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Introduo

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  • INTRODUO

    Concreto Armado 1

    Prof. Cristiano Eduardo Antunes

  • COMPOSIES DE MATERIAIS

    Cimento + gua = Pasta de cimento

    Pasta de cimento + agregado mido (areia) = Argamassa

    Argamassa + agregado grado (brita) = Concreto simples

    Concreto simples + armadura passiva = Concreto armado

    Concreto armado + armadura ativa = Concreto protendido

  • PEQUENO HISTRICO

    1824: inveno do cimento Portland por Aspdin

    ~1855: Lambot constri um barco com

    argamassa reforada com ferro

    1861: Monier constri um vaso de flores de

    concreto com armadura de arame

    1873: Ward constri em Nova York uma casa

    de concreto armado

    1900: Koenen e posteriormente Mrsch iniciam

    a teoria do concreto armado

  • VANTAGENS DO C.A.

    Boa resistncia maioria das solicitaes

    Boa trabalhabilidade, adaptando-se a vrias formas e dando liberdade ao projetista

    Permite a obteno de estruturas monolticas

    Tcnicas de execuo dominadas no pas

    Durvel, desde que obedecidos certos critrios

    Boa resistncia ao fogo

    Resistente a choques, vibraes, efeitos trmicos e desgastes mecnicos

  • DESVANTAGENS DO C.A.

    Os elementos necessitam de grandes espessuras

    e sees transversais, que aliadas a um

    considervel peso especfico resultam em

    estruturas de elevado peso prprio

    Necessrios sistemas de forma e escoramento

    que devem permanecer no local at o concreto

    adquirir a resistncia adequada

    Reformas e demolies normalmente so caras

    e de difcil execuo

  • NORMAS TCNICAS

    NBR 6118:2014 Projeto de estruturas de concreto

    NBR 14931:2004 Execuo de estruturas de

    concreto

    NBR 9062:2006 Projeto e execuo de estruturas de

    concreto pr-moldado

    NBR 8681:2004 Aes e segurana nas estruturas

    NBR 6120:1980/2000 Cargas para o clculo de

    estruturas de edificaes

    NBR 6123:1988/2013 Foras devidas ao vento em

    edificaes

  • VIABILIDADE DO CONCRETO ARMADO

    O concreto armado apresenta bom

    desempenho porque, sendo o concreto de tima

    resistncia compresso, este ocupa as partes

    comprimidas ao passo que o ao, de tima

    resistncia trao, ocupa as partes

    tracionadas (MARINO, 2006)

    Em alguns casos o ao colabora com o concreto

    em regies comprimidas

  • VIABILIDADE DO CONCRETO ARMADO

    O concreto armado vivel devido a trs

    fatores:

    Aderncia entre concreto e armadura

    Valores prximos dos coeficientes de dilatao

    trmica destes dois materiais

    O concreto protege as armaduras

  • QUALIDADE DA ESTRUTURA

    Diz-se que uma estrutura apresenta qualidade

    quando atende-se simultaneamente a critrios

    de:

    Capacidade resistente (ELU)

    Desempenho em servio (ELS)

    Durabilidade

  • DURABILIDADE DA ESTRUTURA

    Para que a estrutura seja durvel, alguns

    requisitos devem ser atendidos

    Inicialmente, determina-se a classe de

    agressividade ambiental (CAA) do local onde a

    obra ser executada, atravs da tabela 6.1 da

    NBR 6118

  • CLASSE DE AGRESSIVIDADE AMBIENTAL Classe de

    agressividade

    ambiental

    Agressividade Classificao geral do tipo de

    ambiente para efeito de projeto

    Risco de deteriorao

    da estrutura

    I Fraca Rural

    Insignificante Submersa

    II Moderada Urbana 1), 2) Pequeno

    III Forte Marinha 1)

    Grande Industrial 1), 2)

    IV Muito forte Industrial 1), 3)

    Elevado Respingos de mar

    1) Pode-se admitir um microclima com uma classe de agressividade mais branda (um nvel acima) para ambientes internos

    secos (salas, dormitrios, banheiros, cozinhas e reas de servio de apartamentos residenciais e conjuntos comerciais ou

    ambientes com concreto revestido com argamassa e pintura).

    2) Pode-se admitir uma classe de agressividade mais branda (um nvel acima) em: obras em regies de clima seco,

    com umidade relativa do ar menor ou igual a 65%, partes da estrutura protegidas de chuva em ambientes

    predominantemente secos, ou regies onde chove raramente.

    3) Ambientes quimicamente agressivos, tanques industriais, galvanoplastia, branqueamento em indstrias de

    celulose e papel, armazns de fertilizantes, indstrias qumicas.

  • CLASSE E RELAO GUA/CIMENTO

    Aps a determinao da CAA, define-se a

    classe do concreto e a relao gua/cimento,

    atravs da tabela 7.1 da NBR 6118

    Concreto

    Classe de agressividade ambiental

    I II III IV

    Relao

    gua/cimento

    em massa

    0,65 0,60 0,55 0,45

    Classe de

    concreto C20 C25 C30 C40

  • COBRIMENTO DA ARMADURA

    Determina-se o cobrimento necessrio da armadura:

    Componente ou

    elemento

    Classe de agressividade ambiental

    I II III IV 2)

    Cobrimento nominal (cnom)

    Laje 1) 20 mm 25 mm 35 mm 45 mm

    Viga 1) e Pilar 25 mm 30 mm 40 mm 50 mm

    Em contato com o solo 3) 30 mm 40 mm 50 mm

    1) Para a face superior de lajes e vigas que sero revestidas com argamassa de contrapiso, com revestimentos finais

    secos tipo carpete e madeira, com argamassa de revestimento e acabamento tais como pisos de elevado

    desempenho, pisos cermicos, pisos asflticos, e outros tantos, as exigncias desta tabela podem ser substitudas pelo

    cobrimento nominal referente ao tamanho da barra ou feixe, respeitando um cobrimento nominal mnimo de 15 mm.

    2) Nas superfcies expostas a ambientes agressivos, como reservatrios, estaes de tratamento de gua e

    esgoto, condutos de esgoto, canaletas de efl uentes e outras obras em ambientes qumica e intensamente

    agressivos, devem ser atendidos os cobrimentos da classe de agressividade.

    3) No trecho dos pilares em contato com o solo junto aos elementos de fundao, a armadura deve ter

    cobrimento nominal 45 mm

  • REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS

    ABNT. NBR 6118: Projeto de estruturas de

    concreto. 2014.

    CARVALHO, R. C.; FIGUEIREDO FILHO, J. R.

    Clculo e detalhamento de estruturas usuais

    de concreto armado. 2007.

    MARINO, M. A. Concreto armado da UFPR.

    2006.