc l i e n t e sn e s s eNatal. Inti-tulada MeuN a t a l éV o c ê , aação contempla lançamento de quatrocombinados de refeição e coleção decopos personalizados com frases “decarinho” impressas. Na compra de umadas quatro sugestões de combos, o clienteleva um copo colecionável, disponívelnas cores “natalinas” dourado, vermelho,verde e roxo.

Presidênciado CAU/MG

Oportunidadesde carreira

Copos de NatalDIVULGAÇÃO