1ª série - revisar.pdf

Download 1ª Série - Revisar.pdf

Post on 05-Nov-2015

93 views

Category:

Documents

62 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  • Observe a Campanha Publicitria: Todas esto

    corretas, exceto:

    a) A campanha explora tanto a linguagem verbal quanto

    a visual.

    b) Pode-se dizer que na campanha h predomnio da

    funo apelativa da linguagem.

    c) O contraste pode ser percebido tanto em relao s

    cores, quanto em relao s ideias.

    d) A funo da linguagem predominante a referencial,

    uma vez que aborda um problema social gravssimo.

    e) A campanha mostra, por meio da imagem, que as

    drogas afetam, principalmente, o crebro humano.

    Leia o texto e responda:

    A dois passos do paraso

    Longe de casa H mais de uma semana

    Milhas e milhas distante Do meu amor... [...]

    Estou a dois passos do paraso! Estou a dois passos do paraso! Estou a dois passos do paraso!

    Evandro Mesquita e Ricardo Barreto

    Sobre os versos, analise as afirmaes e, em seguida, escolha a alternativa correta. I. A palavra semana representa um conjunto de dias

    com quantidade fixa: sete. II. Ao repetir a palavra milhas, a ideia que se constri a de intensificao, algo como dizer muitas milhas.

    III. A expresso a dois passos do paraso no representa uma quantidade exata, mas sim, d uma ideia de proximidade. Equivale a dizer muito perto de

    chegar ao paraso. Est correto o que se afirma em:

    a) Todas as afirmaes. b) I e II, apenas. c) II e III, apenas.

    d) I e III, apenas. e) Somente uma das afirmaes.

    Janelas de ontem e de hoje Os velhinhos de

    ontem costumavam,

    sobretudo nos

    fins de tarde, abrir as janelas das casas e

    ficar al i , s vezes com os

    cotovelos

    apoiados em almofadas,

    esperando que

    algo acontecesse: a aprox imao de

    um conhec ido, uma correria de crianas, um cumprimento, uma conversa, o pr do sol, a apario da lua.

    Eles se espantariam com as crianas e os jovens de hoje, fechados nos quartos , que l igam o computador, abrem as janelas da Internet e

    navegam por horas por um mundo de imagens, palavras e formas quase infinitas .

    Questo 01

    Questo 02

    Questo 03

  • O homem cont inua sendo um bicho muito curioso. O mundo segue int rigando-o.

    O que ningum sabe se o mundo est cada vez maior ou menor. O que eu imagino que, de suas janelas, os velhinhos viam muito pouca

    coisa, mas pensavam muito sobre cada uma delas. Tinham tempo para recolher as informaes mnimas da vida e matutar sobre

    elas . J quem fica nas janelas da Internet v coisas demais , e passa de uma para outra quase sem se inteirar plenamente do que est

    vendo. Mudou o tempo interior do homem, mudou seu jeito de olhar. Mudaram as janelas para o mundo e ns seguimos olhando ,

    olhando, olhando sem parar sempre com aquel a sensao de que somos parte desse espetculo que no podemos parar de olhar, seja o

    cachorro de verdade que se coa na esquina da

    padaria, seja o passeio virtual por Marte, na tel a colorida.

    (Cris t iano Calgeras)

    Deve-se cons iderar que o tema centra l do

    tex to, responsve l por sua estruturao, : a) o interesse permanente com que o olhar humano investiga o mundo.

    b) a vantagem de se conhecer cada vez mais realidades virtuais. c) a evidncia de que o mundo se torna cada vez mais

    compreensvel. d) o antigo hbito de, das janelas das casas, ficar olhando tudo.

    e) o hbito moderno de ficar abrindo imagens da internet.

    Leia a tirinha com ateno e responda:

    A

    alternativa Incorreta :

    a) Quando Hrnia pergunta a Hamlet o que o amor,

    na verdade, ela quer saber o que esse sentimento

    chamado amor, to cantado em verso e prosa por

    poetas e artistas de todos os tempos.

    b) Hamlet, muito dedicado aos estudos, entendeu que

    Hrnia queria saber o sentido conotativo do substantivo

    amor, por isso a resposta dada.

    c) Analisando a expresso corporal de Hrnia, nos trs

    primeiros quadrinhos, pode-se notar que ela demonstra

    interesse, depois se afasta e, logo em seguida, recua,

    conforme Hamlet responde sua pergunta.

    d) Sem considerar a posio dela do quarto quadrinho,

    pode-se dizer que a fala de Hrnia uma frase irnica.

    e) Mesmo surpresa com a resposta, Hrnia se mostrou

    maravilhada com o conhecimento de Hamlet (isso a

    atrai), afinal, ele tem bastante conhecimento sobre o

    substantivo amor.

    Homem no chora

    (Frejat e Alvin L.)

