2009 NORMA DNIT - ES 5738:2008 - Concreto – Procedimento para moldagem e cura de corpos-de-prova. Rio de Janeiro, 2008. f) _____. NBR 5739:2009 – Concreto – Ensaio de

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<ul><li><p>DNIT /2009 NORMA DNIT ______- ES </p><p>Pontes e viadutos rodovirios Concretos, argamassas e calda de cimento para injeo - </p><p>Especificao de servio MINISTRIO DOS TRANSPORTES </p><p>DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE </p><p>TRANSPORTES </p><p>DIRETORIA GERAL </p><p>DIRETORIA EXECUTIVA </p><p>INSTITUTO DE PESQUISAS RODOVIRIAS </p><p>Rodovia Presidente Dutra, km 163 Centro Rodovirio Vigrio Geral </p><p>Rio de Janeiro RJ CEP 21240-000 Tel/fax: (21) 3545-4600 </p><p>Autor: Instituto de Pesquisas Rodovirias - IPR Processo: 50607.000482/2009-93 Origem: Reviso da Norma DNER ES 330/97 Aprovao pela Diretoria Colegiada do DNIT na reunio de / / . </p><p>Direitos autorais exclusivos do DNIT, sendo permitida reproduo parcial ou total, desde que citada a fonte (DNIT), mantido o texto original e no acrescentado nenhum tipo de propaganda comercial. </p><p>Palavras-Chave: N total de pginas </p><p>Pontes, viadutos, argamassa, concretos, calda de cimento 13 </p><p>Resumo </p><p>Este documento define a sistemtica empregada na </p><p>execuo e recebimento de concretos, argamassas e </p><p>caldas de cimento para injeo na construo de pontes </p><p>e viadutos rodovirios de concreto armado e de concreto </p><p>protendido. </p><p>So tambm apresentados os requisitos concernentes a </p><p>materiais, equipamentos, execuo, inclusive plano de </p><p>amostragem e de ensaios, condicionantes ambientais, </p><p>controle de qualidade, condies de conformidade e no-</p><p>conformidade e os critrios de medio dos servios. </p><p>Abstract </p><p>This document presents procedures for the execution of </p><p>concretes, cement mortars and cement syrup in the </p><p>construction of reinforced concrete bridges. </p><p>It includes the requirements concerning materials, </p><p>equipments, execution, and includes also a sampling </p><p>plan and essays, environmental management, quality </p><p>control, and the conditions for conformity and non-</p><p>conformity and the criteria for the measurement of the </p><p>performed jobs. </p><p>Sumrio </p><p>Prefcio ...................................................................... 1 </p><p>1 Objetivo ............................................................. 1 </p><p>2 Referncias normativas ..................................... 1 </p><p>3 Definies ......................................................... 2 </p><p>4 Condies gerais .............................................. 3 </p><p>5 Condies especficas ...................................... 3 </p><p>6 Condicionantes ambientais ............................... 7 </p><p>7 Inspees .......................................................... 7 </p><p>8 Critrios de medio ....................................... 11 </p><p>Anexo A (Informativo) Bibliografia .......................... 12 </p><p>ndice geral .............................................................. 