04. debora miceli: drh - sistema de informção e controle de pessoal

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04. Debora Miceli: DRH - Sistema de Informo e Controle de Pessoal

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  • 1. Sistema de Informao e Controlede PessoalMatria: Desenvolvimento de RHDebora MiceliVerso: 1.0 - Outubro/2014

2. Trabalho do menorA Constituio Federal de 1988 determina: Art. 227 dever da famlia, da sociedade e do Estado assegurar criana e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito vida, sade, alimentao, educao, ao lazer, profissionalizao, cultura, dignidade, ao respeito, liberdade e convivncia familiar e comunitria, alm de coloc-los a salvo detoda forma de negligncia, discriminao, explorao, violncia,crueldade e opresso. Art. 7 - So direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, alm deoutros que visem melhoria de sua condio social:XXXIII Proibio de trabalho noturno, perigoso ou insalubre amenores de dezoito e de qualquer trabalho a menores dedezesseis anos, salvo na condio de aprendiz, a partir de quatorzeanos. 3. Trabalho da mulherDiscriminao compreende qualquer outra distino,excluso ou preferncia que tenha por efeito anularou reduzir a igualdade de oportunidade ou tratamentono emprego ou profisso. OIT (2014)A Conveno n 111 da OIT OrganizaoInternacional do Trabalho considera que adiscriminao constitui uma violao dos direitosenunciados na Declarao Universal dos DireitosHumanos.Documento adotado em 1979 pela Assemblia Geralda ONU, tambm cita que os direitos da mulher sodireitos humanos, acresce a deciso de promover aindependncia econmica da mulher, inclusive seutrabalho. 4. Registros Administrativos do MTECAGED:Cadastro Geralde EmpregadoseDesempregados(Lei n 4923/65)Estabelecer medidascontra o desempregoe dar assistncia aosdesempregadosAcompanhar efiscalizar o processode admisso edispensa doempregadoSubsidiar afiscalizao dotrabalhoViabilizar opagamento doSeguro-DesempregoEntrega at o dia07 do mssubsequenteAtender a reciclagemprofissional e arecolocao nomercado de trabalho(intermediao)Compor o CNIS -Cadastro Nacional deInformaes Sociais 5. Registros Administrativos do MTERAIS: RelaoAnual deInformaesSociais (Decreton 76.900/75)Subsidiar o controle danacionalizao dotrabalho conforme aLei dos 2/3Prestar subsdios aocontrole relativo aoFGTS e PrevidnciaSocialViabilizar o pagamentodo Abono Salarial(Art.no 239 CF e Leino 7.998/90) aostrabalhadores comrenda mdia de atdois salrios mnimosDe janeiro amaro do anosubseqenteao ano-baseCompor o CNIS -Cadastro Nacional deInformaes Sociais 6. Declarao Quem deve declarar ?CAGED1. Todo empregador que tenha em-pregadocujo contrato de trabalhoseja regido pela CLT e que tenhatido movimentao no ms: Admisso Desligamento Transferncia Morte AposentadoriaRAIS1. Todos os empregadores conformedefinido na CLT;2. Todas as pessoas jurdicas de direitoprivado, inclusive as empresaspblicas;3. Empresas individuais, inclusive asque no tm empregados;4. rgos da administrao direta eindireta dos governos federal,estadual e municipal;5. Empregadores rurais - pessoasfsicas 7. Exemplo: Estatstica RAIS 8. Encargos SociaisEncargos sociais incidentes sobre a folha restringem-se scontribuies sociais pagas pelas empresas como parte do custototal do trabalho, mas que no revertem em benefcio direto eintegral do trabalhador.MTE (2014) 9. Encargos Sociais 10. FGTSO Fundo de Garantia do Tempo de Servio (FGTS) foiinstitudo pela Lei n 5.107, de 13 de setembro de1966, alternativamente estabilidade no emprego, masatualmente regido pela Lei n 8.036, de 11 de maio de 1990, eregulamentado pelo Decreto n 99.684, de 8 de novembro de1990.Quando foi institudo, para ter direito ao FGTS, era necessrio queo trabalhador optasse por esse regime. No entanto, a partir daConstituio Federal, de 5 de outubro de 1988, o recolhimento doFGTS passou a ser obrigatrio para todos os trabalhadores regidospela CLT,que firmaram contrato de trabalho a partir de suapromulgao. Alm dos trabalhadores regidos pela CLT, tambmtem direito ao FGTS os trabalhadores rurais, temporrios, avulsos,safreiros (operrios rurais que trabalham apenas no perodo decolheita) e atletas profissionais. 11. FGTSO empregador est obrigado a depositar, at o dia 7 (sete) decada ms, na conta vinculada no FGTS do empregado, aimportncia correspondente a 8% (oito por cento) da remuneraopaga ou devida no ms anterior, includas na remunerao asparcelas relativas ao salrio e a gratificao natalina. Nos casos decontratos de aprendizagem a alquota reduzida a 2%.ARRECADAO FGTS (MTE, 2014) 12. Jornada de Trabalho: CLTArt. 58 - A durao normal do trabalho,para os empregados em qualqueratividade privada, no exceder de 8(oito) horas dirias, desde que no sejafixado expressamente outro limite. 1o No sero descontadasnem computadas como jornadaextraordinria as variaes dehorrio no registro de pontono excedentes de cincominutos, observado o limitemximo de dez minutos dirios. 