10ª Edição | Espaço Aberto - Revista Alternativa

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A 'Espao Aberto - Revista Alternativa' uma revista onde no importa a cultura, a ideologia ou o tipo de crena, mas sim, que expresse a forma como queremos estar no Mundo.

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  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 1

    distrib

    uio gratuita . jul.ago

    .2012

    10

    Amor incondicionAl

    Como plenlanadoao vento

    Pedro Elias

    DISTRIBUIO

    GRATUITA

    ISSN:2182-5122

    reiki

    As cinco chaves da felicidade

    Rui Moura

    SAde

    Alimentar-se da luz do sol

    Tilde Carneiro

    entreviStA

    As terapias naturais tm uma filosofia prpria

    Dr. Manuela Maia, diretora-geral do IPN

  • 2 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    Instituto do Desportode Portugal, I.P.

    C

    M

    Y

    CM

    MY

    CY

    CMY

    K

    AF ipn espao aberto 200x260mm.pdf 2 12/07/04 16:01

  • FICHA TCNICA:Diretora: Maria de Ftima Ribeiro | maria.ribeiro@revistaespacoaberto.pt | 914 247 616 . 924 243 165Editora: rosa.silva@revistaespacoaberto.pt | 962 853 309Design: albino.carvalho@revistaespacoaberto.pt | 918 218 093Publicidade: lidia.oliveira@revistaespacoaberto.pt | 917 715 806Informaes: info@revistaespacoaberto.ptDelegada de Lisboa: Isabel CostaImpresso: Lusoimpress.comISSN: 2182-5122

    Rumo das Palavras - Associao CulturalContribuinte: 509 731 449 | NIB: 0035 03100003740213044 - Banco CGD

    Nota: As opinies, notas e comentrios so da exclusiva responsabilidade dos autores ou das entidades que produziram os dados. Nos termos da lei, est proibida a reproduo ou a utilizao, por qualquer meio, dos textos, fotografias e ilustraes constantes nesta publicao, salvo autorizao por escrito.

    Fotografia da capa: Dal Max - Fotolia.com

    34 36

    essencial,o amor

    Armadilhasdo Amor

    (in)condicional

    5

    10

    12

    18

    6652 54/57

    Editorial

    Consciencializao para a conceo, gestao e parto

    Alimentar-seda luz do sol

    As cinco chavesda felicidade

    Lanadoao vento

    LivrosAo servio do esprito

    TerapeutasBolsa deEmprego

    6858/65

    AgendaNotcias / Projeto

    7

    O valor originaldo amor espiritual

    8

    26

    464038 42

    22

    IPN Instituto Portugusde Naturologia

    A abordagemteraputica

    da Osteopatia

    48

    Contributo no tratamento do

    alcoolismo

    Qual oseu anjo?

    Taas Tibetanase Taas de Cristal de Quartzo

    HanneHoye

    Liderana empresariale espiritualidade

    Espao Aberto, revista alternativa

    www.revistaespacoaberto.pt

  • 4 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    Quando nos acolhemos na nossa prpria conscincia, geramos em ns a fina doura de algo

    sem limites ou fronteiras: o amor incondicional.

    mfotografia

  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 5

    De corao para coraoQuando nos acolhemos na nossa prpria conscincia, geramos em ns a fina doura de algo sem limites ou fronteiras: o amor incondicional.Tanto se fala de amor incondicional e to pouco se sente sobre o verdadeiro significado desta expresso. No existem palavras que possam ser ditas que expressem na totalidade o seu significado. Mas podemos descobri-lo no que sentimos, ao integrar essas palavras na nossa vida.Olhar o outro com os olhos do corao e perceber que tudo o que est na nossa vida est por algum motivo, sem julgamentos ou rtulos. Sentir cada momento e estar presente em amor, ao invs da lamentao. Ser grato pelo passado e viver no presente. Ser grato por tudo o que somos. Olhar em nosso redor e perceber que estamos no lugar certo, que nada ao acaso e que todos no nosso caminho so portadores de uma mensagem importante para a nossa evoluo.O amor incondicional altrusta, pensa no outro antes de si mesmo e coloca toda a sua ateno naquilo que ama, sem apego. coragem, fora e alegria. cansao, luz e vida. livre. Livre de ego e da vaidade de querer ter razo. livre para perceber que a verdade a minha e tambm a tua. O amor incondicional gratido. entregar-se sem medo e sem exigir, sem dominar e sem querer. entender o percurso do outro.O amor incondicional fala baixinho, no grita. Ouve e escuta o outro, porque ele est em primeiro lugar. poucas palavras e muitas atitudes. Conhece as medidas certas de doar sem invadir, sabendo que os excessos so prejudiciais.Somos capazes de olhar alm das aparncias? De sorrir perante a agressividade? De ser Luz na escurido? De respeitar o livre arbtrio alheio?O amor incondicional no escolhe e no julga. Simplesmente . O amor Incondicional transforma. um guerreiro com armas de compaixo honesta e caridade profunda, exmio em tolerncia e respeito.O amor incondicional perdo. deixar para trs o passado e perceber que o que aconteceu foi exatamente como planemos e que, por isso, tudo comea em ns mesmos.

    De corao para corao.

    Maria de Ftima Ribeiro

    Diretora

  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 7

    Amor IncondicionalLanado ao vento

    livre nos caminhos deixados nos trilhos por onde se deixa conduzir, permitindo que o fluir do vento o encaminhe para onde necessrio. A planta de onde emanou nunca saber o lugar do seu pouso, as consequncias da sua ao, nem conhecer as novas plantas por ele fertilizadas.

    De si, apenas se pede que se abra e se entregue, para que esse plen possa expressar-se em liberdade, cumprindo a sua funo.

    Assim o amor incondicional. Solta-se de ns pela vontade da nossa alma e segue os caminhos do seu destino, sem que o possamos encaminhar. De nada serve ficarmos s voltas, na tentativa de compreend-lo, pois o amor no reside na mente, nem esta tem como alcan-lo. Tudo o que a mente possa dizer ou pensar sobre ele ser sempre coisa nenhuma, face sua natureza ilimitada e transcendente.Perceber o que esse amor verdadeiramente significa esquec-lo, pois o pensamento prende-o e impede que se solte, tal como o plen que tudo fertiliza.Que no lhe coloquemos uma trela ou tentemos adivinhar ou predestinar a sua ao. Que possamos, sim, soltar e entregar o processo nas mos da vida, em simplicidade e aceitao

    plena, para que, em ptalas abertas ao sol, esse plen, que amor puro, possa ser levado pelos ventos do Esprito e conduzido para onde for necessrio. No se aprende a amar, sobre esse amor que no tem limites. No temos como compreend-lo. Se insistirmos em ocuparmo-nos desse assunto como se necessitasse da nossa ateno para existir, acabaremos por fechar o corao. De uma planta fechada, plen algum poder brotar. O amor incondicional esse leve sopro deixado pela alma, que no tem significado nos conceitos da mente. Por isso, as suas anlises so irrelevantes. Tambm no tem corpo terico ou analtico e, por isso, todas as conversas, estudos, cursos, terapias ou outras coisas que tais, feitos para permitir que ele se manifeste, so inconsequentes. Esse amor livre. Usa-nos como um portal de passagem para seguir o seu caminho e continuar a fertilizar os coraes dos Homens.

    Pedro Elias

    Gostariam de poder manifestar o amor incondicional? Ento, esqueam-no na vossa mente, para o poderem viver no vosso corao. Ser desse esquecimento que a flor se abrir ao sol, sem medo de perder o seu tesouro.

    O amor incondicional como o plen lanado ao vento, sem destino e morada.

  • 8 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    O vALOR ORIGInALDO AMOR ESPIRITUAL

    Lurdes Pinheiro967 387 266 | 912 412 005

    Amor espiritual algo to natural como respirar. eterno, ilimitado e incondicional.

    no mAgo da conscincia, quando experimentamos o amor espiritual, certamente estaremos ligados, mesmo que inconscientemente, a uma energia que vem diretamente da origem do ser, j que, em essncia, somos o esprito.

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  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 9

    Uma vida sem amor como o interior de uma laranja, depois de ser retirado o sumo. Para que que servir o interior seco de uma laranja? Eu no lhe reconheo nenhuma utilidade. Assim acontece com a vida sem amor.

    Ao analisarmos o amor ilimitado, podemos sentir que semelhante mescla existente entre os aromas de um jardim, que conjuga e agrega o de todas as flores, sem que se sinta no ar qualquer discrepncia entre eles. A grande particularidade do amor espiritual reunir a fragrncia de todas as virtudes em sim mesmo e, por isso, tem o dom de garantir o sucesso, sempre que entra em ao. Quando estamos imbudos desse amor que vem das profundezas do ser, nem sequer se trata de dizer: Eu amo o ser que sou. ou Amo-te.. Na realidade, mente e corao entram de tal forma em simbiose, que fazem transparecer no brilho do olhar e na expresso do rosto o que nos vai na alma.

    Neste momento da histria da humanidade, o amor incondicional pode ser considerado como o tesouro perdido, na maioria dos seres humanos.

    Porqu? Porque ao procurarmos a verdadeira identidade, estaremos definitivamente sedentos daquele ingrediente mgico que faz parte da alma no seu estado original.

    A grande lacuna que deixmos crescer dentro de ns, que se reflete nos relacionamentos e na humanidade como um todo, foi a perda da identidade espiritual. Confundimos o ser com o ter. Dizemos com frequncia a minha alma, esquecendo-nos que somos a alma e que, nosso, o corpo. Quando este deixado, o que nosso desaparece e o que somos permanece.

    Na conscincia de que o ser essa centelha de luz divina que habita entre as sobrancelhas, um pouco acima dos olhos, que tem todo o passado, o presente e o futuro gravados dentro de si, e usa os rgos dos sentidos, a mente, o intelecto e a personalidade para se expressar, torna-se muito fcil entrar na dimenso do amor espiritual, que desconhece barreiras ou fronteiras de raa, gnero, religio, cor ou credo.

    Como ser, ento, a qualidade dos relacionamentos na presena do amor espiritual? O relacionamento comigo mesmo ser de aceitao, flexibilidade, perdo, autoestima e autoconfiana. Recorde-se o ditado:

    Quem no ama a si prprio no consegue amar os outros, Deus ou mesmo a prpria vida.

    Entre todos os processos de resgate do amor espiritual, o mais eficaz que conheo , sem dvida, a meditao Raja Yoga, prtica regular inerente aos estudos da Universidade Espiritual Mundial Brahma Kumaris.

    Onde existe amor pelo eu, pela alma, h, certamente, uma capacidade infinita de amar e de aceitar os outros, tal como nos aceitamos. Tambm desenvolvemos uma viso construtiva sobre a vida. O contacto e o relacionamento com o Divino ser o reflexo dessa harmonia, entre ns e os outros.

    Na descoberta e desenvolvimento do amor genuno, que s o esprito nos traz, todos os espaos internos so preenchidos e a autorealizao e realizao de Deus acontece.

    Quando nos sentirmos tristes ou deprimidos, devemos perguntar a ns prprios se j entrmos em sintonia com o amor eterno, altrusta, aquele que sempre existiu dentro de ns e existir para sempre.

    O amor espiritual pode ser considerado como o nosso principal amigo, enquanto valor original. Em momentos de dificuldade, podemos ter conscincia da sua presena, na posio de apoio e proteo.

  • 10 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    O momento da conceo o nosso primeiro encontro com os nossos pais. o momento de maior unio entre o pai o princpio masculino , que representa o intelecto e o esprito, e a me, que representa a alma e o corao. Da fuso entre o intelecto e o corao, nasce a ao (vontade), que o novo SER, fruto dessa unio.

    No Evangelho, Jesus diz: Se na Terra dois de vs se harmonizarem para

    COnSCIEnCIALIZAO PARA A COnCEO, GESTAO E PARTO

    O corpo de uma mulher que se prepara para dar luz est a ser eleito como um canal para a expresso da divindade em materialidade.Embora a ovulao seja uma lei da Natureza, a conceo uma lei de DEUSEdgar Cayce

    Dora Gonalvesdgirassol@sapo.ptblog:www.babylink.wordpress.com

    pedir qualquer coisa, obt-la-o do meu Pai que est nos Cus, porque onde dois ou trs esto reunidos em meu nome, eu estou presente no meio deles. Dois ou trs so o intelecto, o corao e a vontade.

    O momento de maior unio no encontro de trs seres que decidem experenciar a vida juntos: o beb, a me e o pai.

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  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 11

    Marinlia Leal, uma renascedora fantstica, ministra cursos de Rebirthing Profissional para adultos, no sentido de os conduzir ao seu momento de conceo, gestao e parto, para resolver alguns traumas.

    Ela diz-nos: O tero a nossa primeira casa e, como tal, deve ser um lugar harmonioso, confortvel e seguro. Isto d-nos segurana para a vida. O tero o espao da criao onde a mulher hospeda o seu melhor e maior hspede, acolhendo-o como um bem precioso. O tempo que passamos nele, o que vivemos, o que aprendemos com ele fundamental para a nossa vida presente e futura.

    a sua primeira respirao, aquando do corte do cordo umbilicar, que s deve acontecer quando pra de pulsar. Todos os primeiros cuidados devem ser realizados junto da me, para que reconhea o bater do seu corao, para sentir o seu cheiro, para ouvir a sua voz a desejar-lhe as boas vindas.

    O parto natural o menos traumtico de todos, quando se respeita o tempo do nascimento e se cria uma ambincia harmoniosa e repleta de amor por todos os intervenientes no processo pais e equipa mdica e quando tudo corre normalmente. Eu sou norma!, ser o sentimento da criana no futuro.

    O parto por cesariana pode acontecer de forma programada/induzida ou em situao de emergncia. Sendo programada, os tempos do beb no so respeitados; algum decide a hora em que deve fazer algo e a sua opinio

    no conta. Eu no sou respeitado. Algum decidiu por mim, sente.

    Na situao emergencial, o beb tenta nascer mas no consegue, precisa de ajuda de outro para lhe mostrar a sada para a vida, criando o sentimento de: Eu no sou capaz.

    O parto com circular de cordo indicia que o beb est, de alguma forma, a evitar a sua chegada vida e precisa vencer. Na vida adulta, esse beb pode criar vrios obstculos (pseudo cordes).Pode ter sensaes de sufoco, dificuldade em usar gola alta, colares, gravatas, sentir-se sufocar quando a abraam junto ao pescoo.

    O parto de gmeos sempre um momento de separao: da me e do irmo(). O primeiro a nascer tem tendncia a ser o pioneiro, o mais ousado, o empreendedor, mas sente a culpa de deixar o irmo no tero Pode vir a ter comportamentos de proteo do irmo, ao longo da vida. O segundo a nascer tem o sentimento de abandono e tambm de culpa, porque cr que foi responsvel pela sada e consequente proteo uterina do irmo. Na vida adulta, ter tendncia a seguir os outros. Quando um deles morre no parto, o outro ter sempre um sentimento de eterna saudade, no sabendo conscientemente de onde ela vem.

