21º Edição do Informativo do Senge - 2012

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Informativo dos Sindicatos dos Engenheiros do Estado de Gois

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  • Informativo do Sindicato dos Engenheiros no estado de Gois | Setembro 2012Visite nosso site acessando: www.senge-go.org.br

    No deixe de anotar o nome do SENGE-GO na Anotao de Responsabilidade Tcnica (ART), no campo Entidade de Classe. uma contribuio indispensvel para o combate do exerccio ilegal da profisso e uma importante receita para a nossa entidade manter todos os servios prestados aos associados. Portanto no esquea de preench-la, lembrando que os profissionais no sindicalizados tambm devem fazer a anotao.

    ART

    CREA-GO AssinAR Em bREvE COm O sEnGE-GO COnvniO dE REpAssE dE pARtE dA ARRECAdAO dA ARt

    1 tORnEiO dOlzOnAn dA CunhA mAttOsEncontra-se em fase final de tramitao no CREA-GO o projeto de convnio de repasse de parte da arrecadao da ART ao SENGE-GO. Pg. 05

    Aconteceu no dia 8 de junho encerramento do 1 Torneio Dolzonan da Cunha Mattos realizado no Clube de Engenharia. Pg. 06

    Crea-GO lana11 edio do prmio de meio Ambiente

    Eng. Agrnomo AnnbAl lAcErdA mArgon, coordEnAdor dA comisso dE mEio AmbiEntE (cEmA) do crEA-go E dirEtor do sEngE-go

    Foi lanada na noite da ltima quinta-Feira, 28 de junho, a 11 edio do Prmio Crea Gois de meio ambiente

    Pg. 07

    EquipE dA AroEstE cAmpE dA cAtEgoriA ouro

  • Senge em NotciasS

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    editorial

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    O movimento sindical como instrumento de defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores imprescindvel dentro do estado democrtico, pois possibilita a distribuio negociada de renda, alm de permitir a soluo de conflitos entre poderes constitudos de ordem tc-nica e econmica.

    Os profissionais das reas tecnolgicas so res-ponsveis por contribuir de forma efetiva com o desenvolvimento das empresas e do estado, pro-porcionando a melhoria da qualidade de vida da populao. Sob esta perspectiva os projetos urba-nos dos dias de hoje, a despeito das contradies conceituais, revestem-se de colises entre os estu-dos tcnicos de engenharia e a lgica de mercado, impetrada pelos segmentos mais conservadores das esferas polticas e econmicas.

    So funes bsicas do sindicato representar a classe trabalhadora, reivindicar melhorias, mobilizar a categoria quando necessrio, educar o trabalhador para a cidadania e por fim, lutar por justia social. Para exercer estas funes imprescindvel a presena e a participao macia dos trabalhadores sindicaliza-dos, o que quer dizer que, tanto o sindicato quanto os trabalhadores sindicalizados, devem ser peas funda-mentais nestes movimentos sindicais.

    Uma das preocupaes que devemos ter no mo-mento a de fortalecer o movimento sindical e coi-bir as prticas antissindicalistas das empresas, que, vista de possveis contradies de seus interesses, afasta os profissionais dos processos. preciso man-ter o dilogo permanente, fruto de um processo de

    papel do sindicato como instrumento de defesa das questes de engenharia

    gerson tertuliano: Engenheiro Eletricista e de segurana do trabalho e presidente do senge-go

    PResidenTegerson TertulianoEng Eletricista

    diReToRiAJoo Batista TibiriEng CivilAntnio Augusto soares FrascaGelogoAnnibal Lacerda MargonEng AgrnomoCludio Henrique B. AzevedoEng EletricistaJos Augusto L. dos santosEng Eletricista

    TRinio 2010/2013

    Rgo de divuLgAo do sindiCATo dos engenHeiRos de goisExpediente

    Circulao gratuita entre os associadosendereo: Av. Portugal n 482Setor Oeste, Goinia-GOTelefones: 3251-8181 / 3251-8967email: senge-go@uol.com.brsite: www.senge-go.org.br

    Todos os artigos e citaes aqui divulgadas so de responsabilidade da Diretoria. As matrias assinadas so de responsabilidades dos

    autores e no correspondem necessariamente opinio do Jornal.

    Caio Antnio de gusmoEng Civiledson Melo FilizzolaEng CivilMarcelo Pontes PereiraEng CivilLuiz Carlos Carneiro de oliveiraEng EletricistaJoo dib FilhoEng Eletricistaeduardo James de MoraesEng CivilMarcelo emilio MonteiroEng AgrnomoWanderlino Teixeira de CarvalhoGelogo

    ConseLHo FisCALeduardo Joaquim de sousaEng CivilAntonio Carlos das C. AlvesEng CivilAdelita Afonso Boa sorteEng EletricistaLeonardo Martins de C. TeixeiraEng CivilJos Luiz Barbosa ArajoEng Agrnomo

    RePResenTAnTesJunTo F.n.eAnnibal Lacerda MargonEng Agrnomo

    Marcos Rogrio nunesEng AgrnomoWanderlino Teixeira de CarvalhoGelogo

    PRoduoAline FernandesJornalista responsvelvincius AlvesProjeto Grfico e Diagramaostylo grficaImpresso

    mudana cultural que substituiu o padro autori-trio que volta a dar sinais de renascimento.