2o O tempo despendido peloempregado at o local detrabalho e para o seu retorno,por qualquer meio detransporte, no sercomputado na jornada detrabalho... (continua)Art. 59 - A durao normal do trabalhopoder ser acrescida de horassuplementares, em nmero noexcedente de 2 (duas), mediante acordoescrito entre empregador e empregado,ou mediante contrato coletivo detrabalho. 1 - Do acordo ou do contrato coletivo detrabalho dever constar, obrigatoriamente, aimportncia da remunerao da horasuplementar, que ser, pelo menos, 20% (vintepor cento) superior da hora normal. 2o Poder ser dispensado o acrscimo desalrio se, por fora de acordo ou convenocoletiva de trabalho, o excesso de horas em umdia for compensado pela correspondentediminuio em outro dia, de maneira que noexceda, no perodo mximo de um ano...(continua) 13. Jornada de Trabalho: ControleA Portaria MTE 1.510/2009 disciplina a anotao de horrio detrabalho por meio eletrnico, conforme previsto no art. 74, 2da CLT.A empresa que possui at 10 empregados no est obrigada autilizar nenhum sistema de controle de ponto.A empresa com mais de 10 empregados pode fazer opo porsistema manual, mecnico ou eletrnico. Pode, inclusive,adotar mais de um desses sistemas dentro da mesma empresaou estabelecimento, tendo o cuidado de no causardiscriminao dentre seus empregados. Caso opte pelo sistemaeletrnico, dever obrigatoriamente seguir a Portaria1.510/2009 integralmente para todos os empregados queusarem o sistema eletrnico.Entende-se como sistema eletrnico de registro de pontoqualquer sistema de controle de jornada que utilize meioseletrnicos para identificar o empregado, tratar, armazenar ouenviar qualquer tipo de informao de marcao de ponto. 14. FriasArt. 129 - Todo empregado ter direito anualmente ao gozo deum perodo de frias, sem prejuzo da remunerao.Art. 130 - 2 - O perodo das frias ser computado, paratodos os efeitos, como tempo de servio.Art. 135 - A concesso das frias ser participada, por escrito,ao empregado, com antecedncia de, no mnimo, 30 (trinta)dias. Dessa participao o interessado dar recibo.Art. 137 - Sempre que as frias forem concedidas aps o prazode que trata o art. 134, o empregador pagar em dobro arespectiva remunerao.Conveno132 OIT;Constituio,art. 7, XVII;Arts. 129 a153, da CLT.Art. 153 - As infraes ao disposto neste Captulo sero punidascom multas de valor igual a 160 BTN por empregado emsituao irregular. (09/2014 - 1,5813) 15. 13 SalrioLEI No 4.090, DE 13 DE JULHO DE 1962 - Institui a Gratificao de Natal paraos Trabalhadores.O dcimo terceiro salrio, direito garantido pela CF/88(art.7,VIII),consiste no pagamento ao empregado, de1/12 da remunerao devidano ms de dezembro, por ms de servio prestado ou frao de 15 dias.Metade do dcimo terceiro deve ser paga at novembro, ou por ocasio dasfrias do empregado, se o empregado o tiver solicitado no ms de janeiro; asegunda metade deve ser paga at 20 de dezembro. 16. AdmissoPORTARIA MTE N 41, DE 28 DE MARO DE 2007Art. 5 O empregador anotar na CTPS doempregado, no prazo de 48 horas contadas daadmisso, os seguintes dados:I - data de admisso;II - remunerao; eIII - condies especiais do contrato de trabalho,caso existentes.PORTARIA MTE N 768, DE 28 DE MAIO DE 2014Obrigatria a imediata informao ao Ministrio,por meio do Caged, da admisso na data decontratao, quando o trabalhador estiverrequerendo ou em percepo do benefcioSeguro-Desemprego, alm disso, o empregadorprecisa informar no Caged a data do registro doempregado, quando o mesmo decorrer de aofiscal conduzida por Auditor-Fiscal do Trabalho.PORTARIA MTE N 1129 DE 23 DE JULHO 2014Art. 5 As informaes de que trata o inciso Ido art. 1 desta Portaria devero ser prestadasao Ministrio do Trabalho e Emprego - MTE ato dia sete do ms subsequente quele em queocorreu a movimentao de empregados.Art. 6 Para os fins a que se refere o inciso II doart. 1, as informaes relativas a admissesdevero ser prestadas:I - na data de incio das atividades doempregado, quando este estiver em percepodo Seguro-Desemprego ou cujo requerimentoesteja em tramitao;II - na data do registro do empregado, quandoo mesmo decorrer de ao fiscal conduzidapor Auditor-Fiscal do Trabalho. 1 As informaes a que se refere este artigosupriro os fins referidos no inciso I do art. 1,o que dispensar a obrigao a que se refere oart. 5, relativamente s admissesinformadas. 2 O Ministrio do Trabalho e Empregodisponibilizar, em seu stio na Internet, asituao do trabalhador relativa ao Seguro-Desemprego, para consulta pelo empregador epelo responsvel designado por este. 17. Referncias BibliogrficasBRASIL. Presidncia da Repblica. LEI No 4.090, DE 13 DE JULHO DE 1962. 1962.Disponvel em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l4090.htm. Acesso em: 13set. 2014.BRASIL. Ministrio do Trabalho e Emprego. Sistema de Registro Eletrnico de Ponto -SREP: Portaria MTE 1.510/2009. 2014. Disponvel em:http://portal.mte.gov.br/data/files/8A7C812D32DC09BB0132DFC3C79E1478/info_empregador.pdf. Acesso em: 14 set. 2014.BRASIL. Ministrio do Trabalho. Inspeo do Trabalho: Combate ao Trabalho Infantil.2014. Disponvel em: http://portal.mte.gov.br/trab_infantil/legislacao.htm. Acesso em:14 set. 2014.BRASIL. Ministrio do Trabalho. Ouvidoria MTE: Dvidas Trabalhistas. 2014. Disponvelem: http://www3.mte.gov.br/ouvidoria/duvidas_t