1. INTRODUO - ? Complementando, argumenta que tributo justo aquele que atende aos princpios

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    1. INTRODUO

    O tributo toda prestao pecuniria compulsria, em moeda ou cujo valor nela se

    possa exprimir, que no constitua sano de ato ilcito, instituda em lei e cobrada

    mediante atividade administrativa plenamente vinculada. So valores que formam a

    receita da administrao direta, a citar, a Unio, os Estados, o Distrito Federal e os

    Municpios.

    Nesta alada, fica ainda delimitado que eles podem ser diretos, sendo a contribuio

    arcada pelos contribuintes, ou indiretos, quando incidem no preo das mercadorias e

    servios.

    Por meio deste trabalho de concluso de curso, delimitaremos, inicialmente, sob

    aspectos gerais, a origem, evoluo histrica e a principiologia pertinente aos

    tributos.

    Delimitado tais impostos sobre servios, estabeleceremos suas funes e espcies

    que so divididas em impostos, taxas, contribuio de melhoria, contribuies

    especiais e emprstimo compulsrio.

    A partir destes parmetros, a fim de exemplificarmos o quo excessiva nossa

    carga tributria, demonstraremos por meio de uma tabela alguns produtos que esto

    presentes na vida da sociedade, fazendo neste contexto observaes acerca da

    proporo que esta carga tributria atinge o oramento familiar.

    Por fim, delimitados todos os parmetros pertinentes, estabelecidos os tributos

    cobrados no Brasil, cumpre estabelecer uma anlise crtica da tributao.

  • 12

    2. ORIGEM E EVOLUO HISTRICA DO TRIBUTO

    Sob um contexto geral, os tributos sempre fizeram parte da vivncia da humanidade,

    mudando, com o passar dos tempos, entendimentos no que se referem

    coletividade e aos destinatrios finais da arrecadao tributria.

    Nos primrdios, em razo da deficincia de um Estado soberano responsvel pelos

    valores pblicos, o tributo arrecadado concentrava-se nas mos da minoria, isto ,

    da classe mais abastada da sociedade, a fim custear seus privilgios e financiar as

    guerras.

    Contexto este totalmente mudado em razo da ascenso Estatal perante a

    imposio e gerncia dos tributos arrecadados, que hoje, so revertidos em favor

    dos menos favorecidos, ao contrrio de antigamente.

    Num aspecto histrico, os tributos eram cobrados de forma cruel, desde h mais de

    trs mil anos atrs, pelos Assrios, povos localizados na regio central da

    Mesopotmia, atual Iraque.

    Em Israel, o rei Davi, alm de submeter s pessoas a trabalhos forados, programou

    um modo para a coleta de impostos, e, posteriormente, Salomo deu continuidade a

    tais cobranas, contudo, de forma mais acentuada.

    Nos dias de hoje, como dito anteriormente, os tributos arrecadados so revertidos

    em prol da sociedade, premissa esta em parte verdadeira, uma vez que visivelmente

    no percebamos o retorno da arrecadao.

    A concepo tico-jurdica do tributo est embasada no interesse social, isto , o

    tributo cobrado a fim de que seja revertido sociedade, beneficiando-se o

    indivduo desta cobrana, e no que seja um dever imposto, obrigatrio.

    Nestas linhas, discute-se a proporcionalidade existente entre a necessidade de

    arrecadao do estado e a possibilidade do indivduo concorrer com o

    arrecadamento, isto , a possibilidade financeira de quem ir pag-lo.

  • 13

    Respondendo a indagao, tem-se o princpio da capacidade contributiva, verificado

    no momento em que o tributo institudo e cujo objetivo analisar num contexto

    social, a possibilidade de o indivduo concorrer com as despesas, uma vez que se

    no houver esta possibilidade, o estado enriqueceria a custa de outros.

    Portanto, torna-se essencial que o tributo seja arrecadado, a fim de que seja

    revertido em prol da coletividade, que movimente a economia capitalista, que realize

    fins sociais, entre outros, contudo, deve-se ter uma adequao com a capacidade do

    contribuinte, afastando-se o enriquecimento ilcito estatal.

    Em ajuste com as finalidades mencionadas, relevante que o estado obedea a

    regras e procedimentos pertinentes forma de instituio e aumento da

    arrecadao, regras estas frequentemente desobedecidas na medida em que o

    estado cria mecanismos capazes de aumentar a arrecadao sem a observncia da

    capacidade contributiva.

    No mbito jurdico, so utilizadas medidas provisrias para instituir e majorar a

    cobrana dos tributos de maneira clere, em razo da urgncia e da relevncia

    jurdica, contudo, esta previso constitucional no encontra amparo na legislao

    tributria, vez que embasado no princpio da anterioridade tributria.

    Neste sentido, o sistema tributrio nacional, instituiu trs tipos de tributos: os que

    so exigveis apenas no ano posterior publicao da lei que os criou, delimitando

    aqui o princpio da anterioridade; os que com base no princpio da anterioridade

    mitigada ou nonagesimal, devem respeitar o prazo de 90 dias entre a publicao e a

    sua exigibilidade; e os que podem ser exigidos de imediato, no se submetendo ao

    princpio da anterioridade.