    Poderia alongar-me em relao a outros tipos de parto, mas apenas pretendi consciencializar as pessoas de que temos muitos traumas que surgem desde o momento da nossa conceo e, por isso, peo-vos que os curem e apliquem estes conhecimentos quando esto enamorados e comeam a programar o melhor para os vossos filhos.

    Independentemente dos pais que temos, a escolha sempre nossa, do novo SER. Por isso, devemos consciencializar: Porque que escolhi esta famlia?, O que vim trazer?, O que devo aprender com ela?.

    Portanto, o novo SER nico e precioso. Ele fruto do intelecto e do corao, por isso, no ato sexual, os pais s o devem desejar com pensamentos nobres e com o corao repleto de amor.

    S com esta premissa podero permitir o fenmeno csmico da fuso entre o esprito e a matria, para poderem acolher uma criatura dotada das melhores qualidades.

    A responsabilidade desta criao maravilhosa nestas condies que permitir a evoluo consciencial da humanidade.

    Consciencial deve ser igualmente o perodo em que a criana acolhida no ventre materno - a gestao. Aqui, o pai tem como papel principal ser o projeto desta construo; a me, a que fornece os materiais. Ambos devem ser da melhor qualidade ou, pelo menos, que um contrabalance o outro.

    O projeto e os materiais formaram a casa o tero onde o beb deve ser bem acolhido durante nove meses. claro que a me e o pai continuam a ter a responsabilidade de criar e de educar o seu filho: o pai dever dar todo o apoio, conforto e amor ao beb e me; esta, por sua vez, dever nutrir-se do mais so, quer em alimentos, quer em pensamentos.

    O momento do parto a entrada do beb no palco da sua vida. um momento de separao e de dor.

    O tipo de parto influencia emocionalmente a criana na sua vida adulta.

    Ambos devero acariciar a barriga e entrar em contacto com o seu beb, com palavras amorosas sadas do mais fundo das suas almas, para que essa semente cresa num ambiente em que se sinta bem-vinda.

  • 12 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

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  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 13

    ALIMEnTAR-SEDA LUZ DO SOL

    Os alimentos vivos, como as frutas, as verduras e os legumes tm muito mais afinidade com a luz de elevada vibrao e devem, por isso, ser prioritrios, seno exclusivos, na nossa dieta, nos tempos que correm.

    j muito clAro que a mudana est em grande acelerao. A Nova Era est a e a energia no mais a mesma. H, pois, que procurar a melhor forma de a sintonizar e de nos afinarmos com as novas frequncias.

    A forma como nos alimentamos faz toda a diferena e, quanto mais saudvel e a natural for a nossa forma de comer, mais facilitado ser todo esse processo.

    A vida destes alimentos, o seu cultivo, depende da luz e do calor do sol, o que nos leva a perceber que, se nos alimentssemos diretamente da fonte, teramos ainda a vantagem de evitar todos os txicos da nossa comida usual.

    possvel viver bem e saudvel alimentando-se da luz. Vrios povos da antiguidade e as culturas indgenas que veneravam o sol fizeram uso desta prtica. Hoje em dia, existem ainda algumas comunidades onde se vive dessa forma.

    Tilde Carneiro919 050 797Cursos e Worshops de alimentao saudvel.

  • 14 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    Hira Ratan Manek o homem que decidiu saber mais sobre esta sabedoria quase esquecida e desenvolver o seu prprio mtodo, estruturado em muitos anos de pesquisas e estudos. Desde 1995, vive apenas da energia do sol e de gua, e percorre os quatro cantos do mundo ensinando a facilidade e as vantagens das suas fantsticas descobertas.

    Ele parte do princpio que o crebro humano um super computador natural muito mais poderoso do que o mais avanado equipamento, mas ainda muito pouco ativado. A energia solar a fonte que alimenta o crebro, entrando atravs do olho humano. Os nossos olhos so rgos muito complexos, com uma capacidade imensa, e so a porta de entrada da energia solar. Atravs das clulas foto-recetoras da retina, a luz do sol vai ativar a glndula pineal e o crebro. Como absorve todas as cores dessa luz, distribui-as para todos os rgos internos, segundo as suas dependncias dessas cores.

    ter desaparecido e tudo comear a mudar. A memria, a fora mental e a autoconfiana estaro beneficiadas e ainda mais, se praticarmos o mtodo de uma forma consciente e confiante, cultivando o pensamento elevado.

    Ao final de seis meses, estaremos a olhar o sol durante trinta minutos.

    Nesta altura, tambm as doenas fsicas comearo a ser curadas.

    Aos nove meses, teremos atingido 44 minutos dirios, isto se se olhar o sol todos os dias. Sempre que no tivermos oportunidade de o ver, retomamos o tempo do ltimo dia, acrescentando sempre dez segundos.

    Quando completarmos o processo (os 44 minutos), vamos ter que caminhar descalos na terra durante 45 minutos dirios durante seis dias. Ao caminharmos descalos, o peso do corpo vai ativar as nossas glndulas atravs dos dedos dos ps. E tudo. A partir daqui, convm manter a sintonia com o sol e usufruir da sua presena diria, sempre que possvel.

    A meu ver, vale muito a pena experimentar e testar a eficcia do mtodo. mais uma oportunidade de nos aproximarmos e conectarmos com a natureza, a postura que nos torna mais saudveis e equilibrados. mais uma oportunidade de desfrutarmos dessa magnifica bno que a vida pe sistematicamente nossa disposio: os gneros.

    H que ter em conta a fragilidade e delicadeza dos nossos olhos e, por isso, respeitar as horas indicadas para seguir o mtodo sem correr riscos de os danificar pela influncia dos raios UV e IR: durante a primeira hora, desde que o sol nasce, ou da ltima antes, que ele se ponha.

    Comea-se por olhar o sol durante dez, segundos no primeiro dia. No dia seguinte, aumenta-se mais dez segundos, ou seja, olha-se o sol durante vinte segundos. Se, em cada dia, aumentarmos dez segundos, ao fim de trs meses estaremos a olhar o sol durante quinze minutos. Nessa altura, j suposto ser bem evidente a diminuio da tenso mental, pois o crebro est mais ativado. Qualquer desequilbrio mental ou depresso

    Como o crebro j no gasta tanta energia para acudir aos problemas mentais e preocupaes, que o que habitualmente acontece, as reservas energticas vo aumentando e, por isso, a necessidade de comer vai diminuir e a fome ser cada vez menor.

    O nosso crebro no precisa de comida para funcionar, precisa sim de energia, que sintetizada da comida que comemos.

    Hira Ratan Manek

  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 15

  • 16 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    maria begasse

    Amo a liberdade.

    Por isso, as coisas que amo deixo-as livres.

    Se voltarem, porque as conquistei.

    Se no voltarem, porque nunca as tive.

    Bob Marley

  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 17

  • 18 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    reiki

    AS CInCO CHAvESDA FELICIDADE

    Rui MouraCoaching & Terapiaswww.ruimoura.eurui@ruimoura.eu961 040 539

    mfotografia

  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 19

    A HiStriA Sugere que o Reiki estava destinado a ser um caminho espiritual, pois nasceu daquilo que poderemos chamar de experincia religiosa.

    O objetivo de Mikao Usui era compartilhar com todas as pessoas aquilo que tinha experienciado. Era o seu imenso presente para a humanidade: que sentir e canalizar o divino pudesse ser experimentado e praticado por todas as pessoas.

    A minha definio de caminho espiritual o mtodo ou a tcnica que ajuda o Praticante a encontrar-se a si prprio. E existem tantos caminhos para o si mesmo como pessoas neste planeta. Cada um de ns cria o seu prprio caminho, medida que o vai percorrendo. Mas certas ajudas e tcnicas podem fazer toda a diferena.

    Na nossa jornada espiritual, provvel que avancemos to rpido como um carro de bois, se seguirmos sozinhos. Mas, com a ajuda de um Mestre, podemos aprender a voar e fazer rpidos progressos. Com um mtodo ou sistema com provas dadas, podemos avanar a um ritmo firme e constante. O Reiki apresenta-se, nos nossos dias, como esse mtodo que nos pode permitir uma evoluo e desenvolvimento pessoal firme e constante.

    Com frequncia, os praticantes de Reiki dizem que algo os leva ou guia a tomar esta ou aquela atitude. Contudo, a fronteira entre intuio e iluso muito tnue, pelo que devemos estar atentos, para que essa orientao no sirva como desculpa para no nos responsabilizarmos pelas nossas aes. O facto que cada um de ns totalmente responsvel por tudo o que faz, diz, pensa e sente.

    A habilidade de agir de maneira totalmente

    responsvel uma das mais importantes a

    desenvolver ao longo do nosso caminho.A responsabilidade

    permite-nos a liberdade total.

  • 20 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    No h mal nenhum em sentir a mo divina a levar-nos numa direo. Todos estamos familiarizados pela sensao de ser guiado, puxado para algo ou para algum, sem o envolvimento da nossa vontade, desejos ou ego, mas isso est longe de ser a norma. Geralmente, somo ns que tomamos as decises que afetam o nosso bem estar emocional, de sade, de finanas ou outras reas da nossa vida.

    Uma atitude comum nos crculos de Reiki O Reiki vai resolver isso. Na realidade, o Reiki no resolve, seja l o que for. Ou ns fazemos, ou ns no fazemos! Especialmente quando s os nossos egos esto envolvidos, quando tomamos decises que no respeitam a tica e nos beneficiam unicamente, individualmente ou a um grupo. Nesse caso, o Reiki no faz nada. O Reiki no se interpe no nosso caminho, ainda que o nosso caminho passe por uma fase destrutiva.

    Ao refletir profundamente sobre o significado destas simples palavras e tentar a sua aplicao no dia a dia, podemos, de imediato, ser confrontados com a nossa crena de que no possvel no se irritar ou no se preocupar, ou ainda, como que se pode agradecer o que aconteceu de mau.

    Podemos ainda ser trados pelo nosso ego, ao achar que somos trabalhadores diligentes ou um exemplo de bondade para com os que nos rodeiam, cegos nossa incapacidade de dar um sorriso senhora da caixa do supermercado ou de abrir a porta senhora da limpeza.

    sim, que gostariam, pois essa pessoa seria aquilo que desejam para a vida dos seus filhos: um modelo positivo e um exemplo a seguir, algum cuja companhia pode influenciar drasticamente as escolhas futuras daqueles que mais amam. Gosto de ver o espanto na cara desses alunos quando lhes digo que podem ser essas pessoas.

    Estes Cinco Princpios orientadores de vida, em conjunto, contm o poder de transformar radicalmente a vida de quem os puser em prtica, de conduzir o praticante de Reiki a uma verso melhorada de si prprio, iluminao.

    Mikao Usui ensinou-nos a Arte Secreta de Convidar a Felicidade e as suas chaves so os Cinco Princpios. Lano-vos o desafio de os viverem de forma profunda, diariamente, e, para no complicar, sugiro que escolham um, um s princpio que iro pr em prtica de forma totalmente irredutvel, ao longo de um ms. Se falharem, recomecem, at conseguirem no vosso ntimo dizer Consegui!

    Deixem que a magia do legado de Mikao Usui tome conta da vossa vida. Ela nunca mais ser a mesma.

    Temos de ter um papel ativo sobre o que que queremos e o que no queremos. No devemos entregar o nosso poder pessoal, nem sequer ao Reiki.

    Muitos de ns no tm acesso aos ensinamentos de um mestre iluminado, nem orientao de um praticante de Reiki avanado. Desta forma, temos de confiar no legado de Mikao Usui: os Cinco Princpios de Reiki.

    Quanto mais estudo as vias interiores e exteriores da energia, mais me apercebo que, quando vivemos os Cinco Princpios de Reiki, eles so, na realidade, toda a orientao tica de que necessitamos. No o ato de cantar e meditar sobre os princpios que cria mudana, mas sim, o permitir que eles sejam a luz que guia a nossa conduta.

    O nvel de profundidade e reflexo que estes Cinco Princpios podem ter na vida de um ser humano revolucionrio.

    S por hoje:

    No se irrite.

    No se preocupe.

    Agradea a suas bnos.

    Trabalhe diligente e honradamente.

    Seja bondoso para com todos os seres vivos.

    Costumo fazer um exerccio com os meus alunos, a quem pergunto se gostariam que os seus filhos convivessem e pudessem passar tempo com uma pessoa que, s por hoje, no se irritasse, no se preocupasse, agradecesse as suas bnos, trabalhasse diligentemente e fosse bondoso para com todos os seres vivos. Todos me dizem que

  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 21

  • 22 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    LIDERAnAEMPRESARIALE ESPIRITUALIDADEinteno

    Autorrealize aquilo que essencial nas suas relaes profissionais. O primeiro passo para essa auto-observao ser entender que no basta conhecer os valores da sua empresa; mais do que isso, necessrio partilh-los. Tudo o resto depende exclusivamente de si.

    Paulo Vieira de CastroConsultor de Especialista. Inner Leadership Coach, geral@paulovieiradecastro.com

    mfotografia

  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 23

    Uma das narrativas que considero mais til para esta reflexo passa-se em torno de um monge zen que, passeando num canteiro de obras, perguntou a um pedreiro:- O que ests fazer?- No est a ver?! Estou a partir pedras.

    Quatro passos adiante, o monge pergunta a mesma coisa a um segundo pedreiro.- Ganho o meu sustento responde, com grande seriedade.

    Antes de abandonar definitivamente o local, o monge faz a mesma pergunta uma ltima vez, a um terceiro homem.- Eu? Eu estou a construir uma catedral responde sorrindo.

    Da prxima vez que atravessar a porta principal da empresa onde trabalha faa a escolha entre: Estou aqui para partir pedra, para ganhar o meu sustento ou para ajudar a construir algo de grandioso? Responder a esta questo desafio suficiente para quem procura em si prprio a transformao positiva.

    A sua verdadeira casa voc.

    Ento, d um abrao a si mesmo(a) e diga: a minha casa aqui e agora! Afinal, voc a origem de tudo o que lhe acontece.

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    1 lio

    Assuma tornar-se o autor da sua prpria histria. voc , e ser sempre, a sua maior empresa. ento, seja o exemplo que quer ver nos seus colegas de trabalho. Neste caso, mudar a atitude dos outros s ser possvel pelo exemplo que voc d.

    AceitAoSe lhe pedisse para descrever a sua prpria casa, como que o faria? De que cor a sala, a cozinha Reflita. Demore o tempo que quiser. Feche os olhos e recomece a descrever a sua casa. A sua verdadeira casa voc. Ento, d um abrao a si mesmo(a) e diga: a minha casa aqui e agora! Afinal, voc a origem de tudo o que lhe acontece.Sempre que regressar ao trabalho, retome a sua face original. Lembre-se: se no controlar o seu destino, algum o far por si.