    Os movimentos sindicais devem sempre inte-ragir nas questes das empresas pblicas, fisca-lizando sua atuao, discutindo projetos e apre-sentando solues tcnicas e de governana. Isso permite aos gestores pblicos terem uma viso externa e imparcial do planejamento dos proje-tos e linhas de aes, de maneira a evitar equ-vocos que, muitas vezes, passam despercebidos e posteriormente podem ser fatores de prejuzos irreversveis e dificuldades para as mesmas.

    Conclamamos nossos governantes para que determinem s empresas pblicas e seus gesto-res, dentro do princpio democrtico e participa-tivo, levar em considerao as opinies internas e externas, aproveitando aquilo que for produtivo e que possam contribuir para a melhor soluo aos problemas, principalmente de ordem tcnica e ainda, para que no entendam estas contribui-es como sendo oposio de cunho poltico/administrativo que possam gerar retaliaes aos profissionais da engenharia.

    Por fim, o movimento sindical deve ficar aten-to preservao das conquistas conseguidas ao longo do tempo, como interagir com os demais segmentos comprometidos com a defesa do pa-trimnio pblico e da agenda social, firmando presena nas instncias decisrias, acompanhan-do e intervindo no debate dos temas que afetem o mundo do trabalho, principalmente daqueles que envolvem a engenharia e a sociedade.

  • Senge em Notcias Senge em Notcias

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    energia

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    Fotos: AdAlberto ruchelle

    Celg conseguecertificado de adimplementoCelG ConseGue CertiFiCado de adimPlemento Coroando de xito o Grande esForo do Governador marConi, das diretorias anterior e atual e de todo CorPo tCniCo da emPresa que trabalharam duramente Para ConseGuir este maGnFiCo resultado

    A informao foi publicada no Dirio Oficial da Unio (DOU), na qual a Agncia Nacional de Energia Eltri-ca (Aneel) declarou a Celg adimplente com suas obrigaes intrassetoriais. A nota foi assinada pelo superintendente de Regulao Econmica da agncia, Davi Lima. Em abril, o governo havia anunciado que a Eletrobras te-ria assumido 51% das aes ordinrias, com direito a voto, da Celg. Na ocasio, foi firmado um acordo entre os executivos da estatal e representantes do Governo de Gois.

    Este acordo garante o repasse dos re-cursos para resgatar a distribuidora do en-dividamento e garantir a execuo do pro-jeto de modernizao de sua gesto. Com ele, ficou definido que a Celg passaria pelo

    processo de reestruturao que envolve contratao de emprstimo, pelo governo de Gois, no valor de R$ 3,5 bilhes. O cr-dito seria oferecido pela Caixa Econmica Federal, com dinheiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econmico e Social (BNDES). Estes recursos sero destinados ao aumento de capital e ao pagamento de dvidas do Estado com a distribuidora local.

    ConFiRA o doCuMenTo nA nTegRA: Para os fins do disposto no art. 5 do

    Decreto-Lei n 2.432, de 17 de maio de 1988 e nos arts. 6 e 10 da Lei n 8.631, de 4 de maro de 1993 (este com a redao dada pela Lei n 10.848, de 15 de maro de 2004), CERTIFICADO que Celg Distri-

    buio S.A., inscrito sob o CNPJ (MF) sob o n 01.543.032/0001-04 encontra-se, at esta data, adimplente no recolhimento das quotas da Reserva Global de Rever-so - RGR, do Programa de Incentivo s Fontes Alternativas de Energia Eltrica - PROINFA, da Conta de Desenvolvimento Energtico - CDE, da Conta de Consumo de Combustveis - CCC, da Compensao Financeira pela Utilizao de Recursos Hdricos - CFURH, da Taxa de Fiscalizao de Servios de Energia Eltrica - TFSEE, ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Cientfico e Tecnolgico - FNDCT, bem como no pagamento pela aquisio de energia eltrica contratada de forma re-gulada e da Itaipu Binacional.

  • Senge em NotciasS

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    Funcionalismo

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    No dia 29 de junho do corrente, a maioria absoluta dos engenheiros dos Correios de Gois, participa-ram da AGE convocada pelo SENGE-GO que teve como assunto principal, a apro-vao da pauta de reinvindicaes e a au-torizao para que a FNE os represente nas negociaes nacionais.

    Na reunio foram discutidos os seguintes temas: reivindicaes da categoria para o ano de 2012, destinado ao incio das negociaes com data-base em 1 de agosto; aprovao para que a direo do SENGE-GO delegue poderes para que a FNE - Federao Nacional dos Engenheiros para que a mesma venha iniciar as negociaes coletivas de trabalho, assinar Acordo Coletivo de Trabalho ou, caso frustradas as tratativas, instaurar Dissdio Co-letivo junto ao C. TST; fixar e autorizar o des-conto da Contribuio Assistencial e/ou Con-federativa e/ou Profissional e/ou Negocial;

    Com data-base em 1 de agosto, a cate-goria quer que a federao seja reconhecida como sua representante junto empresa e participe da negociao. Alm das reivindi-caes especficas dos engenheiros a serem

    apresentadas aos Correios, os profissionais tambm delegaro poderes FNE para ne-gociar em mbito nacional, fechar acordo coletivo de trabalho e, caso seja necessrio, instaurar dissdio j