    A guisa de evoluo histrica, na antiguidade tem-se presenciado a cobrana dos

    tributos, no imprio persa, no Egito, h 3300 anos A.C ao tributar mercadorias em

    trnsito, na Grcia e em Roma, quando instituam tributos sobre as negociaes a

    fim de servirem de recurso financeiro destinado proteo do comrcio.

  • 14

    Ainda, em Atenas, as contribuies eram pagas para custear a marinha nacional e

    eram devidas a todo cidado cuja fortuna atingia a 10 talentos, isto , a condio de

    cada um era considerada, contudo, a contribuio era obrigatria.

    Na idade mdia, os burgueses, com o objetivo de no perderem seu patrimnio para

    o rei Joo, impuseram a este, sob os mandamentos da Carta Magna inglesa de Joo

    Sem-Terra, de 1215, em seu art. 12, que as prestaes coercitivas deveriam ser

    moderadamente fixadas.

    So Toms de Aquino, tambm contribuiu com os ensinamentos tributrios ao

    sustentar que haviam impostos justos e injustos. Sendo os imparciais, constituam-

    se pecado e sendo parciais, no deveriam ser pagos, pois configuravam

    procedimento arbitrrio dos soberanos.

    No sistema feudal, em razo dos senhores feudais deterem as terras, os

    camponeses deveriam pagar-lhes tributos como, por exemplo, a coria (trabalhar de

    trs a quatro dias nas terras do senhor feudal), banalidades (taxas paga em

    decorrncia do uso do moinho e forno do senhor feudal) e a talha (metade da

    produo ficava para o senhor feudal).

    Somente em 1292, o rei da Frana, Felipe imps alquota de cinco a doze % sobre

    as compras e venda, excetuando-se a de alimentos.

    Na idade moderna, Luis XVI ao se tornar rei em 1774, em razo do enfraquecimento

    do comrcio colonial, do descontentamento entre a burguesia, os sans-culottes e

    os camponeses, reduziu os gastos da corte, liberou o comrcio de taxas, aumentou

    os impostos e aliviou a carga fiscal dos camponeses.

    J em 1776, Adam Smith, em sua obra A Riqueza das Naes, sustentou a

    concretizao da justia fiscal que todos devessem contribuir para as despesas

    pblicas na razo de seus haveres, portanto, o atendimento ou deste preceito

    resultaria na chamada igualdade ou desigualdade da tributao.

    Apesar desta mxima, cumpre-nos salientar que a igualdade suscitada dever ser

    analisada sobre o prisma da prevista no texto legal ou aquela deveria ser aplicada,

    praticada, observando para tanto as condies peculiares do indivduo.

  • 15

    Na idade contempornea a declarao dos direitos do homem e do Cidado de 1791

    determinava a igualdade de repartio das contribuies entre os cidados em razo

    de suas aptides.

    Diante do exposto verificamos que as condies pessoais do contribuinte eram

    observadas, isto , que a capacidade contributiva era ventilada quando da instituio

    dos tributos.

    No que diz respeito aos dias atuais, houve uma diminuio da resistncia ao

    pagamento dos impostos verificado em razo da tica desenvolvida em torno do

    dever de cada indivduo contribuir na proporo de seus meios, cuja finalidade o

    provimento de bens e servios de uso comum e o aumento da eficincia da

    administrao pblica para fiscalizar e arrecadar os impostos.

    Contudo, tal afirmativa praticamente restrita aos pases desenvolvidos, uma vez

    que os menos abastados ainda continuaro a fazer com que a populao pague

    sem resistir.

    Sendo o imposto concebido como til ao desenvolvimento do Estado, cumpre-nos

    apresentar os conhecimentos do professor Nogueira (1993. p. 18), que assim

    dispe:

    sobejamente conhecida no mundo jurdico-tributrio, esta assertiva de Ives Gandra da Silva Martins: Tributo norma de rejeio social. Assim deve ser estudado pela Economia, Finanas Pblicas e Direito, ofertando os especialistas dessas reas o modelo ideal para o poltico, a fim de que a norma indesejvel tenha sua carga de rejeio reduzida menor expresso possvel.

    No obstante isso, o referido professor, em contrapartida sustenta que existe, o que

    ele chama de o dever fundamental de pagar o justo tributo, ou seja, no existe uma

    resistncia intransponvel, h, portanto, uma mudana de postura do contribuinte em

    relao aos tributos.

  • 16

    Complementando, argumenta que tributo justo aquele que atende aos princpios

    da capacidade contributiva, da cidadania fiscal, da transparncia fiscal, inferindo-se

    que a competncia tributria corresponde a um dever fundamental do cidado-

    contribuinte, cujo tributo seja justo.

