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<ul><li><p> Noes de Direito Financeiro p/ TCE-RS Oficial de Controle Externo </p><p>Teoria e Questes Comentadas Prof. Srgio Mendes Aula 00 </p><p>Prof. Srgio Mendes www.estrategiaconcursos.com.br 1 de 57 </p><p>Aula 0 PLANEJAMENTO ORAMENTRIO: </p><p>PPA, LDO E LOA </p><p>SAIU O EDITAL PARA O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO RIO </p><p>GRANDE DO SUL. HORA DE REALIZAR O SEU SONHO! </p><p> Observao importante: este curso protegido por direitos autorais (copyright), nos termos da Lei 9.610/98, que altera, atualiza e consolida a legislao sobre direitos autorais e d outras providncias. </p><p>Grupos de rateio e pirataria so clandestinos, violam a lei e prejudicam os </p><p>professores que elaboram os cursos. Valorize o trabalho de nossa equipe </p><p>adquirindo os cursos honestamente atravs do site Estratgia Concursos ;-) </p><p>SUMRIO PGINA </p><p>Apresentao e Cronograma 1 </p><p>Plano Plurianual PPA 10 </p><p>Lei de Diretrizes Oramentrias LDO 17 </p><p>Lei Oramentria Anual LOA 22 </p><p>Mais questes de concursos anteriores do CESPE 27 </p><p>Memento (resumo) 45 </p><p>Lista das questes comentadas nesta aula 48 </p><p>Gabarito 57 </p></li><li><p> Noes de Direito Financeiro p/ TCE-RS Oficial de Controle Externo </p><p>Teoria e Questes Comentadas Prof. Srgio Mendes Aula 00 </p><p>Prof. Srgio Mendes www.estrategiaconcursos.com.br 2 de 57 </p><p>Ol amigos! Como bom estar aqui! </p><p> com enorme satisfao que iniciamos este Curso de Noes de Direito </p><p>Financeiro para Oficial de Controle Externo do Tribunal de Contas do </p><p>Estado do Rio Grande do Sul Teoria e Questes Comentadas. </p><p>Novos desafios! Uma espetacular equipe de professores! </p><p>Tudo voltado para a sua almejada aprovao! </p><p>E j comeo falando do nosso curso: Contedo atualizadssimo de Direito Financeiro; </p><p> Teoria aliada a muita prtica por meio de questes comentadas do </p><p>CESPE; </p><p> Frum de dvidas; Para os que assim desejarem, contato direto com o professor por e-mail: </p><p>sergiomendes@estrategiaconcursos.com.br; </p><p> Resumos (mementos) ao final de cada aula; </p><p> Curso voltado exclusivamente para o concurso do TCE/RS. Ainda tem o meu blog: www.portaldoorcamento.com.br </p><p>Com esse enfoque comeo este curso e cada vez mais motivado em transmitir </p><p>conhecimentos a estudantes das mais diversas regies deste pas! Sei que </p><p>muitas vezes as aulas virtuais so as nicas formas de acesso ao ensino de excelncia que o aluno dispe. Outros optam por este to efetivo mtodo de </p><p>ensino porque conhecem a capacidade do material elaborado pelos Professores </p><p>do Estratgia. Porm, mais importante ainda que um professor motivado so </p><p>estudantes motivados! O aluno sempre o centro do processo e ele capaz de fazer a diferena. A razo de ser da existncia do professor o aluno. </p><p>Voltando aula demonstrativa, esta tem o intuito de apresentar ao estudante </p><p>como ser a metodologia de nosso curso, bem como o conhecimento do perfil do professor. J adianto que gosto de elaborar as aulas buscando sempre a </p><p>aproximao com o aluno, para que voc que est lendo consiga imaginar que </p><p>o professor est prximo, falando com voc. </p><p> Vou comear com minha breve apresentao: sou Analista Legislativo da </p><p>Cmara dos Deputados, em Braslia-DF. Fui Tcnico Legislativo do Senado </p><p>Federal, na rea de Processo Legislativo, atuando no acompanhamento dos </p><p>trabalhos da Comisso Mista de Planos, Oramentos Pblicos e Fiscalizao do </p><p>Congresso Nacional. Fui Analista de Planejamento e Oramento do Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto, lotado na Secretaria de Oramento </p><p>Federal (SOF), bem como instrutor da Escola Nacional de Administrao </p><p>Pblica (ENAP) e das Semanas de Administrao Oramentria, Financeira e de </p><p>Contrataes Pblicas da Escola de Administrao Fazendria (ESAF). </p></li><li><p> Noes