10 manual segurança no trabalho

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SEGURANA NA CONSTRUO CIVIL

CONSTRUO CIVIL

CURSO DE SEGURANA DO TRABALHO

Unidade I DemolioA demolio deve ser iniciada pela derrubada de paredes divisrias e externas, mas que no tenham funo estrutural, pois, certas estruturas dependem das paredes para a estabilidade do conjunto.I.1- Demolio de Vigas

Figura 1- Demolio de uma vigaI.2- Demolio de Pilares

Figura 2- Demolio de um pilarUnidade II - Escavaes

II. 1 - Escavao em passeio

Figura 3- Escavao no passeioII. 2- Escoramentos

Figura 4 Escoramento com prolongamento acima do nvel do terrenoPara escavaes rasas: o escoramento pode ser feito de acordo com o avano da escavao, atravs de pranchas verticaisPara escavaes profundas: escoramentos com pranchas horizontais, perfis de ao em I, de ao, para servirem de suporte s pranchas horizontais.

Figura 5 Sistemas de escoramento para escavaes em trincheiras

Figura 6 - Escoramento com estacas inclinadas

Figura 7- Risco do bombeamento direto - AObs.: O bombeamento direto para esgotar a gua do fundo de uma escavao s deve ser usado quando o carregamento (escoamento) das partculas finas do solo, pela gua, no provocar, por solapamento (descalamento) o recalque das fundaes vizinhas Figura 8 - Risco do bombeamento direto - BO escoramento deve ser prolongado, no mnimo, 0,15m (quinze centmetros) acima do nvel do terreno, a fim de evitar queda de materiais para o interior da escavao.

Para se determinar a inclinao de taludes e o tipo de escoramento, necessrio considerar cargas e sobre cargas ocasionais, bem como possveis vibraes nas proximidades.

Figura 9- Cargas, sobrecargas, vibraes, afetando direta e indiretamente a estabilidade dos taludesEscoramentos e reforos devem ser inspecionados com freqncia, principalmente aps a ocorrncia de chuvas ou qualquer outro fenmeno que aumente os riscos de desabamento.As partes em desaprumo desfavorvel, nas paredes de taludes, devem ser derrubadas ou escoradas para impedir seu desabamento acidental.

Figura 10- Escavaes por baixo, formando desaprumo desfavorvel importante ressaltar que no encontro de dois planos verticais de uma trincheira, o ngulo de encontro aumenta o risco de desabamento.

Figura 11 - Risco de desabamento devido ao ngulo formadoQuando a escavao for feita muito prxima de estrutura existente, no havendo possibilidades de se construir reteno que detenha o descalamento da sapata, deve ser providenciado reforo adequado estrutura em questo. Para se escorar uma fundao a ser reforada, usual o emprego do processo denominado Figura4.

Figura 12 - Processo da figura 4Unidade III Trabalhos em Concreto ArmadoOs suportes de topo e base, peas de extenso ou parafusos de ajuste, devem estar em contato firme com o prancho ou calo da base e o material da forma, para evitar o tombamento das escoras.

Figura 13 - Uso de pequenos andaimes ou escadas para colocao de vigas

Figura 14 - Tbua horizontais apoiadas no trecho em balano do escoramento

Figura 15 - Formas tipo caixo

Figura 16 _ Exemplo de escoramento inclinado

Os trabalhadores que fixam extensores em formas de madeira devem usar culos de segurana, devido projeo de limalhas ao martelar o extensor.

Figura 17 - Uso de culos de segurana na fixao de extensoresOs montadores de escoramento devem ser orientados para evitar o imprensamento de mos e dedos, principalmente ao apoiar longarinas em forcados ou regular escoras metlicas telescpicas.

As sapatas de escoras metlicas, colocadas em beiradas de lajes, devem ser apoiadas integralmente no concreto, evitando-se que, aps a desforma do painel, fiquem em balano.Os escoramentos de formas devem ser inspecionados antes, durante e aps o lanamento de concreto, a fim de permitir a observao de qualquer deslocamento ou flambagem.

Figura 17- Escoras

Figura 18 - Utilizao das escorasIII. 1- Descarga de vergalhes

Para a descarga manual de vergalhes os trabalhadores devem estar equipados com luvas de raspa de couro, culos de segurana, devido existncia de limalhas de ao no fundo da carroceria da carreta ou caminho; e caso seja carregado nos ombros usar proteo para os ombros.Nas operaes de manuseio, dobramento ou corte de vergalhes, devem usar luvas de raspa de couro e, os que cortam arame, devem usar, alm disso, culos de segurana.

As pontas verticais de vergalhes desprotegidas devem ser recurvadas ou amarradas em feixes e recobertas com madeira ou outro material de resistncia equivalente.

Sempre que houver cabo eltrico areo nas proximidades da edificao necessrio instalar proteo (barreira) que evite o contato de vergalhes em movimento.III. 2- Protees ExternasAs quedas de altura, com diferena de nvel so, geralmente, as mais graves. Suas causas so as mais diversas, como demonstram as figuras a seguir:

Figura 19 - Perda de equilbrio em local sem proteo e rea de circulao obstruda

Figura 20 - Projeo por objeto em movimento e mtodo imprprio de trabalho

Figura 21- Falta de proteoPara evitar contatos acidentais com redes de energia eltrica necessrio colocar uma barreira entre a rede e o local de trabalho.