    Findando estes apontamentos, cumpre sustentar que os tributos so de grande valia

    receita do Estado, bem como ao contribuinte que deveria receber em melhorias,

    em contrapartida ao arrecadado, contudo, tal afirmao defeituosa uma vez que

    nem sempre este retorno verificado e cada vez mais o estado aumenta o valor de

    forma exacerbada, ficando o contribuinte sem alternativas atenuao.

  • 17

    3. PRINCPIOS DA TRIBUTAO

    O tributo pode ser definido como obrigao pecuniria devida pelo contribuinte

    administrao pblica. Ele surge inicialmente quando o fato imponvel material

    concorda inteiramente ao fato descrito por lei.

    O fato material realizado pelo contribuinte deve ajustar-se fielmente opo de

    incidncia legal, sob pena de no surgir obrigao de tributar.

    A Constituio Federal de 1988 constitucionalizou os principais princpios

    informadores da atividade tributria da administrao pblica, foram atribudas

    prerrogativas para que possam ser aplicadas suas polticas arrecadadoras e ao

    mesmo tempo impondo limites, tendo como foco a garantia e defesa do cidado.

    3.1 PRINCPIO DA LEGALIDADE

    O artigo 150, inciso I, da Constituio Federal prev o Princpio da Legalidade, por

    meio do qual vedado aos entes polticos instituir ou majorar tributos seno por

    meio de lei, ou seja, em princpio o poder executivo no cria tributos.

    O Princpio da Legalidade Tributria deve ser entendido de forma a abranger dois

    prismas distintos: legalidade formal e material. Em relao legalidade formal, cabe

    aduzir que toda regra tributria precisa se inserir no ordenamento jurdico de acordo

    com as regras de processo legislativo e, tambm, ser formulada por rgo

    Legiferante.

  • 18

    3.2 PRINCPIO DA ANTERIORIDADE

    O princpio em estudo de exclusiva aplicao tributria, aps isso umas obrigaes

    de sua correta observncia, vestem ser inclusive mandamento que torna individual o

    direito tributrio como ramo autnomo da cincia jurdica com seus prprios e

    exclusivos princpios.

    Ao criar ou aumentar um tributo, a lei entra em vigor tendo, suspensa sua eficcia

    at poder incidir no incio do exerccio financeiro seguinte. Assim, a lei deve entrar

    em vigor em um exerccio financeiro para s se tornar eficaz no exerccio seguinte.

    O princpio da anterioridade engloba ainda o princpio da segurana jurdica. O

    contribuinte tem o direito de planejar sua vida econmica e fiscal para cada ano.

    Para isso necessria a garantia de que as regras tributrias no sero modificadas

    dentro de um exerccio financeiro para o qual o contribuinte j havia traado

    previamente seu planejamento.

    3.3 PRINCPIO DA ISONOMIA

    Este princpio fundamenta-se no princpio constitucional geral da igualdade de todos

    perante a lei.

    No campo tributrio, os entes tributantes devem tratar de maneira igual os

    contribuintes que estejam em situao equivalente e tratar de forma desigual os

    desiguais, na medida das suas desigualdades. No cabe, portanto, em matria

    tributria, qualquer diferenciao no tratamento entre aqueles que se encontra em

    situaes idnticas (art. 150, II, CF).

    Isso vale tanto para quem elabora a lei, que no pode estabelecer hipteses de

    incidncia privilegiando um outro segmento, como vale, tambm, para quem aplica a

    lei, pois este dever aplicar a lei a todos que tenham praticado atos ou se encontrem

    em situao descritos na hiptese relativa incidncia de um dado tributo.

  • 19

    3.4 PRINCPIO DA TRANSPARNCIA DOS IMPOSTOS

    O artigo 150, 5, constituio federal/88, diz que a lei determinar medidas para

    que os consumidores sejam esclarecidos acerca dos impostos que incidam sobre

    mercadorias e servios, ou seja, que estejam cientes os mesmos.

    3.5 PRINCPIO DA CAPACIDADE CONTRIBUTIVA

    Pode ser comparado como um subprincpio do princpio da igualdade ou isonomia

    tributria. Reza o texto constitucional que, sempre que possvel, os impostos tero

    carter pessoal e sero graduados segundo a capacidade de economia do

    contribuinte.

    Aplicao deste princpio encontra-se na alquota progressiva, presente no imposto

    de renda, no imposto sobre a propriedade territorial urbana, no imposto sobre a

    propriedade territorial rural, etc.

    3.6 PRINCPIO DA LIBERDADE DE TRFEGO

    Este princpio, previsto no artigo 150, V, constituio federal/88, est em plena

    amnia com o artigo 5LXVIII, do mesmo diploma, ao delimitar que todo cidado tem

    direito livre locomoo.

    Como exceo ao princpio, temos a cobrana de pedgios pela utilizao de vias

    conservadas pelo Poder Pblico.

  • 20

    3.7 PRINCPIO DA NO CUMULATIVIDADE

    O ICMS, IPI e impostos residuais da Unio, so referente a este imposto. Deve-se

    compensar o que for devido em cada operao relativa circulao de mercadorias

    ou prestao de servios com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou

    outro estado ou pelo Distrito Federal.