    2 lio

    tambm em ambiente de trabalho, confundir a face acidental com a essncia do seu Ser causa da no realizao profissional de muitos. mas, como poderemos encontrar essa verdade em ns prprios? A resposta no podia ser mais simples. No podemos! Ela encontra-nos primeiro. Vai passar uma vida a fingir o contrrio?!

    deSApegoNo busque uma soluo. Antes disso, procure um caminho. A soluo surgir depois. Vai ver que esta simples mudana de perspetiva far toda a diferena, do mesmo modo que no deve perseguir o sucesso como uma meta, veja-o como caminho. O mesmo vlido para a paz interior ou para a felicidade. So caminhos para algo maior, nunca um fim em si. Como poderia ser diferente com as suas escolhas para a vida?Assim, urgente que comece por fazer a sua parte, construindo o seu prprio caminho. Isto ser, para muitos, um outro desafio para a vida. Garanto-lhe que h algum muito especial que o espera no final desse trilho: voc!

    3 lio

    ningum vtima do mundo, mas sim da forma como o percebe.Acredite, o mundo no vai mudar por causa dos seus conflitos interiores. A transformao possvel, mas no acontecer porque simplesmente o deseja. Abandone todas as expetativas, deixando-se simplesmente estar aberto(a) ao que o universo lhe proporciona aqui e agora.

    liderAnA eSpirituAlizAdA: A terceirA mArgemEste querer independe do lugar que voc ocupa na empresa em que trabalha, todos somos lideres ao nosso nvel de influncia.O maior desafio que se coloca a qualquer ser humano ser o de cumprir o seu prprio destino, s depois poder entregar-se a outras apostas. Ento, deveremos buscar o equilbrio, a fluidez e o xito, isto numa perspetiva de completude, incorporando valores pessoais na atividade profissional e vice-versa.O lder da terceira margem aquele que consegue conduzir-se a si mesmo, atravs duma matriz interior. Ele garante e inspira o cumprimento do propsito estratgico da organizao na afirmao de valores maiores, que tambm toma como seus.De forma a melhor explicar este tipo de liderana, utilizo como exemplo um simples rio. Do rio que tudo arrasta, dizemos que violento, esquecendo-nos do quo arrebatadoras so as margens que o comprimem. A violncia do rio, enquanto problema, no est nele prprio, mas sim nas suas margens.Na parbola do rio, a liderana espiritualizada ser a terceira margem, ou seja, o constrangimento impercetvel que tudo abarca. S deste modo, voc estar verdadeiramente centrado(a) no seu caminho interior, ou seja, na origem de tudo, estando pronto(a) para repartir essa responsabilidade com todos os que o rodeiam. Porque no o haveria de fazer no seu local de trabalho?

    4 lio

    Alinhar o querer individual com a motivao do coletivo exige uma liderana interior robusta.A espiritualidade a nica dimenso onde tais condies podero ser encontradas.

    S pela disciplina tica, pela responsabilidade incondicional, pelo exemplo, honrando os seus mestres, ser funcional pensar que um outro mundo para os negcios possvel.

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    IPn InSTITUTO PORTUGUSDE nATUROLOGIA

    ENTREVISTA

    O Instituto Portugus de naturologia (IPn) uma entidade formadora acreditada com reconhecida capacidade formativa na rea da Medicina natural. Atualmente um dos projetos mais reconhecidos nesta rea, com escolas e clnicas em Lisboa, Porto, Braga e Coimbra.O IPn foi pioneiro a apresentar cursos de longa durao, juntando o trabalho de investigao componente de trabalho prtico, nomeadamente em contexto real de trabalho.A Prof. Dr. Manuela Maia a diretora-geral do Instituto e falou Revista ESPAO ABERTO do projeto visionrio de um grupo de professores universitrios, para formar em reas cuja importncia se torna inevitvel.

    Entrevista: Rosa Silva e Maria de Ftima RibeiroFotografia: mfotografia

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    espao Aberto (eA) - Como surgiu o IPN e qual era o objetivo da sua criao?prof. dr. manuela maia (mm) - O IPN surgiu da necessidade de fazer formao sria e sistematizada na rea da Medicina Natural. As circunstncias foram-se reunindo e o projeto foi-se desenvolvendo entre um grupo de professores universitrios que se dedicavam investigao e que se interessavam por estas temticas. Surgiu em 1999, quando no havia qualquer credibilidade quer na formao quer na sua prtica. Foi um grande desafio, mas desde logo se delinearam ideias muito concretas e definidas e conformadoras do projeto educativo do IPN. Este baseava-se, essencialmente, em dois grandes objetivos. O primeiro era dar ao aluno uma formao abrangente e aprofundada sobre terapias naturais, em que o aluno tivesse a possibilidade de aprofundar conhecimentos de forma sistemtica e metodologicamente correta.O outro objetivo visava que o aluno, quando entrasse nesta estrutura, encontrasse tudo o que necessitaria para a sua formao, nomeadamente com toda a vertente clnica e integrao no mercado de trabalho. Por isso, o IPN no s uma estrutura formativa. Desde o primeiro momento, foi pensada como uma estrutura integrada, onde o aluno se insere e tem todo o apoio, at ao momento em que se lana no mercado de trabalho. A ampla diversidade de formaes dos formadores e a sua riqueza pessoal permitiu ao IPN construir um projeto de grande riqueza educativa.

    ENTREVISTA

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    eA - Foram pioneiros, ou j havia outras escolas do gnero?mm - No existiam escolas estruturadas nem projetos educativos integrados. O IPN foi uma das primeiras escolas com projeto educativo, com linhas muito bem definidas de orientao e de formao, com cursos na rea da Naturopatia, Medicina Chinesa (4 anos), de Massagem, com diversidade de conhecimentos, com planos curriculares estruturados organizados e com professores preparados para os lecionar, escolhidos entre pessoas com reconhecida credibilidade tcnica cientfica, pedaggica e profissional.

    O aluno, ao fazer a sua formao, sabe que estar acompanhado e apoiado por uma estrutura que lhe disponibiliza tudo o que necessita para ter sucesso, acompanhando-o e apoiando-o at insero no mercado de trabalho.

    eA - Alm da vocao formativa, sabemos que a estrutura do ipn tem uma atividade muito intensa junto das instituies e da sociedade. como conseguem?mm - Toda a estrutura do IPN est vocacionada para a responsabilidade social, que se traduz numa dinmica de prestao de servios de apoio comunidade, pensando naqueles que no teriam disponibilidade econmica para aceder a estas terapias, se no fosse a nossa interveno. Entendemos que qualquer estrutura que est vocacionada para a formao s faz sentido se estiver muito bem inserida na sociedade e for necessria

    ENTREVISTA

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    sociedade. Para tal, temos vrios protocolos com instituies, nomeadamente Cmaras Municipais, Juntas de Freguesia, Centros Paroquiais, Centro de Idade snior, hospitais, Rotary Club, onde, de forma gratuita, prestamos servios no mbito da formao e das teraputicas .

    eA - no existindo ainda legislao aprovada nesta rea, o ipn est, no entanto, acreditado.mm - O IPN foi a primeira instituio a ser acreditada, como entidade formadora, no mbito das terapias naturais, pelo INOFOR. Posteriormente, a Lei 45/2003, de 22

    de agosto, veio tentar legislar nesta matria, mas acabou por no ser, at ao momento, regulamentada. Face a esta situao de vazio legal h que cuidar que as instituies que trabalham e formam nesta rea sejam reconhecidas de acordo com o enquadramento legal existente. o caso do IPN, que tem sido sempre acreditado pelos organismos competentes.

    eA - A acreditao d credibilidade ao ipn?mm - Com a acreditao informa-se as pessoas que h uma estrutura organizada e responsvel, cujo projeto

    foi avaliado e aprovado. No caso do IPN, por exemplo, houve uma grande aposta na vertente humana, fazendo sentir a cada colaborador que faz parte integrante desta estrutura. Tambm as instalaes so muito importantes. As nossas reas encontram-se nas zonas mais nobres das cidades de Lisboa, Coimbra, Porto e Braga. Foi sempre nosso critrio escolher espaos que pudessem, no s dignificar a instituio, mas proporcionar boas condies de trabalho, o que julgamos ter conseguido. A credibilidade de uma instituio impe-se, no s pelo seu reconhecimento legal, mas tambm pelas qualidades

    Entendemos que qualquer estrutura que est vocacionada para a formao s faz sentido se estiver muito bem inserida na sociedade e for necessria sociedade.

    ENTREVISTA

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    humanas da sua equipa, pela harmonia das suas instalaes e pela qualidade que se consegue inculcar nos seus alunos. extremamente importante que as pessoas que trabalham connosco sintam que fazem parte desta estrutura. Todas as opinies, iniciativas, ideias novas que os alunos e colaboradores apresentem so rececionadas, discutidas e trabalhadas, de maneira a que, cada pessoa que por c passa, se sinta no s parte deste projeto, mas tambm possa contribuir para a qualidade do mesmo.

    eA - uma instituio com cariz humano?mm - Essencialmente. Esta instituio no foi criada para ter objetivos comerciais. O seu primeiro objetivo foi dignificar a Medicina Natural e promover a formao de pessoas que pudessem contribuir para o bem estar e sade das pessoas, sem provocar danos. O importante que o IPN possa servir as pessoas, contribua para a sua felicidade e realizao pessoal.

    eA - como que estas reas poderiam ser integradas na medicina convencional? mm - As terapias naturais tm uma filosofia, uma concetualizao da

    As terapias naturais tm uma filosofia, uma concetualizao da sade e da doena, uma metodologia e um discurso prprio.Trata-se de uma rea do saber com real autonomia.

    sade e da doena, uma metodologia e um discurso prprio. Trata-se de uma rea do saber com real autonomia.Da a necessidade de alguma cautela quando se cede tentao unanimista, ao tentar misturar conceitos. um erro estrutural juntar dois tipos de abordagem que encerram, em si, toda a potencialidade da complementaridade, mas no da identidade. Os profissionais destas reas tm de ser detentores de uma formao rigorosa, para que possam prestar um servio esclarecido junto das populaes.

    eA - Quanto tempo demora um curso de teraputicas no convencionais?mm - Depende das reas. H cursos que necessitam de curta e outros de

    longa durao. Estes ltimos precisam de cerca de trs ou

    quatro anos, com conhecimentos tericos e prticos, bem como da prtica clnica.

    eA - o ipn tambm tem formao na rea consciencial? mm - Temos um, ainda jovem, Departamento das Cincias da Conscincia, que se trabalha as reas das relaes interpessoais, da mente, da conscincia, por nos termos apercebido da sua importncia para a sade e bem estar.As instituies fazem sentido quando criam felicidade s pessoas. O IPN foi criado nesse sentido. Tudo o que seja gerar felicidade criar riqueza, em todos os seus sentidos.O IPN visa criar essa riqueza: humana, fsica, intelectual, de valorizao e felicidade. Quando as pessoas encontram no IPN um fator de mudana da sua vida ajudando-as a ser mais felizes, sentimos que a instituio est a atingir, plenamente, os seus objetivos.

    ENTREVISTA

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    eA - o aluno que termina o seu curso no ipn ao fim de quatro anos, considerado licenciado?mm - A formao em Portugal est dividida em dois grandes tipos: a formao profissional e a formao graduada. Esta ltima, est devidamente regulamentada e est entregue ao Ministrio da Educao. H, depois, a formao profissional, tutelada pelo Ministrio do Trabalho ou do Emprego e com vocao de excelncia, mais vocacionadas para o mundo do trabalho prtico e tem sido nesta rea onde se enquadram estas teraputicas.

    eA - H mercado de trabalho para o aluno que termina o seu curso no ipn?mm - Este tem sido um dos nichos de mercado que ainda no est saturado, proporcionando excelentes sadas profissionais. Cada vez mais nos apercebemos da eficcia destas terapias e maior o ndice da procura. Os nossos alunos tm um ndice de empregabilidade muito elevado, ultrapassando os 90%. Significa isto que, de acordo com os dados que temos, os nossos alunos, no fim do curso, facilmente encontram uma orientao profissional. A Bolsa de Trabalho que o IPN disponibiliza em muito contribui para essa empregabilidade.

    As instituies fazem sentido quando criam felicidade s pessoas. O IPN foi criado nesse sentido. Tudo o que seja gerar felicidade criar riqueza, em todos os seus sentidos.

    eA - A dr. manuela a diretora-geral do ipn e sente-se a sua paixo por este projeto.mm - Trabalhamos muito com parcerias e temos sempre novos projetos. Organizamos congressos e palestras; temos protocolos com hospitais, com estabelecimentos de ensino, com instituies, como cmaras municipais e juntas de freguesia, para que consigamos ser uma instituio intimamente ligada sociedade, numa vertente integrada. O trabalho do IPN est centrado nas pessoas; de pessoas e para pessoas.

    eA - esta uma rea para o futuro?mm - uma rea inevitvel. As pessoas tm que mudar radicalmente os seus hbitos de vida e a sua forma de pensar, muitas vezes, num percurso individual. Embora a sociedade esteja mais sensvel a novas formas e atitudes de abordagem da sade, a mudana passa muito por cada um se aperceber que vai ter que mudar os seus hbitos alimentares, de viver, de estar, sob pena de caminharmos para uma sociedade de doena e de doentes.

    ENTREVISTA

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  • Porque quem amanunca sabe o que ama

    Nem sabe porque ama,nem o que amar

    Amar a eterna inocncia,

    E a nica inocncia,no pensar...

    Fernando Pessoa

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    enQuAnto SereS HumAnoS, o amor essencial na nossa vida. o verdadeiro motor da nossa existncia. Contudo, pode ser interpretado de diversas formas e ser vivido em diferentes situaes da experincia humana.

    O amor que comumente aceite pela maioria das pessoas condicional, que parte de uma ideia de escassez, da falta, e que procura ali encontrar aquilo que julga faltar-lhe partida.

    Como esse amor parte de uma ideia de necessidade, vai procurar quem responda a essas necessidades, estabelecendo que tipo de

    ESSEnCIAL,O AMOR

    caractersticas pode corresponder a esse ideal. Quando encontra algum que aparenta suprimir essas falhas, entra como que numa fase de xtase. Este um amor que se torna dependente da outra metade e que cria expectativas sobre ela, que ir cobrar constantemente.

    Paulo RenatoConsultor Desenvolvimento Pessoalhttp://paulorenatoconsultor.blogspot.comhttp://educarpositivamente.blogspot.comr23.renato@gmail.com

    Aps a fase inicial, em que tudo parece cor-de-rosa e a sensao de felicidade esfusiante comea a entrar na rotina, a realidade comea a emergir e comea-se a reparar nos defeitos que a outra pessoa tem.