    1 Homem no chora

    Nem por dor

    Nem por amor

    E antes que eu me esquea

    Nunca me passou pela cabea

    5 Lhe pedir perdo

    E s porque eu estou aqui

    Ajoelhado no cho

    Com o corao na mo

    10 No quer dizer

    Que tudo mudou

    Que o tempo parou

    Que voc ganhou

    Meu rosto vermelho e molhado

    15 s dos olhos pra fora

    Todo mundo sabe

    Que homem no chora

    Esse meu rosto vermelho e molhado

    s dos olhos pra fora

    Questo 04

    Quadro 1: Hamlet, o que o amor?

    Quadro 2: Amor um substantivo.

    Quadro 3: Simples, masculino, abstrato.

    Quadro 4. Voc to romntico!

    Questo 05

  • 20 Todo mundo sabe

    Que homem no chora

    Homem no chora

    Nem por ter

    Nem por perder

    25 Lgrimas so gua

    Caem do queixo

    E secam at tocar o cho

    E s porque voc me viu

    Cair em contradio

    30 Dormindo em sua mo

    No vai fazer

    A chuva passar

    O mundo ficar

    No mesmo lugar

    35 Meu rosto vermelho e molhado...

    Assinale o que for correto a respeito do texto:

    I. Embora o sujeito da letra da cano afirme que

    Homem no chora (linha 1), suas atitudes contrariam

    suas palavras. Observa-se, nesse caso, um paradoxo.

    II. O ato de ajoelhar-se ... no cho/Com o corao na

    mo (linhas 8-9) evoca a imagem de algum que est

    pedido perdo.

    III. Em Todo mundo sabe/Que homem no chora

    (linhas 16-17), a ideia de negao do direito ao choro

    para o homem atribuda ao senso comum.

    IV. Em Nem por dor/Nem por amor (linhas 2-3) e em

    Nem por ter/ Nem por perder (linhas 23-24), os

    elementos em negrito so utilizados para estabelecer

    relao de alternncia entre os termos e entre oraes,

    respectivamente.

    V. As afirmaes Lgrimas so gua (Linha 25) e

    Esse meu rosto vermelho e molhado/ s dos olhos

    pra fora

    (linhas 18 e 19) indicam as figuras de linguagem

    Metfora e Sinestesia.

    Esto CORRETAS:

    a) Apenas a I e II.

    b) Apenas a II e III.

    c) Apenas a I, II, IV e V.

    d) Apenas a I, II, III e V.

    e) Apenas a II, III, IV.

    Em uma placa de sinalizao, afixada na entrada de um

    municpio paulista havia a frase a seguir:

    EXPRESSAMENTE PROIBIDO O COMRCIO DE

    AMBULANTE NESTE MUNICPIO SEM ALVAR.

    Assinale a alternativa INCORRETA em relao frase:

    a) A frase ambgua, isto , apresenta mais de uma

    leitura possvel.

    b) H frase foi escrita dentro das normas gramaticais e

    no apresenta problemas de coerncia e coeso

    textual.

    c) O leitor tem a impresso de que a locuo adjetiva

    sem alvar se refere ao substantivo municpio e no

    ao comrcio ambulante.

    d) Para ser melhor compreendida: Neste municpio,

    expressamente proibido o comrcio de ambulante sem

    alvar.

    e) Todas so corretas.

    Com relao ao Gnero Narrativo, assinale a nica alternativa INCORRETA:

    a) O narrador quem conta a histria. importante no

    confundi-lo com o autor, uma vez que o narrador um

    ser ficcional criado pelo autor para contar uma histria.

    b) O autor se utiliza de uma voz narrat iva (um colocar-

    se no lugar de) para veicular as histrias.

    c) A palavra crnica vem do grego Kronos que

    significa tempo. Modernamente, significa um gnero

    narrativo que nasce de motivos cotidianos, portanto, de

    assunto livre.

    d) A diferena entre a crnica e o conto o fato de que

    a primeira est ligada a um acontecimento cotidiano.

    e) Diferentemente do conto que pode ser atemporal, a

    crnica refere-se apenas a um determinado momento

    e, por isso, com o tempo, fica ultrapassada.

    Leia com ateno o texto:

    Os poemas so pssaros que chegam

    No se sabe de onde e pousam

    No livro que ls.

    Quando fechas o livro, eles alam voo

    Como de um alapo.

    Eles no tm pouso

    Nem porto;

    Alimentam-se um instante em cada par de mos e

    partem.

    E olhas, ento, essas tuas mos vazias,

    No maravilhado espanto de saberes

    Que o alimento deles j estava em ti...

    Mario Quintana

    Sobre o texto CORRETO o que se afirma em:

    I. A metfora, diferentemente da comparao, no

    apresenta um elemento lingustico que explicite essa

    aproximao, por isso dizemos que nos trs primeiros

    versos, h uma metfora, mas no quarto e no quinto,

    h uma comparao.

    II. O texto explora o sentido denotativo das palavras. H

    uma certa objetividade por parte do eu-lrico.

    III. Para criar imagens e recursos sonoros, os poetas

    usam as figuras de linguagem, que so formas

    consagradas pela tradio literria para expressar um

    pensamento a fim de torn-lo mais