    3.8 PRINCPIO DA VEDAO DO CONFISCO

    Este princpio determina que a cobrana de tributos deve ser introduzida dentro de

    critrios de razoabilidade, impossibilitando de ser excessiva e antieconmica.

    O Supremo Tribunal Federal entende que o princpio da vedao ao confisco

    tambm se estende s multas.

    No se aplica o princpio em relao aos impostos extrafiscais, que podero trazer

    em seu bojo alquotas pesadas, regulando a economia.

    O Imposto sobre produtos industrializados tambm no sofre a aplicao do

    princpio em estudo, produtos suprfluos podem ter tributao excessiva.

  • 21

    4. CLASSIFICAO, FUNO E ESPCIES DOS TRIBUTOS

    Podemos classificar os impostos como sendo diretos, indiretos, reais, pessoais,

    proporcionais, progressivos e fixos.

    Sero diretos quando uma s pessoa cabe as condies do contribuinte (sendo ele

    responsvel por cumprir todas as obrigaes tributrias que prev na legislao).

    Tendo como exemplo o imposto de renda por declarao.

    Por indiretos entendem-se aqueles que estabelecem na relao jurdica tributria

    uma relao entre o estado e o sujeito passivo, ele paga pelo correspondente tributo

    e se ressarci cobrando de terceiros incluindo o imposto no preo. Tendo como

    exemplo o IPI e ICMS.

    Sero reais quando as condies do contribuinte no so levadas em considerao,

    todas as pessoas so indicadas igualmente. Exemplo: IPTU.

    Podemos dizer que sero pessoais quando as condies prprias do contribuinte

    levam em considerao e j existem diferenas tributarias para cada um deles.

    Ex: Imposto de Renda das pessoas jurdicas e fsicas.

    Por proporcionais temos aqueles cujo valor da matria tributvel levado em

    considerao, e so caracterizados quando os impostos so estabelecidos em

    percentagem nica. Exemplo o ITBI.

    Entende-se por progressivos aqueles cujas alquotas so fixadas em porcentagem

    sendo elas variveis e crescentes. Exemplo: Imposto de renda Pessoa Fsica.

    Por fim, os nos fixos no h clculos variveis, o valor do imposto determinado

    fixo. Exemplo: Imposto sobre servio (ISS) considerado anualmente.

    No que diz respeito s espcies, de acordo com a Constituio Federal Brasileira de

    1988 os tributos existem sob trs formas:

  • 22

    Os impostos so tributos cujo dever tem por fato gerar uma cituacao

    independente de qualquer atividade estatal especifica, relativa ao contribuinte. Os

    impostos no do o retorno ao contribuinte sobre o fato gerador, sao caracterizados

    cobrana compulsria .

    Existe uma diferena entre impostos indiretos e imposto diretos, eles so pagos

    dietamente pelos contribuintes, enquanto aqueles tem o valor embutidos da

    transao. O ICMS seria um exemplo. Os impostos indiretos nao tem variao na

    renda do contribuinte.

    As taxas esto relacionadas diretamente a um servio que prestado ou colocado

    em disposio do contribuinte, sendo tambm ao exerccio de autoridade.

    Ainda, a contrapartida que o contribuinte paga em funo de um servico pplico

    que lhe prestado ou colocado em sua disposio. As taxas tambem tem relao

    ao poder de polcia da administrao, acrescentando fiscalizaes e licenciamentos

    em geral.

    A taxa s pode ser imposta por uma organizao tributante de uma mesma

    competncia. Um exemplo sobre a taxa de iluminao seria que s pode ser

    cobrada pelos municipios. Mesmo o pagante nao teria a necessidade de usar o

    servio, mas estaria a sua disposo.

    Com relao contribuio de melhoria, esta tem como fato de gerar uma cituao

    que beneficia o contribuinte, ou seja so tributos que tem como foco o benefcio a

    favor de obras pblicas. E cobrado apenas na regio beneficiada pela execuo da

    obra. Tais contribuies no so necessariamente benficos a populao, sendo a

    obra com reflexo de valorizao ou desvalorizao dos locais em execuo, tem

    como bjetivo as necessidades do servio ou atividade estatal, previsto no artigo 145,

    III da constituio federal. Um exemplo de contribuio de melhoria seria quando o

    municpio arrecada tributos por uma praa / asfalto de uma rua dos municpes que

    residem no local.

    A contribuio de melhoria fixada para custear obras pblicas em que tem como

    fato a valorizao de bens imoveis e tem como limite da cobrana o custo da obra e

    limite individual, a valorizao acrescentada a cada imvel.

  • 23

    O Supremo Tribunal Federal (STF) acrescentou a estes mais duas subdivises:

    Empstimo compulsrio - conciste na na tomada compulsria de uma quantidade de

    dinheiro em relao a emprestimo. (art. 148 da Constituio). A unio pode instituir,

    mediante de lei complementar, emprestimos compulsorios para contribuir despesas

    que foram decorrentes de calamida pblica, de guerra ou sua eminencia. No caso de

    investimentos com funo de beneficio e de urgencia com interesse nacional.

