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  • O vidro possui vrias utilidades pelas suas propriedades fisico-qumica, elevada resistncia ao ataque qumico, eficincia como isolante eltrico, entre outras aplicaes. O vidro material quebradio , portanto existem tcnicas para refor-lo afim de que possamos melhorar suas caractersticas como ocorre com a fibra de vidro por exemplo.

  • Ningum sabe ao certo como e quando o vidro surgiu. Uma das referncias mais antigas encontram-se com Plnio , que conta sua descoberta com mercadores fencios que estavam cozinhando num vaso areia e algum lcali e que chamou ateno dos mercadores pelos resultados e levou-os a tentativa de reproduzi-los. J em 6000 ou 5000 a.C. os egpcios fabricavam falsas gemas de vidro

  • O vidro de janela mencionado no ano 290 d.C.. O cilindro do vidro de janela soprado foi inventado por um monge , no sculo XII. Durante os tempos medievais, Veneza tinha monoplio de centro das indstrias de vidro. Somente no sculo XV o uso do vidro o uso do vidro de janela se tornou geral. At o sculo XVI no se fabricava vidros na Alemanha e Inglaterra.

  • As fbricas de vidro nos Estados Unidos , forma fundadas em 1608 na Virgnia e em 1639 em Massachussets. Durante mais de 3 sculos a partir destas datas , os processos eram todos manuais e empricos. Do ponto de vista qumico , a nica melhoria durante este perodo limitou-se purificao das matrias primas e um aumento da economia com combustveis

  • Em 1914 foi desenvolvido na Blgica o processo Fourcault de fabricao contnua das folhas de vidro. Durante os 50 anos seguintes , os engenheiros e cientistas efetuaram modificaes no processo de fabricao da folha. Estes esforos levaram ao modelo atual de fabricao

  • O mercado de vidros planos no pas tem incio na fabricao dos diversos tipos de chapa, passa pela rede distribuidora e processsadora, que o prepara para a comercializao , segue a tabela de dados de acordo com a ABRAVIDRO

  • Vidro de sdio e clcio: Aplicao: Embalagens em geral: garrafas, potes e frascos Vidro plano: indstria automobilstica, construo civil e eletrodomsticos Borossilicatos: Aplicao: Utenslios domsticos resistentes a choque trmico Vidros de chumbo: Aplicao: Copos, taas, clices, ornamentos, peas artesanais (o chumbo confere mais brilho ao vidro).

  • Vidros para embalagem: Potes para alimentos, frascos e garrafas para bebidas, produtos farmacuticos, higiene pessoal e mais incontveis outras aplicaes: a utilizao do vidro para embalagens uma das mais antigas e freqentes aplicaes para o vidro. Por ordem de consumo, a maior utilizao a do setor de bebidas, principalmente com cervejas, seguida pela indstria de alimentos e, logo aps, produtos no alimentcios, sobretudo farmacuticos e cosmticos.

  • Vidros domsticos: So aqueles usados em utenslios como louas de mesa, copos, xcaras, e objetos de decoraoVidros planos: Os chamados vidro planos, fabricados em chapas, so consumidos principalmente pela construo civil, seguida pela indstria automobilstica e moveleira, depois na produo de espelhos e um pequeno percentual para mltiplas outra aplicaes. Alm dos vidros translcidos, um outro tipo de vidro plano, chamado impresso ou fantasia, atende, em menor quantidade, tambm o mercado da construo civil. Vrios outros setores vm aumentando seu consumo de vidro, como a indstria moveleira e o dos eletrodomsticos da chamada linha branca, como foges, geladeiras, microondas etc

  • Vidros especiais: So vidros com composies e caractersticas especiais, adequadas a necessidades muito especficas de utilizao, como os usados na produo de cinescpios para monitores de televiso e computadores, bulbos de lmpadas, garrafas trmicas, fibras ticas, blocos oftlmicos, blocos isoladores e at tijolos de vidro.

  • AnoFaturamento em milhes de R$Capacidade de produo em mil toneladasInvestimento em milhes de US$Exportaes em milhes de US$2003968105066922004998124063115200510331240211382006109512402513920071183124037141200812781280230130

  • Areia : para a manufatura do vidro deve ser quase que de quartzo puro. O teor de ferro no deve exceder 0,45% e para vidros ticos 0,015% pois o ferro no tem efeito benfico para a colorao. O SiO2 tem a funo vitrificanteO xido de sdio (Na2O) provm principalmente da barrilha (Na2CO3). Outras fontes podem ser o bicarbonato de sdio, sulfato de sdio, nitrato de sdio.