de Direito Financeiro p/ TCE-RS Oficial de Controle Externo </p><p>Teoria e Questes Comentadas Prof. Srgio Mendes Aula 00 </p><p>Prof. Srgio Mendes www.estrategiaconcursos.com.br 3 de 57 </p><p>Especializei-me em Planejamento e Oramento pela ENAP e sou ps-graduado em Oramento Pblico pelo Instituto Serzedello Corra do Tribunal de Contas </p><p>da Unio (ISC/TCU). Fiz meu primeiro concurso pblico nacional aos 17 anos, </p><p>ingressando na Escola Preparatria de Cadetes do Exrcito (EsPCEx) e me </p><p>graduei pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), concluindo meu bacharelado em Cincias Militares com nfase em Intendncia (Logstica e </p><p>Administrao). Sou servidor pblico desde 2001 e professor das disciplinas </p><p>Administrao Financeira e Oramentria (AFO), Direito Financeiro e </p><p>Planejamento e Oramento Governamental. </p><p>Fui aprovado e nomeado em grandes concursos das principais bancas </p><p>examinadoras: ESAF (Ministrio do Planejamento - 2008), FGV (Senado </p><p>Federal - 2012) e CESPE (Cmara dos Deputados - 2012). </p><p> Mas tambm fui reprovado em outros grandes concursos, como ESAF (CGU 2008), FGV (ICMS/RJ 2008) e FCC (Cmara dos Deputados 2007). </p><p> essa ampla experincia em concursos que quero trazer para voc. </p><p>Este o contedo do nosso edital 2013: </p><p>NOES DE DIREITO FINANCEIRO: 1 Oramento pblico. 1.1 Conceito e </p><p>natureza jurdica. 1.2 Elementos essenciais. 1.3 Classificao. 1.4 Princpios oramentrios. 1.5 Regime constitucional. 1.6 Vedaes constitucionais em </p><p>matria oramentria. 1.7 Lei Federal n 4.320/1964 e alteraes (normas </p><p>gerais para elaborao e controle dos oramentos e balanos da Unio, dos </p><p>Estados, dos Municpios e do Distrito Federal). 2 Planejamento oramentrio. 2.1 Leis Oramentrias: Lei Oramentria Anual; Lei de Diretrizes </p><p>Oramentrias e Plano Plurianual. 3 Processo legislativo oramentrio. </p><p>Buscando ser o mais completo e objetivo possvel, sero 9 aulas (0 a 8), </p><p>desenvolvidas da seguinte forma: </p><p>AULA CONTEDO </p><p>Aula 0 2 Planejamento oramentrio. 2.1 Leis Oramentrias: Lei Oramentria </p><p>Anual; Lei de Diretrizes Oramentrias e Plano Plurianual. </p><p>Aula 1 3 Processo legislativo oramentrio. 1.5 Regime constitucional. </p><p>Aula 2 1 Oramento pblico. 1.1 Conceito e natureza jurdica. 1.2 Elementos </p><p>essenciais. 1.3 Classificao. </p><p>Aula 3 1.7 Lei Federal n 4.320/1964 e alteraes (normas gerais para elaborao e controle dos oramentos e balanos da Unio, dos Estados, </p><p>dos Municpios e do Distrito Federal). Parte I. </p></li><li><p> Noes de Direito Financeiro p/ TCE-RS Oficial de Controle Externo </p><p>Teoria e Questes Comentadas Prof. Srgio Mendes Aula 00 </p><p>Prof. Srgio Mendes www.estrategiaconcursos.com.br 4 de 57 </p><p>Aula 4 </p><p>1.7 Lei Federal n 4.320/1964 e alteraes (normas gerais para elaborao e controle dos oramentos e balanos da Unio, dos Estados, </p><p>dos Municpios e do Distrito Federal). Parte I: Da Lei de Oramento Disposies Gerais. 1.4 Princpios oramentrios. </p><p>Aula 5 1.7 Lei Federal n 4.320/1964. Parte II. Dos Crditos Adicionais. Do Exerccio Financeiro. 1.6 Vedaes constitucionais em matria </p><p>oramentria. </p><p>Aula 6 1.6 Lei Federal n 4.320/1964. Parte III. Da receita; Da Despesa; Da execuo do Oramento (artigos da Programao da Despesa). </p><p>Aula 7 1.6 Lei Federal n 4.320/1964. Parte IV. Da execuo do Oramento </p><p>(Estgios da Receita e da Despesa). </p><p>Aula 8 1.6 Lei Federal n 4.320/1964. Parte V. Dos Balanos. </p><p>As aulas sero focadas exclusivamente no edital para o TCE/RS e tenho </p><p>certeza que com esforo e dedicao alcanar seu objetivo. Mesmo assim, </p><p>gostaria de dar uma recomendao: estude com afinco nossas aulas que nossa </p><p>matria est caindo de forma impressionante nos concursos. No ser uma matria que voc aproveitar s para essa batalha, pois te habilitar para </p><p>novos voos caso opte por outros horizontes