    Contribuies denominadas especiais, que constam do artigo 149 e 149-A da

    constituio federal, onde se incluem as contribuies sociais, as contribuies

    previdencirias, contribuies de interveno no domnio econmico (CIDE) e

    contribuies de interesse das categorias de profissionais.

    4.1 FUNO DOS TRIBUTOS

    As funes dos tributos so fiscais, parafiscais e extraficais.

    As primeiras dizem respeito funo de arrecadar recursos pessoa de direito

    pblico interno para o estado, para que possa cobrir seus gastos. Ex: imposto de

    Renda.

    J as segundas, so criadas para custear o financiamento autnomo de rgos

    paraestatais, profissionais ou sociais. Exemplo: taxa anual do CRM, CREA.

    Contribuio recolhida pelos advogados OAB.

    Por fim, as extrafiscais no s visam arrecadao, mas tambm corrigir as

    anomalias. Exemplo: Imposto de exportao. O objetivo interferir no domnio

    econmico buscando regulamentar determinados setores da economia. As

    mudanas do IPI tm essa funo.

    http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Contribui%C3%A7%C3%B5es_sociais&action=edit&redlink=1

  • 24

    5. ISSQN - IMPOSTO SOBRE SERVIOS DE QUALQUER

    NATUREZA

    5.1 CONSIDERAES GERAIS

    O Imposto Sobre Servio um imposto do municpio, cabe a ele a competncia para

    institui-lo. O Distrito federal seria a excesso, por ser uma unidade de federao que

    tem atribuies iguais dos estados e municpios.

    O recolhimento do imposto sobre servios tem como regra a arrecadao do tributo

    no local em que se encontra o estabelecimento do prestador.

    Ocorre uma variao de alcota de um municpio para outro.

    A Unio implementou alquota mxima de 5% (cinco por cento) para todos os

    servios. A alquota mnima de 2% (dois por cento), conforme o artigo 88, da

    Constituio Federal.

    O preo do servio prestado que determina a base de clculo.

    A funo do imposto sobre servio predominantemente fiscal. Mesmo no tendo

    alquota uniforme, no podemos afirmar que se trata de um imposto seletivo.

    O Imposto Sobre Servio no incide sobre locao de bens mveis, conforme

    jurisprudncia do supremo tribunal federal.

    Carraza( 2007 p. 34) ensina que o Imposto Sobre Servio devido ao municpio em

    que o servio positivamente prestado, ainda que o estabelecimento prestador

    esteja situado em outro municpio. No entanto, cabe ressaltar que a Primeira Seo

    do supremo tribunal de justia pacificou "o entendimento de que, para fins de

    incidncia do Imposto Sobre Servio, importa o local onde foi concretizado o fato

    gerador, como critrio de fixao de competncia e exigibilidade do crdito tributrio,

    ainda que se releve o teor do art. 12, alnea "a", do Decreto-Lei n 406/68." (AgRg no

    REsp 334188, DJ 23.06.2003 p. 245).

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Al%C3%ADquota

  • 25

    5.2 CONTRIBUINTES

    Cabe a legislao considerar contribuinte a pessoa do prestador do servio.

    Sendo o imposto sobre servio um tributo sobre a circulao de bens imateriais, este

    sobrecarrega a venda econmica de servio, ou melhor, a prestao de servios

    realizada com carter e de modo autnomo independente, sem subordinao.

    Assim, diante da sujeio passiva tributria relativa ao imposto sobre servio,

    podemos dizer:

    So contribuintes do imposto sobre servio todas as pessoas que prestam servios,

    isto , que forneam trabalho, alugue bens imveis ou cedam direitos.

    Os pressupostos para a existncia do contribuinte esto consignados nos seguintes

    elementos: efetiva prestao de servios; habitualmente da atividade; e autonomia

    no exerccio da atividade. Outros elementos so irrelevantes. Em razo de tais

    caractersticas, o contribuinte do imposto sobre servio somente pode ser a empresa

    (unidade econmica, de fins lucrativos, organizada para a produo, com poltica de

    atos habituais e autnomos), individual ou coletiva, e o Imposto sobre servio

    autnomo (pessoa que pratica atos sem subordinao e de forma eventual, com

    habitualidade e autonomia). A prestao de servios onerada pelo imposto sobre

    servio a prestada por empresa ou imposto sobre servio autnomo (Decreto-lei

    n 406, de 1968, art. 8). Para a incidncia do imposto sobre servio indispensvel

    que o servio seja prestado por empresa ou imposto sobre servios autnomo.

    Por sua vez, no so contribuintes do imposto sobre servios: (Motta p.23).

    A) As pessoas que realizam trabalho para si prprio. No caso, inexistente venda,

    inexiste a circulao de servios, elementos essenciais para a ocorrncia de fato

    geradora da obrigao tributria.