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    Nesta fase, muitos dos relacionamentos ou se rompem ou evoluem para um encontro entre duas vontades que integram as falhas percecionadas. Mas as cobranas iro sempre existir a cada zanga e expresses do tipo, tu mudaste, no eras assim; tu no me compreendes, estaro presentes na relao.

    Este um amor que procura, no exterior, preencher um vazio percecionado no interior, e a foca a sua ateno, estando sempre dependente das circunstncias externas para se sentir pleno e realizado. Mas a sensao de falta ir reaparecer, pois um amor dependente do exterior s se satisfaz temporariamente.

    Por outro lado, quando falamos de amor incondicional temos de falar da essncia do Ser.

    Ele inclusivo, ao contrrio do amor condicional, que se fecha num grupo reduzido de pessoas, de acordo com os diferentes tipos de amor de que se trate: amor entre um casal, pais e filhos, familiares, amigos, etc. um amor dependente, baseado na troca, numa contabilidade que analisa quem ama mais ou menos o outro e de que forma o demonstra.

    O amor condicional baseado no medo. o medo que o controla. o medo da perda e da escassez que leva a que se lute por manter esse amor, de forma a preencher a lacuna percecionada. No entanto, nessa luta constante deixa-se de se desfrutar do verdadeiro amor, pois o foco est em conservar o amor que se conseguiu amealhar.

    J ao amor incondicional basta Ser. Ele sereno e est sempre presente; no necessita de se evidenciar para se fazer sentir. Dispensa adjetivos, no exige sacrifcios nem cobra nada de ningum, pois est presente em toda a existncia e o elo de ligao. S estando presente em cada momento do existir poder ter-se conscincia desse amor. Mas o facto de no termos ainda conscincia dele no o impede de estar sempre presente em cada um de ns, esperando o nosso despertar, j que no conhece tempo, nem espao.

    Esse tempo e espao so uma iluso que existe precisamente para ser usado nesse despertar, para viver experincias que catalisem a evoluo do nosso nvel de conscincia, at que estejamos prontos para abraar a nossa pura essncia.

    Quando tomamos conscincia de quem somos de facto, descobrimos que ns somos amor.

    dessa matria que somos formados e, como tal, somos todo o amor que possvel ser e nada exterior a ns pode acrescentar o que quer que seja quilo que j somos. Pelo contrrio, atravs da partilha do nosso amor que tomaremos conscincia de todo o amor que somos. S pode dar quem tem para dar e, atravs dessa partilha, veremos o nosso amor expandir-se.

    O amor incondicional, quanto mais for partilhado mais se expandir.

    Para descobrir o amor incondicional que na verdade somos precisamos de fazer muito menos do que temos feito, permitindo que a nossa essncia se manifeste em ns, prescindindo da necessidade de controlar a nossa existncia.

    Devemos confiar na perfeio da vida, que nos traz em cada momento tudo aquilo que o necessrio e com o que podemos lidar, de acordo com o nosso nvel de conscincia. quando abdicamos do controle e nos entregamos sem condies que criamos espao para que a nossa essncia se manifeste na nossa realidade. Ela atuar da melhor forma em cada um, de acordo com a sua capacidade para a abraar em plenitude.

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    At AprendermoS o Amor, vivemos num campo armadilhado - gosto de afirmar, com alguma certeza

    Fiel amigo desconhecido, acompanha-nos nas inmeras lgrimas que em seu nome vertemos; nas idealizaes que em seu nome fabricamos; nas canes que para ele cantamos; nos poemas que para ele escrevemos; nas mentiras que nos contamos, at o aprendermos.

    Embrenhamo-nos em crenas e deixamo-nos invadir pela sede de encontro com a cara metade, a alma gmea, o prncipe ou a princesa que vai sanar para sempre todas as nossas dores e vazios existenciais. Confundimos amor com carncias, profanando, com facilidade, o seu sagrado propsito nas nossas vidas.

    ARMADILHAS DO AMOR(In)COnDICIOnAL

    E, como em todas as aprendizagens, passa por um processo. Numa primeira fase, inevitvel confundi-lo, mistur-lo numa tmbola com outras bolas que no tm a sua cor, o seu cariz, a sua essncia, para que, no momento certo, ele em ns se revele, no mais como um jogo de probabilidades ou uma espcie de golpe de sorte, mas como a maior certeza da nossa existncia.

    At l, h quem passe uma vida inteira em sua busca, driblando com os ps cansados uma pesada bola, por acreditar que fora de si que o vai encontrar, e que o outro a sua personificao. Apesar da relao a dois ser uma excelente forma de o aprender, importante saber separar as guas, pois quando falamos de uma relao no estamos necessariamente a falar de amor.

    Vivemos profundos apegos, faltas de liberdade, de mentiras, de posses e tudo em nome daquilo a que chamamos amor. Controlamos o outro, na esperana de o(a) tornar nosso(a), retemo-lo(a) numa pequena poro de terra de onde no queremos que saia, com medo de perd-lo(a). Assim, saciamos a nossa insegurana e garantimos - pensamos ns - a sua eterna presena na nossa vida. Mas, o que ter isto a ver com o amor?

    A expresso amor incondicional, que repetimos como gralhas, . na verdade, uma absoluta redundncia, j que falar de amor incondicional a mesmssima coisa que falar de gua molhada.

    Quando permitimos expandir a sua vibrao, indubitavelmente tropeamos na sua incondicionalidade. Da mesma forma que, ao colocarmos a nossa mo debaixo da torneira, sabemos que molhada uma propriedade natural da gua, apesar de ela poder estar fria ou quente - uma caracterstica opcional. Se quisssemos condicionar esta propriedade natural da gua, querendo fazer dela outra qualquer, no teramos qualquer dvida de estarmos a perder o nosso tempo.

    Quando amamos verdadeiramente, aceitamos o outro integralmente, sem condies. Isto no quer dizer que no reconheamos o que nele(a) nos causa frico. Com trabalho interno, vamos percebendo que essa frico a forma que a vida tem de nos mostrar a nossa prpria sombra, os aspetos que em ns precisam de ser trabalhados, as partes das nossas personalidades que ainda esto feridas. o medo-de-perder-o-outro, que nos faz condicion-lo, e no o amor que por ele sentimos.

    Despertar para esta conscincia despertar para a sua sacralidade e para o seu sentido nas nossas vidas. sab-lo uno, livre e integral. sab-lo incondicionalmente AMOR.Cristina Lealcrisleal.unitedsouls@gmail.com

    Na verdade, o amor no se ensina, aprende-se.

    Antes de mais, o amor o que ns somos e no o que ns temos.

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    A terApiA do Som muito antiga, assim como as Taas Tibetanas. A informao de que dispomos que vieram do oriente, mas talvez o conceito venha do antigo Egito, onde j se utilizavam vasos de alabastro para produzir sons. Ser, em parte, o efeito das taas de cristal de quartzo.

    Andr Valentim

    TAAS TIBETAnASE TAAS DE CRISTAL DE QUARTZO

    Ali, existiam cinco cmaras e cada reproduzia uma frequncia de sons, cada vez mais altos.

    A 30 metros de profundidade, abaixo da pirmide de Sakara, a nota Mi ressoava nas cinco cmaras, entrada dos nefitos. Depois, nas demais cmaras, as notas F, Sol, L, ressoavam consoante os sacerdotes avanavam na aprendizagem. Na cmara principal, vibrava a nota Si, onde os mais altos iniciados atingiam nveis de conscincia muito elevados e ascendiam a outras dimenses. Eram denominadas cmaras azuis.

    Em Sakara, no Egito, existiam cmaras onde eram colocados vasos de alabastro de vrios dimetros, alguns preenchidos com gua. A inteno era reproduzir notas musicais numa vasta escala de vibraes.

    Nesse sentido, podemos perceber que a origem da utilizao de vasos, taas e outros objetos sonoros vm de muito longe.

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    O efeito dos sons muito curioso. No caso das taas de cristal de quartzo, elas oscilam de uma forma regular, vibrando em espiral, numa onda sinusoidal que se expande at um quilmetro. Esta onda vibra na proporo do nmero de ouro, a proporo divina.

    Nas terapias que fao com taas de cristal de quartzo e taas tibetanas constato que, quando o som produzido, automaticamente, a aura da pessoa muda de cor, dependendo da taa utilizada. Alguns bloqueios (mais externos) so quebrados imediatamente, saindo do campo de energia da pessoa em forma de vapor. Depois, a aura fica mais luminosa e, por isso, produz um efeito relaxante.

    Com a frequncia do tratamento, a lucidez aumenta e a pessoa comea a reorganizar-se perante a vida. As situaes mudam e o ser cresce cada vez mais, ao nvel da conscincia. O processo de transformao torna-se simples, se compreendermos que a pessoa passa a vibrar em harmonia com o universo.

    Cada ser humano tem o seu tempo para a mudana. Por isso, o tempo da terapia depende do mesmo.

    Os efeitos que se podem observar so o relaxamento profundo (especialmente em casos de ansiedade, insnia e hiperatividade), a reduo da agressividade, limpeza e reequilbrio da estrutura urica, mudana e tomada de conscincia.

    A tendncia que a pessoa comea a mudar os seus padres de comportamentos, mais lcidos e harmoniosos.

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    OS 72 AnJOS DA CABALA

    QUAL O SEU AnJO? A conexo com o nosso anjo da guarda feita sempre que o invocamos atravs da orao, pedindo a influncia dos seus poderes sobre ns.

    Mas se, cinco em cinco dias, nos conectarmos a cada um dos diferentes anjos, obteremos todos os seus poderes e dons, trazendo-nos uma grande transformao espiritual, rumo ascenso.De acordo com as suas necessidades, pode invocar um ou mais anjos da Cabala, escolhendo o mais adequado ao momento atual de sua vida.

    Pode tambm estudar sobre o anjo do seu nascimento, que o acompanhar por toda a sua vida e o ajudar a entender qual a sua misso nesta existncia. Existe uma diferena entre os mtodos de evocar e invocar. O processo de evocao sugere que voc v pedir algo a um anjo, para que ele lhe traga aquilo que voc precisa. Esta prtica talvez no seja a mais recomendada, at porque se voc tiver que pedir algo a algum, deve faz-lo diretamente a Deus, o nosso Pai e Criador.

    A invocao algo que acontece a partir do nosso interior. Quando nos sintonizamos com a energia de um determinado anjo, quer seja atravs de uma meditao, uma vocalizao ou uma ao, abrimos espao para receber a sua energia para as nossas vida. Esta uma ferramenta que pode trazer-lhe um verdadeiro crescimento espiritual.

    todo o conHecimento disponvel sobre anjos tem a sua origem na Cabala, uma sabedoria milenar que contm os maiores segredos sobre os mistrios do universo.

    O seu conceito primordial a Luz. Segundo a Cabala, a satisfao de todos os nossos desejos pode ser encontrada nesta infinita substncia, sendo ela a origem de tudo o que existe no universo. A Cabala diz-nos que toda a Luz existente no universo proveniente de um ponto inicial. Entre esse ponto e tudo que manifestado no nosso mundo fsico, existem camadas intermedirias, um facto comprovado nos dias de hoje pela fsica quntica.

    Os anjos so energias que se situam nessas camadas intermedirias, entre Deus e o homem.Em hebraico, malachim tem o sentido original da palavra anjo, que significa tambm mensageiro. Os anjos atuam como agentes transportadores, levando a Luz de um plano para outro, trazendo-nos a luz emanada por Deus, nas suas diferentes formas.

    Para cada aspeto da existncia humana h um anjo relacionado. Todos juntos, formam os 72 anjos da Cabala. Por exemplo, se temos problemas amorosos ou de amizade, podemos pedir a reconciliao ao anjo Haziel. Este anjo pode desfazer as situaes angustiantes e preocupantes.

    Luclio Pereiraanahata.sol@hotmail.com

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    espao Aberto (eA) - O que que este mtodo cura, o corpo ou a alma?Anne Hoy (AH) - Depende. H situaes em que a dor e a doena fsica podem ser curadas com este mtodo; noutras, a dor emocional, psicolgica ou espiritual, a da alma. Depende. Em ltima anlise, sempre na alma que comea a doena e, muitas vezes, ela que determina a sua manifestao.

    ENTREVISTA

    AnnE HOyE

    CURAR TESTEMUnHAR A DOR nA TERRA E TOC-LA COM AMOR E COMPAIxO.

    Anne Hoye, professora na Barbara Brennan School of Healing esteve no Porto em abril, onde dirigiu, na Escola de Medicinas Alternativas e Complementares (EMAC), um workshop sobre Os Fundamentos da Cincia de Cura Brennan.Desenvolvido por Barbara Brennan, autora do livro Mos de Luz, h cerca de 30 anos, esta abordagem defende que a aura humana a nossa assinatura energtica. um campo de energia gerado pelo somatrio de todos os nossos aspetos fsicos e subtis, atravs do qual podemos interagir com o ambiente ao nosso redor, trocando informaes e, basicamente, trocando energia. Neste mtodo de cura, espera-se a participao do paciente, cujo padro energtico s vai mudar de forma cocriada, com o seu envolvimento e a sua responsabilidade para fazer, simultaneamente, o seu prprio trabalho de mudana. (ver edio 9)Anne Hoye leciona o 4 ano, na Faculdade Barbara Brennan, em Miami, desde 2000 (na Europa, existe uma faculdade na ustria). Realizou vrios workshops em vrios pases, incluindo na China, frica do Sul e Irlanda, onde nasceu e viveu, antes de se mudar para os Estados Unidos. Em novembro prximo estar de novo no Porto, a convite da EMAC.

    Se experienciar a dor ou doena fsica fazem parte da jornada da alma, aprendendo com isso alguma coisa, no vai ver-se livre dela, mesmo que procure a cura.

    Nesta situao, este mtodo uma base de suporte para entender essa experincia. No entanto, se a jornada da alma no passa por experienciar a dor, mas sim a cura da dor, ento, com este mtodo, o tcnico ajuda-o a curar a dor e a doena e a terminar essa experincia da alma.

    Rosa Silva, Espao Aberto

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    eA - como decide que uma doena da alma ou do corpo?AH - Trabalho continuamente com a pessoa que chega at mim. No s numa sesso que isso se determina e h muitos fatores em anlise. Um deles construir uma relao com a pessoa, ler e conhecer o seu campo energtico e trabalhar com ela num nvel multidimensional: com o corpo, o campo energtico, a dimenso da aura, da inteno de encarnao e com a essncia, a chama divina. Dou-lhe um exemplo. H j alguns anos, conheci uma senhora que tinha cancro e queria ser curada. Fez quimioterapia e radiao e, durante as

    sesses, eram reparados os danos no seu campo energtico. Entretanto, entrou em remisso. Seis meses depois, o cancro voltou. Durante trs anos, fizemos o mesmo trabalho com o cancro e a remisso. Decidimos, ento, que trabalharamos conectadas com a sua alma, com o propsito da sua jornada na terra. E o seu propsito tinha a ver com a forma como morreria, no como viveria com o cancro. Essa era a aprendizagem. S trabalhando com a voz da alma que pudemos chegar a essa informao.

    eA - possvel encontrar a cura, trabalhando com a voz da alma?