que podem ser to interessantes </p><p>em diversos concursos pelo Brasil. </p><p>Agora eu que pergunto? Em que degrau voc est? </p></li><li><p> Noes de Direito Financeiro p/ TCE-RS Oficial de Controle Externo </p><p>Teoria e Questes Comentadas Prof. Srgio Mendes Aula 00 </p><p>Prof. Srgio Mendes www.estrategiaconcursos.com.br 5 de 57 </p><p>No tenho dvidas que se est lendo esta aula, est no mnimo no degrau Como eu fao ou no Eu vou tentar fazer. Repare que j a metade da escada! E talvez j seja a metade mais difcil! </p><p>Como motivao, separei algumas frases: </p><p>"A transformao pessoal requer substituio de velhos hbitos por novos." </p><p>(W.A Peterson) </p><p> "A nica coisa que se coloca entre um homem e o que ele quer na vida </p><p>normalmente meramente a vontade de tentar e a f para acreditar que aquilo </p><p> possvel. (Richard M. Devos) </p><p>"Consulte no a seus medos mas a suas esperanas e sonhos. Pense no sobre suas frustraes, mas sobre seu potencial no usado. Preocupe-se no com o </p><p>que voc tentou e falhou, mas com aquilo que ainda possvel a voc fazer." </p><p>(Papa Joo XXIII) </p><p> "Duas coisas que aprendi so que voc to poderoso e forte quanto voc se </p><p>permite ser, e que a parte mais difcil de qualquer empreendimento dar o </p><p>primeiro passo, tomar a primeira deciso." (Robyn Davidson) </p><p> "Entusiasmo a inspirao de qualquer coisa importante. Sem ele, nenhum </p><p>homem deve ser temido; e com ele, nenhum homem deve ser desprezado." </p><p>(Christian Nevell Bovee) </p><p> "Grandes resultados requerem grandes ambies." (Herclito) </p><p>Conhea meus outros cursos atualmente no site! </p><p>Acesse: http://www.estrategiaconcursos.com.br/professor/3000/cursos </p><p>Mas antes, vamos compreender o que nossa matria estuda? </p><p>O Direito Financeiro o ramo do Direito Pblico que disciplina a atividade </p><p>financeira do estado. Assim, abrange a receita pblica (obteno de recursos), </p><p>o crdito pblico (criao de recursos), o oramento pblico (gesto de </p><p>recursos) e a despesa pblica (dispndio de recursos). </p><p>No estudo dos ramos do Direito, o Direito Financeiro pertence ao Direito </p><p>Pblico, sendo um ramo cientificamente autnomo em relao aos demais </p><p>ramos. A prpria Constituio Federal, consoante o inciso I do art. 24, assegura tal autonomia: </p><p>Art. 24. Compete Unio, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: </p></li><li><p> Noes de Direito Financeiro p/ TCE-RS Oficial de Controle Externo </p><p>Teoria e Questes Comentadas Prof. Srgio Mendes Aula 00 </p><p>Prof. Srgio Mendes www.estrategiaconcursos.com.br 6 de 57 </p><p>I direito tributrio, financeiro, penitencirio, econmico e urbanstico; II oramento; (...). </p><p>Por ter sido Analista de Planejamento e Oramento do Ministrio do Planejamento e no Senado Federal ter atuado no acompanhamento dos </p><p>trabalhos da Comisso Mista de Planos, Oramentos Pblicos e Fiscalizao do </p><p>Congresso Nacional, tentarei aliar a teoria a exemplos prticos, para facilitar a </p><p>compreenso do contedo. Mas saiba que de alguma forma todos ns j temos uma noo intuitiva do que seja oramento, chave de nossa matria. Por </p><p>exemplo, sua renda familiar mensal (receita) deve ser igual ou superior aos </p><p>seus gastos no mesmo perodo (despesas). Caso isso no ocorra, voc ter </p><p>que financiar seus gastos de outra forma, normalmente por meio de </p><p>emprstimos (operaes de crdito), vendendo algum bem (alienao de bens) ou utilizando suas possveis economias (reservas). </p><p>A diferena que o Oramento Pblico segue diversas regras, </p><p>consubstanciadas na legislao que rege nossa matria. Ao contrrio da administrao de uma famlia, o gestor pblico no o dono do que ele </p><p>administra, que pertence ao povo. Logo, apesar de existir uma parcela de </p><p>discricionariedade, ele fica limitado a seguir princpios e regras gerais para </p><p>elaborar instrumentos de planejamento e oramento, realizar