    B) As pessoas que prestam servios com relao de emprego, isto que prestam

    servios de natureza no eventual e sob dependncia, sejam empregados,

    servidores pblicos.

  • 26

    C) As pessoas que no praticam atividades em nome prprio, como os diretores e

    membros de conselho consultivo e fiscal de sociedades. No prestam servios na

    qualidade de empresa ou Imposto sobre servio autnomo.

    D) as pessoas jurdicas que exeram atividades sem fins lucrativos, como as

    sociedades civis e as associaes civis ambas sem fins lucrativos, pois estas esto

    fora da definio legal de empresa.

  • 27

    6. TRIBUTOS BRASILEIROS

    Passaremos a inquirir quais os tributos cobrados em nosso pas, compreendidos

    entre os impostos, taxas, contribuies de melhoria, e, em se tratando de

    emprstimos compulsrios, somente incidir quando ser institudo em

    conformidade com o previsto no art. 148.V, da Constituio Federal Brasileira j

    anteriormente delimitada.

    Cumpre destacar que esta lista est regularmente atualizada e em conformidade

    com o disposto no site portal tributrio, assim vejamos:

    1. Adicional de Frete para Renovao da Marinha Mercante AFRMM - Lei

    10.893/2004

    2. Contribuio Direo de Portos e Costas (DPC) - Lei 5.461/1968

    3. Contribuio ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Cientfico e Tecnolgico

    - FNDCT - Lei 10.168/2000

    4. Contribuio ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educao (FNDE),

    tambm chamado "Salrio Educao" - Decreto 6.003/2006

    5. Contribuio ao Fundo rural

    6. Contribuio ao Instituto Nacional de Colonizao e Reforma Agrria (INCRA)

    - Lei 2.613/1955

    7. Contribuio ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT)

    8. Contribuio ao Servio Brasileiro de Apoio a Pequena Empresa (Sebrae) -

    Lei 8.029/1990

    9. Contribuio ao Servio Nacional de Aprendizado Comercial (SENAC) -

    Decreto-Lei 8.621/1946

    10. Contribuio ao Servio Nacional de Aprendizado dos Transportes (SENAT) -

    Lei 8.706/1993

    11. Contribuio ao Servio Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI) - Lei

    4.048/1942

    12. Contribuio ao Servio Nacional de Aprendizado Rural (SENAR) - Lei

    8.315/1991

    13. Contribuio ao Servio Social da Indstria (SESI) - Lei 9.403/1946

    http://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei10893.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei10893.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei5461.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei10168.htmhttp://www.normaslegais.com.br/legislacao/decreto6003_2006.htmhttp://www.normaslegais.com.br/legislacao/decreto8621_1946.htm

  • 28

    14. Contribuio ao Servio Social do Comrcio (SESC) - Lei 9.853/1946

    15. Contribuio ao Servio Social do Cooperativismo (SESCOOP) - art. 9, I, da

    MP 1.715-2/1998

    16. Contribuio ao Servio Social dos Transportes (SEST) - Lei 8.706/1993

    17. Contribuio Confederativa Laboral (dos empregados)

    18. Contribuio Confederativa Patronal (das empresas)

    19. Contribuio de Interveno do Domnio Econmico CIDE Combustveis -

    Lei 10.336/2001

    20. Contribuio de Interveno do Domnio Econmico CIDE Remessas

    Exterior - Lei 10.168/2000

    21. Contribuio para a Assistncia Social e Educacional aos Atletas

    Profissionais - FAAP - Decreto 6.297/2007

    22. Contribuio para Custeio do Servio de Iluminao Pblica - Emenda

    Constitucional 39/2002

    23. Contribuio para o Desenvolvimento da Indstria Cinematogrfica Nacional

    CONDECINE - art. 32 da Medida Provisria 2228-1/2001 e Lei 10.454/2002

    24. Contribuio para o Fomento da Radiodifuso Pblica - art. 32 da Lei

    11.652/2008.

    25. Contribuio Sindical Laboral (no se confunde com a Contribuio

    Confederativa Laboral, vide comentrios sobre a Contribuio Sindical

    Patronal)

    26. Contribuio Sindical Patronal (no se confunde com a Contribuio

    Confederativa Patronal, j que a Contribuio Sindical Patronal obrigatria,

    pelo artigo 578 da CLT, e a Confederativa foi instituda pelo art. 8, inciso IV,

    da Constituio Federal e obrigatria em funo da assemblia do Sindicato

    que a instituir para seus associados, independentemente da contribuio

    prevista na CLT)

    27. Contribuio Social Adicional para Reposio das Perdas Inflacionrias do

    FGTS - Lei Complementar 110/2001

    28. Contribuio Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS)

    29. Contribuio Social sobre o Lucro Lquido (CSLL)

    http://www.portaltributario.com.br/legislacao/mp1715.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei10336.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei10168.htmhttp://www.normaslegais.com.br/legislacao/decreto6297_2007.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/ec39.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/ec39.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/mp2228-1.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei10454.htmhttp://www.guiatrabalhista.com.br/legislacao/art578daclt.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/art8dacf.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/art8dacf.htmhttp://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/clt.htmhttp://www.guiatrabalhista.com.br/legislacao/lc110.htmhttp://www.portaltributario.com.br/tributos/cofins.htmlhttp://www.portaltributario.com.br/tributos/csl.html

  • 29

    30. Contribuies aos rgos de Fiscalizao Profissional (OAB, CRC, CREA,

    CRECI, CORE, etc.)