13 </p><p>Prefcio </p><p>A presente Norma foi preparada pelo Instituto de </p><p>Pesquisas Rodovirias IPR/DIREX, para servir como </p><p>documento base, visando estabelecer a sistemtica </p><p>empregada para os servios de execuo de concretos, </p><p>argamassas e caldas de cimento para injeo, na </p><p>construo de pontes e viadutos rodovirios de concreto </p><p>armado e de concreto protendido. </p><p>Est formatada de acordo com a Norma DNIT 001/2009 </p><p> PRO, cancela e substitui a norma DNER-ES 330/97. </p><p>1 Objetivo </p><p>Esta Norma tem por objetivo fixar as condies exigveis </p><p>na execuo e recebimento de concretos, argamassas e </p><p>caldas de cimento na construo de pontes e viadutos </p><p>rodovirios de concreto armado e de concreto </p><p>protendido. </p></li><li><p>NORMA DNIT xxx/xxxxxx 2 </p><p>2 Referncias normativas </p><p>Os documentos relacionados a seguir so indispensveis </p><p> aplicao desta norma. Para referncias datadas, </p><p>aplicam-se somente as edies citadas. Para referncias </p><p>no datadas, aplicam-se as edies mais recentes do </p><p>referido documento (incluindo emendas). </p><p>a) ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS </p><p>TCNICAS. NBR 5732:1991 - Cimento portland </p><p>comum: especificao. Rio de Janeiro, 1991. </p><p>b) _____. NBR 5733:1991 - Cimento portland de alta </p><p>resistncia inicial: especificao. Rio de Janeiro, </p><p>1991. </p><p>c) _____. NBR 5736:1991 - Cimento portland </p><p>pozolnico: especificao. Rio de Janeiro, </p><p>1991. </p><p>d) _____. NBR 5737:1992 - Cimento portland </p><p>resistente a sulfatos: especificao. Rio de </p><p>Janeiro, 1992. </p><p>e) _____. NBR 5738:2008 - Concreto </p><p>Procedimento para moldagem e cura de corpos-</p><p>de-prova. Rio de Janeiro, 2008. </p><p>f) _____. NBR 5739:2009 Concreto Ensaio de </p><p>compresso de corpos-de-prova cilndricos. Rio </p><p>de Janeiro, 2007 </p><p>g) _____. NBR 6118:2007 - Projeto de estruturas de </p><p>concreto: procedimento. Rio de Janeiro, 2007. </p><p>h) _____. NBR 7187:2003 - Projeto de pontes de </p><p>concreto armado e protendido: procedimento. </p><p>Rio de Janeiro, 2003. </p><p>i) _____. NBR 7211:2005 Agregado para </p><p>concreto: especificao. Rio de Janeiro, 2005. </p><p>j) _____. NBR 7212:1984 - Execuo de concreto </p><p>dosado em central: especificao. Rio de </p><p>Janeiro, 1984. </p><p>k) _____. NBR 7215:1996 Cimento Portland </p><p>Determinao da Resistncia compresso. </p><p>l) _____. NBR 7680:2007: Concreto - extrao, </p><p>preparo, ensaio e anlise de testemunhos de </p><p>concreto. Rio de Janeiro, 2007. </p><p>m) _____. NBR 7681:1983 - Calda de cimento para </p><p>injeo: especificao. Rio de Janeiro, 1983. </p><p>n) _____. NBR 7682:1983 - Calda de cimento para </p><p>injeo - Determinao do ndice de fluidez. Rio </p><p>de Janeiro, 1983. </p><p>o) _____. NBR 7683:1983 - Calda de cimento para </p><p>injeo - Determinao dos ndices de </p><p>exsudao e expanso Rio de Janeiro, 1983. </p><p>p) _____. NBR 7684:1983 - Calda de cimento para </p><p>injeo - Determinao da resistncia </p><p>compresso. Rio de Janeiro, 1983. </p><p>q) _____. NBR 7685:1983 - Calda de cimento para </p><p>injeo - Determinao da vida til. Rio de </p><p>Janeiro, 1983. </p><p>r) _____. NBR 8953:1992 - Concreto para fins </p><p>estruturais classificao por grupos de </p><p>resistncia: classificao. Rio de Janeiro, 1992. </p><p>s) _____. NBR 9062:2006: Projeto e execuo de </p><p>estruturas de concreto pr-moldado. Rio de </p><p>Janeiro, 2006. </p><p>t) _____. NBR 11578:1991 - Cimento portland </p><p>composto: especificao. Rio de Janeiro, 1991. </p><p>u) _____. NBR 11582:1991 - Cimento Portland - </p><p>Determinao da expansibilidade de Le </p><p>Chatelier. Rio de Janeiro, 1991. </p><p>v) _____. NBR 12654:1992 - Controle tecnolgico de </p><p>materiais componentes do concreto: </p><p>procedimento. Rio de Janeiro, 1992. </p><p>w) _____. NBR 12655:2006 - Concreto de cimento </p><p>portland - Preparo, controle e recebimento. Rio </p><p>de Janeiro, 2006. </p><p>x) _____. NBR 12989:1993 - Cimento portland </p><p>branco: especificao. Rio de Janeiro, 1993. </p><p>y) _____. NBR 13116:1994 - Cimento portland de </p><p>baixo calor de hidratao: especificao. Rio de </p><p>Janeiro, 1994. </p><p>z) _____. NBR 14931:2004 - Execuo de estruturas </p><p>de concreto: procedimento. Rio de Janeiro, </p><p>2004. </p><p>aa) _____. NBRNM 10:2004 - Cimento Portland - </p><p>Anlise qumica - Disposies gerais. Rio de </p><p>Janeiro, 2004. </p><p>bb) _____. NBRNM 19:2004 - Cimento portland - </p><p>Anlise qumica - Determinao de enxofre na </p><p>forma de sulfeto. Rio de Janeiro, 2004. </p></li><li><p>NORMA DNIT xxx/xxxxxx 3 </p><p>cc) _____. NBRNM 45:2003 - Cimento portland - </p><p>Determinao da pasta de consistncia normal. </p><p>Rio de Janeiro, 2003. </p><p>dd) _____. NBRNM 65:2003 - Cimento portland - </p><p>Determinao do tempo de pega. Rio de </p><p>Janeiro, 2003 </p><p>ee) _____.NBRNM 67:1998 Concreto </p><p>Determinao da consistncia pelo abatimento </p><p>do tronco de cone. Rio de Janeiro, 1998. </p><p>ff) ____.NBRNM 68:1998 Concreto </p><p>Determinao da consistncia de espalhamento </p><p>na mesa de Graff. Rio de Janeiro, 1998. </p><p>gg) _____. NBRNM 76:1998 - Cimento portland - </p><p>Determinao da finura pelo mtodo de </p><p>pemeabilidade ao ar (Mtodo de Blaine). Rio de </p><p>Janeiro, 1998. </p><p>hh) BRASIL. Departamento Nacional de Estradas </p><p>de Rodagem. DNER-PRO 277/97: Metodologia </p><p>para controle estatstico de obras e servios. </p><p>Rio de Janeiro: IPR, 1997. </p><p>ii) _____. DNER EM 036/95 - Cimento portland </p><p>recebimento e aceitao. Rio de Janeiro, 1977. </p><p>jj) _____. DNER EM 037/97 Agregado grado </p><p>para concreto de cimento. Rio de Janeiro, 1977. </p><p>kk) _____. DNER EM 038/97 Agregado mido </p><p>para concreto de cimento. Rio de Janeiro, 1977. </p><p>ll) BRASIL. Departamento Nacional de Infra-</p><p>Estrutura de Transportes. DNIT 001/2009-PRO: </p><p>Elaborao e apresentao de normas do DNIT: </p><p>procedimento. Rio de Janeiro: IPR, 2004. </p><p>mm)_____. DNIT 011/2004-PRO: Gesto da </p><p>qualidade em obras rodovirias: procedimento. </p><p>Rio de Janeiro: IPR, 2004. </p><p>nn) _____. DNIT 013/2004-PRO: Requisitos para a </p><p>qualidade em obras rodovirias: procedimento. </p><p>Rio de Janeiro: IPR, 2004. </p><p>oo) _____. DNIT 070/2006-PRO: Condicionantes </p><p>ambientais das reas de uso de obras: </p><p>procedimento. Rio de Janeiro: IPR, 2006. </p><p>3 Definies </p><p>Para os efeitos desta Norma, so adotadas as definies </p><p>seguintes: </p><p>3.1 Concreto </p><p>Material composto que consiste essencialmente de um </p><p>meio contnuo aglomerante e partculas de agregados; </p><p>no concreto de cimento hidrulico, o meio aglomerante </p><p>formado por uma mistura de cimento hidrulico e gua. </p><p>3.2 Cimento </p><p>Material finamente pulverizado que, por si s, no </p><p>aglomerante, mas desenvolve propriedades ligantes </p><p>como resultado da hidratao. </p><p>3.3 Agregado </p><p>Material granular inerte, tal como areia, pedra britada ou </p><p>escria de alto forno, usado como um meio cimentante, </p><p>para formar o concreto ou argamassa de cimento </p><p>hidrulico; o agregado grado tem partculas maiores </p><p>que 4,8 