    AH - Sim, se esse for o propsito da alma. Nos anos oitenta, quando se iniciou o movimento New Age, pensava-se que tudo podia ser curado. Bastava encontrar o mantra certo ou a formao certa. No completamente verdade.

    ENTREVISTA

    Algumas vezes, a jornada atravs desta encarnao e por este mundo passa por experienciar uma doena e no a sua cura. No podemos, portanto, dizer que se pode curar tudo.

    mfotografia

  • 44 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    eA - Quando a pessoa chega at si, por onde comea?AH - Se algum vem procurar-me, sei que vem procura de ajuda. Logo, tenho implcita a permisso para perscrutar o seu campo energtico e para olhar para o seu corpo fsico e ver o que nele se manifesta. Assim, tenho um sentido da pessoa, a quem pergunto porque veio. Conversando, tenho acesso sua histria fsica, emocional, psicolgica e espiritual. Com toda essa informao, sinto a pessoa. Depois, fao-a deitar na marquesa e inicio o trabalho energtico.

    eA - ento, importante, antes de mais, conhecer a pessoa?AH - Sim. Eu no fao diagnsticos. Sinto a pessoa, perceciono-a como um ser multidimensional, para que, juntos, comecemos a criar uma oportunidade para o seu sistema entrar em equilbrio. Eu apenas crio as condies para isso acontecer. Numa doena fsica, h um bloqueio, uma distoro ou um lugar onde a energia no circula de forma a manter a pessoa saudvel. Se no campo de energia existir um bloqueio, nem que seja do tamanho da cabea de um alfinete, at esse bloqueio se esvaziar e a energia fluir por ele, a doena fsica vai manter-se. O que fao permitir que esse bloqueio se encha de energia e que a pessoa entre em equilbrio com todo o campo energtico.

    eA - A cura est em cada pessoa e os curadores so apenas canais de descoberta e de amor. concorda?AH - Sim e isso levanta a questo: o que curar?

    Por vezes, quando existe uma doena fsica, a cura pode ser uma sensao de paz na alma e na psique, desviando a ateno do distrbio fsico, canalizando-a para algo maior, porque somos maiores. uma maneira de desviar a ateno do foco da doena fsica e incorpor-la no sentido maior de quem somos e nisso h um sentido mais elevado. Para mim, a cura acontece no amor e na aceitao de si prprio, no momento.

    eA - o que ensina nestes worshops? AH - Fao uma introduo aprendizagem do mtodo. A nossa escola tem uma formao de quatro

    anos, pelo que fao uma introduo ao que se aprender nesse perodo. Ensino apenas tcnicas muito bsicas. Da minha experincia com worshops, as pessoas apreciam os aspetos prticos, mais relacionados com o corpo. Neste mdulo, a nossa ateno centrada no corpo, em trazer presena ao corpo, em vez de trazer a energia de cima, semelhana de outros mtodos, que captam altas frequncias do esprito, permitindo-lhes fazer o que o esprito quer fazer, sem fazer a conexo com o corpo, enquanto acontece. Da minha perspetiva, quando se ensina desta forma, quanto mais centrado se est no corpo, pode aceder-se a frequncias mais altas de energia do mundo espiritual, em sintonia com o todo. Se no se est presente no corpo, h uma tendncia para subir e sair e linda a experincia com

    Curar nem sempre significa melhorar da doena. , mais uma vez, um local multidimensional aonde vamos.

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  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 45

    altas energias. Mas, do meu ponto de vista, como a imagem de um balo, voando alto no cu com o fio flutuando, sem ncora. Ento, se o corpo tiver uma ncora, h uma linha direta ou uma oportunidade de se expandir no mundo espiritual em 360 graus, em vez de subir e partir. Quando o fazemos, acontece aquilo a que chamamos um bypass espiritual, a que podemos aceder, sem evitarmos o que acontece no nosso prprio sistema. E quando no prestamos ateno ao que se passa no nosso prprio sistema, tende a ser projetado na outra pessoa, seja positivo ou negativo. Ento, se algo existir no nosso prprio sistema a que no prestamos ateno, pode ter a certeza de que vai projet-lo no sistema de algum que chegue ao seu gabinete, porque no est a trabalhar dentro de si, mas algures no campo.

    Ento, porque est separado da sua conscincia, vai afetar essa pessoa. Ento, no se est inteiramente certo de quem essa pessoa, j que eu prpria no saberia quem sou e h uma diferena entre ns. Somos seres unificados e, no entanto, somos indivduos, ao mesmo tempo.

    eA - como terapeuta, deve estar equilibrada, para no prejudicar a pessoa que vai at si?AH - Neste mtodo, preferimos chamar-nos facilitadores e no terapeutas. Na lngua inglesa, os dois tm uma conotao diferente. Mas sim, o facilitador deste mtodo tem que ter trabalhado profunda e intensamente no seu prprio processo. Neste mdulo, damos particular ateno ao crescimento pessoal, o que um choque, diria, para muitas pessoas que chegam escola. Muitas pessoas que procuram a escola chegam com a ideia de que vo tornar-se grandes curadores, que vo colocar as mos em pessoas e cur-las e, de repente, muda-se para a pessoa que so, perscrutando-se.

    eA - o que curar, nos dias de hoje, em que tanta gente quer ser curador?AH - uma questo muito complexa e tem uma resposta muito complexa, mas tambm uma muito simples.

    interessante falarmos da cura como o Deus dos nossos tempos, em que todos querem ser curadores. Acho interessante, porque subentende-se que queremos ser curadores porque queremos que as pessoas se sintam melhores. Ento, fico curiosa acerca disso, at porque eu tambm quis ser curadora e fazer com que as pessoas se sentissem melhores. Com o passar dos anos, fazendo-o, apercebi-me de que no posso. Simplesmente, no o posso fazer.

    Do meu ponto de vista, como facilitadora do mtodo Barbara Brennen, diria que curar testemunhar a dor na terra e toc-la com amor e compaixo.

    Eu no posso ajudar ningum. A nica pessoa que posso ajudar a mim mesma.

    paradoxal porque, ajudando, estou trabalhando em mim, pelo que h um efeito. No entanto, se trabalhar em mim para ter um efeito isso nega o efeito, ele no acontece. Ento, fiquei muito curiosa sobre o mundo dos curadores, em como estreitmos o conceito de cura cura de doenas e fizemos disso o grande Deus de tudo. Mas tambm nos tornou mais pequenos. H mais cura, para alm da de doenas e, por detrs disso, h aspetos maiores e mais alargados, como tornar-se ou reconhecer do que fazemos parte. Da minha experincia, posso dizer-lhe que fiquei horrificada no momento em que me apercebi de que era responsvel por mim prpria, mais ningum. Era uma enorme responsabilidade. Eu preferia que os outros - os meus pais, os meus professores, o meu marido - tivessem essa responsabilidade. Era demasiado grande para mim perceber que s eu era responsvel pela jornada da minha alma nesta vida. No foi fcil lidar com isso.

  • 46 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    SInUSITE

    A ABORDAGEM TERAPUTICADA OSTEOPATIA

    Sandra MendesDocente do Departamento de Ps-Graduao e Investigao do Instituto Portugus de Naturologiawww.ipnaturologia.com

    A SinuSite uma das doenas crnicas mais comuns, que afeta a populao em geral. caracterizada por uma inflamao das membranas mucosas dos seios perinasais, as cavidades preenchidas de ar, situadas no interior dos ossos circundantes ao nariz, que esto em comunicao direta com as fossas nasais.

    Existem quatro seios perinasais em cada lado da face: seios maxilares (no interior de cada osso maxilar), seios frontais (no interior do osso frontal), seios etmoidais (situadas na textura do osso etmide, entre as fossas nasais e as rbitas oculares) e seios esfenoidais (inseridos no osso esfenide). Estes possuem vrias funes, ou seja, do ressonncia voz, humedecem e aquecem o ar durante a inspirao. Possuem uma funo imunolgica, uma vez que, dentro dos seios, so produzidos grandes quantidades de muco, como forma de filtrar o ar e reter as bactrias ou outro material. A mucosa semelhante do nariz, recoberta por clios dotados de movimentos vibratrios que conduzem o material estranho retido no muco para a parte posterior da nasofaringe com a finalidade de elimin-lo.

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  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 47

    O fluxo da secreo mucosa dos seios permanente e impercetvel. Alteraes anatmicas, que impedem a drenagem da secreo, e processos infeciosos ou alrgicos, que provocam inflamao das mucosas e facilitam a instalao de agentes patognicos oportunistas, so fatores que predispem sinusite.

    As sinusites podem ser divididas em agudas e crnicas. Na sinusite aguda, os sintomas so a cefaleia na rea do seio mais comprometido (seio frontal, maxilar, etmoidal e esfenoidal). A dor pode ser forte, em pontada, pulstil ou sensao de presso ou peso na cabea. Na maioria dos casos, surge a obstruo nasal, com presena de secreo de colorao amarela ou esverdeada, sanguinolenta, que dificulta a respirao. Outras manifestaes clnicas so a febre, o cansao, a tosse, as dores musculares e a perda de apetite.

    Na sinusite crnica, os sintomas so os mesmos. Contudo, variam muito de intensidade. A dor nos seios da face e a febre podem estar ausentes. Normalmente, a tosse um sintoma preponderante.

    Esta abordagem ser focada ainda no ritmo craniosacro (mecanismo involuntrio) para o tratamento.

    A atuao osteoptica sempre generalizada, com uma abordagem holstica e global do paciente. Como tal, utilizam-se tcnicas osteopticas, tanto distncia como locais, para a dor craniofacial.

    Nas intervenes utilizam-se protocolos e tcnicas osteopticas marcadas pela avaliao efetuada na primeira consulta e sucessivos tratamentos. Utilizam-se tcnicas estruturais e funcionais.

    Os objetivos teraputicos so devolver a mobilidade s zonas de restrio que se encontram no eixo central, sobretudo a cintura plvica, coluna dorsal alta (C7-D1-D2-D3 e primeira costela), coluna cervical alta (C0-C1-C2) e articulao temporomandibular (ATM). Outro dos objetivos promover o equilbrio do tnus e tenses miofasciais da regio posterior da cervical e sistema hioideio. Deve-se eliminar as restries da mobilidade das suturas cranianas, de forma a facilitar

    a drenagem do contedo dos seios. Facilitar a normalizao das secrees da mucosa nasal e paranasal com o tratamento do sistema neurovegetativo, simptico (coluna dorsal alta, gnglio cervical superior, osso temporal, nervo vidiano, gnglio esfenopalatino) e parassimptico (VII e IX pares cranianos, nervo vidiano e gnglio esfenopalatino).

    Deve ter-se tambm em considerao a relao embriolgica entre a mucosa dos seios da face e do intestino delgado e grosso, que no casual. Ou seja, pode encontrar-se uma infeo intestinal, ao mesmo tempo que tem sinusite crnica e, como tal, deve avaliar-se e, se necessrio, trabalhar as vsceras, em casos de sinusite crnica.

    A Osteopatia utiliza os conhecimentos de Anatomia, Biomecnica, Fisiologia e Neuroanatomia na facilitao de fluxo nervoso, aumento de mobilidade e drenagem dos seios.

    A abordagem da Osteopatia para a sinusite foca-se na melhoria da drenagem das secrees e na biomecnica dos ossos do crnio, onde se inserem os seios, para que o risco de infeo e inflamao seja reduzido ao mnimo.

    O seu objetivo promover o equilbrio entre o sistema estrutural, cranial, visceral e a psique do indivduo, de forma a devolver a sua sade e aumentar a sua qualidade de vida.

  • 48 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    Por todo o mundo, inmeras vidas so destrudas pelo lcool.

    No nosso pas, em particular, so bem conhecidos os bons vinhos, a boa cerveja e a quantidade exagerada com que so ingeridos. O ato de consumir lcool socialmente feito de forma leviana. A prpria sociedade encoraja e estimula o seu consumo de forma agressiva, desde tenra idade, em todo o tipo de eventos. Se queres ser fixe, tens que beber umas copadas. De facto, tem um seu efeito desinibidor, numa fase inicial, mas todos sabemos, ou

    deveramos saber, que consumida de uma forma regular e descontrolada pode conduzir a graves problemas de sade e, em ltima instncia, dependncia.

    Quando a dependncia surge, a melhor soluo procurar ajuda especializada junto do mdico de famlia, a pessoa mais indicada para aconselhar acerca do caminho a seguir.

    Dentro das terapias no convencionais, h mltiplos tratamentos que contribuem para superar o alcoolismo. A Medicina

    MEDICInA TRADICIOnAL CHInESA

    COnTRIBUTO nO TRATAMEnTO DO ALCOOLISMO

    Leonel Duarte

    Diplomado pelo Instituto Portugus de Medicina Tradicional Chinesa (I.P.M.T.C) em Acupunctura e Fitoterapia Tradicional Chinesa (APA-DA). Membro APPA Associao Portuguesa Profissionais Acupunctura (www.appa-mtc.org).

    clinicaleonelduarte@hotmail.comwww.clinicaleonelduarte.com

  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 49

    Tradicional Chinesa tambm tem as suas armas para combater este problema.

    Um dos principais motivos associados ao consumo lcool a ansiedade. A Medicina Chinesa, atravs da utilizao de Qi Gong (ginstica energtica), Acupuntura e Fitoterapia (plantas medicinais), ajuda a reduzir os sintomas de privao e abstinncia (como a sudorese, a nusea, as dores na cabea e no corpo, entre outros), aliviando a tenso e promovendo relaxamento e bem estar geral no paciente. Combinando estas diferentes reas da Medicina Tradicional Chinesa, podemos contribuir para que o problema seja controlado e at ultrapassado.

    O tratamento de alcoolismo varia de paciente para paciente. O mais importante a pessoa reconhecer que tem um problema. Depois, ter a humildade de procurar ajuda, pois muitas vezes o sofrimento de uma pessoa arrasta todo o grupo familiar e de trabalho.

    importante no esquecer que o alcoolismo pode levar morte.

    Se tem um problema com o lcool ou tem um familiar nesta situao, um outro bom ponto de partida (depois de consultar o mdico de famlia) procurar ajuda ou aconselhamento

    junto da Associao de Alcolicos de Portugal (www.aaportugal.org).

    Para cada problema podem existir diferentes solues. O paciente, segundo as suas crenas, deve estar bem informado e depois escolher, dentro das terapias com provas dadas no combate eficaz ao alcoolismo, aquela com que se sente melhor, ou combinar diferentes terapias.