    31. Contribuies de Melhoria: asfalto, calamento, esgoto, rede de gua, rede de

    esgoto, etc.

    32. Fundo Aerovirio (FAER) - Decreto Lei 1.305/1974

    33. Fundo de Combate Pobreza - art. 82 da EC 31/2000

    34. Fundo de Fiscalizao das Telecomunicaes (FISTEL) - Lei 5.070/1966 com

    novas disposies da Lei 9.472/1997

    35. Fundo de Garantia por Tempo de Servio (FGTS)

    36. Fundo de Universalizao dos Servios de Telecomunicaes (FUST) - art. 6

    da Lei 9.998/2000

    37. Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeioamento das Atividades de

    Fiscalizao (Fundaf) - art.6 do Decreto-Lei 1.437/1975 e art. 10 da IN SRF

    180/2002

    38. Fundo para o Desenvolvimento Tecnolgico das Telecomunicaes (Funttel) -

    Lei 10.052/2000

    39. Imposto s/Circulao de Mercadorias e Servios (ICMS)

    40. Imposto sobre a Exportao (IE)

    41. Imposto sobre a Importao (II)

    42. Imposto sobre a Propriedade de Veculos Automotores (IPVA)

    43. Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU)

    44. Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR)

    45. Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR - pessoa fsica

    e jurdica)

    46. Imposto sobre Operaes de Crdito (IOF)

    47. Imposto sobre Servios de Qualquer Natureza (ISS)

    48. Imposto sobre Transmisso Bens Inter-Vivos (ITBI)

    49. Imposto sobre Transmisso Causa Mortis e Doao (ITCMD)

    50. INSS Autnomos e Empresrios

    51. INSS Empregados

    52. INSS Patronal

    53. IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados)

    http://www.portaltributario.com.br/artigos/anuidadesconselhos.htmhttp://www.normaslegais.com.br/legislacao/emenda31_2000.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei5070.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei9472.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei9998.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/decretolei1437.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/art10dainsrf180.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/art10dainsrf180.htmhttp://www.normaslegais.com.br/legislacao/lei10052_2007.htmhttp://www.portaltributario.com.br/tributos/icms.htmlhttp://www.portaltributario.com.br/tributos/impostodeexportacao.htmhttp://www.portaltributario.com.br/tributos/itr.htmhttp://www.portaltributario.com.br/tributos/irpj.htmlhttp://www.portaltributario.com.br/tributario/iof.htmhttp://www.portaltributario.com.br/tributos/iss.htmlhttp://www.portaltributario.com.br/artigos/itbi.htmhttp://www.portaltributario.com.br/tributos/ipi.html

  • 30

    54. Programa de Integrao Social (PIS) e Programa de Formao do Patrimnio

    do Servidor Pblico (PASEP)

