10 pretty little liars implacaveis - (vol.10) - sara shepard

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Entertainment & Humor

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1. DADOS DE COPYRIGHTSobre a obra:A presente obra disponibilizada pela equipe Le Livros e seus diversos parceiros, com oobjetivo de oferecer contedo para uso parcial em pesquisas e estudos acadmicos, bem comoo simples teste da qualidade da obra, com o fim exclusivo de compra futura. expressamente proibida e totalmente repudavel a venda, aluguel, ou quaisquer usocomercial do presente contedoSobre ns:O Le Livros e seus parceiros, disponibilizam contedo de dominio publico e propriedadeintelectual de forma totalmente gratuita, por acreditar que o conhecimento e a educao devemser acessveis e livres a toda e qualquer pessoa. Voc pode encontrar mais obras em nossosite: LeLivros.Info ou em qualquer um dos sites parceiros apresentados neste link.Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento, e no mais lutando pordinheiro e poder, ento nossa sociedade poder enfim evoluir a um novo nvel. 2. RuthlessImplacveisA Pretty Little Liars NovelSARA SHEPARDA suspeita sempre assombra a mente culpada.WILLIAM SHAKESPEARETradutores:Aline KriegerWender HastenreiterRevisores:PrlogoVOC TEM O QUE MERECEVoc j se safou de algo muito, muito ruim? Como quando voc ficou com aquele carabonitinho que trabalha com voc na padaria.. e nunca contou para o seu namorado. Ou quandovoc roubou aquele cachecol estampado da sua boutique favorita.. e os alarmes de seguranano soaram. Ou quando voc criou um perfil annimo no Twitter e postou uma fofoca maldosasobre a sua melhor amiga.. e no disse nada quando ela botou a culpa na putinha que senta nafrente dela em lgebra III.No comeo, se safar pode parecer incrvel. Mas com o passar do tempo, voc talvez sintauma sensao lenta e doentia na boca do estmago. Voc realmente fez aquilo? E se algumdescobrir? s vezes a antecipao pior que o castigo em si, e a culpa pode te comer vivo.Voc provavelmente j ouviu a frase Ela se safou do homicdio umas mil vezes e nuncaparou para pensar, mas quatro belas garotas em Rosewood realmente se safaram dohomicdio.E isso no foi tudo o que fizeram. Seus perigosos segredos esto lentamente as comendode dentro para fora. E agora, algum sabe de tudo.O carma uma droga. Principalmente em Rosewood, onde os segredos nunca ficamenterrados para sempre.*Mesmo que j fosse quase 22:00 do dia 31 de Julho em Rosewood, Pensilvnia, umsubrbio rico e buclico vinte milhas de distncia da Filadlfia, o ar permanecia abafado,opressivamente quente e cheio de pernilongos. Os gramados impecavelmente cuidadosficaram secos, marrom sem graa, as flores no leito murcharam, e as muitas folhas nas rvoreshaviam encolhido e cado ao cho. Moradores nadavam vagarosamente em suas piscinas de 3. calcrio-rocha, devorando sorvetes caseiros de pssego de uma barraquinha local de produtosorgnicos aberta-at-meia-noite, ou dentro de casa deitados na frente do ar condicionadofingindo que era fevereiro. Era uma das poucas vezes no ano que a cidade no parecia a fotoperfeita de um carto postal.Aria Montgomery estava sentada em sua varanda de trs, lentamente escorregando umcubo de gelo em volta do pescoo e pensando em ir para a cama. Sua me, Ella, estava ao seulado, equilibrando uma taa de vinho branco entre os joelhos. Voc no est animada para voltar Islndia em alguns dias? Ella perguntou.Aria tentou reunir o entusiasmo, mas no fundo, ela se sentia um pouco inquieta. Ela amavaa Islndia ela morou l da oitava srie at o primeiro ano mas ela estava voltando comseu namorado, Noel Kahn, seu irmo, Mike, e sua velha amiga Hanna Marin. Na ltima vezque Aria havia viajado com todos eles e duas amigas prximas, Spencer Hastings e EmilyFields foi quando foram para a Jamaica nas frias de primavera. Algo que Aria nunca seriacapaz de esquecer.Ao mesmo tempo, Hanna Marin estava em seu quarto arrumando as malas para a viagem Islndia. No era um pas cheio de Vikings estranhos e plidos que relatavam uns aos outrosquem era digno de suas botas de salto alto Elizabeth & James? Ela jogou um par de pantufasToms, ao invs; quando aterrissaram no fundo da mala, um cheiro forte de protetor solar decoco se elevou do forro, projetando imagens de uma praia ensolarada, penhascos rochosos eum azul mar Jamaicano. Assim como Aria, Hanna tambm foi transportada de volta a viagemde primavera fatal que ela foi com suas velhas melhores amigas. No pense nisso, uma vozdentro dela implorou. Nunca mais pense nisso.O calor no centro da cidade da Filadlfia no estava castigando menos. Os dormitrios nocampus da Faculdade Temple eram sem ar condicionado, e no vero, os estudantesencostavam ventiladores de caixa em suas janelas do dormitrio ou submergiam na fontequdrupla, embora existissem rumores de que calouros e veteranos bbados urinavam nelaregularmente.Emily Fields destrancou a porta do quarto de sua irm, onde ela estava se escondendo dovero. Ela deixou suas chaves carem na caneca da Natao de Stanford no balco e despiusua camiseta suada e com cheiro de comida