  • As fontes de cal (CaO) so o calcrio e dolomita calcinada (CaCO3.MgCO3) ; esta ltima introduz MgO no banho, garante resistncia ao vidro para suportar mudanas bruscas de temperatura e aumenta a resistncia mecnica. Os felspatos tem frmula geral R2O.Al2.6SiO2, onde o R2O representa o Na2O ou K2O , pois so baratos , puros e fusveis. A funo na formulao dar resistncia mecnica ao vidroO brax , como ingrediente menor, fornece ao vidro o Na2O e o xido brico. Embora seja raramente utilizado em vidro plano , o vidro de brax tem ndice de refrao maior que qualquer outro conhecido e que se torna um vidro tico valioso

  • Sulfato de sdio, h muito tempo aceito como ingrediente secundrio , alm de outros sulfatos, como o de amnio, brio, so encontrados em todos os tipos de vidro, ele remove a prejudicial espuma no banho de vidro.Sucata de Vidro: o vidro provenientes de sobras de produo como rebarbas, rebarbas, refugos

  • Os vidros silicatos alcalinos so os nicos a dois componentes que tem valor comercial , a slica e a barrilha so fundidas e o produto so os silicatos de sdio, cuja frmula Na2O.SiO2 at 4 molculas de xido de slicaOs vidros de sdio e clcio o que se fabrica em maior quantidade , vasos de todas as espcies, vidro de automvel, vidros planos. A formulao varia de CaO (10 a 13%) e Na2O (13 a 16 %), sendo que a slica SiO2 (70 a 74%)

  • Vidros de chumbo so de grande importncia em trabalhos ticos, com elevados teores de chumbo at 92%. Usam-se grandes quantidades deste vidro na construo de bulbos de luz, nos tubos de lmpadas neons, graas a grande resistncia eltrica do vidroVidros de Borossilicatos contm usualmente cerca de 13 a 28 % de B2O3 e 80 a 87 % de slica, so utilizados em laboratrio, travessas de cozinha, isoladores de alta tenso, devido a grande resistncia ao choque, estabilidade qumica excelente.

  • As reaes qumicas so: 1- Na2CO3 + aSiO2 Na2.aSiO2 + CO22- CaCO3 + bSiO2 CaO.bSiO2 + CO23- Na2SO4 + cSiO2 Na2O.cSiO2 + SO2+CO

  • A ltima reao pode ocorrer como nas equaes 4, 5 e 6:4- Na2SO4 + C Na2SO3 + CO5- 2Na2SO4 + C 2Na2SO3 + CO26- Na2SO3 + cSiO3 Na2O.cSiO2 + SO2

  • As reaes descritas no so razes molaresA razo pode ser do tipo 1 Na2O/1,8 SiO2 No existem no vidro compostos qumicos , pois o material essencialmente uma mistura slida amorfa dos vrios componentes

  • O vidro transparente colorido essencial e produzido em centenas de cores. O vidro colorido podem ser de trs tipos:1- a cor provocada pela absoro de certas frequncias da luz por agentes em soluo do vidro, os mesmos so os xidos dos elementos de transio, como Ti, Cr, Mn, Fe, Co, Ni, Cu. Por exemplo o NiO dissolvido nos vidros de chumbo imprime-lhe a colorao castanha, mas num vidro de potssio uma colorao violeta-azulada

  • Nos vidros de potssio , o xido de cromoprovocam coloraes que vo desde o verde at o alaranjado2- A colorao produzida por partculascoloidais precipitadas , num vidro inicialmenteincolor , mediante tratamento trmico. Oexemplo clssico o ouro coloidal queincorporado leva formao do vermelho rubi

  • 3- A colorao produzida por partculas microscpicas ou um pouco maiores , que podem ter colorao prpria como os vermelhos de selnio (SeO2) usados em sinais de luminosos de trnsito

  • Os procedimentos para fabricao podem ser divididas em 4 fases distintas :1- Fuso

  • Existem dois tipos de fornos de cadinho (at 2 toneladas) e o forno tanque como no exemplo anterior, constitudo de tijolos refratrios com capacidade de at 1.400 ton de vidro fundido.O mais utilizado na indstria so os fornos regenerativos e operam em dois ciclos, com duas cmaras de regenerao. As fumaas da combusto , depois de ceder calor ao vidro fundido , descem por uma camada de empilhamento cermico atingindo at 1.538 C

  • Simultaneamente o ar pr-aquecido ao passarpela outra cmara de regenerao ,previamente aquecida e ento misturado como gs combustvel inflamado resultando umachama mais quente que formada com gscom um ar sem o pr-aquecimento. Em intervalos de 20 a 30 minutos o fluxo de ar invertido e a entrada feita pelo lado oposto

  • 2- Conformao: o vidro pode ser conformadoem mquinasapropriadas ou mo. Durante este perodo ovidro se transforma de lquido viscoso emslido lmpido.O ajuste das mquinas fator primordial e umdesafio para os engenheiros cada vez maismelhorar seu processo

  • 3-Recozimento manter o vidro aps a conformao acima de uma temperatura crtica4- Acabamento : limpeza, esmerilhamento, retirar as rebarbas

  • A partir das fases do processo , montar fluxograma de processoVerificar os pontos crticos da operao e o que implicaria em perdas de produo e processoMonte o P&I do processo e quais controles seriam necessrios?

  • Os peixes capturados pelos homens podem sertransformados em farinha de peixe , esta podeser utilizada como rao. O uso direto dafarinha de peixe aumenta significativamente aeficincia da cadeia alimentar. Entretanto, oconcentrado de farinha de peixe usado comofonte suplementar de protena alimentar. Noprocessamento do peixe , aps a extrao doleo, a torta do peixe secada em secadoresde tambor rotativo, moda finamente eempacotada.

  • O produto resultante contm 65% de protena.Em um certo lote de torta de peixe contendo80% de gua, 100 Kg de gua foram removidose constatou-se que o teor de gua na torta depeixe era de 40%. Calcule o peso de torta depeixe original