    55. Taxa de Autorizao do Trabalho Estrangeiro

    56. Taxa de Avaliao in loco das Instituies de Educao e Cursos de

    Graduao - Lei 10.870/2004

    57. Taxa de Classificao, Inspeo e Fiscalizao de produtos animais e

    vegetais ou de consumo nas atividades agropecurias - Decreto-Lei

    1.899/1981

    58. Taxa de Coleta de Lixo

    59. Taxa de Combate a Incndios

    60. Taxa de Conservao e Limpeza Pblica

    61. Taxa de Controle e Fiscalizao Ambiental TCFA - Lei 10.165/2000

    62. Taxa de Controle e Fiscalizao de Produtos Qumicos - Lei 10.357/2001, art.

    16

    63. Taxa de Emisso de Documentos (nveis municipais, estaduais e federais)

    64. Taxa de Fiscalizao da Aviao Civil - TFAC - Lei 11.292/2006

    65. Taxa de Fiscalizao da Agncia Nacional de guas ANA - art. 13 e 14 da

    MP 437/2008

    66. Taxa de Fiscalizao CVM (Comisso de Valores Mobilirios) - Lei

    7.940/1989

    67. Taxa de Fiscalizao de Sorteios, Brindes ou Concursos - art. 50 da MP

    2.158-35/2001

    68. Taxa de Fiscalizao de Vigilncia Sanitria Lei 9.782/1999, art. 23

    69. Taxa de Fiscalizao dos Produtos Controlados pelo Exrcito Brasileiro -

    TFPC - Lei 10.834/2003

    70. Taxa de Fiscalizao dos Mercados de Seguro e Resseguro, de Capitalizao

    e de Previdncia Complementar Aberta - art. 48 a 59 da Lei 12.249/2010

    71. Taxa de Licenciamento Anual de Veculo

    72. Taxa de Licenciamento, Controle e Fiscalizao de Materiais Nucleares e

    Radioativos e suas instalaes - Lei 9.765/1998

    73. Taxa de Licenciamento para Funcionamento e Alvar Municipal

    74. Taxa de Pesquisa Mineral DNPM - Portaria Ministerial 503/1999

    http://www.portaltributario.com.br/tributos/pis.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/l10870.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/decretolei1899.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/decretolei1899.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei10165.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei10357.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei11292.htmhttp://www.normaslegais.com.br/legislacao/mp437_2008.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei7940.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei7940.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/mp2158.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/mp2158.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei9782.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei10834.htmhttp://www.normaslegais.com.br/legislacao/lei12249_2010.htmhttp://www.normaslegais.com.br/legislacao/lei9765_1998.htm

  • 31

    75. Taxa de Servios Administrativos TSA Zona Franca de Manaus - Lei

    9.960/2000

    76. Taxa de Servios Metrolgicos - art. 11 da Lei 9.933/1999

    77. Taxas ao Conselho Nacional de Petrleo (CNP)

    78. Taxa de Outorga e Fiscalizao - Energia Eltrica - art. 11, inciso I, e

    artigos 12 e 13, da Lei 9.427/1996

    79. Taxa de Outorga - Rdios Comunitrias - art. 24 da Lei 9.612/1998 e nos art.

    7 e 42 do Decreto 2.615/1998

    80. Taxa de Outorga - Servios de Transportes Terrestres e Aquavirios - art. 77,

    incisos II e III, a art. 97, IV, da Lei 10.233/2001

    81. Taxas de Sade Suplementar - ANS - Lei 9.961/2000, art. 18

    82. Taxa de Utilizao do SISCOMEX - art. 13 da IN 680/2006.

    83. Taxa de Utilizao do MERCANTE - Decreto 5.324/2004

    84. Taxas do Registro do Comrcio (Juntas Comerciais)

    85. Taxa Processual Conselho Administrativo de Defesa Econmica - CADE - Lei

    9.718/1998

    http://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei9960.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei9960.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei9933.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei9427_1996.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei9612.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/decreto2615.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei10233.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei9961.htmhttp://www.normaslegais.com.br/legislacao/insrf680.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/decreto5324.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei9718.htmhttp://www.portaltributario.com.br/legislacao/lei9718.htm

  • 32

    6.1 DESCRIO DE COMPONENTES DE CONSUMO E PORCENTAGEM DE

    TRIBUTAO

    Apresentamos, a seguir, tabela na qual esto indicados os principais produtos de

    consumo domstico, bem como as alquotas tributrias de cada um deles, elaborado

    pelo Instituto Brasileiro de Direito Tributrio, para que se tenha uma noo do

    impacto que a carga tributria representa nas finanas de uma famlia.

  • 33

  • 34

    Com base nesta tabela evidenciamos claramente a excessiva carga tributria

    brasileira, incidida em demasia tanto em produtos necessrios como a alimentao,

    quanto naqueles que poderamos chamar de suprfluo, dentro das condies

    econmicas do brasileiro, como os eletrodomsticos.

    Ficou demonstrado que grande maioria dos produtos ali elencados possuem a

    incidncia de quase 50 % de seu valor. Portanto, quase metade daquilo que os

    consumidores pagam, destina-se ao fisco, isto , autoridade fazendria responsvel

    pelo Tesouro pblico, no que diz respeito a questes relacionadas com atividades

    tributrias, econmicas, financeiras e patrimoniais.

  • 35

    CONSIDERAES FINAIS

    Perante o decorrer e desenvolvimento deste trabalho de concluso de curso que tem

    como objetivo estudar o aspecto jurdico e social da arrecadao dos impostos no

    Brasil, e apresentando diversos tipos de impostos. Analisando uma possvel reforma

    tributria que proporcione s empresas condies competitivas com as de

    outros pases. Chamar a ateno para a importncia de um planejamento no

    sentido de diminuir a carga tributria a que so submetidas s empresas nacionais,

    de modo a no deixar o contribuinte arcar com toda a carga tributria existente e,

    ainda, viabilizar um menor custo, ou seja, mais competitivo.

  • 36

    REFERNCIAS

    http://www.portaltributario.com.br/tributos.htm. Acesso em: 12 de agosto de 2010.

    http://contactoconsultoria.com.br/?pagina=tributo

    http://impostos.portaleconomia.com.br/tabela.shtml. Acesso em: 12 de agosto de 2010.

    http://www.ipea.gov.br/pub/td/td0405.pdf. Acesso em: 12 de agosto de 2010.

    http://www.viajus.com.br/viajus.php?pagina=artigos&id=434. Acesso em: 12 de

    agosto de 2010.

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