19ª edição fev / mar 2012

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19ª Edição Fev / Mar 2012

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  • Ano 3 . N 19 . Fevereiro / Maro 2012

    ISSN 2179-6653

    O que nOs aguarda em 2012?Uma perspectiva para as commodities ao longo deste ano.

    Aps quatro edies falando dos mercados do leite, carne, caf e sucroalcooleiro, saiba as expectativas para 2012.

  • 2Fev / MAr 12

    H 35 anos no mercado, a Grfica Nacional agora oferece o que h de melhor no mundo em termos de

    tecnologia grfica, uma moderna impressora japonesa RYOBI GE 524.

    A RYOBI GE 524 possui recursos tecnolgicos de ltima gerao, garantindo preciso, rapidez e uniformidade das cores desde as primeiras folhas impressas.

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    Rua Marechal Deodoro, 856 - Centro - Gov. Valadares - MG | 33 3272-1414Rua Caets, 35 - Lj. 04 - Iguau - Ipatinga - MG | 31 3822-8828

  • 3Fev / MAr 12

    Entre matrias, entrevistas, anlises de mercado e da-dos estatsticos, fazemos mais um aniversrio. uma conquista para ns da Revista Agrominas festejar dois anos em maro e entrar em nosso terceiro ano editorial. Muitos amigos foram feitos, histrias foram compartilhadas, conhe-cimento estendido e a sensao de que estamos cumprindo nosso papel: o agronegcio da sua regio em nossas mos, de modo a fomentar o setor e valorizar os produtores do sul baiano, norte capixaba e de Minas Gerais.

    Agradecemos aos nossos colaboradores por fazerem parte desta famlia. Sabemos que a importncia de divulgar tecno-logia, novidades e notcias do agronegcio, pelas mos des-ses conhecedores tcnicos, engrandece a nossa publicao. A vocs que dedicam um tempo de seu ms para nos ajudar a produzir a Revista Agrominas, nosso muito obrigado.

    Agradecemos tambm aos nossos leitores: produtores rurais, estudantes, professores e profissionais do setor que veem na Agrominas um veculo educativo e de potencial dentro do agronegcio. Desta forma, nos preocupamos em fazer um contedo cada vez mais antenado nas novidades do setor e uma revista sempre em crescimento.

    Neste ritmo de mudanas, para melhor claro, estamos preparando mais dois cadernos tcnicos para as prximas edies. Mas as novidades no param por a. Procurando a ampliao do nosso objetivo, o nosso leitor ter outra no-vidade: o que antes ficava s impresso no papel ou online, ser digitalizado para a TV: vem ai o Programa Agrominas. Ficou curioso? Pois ento aguarde os prximos captulos.

    Boa leitura!

    Editor-ChefeDenner Esteves FariasZootecnista - CRMV-MG 1010/Z

    Jornalista Responsvel / RedaoLidiane Dias - MG 15.898

    Jornalistas ColaboradorasAlessandra Alves - MG 14.298 JP

    Diagramao Finotrato Design

    Contato PublicitrioElisa Nunes - (33) 3271.9738 comercial@revistaagrominas.com.br

    Colaborao- Alexandre Sylvio - Eng. Agrnomo- Emater/IMA/Idaf/Adab- Humberto Luiz Wernersbach Filho - Zootecnista- Mariana de Arago Pereira - Prof. Ruibran dos Reis - Climatempo- SCOT Consultoria

    DistribuioVale do Rio Doce, Vale do Mucuri, Vale do Jequitinhonha, Vale do Ao, Extremo Sul Baiano e Norte Capixaba.

    Tiragem: 5.000 exemplares

    Impresso: Grfica Nacional

    A Revista AgroMinas no possui matria paga em seu contedo.

    As ideias contidas nos artigos assinados no expres-sam, necessariamente, a opinio da revista e so de inteira responsabilidade de seus autores.

    Administrao/Redao - Revista AgroMinasRua Ribeiro Junqueira, 383 - Loja - Centro 35.010-230 | Governador Valadares-MG Tel.: (33)3271-9738 E-mail: jornalismo@revistaagrominas.com.br

    Denner Esteves FariasEditor-Chefe

    4 Giro no Campo6 Entrevista10 Entidade de Classe

    12 Grandes Criatrios

    15 Dia de Campo

    18 Sade Animal20 Caderno Tcnico23 Forragicultura26 Agroviso

    28 Sustentabilidade30 Perfil Profissional31 Meteorologia32 Mercado34 Cotaes35 Mo na Massa36 Emater | IMA | Idaf | Adab40 Aconteceu42 Culinria

    Uma publicao da Minas Leiles e Eventos Ltda.

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    http://www.facebook.com/revistaagrominasRevista On-Line:www.minasleiloes.com.br

    Siga-nos:twitter.com/RevistAgrominas

  • 4Fev / MAr 12

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    O Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuria, que a soma das riquezas geradas pelo setor, cresceu 3,9% em 2011 sobre o mesmo perodo do ano anterior. Em va-lores correntes, chegou a R$ 192,7 bilhes. O percentual ficou acima do PIB da economia que, em igual perodo, cresceu 2,7%, segundo dados do IBGE divulgados na tera-feira, 6 de maro. Os dados mostram ainda que no perodo, a indstria cresceu 1,6% e os servios 2,7%.

