1º 2º 3ºano- eureka

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Roteiro de Planejamento 1 - 2 - 3 ano

S.E.R. - Sistema de Ensino ReflexivoSOPHOS - Editora para uma Educao EmancipatriaCENFEP - Centro de Filosofia Educao para o Pensar

assessoria@portalser.net

Roteiro de Planejamento 1 - 2 - 3 anoEnsino Mdio

MATERIAL:

EUREKA: Construindo cidados reflexivosAutores: Valdecir C. Veloso assessoria@portalser.net

Jos Roberto Garcia - assessoria@portalser.net

OBJETIVOS

Nossa proposta no ministrar um curso da histria do pensamento ou formar especialistas em Filosofia, mas promover a insero do nosso aluno reflexo filosfica, pois a filosofia pela sua especificidade da sua abordagem o exige. A prpria palavra (reflexo) indica o seu significado voltar atrs. Portanto o pensamento questionando a si mesmo, o ato de reconsiderar os dados disponveis e examin-los atentamente. Isto o filosofar.

Para tanto, queremos possibilitar aos alunos e comunidade escolar situarem-se no mundo a partir de uma postura mais criteriosa e crtica, extrapolando o mundo do imediatamente dado e suas pseudo-evidncias. A filosofia tendo um compromisso com a paidia visa contribuir com a formao cultural dos jovens.

No ensino fundamental ao trabalhar com os alunos de 8 ano (livro Aprendendo a viver juntos: Investigando sobre tica), procuramos refletir sobre a tica como campo histrico e institucional da Filosofia. Precisamos refletir sobre as grandes questes da ao humana: a liberdade, a escolha, a autonomia, moral, a religio, o bem e o mal etc. Queremos conscientizar nossos alunos a pensar sua prpria vida e a sociedade na qual est inserido como sujeito tico. J no 9 ano debatemos sobre o problema poltico e esttico (livro Somos filhos da Plis: Investigando sobre Poltica e Esttica). Nesta discusso veremos que cada ao que fazemos tica enquanto escolha e poltica e esttica enquanto realizao.

COMPETNCIAS E HABILIDADES:

Refletir criticamente os problemas que a realidade apresenta no mundo atual; ideologia, comerciais, consumismo;

Desenvolver compreenso de si mesmo como um bem social, histrico e em processo de autoproduo;

Ler textos filosficos e outros de modo significativo;

Ler de maneira filosfica, textos de diferentes estruturas e registros;

Elaborar por escutas textos reflexivos;

Debater, assumindo uma posio, defendendo-a atravs de argumentos significativos e mudando de posio diante de argumentos mais constantes;

Articular conhecimentos filosficos e diferentes conhecimentos presentes nas cincias naturais e humanas, nas artes e em outras produes culturais;

Contextualizar conhecimentos filosficos, nos planos de sua origem especfica, pessoal-biogrfica, scio-poltica, histrica, cultural e cientfico tecnolgico;

Diferenciar a filosofia de outros tipos de conhecimento, apontando para sua utilidade, compreender que o seu surgimento se d a partir do pensamento crtico;

Debater em torno dos filsofos, buscando perceber seus questionamentos, bem como suas caractersticas essenciais;

Explorar o conhecimento filosfico, no plano de sua origem especfica e no horizonte da sociedade cientfica (questo avanos tecnolgicos).

ENCAMINHAMENTO METODOLGICO

No se ensina Filosofia, mas filosofar, j dizia Kant, pois a Filosofia no um conjunto de idias que assimilamos automaticamente.

Os temas propostos em cada unidade no esgotam, em hiptese alguma, toda a Filosofia, principalmente levando em conta uma aula por semana. Alm disso, no pretenso do Ensino Mdio formar especialistas, porm isto no significa que a reflexo gire emtorno de generalidades ou achologias, sem aprofundamento nenhum, cujo risco muito maior em Filosofia que nas outras disciplinas.