Figura 22 - Contato acidental com rede eltrica e mtodo de proteoIII.3- Instalaes gerais:

Os fios e cabos devem ser estendidos em lugares que no atrapalhem a passagem de pessoas, mquinas e materiais.

Figura 23 _ Colocao de fios e cabos

Se os fios e cabos tiverem de ser estendidos em locais de passagem, devem ser protegidos por calhas de madeira, canaletas ou eletrodutos.

Figura 24 _ Proteo de fios e cabos

Figura 25 _ Alimentao eltricas areas

Obs.: Uma pessoa experiente deve ficar acompanhando os trabalhos de escavao ou aterro, para visar quando os operrios estiverem perto de 1,50m (um metro e cinqenta centmetros) das redes eltricas enterradas.

Figura 26 Acompanhamento dos trabalhos no solo

Figura 27 Desligar o equipamento da tomada, quanto no estiver utilizando.

Figura 28 - Dispositivo liga-desliga.

Figura 29 - No se deve pendurar ou puxar os equipamentos eltricos por fio, para no estragar as ligaes.

Mquinas, equipamentos e ferramentasUtilizao e proteo:

Figura 30 - Proteo de lmina separadora

Figura 31 - Empurrador para destros com ala esquerda e a direita

Figura 32 - Empurrador para corte de cunhas e alasSuporte de apoio:

Quando as peas forem de grande comprimento, recomendvel a utilizao de suportes.

Estes suportes podem ser cavaletes de madeira.

Figura 33 - Cavalete suporteO uso de guias tem a finalidade de proporcionar maior firmeza madeira a ser trabalhada sobre a bancada.

Figura 34 - Empurrador para corte de cunhas e calosUso do vibrador no concreto

Figura 35 - Retirada do vibrador e uso indevido do vibrador

Figura 36 - Acidente por ligao errada do vibrador e no puxar pelo mangote (rabo)Utilizao de cordas

Figura 37 - cuidados durante a utilizao

Figura 38 - Cuidados aps a utilizao.Ferramentas acionadas por explosivos (plvoras)

Figura 39 - Cuidados na sua utilizaoArmazenagem, estocagem, manuseio e transporte

Na escolha do local de estocagem e na arrumao dos materiais, deve-se evitar a obstruo da circulao de pessoas e veculos e de acesso a extintores portteis de incndio, quadros ou chaves eltricas e pontos de iluminao.

Evitar no caso de estocagem de materiais:1 - Nenhum material deve ser colocado diretamente sobre o solo ou laje, devido a possibilidade de umidade e infiltraes.2 - No devem ser depositados em rampas ou passagens provisrias, porque, alm de obstru-las, elas podem no resistir ao peso de cargas.

3 - As plataformas de proteo (principal, secundria e terciria) e assoalho de fechamento de aberturas no piso, no devem ser usados como depsito de materiais.4 - Os materiais no devem ser colocados ou empilhados junto beiradas de laje (fachada, empena ou abertura no piso).

Figura 40 - Empilhamento de saco

Cargas suspensas:

Quando houver levantamento e/ou deslocamento de carga pesada, realizada por vrios trabalhadores, o comando da operao deve depender de um nico responsvel. As ordens podem ser dadas verbalmente, por apitos ou sinais convencionados.As principais operaes de manuseio so:

Levantamento: a carga, depositada no piso ou altura acessvel, levantada para ser depositada num local prximo, de mesmo nvel ou de altura diferente.

Figura 41 - Levantamento Carregamento: a carga levantada pode ser transportada para um local distante, nos braos, ombros ou costas do trabalhador

Figura 42 - Carregamento

Jogada: uma carga relativamente leve pode ser passada de mo em mo ou jogada a pequena distncia, como tijolos, telhas, etc

Figura 43 - Jogada

Empurrada: o esforo exercido diretamente com as mos ou com auxlio de uma alavanca para deslocar a carga. A colocao de roletes (pedaos de tubo) sob a carga facilita a empurrada.

Figura 44 - Empurrada

Arrastamento: a carga arrastada diretamente por esforo manual ou atravs de equipamento de trao (Tirfor)

Figura 45 - Arrastamento

Rolamento: materiais cilndricos podem ser rolados num piso em nvel ou com ligeira inclinao

Figura 46 - Rolamento Transporte por carrinho: o transporte de materiais a pequenas distncias efetuado com veculos leves, como carrinhos de mo, gericas, etc.

Figura 47 - Transporte por carrinho de mo

Os riscos de acidentes mais comuns no manuseio de materiais so:

Queda do trabalhador no mesmo nvel: Por escorregar.

Por tropear.

Por pisar em buraco.

Figura 48 - Queda no mesmo nvel

Queda do trabalhador com diferena de nvel:

beira da laje ou abertura desprotegida.

Percurso acidentado.

Perda de equilbrio ou