1 associação cristóvão colon factos, ‘colombinadas’ e trafulhices na história de...

Download 1 associação Cristóvão Colon Factos, ‘colombinadas’ e trafulhices na História de Cristóvão Colon

Post on 21-Apr-2015

108 views

Category:

Documents

4 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  • Slide 1
  • 1 associao Cristvo Colon Factos, colombinadas e trafulhices na Histria de Cristvo Colon
  • Slide 2
  • 2 associao Cristvo Colon 1901 o Rei D. Carlos atribui o ttulo de Condes de Cuba a um casal muito "simblico: Alexandre de Lancastre e M Francisca da Cmara Fantstica coincidncia! os primeiros Condes de Cuba descendem, respectivamente, do Rei D. Duarte e de Joo Gonalves Zarco, o av paterno e o av materno de Salvador Fernandes Zarco - Cristvo Colon. CONDES DE CUBA
  • Slide 3
  • 3 associao Cristvo Colon Mapa Juan de La Cosa - 1500 Miniatura Mural na Cuba - 1759 S. Cristvo e S. Cristvo
  • Slide 4
  • 4 associao Cristvo Colon Alentejo, TerraMe da descoberta
  • Slide 5
  • 5 associao Cristvo Colon FAMILIAR SOCIAL PROFISSIONAL D Filipa Moniz Rei D. Joo II Frei Juan Perez Fronteiros de Arzila Duque Medina Sidonia Duque Medinaceli Don Diego Deza Pedro de Atade Joo de Barahona Juan de la Cosa Joo de Castanheira Prior do Crato Rainha D Leonor Alonso Sanchez de Carvajal D. lvaro de Portugal A Cuba nos crculos de Colon CUBA
  • Slide 6
  • 6 associao Cristvo Colon O manto, o tmulo e o portal SEVILHA CUBA Pao Ducal
  • Slide 7
  • 7 associao Cristvo Colon O braso que Colon j tinha D. Cristvo Colon
  • Slide 8
  • 8 associao Cristvo Colon D. lvaro de Portugal (Bragana)
  • Slide 9
  • 9 associao Cristvo Colon C.C. Diogo Colon D. Jorge Lancastre D. Joo II D. lvaro Portugal Filipa Melo Vasco M. Melo (Cuba) Duque de Bragana Jorge A. P. Melo Isabel Colon Beatriz Vilhena Concesses, ajuda e famlia D. lvaro de Portugal (Bragana) Senhor de Tentgal, Vila Ruiva, Albergaria Rei D. Fernando 1377 - direitos Nuno lvares Pereira Colon y Portugal 5 Almirante
  • Slide 10
  • 10 associao Cristvo Colon Todos os historiadores escreveram que Colombo estava enganado, pensando que chegara ndia, mas Nas Capitulaciones de Santa F de Granada, documento onde os Reis Catlicos prometem a CC os ttulos, cargos e regalias para chegar sia e descobrir o caminho para a ndia, via Ocidente, o texto : como compensao do que descobriu no Mar Oceano e da viajem que agora ir fazer por esse mar... fazem, desde agora ao dito Don Cristbal Coln, seu Almirante em todas aquelas ilhas e terras firmes que descobrir ou conquistar no dito Mar Oceano Cristvo Colon ludibriou os Reis, pois deslumbrou-os com a ndia, mas o que indicou para constar no documento nem sequer menciona a ndia ou a sia. A falsa ndia (uma colombinada)
  • Slide 11
  • 11 associao Cristvo Colon A tempestade (outra colombinada) Todos os historiadores escreveram que Colombo, quando regressava para Castela aps a sua descoberta, sofreu uma grande tempestade que o arrastou para Lisboa, onde chegou no dia 4 Maro, mas Ao partir de Portugal para Castela, escreveu aos Reis Catlicos, fazendo um aditamento carta anterior *: Depois de ter escrito esta * e de j estar no Mar de Castela, veio tamanho vento que me fez descarregar os navios, Mas eu corri para este porto de Lisboa, onde pensei em Escrever a Vossas Altezas Escrita a 14 de Maro de 1493 *A carta anterior dizia: Escrita na caravela, perto das Ilhas Canrias, no dia 15 de Fevereiro de 1493