    Apostar na preveno a melhor soluo que existe. infalvel. E, neste caso, a soluo simplesmente no beber ou faz-lo com moderao.

    E possvel tratar o alcoolismo apenas com Medicina Tradicional Chinesa? A resposta sim, ainda que esteja sujeita ao grau de dependncia ao alcoolismo.

  • 50 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    albino carvalho

  • Vida

    J perdoei erros quase imperdoveis, tentei substituir pessoas insubstituveis

    e esquecer pessoas inesquecveis.

    J fiz coisas por impulso, j me decepcionei com pessoas

    que eu nunca pensei que iriam me decepcionar, mas tambm j decepcionei algum.

    J abracei pra proteger,

    j dei risada quando no podia, fiz amigos eternos,

    e amigos que eu nunca mais vi.

    Amei e fui amado, mas tambm j fui rejeitado,

    fui amado e no amei.

    J gritei e pulei de tanta felicidade, j vivi de amor e fiz juras eternas, e quebrei a cara muitas vezes!

    J chorei ouvindo msica e vendo fotos,

    j liguei s para escutar uma voz, me apaixonei por um sorriso,

    j pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder algum especial (e acabei perdendo).

    Mas vivi!

    E ainda vivo! No passo pela vida.

    E voc tambm no deveria passar!

    Viva!!

    Bom mesmo ir luta com determinao, abraar a vida com paixo,

    perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida muito para ser insignificante.

    Augusto Branco

  • 52 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    H um novo conceito nos sales de beleza. Nestes novos templos da alma, trabalha-se o delicado equilbrio entre o corpo e o esprito no indivduo olhado como um todo.

    A eStticA mexe com A AlmAO ramo da esttica, inspirado pela busca da delicada simbiose entre corpo e esprito, tem hoje um enorme raio de ao.

    Nos meus 23 anos de exerccio da profisso, fui testemunha privilegiada de uma viragem de conceito sem precedentes. No domnio das tcnicas, usamos frmulas que parecem sadas dos livros de fico cientfica. O uso do laser e da luz pulsada so hoje relativamente banais, bem como o uso das radiofrequncias ou do processamento digital da imagem para simular as alteraes que se podem fazer a um novo penteado,

    BEM ESTAR

    nOvOS DESAFIOS DA ESTTICA

    AO SERvIO DO ESPRITO

    Isabel OliveiraCosmetologista / Esteticista / TerapeutaCarteira Profissional de Esttica (ACT)Membro da Associao Nacional de Esteticismo ProfissionalProprietria do Gabinete de Esttica Isabel Oliveirae-mail: geral@isabelesteti.comweb: www.isabelesteti.com

    por exemplo. O melhoramento contnuo das frmulas dos produtos que usamos no agressiva para o corpo e produzem-se marcas que respeitam o ambiente.No entanto, a verdadeira revoluo outra: a nova misso tratar o corpo e esprito como um s. A noo pura de esttica mexe com a alma a noo de beleza inerente ao ser humano desde o incio das civilizaes. Um corpo bem tratado um corpo saudvel e um corpo com sade projeta em si prprio, e nos outros, sensaes positivas. A alma tambm se v ao espelho e gosta de ser alvo dos mimos que lhe proporcionamos.

    Os profissionais do ramo da esttica olham o corpo como um desafio de metamorfose. Trabalhar o corpo e o esprito para chegar ao bem estar.

  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 53

    o mergulHo dA AlmACoisas simples, como a cor do gabinete, a luz, estrategicamente distribuda e doseada, os sons Tudo pensado para os clientes sentirem um espao confortvel, convidativo ao relaxamento e ao mergulho da alma.Poucas atividades como esta requerem uma confiana total entre a pessoa que dispensa os cuidados e a que os recebe.

    deSpertAr o Sentido de Ser mulHerA relao com as minhas clientes estende-se para alm do gabinete. Nas festas, jantares e desfiles de moda que organizo, os modelos so as clientes. So elas que desfilam a roupa e a maquilhagem. So elas o alvo da ateno; nelas despertado o sentido de ser mulher.

    Tendo por objetivo chegar a esse novo ser uno, de corpo e esprito, abracei o Reiki, uma filosofia de vida assente em cinco princpios: s por hoje no me preocupo; no me irrito nem critico; agradeo as minhas bnos e sou humilde; ganho a vida honestamente e sou gentil e amvel com todos os seres vivos.

    O Reiki ajudou-me muito no nvel pessoal e, consciente desses benefcios, comecei a praticar nas minhas clientes esta terapia, que estimula os canais de energia. O feedback tem sido timo e proporcionou a muitas pessoas a descoberta de novas possibilidades, entre as quais se inclui a meditao.

    Estamos a dar os primeiros passos num admirvel mundo novo.

    Bem-vindos ao novo templo da alma.

    BEM ESTAR

  • 54 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    Distrito Do Porto

    AConselhAmento AstrolgiCo

    Ins Bernardes, Lea da Palmeira

    915 911 484 | esp.dharma@gmail.com

    Maria Margarida Barros

    915 486 254

    www.mariamargaridabarros.com

    ACuPunturA

    Rui Pinto, Porto

    918 161 021 / 934 089 991 | rui.pinto2@portugalmail.pt

    Sofia Maia Augusto, Porto

    Cdula Profissional APSANA: 035/2011

    terapeuta.caugusto@gmail.com

    AromoterAPiA

    Ilda Maria da Silva Ferreira Duarte Cruz, Vila do Conde

    Cdula Profissional APSANA: 036/2011

    961 346 488 | clinicaildaferreira@gmail.com

    AstrologiA

    Natalina Menezes, Porto

    962 343 597

    Arte terAPiA Com mAnDAlAs

    Graa Lima, Lea da Palmeira

    915 911 484

    www.wix.com/espdharma/espacodharma

    AuriCuloterAPiA

    Alexandra Oliveira, Valbom, Gondomar

    Cdula Profissional APSANA: 015/2011

    914 688 582 | sentidozen.et@gmail.com

    BioenergiA

    Lucilia Costa

    918 168 732 | Geral.logos@gmail.com

    Chi Kung

    Cristina Maria Monteiro Barros da Costa, Porto

    Cdula Profissional APSANA: 022/2011

    914 105 669

    cris_costa@netcabo.pt | www.energiadecura.com

    Manuel Antnio Pinto Ferreira, Porto

    Cdula Profissional APSANA: 023/2011

    917 068 402

    geral@energiadecura.com | www.energiadecura.com

    CristAloterAPiA

    Joana Pinto, Porto

    916 693 537

    TER

    APE

    UTA

    S CoChing

    Rui Moura

    351 961 040 539 | rui@ruimoura.eu | www.ruimoura.eu

    DrenAgem linftiCA mAnuAl

    Pedro Macedo, Porto / Matosinhos / Gaia

    Cdula Profissional APSANA: 051/2011

    917 802 057 | pedro4dan@gmail.com

    florAis De BACh

    Rosa Branca Ricardo, Vila Nova de Gaia

    918 813 803 | rosabranca.ricardo@gmail.com

    mAgnifieD heAling

    lia Cristiana Meireles de Castro Montes, Vila Nova

    de Gaia

    Cdula Profissional APSANA: 056/2011

    934 754 014 | aliamontes@gmail.com

    mAssAgem AyurvDiCA

    Elisabete Silva, Lea da Palmeira

    Cdula Profissional APSANA: 077/2012

    913 403 992 | ayureiki@gmail.com

    Joana Carvalhal, Porto

    939 305 527 | joana.carvalhal@gmail.com

    meDiCinA trADiCionAl ChinesA

    Leonel Duarte, Maia

    Cdula Profissional n. 181 (APPA)

    968 535 083 | clinicaleonelduarte@hotmail.com

    Raquel Maria Benedito da Rocha Guimares, Porto

    Cdula Profissional APSANA: 008/2011

    918 317 050 | mingtangporto@gmail.com

    mesoterAPiA

    Ana Luisa Moreira Pereira, Recarei, Paredes

    Cdula Profissional APSANA: 069/2012

    934 105 259 | pereiranaluisa@gmail.com

    nAturoPAtiA

    Paulo Jorge de Sousa Fernandes, Vila Nova de Gaia

    Cdula Profissional APSANA: 058/2012

    917 854 743 | paulo-fernandes@sapo.pt

    PsiCo-CorPorAl

    Paula Moreno

    914 996 083 | paulamoreno9@gmail.com

    Acreditado pelo Forum da European Association for Body-

    Psychotherapy (www.eabp.org)

  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 55

    TER

    APE

    UTA

    S

    Pnl

    Antnio Miguel Oliveira, Porto

    912 933 270 | traineroliveira@gmail.com

    reiKi

    Edna Pimento, Lea da Palmeira

    915 911 484 | esp.dharma@gmail.com

    Emlia Caldas, Vila Nova de Gaia

    934 173 163 | reiki_mc@hotmail.com

    Emlia Gomes, Vila Nova de Gaia

    966 724 074 | 914 614 757 | 223 706 358

    geral@emiliagomes.com

    Jos Pedras, Porto

    913 093 287 | tantraporto@gmail.com

    Alianza espaola de reiki e associado na Associao

    portuguesa de Reiki

    Maria Manuel Figueiredo, Porto

    913 594 506

    terAPiA Pelo som

    Maria Ins M. Soares

    914 276 117 | ines.soares@iol.pt

    Terapeuta de desenvolvimento pessoal Master of Music

    terAPiA regressivA (DmP)

    Rita Alves, Lea da Palmeira

    915 911 484 | esp.dharma@gmail.com

    tCniCAs mAnuAis De mAssAgem

    Ricardo Costa, Pvoa de Varzim

    Cdula: 070/2012

    910 888 807 | ricardo.j.f.costa@hotmail.com

    sCio - AvAliAo energtiCA QuntiCA

    Antnio Cachada, Lea da Palmeira

    915 911 484 | esp.dharma@gmail.com

    Distrito De BrAgA

    meDiCinA trADiCionAl ChinesA

    Pedro Pires, Vila Nova de Famalico

    Cdula: 020/2011

    915 550 839

    pedromspires1@gmail.com

    reflexoterAPiA

    Gilda Campos, Braga

    Cdula: 071/2012

    919 948 306

    Distrito De Aveiro

    AyurvDiCA

    Isabel Maria Brando Vaz da Fonseca Quelhas,

    S. Joo da Madeira, Santa Maria da Feira, Ovar, Vale de

    Cambra, Vila Nova de Gaia, Espinho

    Cdula: 040/2011

    933 014 048 | vazisa@gmail.com

    KinesiotAPing

    Patrcia Daniela Rodrigues Pacheco, Ovar

    Cdula: 072/2012

    914 921 541 | titadaniela@hotmail.com

    Distrito De lisBoA

    QuiromAssAgem

    Jos Maria Amaral, Lisboa

    Cdula: 029/2011

    961 664 607 | josemariaamaral30@gmail.com

    www.animury.blogspot.com

    APSANA(Associao Europeia de Profissionais de Sade Natural)

    Entidade Defensora e Facilitadorada Atividade das Medicinas Naturais

  • 56 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    Distrito Do Porto

    Pedro Macedo, n. 202

    Cdula: 051/2011

    Shiatsu e Drenagem Linftica Manual

    Zona geogrfica: Porto / Matosinhos / Gaia

    Disponibilidade: manhs 2,3,4,5,6

    Tlm: 917 802 057

    E-mail: pedro4dan@gmail.com

    Sandra Miranda, n. 214

    Cdula: 074/2012

    Massagem teraputica, massagem tuina, reflexologia,

    auriculoterapia

    Zona geogrfica: Porto e arredores

    Disponibilidade: flexvel

    Tlm: 915 454 467

    E-mail: sandracmiranda27@hotmail.com

    Sofia Maia Augusto, n. 61

    Cdula: 035/2011

    Acupuntura/Auriculoterapia; Massagens: Ayurveda,

    Shiatsu, Relaxamento, Desportiva, Drenante, pindas,

    bambuterapia

    Zona geogrfica: Porto / Matosinhos / Gaia /

    Gondomar

    Disponibilidade: flexvel

    Tlm: 912 521 156

    E-mail: terapeuta.caugusto@gmail.com

    Ana Luisa Moreira Pereira , n. 131

    Cdula: 069/2012

    Medicina Tradicional Chinesa e Mesoterapia

    Zona geogrfica: Porto

    Disponibilidade: semana a partir das 17h30 e sbado

    e domingo full time

    Tlm: 934 105 259

    E-mail: pereiranaluisa@gmail.com

    Rogrio Ribeiro, n. 91

    Cdula: 066/2012

    Medicina Tradicional Chinesa

    Zona geogrfica: Grande Porto

    Disponibilidade: ps-laboral, mas posso negociar

    outro qualquer horrio mais conveniente conforme as

    necessidades

    Tlm: 918 507 090

    E-mail: rmartinsr@gmail.com

    lia Cristiana Meireles de Castro Montes, n. 144

    Cdula: 056/2011

    Massagem, Naturopatia, Magnified Healing

    Zona geogrfica: Vila Nova de Gaia e Porto

    Disponibilidade: total

    Tlm: 934 754 014

    E-mail: aliamontes@gmail.com

    Mnica Gonalves, n. 45

    Cdula: 080/2012

    Reflexologia, Auriculoterapia, Massagem Relaxamento,

    Tui Na, pedras quentes, massagem Ayurvdica

    Zona geogrfica: num raio de 50 km do Porto

    Disponibilidade: total

    Tlm: 913 310 178

    E-mail: ogoncalves.monica@gmail.com

    Distrito De BrAgA

    Gilda Campos, n. 205

    Cdula: 071/2012

    Massagem (relaxamento, pedras quentes,desportiva,

    Tui Na, Drenagem linftica), reflexologia,

    auriculoterapia,medicina chinesa (em estudo)

    Zona geogrfica: Braga e Porto

    Disponibilidade: total

    Tlm: 919 948 306

    E-mail: gildacampos.mtc@gmail.com

    Distrito De Aveiro

    Isabel Maria Brando Vaz da Fonseca Quelhas, n. 25

    Cdula: 040/2011

    Reiki, ayurvedica, shiatsu, relaxamento, drenagem

    linftica manual, terapias de adelgaamento

    Zona geogrfica: S. Joo da Madeira, Santa Maria

    da Feira, Ovar, Vale de Cambra, Vila Nova de Gaia,

    Espinho

    Disponibilidade: total

    Tlm: 933 014 048

    E-mail: vazisa@gmail.com

    BOLSA DE EM

    PREG

    O

  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 57

    Patrcia Daniela Rodrigues Pacheco, n. 84

    Cdula: 072/2012

    MTC, Craniopunctura e Kinesiotaping

    Zona geogrfica: Ovar e arredores, S. Joo da

    Madeira, S. M. da Feira, Oliveira de Azemeis, Estarreja,

    Avanca, Esmoriz

    Disponibilidade: segunda a sexta, a definir

    Tlm: 914 921 541

    E-mail: titadaniela@hotmail.com

    Distrito De CoimBrA

    Rui Carreira Abreu, n. 95

    Cdula: 061/2012

    Shiatsu, Reiki, Reflexologia, Magnetoterapia,

    Auriculoterapia, Moxabosto, Manipulaes Osteo-

    Articulares, Massagem com leos, Ventosas.