Exposio oral, sistemtica e dosada; leitura e anlise de textos em sala; Elaborao de estudos dirigidos; debates: pesquisa estudo discusso; Desvelar as propagandas comerciais (percepo de idias prejudiciais e enganosas (vdeos, montagem); Recortes de jornais e revistas; Msicas, entrevistas, anlises, jris simulados e dramatizaes; Exposio de trabalhos feitos em grupos em sala; Apontar as diversas revistas cientficas existentes na atualidade: Superinteressante, Galileu bem como reportagens que abordam temas polmicos referentes a cincia hoje; Pesquisas em biblioteca. Uma sugesto para se trabalhar na aula inaugural debater com os alunos sobre o significado da palavra Eureka. Pode ser feito uma pesquisa na biblioteca para que cada um tenha uma idia preliminar. Depois o professor conclui com o verdadeiro significado e encaminha a discusso.Programao de contedos para o Ensino Mdio com o livro EUREKA1 ano do E.M2 ano do E.M3 ano do E.M

1DO MITO AO LOGOS

O mito de dipo.

Mito na Grcia Antiga: Homero e Hesodo.

A passagem do Mito ao Logos.

Primeiros filsofos: os pr-socrticos.

Perodo Clssico: Scrates e Os Sofistas.OBRA

A Repblica de Plato.

Cap. VII: O Mito da Caverna. (Coleo os Pensadores).

EUREKA: Eixo I.

FILOSOFIA POLTICA

Poltica, a arte de administrar uma Polis. O Poder e a Poltica no dia-a-dia.

Construo da Cidadania e o analfabeto poltico.

Democracia: governo da maioria.

Poltica Antiga

Os filsofos e a Poltica.Scrates e os Sofistas.

Plato e a Repblica.

Aristteles e a Cidade Feliz.

Poltica MedievalA Religio e a Poltica.Agostinho e a cidade de Deus.

Toms de Aquino e a Escolstica. Poltica ModernaRenascimentoNicolau Maquiavel e O Prncipe.

Contratualismo.

Hobbes e o Absolutismo.

Locke e o Liberalismo.

Montesquieu e os trs poderes.

Rousseau e o governo da vontade geral.

Hegel: os homens existem para o Estado.

Karl Marx: a proposta comunista

OBRAO Prncipe de Maquiavel.

(Coleo os Pensadores).

EUREKA: Eixo III.

DO MITO AO LOGOS

O mito de dipo.

Mito na Grcia Antiga: Homero e Hesodo.

A passagem do Mito ao Logos.

Primeiros filsofos: os pr-socrticos.

Perodo Clssico.

TICA

As correntes filosficas e seus defensores. Plato. Aristteles.

As escolas Helenistas. A tica de Baruck de Espinosa. A tica formal de Kant. Nietzsche e a questo dos valores

FILOSOFIA POLTICA

Os filsofos e a Poltica.

Plato e a Repblica.

Aristteles e a Cidade Feliz.

Agostinho e a cidade de Deus.

Toms de Aquino e a Escolstica.

Nicolau Maquiavel e O Prncipe.

Contratualismo. Hobbes e o Absolutismo. Locke e o Liberalismo. Rousseau e o governo da vontade geral.

Montesquieu e os trs poderes.

Hegel: os homens existem para o Estado.

Karl Marx: a proposta comunista

OBRAtica a Nicmaco Aristteles(Coleo os Pensadores).

EUREKA: Eixo: I, III, IV.

2EPISTEMOLOGIA

Introduo Epistemologia: O conhecimento Humano.

Os tipos de conhecimento.

Correntes filosficas e seus principais defensores. O Problema da Verdade. Os Sofistas e o relativismo. Epistemologia Antiga:

Scrates: a Ironia e a Maiutica.

Plato e as Idias perfeitas.

O mito da caverna. O mito da caverna ilustrado. Aristteles.

Idade Mdia A Formao do Homem de F.

Santo Agostinho. So Toms de Aquino.Idade Moderna e Revoluo Cientfica.

Nicolau Coprnico.

Galileu e o universo matemtico.

Racionalismo de Ren Descartes.

O empirismo:

Francis Bacon. John Locke. David Hume. O Criticismo de Immanuel Kant. Textos de Epistemologia.

OBRAO que Cincia.

( Coleo Primeiros Passos).

EUREKA: Cap I.

A METAFSICAAntecedentes da metafsica

Metafsica na Antiguidade e na idade mdia.

Metafisica Modernidade.

Os tipos de conhecimento.

Correntes filosficas e seus principais defensores.

Os Sofistas e o relativismo.