  • Slide 12
  • 12 associao Cristvo Colon O libi da tempestade (dirio de bordo) Sexta-feira, 15 de Fevereiro: Depois do nascer do sol viram terra; alguns diziam que era a Ilha da Madeira, outros que era a Roca de Sintra em Portugal...; O Almirante, pela sua navegao, achava que estava prximo das Ilhas dos Aores... (e no perto das Ilhas Canrias como escreveu na carta * aos Reis) Quinta-feira, 14 de Maro: Ontem, depois do sol posto, seguiu o seu caminho para Sul, e antes do nascer do sol encontrou-se junto ao cabo de S. Vicente... Depois navegou para Leste em direco a Salts, e andou todo o dia com pouco vento at agora que est junto a Faro. (e no no porto de Lisboa, onde j tinha chegado no dia 4)
  • Slide 13
  • 13 associao Cristvo Colon O libi tempestade (o dirio desmente) 22 de fevereiro... na Ilha de Santa Maria 24 de fevereiro E, como estava bom tempo para partir para Castela... Mandou navegar para Este, e andou cerca de vinte e oito lguas. 25 de fevereiro Navegou para Este dezasseis lguas e um quarto. Depois do sol nascer andou outras dezasseis lguas e meia 26 de fevereiro Navegou no seu caminho para Este, vinte cinco lguas. Depois do sol nascer, com pouco vento e aguaceiros andou cerca de oito lguas para Es-Nordeste 27 de fevereiro Esta noite e dia andou fora de caminho pelos ventos contrrios e grandes ondulao. Encontrava-se a cento e vinte cinco lguas do Cabo de S. Vicente, oitenta lguas da Ilha da Madeira e cento e seis lguas da Ilha de Sta. Maria
  • Slide 14
  • 14 associao Cristvo Colon CC sabia onde estava ! (e ns tambm !) r = 106 lguas r = 125 lguas r = 80 lguas Sta. Maria S. Vicente Madeira Geometria da localizao
  • Slide 15
  • 15 associao Cristvo Colon Tempestade no dia 3 de Maro 28 de fevereiro Andou da mesma maneira esta noite com diversos ventos para Sul e para Sueste, de um lado e do outro, e para Nordeste e para Es- Nordeste, e assim todo o dia. 1 de maro Andou esta noite para Este quarta de Nordeste, doze lguas; de dia, para Este quarta de Nordeste, vinte e trs lguas e meia. 2 de maro Andou esta noite no seu caminho para Este quarta de Nordeste, vinte e oito lguas e de dia andou vinte lguas. 3 de maro Depois do sol posto navegou a caminho de Este. Veio uma trovoada que rompeu todas as velas e viu-se em grande perigo. Teria andado sessenta milhas (15 lguas) antes de se romperem as velas; depois andaram com mastro n devido tempestade. Viram sinais de estar perto de terra. Estavam perto de Lisboa.
  • Slide 16
  • 16 associao Cristvo Colon CC sabia para onde ia ! (e ns tambm !) 83,5 lguas 11 15 Este quarta de Nordeste 16,3 lguas Trigonometria do trajecto Este 2 Maro 27 Fev.
  • Slide 17
  • 17 associao Cristvo Colon Rota para Castela Rota do dirio Rota provvel Porque veio Colon para Lisboa ? Veio porque quis vir !
  • Slide 18