mm e fica retido na peneira no 4, enquanto que o </p><p>agregado mido tem partculas menores que 4,8 mm e </p><p>fica retido na peneira no 200. A areia o agregado mido </p><p>resultante da desintegrao natural e da abraso de </p><p>rochas ou processamento de rochas arenosas friveis. </p><p>3.4 Argamassa </p><p>Mistura de areia, cimento, gua e eventuais aditivos. </p><p>3.5 Aditivos </p><p>Materiais, outros que no gua, agregados ou cimento, </p><p>usados como componentes do concreto para modificar </p><p>suas propriedades, tais como: aumentar sua resistncia, </p><p>retardar ou acelerar a pega, acelerar ou retardar a </p><p>evoluo da resistncia, incorporar ar etc. </p><p>4 Condies gerais </p><p>Alm do atendimento s normas relacionadas nas </p><p>Referncias Normativas, concretos, argamassas e </p><p>caldas de cimento para injeo devem ser </p><p>confeccionados para atender aos requisitos mnimos de </p><p>durabilidade, que incluem resistncia agressividade do </p><p>meio ambiente, ataques de produtos qumicos, abraso e </p><p>demais processos de deteriorao; o concreto dito </p><p>durvel deve manter suas condies originais, sua </p><p>qualidade e estar em plena capacidade de utilizao em </p><p>toda sua longa vida til. </p><p>5 Condies especficas </p><p>5.1 Material </p><p>5.1.1 Cimento </p><p>Os cimentos devem satisfazer s especificaes </p><p>brasileiras, podendo ser de qualquer tipo e classe, desde </p></li><li><p>NORMA DNIT xxx/xxxxxx 4 </p><p>que o projeto no prefira ou faa restrio a este ou </p><p>aquele. Nos concretos, argamassas e caldas em contato </p><p>com armaduras de protenso, o cimento empregado no </p><p>poder apresentar teor de enxofre sob a forma de sulfeto </p><p>superior a 0,2%. </p><p>Nos cimentos empregados, exigir a apresentao do </p><p>certificado de qualidade. Todo cimento deve ser </p><p>guardado em local seco e abrigado de agentes nocivos e </p><p>no deve ser transportado em dias midos. </p><p>O cimento pode ser armazenado em sacos de 50 kg ou </p><p>em silos, quando entregue a granel e para cimento de </p><p>uma nica procedncia. O perodo de armazenamento </p><p>no pode comprometer a sua qualidade. Exceto em </p><p>clima muito seco, deve ser verificado, antes da utilizao, </p><p>se o cimento ainda atende s Especificaes. </p><p>Devem ainda atender Norma DNER-EM 036/95. </p><p>5.1.2 Agregados </p><p>Os agregados devem constituir-se de materiais </p><p>granulosos e inertes, substncias minerais naturais ou </p><p>artificiais, britados ou no, durveis e resistentes, com </p><p>dimenses mximas caractersticas e formas adequadas </p><p>ao concreto ou argamassa a produzir. Devem ser </p><p>armazenados separadamente, isolados do terreno </p><p>natural, em assoalho de madeira ou camada de </p><p>concreto, de forma a permitir o escoamento dgua. No </p><p>devem conter substncias nocivas que prejudiquem a </p><p>pega ou o endurecimento do concreto, ou minerais </p><p>deletrios que provoquem expanses em contato com a </p><p>umidade e com determinados elementos qumicos. </p><p>Devem atender s Normas DNER-EM 037/97 e DNER-</p><p>EM 038/97. </p><p>Os agregados podem ser: </p><p>a) Agregados midos </p><p>So normalmente constitudos por areia natural </p><p>quartzoza, de dimenso mxima caracterstica </p><p>igual ou inferior a 4,8 mm. Devem ser bem </p><p>graduados, so recomendadas as areias mdias </p><p>que no apresentem substncias nocivas, como </p><p>torres de argila, materiais orgnicos, cloretos