Scrates: a Ironia e a Maiutica.

Plato e as Idias perfeitas.

O mito da caverna. .

O mito da caverna ilustrado.

Aristteles.

Santo Agostinho.

Toms de Aquino.

OBRAO que Metafisica.

( Coleo Primeiros Passos).

EUREKA: Eixo II.

FILOSOFARE: Cap III.EPISTEMOLOGIA

Os tipos de conhecimento.

Correntes filosficas e seus principais defensores. Os Sofistas e o relativismo.

Scrates: a Ironia e a Maiutica.

Plato e as Idias perfeitas.

O mito da caverna. O mito da caverna ilustrado. Aristteles.

Santo Agostinho. Toms de Aquino.

Idade Moderna e Revoluo Cientfica.

Galileu e o universo matemtico.

Racionalismo, Empirismo Criticismo. Ren Descartes.

O empirismo. Francis Bacon.

David Hume. O Criticismo de Immanuel Kant. Textos de Epistemologia.

FILOSOFIA ESTTICAPlato: a arte mmesis.

Aristteles. A arte eleva o homem atravs da Catarse.

A Teoria Crtica.

A Indstria Cultural.

OBRAO Discurso do Mtodo de Descartes. (Coleo os Pensadores).

EUREKA: Eixos: II, V. FILOSOFARE:Cap. III, V.

3

TICA

O que tica e o que Moral.

O tico e o Moral.

As correntes filosficas e seus defensores.

Plato.

Aristteles.

As escolas Helenistas.

A tica de Baruck de Espinosa.

A tica formal de Kant.

Nietzsche e a questo dos valores.

OBRA

O que tica.

( Coleo Primeiros Passos).

EUREKA: Eixo IV

LGICAFundamentos sobre lgica formal

Silogismos

Antecedentes, premissas, termos.

Validade, Quantidade, Qualidade, Categrico ou Hipottico, Dedutivo ou Indutivo, Dialtico ou Apodtico.

Lgica e Argumentao.

OBRA

O que Lgica.

( Coleo Primeiros Passos).

BIBLIOGRAFIA:

SOARES, Edvaldo. Fundamentos de Lgica. So Paulo. Atlas.2003.

Pg: 01 22.

FILOSOSIA CONTEMPORNEA

O Positivismo / Augusto Comte.

O Neopositivismo e o Crculo de Viena.

Karl Popper e a resposta ao Crculo.

O Existencialismo. Martin Heidegger.Sartre e a Nusea.

A Escola de Frankfurt. A Teoria Crtica. A Indstria Cultural.

Walter Benjamin. A ao comunicativa de Habermas.

OBRA

HORKHEIMER, Max. ADORNO, Theodor. A Dialtica do esclarecimento de Adorno e Horkheimer. Trad. Guido Antonio de Almeida. RJ. Jorge Zahar. 1985.EUREKA: Eixo: VI.

.

4

FILOSOFIA ESTTICA

Plato: a arte mmesis.

Aristteles. A arte eleva o homem atravs da Catarse.

A Teoria Crtica.

A Indstria Cultural.

OBRA

O que Indstria Cultural.

( Coleo Primeiros Passos).

EUREKA: Eixo V.

FILOSOSIA CONTEMPORNEA

O Positivismo / Augusto Comte.

O Neopositivismo e o Crculo de Viena.

Karl Popper e a resposta ao Crculo.

O Existencialismo. Martin Heidegger.

Sartre e a Nusea. A Escola de Frankfurt. A Teoria Crtica.

A Indstria Cultural. Walter Benjamin. A ao comunicativa de Habermas.

OBRA

MATOS, Olgria. A Escola de Frankfurt. SP. Moderna. 1993.

EUREKA: Eixo VI.

EXERCICIOS

REVISO GERAL

AVALIAO:

A avaliao ser entendida sempre como um processo, onde nos referenciaremos na qualidade dos trabalhos apresentados, promovendo avaliao grupal, individual e auto-avaliao. Avaliar no dar nota, olhar para o processo, ver as falhas e rever.

Questes a observar:

- Avaliao oral e escrita;

- Participao em projetos, eventos, em sala de aula;

- Pensamento organizado e estruturado;

- Respeito pelo posicionamento dos colegas, uma vez que o ponto de vista filosfico a verdade uma procura constante;

- Discusso em seminrios.

