1- insalubridade e periculosidade

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  • MINISTRO DA SADE

    Henrique Santilo

    SECRETRIO EXECUTIVO

    Dioclcio Campos Jnio

    SECRETRIO DE ADMINISTRAO GERAL

    Sebastio Alves Grilo

    COORDENADOR GERAL DE RECURSOS HUMANOS

    Dirce Barbosa dos Santos

    ELABORAO:

    Equipe CGRH

  • Apresentao

    Muitas tm sido as iniciativas no campo da Administrao de Recursos Humanos, buscando a melhoria dos nveis de satisfao e de produtividade no trabalho.

    As grandes Empresas j reconhecem que, alm da tecnologia de trabalho e da satisfao do cliente, o que torna uma Organizao competitiva a qualidade de seus empregados.

    Qualidade requer investimento e no Setor Pblico isto no diferente. No se pode pretender que o Servidor Pblico seja menos exigente que outros trabalhadores.

    A realidade que nos afasta de nossos mais legtimos sonhos a mesma que nos permite sonhar em realizar algo melhor que nossa existncia.

    Este Manual inacabado um comeo. Um caminho a ser trilhado por todos aqueles que, como ns, acreditam que sonhos se transformam em realidade quando h a alegria do encontro, em meio. ao caminho.

    Dirce Barbosa dos Santos Coord. Geral de Recursos Humanos

  • ndice

    INTRODUO 04

    01 - Insalubridade e Periculosidade 06

    02 - Remoo 07

    03 - Ajuda de Custo 07

    04 - Cesso/Requisio 09

    05 - Redistribuio 10

    06 - Licena-Prmio 11

    07 - Penso 12

    08 - Aposentadoria 20

    09 - Frias 26

    10 - Substituio 27

    11 - Emprstimo Pessoal 28

    12 - Incorporao de Quintos 28

    13 - Correlao de Funes 29

    14 - Folha de Ponto 30

    15 - Contra-Cheque 32

    16 - Adicional por tempo de Servio 33

    17 - Lotao 33

    18 - Assistncia Pr-Escolar 34

    19 - Capacitao 38

    20 - Enquadramento 45

    21 Readaptao 46

    22 Asceno Funcional 46

    23 - Mudana de Categoria Funcional 47

    24 - Programa de Estgios 47

    25 Atendimento ao Servidor 48

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  • Introduo

    O presente manual , elaborado pela Coordenao-Geral de Recursos Humanos visa esclarecer, aos Servidores do Ministrio da Sade, aspectos legais e procedimentos da rea de Administrao de Recursos Humanos.

    A iniciativa de desenvolvimento desse trabalho deveu-se opo de, atravs do estudo de nossa realidade, buscar a otimizao de rotinas de modo a proporcionar um melhor atendimento.

    Afora o amparo legal, em especial o descrito na Lei N 8.112/91, identificamos a inexistncia de normas e critrios internos capazes de dotar a CGRH de condies mnimas para atuar interdependente e harmonicamente.

    Sendo este manual um instrumento mutvel, uma vez que representa a forma de funcionamento da CGRH em um estgio de seu processo de desenvolvimento, seu maior significado ser o de estimular a Coordenao a refletir sobre seus procedimentos e aprimor-los, gradativamente.

    Vale ressaltar que, nesta perspectiva de melhoria permanente e somente nela, que faz sentido as Organizaes elaborarem e utilizarem manuais de procedimentos.

    Evidentemente, pela prpria natureza do tema do manual, e se destina, em princpio, a todos os membros da Organizao, independentemente das suas funes, posio hierrquica, Unidades de atuao ou qualquer outra varivel.

    A composio do manual resulta de um trabalho de consolidao de textos, elaborados pelas diversas Unidades da CGRH, no sentido de explicitar suas rotinas de trabalho, de modo a organizar seus servios, ao

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  • tempo em que ajudassem os usurios na obteno dos produtos deles resultantes.

    Assim, o formato ora apresentado, rotulado como Guia Prtico,constitui-se de uma sequncia de tpicos, considerados relevantes pelasUnidades, em funo das demandas e dos questionamentos formulados no dia-a-dia.

    Desta forma, o recurso potencial que ele representa, a sua organicidade e concepo como instrumento de ajuda reside, no apenas na possibilidade de as pessoas dele extrairem as informaes que lhes so interessantes mas, principalmente, oferecerem crticas e sugestes para o seu aperfeioamento contnuo da CGRH.

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  • 1- INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE DISPOSITIVO LEGAL

    - Art. 7, inciso XXIII da C.F.; Art. 61, 68 72 da Lei n 8.112/90; ON SAF N 17/90, 58, 60 e 111/91.

    INSALUBRIDADE

    o adicional devido ao servidor, que executa habitualmente suas atividades em locais insalubres ou em contato permanente com substncias txicas.

    So consideradas atividades insalubres aquelas que, por sua natureza ou mtodo de trabalho, exponham o servidor a agentes nocivos sade, acima dos limites de tolerncia fixados pelo Ministrio do Trabalho e Previdncia Social. (de acordo com laudo mdico).

    PERICULOSIDADE

    o adicional devido ao servidor que executa habitualmente atividades ou operaes perigosas.