    Zona geogrfica: Lous, Coimbra, Miranda do Corvo,

    V. Nova de Poiares, Gois, Arganil

    Disponibilidade: 2 a 6 feira das 18h30 s 23h30.

    Sbado das 10h s 23h.

    Tlm: 915 549 341 | 961 654 100

    E-mail: abreu.rui6@gmail.com

    DisPonveis PArA toDo o PAs:

    Joana Santos, n. 80

    Cdula: 078/2012

    Massagem Ayurveda Teraputica, massagem de Pinda

    Swedana, massagem ocidental (sueca), Drenagem

    Linftica, Reflexologia,Auriculoterapia, Cristaloterapia.

    Zona geogrfica: todo o pas

    Disponibilidade: Flexvel

    Tlm: 932 940 416

    E-mail: joana-saraiva@hotmail.com

    Manuel Antnio Pinto Ferreira, n. 20

    Cdula: 023/2011

    Constelaes Sistmicas, Chi Kung, Acupuntura

    Sujok, acupuntura cor e som; Reiki, Terapia Anglica

    Zona geogrfica: todo pas

    Disponibilidade: Flexvel

    Tlm: 917 068 402

    E-mail: geral@energiadecura.com

    www.energiadecura.com

    Paulo Jorge de Sousa Fernandes, n. 106

    Cdula: 058/2012

    Naturopatia, Magnified Healing, Auriculoterapia,

    Massagem teraputica, desportiva, relaxamento

    Zona geogrfica: Vrias

    Disponibilidade: flexivel

    Tlm: 917 854 743

    E-mail: paulo-fernandes@sapo.pt

    A APSANA, como associao representativa dos profissionais de sade natural, criou

    uma bolsa de emprego para os seus associados e que, em parceria com a revista

    Espao Aberto, divulga a todas as entidades empregadoras.

    Nos dias de hoje, e perante as necessidades cada vez mais exigentes do mercado,

    necessrio o papel ativo de uma entidade reguladora das medicinas naturais como a

    APSANA, que promova e ateste a credibilizao dos seus terapeutas.

    ainda objetivo desta associao profissional enveredar esforos para promover e

    facilitar a empregabilidade dos seus terapeutas associados, pelo que atesta a profunda

    confiana nas suas capacidades teraputicas.

    BOLSA DE EM

    PREG

    O

  • 58 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    Tv. Monte Godim, n. 58 4450-745 Matosinhos geral@quebom.pt Telemvel: 917 349 847

    Novos Usados Aluguer Crdito fcil Assistncia e aconselhamento personalizado

    Turismo de Ar Livrecom confortoe ao seu ritmo

    A aldeia de Chs, em Vila Nova de Foz Ca, celebrou o solstcio do vero, no dia 21 de junho.Ao nascer do sol, as cerimnias abriram com um cortejo alegrico druida, ao som dos gaiteiros de Miranda do Douro. O resto do dia foi celebrado com msica celta, poesia e rituais s foras da natureza.

    A associao, sediada em Lisboa, pede o reenvio desta informao para todos os contactos de todas as pessoas, com o objetivo de que, mediante uma grande rede de solidariedade na Internet, esta notcia chegue ao conhecimento de toda a populao, diz Lus Filipe Soares, presidente da direo da Unio.

    Para saber mais sobre a Unio Humanitria dos Doentes com Cancro, visite o site:www.doentescomcancro.org.

    NOTCIAS

    CONSULTAS GRATUITAS DE CLNICA GERAL

    SOLSTCIO DE VERO EM FOz CA

    Ali, encontrar toda a informao sobre os apoios gratuitos a doentes com cancro e seus familiares, sobre a doena, legislao e ltimas notcias de mbito oncolgico. O cancro, pela sua dimenso, a segunda causa de morte no nosso

    A Unio Humanitria dos Doentes com Cancro d (oferece) consultas de Clnica Geral a toda a populao, todas as quartas-feiras.

    pas e a primeira no grupo etrio entre os 35 e os 64 anos, uma doena e uma problemtica que a todos diz respeito e que s poder ser vencido com a mobilizao de toda a sociedade, acrescenta Lus Filipe Soares.

    Ali, pde assistir-se passagem dos raios solares sobre o eixo da Pedra do Solstcio. Conhecida como Stonehenge portugus, ter sido um local de culto de povos primitivos que habitaram a zona.As festas em saudao ao maior dia do ano pretendem evocar antigas tradies dos povos que viveram no

    Monte dos Tambores, junto aldeia de Chs, ligadas aos ciclos da natureza e ao culto solar. Na regio de Chs existem lugares com abundantes vestgios pr-histricos e o conhecido santurio da Pedra da Cabeleira e a Pedra do Sol, monumentos megalticos que esto direcionados com o pr do sol naquele dia.

    Monte dos Tambores

  • Tv. Monte Godim, n. 58 4450-745 Matosinhos geral@quebom.pt Telemvel: 917 349 847

    Novos Usados Aluguer Crdito fcil Assistncia e aconselhamento personalizado

    Turismo de Ar Livrecom confortoe ao seu ritmo

    NOTCIAS

    OPORTO BUSINESS CLUSTER

    Take your business to the next level

    constatar que existem dores comuns na gesto de empresas de muito pequena dimenso, que poderiam ser partilhadas em fruns de carter presencial, como reunies e sesses de trabalho, e vistas como uma oportunidade de melhoria, bem como de alavancagem de negcio, afirma

    No passado ms de maio surgiu um novo projeto empresarial no Grande Porto, o Oporto Business Cluster (OBC).Esta iniciativa resulta da partilha de ideias e preocupaes entre empresrios interessados que convivem diariamente com a gesto dos seus prprios negcios, essencialmente em micro e pequenas empresas, cujo esprito empreendedor se materializa, tambm, neste projeto. Aps uma breve auscultao de mercado, rapidamente se pde

    Olindo Vieira, um dos mentores do projeto.Assim, na gnese deste cluster esto as pessoas que o constituem e a criao de sinergias. A estratgia preconizada passa, tambm, por criar uma dinmica corporativa de partilha de know-how para que, no final do dia, se consiga melhorar e/ou otimizar a performance das empresas envolvidas, acrescenta.

    www.oportobusinesscluster.pt

  • Amor

    Amor um sentimento que julgamos ser nico, algo incapaz de ter num s conceito definido por vrias pessoas de diversos pases.Todo o ser humano sonha com o dia em que encontrar o amor verdadeiro. Mas como que poderemos ter a certeza de tal sentimento?A meu ver, o amor como as diversas teorias dos universos paralelos: nunca conseguiremos ter a resposta absoluta, por muita fsica quntica utilizada para a sua explicao. Mas, como em tudo na vida, existe sempre um lado obscuro, como na juno entre dois universos, que leva formao de um buraco negro.No amor, tem de haver duas pessoas a sentir o mesmo com tal intensidade que, quando se juntam, acontece algo to forte como a exploso entre a juno de partculas de matria e partculas de antimatria de dois universos completamente distintos, criados pela exploso me, o Big Bang.No amor, basta um simples olhar doce e verdadeiro de ambas as partes, para algo nico invadir o nosso mundo e se sentir uma grande transformao.

    Catarina Paiva,16 anos,10 Term3 Escola EB 2.3e Secundria D. MoissAlves de Pinho, Fies,Santa Maria da Feira

  • mfotografia

  • 62 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    PROJETO

    Methamorphys - Associao Portuguesa para o Desenvolvimento Humano est sediada em Viana do Castelo.Surgiu da unio de um grupo de pessoas com um propsito comum, um sonho maior, valores e sentimentos que comungam e que querem partilhar. Como? Ajudando crianas vtimas de abandono, maus tratos fsicos e psicolgicos, assim como de sndromes de alcoolismo fetal, toxicodependncia fetal e outras perturbaes. Simultaneamente, a Methamorphys quer recuperar e reeducar, sempre que possvel, as famlias com o objetivo de

    Queremos uma quinta onde iremos promover a agricultura biolgica e o aproveitamento das energias renovveis, em regime independente ou em parceria. Queremos, desta forma, que as crianas cresam o mais ligadas possvel natureza, aprendendo a cuidar, valorizar e a respeitar a mesma.Apoiada naquela estrutura, a associao quer implementar o projeto Borboleta, que visa a possvel integrao

    METhAMORPhySASSOCIAO PORTUGUESA PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO

    A metamorfose um processo de transformao e evoluo do Ser em todos os aspetos. muito mais que mudar de forma. muito mais do que ganhar asas e aprender a voar. A Metamorfose Humana, implica, necessariamente, a transformao do sentido da existncia, do desenvolvimento da conscincia de que cada parte responsvel no resultado apresentado pelo todo.

    methamorphysAssociao Portuguesa para o Desenvolvimento HumanoRua Manuel Espregueira, n 239-241 Apartado 64900-308 Viana do CasteloEmail: geral@methamorphys.org | Telemvel: 925401883

    reintegrar as crianas no seu seio familiar. Para melhor atingir este propsito, a Methamorphys pretende adquirir uma quinta, adaptando-a e implementando um projeto que visa o acolhimento e educao de crianas que forem retiradas ou abandonadas pelas suas famlias e devolv-las sociedade, como homens e mulheres transformados, com uma conscincia humana e social capazes de os tornar seres humanos estruturados.Nessa quinta, qual daro o nome de Casulo, a associao implementar um mtodo educacional o mais aproximado possvel de uma famlia tradicional.

    profissional, fomentando o acompanhamento dos jovens adultos que iniciem a sua vida laboral, at que reconheam a capacidade de voarem sozinhos.Recrutar e valorizar os seniores, pessoas que ainda se sintam vlidas e queiram abraar o projeto, sendo os avs da nossa casa, outro dos objetivos da associao.Ainda este ano, a associao ter disponvel um gabinete de Psicologia disponvel para a comunidade.

  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 63

    PROJETO

    A maior ddiva que podemos oferecer s nossas crianas o tempo, a ferramenta e o incentivo para mergulharem no seu mundo interior e escutarem a sua prpria fonte de sabedoria. Quando elas alcanarem a profundidade do seu oceano, as ondas de medo, a dvida, a culpa e a preocupao j no iro afet-las, pois estaro centradas na quietude interior onde habitam a Paz e o Amor.Para mergulharem nesta quietude convm aprenderem no apenas como relaxar o corpo, mas tambm como acalmar as emoes, aprender a alterar o discurso mental, substituindo os pensamentos nocivos por pensamentos amorosos, e tambm escolher os caminhos da vida que nos conduzem plenitude, atravs da transmisso de valores.A par com a Verdade, a Ao correta, a Paz e a No-Violncia, o Amor o valor supremo. No se trata de uma energia emocional, mas de uma essncia que

    emana de cada um de ns, como a luz e o calor so irradiados pelo sol, mostrando-nos a inter-relao daqueles valores bsicos. O Amor em pensamento a Verdade; o Amor em ao a Ao correta; o Amor que se sente traduz-se na Paz; a compreenso do Amor na No-Violncia.O Projeto Crianas Felizes tem como objetivo guiar as crianas at essa chave que abre o porto do palcio mais belo, prspero e iluminado: a fonte do nosso Amor Incondicional. Como?

    PROJETO

    CRIANAS FELIzESH s uma felicidade nesta vida:

    amar e ser amado.

    No s transmitimos estes valores atravs de contos, analogias e outros exerccios didticos, mas, atravs da prtica da meditao, tambm damos a conhecer os caminhos que nos conduzem ao silncio e paz interior, at a esse centro de conscincia pura onde nos sentimos ligados a tudo e a todos. Alm disso,

    pretendemos cultivar uma boa autoestima nos mais pequenos, com afirmaes positivas e exerccios que promovam o autoconhecimento. Tentamos tambm semear as sementes da criatividade nos coraes das crianas e pacificar o mar das emoes, mostrando-lhes como se gere a

    raiva, a preocupao, o medo e a ansiedade, de uma forma s e produtiva. Isto tudo, de forma ldica e agradvel. Afinal, o que mais queremos que as nossas crianas sejam felizes e sintam a alegria pulsar em cada clula do seu ser.

    Encontramo-nos todas as quartas-feiras no Espao BE.LIVE, das 18h15 s 19h15, com crianas dos 5 aos 8; das 19h15 s 20h15, com crianas dos 9 aos 12. Venham descobrir o caminho da felicidade!

    George Sand

    Miriam Agostinhoda equipa Projeto Crianas Felizes

    projectocriancasfelizes@gmail.com | 965 594 290www.facebook.com/ProjectoCriancasFelizes

  • 64 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    PROJETO

    NA PREVENO quE EST A SOLuO

    BuLLyINGSTOP IT NOW

    WWW.BuLLyINGSTOPITNOW.COM Bullying - Stop it Now um movimento que nasceu entre um grupo de jovens sonhadores, constitudo por professores e estudantes da Escola EB. 2/3 de Ares, no concelho de Fafe, que acreditam e sempre acreditaram na fora da unio, na amizade verdadeira, no impacto das aes de grupo. Acreditam, com f, na mudana feita a partir das razes, com o corao e com o apoio daqueles que elegem como importantes.

    O movimento Bullying - Stop it Now surgiu em finais de 2010 e foi dinamizado por dois professores e 14 padrinhos e madrinhas.

    Atualmente, conta com muitos mais elementos: professores dedicados, funcionrios atentos, estudantes motivados, pais criativos, empresas sensveis, instituies colaboradoras, psiclogas formadoras, dirigentes cleres e amigos virtuais.

    Tudo comeou quando o problema da violncia continuada era um obstculo ao desenvolvimento das atividades escolares normais. Como a gua do rio contorna os obstculos para chegar ao seu objectivo, este movimento surgiu como um percurso a realizar para alcanar uma

  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 65

    PROJETO

    meta. Ainda muito jovem, mas j provou ter muita energia. Com a sabedoria e o contributo dos nossos parceiros, esperamos alcanar os jovens, os professores e as escolas deste pas.

    A nossa mensagem clara e simples. No entanto, tem subjacente uma formao muito slida, cientificamente atualizada, de acordo com a evoluo social. A nossa dinmica eficaz, pois baseia-se em mtodos acessveis ao meio onde nos inserimos.Atuamos na preveno e na resoluo de situaes de violncia escolar, tanto em episdios de agresso espordica, como em casos de agressividade contnua. Estes ltimos requerem interveno especializada e acompanhamento a longo prazo. a que somos chamados

    A atuao deste movimento vai ao encontro das outras instituies escolares, em cooperao e interajuda entre o rgo diretivo, o gabinete do aluno, a direo de turma e a associao de estudantes.Somos uma grande equipa! Enquanto percorremos o caminho que escolhemos, lanamos sementes, como agora, nesta revista.