frita, suas calas pretas amarrotadas e o chapu depirata que ela deveria usar em seu emprego de garonete no Poseidon, um restaurante maneirode frutos do mar, na Penns Landing. Tudo que Emily queria fazer era deitar-se na cama de suairm e respirar fundo algumas vezes, mas a fechadura virou na porta, e to rpido, se fechou.Carolyn correu para dentro do quarto, com os braos cheios de livros didticos. Apesar deno ter que esconder a gravidez mais, Emily cobriu seu abdmen nu com a camiseta. O olharde Carolyn foi para l, assim mesmo. Um olhar de nojo tomou conta de sua expresso, e Emilyse virou com vergonha.A meio quilometro de distncia, perto do campus da Penn, Spencer Hastings cambaleoupara uma pequena sala na delegacia de polcia local. Um fino fio de suor pingava em suaespinha. 4. Quando ela passou as mos pelo cabelo loiro escuro, pareceu gorduroso e com fios soltos.Ela vislumbrou seu reflexo no vidro da porta, uma menina magra com olhos sem brilho e ocose uma boca curvada para baixo olhou de volta. Ela parecia um cadver sujo. Qual foi a ltimavez que ela tomou banho?Um policial alto e ruivo entrou na sala depois de Spencer, fechou a porta e olhou para elaameaadoramente. Voc est no programa de vero da Penn, no ?Spencer assentiu. Ela estava com medo de que se falasse, iria se desmanchar em lgrimas.O policial tirou um frasco de comprimidos sem rtulo do bolso e sacudiu no rosto deSpencer. Eu vou te perguntar mais uma vez. Isto seu?A garrafa ficou embaada diante dos olhos de Spencer. Quando o policial se aproximou,ela sentiu uma lufada de perfume Polo. Fez ela pensar, de repente, sobre como o irmo de suavelha melhor amiga Alison DiLaurentis, Jason, passou por uma fase de Polo quando ele estavano colgio. Se encharcando na coisa antes de ir s festas. Ugh! Eu fui Polada. Ali sempre gemia quando Jason passava, Spencer e suas velhasmelhores amigas Aria, Hanna e Emily estouravam em risos. Voc achou isso engraado? o policial rosnou agora. Porque eu lhe asseguro,voc no vai rir quando acabarmos com voc.Spencer apertou os lbios, percebendo que estava sorrindo. Sinto muito ela sussurrou. Como ela poderia pensar sobre a sua melhor amiga mortaAli tambm conhecida como Courtney, gmea secreta de Ali num momento como este?Em seguida ela pensou sobre a Verdadeira Alison DiLaurentis, uma menina da qual Spencernunca fora amiga, uma menina que tinha retornado para Rosewood aps sair de um hospitalpsiquitrico e matou sua prpria irm gmea, Ian Thomas, Jenna Cavanaugh e quase Spencer,tambm.Com certeza esses pensamentos dispersos eram um efeito colateral da plula que ela tinhaingerido uma hora antes. Foi s um teste, e sua mente estava a um milho de milhas porminuto.Seus olhos dispararam por todo lugar, suas mos tremeram. Voc est com o balano doEasy A!Sua amiga Kelsey diria, se ela e Spencer estivessem no dormitrio de Kelsey na Penn aoinvs de estarem trancadas em duas salas de interrogatrio separadas numa delegacia suja. ESpencer iria rir, bater em Kelsey com seu caderno, e ento voltar para mais nove mesesenchendo de APQumica III sua mente j atolada.Quando ficou claro que Spencer no iria confessar os comprimidos, o policial suspirou ecolocou o frasco de volta no bolso. 5. S pra voc saber, sua amiga estava falando um bocado. Ele disse, sua voz dura. Ela disse que foi tudo sua ideia, e que ela apenas te acompanhou. Ela disse o qu? Spencer engasgou.Uma batida soou na porta. Fique aqui ele rosnou. Eu j volto.Ele deixou a sala. Spencer olhou em volta do pequeno recinto. As paredes de blocos deconcreto haviam sido pintadas de verde-vmito. Manchas marrom-amareladas suspeitasmaculavam o tapete bege, e as luzes do teto soltaram um zumbido agudo que fez seus dentesdoerem. Passos soaram fora da sala, e ela se sentou imvel, ouvindo. O policial estariaouvindo a confirmao de Kelsey bem agora? E o que Kelsey estaria dizendo sobre Spencer?No era como se tivessem ensaiado o que diriam se elas fossem pegas. Elas nunca pensaramque seriam pegas.Aquele carro de polcia tinha sado do nada.Spencer fechou os olhos, pensando sobre o que havia acontecido na ltima hora. Pegandoos comprimidos na South Philly. Fugindo daquele bairro assustador. Ouvindo as sirenesgritarem atrs delas. Ela temeu o que aconteceria nas prximas horas. Ligaes para seus pais.Os olhares desapontados e lgrimas silenciosas. Rosewood Day provavelmente iria expuls-la,e Spencer teria que terminar o ensino mdio na Rosewood Public. Ou ento iria para oreformatrio.Depois daquilo, seria uma viagem s de ida para a universidade comunitria ou pior,trabalhando como fabricante de Hoagie no Wawa local ou usando uma placa de sanduche daUnio de Crdito Federal de Rosewood, anunciando as novas taxas de hipoteca para todos osmotoristas na Avenida Lancaster. Spencer tocou o carto de identificao laminado doprograma de vero da Penn em seu bolso. Ela pensou em todos os trabalhos e testesclassificados que ela havia recebido esta semana, 98s e 100s brilhantes no topo de todos ecada um.As coisas estavam indo to bem. Ela s precisava passar pelo resto deste programa devero, conseguir notas timas nos qua