SUGESTES DE QUESTES SOBRE FILOSOFIA:01- (UEL Conh. Ger. 2006) Durante sculos, houve controvrsias sobre a forma do planeta e sua representao. A idia do contorno da Terra, na Grcia Clssica, foi influenciada por concepes filosficas acerca da esfera, considerada a mais perfeita das formas. No medievo, o uso das sagradas escrituras como fonte de conhecimento sobre o planeta gerou crticas severas aos defensores de concepes pags. No sculo XVI, a primeira circunavegao comprovou a esfericidade do planeta, passvel de visualizao desde 1960, com a corrida espacial e o desenvolvimento da televiso. Com base no texto e nos conhecimentos sobre o tema, considere as afirmativas a seguir.

I. O conhecimento especulativo produzido na antiguidade clssica e no medievo tanto aproximadas quanto distantes da forma real do planeta.

II. As representaes cartogrficas produzidas na Europa medieval eram descoladas da mentalidade da poca, na qual predominava uma cosmografia baseada em expedies voltadas ao conhecimento do mundo natural.

III. As representaes da superfcie da Terra, a partir do Renascimento, tinham estreitas relaes com conhecimentos experimentais e ampliaram a concepo predominante na antiguidade clssica sobre a forma do planeta.

IV. A imagem da Terra vista do espao, sintetizada na frase de Yuri Gagarin: a Terra azul, contribuiu para aprofundar a idia da fragilidade e finitude do planeta.

Esto corretas apenas as afirmativas:

a) I e II.

b) II e IV.

c) III e IV.

d) I, II e III.

e) I, III e IV.02- (UEL Conh. Ger. 2006) A nova compreenso de mundo que surge com os recursos provenientes das formas geomtricas, na passagem da Idade Mdia para a Idade Moderna, pode ser observada na seguinte afirmao: o tringulo constitudo pelos vrtices Homem- Natureza- Deus apresenta em sua base a relao Homem e Natureza, que assume uma extenso infinita, considerando que o vrtice (Deus) coincide com a base, transformando o tringulo em uma reta infinita. (Adaptado de: ANDR, Joo Maria. Homem e Natureza em Nicolau de Cusa. In: Veritas, Porto Alegre, v. 44, n.3, p. 805, set. 1999.) Com base no texto e considere as afirmativas a seguir.

I. A relao Homem-Natureza indicada na base do tringulo, sendo que o primeiro l e interpreta a segunda, sem desconsiderar Deus, que garante essa base geomtrica.

II. Ciente de sua vinculao natureza, o homem buscou, por meio da anlise das formas geomtricas, entender sua integrao ao universo e perene relao com Deus.

III. O conhecimento humano desconsidera a transcendncia e limita-se verdade natural, que construda pela decifrao do universo,

IV. O homem, em sua atividade criadora, abre-se ao mundo natural e crena no divino, buscando, alm do mundo, assegurar sentido para a existncia humana.

Esto corretas apenas as afirmativas:

a) I e II.

b) I e III.

c) III e IV.

d) I, II e IV.

e) II, III e IV.

03- (UEL Conh. Ger. 2006) Sabe-se que para Hegel a Histria Universal no recobre o curso emprico da humanidade. A Histria propriamente dita nasce apenas com o Estado, quando a vida social ganha uma forma sob o efeito desta instncia que confere a seus elementos expresso pblica e conscincia. Somente ento assegurada a permanncia do sentido. (LEFORT, Claude. As formas da Histria. Ensaios de Antropologia Poltica. So Paulo: Brasiliense, 1990. p. 37). Com base no texto, considere as afirmativas a seguir.

I. Hegel partia do mundo emprico para explicar a Histria.

II. Segundo Hegel, a formao da conscincia se d com o surgimento do Estado.

III. Hegel, ao analisar o surgimento da Histria, desconsidera a organizao do Estado.

IV. A noo de Estado s ganha sentido se relacionada dimenso da vida social.

Esto corretas apenas as afirmativas:

a) I e II.

b) II e IV.

c) III e IV.

d) I, II e III.

e) I, III e IV.04- (UEL Conh. Ger. 2006) Hyl uma palavra grega, empregada na antiguidade para se referir s florestas de onde eram...