    So consideradas atividades ou operaes perigosas; na forma de regulamentao aprovada pelo Ministrio do Trabalho, aquelas que, por sua natureza ou mtodos de trabalho, impliquem no contato permanente com inflamatrios ou explosivos em condies de risco acentuado.

    INFORMAES COMPLEMENTARES

    1.1 - A concesso e o grau da insalubridade e da periculosidade dar-se- aps percia comprovada por laudo de mdico ou engenheiro do trabalho.

    1.2 - O servidor que fizer jus aos adicionais de insalubridade e periculosidade dever optar por um deles, isto porque eles so inacumulveis.

    1.3 - O direito ao adicional de insalubridade ou periculosidade cessa com a eliminao das condies ou dos riscos que deram causa a sua concesso, ou seja, estes adicionais so apenas uma compensao financeira pelo exerccio de uma atividade de carter permanente em condies de risco; cessa com o desaparecimento de tal condio.

    1.4 - Os servidores que exercem atividades insalubres ou periculosas sero submetidos a exame mdico a cada 6 (seis) meses.

    1.5 - Faz jus ao adicional de periculosidade o servidor que executa suas atividades dentro de um raio de 7,5 metros de distncia da rea de abastecimento de inflamveis.

    * - No caso em que haja morte ou leso de carter permanente, a retribuio pecuniria se desloca para os proventos de aposentadoria ou de penso, conforme o caso (ON SAF N 60).

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  • 2 - REMOO DISPOSITIVO LEGAL

    - Arts. 18 e 36 da Lei n 8.112/90.

    CONCEITO

    o deslocamento do servidor no mbito da mesma instituio, com ou sem mundana de sede. Pode ser "a pedido" ou "de oficio", sem que haja mudana de cargo.

    2.1 - A remoo "de oficio" aquela feita no interesse da administrao, ou seja, a unidade interessado solicita unidade de origem do servidor sua liberao.

    2.2 - A remoo "a pedido" aquela em que o servidor manifesta seu interesse em deslocar-se para outra localidade; este tipo de remoo pode ocorrer de suas maneiras:

    a) por interesse particular - somente ocorrer quando houver disponibilidade de vagas no local solicitado. Requer parecer favorvel, por escrito, da unidade de origem do servidor e daquela unidade para onde o servidor ser removido; e a autorizao expressa da Administrao Central.

    b) para acompanhar cnjuge ou companheiro ou por motivo de doena do servidor, cnjuge, companheiro ou dependente, desde que comprovado por junta mdica - ocorrer independente de vaga.

    2.3 - No caso de remoo para outra localidade, o servidor ter 30 (trinta) dias de prazo, a partir da data da publicao da portaria, para se deslocar para a nova sede e entrar em efetivo exerccio.

    ORIENTAES COMPLEMENTARES

    A remoo "a pedido" no pode ser requerida por terceiros, pois no caracteriza a manifestao expressa do servidor.

    O processo ser instrudo pela unidade de lotao do servidor e encaminhado para a unidade de destino, a qual manifestar seu interesse; retorna origem e encaminhado ao rgo Central para as providncias que se fizerem necessrias.

    3 - AJUDA DE CUSTO

    - O servidor que, no interesse do servio passar a ter exerccio em nova sede, com mudana de domiclio em carater permanente, far juz a uma indenizao destinada a compensar as despesas de instalao:

    AS DESPESAS DE INSTALAO

    - A pessoa nomeada para o Cargo em Comisso, com mudana de domiclio, mesmo que no vinculada ao Servio Pblico Federal, far jus a ajuda de custo:

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  • -A ajuda de custo calculada com base na remunerao percebida pelo servidor no ms do deslocamento, e de acordo com o n de dependentes:

    - 01 (um) dependente - 01 (uma) vez a remunerao. - 02 (dois) dependentes - 02 ( duas) vezes a remunerao. - 03 (tres) ou mais dependentes - tres vezes a remunerao.

    - Os dependentes devero ser comprovados atravs de certides de nascimento, termos de adoo ou termos de guarda e responsabilidade:

    - O servidor tambm far jus a transporte para si e para os dependentes e transporte do mobilirio.

    - O servidor obrigado a restituir a ajuda de custo quando injustificadamente no se apresentar no prazo de 30 (trinta) dias.

    UNIDADES ENVOLVIDAS/ COMPETNCIAS

    SERVIO DE CONTROLE DE DAS

    PROCESSO DE AJUDADA DE CUSTO

    - Coleta de assinatura do servidor; em formulrio onde consta dados pessoais e n de portaria e data da publicao; encaminhamento SECAD/CGRH (Protocolo) para formalizao de processo; encaminhamento CGRH para coleta de assinatura do Ordenador de Despesas e encaminhamento ao SEORF/COPAG para pagamento.

    - PROCESSO DE TRANSPORTE SEU E DE SEUS DEPENDENTES (passagens) ou indenizao de transporte.

    - Formalizao do processo; encaminhamento CGRH para aquiescncia e encaminhamento SAG para ultimao do processo.

    - PROCESSO DE TRANSPORTE DE MVEIS E BAGAGENS

    - Formalizao do processo; encaminhamento CGRH para aquiescncia, encaminhamento CGSG para ultimao do processo.

    Obs: Quando do preenchimento do formulrio de ajuda de custo, o servidor orientado quanto aos procedimentos e o tempo aproximado para a finali

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