    Na avaliao do coordenador de Planejamento Estra-tgico do Ministrio da Agricultura, Pecuria e Abasteci-mento (Mapa), Jos Garcia Gasques, o bom desempenho do PIB da Agropecuria reflete os resultados positivo de

    produtos como o algodo, caf, cana-de-acar, milho e soja. Tambm deve ser considerada a evoluo dos pre-os agrcolas que foram favorveis no ano passado.

    O quarto trimestre de 2011 foi o melhor do ano, com crescimento do PIB Agropecurio de 8,4%, ante 1,4% do PIB brasileiro. A variao da indstria foi negativa (0,4%) e do segmento de servios o crescimento foi pe-queno (1,4%). Para Gasques, o aumento da produtividade na agricultura e os bons desempenhos de produes espe-cficas, como laranja, mandioca, fumo e feijo foram pre-ponderantes para esse desempenho no trimestre. (Fonte: Assessoria de Imprensa MAPA)

    Agropecuria tem o melhor ndice do pIB

    exportaes de cooperativas

    tm novo recordeAs exportaes das cooperativas brasileiras

    apresentaram crescimento de 21% em janeiro de 2012, quando comparadas ao mesmo per-odo do ano passado. No primeiro ms do ano, foram exportados US$ 352,9 milhes. Este foi o melhor resultado alcanado desde a srie em 2006. Historicamente, a balana comercial das cooperativas apresenta saldo positivo e alcan-ou US$ 329,9 milhes em janeiro, resultado tambm recorde para o perodo. Hoje, 93 pases importam produtos de cooperativas brasileiras. Em janeiro passado, eram 11 destinos a menos. O levantamento das operaes de exportao e importao das cooperativas brasileiras elabo-rado pelo Ministrio do Desenvolvimento, In-dstria e Comrcio (MDIC).

    Entre os principais produtos exportados pe-las cooperativas destacam-se os do agronegcio. O mais vendido foi o caf e representou 20,3% do total exportado, com montante de US$ 71,7 milhes. O farelo de soja movimentou 60,1 milhes (17%). Em seguida aparecem: acar refinado, pedaos e miudezas comestveis de frango e etanol. (Fonte: ASCOM MAPA)

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    AVariao do PIB da agropecuria

    2009-3,1%

    20106,3%

    20113,9%

    exportao de mel cresce em Minas Gerais

    Caf, acar, carne e soja no foram os nicos produtos que se des-tacaram no cenrio das exportaes do agronegcio de Minas Gerais em 2011. De acordo com informaes da Secretaria de Estado de Agri-cultura, Pecuria e Abastecimento (Seapa), com base nos dados do Mi-nistrio de Desenvolvimento, Indstria e Comercio Exterior (MDIC), as exportaes do mel vm se destacando em Minas Gerais e somaram US$ 1,7 milho em 2011, apontando um crescimento de 18% em rela-o ao ano anterior. O volume de exportaes tambm cresceu: foram 559 toneladas, o maior volume desde 2004, quando 290 toneladas do produto deixaram o pas.

    Minas Gerais o quinto maior produtor de mel do Brasil. A regio que mais produz Jequitinhonha/Mucuri, representando 22,7%, segui-do por Central (15,2%), Sul de Minas (14,5%), Rio Doce (12,8%), Zona da Mata (11,3%), Norte de Minas (9,3%), Centro Oeste (6,4%), Trin-gulo (4,2%), Alto Paranaba (2,3%) e Noroeste (1,2%). O mel brasileiro teve como principal destino o Estados Unidos. As compras americanas aumentaram 66,4% entre 2010 e 2011. O pas comprou, em 2011, US$ 1 milho, correspondendo 58,7% da produo exportada, totalizando 327,2 toneladas. (Fonte: SEAPA)

  • 5Fev / MAr 12

    SAFRAS & Mercado divulgou na l-tima semana de fevereiro as projees das exportaes do complexo soja brasileiro em 2012, aps a contabilizao parcial das perdas de safra em funo da estiagem e depois de ter fechado o ano passado com recordes histricos de volume e de valor.

    O novo relatrio apontou volume to-tal a ser embarcado no complexo de 48,6 milhes de toneladas, perto de 1% inferior aos 49,08 mls de t registrados em 2011.

    Por conta da combinao de menor vo-lume com preos mdios mais baixos, a receita total das exportaes do setor deve ter uma forte queda de quase 10%, passan-do de US$ 24.15 bilhes para US$ 21.75 bls. Dessa maneira, a participao do setor na pauta geral de exportaes deve recuar para apenas 7,8%, depois do salto at 9,4% ocorrido no ano que passou. (Fonte: Fa-brizio Gueratto)

    restrio dos eUA carne suna pode ser revista preo dos

    alimentos no mundo sobe mais uma vez

    As restries dos norte-americanos carne bovina brasileira devem sofrer alteraes depois da visita da presidente Dilma Rousseff a Washington, nos Estados Unidos, em abril. Ela visitar o pas entre os dias 9 e 11 do prximo ms. O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, disse que est confiante na abertura do mercado norte-americano ao produto brasileiro.

    J me acenaram com a liberao [da carne bo-vina] em 13 estados, alm de Santa Catarina, onde a carne suna j foi liberada [em janeiro], e eu sa bem otimista do encontro. Agora, temos uma via-gem aos Estados Unidos da presidenta Dilma. Eu quero, inclusive, acompanh-la e trazer alguma coisa mais objetiva de l, disse o ministro. Apesar de importarem grande quantidade de carne suna, os Estados Unidos tambm exportam, o que difi-culta aos produtores brasileiros a venda de grandes volumes para o pas. Em janeiro, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (cuja sigla