  • 18 associao Cristvo Colon Os pilares do Colombo genovs entregue-se aos herdeiros de Paulo Negro Cristoforo Colombo, ao servio de Paolo di Negro Escritura de Morgadio (tambm dito testamento) datada de 22 de Fevereiro de 1498 (apresentada nos Litgios Sucessrios, em 1582, pelo pretendente genovs Baltazar Colombo) tendo eu nascido em Gnova Memorial das dvidas apenso ao Testamento (Codicilo) de 19 Maio 1506 (apareceu na ocasio das Disputas Sucessrias) Documento Assereto datado 25 Agosto de 1479 (encontrado em 1904) +
  • Slide 19
  • 19 associao Cristvo Colon O Morgadio de 1498 (e a trafulhice) En la muy noble ciudad de Sevilla a (en blanco) del mes de (en blanco) ao...de mil y cuatrocientos y noventa y siete aos,...y en presencia de m Martn Rodrguez, escribano pblico...y de los escribanos de Sevilla...presentes; e...el dicho Seor Almirante present ante ns...una carta de licencia para que pudiese hacer mayorazgo, del Rey y de la Reina nuestros Seores, escrita en papel y firmada de sus Reales nombres...y su tenor de la cual,...es este que se sigue. [1] Y as mismo este es traslado de una carta de mayorazgo escrita en papel y firmada del nombre de su Seora del dicho Seor Don Cristbal Coln, segn que por ella pareca, su tenor de la cual, de verbo ad verbum, es este que se sigue. [2] tendo eu nascido em Gnova En nombre de la Santsima Trinidad, Fecho en 22 de Febrero de 1498 + (a legalidade deste documento sempre foi contestada e o historiador Manuel Rosa apontou-lhe mais de 25 falsidades)
  • Slide 20
  • 20 associao Cristvo Colon Os argumentos utilizados para defender a veracidade do Morgadio (Mayorazgo) de 1498, so: 1 - De que esse documento uma transcrio do original feito pelo Almirante. 2 - De que existe uma confirmao dada pelos Reis Catlicos em 1501 1 - Veja-se que a autenticao a que surge agregado de 1497, (portanto anterior ao prprio Morgadio), sem dia nem ms, e menciona traslado de una carta de mayorazgo escrita en papel Confirmao Real de 28 Set de 1501 En el nombre de Dios Padre, Vimos una escritura de mayorazgo que vos D. Cristobal Colon ficistes en virtud de nuestra carta de licencia, firmada de nuestros nombres en ella inserta, escrita en pergamino, firmada de vuestro nombre, signada de escribano publico, fecha en esta guisa: En la muy noble ciudad de Sevilla, jueves en veinte y dos dias del ms de Febrero, ao de mil cuatrocientos noventa ocho A Confirmao Real (mostra a trafulhice) 2 -
  • Slide 21
  • 21 associao Cristvo Colon Carta de Licena *Burgos 23/4/1497 Cristvo Colon pede aos Reis Catlicos uma autorizao para fazer escritura de Morgadio (Mayorazgo) Os Reis Catlicos concedem a CC a Licena para fazer um ou dois Mayorazgos. Esta carta feita em papel (cf. consta no doc. do notrio Martin Rodriguez de 1497) Mayorazgo de CC *Sevilha 22/2/1498 Cristvo Colon faz a 1 escritura de Mayorazgo, no dia 22 Fev 1498. Esta escritura feita em pergaminho e comea assim: En la muy noble ciudad de Sevilla (cf. consta na Confirmao dada pelos Reis em 28 Set 1501) Falso Mayorazgo de CC Um falso Mayorazgo apresentado nos Litgios Sucessrios, pelo genovs Baldassare Colombo, com data de 22/2/1498, feito em papel e comea assim: En el nombre de la Santsima Trinidad Sntese da 1 trafulhice
  • Slide 22
  • 22 associao Cristvo Colon O Memorial das Dvidas (e a trafulhice) Relacin de ciertas personas a quien yo quiero que se den de mis bienes lo contenido en este memorial, sin que se le quite cosa alguna dello. Hsele de dar en tal forma qu