etc. </p><p>Somente admitido, aps estudos em </p><p>laboratrios, o emprego de agregados midos </p><p>provenientes de rocha sadia. </p><p>b) Agregados grados </p><p>Devem apresentar dimenso mxima </p><p>caracterstica entre 4,8 mm e 50 mm e ser </p><p>naturais (cascalhos ou seixos rolados, britados ou </p><p>no) ou artificiais (pedras britadas, argilas </p><p>expandidas, etc). No devem apresentar </p><p>substncias nocivas, como materiais </p><p>pulverulentos, torres de argila, matria orgnica, </p><p>etc. </p><p>O agregado grado constitudo pelas partculas </p><p>de diversas graduaes, nas propores </p><p>indicadas nos traos do concreto e armazenado </p><p>separadamente, em funo destas graduaes. </p><p>5.1.3 Pedra de mo </p><p>A pedra de mo para concreto ciclpico, de granito ou </p><p>outra rocha estvel, deve ter qualidade idntica exigida </p><p>para a pedra britada empregada na confeco do </p><p>concreto. </p><p>Deve ser limpa e isenta de incrustaes nocivas e sua </p><p>mxima dimenso, no inferior a 30 cm, nem superior a </p><p>1/4 da mnima dimenso do elemento a ser construdo. </p><p>5.1.4 gua </p><p>A gua para a preparao do concreto e da argamassa </p><p>no deve conter ingredientes nocivos em quantidades </p><p>que afetem o concreto fresco ou endurecido, ou reduzir a </p><p>proteo das armaduras contra a corroso. Deve ser </p><p>razoavelmente clara e isenta de leo, cidos, lcalis, </p><p>matria orgnica etc. e obedecer exigncia da </p><p>subseo 7.1.3 desta Norma. Guardada em caixas </p><p>estanques e tampadas, de modo a evitar contaminao </p><p>por substncias estranhas. </p><p>5.1.5 Aditivos </p><p>A utilizao de aditivos deve implicar no perfeito </p><p>conhecimento de sua composio e propriedades, </p><p>efeitos no concreto e armaduras, sua dosagem tpica, </p><p>possveis efeitos de dosagens diferentes, contedo de </p><p>cloretos, prazo de validade e condies de </p><p>armazenamento. </p><p>Somente devem ser usados aditivos expressamente </p><p>previstos no projeto ou nos estudos de dosagem de </p><p>concretos empregados na obra, realizados em </p><p>laboratrio e aprovados pela autoridade competente. </p><p>Para o concreto protendido, os aditivos que contenham </p><p>cloreto de clcio ou quaisquer outros halogenetos so </p><p>rigorosamente proibidos. No devem conter ainda </p></li><li><p>NORMA DNIT xxx/xxxxxx 5 </p><p>ingredientes que possam provocar a corroso do ao; as </p><p>mesmas recomendaes valem para a calda de injeo. </p><p>5.1.6 Adies </p><p>As adies no podero ser nocivas ao concreto e </p><p>argamassa e devero ser compatveis com os demais </p><p>componentes da mistura. </p><p>5.2 Equipamento </p><p>A natureza, capacidade e quantidade do equipamento a </p><p>ser utilizado dependero do tipo e dimenses do servio </p><p>a executar. Para os concretos preparados na obra, pode </p><p>ser utilizada betoneira estacionria de, no mnimo, </p><p>320 litros com dosador de gua, central de concreto ou </p><p>caminho betoneira. Para o lanamento podem ser </p><p>utilizados carrinhos-caambas, caambas, bombas etc. </p><p>5.3 Execuo </p><p>5.3.1 Concreto </p><p>a) Classificao </p><p>O concreto pode ser classificado, quanto a sua </p><p>densidade: como concreto normal, com massa </p><p>especfica entre 2000 e 2800 kg/m3; como </p><p>concreto leve, cuja massa especfica no </p><p>ultrapassa 2000 kg/m3; e como concreto pesado </p><p>com massa especfica maior que 2800 kg/m3. O </p><p>concreto deve apresentar uma consi...</p></li></ul>