receitas e executar despesas pblicas, gerar endividamento, pagar pessoal, realizar </p><p>transferncias etc. </p><p>Alguns conceitos de Oramento pblico: </p><p>Segundo Aliomar Baleeiro, o oramento pblico o ato pelo qual o Poder </p><p>Executivo prev e o Poder Legislativo autoriza, por certo perodo de tempo, a </p><p>execuo das despesas destinadas ao funcionamento dos servios pblicos e </p><p>outros fins adotados pela poltica econmica ou geral do Pas, assim como a arrecadao das receitas j criadas em lei. </p><p>Consoante Giacomoni, de acordo com o modelo de integrao entre </p><p>planejamento e oramento, o oramento anual constitui-se em instrumento, de curto prazo, que operacionaliza os programas setoriais e regionais de mdio </p><p>prazo, os quais, por sua vez, cumprem o marco fixado pelos planos nacionais </p><p>em que esto definidos os grandes objetivos e metas, os projetos estratgicos </p><p>e as polticas bsicas. </p><p>De acordo com Abrcio e Loureiro, o oramento um instrumento fundamental de governo, seu principal documento de polticas pblicas. </p><p>Atravs dele os governantes selecionam prioridades, decidindo como gastar os </p><p>recursos extrados da sociedade e como distribu-los entre diferentes grupos sociais, conforme seu peso ou fora poltica. Portanto, nas decises </p></li><li><p> Noes de Direito Financeiro p/ TCE-RS Oficial de Controle Externo </p><p>Teoria e Questes Comentadas Prof. Srgio Mendes Aula 00 </p><p>Prof. Srgio Mendes www.estrategiaconcursos.com.br 7 de 57 </p><p>oramentrias os problemas centrais de uma ordem democrtica como representao e accountability esto presentes. (...) A Constituio de 1988 </p><p>trouxe inegvel avano na estrutura institucional que organiza o processo </p><p>oramentrio brasileiro. Ela no s introduziu o processo de planejamento no </p><p>ciclo oramentrio, medida tecnicamente importante, mas, sobretudo, reforou o Poder Legislativo. </p><p>Agora vamos estudar a matria desta nossa aula inaugural! </p><p>Nesta aula estudaremos os instrumentos de planejamento e oramento da </p><p>Constituio Federal. O Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes </p><p>Oramentrias (LDO) e a Lei Oramentria Anual (LOA) so as leis que </p><p>regulam o planejamento e o oramento dos entes pblicos federal, estaduais e municipais. No mbito de cada ente, essas leis constituem etapas distintas, </p><p>porm integradas, de forma que permitam um planejamento estrutural das </p><p>aes governamentais. </p><p> Na seo denominada Dos Oramentos na Constituio Federal de 1988 (CF/1988) tem-se essa integrao, por meio da definio dos instrumentos de </p><p>planejamento PPA, LDO e LOA, os quais so de iniciativa do Poder Executivo. </p><p>Segundo o art. 165 da CF/1988: Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecero: I o plano plurianual; II as diretrizes oramentrias; III os oramentos anuais. </p><p>Este um dos volumes do Projeto de Lei </p><p>Oramentria Anual, fotografado no momento em que foi recebido no </p><p>Congresso Nacional. </p></li><li><p> Noes de Direito Financeiro p/ TCE-RS Oficial de Controle Externo </p><p>Teoria e Questes Comentadas Prof. Srgio Mendes Aula 00 </p><p>Prof. Srgio Mendes www.estrategiaconcursos.com.br 8 de 57 </p><p>A Constituio Federal de 1988 recuperou a figura do planejamento na Administrao Pblica brasileira, com a integrao entre plano e oramento por </p><p>meio da criao do Plano Plurianual e da Lei de Diretrizes Oramentrias. O </p><p>PPA, assim como a LDO, uma inovao da CF/1988. Antes do PPA e da </p><p>CF/1988, existiam outros instrumentos de planejamento estratgico, como o Oramento Plurianual de Investimentos (OPI), com trs anos de durao, o </p><p>qual no se confunde com o PPA, que possui quatro anos de durao. </p><p>O PPA o instrumento de planejamento de mdio prazo do Governo Federal que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, os objetivos e as metas </p><p>da Administrao Pblica Federal...</p></li></ul>