    Com a ajuda de todos os que acreditam no movimento, contribumos para que os alunos da nossa escola e de outras que aderiram ao movimento tivessem mais qualidade de vida dentro do espao escolar, criando competies vrias, como por exemplo, a competio de Tnis de Mesa, com o slogan Gostas de bater, bate na bola.

    Com o apoio dos nossos patrocinadores, temos

    melhorado o equipamento desportivo dos alunos nos tempos livres (raquetes, bolas, mesas de tnis de mesa, equipamento de rdio, entre outros). No entanto, mais importante do que os equipamentos conquistados, a maior vitria deste movimento foi a tomada de conscincia de alguns alunos que regularmente praticam atos de violncia.

    Acreditamos que na preveno que est a soluo. Este movimento fez com que toda a comunidade escolar passasse a ver os problemas de violncia com olhos de ver e no com o simples olhar de quem deixa para l. A atitude mudou e, quando se muda de atitude, mais cedo ou mais tarde, a forma de estar e de ver a Escola tambm muda.

    Como a gua do rio contorna os obstculos para chegar ao seu objetivo, este movimento surgiu como um percurso a realizar para alcanar uma meta.

    Gostaramos de acabar com todo o tipo de violncia escolar mas, como sabem, no depende s de ns. Precisamos de mais braos para semear este movimento por todo o Portugal e arredores.Entra em contacto connosco: bullying.stopitnow@hotmail.com ou adiciona o Azulinho como amigo no Facebook, em Bullying Acaba Aqui.Partilha o nosso movimento junto dos teus amigos e conhecidos que frequentam outras escolas.

    Brevemente podem visitar o nosso site em:www.bullyingstopitnow.com

    Fiquem bem.Sejam felizes.

    Movimento Bullying Stop It Now

  • 66 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    Depois da separao forada de Vera e Joo, e da travessia do deserto interno onde Vera teve que afirmar a sua f, um novo contacto com Madalena acontece. Desse contacto, realizado no centro de Lis-Ftima, cujo nome interno ser desvelado, a verdadeira histria de Portugal revelada a Vera. Com esta revelao, uma tarefa -lhe atribuda e de novo na superfcie, contacta um grupo de seres cuja funo ancorar fisicamente a Ordem de Mariz e desvelar o Graal, manifestando, atravs da radiao do Esprito Santo, a programao destinada a este pas na tarefa planetria que lhe compete realizar. o cumprir de uma longa histria de sculos na concluso de mais um ciclo planetrio, sendo mostrado nesta obra a razo oculta por detrs da fundao de Portugal e a sua funo como guardio de um mistrio.

    Janelas entre dois MundosPedro Elias, Editora Caminhos de Pax

    A Radinica uma disciplina irm da radiestesia. At agora muito discreta. quase sagrada, ela permite ao radionista dirigir a energia subtil das ondas geradas pelas formas, graas ao poder do pensamento criador.A sua ao benfica estende-se a todos os domnios da vida. Utilizado empiricamente pelos homens da pr-histria, este mtodo era dominado pelos construtores das pirmides, dos templos, das catedrais e outros lugares sagrados. Esta obra prtica o primeiro mtodo completo de radinica que ensina como revelar, desenvolver e utilizar o sexto sentido, a intuio, para ativar o seu poder criador. Explica o funcionamento da arte sagrada que a radinica, cincia teraputica, e demonstra a ao das energias que atuam, perto ou distncia, a fim de modificar favoravelmente o curso das coisas em todos os setores da atividade humana.

    ABC da RadinicaMichel Grenier, Publicaes Maitreya, www.publicacoesmaitreya.pt

    Propostasde leitura

    LIVROS

  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 67

    Um Manual supe orientar as pessoas interessadas em conhecer, informar-se e atuar sobre uma realidade que muitas vezes foge de uma compreenso simples e prtica mais que nada para facilitar o dia a dia de quem vive e convive com uma dificuldade ou um transtorno. Boa sade deve ser o mais importante para se viver plenamente, conhecer as prprias limitaes e caratersticas de si mesmo pode fortalecer o estado de felicidade e de um bem viver. Pensando fundamentalmente nesse estado de plenitude escrevi este Manual com estratgias cognitivo comportamental, psicoteraputicas, pedaggicas, sociais e transpessoal; para crianas TDA-H. Que facilitam e potencializam, de forma prtica e simples, a vida e a capacidade destas crianas. Contando com gente comprometida e sensvel ao tema, alm do modismo diagnstico, profissionais qualificados que mais que nada sabem que crianas com TDA-H podem e devem estar totalmente potencializados para o xito, contribuem neste Manual. Espero que seja til para quem o necessite e mais que nada saia destas pginas para a prtica! Obrigado a todas as pessoas que fizeram parte deste caminho com suor, lgrimas, alegrias, tristezas, muito trabalho e com o corao.

    At aprendermos o Amor, vivemos num campo armadilhado.

    O campo das relaes. Constantemente pisamos minas que nos mutilam crenas, sacodem defesas, rebentam iluses, circuncizam egos, abrem feridas profundas. O que vamos aprendendo, a maturidade e a coragem de continuarmos sempre a caminhar, a viso turva que vai ficando mais ntida e se vai ampliando, os dramas que passam to-somente a experincias, tudo isto vai aos poucos desarmadilhando o campo onde prisioneiros estivemos tanto tempo condenados a aprender a verdade do que estar vivo e amar sem depender. E neste processo, outro campo surge.O campo da Conscincia. Aprendemos a deixar fluir a vida e a no colocar expectativas. Aprendemos que encontros e desencontros so somente obra da sincronicidade, que amor e apego se repelam e que estamos indubitavelmente condenados liberdade. liberdade de sermos quem somos, liberdade da individualidade que nos liberta da priso do individualismo, liberdade que assumirmos a responsabilidade sobre as nossas prprias vidas. Outrora vedado, este caminho sem retorno, surge agora no como mais uma escolha, mas sim como uma certeza dum campo cada vez mais prximo.O campo do Amor.

    Neste livro, de imprescindvel leitura, Denis Viatico revela que tudo o que acontece consigo est relacionado com a energia que voc mesmo carrega, a cada momento. Essa mesma energia influencia sua experincia no mundo em que vive. Conhea as histrias narradas pelo Mestre Denis Alves Viatico e depoimentos de pessoas que mudaram para sempre as suas vidas. Aprenda exerccios, tcnicas e aces dirias que o ajudaro a orientar-se emocionalmente, afim de evitar bloqueios de energia, atrair pessoas e circunstncias positivas para a sua realidade, curar-se a nvel fsico, mental, emocional e espiritual e tornar-se mestre da sua prpria energia. Dono de uma viso muito particular do mundo que nos rodeia, Denis Viatico acredita que aquele que absorver tais conceitos produzir mudanas determinantes na sua vida. Aprenda a alterar a sua vibrao energtica e a viver uma vida feliz e saudvel!

    Entre Ns Autodefesa Energtica TDA-HCristina Leal, Edies United Souls Denis Alves Viatico, Publicaes Maitreya

    www.publicacoesmaitreya.pt

    Clarice Peres, www.clariceperes.com

    LIVROS

  • 68 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    JuLhO12 e 19 de julHo | 20H30 MEDITAO ACTIVA DE OSHO, com Carla FerreiraValor: 5 eurosJos Pedras - 913093287 | http://tantralounge-porto.tk

    13 de julHoVISITAS ECO-SOCIAIS / Eco-Social viSiting PORTO DE ENCONTROS BAIRRO DAS ARTES com Pedro Jorge Pereira (em portugus) | 10H15-13H00@ Terra na BocaInscries at 11 de Julho (portodeencontros@gmail.com)7 euros ou 6 euros (para 3 ou + pessoas)

    DEGUSTAO DE VINHOS / WinES taSting, com excerto da pea Dias de vinhos e rosas | 18H00-19H00@ Garrafeira das Artes

    PALESTRA A SUGESTO DAS CARTAS XAMS PARA 2012 com Ana Paula Lago | 21H30Entrada gratuitaJos Pedras - 913093287 | http://tantralounge-porto.tk

    MEDITAO / MEditation, com Hugo Maioto | 22H00@ Terra na Boca na BOAContribuio: 3 euros

    CONCERTO / concErt (wORLD/BLUES) KENNY GILMORE 4TET | 23H00@ Breyner85Bar - Concerto.Entrada: 6 euros (oferta de uma bebida de presso)

    NOITE ALTERNATIVA / ALTERNATIVE NIGTH | 23H45@ Contagiarte

    13 e 20 de julHo AULA DE CAPOEIRA / claSSES of caPoEira, com wellington Ribeiro | 20H00-21H30@ Terra na Boca na BOA 30 euros / ms. Aula avulsa: 8 euros

    MEDITAO COM TAAS TIBETANAS,com Jos Pedras | 21H30Valor: 5 eurosJos Pedras - 913093287 | http://tantralounge-porto.tk

    15 julHoMUSEU ABERTO /OPEN MUSEUM | 10H00-14H00@ Museu Nacional de Soares dos ReisEntrada Livre

    INCIO DO CURSO MAIS UM PASSO NO CAMINHO,por Esmeralda Rios e Vitorino de Sousa.Mais informaes na agenda: www.embuscadalucidez.com

    wORKSHOP AO ENCONTRO DOS ANIMAIS DE PODER, com Ana Paula LagoValor: 45 eurosJos Pedras - 913093287 | http://tantralounge-porto.tk

    AGENDA

    JAM SESSION | 23H00@ Breyner85Bar - Concerto.Entrada: 3 euros(consumveis)

    17 julHowORKSHOP BICHOS CRIATIVOS / WorkShoP of crEativE crEaturES por Rita Santarm | 14H30-18H30@ Ovelha Negra

    MEDITAO DO / MEditation froM thE AwAKENED LIFE PROJECT | 19H00@ Casa BrahmaEntrada gratuita

    CINEMA AO AR LIVRE com o Cineclube do Porto | 21H30@ Breyner85Esplanada. 3 euros (oferta de uma bebida de presso)

    18 julHo | 21H00MEDITAO RESGATE CRIANA INTERIORcom Edna PimentoValor: 5 euros915 911 484 | www.wix.com/espdharma/espacodharma

    20 julHoINICIAO REIKI USUI SHIKI RYOHO NVEL 1 | 09H00-19H00com Edna PimentoValor: 75 euros | esp.dharma@gmail.com | 915 911 484www.wix.com/espdharma/espacodharma

    CONCERTO / concErt (COVERS ROCK)DAVE MATHEwS FAN TRIBUTE | 23H00@ Breyner85Bar - Concerto.Entrada: 5 euros (oferta de uma bebida de presso)

    CONCERTO SAUDADES DO BRASIL / noStalgia of Brazil concErt, com Ceclia Peanha e Lus Arrigo | 23H00@ TrincamundoEntrada: 4 euros

    NOITE ALTERNATIVA / altErnativE night | 23H45@ Contagiarte

    21 julHo | 10H00-17H00wORKSHOP CRIANAS NOVA ERA, por Ana Pedroso anapedroso@live.com.pt.Inscrio: 25 euros | Workshop: 50 euros. www.casabrahma.comTodas as segundas feiras | 19h00Meditao Zazen. Entrada gratuita.Todos os sbados | 18h30 - Meditao pela Ananda Marga. Donativo 1 euro.

  • JUL/AGO12 ESPAO ABERTO 69

    AGENDA

    22 julHo e 19 AgoSto | 10H00-18H00 (4 AulAS)CURSO DE REIKI NVEL 1 - SHODEN (MTODO TRADICIONAL JAPONS), com Jos PedrasValor: 125 eurosJos Pedras - 913093287 | http://tantralounge-porto.tk

    23 julHo | 19H30 PALESTRA MESA RADINICA QUNTICA, com Paulo BeckerEntrada gratuitaJos Pedras - 913093287 | http://tantralounge-porto.tk

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  • O tempo vaiO tempo vemO tempo apaga

    a chama Da vida Como ningumAbre a porta

    No tenhas medoDeixa os teus sonhos entrar

    o teu segredo

    O universo da vida um espao aberto

    Onde alma e corpo tem de lutarNo abafes os sonhosMantem-te desperto

    Mostra o teu talento, vais triunfar

    Espao aberto...Para a vida aproveitar

    Crescer e aprender a acreditarEspao aberto...

    Para a vida aproveitarO mais certo rumoPara a paz encontrar

    O universo da vida um espao aberto

    Onde a alma e corpo tem de lutarNo abafes os sonhosMantem-te desperto

    Mostra o teu talento, vais triunfar

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    Letra de Jay Laroye para msica de Miguel Correia

  • 76 ESPAO ABERTO JUL/AGO12

    Amndoa um fruto seco de excelncia dado pela amendoeira (Prunus dulcis), uma arvore de folha caduca que pertence famlia das Rosaceae, sendo notvel pela sua beleza aquando a florao. Em Portugal so caractersticas na regio de Trs-os-Montes e similarmente no Douro e Algarve. As variedades mais tradicionais so as amndoas doces (amygdalae dulces), as amndoas amargas (amygdalae amarae) e amndoas molares (amygdalae fragilis).O clima uma condicionante, sendo uma espcie tipicamente mediterrnica agrada-lhe o clima quente e seco, embora seja muito resistente a temperaturas baixas.Desde a mais remota antiguidade, a amendoeira, influenciou o homem e deu lugar a inmeras tradies das mais diversas ordens. Influiu a religio, a pintura, a medicina, os cuidados de beleza e a alimentao.Vrios estudos efectuados nas Universidades de Toronto, Tufts, Califrnia e no Kings College em Londres apresentam diversas razes para o consumo de amndoas. Os estudos indicam que ingerir uma poro de amndoas diria, como parte de um estilo de vida saudvel, permite diminuir os nveis do colesterol nocivo, ou o LDL, e auxiliar na reduo do risco de doenas cardacas.

    Trs-os-Montes, Portugal

    As amndoas

    Telefone: +351 939 684 673Email: produtosregionais.caseiropinto@gmail.comwww.ajcaseiropinto.com

    As plantaes A. J. Caseiro Pinto localizam-se na regio de Trs-os-Montes, nas encostas do Rio Sabor, dispondo de inigualveis condies naturais e clima especfico, de uma excelente exposio solar e de solos que permitem qualidades distintas para a produo de amndoa.Estes frutos secos possuem caractersticas nicas de qualidade excelentes. A produo resulta exclusivamente da cultura e tradies antigas, permitindo um produto 100% natural e saudvel. A qualidade, a excelncia e a tradio ancestral de produtos secos produzidos a pensar em si... com custos adequados ao seu tipo de perfil...

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